Mensagem do Superintendente
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- Jonathan Lencastre Meneses
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2 Mensagem do Superintendente O Sistema Brasileiro dos Fundos de Pensão celebra hoje importantes avanços que o posiciona como referência para assuntos relacionados à base legal e normativa, qualidade da gestão, rigor no emprego dos controles internos e de governança. A poupança previdenciária administrada pelos fundos de pensão corresponde hoje a 17% do PIB brasileiro e poderá chegar a 40% até 2021, que representaria a cobertura de mais de 10 milhões de pessoas. Atualmente são 338 entidades fechadas de Previdência que juntas administram um patrimônio total na ordem de R$ 580 bilhões. O ano de 2011 foi marcado por muitas mudanças no segmento de Fundos de Pensão, onde podemos destacar a criação da Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público), iniciativa do governo que confirma sua preocupação em equacionar o déficit previdenciário brasileiro e que deve se agravar nos próximos anos, face a rápida mudança do nosso perfil demográfico. Todo este movimento reforça a importância e a relevância da atuação dos Fundos de Pensão no cenário nacional, na qual a CargillPrev está inserida, figurando na 103ª posição entre as 338 entidades fechadas de previdência complementar. Atualmente, com um patrimônio de aproximadamente R$ 590 milhões, a CargillPrev administra os benefícios de 211 aposentados, além de gerir o plano de aposentadoria para mais de 7 mil funcionários ativos e aproximadamente 420 ex-funcionários que mantiveram suas poupanças previdenciárias na CargillPrev na qualidade de autopatrocinados e diferidos. O ano foi marcado por muitos desafios para o setor em geral e não foi diferente para a CargillPrev. A boa notícia é que apesar da grande volatilidade no mercado de ações, ocasionados principalmente pela crise na Zona do Euro e a disparada da inflação causada pelo aquecimento da economia brasileira, a performance dos nossos investimentos se mostrou muito eficiente no ano, com rentabilidade de 12,30% frente aos 11,60% do CDI. Aos aposentados, concedemos pagamento de benefícios de aproximadamente R$ 15 milhões, incluindo os reembolsos do plano assistencial. Neste Relatório Anual você encontrará informações sobre a situação contábil e financeira do seu Plano de Aposentadoria e poderá conferir como o ano de 2011 foi marcado por muito trabalho e importantes realizações. A nossa expectativa é que 2012 seja um ano cheio de desafios, onde as incertezas da economia global e localmente a queda das taxas de juros figuram como dois grandes desafios que temos pela frente. Mas estamos confiantes que o Brasil manterá um cenário macroeconômico positivo, com a manutenção do emprego, a distribuição de renda e a consciência cada vez maior da necessidade de se ter uma poupança de longo prazo, para viabilizar diversos projetos de vida. A CargillPrev manterá o seu foco e empenho na busca da eficiência na gestão de seus processos administrativos, riscos e custos. Acesse o site da CargilPrev ( e veja a publicação do relatório anual na versão completa, com informações detalhadas sobre a entidade e os planos que administramos. Boa leitura! Marco Aurélio Rocha Macia Diretor Superintendente 1
3 A CargillPrev em números Sustentabilidade em números Você conhece a CargillPrev em números? A CargillPrev apresenta os números a seguir que evidenciam seu tamanho, solidez e rentabilidade. Quem somos em patrimônio Evolução do patrimônio nos últimos 3 anos (em R$ milhões): Quem somos em pessoas Rentabilidade Confira a rentabilidade de seu plano em comparação com os principais índices econômicos (CDI, poupança e INPC) Plano Cargill I 427,0 498,0 566,4 Plano Cargill II ND ND 3,6 Plano Assistencial 15,0 20,0 22,5 Distribuição dos participantes: Plano Cargill I ATIVOS ASSISTIDOS 139 AUTOPATROCINADOS BPD (Benefício Proporcional Diferido) Plano Cargill II Plano Assistencial Quem somos em atitude Cada dia mais gente com o futuro garantido. Participantes assistidos nos últimos 3 anos: * Rentabilidade apurada desde 03/2011, data de início do plano
4 Sustente esta ideia Certamente você já ouviu falar muito sobre o tema sustentabilidade. Uma das definições de sustentabilidade é o não comprometimento do futuro com ações predatórias que visam apenas o presente. Ou seja, pensar a longo prazo. Com base neste raciocínio, propomos uma reflexão da sua sustentabilidade financeira: o que você faz hoje para garantir o futuro? Você pensa e age com visão de longo prazo, a fim de garantir a sua segurança e preservação do seu patrimônio? Ou age apenas com foco no presente? Ter um futuro sustentável, além de todas as atitudes responsáveis que devemos ter perante o planeta e a sociedade, também significa garantir a perenidade das nossas conquistas de hoje. O velho ditado você irá colher amanhã o que planta hoje é uma síntese do pensamento sustentável. Apesar de muito simples na teoria, a prática depende de muita disciplina e atitude, pois a nossa cultura ainda está muito enraizada em tempos de inflação e incertezas. Reverter nosso pensamento para planejamento e poupança é a chave do sucesso! Comece agora mesmo. Reflita sobre o seu futuro, faça planos para a aposentadoria, avalie se o que você contribui para a CargillPrev é suficiente para garantir sua estabilidade financeira e sempre engorde mais o seu porquinho. Plantando hoje e colhendo amanhã Existem muitas maneiras de explicar o quanto a disciplina é aliada do seu bolso. Aqui, optamos por mostrar os números que comprovam esta afirmação. Vamos às hipóteses: HIPÓTESE 1: HIPÓTESE 2: Você mudou de apartamento e o condomínio agora é R$ 150 a menos que o anterior. Aplicou esta quantia e, após 30 anos, esta quantia se transformou em: R$ * Você gasta R$ 800 todos os meses nas compras de mercado. No entanto, vai a um mercado próximo à sua casa, não pesquisa preço e compra mais coisas do que precisa. Hoje você resolveu fazer uma listinha, se organizar e, assim, conseguiu economizar R$ 250 no fim do mês. Essa economia mensal aplicada por 30 anos se transformou em: R$ * HIPÓTESE 3: Nestas férias você não conseguiu viajar porque seu filho ficou de recuperação. O dinheiro que gastaria na viagem, R$ 2.500, foi aplicado. Ao se aposentar, 30 anos depois, esta quantia se transformou em: R$ * *considerando taxa de 6% ao ano. Viu como pequenas economias viram uma verdadeira fortuna no futuro? Cada despesa que você reduzir hoje e guardar para o amanhã fará uma grande diferença no seu patrimônio final. E fazer sobrar dinheiro só depende de disciplina. Quer começar a poupar mais? Pegue um lápis e um papel e comece já a listar suas despesas. Priorize seu dinheiro e corte gastos desnecessários. Lembrese que só com atitude você será protagonista da sua vida financeira. CargillPrev, seu melhor amigo no futuro Você já deu um importante passo ao aderir à CargillPrev. No entanto, isso não significa que conquistou a quantia necessária para satisfazer todas as suas necessidades e desejos no futuro. Veja abaixo os 9 passos para garantir o seu futuro financeiro: 1. Faça a adesão a um plano de previdência; 2. Acompanhe mensalmente a evolução do seu saldo; 3. Avalie a rentabilidade do plano; 4. Trace objetivos para o seu dinheiro; 5. Calcule o seu saldo no futuro e veja se é suficiente para garantir seus projetos de vida; 6. Se não for suficiente, calcule a diferença entre sua meta a conquistar e o seu saldo no futuro; 7. Calcule quanto você precisará contribuir a mais mensalmente ou esporadicamente; 8. Complemente seu plano com a quantia necessária; 9. Faça esta avaliação regularmente. Seus projetos de vida podem mudar, assim como o seu saldo e a rentabilidade do seu plano podem variar. 3
5 Estrutura Organizacional CONSELHO DELIBERATIVO Ricardo Batistela (Presidente do Conselho Deliberativo) Jose Fernando da Cruz Figueiredo (Conselheiro) Luiz Antonio dos Santos Pretti (Conselheiro) Marcelo Tauil Martins (Conselheiro) Reinaldo Sousa Casanova (Conselheiro) DIRETORIA EXECUTIVA Marco Aurélio Rocha Macia (Superintendente e Diretor de Benefícios) Alvaro José Camassarí de Gonzaga (Diretor Administrativo) Maurício Manile (Diretor Jurídico) Paulo Humberto Alves de Sousa (Diretor de Planejamento) Rubens Fernandes Pereira (Diretor de Controladoria) Solange Marques Ferreira (Diretora Financeira) CONSELHO FISCAL Fabiana Novaes Silva dos Santos (Presidente do Conselho Fiscal) Aureo Augusto Sampaio Souza (Conselheiro) Danielle Paschoal de Pinho Castanheira (Conselheira) COMITÊ DE INVESTIMENTO Daniel Erlich (Coordenador) Alexandre Trevia Leite João Ligabue Lopes Ribeiro Rodrigo Arnus Koelle Rogerio de Sousa Garcia ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Ana Paula da Silva Daniel de Moraes Leandro Edna Shizue Shinkawa 4
