PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES
|
|
|
- Mônica Carlos Coradelli
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES
2 GRUPO DE ESTUDOS DE GERAÇÃO HIDRÁULICA GGH É necessário o aprofundamento dos estudos para o uso de unidades geradoras hidráulicas que permitam a otimização do uso da água Geradores com refrigeração à água apresentam uma redução dos impactos relativos a ciclagem térmica do enrolamento, notadamente em geradores com variações acentuadas na sua potência ao longo do dia Técnicas de inteligência artificial permitem o diagnóstico de falhas incipientes nos enrolamentos do estator, propiciam um melhor planejamento das manutenções preditivas e uma maior disponibilidade dos geradores
3 GRUPO DE ESTUDOS DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS GPT A crescente participação das fontes novas renováveis e nucleares na matriz energética gera uma preocupação com a transmissão e o armazenamento de energia A integração de geração distribuída no sistema elétrico brasileiro impõe desafios para o sistema de transmissão Sistemas de armazenamento convencional já são utilizados nas instalações híbridas solar-eólica e já estão sendo desenvolvidas no Brasil baterias e células a combustível a base de hidrogênio
4 GRUPO DE ESTUDOS DE LINHAS DE TRANSMISSÃO GLT Necessidade de aumento do carregamento das linhas em serviço tem levado a buscar soluções técnicas e de modelagem para viabilizar com segurança essa prática Incentivar a coleta de dados a partir do monitoramento dos empreendimentos já implantados, visando gerar banco de dados para análise futura Evidenciada a importância de soluções práticas para facilitar os trabalhos em linha viva
5 GRUPO DE ESTUDOS DE ESTUDOS DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA GAT Grande interesse na confrontação de resultados e de desempenho computacional na modelagem de HVDC em diferentes ferramentas computacionais (ATP e PSCAD) Necessidade de coordenação entre os agentes que vierem a ganhar futuras licitações que envolvam múltiplos fabricantes, através de um agente integrador Necessidade de ações para reduzir a dicotomia entre a continua necessidade de aperfeiçoamento dos modelos dinâmicos e a redução das equipes técnicas dos agentes
6 GRUPO DE ESTUDOS DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS DE POTÊNCIA GPC Para atender os requisitos do sistema elétrico, a evolução de sistemas de automação requer protocolos e topologias eficientes que melhorem o desempenho e a segurança. Como por exemplo, protocolo PTP e backup local por relógios de alta precisão Incorporação de novas tecnologias, muitas delas, desenvolvidas fora do âmbito do setor elétrico, estão sendo incorporados em forma progressiva trazendo benefícios para os estudos de proteção É conveniente que sejam revistos aspectos regulatórios, tanto econômicos (Receita Anual Permitida) quanto técnicos (Procedimentos de Rede), em busca de um ambiente mais favorável à introdução de tecnologias novas e promissoras
7 GRUPO DE ESTUDOS DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GCR As questões regulatórias sobre o Fator de Garantia Física (GSF) devem ser aprofundadas A gestão de risco deve ser melhor internalizada pelos orgãos de gestão das empresas para tomada de decisão Existe preocupação com o impacto da inserção de cogeração de geração distribuída no sistema de distribuição, e necessidade de dotar as redes de distribuição com smart grid para melhorar a gestão do fator de potência com a rede básica
8 GRUPO DE ESTUDOS DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS GPL Garantir a segurança do sistema elétrico brasileiro face à crescente penetração da geração intermitente (eólica e solar), observando questões como concentração geográfica de vários parques, esgotamento do sistema de transmissão e requisito de fator de potência unitário no ponto de conexão A tendência de represamento de investimentos no âmbito de distribuição até a proximidade da revisão tarifária prejudica a compatibilização das obras da rede básica e distribuição A perda de capacidade de armazenamento do SIN pode ser compensada pela geração de usinas a fio d'água, das fontes intermitentes (eólica e solar) e de usinas térmicas
