Relatório de Caso Clínico
|
|
|
- Mafalda Domingos Sampaio
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) Relatório de Caso Clínico IDENTIFICAÇÃO Caso: 2009/2/09 Procedência: Sociedade Hípica Porto-Alegrense N o da ficha original: Espécie: eqüina Raça: SRD Idade: 15 anos Sexo: macho Peso: 550 kg Alunos(as): Daniel Luz, Gabriela Werlang, Karina Brum, Vinícius Auler Ano/semestre: 2009/2 Residentes/Plantonistas: Médico(a) Veterinário(a) responsável: Petra Garbade ANAMNESE Segundo relato do proprietário o animal vinha apresentando sintomatologia respiratória há, aproximadamente, dois anos; os sintomas incluíam: tosse crônica dissonante e não produtiva, dispnéia expiratória e queda de performance; durante todo o período, o animal foi mantido estabulado, a cama era composta de maravalha e/ou serragem e alimentava-se de ração comercial comum e feno de alfafa; o proprietário relatou que o animal apresentava períodos em que os sintomas diminuíam de intensidade e outros em que havia agravamento do quadro; em dezembro de 2008 foi realizado um tratamento com duração de 30 dias, com corticosteróide, e uma melhora clínica foi apresentada; os sintomas voltaram a aparecer no início de fevereiro de 2009; a partir de maio, o equino passou a demonstrar sintomatologia mais grave: dilatação das narinas, vias respiratórias estenosadas, corrimento nasal, expiração abdominal exagerada; foi administrado então Azium (dexametasona/anti-inflamatório) e Agrovet (penicilina+estreptomicina/antibacterianos) devido a suspeita de pneumonia; houve melhora do quadro clínico, porém os sintomas reapareceram após o final do tratamento; o animal foi encaminhado à hípica para investigação e tratamento no mês de setembro. EXAME CLÍNICO frequência cardíaca: 32 bpm (30 a 40 bpm) frequência respiratória: 37 rpm (18 a 20 rpm) mucosa oral: cianótica (Figura 1) tempo de enchimento capilar: 2s temperatura: 38ºC (38,0 ± 1,0ºC ) grau de desidratação: leve escore corporal: 3 (magro) em uma escala de 1 extremamente magro - a 9 - obeso - (Figura 2) obstrução das vias respiratórias, esforço expiratório, hipertrofia da musculatura caudoventral do tórax (Figura 3 e Vídeo 1), tosse frequente, corrimento nasal. EXAMES COMPLEMENTARES Fibrinogênio: 4 g/l (0 a 3) Proteína plasmática total: 76 g/l (56 a 88) Lavado traqueal: (citologia) macrófagos: 6% (65±13,7)* neutrófilos: 87% (6,4±5,5)* células escamosas superficiais: 4% (0)* células colunares e ciliadas (epiteliais): 3% (19,1±6,1)* linfócitos: 0% (7,4±3,8)* eosinófilos: 0% (1,2±1,4)* mastócitos: 0% (0,2±0,4)* OBS: -presença de células degeneradas e de agrupamentos celulares; -grande quantidade de muco; -ausência de microorganismos. *Valores de referência: contagem celular total de secreções respiratórias coletadas por diferentes técnicas da traquéia de equinos hígidos (MAIR, 1987).
2 Caso clínico 2009/2/09 página 2 URINÁLISE Método de coleta: micção natural Obs.: Exame físico cor consistência odor aspecto densidade específica (1,020-1,050) amarelo escuro fluida normal límpido 1,080 Exame químico ph (7-8) corpos cetônicos glicose pigmentos biliares proteína hemoglobina sangue nitritos 8, Sedimento urinário (n o médio de elementos por campo de 400 x) Células epiteliais: Tipo: Hemácias: ausente Cilindros: Tipo: Leucócitos: ausente Outros: t Tipo: carbonato de cálcio Bacteriúria: leve n.d.: não determinado BIOQUÍMICA SANGÜÍNEA Tipo de amostra: soro Anticoagulante: Hemólise da amostra: ausente Proteínas totais: 73,0 g/l (52-79) Glicose: mg/dl (75-115) ALP: U/L (0-395) Albumina: 21,3 g/l (26-37) Colesterol total: mg/dl (75-150) AST: 162 U/L (0-366) Globulinas: 51,7 g/l (26-40) Uréia: 34 mg/dl (21-51) CPK: U/L (0-140) BT: mg/dl (1,0-2,0) Creatinina: 1,3 mg/dl (1,2-1,9) : ( ) BL: mg/dl (0,2-2) Cálcio: mg/dl (11,2-13,6) : ( ) BC: mg/dl (0-0,4) Fósforo: mg/dl (3,1-5,6) : ( ) BT: bilirrubina total BL: bilirrubina livre (indireta) BC: bilirrubina conjugada (direta) HEMOGRAMA Leucócitos Eritrócitos Quantidade: /μL ( ) Quantidade: 7,23 milhões/μl (6,8-12,9) Tipo Quantidade/μL % Hematócrito: 36,0 % (32-53) Mielócitos 0 (0) 0 (0) Hemoglobina: 11,7 g/dl (11-19) Metamielócitos 0 (0) 0 (0) VCM (Vol. Corpuscular Médio): 49 fl (37-58,5) Bastonados 0 (0-100) 0 (0-2) CHCM (Conc. Hb Corp. Média): 32,5 % (31-37) Segmentados ( ) 73 (22-72) Morfologia: Basófilos 0 (0-290) 0 (0-4) Eosinófilos 351 ( ) 3 (0-10) Monócitos 351 ( ) 3 (0-7) Linfócitos ( ) 21 (17-68) Plaquetas Plasmócitos (0) (0) Quantidade: n.d./μl ( ) Morfologia: Observações: amostra com fibrina/ agregação plaquetária TRATAMENTO E EVOLUÇÃO O equino foi tratado a partir de 03/09/2009 com Pulmo Plus Gel (Cloridrato de Clenbuterol/broncodilatador + Acetilcisteína/mucolítico) e Predef (Acetato de Isoflupredona/anti-inflamatório) até 03/10/2009. Houve melhora clínica durante o tratamento, porém os sintomas retornaram logo após o fim da administração dos fármacos; o proprietário decidiu não mais tratar o animal que teve encerrada sua vida atlética e passou a ser usado como doador de sangue em transfusões; no dia 15/10/2009 foram coletados 3 litros de sangue do animal; a coleta de sangue para o hemograma e exames bioquímicos foi feita em 21/11/2009, a colheita de urina para a análise em 26/11/2009 e o lavado traqueal (Figura 4) realizado em 01/12/2009. Embora diagnosticada a doença, o animal continua apresentando os sintomas porque o proprietário decidiu não mais tratá-lo. NECRÓPSIA (e histopatologia) Patologista responsável:
3 Caso clínico 2009/2/09 página 3 DISCUSSÃO Anamnese e exame clínicos: O histórico e os sinais clínicos sugerem uma enfermidade crônica das vias respiratórias, provavelmente decorrente do desenvolvimento de um quadro alérgico, com agravamento por infecções secundárias em períodos críticos da doença. Eritrograma: O valor encontrado na eritrocitometria (7,23 milhões/µl) indica uma tendência à anemia quando comparado aos valores médios de referência de 6,87 milhões/ µl (FAGLIARI & SILVA, 2002) e 9,9 milhões/µl (PLOTKA et al., 1988). Independente do valor de referência, uma eritrocitometria com valor próximo ao mínimo normal para a espécie era esperada pelo fato de terem sido coletados 3 litros de sangue do animal 37 dias antes da coleta para o hemograma. Leucograma: O valor absoluto dos neutrófilos segmentados (8541/µL) indicou discreta neutrofilia quando comparado aos limites de referência (2900 a 7000/µL ) do Laboratório de Análises Clínicas Veterinárias e, também, comparado a outros valores de referência da literatura como 2700 a 7000/µL (VIANA, 2007); a leve neutrofilia encontrada pode ser resultado do estresse crônico sofrido pelo animal, que provoca liberação de corticosteróides endógenos. A neutrofilia também é um achado importante nos processos inflamatórios crônicos que sofrem uma descompensação e tornam-se agudos (GARCIA-NAVARRO, 2005). Analisando o histórico e os sinais clínicos, foi levantada a hipótese de tratar-se de um quadro alérgico, porém os níveis de eosinófilos estavam dentro dos padrões normais para a espécie, o que não é determinante para excluir esta possibilidade, já que diversos fatores, como o estresse, podem interferir nesta contagem. A ausência de linfocitose, esperada em processos inflamatórios, pode ser explicado pelo estresse que causa linfopenia. Bioquímica sanguínea: A hiperfibrinogemia leve (4 g/l) indica um processo inflamatório, supurativo e/ou neoplásico. Este achado pode ser usado, clinicamente, como índice de inflamação, podendo ser melhor indicador que a neutrofilia, em certas situações, nos equinos (DUNCAN et al., 1994). A hipoalbuminemia, provavelmente, tem origem inflamatória; a albumina é uma proteína de fase aguda e, em processos inflamatórios, a liberação de citocinas pró-inflamatórias diminui sua síntese; na inflamação ocorre um aumento da saída de albumina do espaço intravascular, o que caracteriza uma proteína de fase aguda negativa (DIBARTOLA, 2006). Urinálise: A urina apresentou alta densidade (1,080) e coloração amarela escura devido à leve desidratação e à demora para a micção espontânea na colheita; a bilirrubinúria é explicada pelo fato de que os equinos apresentam menor atividade de conjugação da bilirrubina livre; a proteinúria, sem cilindrúria, tem origem fisiológica, de caráter transitório que ocorre devido ao aumento temporário