6 Glossário Chegou a hora de analisar os documentos referentes ao ano de 2011 que comprovam a solidez da CargillPrev. Porém, antes dessa análise, você não deve estar familiarizado com os termos contidos neste documento. Desta forma, preparamos este Glossário para lhe explicar o que significa cada um deles: o Balanço Patrimonial apresenta a posição financeira e patrimonial da entidade em 31 de dezembro, representando, portanto, uma posição estática. O ativo é o conjunto de bens, direitos e aplicações de recursos e o passivo compreende as obrigações para com os participantes e terceiros. a Demonstração da Mutação do Patrimônio Social (DMPS) apresenta a movimentação do patrimônio social da entidade através das adições (entradas) e deduções (saídas) de recursos. a Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios apresenta a movimentação do ativo líquido do plano de benefícios através das adições (entradas) e deduções (saídas) de recursos. a Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios (DAL) evidencia a composição do ativo líquido do plano de benefícios no exercício a que se referir, apresentando saldos de contas do ativo e passivo. a Demonstração do Plano de Gestão Administrativa Consolidada (DPGA) revela a atividade administrativa da entidade, apresentando a movimentação do fundo administrativo através das receitas, despesas e rendimento obtido no exercício a que se referir. a Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios apresenta a atividade administrativa da entidade, relativa a cada plano de benefícios, evidenciando a movimentação do fundo administrativo existente em cada plano. a Demonstração das Obrigações Atuariais do Plano de Benefícios (DOAP) evidencia a composição do patrimônio de cobertura do plano de benefícios no exercício a que se referir, apresentando o detalhamento das provisões matemáticas e o equilíbrio técnico. o Demonstrativo de Investimentos revela a alocação de recursos da entidade, os limites de alocação atual versus o que foi definido pela política de investimentos e a legislação vigente, os recursos com gestão terceirizada, a rentabilidade dos investimentos por segmento (renda fixa, renda variável etc.), a diferença entre a rentabilidade do segmento e a meta atuarial da entidade, os custos de gestão dos recursos e as modalidades de aplicação. o fundo significa o ativo administrado pela entidade, que será investido de acordo com os critérios fixados anualmente pelo Conselho Deliberativo, por meio da política de investimentos. a meta atuarial é uma meta de rentabilidade utilizada como parâmetro para o retorno dos investimentos do fundo, de forma que os eventuais compromissos futuros da entidade possam ser cumpridos. o parecer atuarial é um relatório preparado por um estatístico especializado em seguros e previdência (atuário), que apresenta estudos técnicos sobre o plano de previdência que estiver analisando. Seu objetivo é avaliar a saúde financeira da entidade para poder honrar o pagamento dos benefícios presentes e futuros. o participante é a pessoa que está inscrita como tal no plano. Para conhecer a definição exata de participante e também a de beneficiário, leia o regulamento do seu plano. a patrocinadora é a empresa que custeia o plano junto com os participantes (isso quando as contribuições dos participantes estão previstas no regulamento). Um plano de previdência complementar pode ter uma ou mais patrocinadoras. a política de investimentos é um documento de periodicidade anual que apresenta diversas informações, como: 1) critérios de alocação de recursos entre os segmentos de renda fixa, renda variável etc.; 2) objetivos específicos de rentabilidade para cada segmento de aplicação; 3) limites utilizados para investimentos em títulos e valores mobiliários de emissão e/ou coobrigação de uma mesma pessoa jurídica; 4) limites utilizados para a realização de operações com derivativos e 5) avaliação do cenário macroeconômico de curto, médio e longo prazos, entre outras coisas. Estas informações auxiliam na avaliação dos recursos investidos, na escolha das instituições financeiras que vão administrar os investimentos e na avaliação dos limites de risco de mercado e de crédito, por exemplo. Neste relatório anual, você terá a oportunidade de ver o resumo da política de investimentos. Todos os documentos que você analisará a seguir já foram encaminhados para o controle e a verificação da Previc, que tem como uma de suas principais missões proteger os interesses dos participantes. 5
7 Balanço Patrimonial (em R$ mil) ATIVO DISPONÍVEL REALIZÁVEL Gestão Previdencial Gestão Administrativa Investimentos Ações Fundos de Investimento Empréstimos PERMANENTE 63 - Imobilizado 63 - TOTAL DO ATIVO PASSIVO EEXIGÍVEL OPERACIONAL Gestão Previdencial Gestão Administrativa Investimentos - 3 PATRIMÔNIO SOCIAL Patrimônio de Cobertura do Plano Provisões Matemáticas Benefícios Concedidos Benefícios a Conceder Equilíbrio Técnico Resultados Realizados Superávit Técnico Acumulado Fundos Fundos Previdenciais Fundos Administrativos TOTAL DO PASSIVO Demonstração da Mutação do Patrimônio Social (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Patrimônio Social - início do exercício ,73% 1. Adições ,37% (+) Contribuições Previdenciais ,80% (+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Previdencial ,36% (+) Receitas Administrativas ,34% (+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Administrativa ,48% 2. Destinações (24.462) (26.126) -6,37% (-) Benefícios (21.173) (23.402) -9,52% (-) Despesas Administrativas (3.289) (2.724) 20,74% 3. Acréscimo/Decréscimo no Patrimônio Social (1+2) ,09% (+/-) Provisões Matemáticas ,02% (+/-) Superávit (Déficit) Técnico do Exercício ,80% (+/-) Fundos Previdenciais ,20% (+/-) Fundos Administrativos ,59% 4. Operações Transitórias (60.642) - 100,00% (+/-) Operações Transitórias (60.642) - 100,00% B) Patrimônio Social - final do exercício (A+3+4) ,57% Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Plano de Aposentadoria CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Ativo Líquido - início do exercício ,74% 1. Adições ,36% (+) Contribuições ,34% (+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Previdencial ,40% 2. Destinações (18.935) (22.257) -14,93% (-) Benefícios (16.633) (21.034) -20,92% (-) Custeio Administrativo (2.302) (1.223) 88,23% 3. Acréscimo/Decréscimo no Ativo Líquido (1+2) ,00% (+/-) Provisões Matemáticas ,42% (+/-) Fundos Previdenciais 121 (1.610) -107,52% (+/-) Superávit (Déficit) Técnico do Exercício (310) ,47% 4. Operações Transitórias - - 0,00% B) Ativo Líquido - final do exercício (A+3+4) ,62% C) Fundos não previdenciais ,67% (+/-) Fundos Administrativos ,67% Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios Seara - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Ativo Líquido - início do exercício ,53% 1. Adições ,30% (+) Contribuições ,58% (+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Previdencial ,45% 2. Destinações (3.737) (1.900) 96,68% (-) Benefícios (3.283) (1.512) 117,13% (-) Custeio Administrativo (454) (388) 17,01% 3. Acréscimo/Decréscimo no Ativo Líquido (1+2) ,73% (+/-) Provisões Matemáticas ,79% (+/-) Fundos Previdenciais ,01% (+/-) Superávit (Déficit) Técnico do Exercício ,49% 4. Operações Transitórias (60.448) - 100,00% (-/+) Operações Transitórias (60.448) - 100,00% B) Ativo Líquido - final do exercício (A+3+4) ,00% C) Fundos não previdenciais ,00% (+/-) Fundos Administrativos ,00% 6
8 Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - CargillPrev - Assistencial - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Ativo Líquido - início do exercício ,60% 1. Adições ,47% (+) Contribuições ,88% (+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Previdencial ,85% 2. Destinações (1.316) (1.741) -24,41% (-) Benefícios (1.239) (856) 44,74% (-) Custeio Administrativo (77) (885) -91,30% 3. Acréscimo/Decréscimo no Ativo Líquido (1+2) ,14% (+/-) Fundos Previdenciais ,14% 4. Operações Transitórias - - 0,00% B) Ativo Líquido - final do exercício (A+3+4) ,39% C) Fundos não previdenciais ,13% (+/-) Fundos Administrativos ,13% Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Ativo Líquido - início do exercício - - 0,00% 1. Adições ,59% (+) Contribuições ,03% (+) Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Previdencial ,00% 2. Destinações (1.144) (78) 1366,67% (-) Benefícios (18) - 100,00% (-) Custeio Administrativo (1.126) (78) 1343,59% 3. Acréscimo/Decréscimo no Ativo Líquido (1+2) ,00% (+/-) Provisões Matemáticas ,00% (+/-) Fundos Previdenciais ,00% (+/-) Superávit (Déficit) Técnico do Exercício ,00% 4. Operações Transitórias - - 0,00% B) Ativo Líquido - final do exercício (A+3+4) ,00% C) Fundos não previdenciais ,77% (+/-) Fundos Administrativos ,77% Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Plano de Aposentadoria CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) 1. Ativos ,63% Disponível ,26% Recebível ,79% Investimento ,39% Ações ,64% Fundos de Investimento ,38% 2. Obrigações ,10% Operacional ,10% 3. Fundos não Previdenciais ,67% Fundos Administrativos ,67% 4. Resultados a Realizar - - 0,00% 5. Ativo Líquido ( ) ,62% Provisões Matemáticas ,93% Superávit/Déficit Técnico ,36% Fundos Previdenciais ,79% Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios Seara - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) 1. Ativos ,00% Disponível ,00% Recebível ,00% Investimento ,00% Fundos de Investimento ,00% Empréstimos ,00% 2. Obrigações ,00% Operacional ,00% 3. Fundos não Previdenciais ,00% Fundos Administrativos ,00% 4. Resultados a Realizar ,00% 5. Ativo Líquido ( ) ,00% Provisões Matemáticas ,00% Superávit/Déficit Técnico ,00% Fundos Previdenciais ,00% 7