9 GRUPO DE ESTUDOS DE SUBESTAÇÕES E EQUIPAMENTOS DE ALTA TENSÃO - GSE A adoção de soluções não convencionais (MTS ou GIS) em subestações da rede basica podem elevar a confiabilidade e reduzir o tempo de indisponibilidade dos componentes, além de poder reduzir prazos de implantação, apresentando custos de mesma ordem de grandeza que SEs convencionais Tornam-se necessárias a compatibilizacao das ações do MME e da ANEEL, referentes à implantação de melhorias e reforços em SEs e à indicação de final de vida útil de equipamentos baseada na analise do histórico de dados, bem como a priorizacao e análise das intervenções Necessidade de uma maior interação e definição de critérios de projeto para aterramento de sistema HVDC desde os estudos de planejamento
10 GRUPO DE ESTUDOS DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS GOP Necessidade de dotar os centros de controle com informações, ferramentas de análise e procedimentos operativos, para aprimorar a tomada de decisão referente segurança do sistema, tais como, de condições meteorológicas e de dados oriundos de medição fasorial sincronizada (PMU) Importância do aprimoramento da modelagem das restrições associadas ao uso múltiplo da água e aquelas associadas à rede elétrica no planejamento da operação energética A importância de considerar as consequências sociais, econômicas e políticas de uma perturbação são cada vez maiores na sociedade atual, sendo a duração da interrupção de carga o fator que mais influencia negativamente os seus reflexos
11 GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÉTRICOS GDS Necessidade de aprimorar metodologias de análise e métodos de medição para avaliar a qualidade da energia elétrica, face a maior participação de fontes de energia eólica e solar no sistema elétrico Necessidade de aprimorar metodologias de análise e a determinação de parâmetros no sentido de uma avaliação mais precisa do desempenho de linhas de transmissão frente a descargas atmosféricas Necessidade de desenvolvimento de técnicas de mitigação de campos eletromagnéticos
12 GRUPO DE ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS GIA Deficiência na elaboração dos relatórios R3 dificultam a definição dos custos socio ambientais, e o atendimento dos prazos estabelecidos nos contratos de cessão das linhas Necessidade urgente de regulamentação da apropriação dos custos socioambientais, em especial na renovação das concessões Tendência de avanços tecnológicos para monitoramento e mitigação dos impactos socioambientais relacionados à operação de empreendimentos
13 GRUPO DE ESTUDOS DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO GMI Valorização da gestão por processos, inovação tecnológica para melhoria de produtividade e gestão de ativos
14 GRUPO DE ESTUDOS DE ESTUDOS DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS EMERGENTES GTM Impactos decorrentes do modelo setorial na relação custo qualidade dos equipamentos e no aumento de não conformidades durante os testes de aceitação em fábrica A utilização de óleos vegetais isolantes em equipamentos requer considerações sobre necessidade de se prover infraestrutura adicional e treinamento para monitoramento, ensaios e manutenção
15 GRUPO DE ESTUDOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E GESTÃO DA TECNOLOGIA, DA INOVAÇÃO E DA EDUCAÇÃO GET Necessidade de criação de portal único com informações de projetos de P&D e Inovação e Eficiência Energética, constantemente atualizado, para prospecção de pesquisa tecnológica O portfólio de projetos estratégicos deverá apresentar conteúdo de inovação e aplicações práticas Necessidade de modiificar o enfoque do treinamento de operação e manutenção de subestações, devido ao uso crescente de telecomando e à redução de receitas.