da permeabilidade glomerular, como resultado de uma congestão dos capilares locais, fato que ocorre em situações de estresse (GARCIA- NAVARRO, 2006); na urina concentrada deve-se ter cuidado ao interpretar o teste devido à tendência de resultados falso-positivos para proteína; a discreta cetonúria pode ser explicada pelo fato de o animal estar em jejum prolongado (DUNCAN, 1994). Lavado traqueal: A presença significativa de neutrófilos no lavado traqueal (LT) indica inflamação do trato respiratório inferior de origem infecciosa ou não; condições infecciosas podem incluir bactérias, fungos, vírus e protozoários, e condições não infecciosas incluem irritação tecidual, necrose secundária a inalação de substância tóxica, pneumonia obstrutiva ou neoplasia. A ausência de eosinófilos no LT não descarta a possibilidade de causa alérgica (ROBINSON, 2003). A obstrução das vias aéreas inferiores por muco e exsudato indicam um aumento da resposta inespecífica da mucosa a alguma agressão. Células cubóides e colunares são comuns em LT, mas também aparecem em processos patológicos associados à presença de secreção exsudativa. O aparecimento de células escamosas superficiais pode indicar contaminação orofaríngea. A degeneração celular pode indicar morte celular e, assim como os aglomerados celulares, pode ser observada em casos inflamatórios crônicos.
4 Caso clínico 2009/2/09 página 4 CONCLUSÕES Com bases nos dados obtidos no hemograma, exame bioquímico e, principalmente, na análise citológica do lavado traqueal e histórico clínico foi concluído tratar-se de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DIBARTOLA, S. P. Fluid, Electrolyte, and Acid-base disorders in small animal practice. 3. ed. Philadelphia: Saunders Elsevier, p DUNCAN, J.R. et al.veterinary laboratory medicine: clinical pathology. 3. ed. Ames: Iowa State University press, p. FAGLIARI, J. J.; SILVA, S. L. Hemograma e proteinograma plasmático de equinos hígidos e de equinos acometidos por abdomen agudo, antes e após laparotomia. Arquivo brasileiro de medicina veterinária e zootecnia, v. 54, n. 6, p , GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de hematologia veterinária. 2. ed. São Paulo: Varela, p. GARCIA-NAVARRO, C. E. K. Manual de urinálise veterinária. São Paulo: Varela, p. MAIR, T. S. et al. Cellular content of secretions obtained by lavage from different levels of the equine respiratory tract. Equine Veterinary Journal, [S.l.], v. 19, p , PLOTKA, E. D. et al. Hematologic and biochemical characteristicas of feral horses from three management areas. J. Wildl. Dis., v. 24, n. 2, p , ROBINSON, N.E. Current therapy equine medicine. 5. ed. USA: Saunders Elsevier, p SAVAGE, C. J. Segredos em medicina de equinos. Porto Alegre: Artmed, p. VIANA, F. A. B. Guia terapêutico veterinário. 2. ed. Lagoa Santa: Cem, p FIGURAS Figura 1. Exame clínico. Mucosa oral cianótica indicando hipóxia crônica. Figura 2. Exame clínico. Aspecto nutricional: escore corporal 3 (magro).
5 Caso clínico 2009/2/09 Figura 3. Exame clínco. Aspecto da musculatura caudoventral do tórax. Vídeo 1. Exame clínico. Aspectos do esforço respiratório apresentados pelo paciente. Para executar o vídeo, clicar com o botão esquerdo do mouse sobre o mesmo. Para controlar a execução do vídeo, clicar com o botão direito do mouse sobre o mesmo e selecionar a opção desejada do menu que será apresentado. página 5 Figura 4. Realização do lavado traqueal. Coleta da secreção traqueobronquial através de cateterização e sondagem da região média da traquéia cervical.
Isaac de Melo Xavier Junior Fernando Jose Goncalves Cardoso
535C5710 «$E9T"J0 03.362451.01.41:15 Setor Técnico Urinalise Emissão 03/10/2008 SUMARIO DE URINA Coleta: 03/10/2008 ASPECTOS FÍSICO-QUÍMICOS Valores de referência Cor Amarelo claro Amarelo claro - amarelo
Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado
HEMOGRAMA COMPLETO Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado ERITROGRAMA V.R: Homens Mulheres Hemacias em milhoes/mm3...: 5,08 4,5 a 5,9 4,0 a 5,4
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica
DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas.