9 Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - CargillPrev - Assistencial - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) 1. Ativos ,73% Disponível ,09% Recebível ,35% Investimento ,14% Fundos de Investimento ,14% 2. Obrigações ,97% Operacional ,97% 3. Fundos não Previdenciais ,13% Fundos Administrativos ,13% 4. Resultados a Realizar - - 0,00% 5. Ativo Líquido ( ) ,39% Fundos Previdenciais ,39% Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) 1. Ativos ,54% Disponível 2-100,00% Recebível ,23% Investimento ,00% Fundos de Investimento ,00% 2. Obrigações - - 0,00% 3. Fundos não Previdenciais ,77% Fundos Administrativos ,77% 4. Resultados a Realizar - - 0,00% 5. Ativo Líquido ( ) ,00% Provisões Matemáticas ,00% Superávit/Déficit Técnico ,00% Fundos Previdenciais ,00% Demonstração do Plano de Gestão Administrativa (Consolidada) (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior ,52% 1. Custeio da Gestão Administrativa ,25% 1.1. Receitas ,25% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial ,58% Resultado Positivo dos Investimentos ,85% Outras Receitas ,66% 2. Despesas Administrativas ,74% 2.1. Administração Previdencial ,65% Pessoal e encargos ,17% Treinamentos/congressos e seminários 7-100,00% Viagens e estadias ,44% Serviços de terceiros ,91% Despesas gerais ,94% Depreciações e amortizações 4-100,00% Outras Despesas ,28% 2.2. Administração dos Investimentos 19-0,00% Serviços de terceiros ,00% 2.3. Administração Assistencial - - 0,00% 2.4. Reversão de Recursos para o Plano de Benefícios ,16% 2.5. Outras Despesas - - 0,00% 3. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 4. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3) ,59% 5. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (4) ,59% 6. Operações Transitórias (194) - 100,00% B) Fundo Administrativo do Exercício Atual (A+5+6) ,62% 8
10 Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios - Plano de Aposentadoria CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior ,81% 1. Custeio da Gestão Administrativa ,93% 1.1. Receitas ,93% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial ,83% Resultado Positivo dos Investimentos ,83% Outras Receitas ,00% 2. Despesas Administrativas ,38% 2.1. Administração Previdencial ,05% Despesas Comuns ,32% Pessoal e encargos ,12% Treinamentos/congressos e seminários 5-100,00% Viagens e estadias ,43% Serviços de terceiros ,05% Despesas gerais ,60% Depreciações e amortizações 2-100,00% Despesas Específicas ,03% Despesas gerais ,00% Outras Despesas ,26% 2.2. Administração dos Investimentos ,00% Despesas Comuns ,00% Serviços de terceiros ,00% Despesas Específicas - - 0,00% 2.3. Reversão de Recursos para o Plano de Benefícios ,10% 2.4. Outras Despesas - - 0,00% 3. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 4. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3) 706 (466) -251,50% 5. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (4) 706 (466) -251,50% 6. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Administrativo do Exercício Atual (A+5+6) ,67% Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios Seara - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior ,67% 1. Custeio da Gestão Administrativa ,72% 1.1. Receitas ,72% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial ,01% Resultado Positivo dos Investimentos ,00% 2. Despesas Administrativas ,26% 2.1. Administração Previdencial ,26% Despesas Comuns ,31% Pessoal e encargos ,13% Treinamentos/congressos e seminários 1-100,00% Viagens e estadias ,00% Serviços de terceiros ,52% Despesas gerais ,00% Despesas Específicas ,11% Serviços de terceiros 2-100,00% Despesas gerais 5-100,00% Outras Despesas ,22% 2.2. Administração dos Investimentos - - 0,00% Despesas Comuns - - 0,00% Despesas Específicas - - 0,00% 2.3. Reversão de Recursos para o Plano de Benefícios - - 0,00% 2.4. Outras Despesas - - 0,00% 3. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 4. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3) ,00% 5. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (4) ,00% 6. Operações Transitórias (194) - 100,00% B) Fundo Administrativo do Exercício Atual (A+5+6) ,00% 9
11 Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios - CargillPrev - Assistencial - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior ,68% 1. Custeio da Gestão Administrativa ,69% 1.1. Receitas ,69% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial ,00% Resultado Positivo dos Investimentos ,00% Outras Receitas ,00% 2. Despesas Administrativas ,08% 2.1. Administração Previdencial ,47% Despesas Comuns ,81% Pessoal e encargos ,57% Treinamentos/congressos e seminários 1-100,00% Viagens e estadias ,33% Serviços de terceiros ,19% Despesas gerais ,50% Depreciações e amortizações 1-100,00% Despesas Específicas ,49% Serviços de terceiros ,00% Despesas gerais 2-100,00% Outras Despesas ,87% 2.2. Administração dos Investimentos - - 0,00% Despesas Comuns - - 0,00% Despesas Específicas - - 0,00% 2.3. Reversão de Recursos para o Plano de Benefícios ,00% 2.4. Outras Despesas - - 0,00% 3. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 4. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3) (387) ,82% 5. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (4) (387) ,82% 6. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Administrativo do Exercício Atual (A+5+6) ,13% Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) A) Fundo Administrativo do Exercício Anterior 26-0,00% 1. Custeio da Gestão Administrativa ,97% 1.1. Receitas ,97% Custeio Administrativo da Gestão Previdencial ,31% Resultado Positivo dos Investimentos ,00% Outras Receitas ,00% 2. Despesas Administrativas ,08% 2.1. Administração Previdencial ,08% Despesas Comuns ,08% Pessoal e encargos ,00% Viagens e estadias 2-100,00% Serviços de terceiros ,33% Despesas gerais ,00% Depreciações e amortizações 1-100,00% Despesas Específicas ,00% Serviços de terceiros ,00% Outras Despesas ,00% 2.2. Administração dos Investimentos - - 0,00% Despesas Comuns - - 0,00% Despesas Específicas - - 0,00% 2.3. Reversão de Recursos para o Plano de Benefícios - - 0,00% 2.4. Outras Despesas - - 0,00% 3. Resultado Negativo dos Investimentos - - 0,00% 4. Sobra/Insuficiência da Gestão Administrativa (1-2-3) ,77% 5. Constituição/Reversão do Fundo Administrativo (4) ,77% 6. Operações Transitórias - - 0,00% B) Fundo Administrativo do Exercício Atual (A+5+6) ,77% Demonstração das Obrigações Atuariais do Plano de Benefícios - Plano de Aposentadoria CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) Patrimônio de Cobertura do Plano (1 + 2) ,79% 1. Provisões Matemáticas ,93% 1.1. Benefícios Concedidos ,35% Contribuição Definida ,26% Benefício Definido ,19% 1.2. Benefício a Conceder ,12% Contribuição Definida ,48% Saldo de contas - parcela patrocinador(es)/instituidor(es) ,64% Saldo de contas - parcela participantes ,47% Benefício Definido ,16% 1.3. (-) Provisões matemáticas a constituir - - 0,00% 2. Equilíbrio Técnico ,36% 2.1. Resultados Realizados ,36% Superávit técnico acumulado ,36% Reserva de contingência ,61% Reserva para revisão de plano ,48% 2.2. Resultados a realizar - - 0,00% 10
12 Demonstração das Obrigações Atuariais do Plano de Benefícios - Plano de Benefícios Seara - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) Patrimônio de Cobertura do Plano (1 + 2) ,00% 1. Provisões Matemáticas ,00% 1.1. Benefícios Concedidos ,00% Contribuição Definida ,00% Benefício Definido ,00% 1.2. Benefício a Conceder ,00% Contribuição Definida ,00% Saldo de contas - parcela patrocinador(es)/instituidor(es) ,00% Saldo de contas - parcela participantes ,00% Benefício Definido ,00% 1.3. (-) Provisões matemáticas a constituir - - 0,00% 2. Equilíbrio Técnico ,00% 2.1. Resultados Realizados ,00% Superávit técnico acumulado ,00% Reserva de contingência ,00% 2.2. Resultados a realizar - - 0,00% Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios - Plano de Benefícios CargillPrev - CNPB.: (em R$ mil) DESCRIÇÃO Variação (%) Patrimônio de Cobertura do Plano (1 + 2) ,00% 1. Provisões Matemáticas ,00% 1.1. Benefícios Concedidos - - 0,00% 1.2. Benefício a Conceder ,00% Contribuição Definida ,00% Saldo de contas - parcela patrocinador(es)/instituidor(es) ,00% Saldo de contas - parcela participantes ,00% Benefício Definido ,00% 1.3. (-) Provisões matemáticas a constituir - - 0,00% 2. Equilíbrio Técnico ,00% 2.1. Resultados Realizados ,00% Superávit técnico acumulado ,00% Reserva para revisão de plano ,00% 2.2. Resultados a realizar - - 0,00% Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2011 e 2010 (em R$ mil) 1. Contexto operacional A CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar é uma entidade fechada de previdência privada, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado, nos termos do artigo 5º, Item II, da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, revogada pela Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de O funcionamento da Entidade foi autorizado pela Portaria nº do Ministério da Previdência Social MPS por prazo indeterminado em 17 de março de 1988, mantendo dois planos previdenciais e um plano assistencial. A Entidade é dotada de autonomia administrativa, tendo como finalidade a concessão de benefícios de pecúlio e/ou renda complementares ou assemelhados da Previdência Social e outros benefícios de pecúlio e/ou renda, incumbir-se da prestação de serviços assistenciais e instituir programas assistenciais de natureza social e financeira aos funcionários, diretores e seus beneficiários, das seguintes patrocinadoras: Patrocinadoras contribuintes Armazéns Gerais Cargill Ltda. Banco Cargill S.A. Black River Brasil Consultoria Financeira Ltda. Cargill Agrícola S.A. Cargill Agro Ltda. Cargillprev Sociedade de Previdência Complementar Carval Investors Consultoria Financeira Ltda.