16 GRUPO DE ESTUDOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS ELÉTRICOS GTL A implantação de redes inteligentes irá requerer reforços nas redes de telecomunicação para atendimento ao sistema elétrico Crescente tendência de utilização pelas empresas das redes wireless para otimizar as atividades de operação e manutenção Tendência de otimização de recursos de hardware, software, espaço físico e energia pela virtualização do sistema de supervisão e de telecomunicações
17 GRUPO DE ESTUDOS DE ASPECTOS EMPRESARIAIS E DE GESTÃO CORPORATIVA GEC O projeto para definição da atualização e da modernização da Usina de Itaipu poderia ser aplicado em outros ativos do SIN na gestão da obsolescência A educação à distância apresenta-se como uma solução que deve disseminar-se nas empresas Os resultados mensurados do gerenciamento de realização de empreendimentos em curso indicam que as empresas do setor elétrico se aproximam de uma saturação generalizada dos processos utilizados
X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como:
X SIMPASE Temário TEMA 1 Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: - Implantação, operação e manutenção de sistemas de automação
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU SISTEMAS ELÉTRICOS DE ENERGIA- SUPRIMENTO, REGULAÇÃO E MERCADO
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU SISTEMAS ELÉTRICOS DE ENERGIA- SUPRIMENTO, REGULAÇÃO E MERCADO Motivação O setor elétrico brasileiro tem experimentado a partir da implantação do novo modelo setorial,
Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação
Objetivo 0 Conceitos 0 Funcionalidades 0 Desafios 0 Experiências de Implantação Smart Grid Conceitos 0 NÃO é só Medição Eletrônica e Telecom!! 0 Envolve conhecimentos sobre: 0 Tecnologia, Padrões, Normas
XVII ENERJ. A Importância da Termoeletricidade na Matriz Elétrica Brasileira para os próximos 5 e 10 anos. Cenário de uso reduzido de reservatórios
XVII ENERJ A Importância da Termoeletricidade na Matriz Elétrica Brasileira para os próximos 5 e 10 anos. Cenário de uso reduzido de reservatórios 27 de novembro de 2015 1 Considerações Iniciais Cenário
CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO
CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO DIRETORIA DE OPERAÇÃO Cabe à Diretoria de Operação a gestão dos negócios geração, transmissão e
ERSE. Inserção da energia eólica na matriz elétrica brasileira
ERSE Mesa Redonda Energia Eólica Inserção da energia eólica na matriz elétrica brasileira Prof. Nivalde J. de Castro Roberto Brandão 1 Sumário 1. Matriz de geração brasileira: perfil e tendências. 2. O
Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico. Pontos Básicos da regulação para a Distribuição. Desafios regulatórios Associados à Distribuição
viii SUMÁRIO Apresentação Prefácio e Agradecimentos Introdução C a p í t u l o 1 Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico 1.1 Mudanças ocorridas nos anos 1990 1.2 Avanços e aprimoramentos em 2003 C
III Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil. Nelson Fonseca Leite Presidente 06/03/2013
III Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil Nelson Fonseca Leite Presidente 06/03/2013 PRINCIPAIS INDICADORES DO SETOR DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
ASPECTOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM REDES INTELIGENTES SMART GRIDS PROJETO DE PESQUISA 01: ANÁLISE DA MEDIÇÃO INTELIGENTE DE ENERGIA VIA PLC
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, AMBIENTAIS E DE TECNOLOGIAS CEATEC PUC-CAMPINAS ASPECTOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM REDES INTELIGENTES SMART GRIDS PROJETO DE PESQUISA
DESAFIOS DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL COM O AUMENTO DAS FONTES RENOVÁVEIS INTERMITENTES. Abril/2014
DESAFIOS DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL COM O AUMENTO DAS FONTES RENOVÁVEIS INTERMITENTES Abril/2014 Dificuldades no Processo de Implantação dos Empreendimentos de Transmissão
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL
GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 [email protected] São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA
As PCHs no contexto energético futuro no Brasil
As PCHs no contexto energético futuro no Brasil Campinas, 29 de Outubro de 2013. Charles Lenzi Agenda de Hoje Conjuntura Atual Desafios da Competitividade Nossas propostas Conclusões A ABRAGEL Associação
Papel da Energia Alternativa na Política Energética do Brasil
Seminário Internacional Fontes Alternativas de Energia e Eficiência Energética Papel da Energia Alternativa na Política Energética do Brasil Por Laura Porto Brasília, Junho de 2002 BRASIL CAPACIDADE INSTALADA
ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL MAIO 2010
ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL MAIO 2010 Índice Conceito de Energia Renovável Energias Renováveis no Brasil Aspectos Gerais de Projetos Eólicos, a Biomassa e PCHs Outorga de Autorização de Projetos Incentivos
Inserção da energia eólica na
Inserção da energia eólica na matriz de geração brasileira Prof. Nivalde J. de Castro Roberto Brandão 1 Sumário 1. Matriz de geração brasileira: perfil e tendências. 2. O papel das energias renováveis
Melhoria da Qualidade do Fornecimento de Energia Elétrica das Empresas Distribuidoras
1 / 16 Melhoria da Qualidade do Fornecimento de Energia Elétrica das Empresas Distribuidoras Seminário Internacional de Automação de Processos Comerciais e Operacionais nas Empresas de Distribuição da
PLANO DIRETOR DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
PLANO DIRETOR DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA 2013 Superintendência de Gestão da Inovação Tecnológica e Eficiência Energética OIE Abril/2013 1 1. Introdução A Superintendência de Gestão da Inovação Tecnológica
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral
Curso: ENGENHARIA ELÉTRICA SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar engenheiros com sólidos e atualizados conhecimentos científicos
O Mercado de Energias Renováveis e o Aumento da Geração de Energia Eólica no Brasil. Mario Lima Maio 2015
O Mercado de Energias Renováveis e o Aumento da Geração de Energia Eólica no Brasil Mario Lima Maio 2015 1 A Matriz Energética no Brasil A base da matriz energética brasileira foi formada por recursos
Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral
Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária
Catálogo de Serviços
Catálogo de Serviços Estudos Elétricos 4 Projetos Elétricos 5 Engenharia de Campo 6 Treinamentos Técnicos 8 Apresentação da Empresa A SISPOT Engenharia e Consultoria nasceu do desejo de tornar-se referência
SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.
Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR. Por Rodrigo Jardim Riella [email protected]
Experiências em Redes Inteligentes Institutos Lactec e UFPR Por Rodrigo Jardim Riella [email protected] Agenda Os Institutos Lactec Projetos nas áreas de Smart Grids Piloto Programa Smart Grid Light
Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo
1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa
Título do trabalho. Geração Distribuída e Smart Grids. Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - CEPEL
Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - CEPEL CEPEL Encontro Ibero-americano sobre Desenvolvimento Sustentável Título do trabalho Geração Distribuída e Smart Grids Autor/apresentador Raul B Sollero Área
DESAFIOS DO SETOR ENERGÉTICO NO RIO GRANDE DO SUL
DESAFIOS DO SETOR ENERGÉTICO NO RIO GRANDE DO SUL Humberto César Busnello A SITUAÇÃO ENERGÉTICA DO RIO GRANDE DO SUL TEM QUE SER VISTA NO CONTEXTO DO MODELO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO, ESPECIALMENTE
GERAÇÃO A Copel opera 20 usinas próprias, sendo 19 hidrelétricas, uma termelétrica e uma eólica
GERAÇÃO A Copel opera 20 usinas próprias, sendo 19 hidrelétricas, uma termelétrica e uma eólica TRANSMISSÃO O sistema de transmissão de energia é responsável pela operação e manutenção de 32 subestações
A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional
A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional Presented by Juvenor Pereira da Silva Jr O Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Pessoa jurídica de direito privado, sob a
Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.
Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),
Plano de Expansão e Melhorias do Setor Elétrico do Estado do Amazonas MME. Ministério de Minas e Energia. Ministro Eduardo Braga 10 de Abril de 2015
MME Ministério de Minas e Energia Plano de Expansão e Melhorias do Setor Elétrico do Estado do Amazonas Ministro Eduardo Braga 10 de Abril de 2015 Objetivo do Plano 1 1 2 3 Melhorar o suprimento de energia
POLÍTICA ENERGÉTICA DO BRASIL BIOGÁS
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA POLÍTICA ENERGÉTICA DO BRASIL BIOGÁS Roberto Meira Junior Diretor-Substituto Coordenador-Geral de Fontes Alternativas outubro de 2012 Princípios do Modelo Energético 2 Princípios
2 INOVAÇÃO NA PROVISÃO DE SERVIÇOS
1 MELHORIA DA GESTÃO FISCAL DE MÉDIO PRAZO E DO INVESTIMENTO PÚBLICO 1.1 Diagnóstico e Proposição de Melhorias do Marco de Gasto de Médio Prazo 1.1.0 Não há 1.1.0.0 Não há 1.1.0.0.1 Diagnóstico da metodologia
Sistemas de Informação
Sistemas de Informação O uso consciente da tecnologia para o gerenciamento Prof. Msc. Christien Lana Rachid Organização 1. Vínculo Administração-Tecnologia 2. Introdução a sistemas 3. Empresas e Sistemas
Agenda Regulatória ANEEL 2014/2015 - Destaques
Agenda Regulatória ANEEL 2014/2015 - Destaques Carlos Alberto Mattar Superintendente - SRD 13 de março de 2014 Rio de Janeiro - RJ Sumário I. Balanço 2013 II. Pautas para GTDC - 2014 III. Principais audiências
CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009
1 1 3 2 1 3 3 4 1 4 4 1 5 5 3 6 5 3 7 5 3 CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009 avaliação inicial do "Desenvolvimento de Sistema Integrado de Geração de
Geração Elétrica Total. Cenário de Referência (2007)
Geração Elétrica Total Cenário de Referência (2007) Greenpeace Brasil Somos uma organização global e independente que atua para defender o meio ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem
A Evolução do Mercado Livre de Energia
A Evolução do Mercado Livre de Energia 4º ENASE Antonio Carlos Fraga Machado Presidente do Conselho de Administração 13 de setembro de 2007 Agenda Evolução do Mercado Livre de Energia O Mercado de Energia
Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D
Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Tadeu Batista Coordenador Projeto Cidades do Futuro [email protected] [email protected] www.cemig.com.br/smartgrid facebook.com/cemig.energia
CONTRIBUIÇÃO DO FÓRUM DAS ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS PRÓ- DESENVOLVIMENTO DO MERCADO DE GÁS NATURAL CONSULTA PÚBLICA ANEEL Nº 005/2014
CONTRIBUIÇÃO DO FÓRUM DAS ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS PRÓ- DESENVOLVIMENTO DO MERCADO DE GÁS NATURAL CONSULTA PÚBLICA ANEEL Nº 005/2014 Descrição: Obter subsídios para identificar a necessidade de criação
ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SUPERINTENDÊNCIA DE PROJETOS DE GERAÇÃO (SPG) CHESF 1 TEMAS ABORDADOS PERFIL DA CHESF MATRIZ ENERGÉTICA FONTES DE ENERGIA RENOVÁVEIS & NUCLEAR ASPECTOS ECONÔMICOS
COMISSÃO TÉCNICA DO XXII SNPTEE CONSTATAÇÕES TÉCNICAS
COMISSÃO TÉCNICA DO XXII SNPTEE CONSTATAÇÕES TÉCNICAS Constatações Técnicas GGH Geração Hidráulica Há necessidade de integrar os sistemas de monitoramento das máquinas com as barragens, assim como existe
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA - SEP PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA Visão global de um sistema
SP COGEN Master Plan 2020
SP COGEN Master Plan 2020 São Paulo 01de Agosto de 2013 1 Introdução Motivação Expansão imobiliária Restrições pontuais nas redes de distribuição em áreas de grande mutação urbana Interesse crescente na
Plano Estratégico de Investimentos em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento ANEEL (P&D) 2014-2018 TAESA TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.