HEMOGRAMA DEFINIÇÃO É o exame mais requisitado pela medicina e nele analisa-se as células sanguíneas. É comum você pegar um laudo dividido em três partes:eritrograma, parte que analisa as células vermelhas
T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28. T3 LIVRE Coleta: 18/11/2005 06:28. T4 - TETRAIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28
AUTENTICIDADE: 755339 Set.Tecnico Imunoensaio T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28 Resultado 108.6 ng/dl Referencial: Criancas ate 5 anos 105.0 a 269.0 ng/dl 5 a 10 anos 94.0 a 241.0 ng/dl Maiores
DOSAGEM DE COLESTEROL HDL DOSAGEM DE COLESTEROL LDL
DOSAGEM DE COLESTEROL HDL Resultado: 69 mg/dl. Relação colesterol/hdl: 3,4. Acima de 35 mg/dl (qualquer sexo e grupo sanguíneo). Relação colesterol/hdl: Homens Mulheres 3,43 3,27 risco 0,5 do normal. 4,97
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica
Leucocitoses: o que há além dos processos inflamatórios
Leucocitoses: o que há além dos processos inflamatórios Inflamação Leucocitose fisiológica (epinefrina) Dor, medo, exercício Leucograma de estresse (glicocorticoide) Hiperadrenocorticismo, corticoterapia,
Padrões hematológicos de vacas leiteiras no período de transição
1 Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária www.ufpel.edu.br/nupeec Padrões hematológicos de vacas leiteiras no período de transição João Paulo Meirelles Graduando em Medicina Veterinária Samanta
Após a leitura deste texto não deixe de ler também nossas outras postagens sobre exames laboratoriais:
Aula Prática Profa. Dra. Fernanda Ayala O exame de urina é usado como método diagnóstico complementar desde o século II. Trata-se de um exame indolor e de simples coleta, o que o torna muito menos penoso
LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS. Dúvidas Técnicas: Telefone: PABX (011) 3053-6611 Ramal: 2028
Telefone PABX (011) 3053-6611 e-mail [email protected] Dúvidas Técnicas Telefone PABX (011) 3053-6611 Ramal 2028 EQUIPE CLINIC CHECK UP Num. Pedido 050802886 10/08/2005 060000 Emissão 11/08/2005 135055
HEMOGRAMA COMPLETO
ERITROGRAMA HEMOGRAMA COMPLETO REFERENCIAIS PARA ADULTOS ------------------------- Homem Mulher Hemácias em Milhoes/mL...: 4,58 4,5 a 6,5 3,9 a 5,8 Hemoglobina em gdl...: 14,7 13,5 a 18,0 11,5 a 16,4 Hematócrito
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica
Relatório de Caso Clínico
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínicas (VET03/121) http://www.ufrgs.br/bioquimica
O Laboratório Clínico do D.A.V. do Jockey Club de São Paulo conta com amplo e bem estruturado espaço, além de equipamentos modernos que conferem
O Laboratório Clínico do D.A.V. do Jockey Club de São Paulo conta com amplo e bem estruturado espaço, além de equipamentos modernos que conferem fidedignidade aos resultados. Seu principal objetivo é assegurar
Abordagem do Paciente Renal F J Werneck
Síndromes Nefrológicas Síndrome infecciosa: Infecciosa Nefrítica Nefrótica Urêmica Hipertensiva Calculosa - infecção do trato urinário alta: pielonefrite - Infecção do trato urinário baixa: cistite, uretrite
Sistema Respiratório. Afecções das vias aéreas inferiores. Profa. Dra. Rosângela de Oliveira Alves Carvalho
Sistema Respiratório Afecções das vias aéreas inferiores Profa. Dra. Rosângela de Oliveira Alves Carvalho Pneumonia Bronquite Broncopneumonia Pneumonia Intersticial Pneumonia Lobar EBologia Agentes Infecciosos
CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO
CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO HOFFMANN, Martina L. 1 ; MARTINS, Danieli B. 2 ; FETT, Rochana R. 3 Palavras-chave: Carcinoma. Felino. Quimioterápico. Introdução O tumor
Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração.
DOENÇAS PULMONARES Árvore Brônquica Circulação sanguínea Intrapulmonar V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. A. Pulmonar traz sangue venoso do coração para o pulmão. Trocas Histologia
O estudo laboratorial da série vermelha é composto de vários testes que serão comentados a seguir. Ele é chamado de eritrograma.