¹ Coop Crédito Mutuo dos Funcionários da Cargill Ltda. Fospar S.A. 3 Fundação Cargill Innovatti - Ind. Com. Ésteres Sintéticos Ltda. Instituto Mosaic 3 Vale Cubatão Fertilizantes Ltda. 5 Mosaic Fertilizantes do Brasil S.A. 3 Seara Alimentos S.A. 4 TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá 2 1 A patrocinadora Carval Investors Consultoria Financeira Ltda. solicitou sua retirada da Entidade a partir de 31 de maio de 2010 em função do cenário econômico vivido pela empresa patrocinadora, por conta da descontinuidade do patrocínio aos Planos de Aposentadoria e Assistencial da Cargillprev Sociedade de Previdência Complementar, sendo aprovada através do ofício nº 4.142/CGTR/DITEC/PREVIC, de 08 de setembro de Por força de uma operação de reorganização societária do grupo Cargill, a filial TEG Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá foi vendida, cessando assim sua participação no plano de Aposentadoria da Cargillprev. Esta operação foi aprovada por meio do ofício nº 3727/CGTR/DITEC/PREVIC, de 28 de outubro de Por meio das portarias nº 651 e 652 de 18 de novembro de 2011, as patrocinadoras Fospar S.A., Instituto Mosaic e Mosaic Fertilizantes do Brasil S.A. tiveram aprovados seus pedidos de rescisão do Convênio de Adesão com os planos de Aposentadoria e de Benefícios, transferindo durante o exercício de 2012 a parte cindida ao Itaú Fundo Multipatrocinado. 11
13 4 Em decorrência da operação societária na qual a Seara Alimentos S.A. deixou de fazer parte do Grupo Cargill e com o intuito de preservar todos os direitos de seus participantes no plano de previdência complementar administrado pela CargillPrev, decidiu-se pela transferência de gestão para o MultiPensions Bradesco Fundo Multipatrocinado de Previdência Privada. O processo foi submetido à avaliação da PREVIC, e em 26 de Outubro de 2011 aprovado através dos ofícios nº e 4.812/ CGTR/DITEC/PREVIC, acertando a transferência do Plano de Benefícios Seara Alimentos CNPB nº para administração do Bradesco Multipensions, realizada em 30 de novembro de Em 14 de outubro de 2011, por motivo de descontinuidade de suas atividades, a patrocinadora Vale Cubatão Fertilizantes Ltda. submeteu à aprovação da PREVIC o processo de retirada de patrocínio. Por meio do ofício nº 87/CGTR/DITEC/PREVIC de 09 de janeiro de 2012, a Superintendência solicitou documentos adicionais, fazendo com que até o momento do encerramento das demonstrações contábeis, o processo estivesse em análise. Os recursos necessários à consecução dos objetivos da Entidade provêm de contribuições das patrocinadoras e dos participantes, bem como dos rendimentos resultantes da aplicação desses recursos em investimentos, de acordo com normas estabelecidas pelas autoridades competentes e pela Política de Investimentos aprovada pela Direção e Conselho Deliberativo da Entidade. Em 31 de dezembro de 2011, a Cargillprev possui os seguintes planos de benefícios: Plano de Aposentadoria Cargillprev CNPB.: ; Plano Assistencial CNPB.: ; Plano de Benefícios Cargillprev CNPB.: A Superintendência Nacional de Previdência Complementar PREVIC por meio da Portaria nº 976, publicada no Diário Oficial da União de 21 de dezembro de 2010, autorizou o Regulamento do Plano de Benefícios Cargillprev e o inscreveu no Cadastro Nacional de Planos de Benefícios sob o nº A Cargillprev possuía em 31 de dezembro de 2011 e 2010 as seguintes quantidades de participantes: Quantidade Consolidado Ativos Assistidos Autopatrocinados BPD Quantidade Plano de Aposentadoria Cargillprev CNPB.: Ativos Assistidos Autopatrocinados BPD Quantidade Cargillprev Assistencial CNPB.: Ativos Assistidos Autopatrocinados 3 0 BPD Quantidade Plano de Benefícios Cargillprev CNPB.: Ativos Assistidos 6 0 Autopatrocinados 4 0 BPD Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis da CargillPrev estão sendo apresentadas em atendimento às disposições legais dos órgãos normativos e reguladores das atividades das entidades fechadas de previdência complementar, especificamente a Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011, Instrução SPC nº 34, de 24 de setembro de 2009, Instrução Previc nº 05, de 08 de setembro de 2011, Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 1.272, de 22 de janeiro de 2010, que aprova a ITG 2001 (NBC TE 11), e as práticas contábeis brasileiras. Essas diretrizes não requerem a divulgação em separado de ativos e passivos de curto prazo e de longo prazo, nem a apresentação da Demonstração do Fluxo de Caixa. A estrutura da planificação contábil padrão das EFPC reflete o ciclo operacional de longo prazo da sua atividade, de forma que a apresentação de ativos e passivos, observadas as gestões previdencial, assistencial, administrativa e o fluxo dos investimentos, proporcione informações mais adequadas, confiáveis e relevantes do que a apresentação em circulante e não circulante, em conformidade com o item 63 da NBC T A sistemática introduzida pelos órgãos normativos apresenta, além das características já descritas, a segregação dos registros contábeis em três gestões distintas (Previdencial, Assistencial e Administrativa) e o Fluxo dos Investimentos, que é comum às Gestões Previdencial e Administrativa, segundo a natureza e a finalidade das transações. A contabilização e os relatórios do programa assistencial de natureza financeira seguem as rubricas e as regras aplicáveis à gestão previdencial da planificação contábil padrão. O Plano Assistencial CNPB.: , por não ter característica previdencial e só possuir em seu patrimônio um fundo assistencial, não apresentará a Demonstração das Obrigações atuariais do plano de Benefícios. Conforme Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011, as entidades fechadas de previdência complementar apresentam os seguintes demonstrativos contábeis: Balanço Patrimonial Consolidado; Demonstração da Mutação do Patrimônio Social DMPS (consolidada); Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - DMAL; Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios DAL; Demonstração do Plano de Gestão Administrativa DPGA (consolidada); Demonstração do Plano de Gestão Administrativa por Plano de Benefícios; Demonstração das Obrigações Atuariais do Plano de Benefícios. A Demonstração da Mutação do Patrimônio Social DMPS substitui a Demonstração da Mutação do Ativo Líquido DMAL (consolidada) apresentada no exercício de
14 3. Principais práticas contábeis As principais práticas contábeis adotadas pela Entidade estão resumidas a seguir: a) Registro das Adições, Deduções, Receitas, Despesas, Rendas/Variações Positivas e Deduções/Variações Negativas As Adições e Deduções da Gestão Previdencial, Receitas e Despesas da Gestão Administrativa, as Rendas/Variações Positivas e Deduções/Variações Negativas do Fluxo de Investimento, são escrituradas pelo regime contábil de competência de exercícios. As contribuições dos autopatrocinados são registradas pelo regime de caixa, por ocasião do recebimento conforme prazo previsto no regulamento do plano de benefícios. As Rendas/Variações Positivas de dividendos, bonificações e juros sobre capital próprio recebidos em dinheiro, decorrentes de investimentos em ações, são reconhecidas contabilmente a partir da data em que a ação ficar exdividendo. b) Provisões Matemáticas e Fundos da Gestão Previdencial São apurados com base em cálculos atuariais, procedidos por atuários contratados pela Entidade e representam os compromissos acumulados no encerramento do exercício, quanto aos benefícios concedidos e a conceder aos participantes ou seus beneficiários. c) Estimativas Atuariais e Contábeis As estimativas atuariais e contábeis foram baseadas em fatores objetivos que refletem a posição em 31 de dezembro de 2011 e 2010, com base no julgamento da administração para determinação dos valores adequados a serem registrados nas demonstrações contábeis. Os itens significativos sujeitos às referidas estimativas incluem as provisões matemáticas, calculadas atuarialmente por profissional externo. d) Operações Administrativas Em conformidade com a Resolução CNPC nº 8, de 31 de outubro de 2011, e a Instrução SPC nº 34, de 24 de setembro de 2009, os registros das operações administrativas são efetuados através do Plano de Gestão Administrativa PGA, que em 2011 seu patrimônio ficou compartilhado com os planos de benefícios previdenciais, porém em dezembro de 2010 começou a segregar os recursos administrativos dos previdenciais para seguir o que está no Regulamento do Plano de Gestão Administrativa. Sendo assim, em 2011 o PGA passou a ter seu recurso segregado dos planos de benefícios previdenciais. O patrimônio do PGA é constituído pelas receitas (Previdencial, Investimentos e Diretas) e reembolsos (Assistenciais) administrativos, deduzidas das despesas comuns e específicas da administração previdencial, assistencial e dos investimentos, sendo as sobras ou insuficiências administrativas alocadas ou revertidas ao Fundo Administrativo. O saldo do Fundo Administrativo é segregado por plano de benefício previdencial, não caracterizando obrigações ou direitos aos patrocinadores, participantes e assistidos dos planos. As receitas administrativas da Cargillprev são debitadas aos Planos Previdenciais em conformidade com o plano de custeio vigente. Os valores relativos à taxa de administração da Gestão Assistencial são apurados em valores equivalentes às