Plano Estratégico de Investimentos em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento ANEEL (P&D) 2014-2018 e Instruções para Captação de Propostas de Projetos de P&D do Grupo TAESA Plano Estratégico de Investimentos
CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI
CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO
Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)
Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)
GERAÇÃO DISTRIBUÍDA E COGERAÇÃO COM GÁS NATURAL: BARREIRAS TECNOLÓGICAS E INSTITUCIONAIS
GERAÇÃO DISTRIBUÍDA E COGERAÇÃO COM GÁS NATURAL: BARREIRAS TECNOLÓGICAS E INSTITUCIONAIS AGENDA O Projeto P124 Geração Distribuída (GD) Estudo de caso: Porto de Santos AGENDA O Projeto P124 Geração Distribuída
Inserção da Geração Solar na Matriz Elétrica Brasileira. Palestrante: Eng. Marcelo Vinicius
Inserção da Geração Solar na Matriz Elétrica Brasileira Palestrante: Eng. Marcelo Vinicius Temas a serem abordados: 1. Matriz de energia elétrica 2. Distintas tecnologias 3. Combustível solar 4. Motivação
BANCO DE PROJETOS. A infra-estrutura dos Estados e Municípios necessita ser planejada;
BANCO DE PROJETOS É O ACERVO DE PROJETOS EXECUTADOS COM ANTERIORIDADE PARA DAR SUPORTE A UM PROGRAMA DE OBRAS, ESPECIALMENTE DE MÉDIO E LONGO PRAZO, COM VISTAS A UM EFICIENTE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE
CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2013 NOME DA INSTITUIÇÃO:
CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2013 NOME DA INSTITUIÇÃO: Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres - ABRACE AGÊNCIA NACIONAL DE
SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Bolsista do PET EEEC/UFG [email protected].
SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Rosemar Aquino de Rezende JUNIOR 1 ; Laura Vitória Rezende Dias 2 ; Getúlio Antero de Deus JÚNIOR 3 Grupo PET EEEC (Conexões de Saberes) /UFG
FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos
FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos Nº Pág.s: 6 nº 04 20. Novembro. 2006 Painéis Fotovoltaicos 01 Uma das tecnologias renováveis mais promissoras e recentes de geração de energia eléctrica
COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA. PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 I - RELATÓRIO
COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 Altera dispositivos da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e da Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, para promover a geração e o consumo
4 O Sistema Eletro-energético Brasileiro
4 O Sistema Eletro-energético Brasileiro A estrutura de produção e fornecimento de energia elétrica no Brasil é bastante particular. O Brasil é um país com grandes dimensões territoriais e, por isso, com
DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES
Somos uma empresa brasileira, especializada em soluções de automação de máquinas e processos industriais, instalação, comissionamento e segurança de infraestrutura elétrica e de máquinas, microgeração
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente
15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor
Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar
Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos
Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos Nombre Carlos Guilherme Gonzales Correo [email protected] Empresa www.cteep.com.br Cargo
Energia solar Fotovoltaica e as iniciativas para uma nova indústria nacional
Workshop Embaixada Verde - Uma contribuição original ao debate sobre energias renováveis no Brasil Brasília 09/02/2011 Energia solar Fotovoltaica e as iniciativas para uma nova indústria nacional Prof.
Smart Grid e Net Metering no Brasil
Smart Grid e Net Metering no Brasil Daniel Vieira Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição SRD/ANEEL Cidade do México 30/01/2013 Sistema de Distribuição 63 concessionárias de distribuição
Política Ambiental das Empresas Eletrobras
Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação
ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES
ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES FONTES DE ENERGIA Hídrica Eólica Biomassa Solar POTENCIAL HÍDRICO Fonte: Eletrobras, 2011. APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRELÉTRICO
Energia 2030 1ª parte. Cláudio Monteiro Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Energia 2030 1ª parte Cláudio Monteiro Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto ENERGIA 2030 Os Desafios Os três vértices do desafio ECONOMIA Competitividade, sustentabilidade económica,
VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética
VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética Copel Distribuição S.A Vlademir Daleffe 25/03/2015 1 VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH 1. Composição tarifária
Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação
Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares
Luiz Carlos Santini Jr Gerente de Perdas Comerciais Enersul Brasil
Luiz Carlos Santini Jr Gerente de Perdas Comerciais Enersul Brasil 19 a 21 de outubro de 2009 Hotel Transamérica São Paulo BRASIL Enersul Empresa Energética de Mato Grosso do Sul Enersul Empresa distribuidora
Modelo de Negócio para um Novo Programa Nuclear. Otavio Mielnik. INAC International Nuclear Atlantic Conference
Modelo de Negócio para um Novo Programa Nuclear Otavio Mielnik Coordenador de Projetos São Paulo - 7 outubro 2015 INAC International Nuclear Atlantic Conference SUMÁRIO Modelos de Negócio em Programas
MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção. Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Prof. Sérgio Augusto Lucke
MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção 1 Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Ementa 1. Manutenção Corretiva: características básicas,
DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA
DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA MOTIVADORES Níveis elevados de perdas não técnicas das empresas Restrições mais rígidas (ambientais,
Energia Eólica. Desarrollo de servicios e industria nacionales en el nuevo mercado de generación eólica: El caso de Brasil
Energia Eólica Desarrollo de servicios e industria nacionales en el nuevo mercado de generación eólica: El caso de Brasil Afonso Carlos B. Aguilar Vice Presidente da ABEEólica Montevideo, 21 de março de
Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.