Introdução O hemograma pode ser entendido como o exame do sangue periférico que permite fazer avaliação da série vermelha, série branca (leucócitos), e das plaquetas. Grosso modo, o sangue pode ser conceituado
1/100 RP Universidade de São Paulo 1/1 INSTRUÇÕES PROCESSO SELETIVO PARA INÍCIO EM ª FASE: GRUPO 5: VETERINÁRIA
1/100 1 1/1 RP 2018 2ª Fase Prova Dissertativa P2 (08/10/2017) ASSINATURA DO CANDIDATO I Universidade de São Paulo Brasil FABDEÇGH ABUIJKLUNÁKUE PEKE H IJLNUQAREK CO34556O 78 98547:;C4< 3M=T4>9O?4554O;
Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado
HEMOGRAMA COMPLETO Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado ERITROGRAMA V.R: Homens Mulheres Hemacias em milhoes/mm3...: 5,38 4,5 a 5,9 4,0 a 5,4
Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria
Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria Criado em 22/04/15 10h50 e atualizado em 22/04/15 11h27 Por Sociedade Brasileira de Pediatria Para se ter sucesso no tratamento da criança alérgica ou
Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta Neutrófilos Linfócitos Monócitos Eosinófilos Basófilos Achados de esfregaço sanguíneo
Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta Neutrófilos Linfócitos Monócitos Eosinófilos Basófilos Achados de esfregaço sanguíneo Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA FILHO, Darcio Zangirolami DE SOUSA, Wagner Amaral MEIRA, Fernanda Queiroz Acadêmicos da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da FAMED - Garça [email protected]
HEMOGRAMA COMPLETO. PLAQUETAS : /mm /mm3 PROTEÍNA C REATIVA. Método: Citoquímico/Isovolumétrico Material: Sangue Edta
HEMOGRAMA COMPLETO ERITROGRAMA Valores Referenciais: Eritrócitos : 5,03 milhões/mm3 4,32-5,72 Hemoglobina : 14,0 g/dl 13,5-17,5 Hematócrito : 41,5 % 38,8-50,0 VCM : 82,5 fl 81,2-95,1 HCM : 27,8 pg 26,0-34,0
SÓDIO: 140 meq/l [DATA DA COLETA : 19/11/13 07:00] Método...: Fotometria de chama Vlor. Ref.: 135 a 145 meq/l Material..: sangue
GLICEMIA DE JEJUM: 115 mg/dl Método...: Enzimático Vlor. Ref.: 65 a 99 mg/dl Material..: Plasma fluoretado RESULTADOS ANTERIORES: 06/09/13 = 110 mg/dl 02/08/13 = 97 mg/dl URÉIA: 32 mg/dl Método...: Enzimático
A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da
2 A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da inflamação, o que dificulta a realização das trocas gasosas.
HEMOGRAMA LIGIA ZEN JANETH M. C. COUTINHO
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,43 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 12,40 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 37,60 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 84,88 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
HEMOGRAMA COMPLETO. PLAQUETAS : /mm /mm3 GLICOSE. Método: Citoquímico/Isovolumétrico Material: Sangue Edta
Material enviado ao laboratório em: 27/09/2017 às 14:33h HEMOGRAMA COMPLETO ERITROGRAMA Valores Referenciais: Eritrócitos : 4,99 milhões/mm3 4,32-5,72 Hemoglobina : 13,7 g/dl 13,5-17,5 Hematócrito : 40,9
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www6.ufrgs.br/bioquimica
TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).
NOTA TÉCNICA 92/2013 Solicitante Dr. Wellington Reis Braz João Monlevade Processo nº 0362.13.4367-6 Data: 13/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva
1/100. Residência /1 PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DE 2ª FASE: PROFISSÃO 7: MEDICINA ANATOMIA PATOLÓGICA
1/100 1 1/1 Residência 2019 2ª Fase Prova Dissertativa P2 (30/09/2018) QRRSTQUVWQ XYZ[\]^_`[\^a G! "#$%&' Š Œ ŽÇ Œ Á Ž Ž Ž Ž xyz{ }y ~ {~ x{ƒ z { yˆ{ {y ƒ xy z PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA
DOSAGEM DE HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE (TSH) - ULTRA-SENSÍVEL
DOSAGEM DE HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE (TSH) - ULTRA-SENSÍVEL Método: Quimioluminescência. Resultado: 4,26 uui/ml. Confirmado e reanalisado na mesma amostra. Valores de Referência: Crianças (Idade) - 1 ano
Hepatites Virais 27/07/2011
SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes
LEPTOSPIROSE?? Bruna Coelho
LEPTOSPIROSE?? Bruna Coelho M. V. do Serviço de Clínica Médica de Pequenos Animais HOVET FMVZ USP Residência em Clínica e Cirurgia de Pequenos animais HOVET FMVZ USP Especialização em Clínica Médica FMVZ
HEMOGRAMA JAIRO ROSA CHRISTIAN BORNSCHEIN
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 5,02 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 15,20 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 45,60 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 90,84 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida
INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos
Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3. Relativo (%) /mm3 VR (%) VR (mm3) LEUCOCITOS: 4.400
Resultados Página: 1/13 HEMOGRAMA ERITROGRAMA Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3 04.50 a 06.10 HEMOGLOBINA: 13.5 g/dl 13.00 a 16.50 HEMATOCRITO: 41.1 % 36.00 a 54.00 VCM:
DOSAGEM DE 25 - HIDROXIVITAMINA D
DOSAGEM DE 25 - HIDROXIVITAMINA D Método: Quimioluminescência. Resultado: 25,7 ng/ml. Valores de Referência: Deficiência : Menor que 20,0 ng/ml. Insuficiência : 20,0 a 29,9 ng/ml. Suficiência : Igual ou
REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL
REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL Bioquímica Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Referências Bioquímica Clínica M A T Garcia e S Kanaan Bioquímica Mèdica J W Baynes e M H Dominiczack Fundamentos
HEMOGRAMA LUCAS WILBERT MARILIA DE N. C. BERGAMASCHI
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,67 4,00 a 5,10 Hemoglobina g/dl...: 13,00 11,20 a 15,10 Hematócrito %...: 37,80 34,00 a 43,00 Vol. Glob. Média em fl...: 80,94 78,00 a 92,00 Hem. Glob.