despesas administrativas apuradas. Para a determinação do saldo do Fundo Administrativo de cada plano a Cargillprev utiliza o seguinte critério: Receitas: alocadas diretamente a cada plano que as originou, sendo utilizada a fonte de custeio previdencial; Despesas Específicas: alocadas diretamente ao plano que as originou; Despesas Comuns: utilização de critério de rateio que leva em consideração o valor apurado no instante em que foi elaborado o orçamento para o exercício; As fontes de custeio da Gestão Administrativa obedecem às determinações contidas no Regulamento do PGA, aprovado pelo Conselho Deliberativo da Cargillprev, e estão em conformidade com a Resolução CGPC nº 29, datada de 31 de agosto de e) Provisão de Crédito de Liquidação Duvidosa PCLD A provisão para perdas prováveis na realização dos ativos é constituída com base no valor vencido, conforme o número de dias de atraso, atendendo ao disposto no Item 11, Anexo A da Instrução SPC nº 34, de 24 de setembro de Na constituição da provisão referente aos direitos creditórios de liquidação duvidosa são adotados os seguintes percentuais sobre os valores dos créditos vencidos e vincendos: 25% (vinte e cinco por cento) para atrasos entre 61 (sessenta e um) e 120 (cento e vinte) dias; 50% (cinqüenta por cento) para atrasos entre 121 (cento e vinte e um) e 240 (duzentos e quarenta) dias; 75% (setenta e cinco por cento) para atrasos entre 241 (duzentos e quarenta e um) e 360(trezentos e sessenta) dias; e 100% (cem por cento) para atrasos superiores a 360 (trezentos e sessenta) dias. A constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa decorrentes de contribuições previdenciais em atraso deve incidir somente sobre o valor das parcelas vencidas. f) Realizável Gestão Previdencial O realizável previdencial é apurado em conformidade com o regime de competência, estando representado pelos valores e pelos direitos da Entidade, relativos às contribuições das patrocinadoras e dos participantes da gestão previdencial. Gestão Administrativa O realizável da gestão administrativa é apurado em conformidade com o regime de competência, estando representado pelos valores a receber decorrentes de operações de natureza administrativa. Fluxo dos Investimentos Nos termos da Resolução CGPC nº 4, de 30 de janeiro de 2002, e da Resolução CGPC nº. 22, de 25 de setembro de 2006, os títulos e valores mobiliários são classificados em duas categorias, de acordo com a intenção de negociação da Administração na data da aquisição. A classificação e a avaliação dos títulos e valores mobiliários estão assim definidas: Títulos para negociação - títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem frequentemente negociados. São contabilizados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos e ajustados pelo valor de mercado, com os ganhos e as perdas não realizadas reconhecidas na demonstração das mutações do ativo líquido. 13
15 Títulos mantidos até o vencimento - títulos e valores mobiliários com vencimentos superiores a 12 (doze) meses da data de aquisição, os quais a Entidade mantém interesse e capacidade financeira de manter até o vencimento, sendo classificados como de baixo risco por agência de risco do país, e que serão avaliados pela taxa de rendimentos intrínseca dos títulos, ajustados pelo valor de perdas permanentes, quando aplicável. Os investimentos em Fundos de Renda Fixa estão registrados pelo custo, acrescido dos rendimentos auferidos de forma pro rata até a data de encerramento do Balanço e deduzidos, quando aplicável, das provisões para perdas. As Rendas/Variações Positivas e Deduções/Variações Negativas da carteira são apropriadas em contas específicas diretamente vinculadas à modalidade de aplicação. As aplicações em fundos de Renda Variável estão demonstradas pelos valores de realização, considerando o valor das cotas na data-base das demonstrações contábeis. As aplicações em ações são contabilizadas pelo custo de aquisição, acrescido das despesas de corretagem e outras taxas incidentes, sendo avaliadas pelo valor de mercado, considerando-se a cotação de fechamento do mercado do último dia do mês em que a ação foi negociada em Bolsa de Valores, conforme passou a determinar a Resolução CGPC nº 25, de 30 de junho de Em caso de não haver negociação nos últimos seis meses, a avaliação é efetuada pelo valor patrimonial da ação, deduzidas as provisões para perdas, quando aplicável. As ações estão custodiadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), enquanto que os demais valores mobiliários encontram-se custodiados por meio de instituição financeira encarregada pela administração e gestão da carteira de investimentos. Os encargos financeiros dos empréstimos são corrigidos através do equivalente a 115% do CDI, ou outro índice que venha a substituí-lo, não podendo ser menor do que a meta gerencial estabelecida pela Diretoria de IGP-DI + 5 % a.a., com o propósito de não afetar a rentabilidade. As concessões de empréstimos estão suspensas. g) Ativo permanente O ativo permanente, está registrado ao custo de aquisição. A depreciação foi calculada linearmente pelo prazo estimado de vida útil dos bens, à alíquota de 10% a.a. h) Exigível Operacional São registrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridas, estando representados pelas obrigações decorrentes de direito a benefícios pelos participantes, salários dos empregados da Entidade, prestação de serviços por terceiros, investimentos, operações com participantes e obrigações fiscais. 4. Disponível Registra as disponibilidades existentes em caixa na carteira própria, e em contas correntes nos bancos, reconhecidas por seus valores em moeda nacional. 5. Realizável Gestão Previdencial Registra os valores a receber das patrocinadoras, dos participantes e autopatrocinados relativos às contribuições mensais. a) Contribuições do mês Referem-se aos valores de contribuições previdenciais mensais devidas pelos patrocinadores, participantes e autopatrocinados Patrocinadores Participantes b) Adiantamentos Refere-se a recursos relativos ao adiantamento da cisão das patrocinadoras Mosaic Fertilizantes, Fospar e Instituto Mosaic para o IFM, conforme mencionado na nota Adiantamentos c) Outros Realizáveis Refere-se a valores de contribuições assistenciais mensais devidas pelos patrocinadores e participantes, além de benefícios pagos a maior do plano Assistencial Patrocinador Participante Outros Recursos a Receber Realizável Gestão Administrativa Registra os valores a receber decorrentes de operações da Gestão Administrativa. a) Contribuições para custeio Refere-se a valores a receber relativos às contribuições para o custeio administrativo devidas pelos patrocinadores, previstas na avaliação atuarial Patrocinadores Autopatrocinados 30 - Participantes em BPD b) Outros Recursos a Receber Refere-se aos direitos a receber da Gestão Administrativa decorrentes de Prestadores de Serviços: Prestadores de Serviços
16 c) Despesas Antecipadas Refere-se aos direitos que o Plano de Gestão Administrativa, tem a receber dos planos de benefícios referente à segregação dos recursos da Gestão Administrativa, pois até o mês de dezembro de 2010 os recursos previdenciais e administrativos compartilhavam a mesma carteira Despesas Antecipadas d) Outros Realizáveis Refere-se basicamente a impostos a compensar, e contribuições para o custeio administrativo do plano assistencial pelos patrocinadores Créditos de Impostos a compensar / Depósitos Judiciais Contribuições para o Custeio Administrativo Assistencial Realizável Investimento Composição da Carteira Consolidada Investimentos Ações Companhias Abertas PETR4 (PN) VALE5 (PNA) Fundos de Investimento Referenciado Renda Fixa Ações Multimercado Empréstimos e Financiamentos Empréstimos Plano de Aposentadoria Cargillprev CNPB.: Investimentos Ações Companhias Abertas PETR4 (PN) VALE5 (PNA) Fundos de Investimento Renda Fixa Ações Multimercado Plano de Benefícios Seara CNPB.: Investimentos Fundos de Investimento Multimercado Empréstimos e Financiamentos Empréstimos Cargillprev Assistencial CNPB.: Investimentos Fundos de Investimento Multimercado Plano de Benefícios Cargillprev CNPB.: Investimentos Fundos de Investimento Ações 57 - Multimercado Plano de Gestão Administrativa Investimentos Fundos de Investimentos Referenciado Fundos Exclusivos Fundos exclusivos de renda fixa Cargillprev CD Previdenciário Multimercado Crédito Privado Fundo de Investimento Cargillprev BD Previdenciário Renda Fixa Fundo de Investimento Cargillprev CD II Previdenciário Multimercado Crédito Privado Fundo De Investimento Cargillprev BD II Previdenciário Renda Fixa Fundo De Investimento Exigível operacional Os compromissos do Exigível Operacional são assim demonstrados: Gestão Previdencial Benefícios a Pagar 5 4 Retenções a Recolher Recursos Antecipados ¹ Outras Exigibilidades Total