1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,
A Estrutura do Mercado de Energia Elétrica
2º Encontro de Negócios de Energia Promoção: FIESP/CIESP A Estrutura do Mercado de Energia Elétrica 05 de setembro de 2001 São Paulo-SP José Mário Miranda Abdo Diretor-Geral Sumário I - Aspectos Institucionais
Apresentação CEI. Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica
Apresentação CEI Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica A CEI é produtora independente de energia em MG, com 9 usinas em operação, 15 empreendimentos hidrelétricos em desenvolvimento (130MW) e
Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08
Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08 RME Rio Minas Energia Participações S.A Luce Brasil Fundo de Investimentos - LUCE Missão da Light: Ser uma grande empresa
DEMANDA GT. Arranjos alternativos para geração eólica
DEMANDA GT Arranjos alternativos para geração eólica OBJETIVOS Desenvolver uma turbina eólica de eixo vertical de pás fixas, de pequeno porte e custo reduzido. Realizar ensaios de rendimento do equipamento
Lista dos tópicos tecnológicos
Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Energia Anexo 1 Lista dos tópicos tecnológicos 1 2 Energia 1. Tecnologias para a geração de energia elétrica Combustíveis fósseis
Gestão de Ativos de Distribuição
Gestão de Ativos de Distribuição Smart Grid na Cemig Denys Cláudio Cruz de Souza Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição O que é Smart Grid? Sistema elétrico inteligente, que integra
ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação
Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade
A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*)
A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A evolução tecnológica proporcionada pelas Smart Grids já colocou em plena marcha, mundialmente e silenciosamente, uma grande mudança
2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia
2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2.1. Breve Histórico da Reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro No início da década de 90, o setor elétrico brasileiro apresentava uma estrutura predominantemente
22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que
Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até
XVIII SEPEF - Seminário de Planejamento Econômico-Financeiro do Setor Elétrico. Rio de Janeiro - RJ - Brasil
XVIII SEPEF - Seminário de Planejamento Econômico-Financeiro do Setor Elétrico Rio de Janeiro - RJ - Brasil Comercialização de Energia, Aspectos Regulatórios, e/ou Viabilidade de Fontes Alternativas de
ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:
A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar
Avaliação do Ciclo de Vida do Produto - ACV -
1er. Taller Internacional de Gestión de Cadenas Productivas y de Suministros 1ra. Convención Internacional lde la Ciencia i y la Técnica de la Industria, CUBAINDUSTRIAS 2014 Avaliação do Ciclo de Vida
As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são:
OBJETIVO A SANEPAR busca prestar serviços de Saneamento Ambiental de forma sustentável, a fim de contribuir com a melhoria da qualidade de vida. Portanto evidencia-se a necessidade de considerar o conceito
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
CORSAN DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP. Diálogos do Saneamento 02/12/2015
CORSAN DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP Diálogos do Saneamento 02/12/2015 DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP Informações Gerais da CORSAN em 2015 Universalização de Serviços DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP Informações Gerais
Solutions with flexibility
Solutions with flexibility Solutions with flexibility Nossa História Missão Visão e Valores Fundada em 2010 A Mega Cabling, tem como objetivo principal fornecer consultoria, materiais e serviços na elaboração
ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011
ELABORAÇÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA GERÊNCIA DE NORMATIZAÇÃO E TECNOLOGIA GRNT FEVEREIRO DE 2011 INTRODUÇÃO: Trata-se de um projeto piloto de geração distribuída com energia solar, no qual a CEB Distribuição