LEUCOGRAMA O que realmente precisamos saber?
LEUCOGRAMA O que realmente precisamos saber? Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal
1/100. Residência /1 PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DE 2ª FASE: PROFISSÃO 7: MEDICINA ANIMAIS
1/100 Residência 2019 2ª Fase Prova Dissertativa P2 (30/09/2018) I I 1 1/1 QRRSTQUVWQ XYZ[\]^_`[\^a! "#$%&' Š Œ ŽÇ Œ Á Ž Ž Ž Ž xyz{ }y ~ {~ x{ƒ z { yˆ{ {y ƒ xy z PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA
HBS-Ag - Antígeno Austrália Material: Soro VALOR DE REFERÊNCIA RESULTADO: SORO NÃO REAGENTE Soro Não Reagente TRANSAMINASE OXALACETICA (TGO)
HBS-Ag - Antígeno Austrália VALOR DE REFERÊNCIA RESULTADO: SORO NÃO REAGENTE Soro Não Reagente Página: 1 de 6 Nota: Este é um teste de triagem, cujo resultado, em caso de positividade não pode ser considerado
Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado
HEMOGRAMA COMPLETO Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado ERITROGRAMA V.R: Homens Mulheres Hemacias em milhoes/mm3...: 6,31 4,5 a 5,9 4,0 a 5,4
DOSAGEM DE CREATINA FOSFOQUINASE - CPK DOSAGEM DE CREATININA
DOSAGEM DE CREATINA FOSFOQUINASE - CPK Método: Cinético UV. Resultado: 159 U/L. (37ºc) Homem : 24-195 U/L. Mulheres : 24-170 U/L. Obs: - DOSAGEM DE CREATININA Método: Cinético. Resultado: 0,9 mg/dl. Valor
PSA - ANTÍGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/ :05 PROSTÁTICO LIVRE. PSA - ANTIGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/ :05 PROSTÁTICO TOTAL
AUTENTICIDADE: 31BA47 Set.Tecnico Imunoensaio PSA - ANTÍGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/2004 07:05 PROSTÁTICO LIVRE Resultado 0.15 ng/ml Metodo: Eletroquimioluminescência (ECLIA) Referencial: Até 0.72 ng/ml
GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
POP n.º: I 29 Página 1 de 5 1. Sinonímia Pesquisa de anticorpos frios. 2. Aplicabilidade Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica As Crioaglutininas são anticorpos
PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?
11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas
SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l Material: Soro Anteriores:(11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o
SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l (11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o POTÁSSIO 3,6 meq/l Valores de ref erência: 3,5 a 5,4 meq/l Método: Eletrodo Seletiv o URÉIA 37 mg/dl
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
EXERCÍCIO E DIABETES
EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,
TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA
UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA Parte I: Múltipla Escolha 01 Quanto à classificação do grupo
HEMOGRAMA JOELMO CORREA RODRIGUES HAILTON BOING JR.
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 5,64 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 14,50 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 43,70 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 77,48 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.
COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de
HEMOGRAMA VANESSA HINSELMANN DOS SANTOS DARLEI DAWTON COLZANI
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,31 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 12,00 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 35,90 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 83,29 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC.
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC. Objetivos Ao final desta aula o aluno deverá: Ser capaz de definir a DPOC, e seus dois tipos: enfisema pulmonar e bronquite crônica. Reconhecer os sintomas e sinais
. Hematos = sangue + poese = formação.