17 Gestão Administrativa Folha de Pagamento Prestadores de Serviços Retenções a Recolher Receitas Antecipadas Total Investimentos Empréstimos - 3 Total - 3 ¹ Refere-se a obrigações dos planos de benefícios por conta da segregação dos recursos da Gestão Administrativa, e obrigações do Plano de Aposentadoria para com os outros planos. 9. Critério de rateio das despesas administrativas As despesas administrativas específicas serão alocadas exclusiva e diretamente nos planos de benefícios que as originaram sem nenhuma forma de rateio. Os critérios de rateio/distribuição das despesas administrativas comuns estarão detalhados em termos qualitativos e quantitativos no planejamento anual orçamentário aprovado pelo Conselho Deliberativo. 10. Critério para constituição dos fundos previdenciais O Fundo Previdencial é constituído pelas contribuições das patrocinadoras, não pago aos participantes que se retiraram do fundo antes de estarem elegíveis a este benefício, acrescidos do resultado financeiro líquido dos investimentos. O Fundo Previdencial Assistencial corresponde aos valores de contribuições das patrocinadoras e dos participantes para o programa de assistência médica para os aposentados. Reduzidas dos benefícios assistenciais pagos aos participantes e acrescidos do resultado líquido dos investimentos distribuídos ao programa assistencial. Este Fundo Previdencial Assistencial refere-se a um benefício oferecido pela Cargillprev, independente do Programa Previdencial. Com ele, ao se aposentar, o participante terá uma poupança para pagamentos de eventos de saúde como plano de saúde, despesas com internações, tratamentos médicos, odontológicos etc. Neste Programa o participante também tem a possibilidade de contribuir para o cônjuge. Elegibilidade: Ao completar 40 anos, ou ao ingressar na empresa com mais de 40 anos, o funcionário se torna elegível a participar do Programa de assistência médica. A movimentação das provisões matemáticas durante o exercício de 2011 pode ser resumida como segue: Plano de Aposentadoria Cargillprev CNPB.: º janeiro Constituição/ 31 dezembro de 2011 Reversão de 2011 Patrimônio Social Patrimônio de Cobertura do Plano Provisões Matemáticas Benefícios Concedidos Contribuição Definida (5.051) Saldo de Contas dos Assistidos (5.051) Benef. Definido Estruturado em Regime de Capitalização Valor Atual dos Benef. Futuros Progr. - Assistidos Valor Atual dos Benef. Futuros Não Progr. - Assistidos Benefícios a Conceder Contribuição Definida Saldo de Contas - Parcela Patrocinadores Saldo de Contas - Parcela Participantes Benefício Definido Estruturado em Reg. de Capital. Progr Valor Atual dos Benef. Futuros Programados (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Patrocinadores (12.899) (13.409) (26.308) Benefício Definido Estrut. em Reg. de Capital. Não Progr Valor Atual dos Benef. Futuros Não Programados (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Patrocinadores (3.423) (5.330) (8.753) Equilíbrio Técnico (310) Resultados Realizados (310) Superávit Técnico Acumulado (310) Reserva de Contingência 816 (568) 248 Reserva Especial para Revisão do Plano Fundos Fundos Previdenciais Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar Revisão do Plano (2.909) - Fundos Administrativos Plano de Gestão Administrativa Patrimônio de cobertura do plano - Provisões Matemáticas As provisões matemáticas foram determinadas em bases atuariais, segundo cálculos efetuados pela Mercer Human Resource Consulting Ltda., contratada pela Cargillprev, e representam os compromissos acumulados no encerramento do exercício, oriundos de benefícios concedidos e a conceder a participantes, assistidos e seus beneficiários. 16
18 Plano de Benefícios Seara CNPB.: Cargillprev Assistencial CNPB.: º Transferência 30 janeiro de Geren- novembro de 2011 ciamento de 2011 Patrimônio Social (54.273) - Patrimônio de Cobertura do Plano (52.677) - Provisões Matemáticas (51.231) - Benefícios Concedidos (5.622) - Contribuição Definida (2.773) - Saldo de Contas dos Assistidos (2.773) - Benef. Definido Estruturado em Regime de Capitalização (2.849) - Valor Atual dos Benef. Futuros Progr. - Assistidos (2.246) - Valor Atual dos Benef. Futuros Não Progr. - Assistidos 603 (603) - Benefícios a Conceder (45.609) - Contribuição Definida (42.091) - Saldo de Contas - Parcela Patroc./Instituidores (25.010) - Saldo de Contas - Parcela Participantes (17.081) - Benefício Definido Estruturado em Reg. de Capital. Progr (3.173) - Valor Atual dos Benef. Futuros Programados (14.932) - (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Patrocinadores (11.759) (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Participantes Benefício Definido Estrut. em Reg. de Capital. Não Progr. 345 (345) - Valor Atual dos Benef. Futuros Não Programados (1.285) - (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Patrocinadores (940) (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Participantes Equilíbrio Técnico (1.446) - Resultados Realizados (1.446) - Superávit Técnico Acumulado (1.446) - Reserva de Contingência (1.446) - Fundos (1.596) - Fundos Previdenciais (1.562) - Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar (1.562) - Fundos Administrativos 34 (34) - Plano de Gestão Administrativa 34 (34) - Processo de transferência de gestão do Plano SEARA A patrocinadora Seara Alimentos S.A. solicitou a transferência de gestão do plano de benefícios Seara para o MultiPensions Bradesco - Fundo Multipatrocinado de Previdência Privada. Em 30 de novembro de 2011 transferiu seus ativos e obrigações ao fundo Multipatrocinado, encerrando assim suas atividades com a CargillPrev, conforme nota 1. 1º janeiro Constituição/ 31 dezembro de 2011 Reversão de 2011 Patrimônio Social Fundos Fundos Previdenciais Outros Previsto em Nota Técnica Atuarial Fundos Administrativos 702 (387) 315 Plano de Gestão Administrativa 702 (387) 315 Plano de Benefícios Cargillprev CNPB.: º janeiro Constituição/ 31 dezembro de 2011 Reversão de 2011 Patrimônio Social Patrimônio de Cobertura do Plano Provisões Matemáticas Benefícios a Conceder Contribuição Definida Saldo de Contas - Parcela Patrocinadores Saldo de Contas - Parcela Participantes Benefício Definido Estruturado em Reg. de Capital. Progr Valor Atual dos Benef. Futuros Programados (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Patrocinadores - (358) (358) Benefício Definido Estrut. em Reg. de Capital. Não Progr Valor Atual dos Benef. Futuros Não Programados (-) Valor Atual das Contrib. Futuras dos Patrocinadores - (146) (146) Equilíbrio Técnico Resultados Realizados Superávit Técnico Acumulado Reserva Especial para Revisão do Plano Fundos Fundos Previdenciais Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar Fundos Administrativos Plano de Gestão Administrativa Recolhimento de tributos Imposto de Renda A Lei nº , de 29 de dezembro de 2004, criou um novo regime de tributação, facultando aos participantes de planos de EFPC estruturados na modalidade de contribuição definida ou contribuição variável, optarem para que os valores que lhes sejam pagos a título de resgate ou benefícios de renda, sejam tributados no imposto de renda na fonte: i. por uma nova tabela regressiva, que varia entre 35% a 10%, dependendo do prazo de acumulação dos recursos do participante no plano de benefícios, ou ii. por permanecerem no regime tributário atual, que utiliza a tabela progressiva do imposto de renda na fonte para as pessoas físicas. Além disso, a Lei nº /04 revogou a MP nº de 4 de setembro de 2001, dispensando a partir de 1o. de janeiro de 2005 a retenção na fonte e o pagamento em separado do imposto de renda sobre os rendimentos e ganhos auferidos nas aplicações de recursos das entidades fechadas de previdência complementar. 17
19 PIS e COFINS Calculados pelas alíquotas de 0,65% e 4%, respectivamente sobre as receitas administrativas conforme Anexo III da Instrução Normativa nº 247, de 21 de novembro de 2002 (receita bruta excluída, entre outros, pelos rendimentos auferidos nas aplicações financeiras destinadas a pagamento de benefícios de aposentadoria, pensão, pecúlio e de resgate, limitados aos rendimentos das aplicações proporcionados pelos ativos garantidores das reservas técnicas e pela parcela das contribuições destinadas à constituição de reservas técnicas). 13. Fatos relevantes Resolução CNPC nº 08, de 31 de outubro de 2011 Esta Resolução, publicada no Diário Oficial da União em 16 de dezembro de 2011, dispõe sobre os procedimentos contábeis das entidades fechadas de previdência complementar e revoga a Resolução CGPC nº 28, de 26 de janeiro de 2009, e a Resolução CNPC nº 1, de 3 de março de Além disso, de acordo com a referida Resolução, fica a Superintendência Nacional de Previdência Complementar PREVIC autorizada a editar instruções complementares para a fiel execução do disposto nesta Resolução, inclusive estabelecer procedimentos contábeis específicos das EFPC, alterar, incluir e excluir rubricas da planificação contábil padrão, e disciplinar a forma, o meio e a periodicidade para envio das Demonstrações Contábeis. Instrução Normativa PREVIC n 5 de 08 de setembro de 2011 Em 9 de setembro de 2011 foi publicada no Diário Oficial da União, a Instrução MPS/PREVIC nº 5, de 8 de setembro de De acordo com esta Instrução foram incluídas contas contábeis na Planificação Contábil Padrão e alterada a forma de reconhecimento contábil das rendas e variações positivas provenientes de bonificações, dividendos e juros sobre o capital próprio. Esta Instrução também estabeleceu a transferência dos valores constantes nas rubricas de Depósitos Judiciais/ Recursais do Exigível Contingencial para as novas contas correspondentes incluídas no Ativo. Resolução CNPC nº 2, de 3 de março de 2011 Em 3 de março de 2011, o Conselho Nacional de Previdência Complementar, aprovou alterações na Resolução CGPC nº 23, de 6 de dezembro de As alterações referem-se aos procedimentos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar na divulgação de informações aos participantes e assistidos dos planos de benefícios de caráter previdenciário. A Resolução foi publicada no DOU em 16 de março de 2011 e entrou em vigor na data da publicação. 14. Eventos subsequentes Aquisição unidade de tomates da Unilever A patrocinadora principal, Cargill Agrícola, adquiriu uma unidade de negócios da empresa Unilever e por decisão de ambas estaremos promovendo a transferência de gestão do plano da UnileverPrev para a Cargillprev para adequar os participantes oriundos dessa transação societária. Portanto, no decorrer do exercício de 2012 será protocolado pedido de transferência de gerenciamento junto ao órgão regulador PREVIC. Diretor-Superintendente Contador responsável Marco Aurélio Rocha Macia Wagner Daniel Chicorski CPF Contador - CRC SP /0-2 CPF Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis Aos Administradores, Participantes e Patrocinadores da CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar ( Entidade ), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio social e do plano de gestão administrativa, bem como as demonstrações individuais por plano de benefício do ativo líquido, das mutações do ativo líquido, do plano de gestão administrativa e das obrigações atuariais do plano para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a entidades reguladas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas e da Entidade. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas e individuais por plano de benefício, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CargillPrev - Sociedade e Previdência Complementar e individual por plano de benefício em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado e por plano de benefício de suas operações para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC. 18
20 Outros assuntos O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) por meio da Resolução CNPC nº 8 em 31 de outubro de 2011, substituiu a demonstração das mutações do ativo líquido consolidada pela demonstração das mutações do patrimônio social, que alterou a forma de apresentação dos saldos de fundos administrativos e fundos de investimentos. São Paulo, 29 de março de 2012 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Zenko Nakassato Carlos Omar Abdo Contador Contador CRC 1SP160769/O-0 CRC 1SP205629/O-3 Parecer Atuarial Plano de Aposentadoria CargillPrev Grupo Cargill 1. Introdução Na qualidade de atuários responsáveis pela avaliação atuarial do Plano de Aposentadoria CargillPrev administrado pela CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar, apresentamos nosso parecer sobre a situação atuarial do citado Plano em 31 de dezembro de 2011 referente às Patrocinadoras da entidade relacionadas ao Grupo Cargill: Cargill Agrícola S.A. Cargill Agro Ltda. Armazéns Gerais Cargill Ltda. Carval Investors Consultoria Financeira Ltda. Fundação Cargill Black River Brasil Consultoria Financeira Ltda. Banco Cargill S.A. TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá Cargill Nutrição Animal Ltda. CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill Ltda. 2. Perfil dos Participantes A data base dos dados individuais relativos aos Participantes Ativos, Assistidos e Beneficiários utilizados no presente estudo foi 31/7/2011. Os dados individuais foram fornecidos pela CargillPrev à Mercer que, após a realização de testes apropriados e devidos acertos efetuados em conjunto com a entidade, considerou-os adequados para fins desta avaliação atuarial. A análise efetuada pela Mercer na base cadastral utilizada para a avaliação atuarial objetiva, única e exclusivamente, a identificação e correção de eventuais distorções na base de dados, não se inferindo dessa análise a garantia de que a totalidade das distorções foram detectadas e sanadas, permanecendo, em qualquer hipótese, com a CargillPrev a responsabilidade plena por eventuais imprecisões existentes na base cadastral. As principais características do grupo avaliado, na data base dos dados, estão resumidas nas tabelas a seguir: Participantes Ativos Salário Folha Anual Tempo Médio de de Salário Nº de Idade de Serviço Participação Participação Patrocinadora Participantes média médio (R$) (R$) (13x) Cargill Agrícola ,7 8, Armazéns Gerais Cargill 15 35,7 3, Fundação Cargill 6 37,9 7, Black River Brasil 1 39,8 15, Banco Cargill 9 35,4 6, CargillPrev 4 36,2 7, Cooperativa 4 32,6 5, Participantes Autopatrocinados Salário Folha Anual Tempo Médio de de Salário Nº de Idade de Serviço Participação Participação Patrocinadora Participantes média médio (R$) (R$) (13x) Cargill Agrícola ,5 14, Cargill Agro 10 50,7 13, Black River Brasil 2 39,7 11, Banco Cargill 1 29,0 2, TEAG 1 37,5 5, CargillPrev 1 30,6 7, Participantes em Benefício Proporcional Diferido Nº de Idade Saldo de Patrocinadora Participantes média Conta (R$) Cargill Agrícola , Cargill Agro 4 48,4 659 Black River Brasil 3 38, Banco Cargill 1 50, TEAG 1 48,1 299 Participantes Aposentados Nº de Idade Benefício Patrocinadora Participantes média Médio (R$) Cargill Agrícola 97 64, Fundação Cargill 2 68, Black River Brasil 1 56, Participantes Inválidos Nº de Idade Benefício Patrocinadora Participantes média Médio (R$) Cargill Agrícola 35 38,8 616 Participantes Pensionistas (Grupos familiares) Nº de Idade Benefício Patrocinadora Participantes média Médio (R$) Cargill Agrícola 14 66,7 3,131 Salientamos que para a definição do número de Beneficiários foi considerado o grupo familiar de cada ex-participante, de tal forma que viúva e filhos de um mesmo ex-participante correspondessem a um pensionista. Os valores monetários apresentados correspondem a valores nominais posicionados em 31/7/2011. Na avaliação atuarial esses valores foram projetados para 31/12/2011, refletindo o conceito de capacidade, quando aplicável. 19
21 As estatísticas das patrocinadoras Carval Investors Consultoria Financeira Ltda. e Cargill Nutrição Animal Ltda. não foram apresentadas em 31/12/2011, visto que tais patrocinadoras estão em processo de retirada. 3. Hipóteses e Métodos Atuariais Utilizados Uma avaliação atuarial é um estudo que tem por objetivo principal estimar, na data do cálculo, o custo a longo prazo de um determinado plano de benefícios, devendo incluir os valores esperados relativos tanto aos participantes já recebendo benefícios quanto àqueles que ainda completarão as condições exigidas para tal. Para esse fim, são feitas projeções de longo prazo, admitindo-se um conjunto de hipóteses atuariais que represente de forma realista as expectativas com relação à experiência futura do plano. Essas hipóteses incluem aquelas de caráter econômico (retorno de investimento, taxa de crescimento salarial, taxa de reajuste dos benefícios e níveis de benefícios do INSS) e também as de caráter biométrico (taxas de mortalidade, invalidez e rotatividade, idade de aposentadoria, estado civil e dependentes). A seguir descrevemos o conjunto das principais hipóteses atuariais e econômicas utilizadas na apuração das Provisões Matemáticas desta avaliação atuarial. AT-83 (1) (7) Taxa real anual de juros 6,0% a.a. (1) (2) Projeção de crescimento real de salário 3,0% a.a. Projeção de crescimento real do maior salário de benefício do INSS (1) 0,0% a.a. Projeção de crescimento real dos benefícios do plano (1) 0,0% a.a. Fator de capacidade para os salários 0,98 Fator de capacidade para os benefícios 0,98 Hipótese sobre rotatividade (3) Experiência Cargill (4) (8) Tábua de mortalidade geral Tábua de mortalidade de inválidos IAPB 57 Tábua de entrada em invalidez Mercer Disability (5) (6) Outras hipóteses biométricas utilizadas Mercer Retirement (1) O indexador utilizado é o IPCA do IBGE. (2) A hipótese adotada de crescimento salarial foi definida pelas Patrocinadoras levando em consideração a expectativa média de reajustes salariais futuros. (3) A rotatividade, pela Experiência Cargill, varia de acordo com a faixa salarial: Até 10 Salários Mínimos: 6,5% a.a. e acima de 10 Salários Mínimos: 5,0% a.a.. (4) Foi utilizada a tábua AT83, segregada por sexo. (5) A Mercer Retirement é uma tábua de probabilidade de entrada em aposentadoria: 10% na primeira elegibilidade à Aposentadoria Antecipada, 3% entre essa data e a data da Aposentadoria Normal e 100% na data de elegibilidade à Aposentadoria Normal. (6) Outras Hipóteses não Referidas Anteriormente: Percentual de casados: 95%; Diferença de idades entre homens e mulheres: 4 anos; Número de filhos dependentes: 2. (7) Na apuração das Provisões Matemáticas do Banco Cargill S.A. utilizou-se uma taxa real anual de juros de 5,0% a.a.. (8) Para a avaliação atuarial do Banco Cargill S.A. foi utilizada a tábua AT-2000, segregada por sexo. O método atuarial adotado para a avaliação dos benefícios estruturados na modalidade de Benefício Definido foi o Agregado. Já para o Auxílio-Doença, foi utilizado o método de Repartição Simples. Todos os demais benefícios, no conceito de Contribuição Definida, foram avaliados pelo método de Capitalização Individual. A hipótese de crescimento salarial real foi alterada de 1,5% a.a. para 3,0% a.a. com o objetivo de refletir mais fielmente a expectativa de concessão de aumentos salariais reais pela Patrocinadora. A hipótese de rotatividade foi alterada de Até 10 Salários Mínimos: 4,0% e Acima de 10 Salários Mínimos: 3,0%, para Até 10 Salários Mínimos: 6,5% e acima de 10 Salários Mínimos: 5,0%, com o objetivo de ajustar a expectativa de rotatividade ao comportamento