Marco Biaggi - 2015 . Hematos = sangue + poese = formação. transporte de nutrientes, gases respiratórios, hormônios e excretas Sangue participa da defesa do organismos, juntamente com a linfa e o sistema
ALTERAÇÕES NO HEMOGRAMA DE CÃES CAUSADAS PELA REFRIGERAÇÃO DA AMOSTRA
REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA - ISSN 1679-7353 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DE GARÇA/FAMED ANO IV, NÚMERO, 08, JANEIRO DE 2007. PERIODICIDADE:
Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado
HEMOGRAMA COMPLETO Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado ERITROGRAMA V.R: Homens Mulheres Hemacias em milhoes/mm3...: 4,66 4,5 a 5,9 4,0 a 5,4
Método: RESISTIVIDADE - IMPEDÂNCIA - MICROSCOPIA
HEMOGRAMA COMPLETO Método: RESISTIVIDADE - IMPEDÂNCIA - MICROSCOPIA ERITOGRAMA: Referências Hemácias...: 4,19 milhões/mm³ 3,9 a 5,3 milhões/mm³ Hemoglobina...: 12,6 g/dl 12,0 a 16,0 g/dl Hematócrito...:
8/10/2009. Líquidos Cavitários
Líquidos Cavitários Física e Química cor / transparência proteínas bilirrubina, uréia, triglicerídeos, amilase Avaliação Citológica n o células nucleadas diferencial GRAM 1 Células Encontradas célula mesotelial
Hemoglobinopatias. Dra. Débora Silva Carmo
Hemoglobinopatias Dra. Débora Silva Carmo Hemoglobinopatias O que é hemoglobina É a proteína do sangue responsável em carregar o oxigênio para os tecidos Qual é a hemoglobina normal? FA recém-nascido AA
Análise Clínica No Data de Coleta: 16/07/2019 1/6 Prop...: PAULO ROBERTO PINHO ARRUDA Especie...: CANINA Fone...: 0
Análise Clínica No.001053675 Data de Coleta: 16/07/2019 1/6 Nome...: TUTTY Prop...: PAULO ROBERTO PINHO ARRUDA Especie...: CANINA Fone...: 0 Raça...: SCHNAUZER Clínica Vet.: ZOOVET Sexo...: FEMININO Medico
[PARVOVIROSE CANINA]
[PARVOVIROSE CANINA] 2 Parvovirose Canina A Parvovirose é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus da família Parvoviridae. Acomete mais comumente animais jovens, geralmente com menos de 1 ano
Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino
Caso Clínico Lucas de Araujo Aquino Identificação - A.M.P. - 17 anos - Sexo masculino - Branco - Estudante secundário Queixa Principal - Alergia no rosto há 10 dias, que não fica boa História da Doença
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínicas (VET03121) http://www.ufrgs.br/bioquimica
25 de janeiro de 2010
Pontifícia Universidade Católica do Paraná Processo Seletivo de Residência Médico Veterinária PUCPR Janeiro/2010 25 de janeiro de 2010 ESPECIALIDADE: PATOLOGIA E CLÍNICA VETERINÁRIA N.º DO CARTÃO NOME
HEMOGRAMA MARIA TERESA LOOS JOSE CARLOS FUGANTI
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,68 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 13,50 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 41,50 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 88,68 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica
HEMOGRAMA HERMES ARTUR KLANN PAULO ROBERTO WEBSTER
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 5,49 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 15,20 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 44,50 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 81,06 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
LABORATÓRIO. HEMOGRAMA MATERIAL: SANGUE MÉTODO: AUTOMATIZADO Valores de referência:
HEMOGRAMA MÉTODO: AUTOMATIZADO Valores de referência: HEMÁCIAS : 5.030.000 /mm³ 4.500.000-5.900.000/mm³ HEMOGLOBINA: 14.9 g/dl 13.5-17.5 d/dl HEMATÓCRITO: 43.5 % 41.0-53.0 % VCM : 86.5 fl 78.0-100.0 fl
LABORATÓRIO LAGOA NOVA
Setor: HEMATOLOGIA HEMOGRAMA COMPLETO Total Método : Automação: ABX MICROS 60 SÉRIE VERMELHA HEMATÓCRITO... 46,8 % MASCULINO: 39 a 54 FEMININO : 37 a 46 HEMÁCIAS... 4,91 milhões/mm³ MASCULINO: 4,5 a 6
Anatomia e Fisiologia Humana
Componentes Vias Respiratórias A) Cavidades ou Fossas Nasais; B) Boca; C) Faringe; D) Laringe; E) Traqueia; F) Brônquios; G) Bronquíolos; H) Pulmões Cavidades ou Fossas Nasais; São duas cavidades paralelas
SOROLOGIA PARA CITOMEGALOVÍRUS - ANTICORPO CLASSE IgG. SOROLOGIA PARA CITOMEGALOVÍRUS - ANTICORPO CLASSE IgM
SOROLOGIA PARA CITOMEGALOVÍRUS - ANTICORPO CLASSE IgG Método: Eletroquimioluminescência. Resultado: 500,00 Não reagente = Menor que 0,50 U/mL. Indeterminado = De 0,50 a 0,99 U/mL. Reagente = Maior ou Igual
Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR?
Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? O NÚMERO DE PESSOAS AFETADAS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EVITÁVEIS NÃO PÁRA DE AUMENTAR. AS CRIANÇAS E OS MAIS VELHOS SÃO OS MAIS ATINGIDOS. SÃO DOENÇAS
www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO
TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde
HEMOGRAMA JEANI LANA FERNANDO ALVES SCHLUP
HEMOGRAMA Data Coleta: ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 3,42 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 10,70 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 32,60 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 95,32 80,00 a 98,00
2. HIPERTENSÃO ARTERIAL
TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,
Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007
HISTOLOGIA Conceito: Ciência que estuda os tecidos. Tecido: Conjunto de células semelhantes que juntas anatomicamante, desempenham a mesma função. TECIDO EPITELIAL Características: células muito coesas
Relatório de Caso Clínico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www6.ufrgs.br/bioquimica
ARIADINI KAILENE CORREA ZINK MARCUS VINICIUS BAUER MORITZ. GLICOSE...: 80 mg/dl Data Coleta: 15/06/2013
GLICOSE...: 80 mg/dl V.R. 70 a 99 mg/dl : Normal 100 a 120 mg/dl : Intolerancia a glicose (investigar) > de 126 mg/dl : Sugere Diabetes (investigar) NOTA: Valores obtidos com base na Sociedade Brasileira
Contagem eletrônica automatizada realizada em equipamento Sysmex XE-D 2100 Roche.
HEMOGRAMA COMPLETO ERITROGRAMA Eritrócitos : 3,24 milhões/mm3 3,9-5,03 Hemoglobina : 11,2 g/dl 12,0-15,5 Hematócrito : 32,8 % 34,9-44,5 VCM : 101,2 fl 81,6-98,3 HCM : 34,6 pg 26,0-34,0 CHCM : 34,1 % 31,0-36,0
Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25
Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta
Análise Clínica No Data de Coleta: 08/04/2019 1/7 Prop...: MARINA LEITÃO MESQUITA Especie...: CANINA Fone...: 0
1/7 Nome...: ELVIS Prop...: MARINA LEITÃO MESQUITA Especie...: CANINA Fone...: 0 Raça...: SPITZ ALEMÃO Clínica Vet.: ZOOVET Sexo...: MACHO Medico Vet..: REINALDO LEITE VIANA NETO Idade...: 3 Mes(es) 29
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM CÃES
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM CÃES Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Quando se suspeita de insuficiência hepática
Resultados Externos Você possui exames realizados em estabelecimentos credenciados.
s Externos Você possui exames realizados em estabelecimentos credenciados. HEMOGLOBINA GLICADA HEMOGRAMA COM PLAQUETAS RESULTADO UNIDADE VALORES DE REFERENCIA ------------------------- ------------------------------
HEMOGRAMA TATIANA MATIAS MAFRA EDUARDO MIGUEL SCHMIDT
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,48 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 12,70 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 38,00 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 84,82 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
Resultados Anteriores: Data: 17/08/ /02/ /03/ /04/ /01/ /04/2013 Valor:
GLICOSE...: 169 mg/dl V.R. 70 a 99 mg/dl : Normal 100 a 120 mg/dl : Intolerancia a glicose (investigar) > de 126 mg/dl : Sugere Diabetes (investigar) NOTA: Valores obtidos com base na Sociedade Brasileira
AVALIAÇÃO LABORATORIAL
AVALIAÇÃO LABORATORIAL Escolha das análises a serem realizadas Realização da coleta de forma adequada domínio da técnica reconhecimento de eventuais erros de procedimento escolha do recipiente, acondicionamento
As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função
As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria SUSPEITANDO DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA
GRUPO SANGUÍNEO e FATOR Rh VDRL. ANTÍGENO p24 e ANTICORPOS ANTI HIV1 + HIV2. Grupo Sanguíneo: "O" Fator Rh: Positivo. Resultado: Não Reagente
GRUPO SANGUÍNEO e FATOR Rh Grupo Sanguíneo: "O" Fator Rh: Positivo Método: Aglutinação Material: Sangue Edta Exame assinado por Dr. Mauricio Carvalho Campos CRBM 0600 em 27/06/2013 às 17:54h VDRL Não Reagente
Preparo para Exames Laboratoriais
Preparo para Exames Laboratoriais Seção: Bioquímica 1) Dosagem de Colesterol 1.1) Dosagem de colesterol (sangue) :Dosagem de Colesterol Total 2.1) Permanecer em jejum, à exceção de água, durante 12 a 14
PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH
PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH 1. APRESENTAÇÃO A SEPSE TEM ALTA INCIDÊNCIA, ALTA LETALIDADE E CUSTO ELEVADO, SENDO A
MANUAL DE COLETA PARA ANÁLISES CLÍNICAS
MANUAL DE COLETA PARA ANÁLISES CLÍNICAS O material coletado e conservado adequadamente torna-se de grande valor, proporcionando informações importantes para o clínico chegar a um diagnóstico. Uma coleta