observado na massa de participantes. A hipótese sobre a rotatividade utilizada na presente avaliação atuarial foi alterada, tendo sido adotada premissa fundamentada por meio de estudo específico realizado por atuário contratado pela Entidade, que tomou como base a população do Plano e também informações do mercado em geral. O detalhamento do estudo, conforme previsto no item 1.2 da Resolução CGPC nº 18/2006, encontra-se arquivado na CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar. A adoção desta nova hipótese de rotatividade impactou as projeções decorrentes da avaliação atuarial anual, reduzindo os valores relativos aos compromissos com os Benefícios a Conceder da parcela de Benefício Definido do Plano. Informamos que, excetuadas as alterações nas hipóteses atuariais mencionadas acima, não ocorreram alterações nas hipóteses atuariais e econômicas nem nos métodos atuariais utilizados na presente avaliação, com relação à avaliação atuarial realizada no exercício anterior. Esta avaliação atuarial foi elaborada com base em hipóteses e métodos atuariais geralmente aceitos, respeitando-se a legislação vigente, as características da massa de participantes e o Regulamento do Plano de Benefícios. Em nossa opinião, as hipóteses e métodos utilizados nesta avaliação atuarial são apropriados e atendem à Resolução CGPC nº 18/2006, que estabelece os parâmetros técnicoatuariais para estruturação de plano de benefícios de Entidades Fechadas de Previdência Complementar. 4. Posição das Provisões Matemáticas Certificamos que, de acordo com o Plano de Contas em vigor e com os totais dos Saldos de Contas individuais informados pela CargillPrev, a composição das Provisões Matemáticas em 31 de dezembro de 2011 está demonstrado no quadro a seguir. O Equilíbrio Técnico-Atuarial do Plano foi determinado com base nas Provisões Matemáticas certificadas e nos valores do Patrimônio Social e dos Fundos Previdenciais e Administrativos fornecidos pela CargillPrev posicionados em 31/12/
22 Cargill Cargill Armazéns Carval Fundação Black Agrícola Agro Gerais Investors Cargill River Conta Nome (R$) (R$) Cargill (R$) (R$) (R$) (R$) PATRIMÔNIO SOCIAL , , , , , , PATRIMÔNIO DE COBERTURA DO PLANO , , , , , PROVISÕES MATEMÁTICAS , , , , , BENEFÍCIOS CONCEDIDOS , , , Contribuição Definida , , Saldo de Conta dos Assistidos , , Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização , , , Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados - Assistidos , , , Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados - Assistidos , BENEFÍCIOS A CONCEDER , , , , , Contribuição Definida , , , , , Saldo de Contas - Parcela Patrocinador(es)/Instituidor(es) , , , , , Saldo de Contas - Parcela Participantes , , , , , Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Programado , , , , Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados , , , , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores , , , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado , , , , Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados , , , , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores , , , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (-) PROVISÕES MATEMÁTICAS A CONSTITUIR (-) Serviço Passado (-) Patrocinador(ES) (-) Participantes (-) Déficit Equacionado (-) Patrocinador(es) (-) Participantes (-) Assistidos (+/-) Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias (+/-) Patrocinador(es) (+/-) Participantes (+/-) Assistidos EQUILÍBRIO TÉCNICO , (93.026,12) RESULTADOS REALIZADOS , (93.026,12) Superávit Técnico Acumulado , Reserva de Contingência , Reserva Especial para Revisão de Plano , (-) Déficit Técnico Acumulado , RESULTADOS A REALIZAR FUNDOS , , , , , , FUNDOS PREVIDENCIAIS , ,81 338, , , , REVERSÃO DE SALDO POR EXIGÊNCIA REGULAMENTAR , ,81 338, , , , REVISÃO DE PLANO OUTROS - PREVISTO EM NOTA TÉCNICA ATUARIAL FUNDOS ADMINISTRATIVOS , , , , , FUNDOS DOS INVESTIMENTOS GESTÃO ASSISTENCIAL , ,54 21
23 Banco Cargill Cargill TEAG Nutrição CargillPrev Cooperativa Conta Nome (R$) (R$) Animal (R$) (R$) (R$) PATRIMÔNIO SOCIAL , , , , , PATRIMÔNIO DE COBERTURA DO PLANO , , , , PROVISÕES MATEMÁTICAS , , , , BENEFÍCIOS CONCEDIDOS Contribuição Definida Saldo de Conta dos Assistidos Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados - Assistidos Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados - Assistidos BENEFÍCIOS A CONCEDER , , , , Contribuição Definida , , , , Saldo de Contas - Parcela Patrocinador(es)/Instituidor(es) , , , , Saldo de Contas - Parcela Participantes , , , , Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Programado , , , , Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados , , , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado ,00 572, , , Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados ,00 572, , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores , , (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (-) PROVISÕES MATEMÁTICAS A CONSTITUIR (-) Serviço Passado (-) Patrocinador(ES) (-) Participantes (-) Déficit Equacionado (-) Patrocinador(es) (-) Participantes (-) Assistidos (+/-) Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias (+/-) Patrocinador(es) (+/-) Participantes (+/-) Assistidos EQUILÍBRIO TÉCNICO , , RESULTADOS REALIZADOS , , Superávit Técnico Acumulado , , Reserva de Contingência ,84 685, Reserva Especial para Revisão de Plano ,10 435, (-) Déficit Técnico Acumulado RESULTADOS A REALIZAR FUNDOS , , , , , FUNDOS PREVIDENCIAIS , , , REVERSÃO DE SALDO POR EXIGÊNCIA REGULAMENTAR , , , REVISÃO DE PLANO OUTROS - PREVISTO EM NOTA TÉCNICA ATUARIAL FUNDOS ADMINISTRATIVOS , , , , FUNDOS DOS INVESTIMENTOS GESTÃO ASSISTENCIAL ,64-22
24 Os valores das provisões matemáticas apresentados acima foram obtidos considerando-se o Regulamento do Plano de Benefícios CargillPrev vigente em 31 de dezembro de 2011, Plano este que se encontra em extinção. Observamos que a Mercer não efetuou qualquer análise sobre a qualidade dos ativos que compõem o Patrimônio Social do Plano de Benefícios ora avaliado, tendo se baseado na informação fornecida pela CargillPrev. Em relação à estruturação das Provisões observamos ainda o que se segue: a) No caso de aposentadoria concedida, as provisões referentes à reversão de aposentadoria normal em pensão por morte do aposentado válido foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros programados - assistidos) e as provisões referentes à reversão de aposentadoria por invalidez em pensão por morte do inválido foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros não programados - assistidos). b) A provisão da pensão por morte já concedida foi registrada na conta (valor atual dos benefícios futuros não programados - assistidos). c) As provisões referentes a futura reversão de aposentadoria normal em pensão por morte de futuro aposentado válido foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros programados). d) As provisões referentes a futura reversão da aposentadoria por invalidez em pensão por morte do futuro inválido calculada para participante ativo foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros não programados). e) As provisões referentes a pensão por morte de participante ativo foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros não programados). Para as patrocinadoras Cargill Agro Ltda., Banco Cargill S.A. e TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá, a Reserva de Contingência foi constituída conforme o disposto no parágrafo único do Artigo 7º na Resolução CGPC nº 26 de 29/09/2008. O excesso do Superávit sobre a Reserva de Contingência foi destinado à constituição da Reserva Especial para Revisão do Plano. O Patrimônio Social relativo às patrocinadoras Carval Investors Consultoria Financeira Ltda. e Cargill Nutrição Animal Ltda. estão alocados em Fundos Previdenciais - Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar, tendo em vista que tais patrocinadoras encontram-se em processo de retirada. Desta forma, não há constituição de Provisões Matemáticas em 31/12/2011. Considerando que o déficit apurado relativo à patrocinadora Fundação Cargill nesse exercício é conjuntural, e ainda que não havia sido verificado déficit no exercício anterior, que o seu valor é inferior a 10% do total das provisões matemáticas, e que o fluxo financeiro é suficiente para honrar os compromissos do exercício de 2012, o mesmo será mantido na contabilização de 31/12/2011. Na avaliação atuarial de 31/12/2012, caso seja verificada a manutenção da situação deficitária, será apresentado plano para o seu equacionamento. Esclarecemos que, de acordo com o item 6.6 do Regulamento do Plano de Aposentadoria CargillPrev, o Fundo Previdencial Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar foi constituído com as contribuições da Patrocinadora, às quais os Participantes não tiveram direito por terem se desligado da mesma antes de se tornarem elegíveis aos benefícios do Plano. Esse Fundo tem por finalidade maximizar a segurança dos benefícios previstos no Plano, podendo ser utilizado, pelas Patrocinadoras, para financiar as contribuições devidas no exercício de 2012, inclusive despesas administrativas, de acordo com regras estabelecidas pelo Conselho Deliberativo, conforme determinado no mesmo item do Regulamento do Plano de Aposentadoria CargillPrev. 5. Plano de Custeio para o Exercício de 2012 Custos O método de Capitalização Individual é adotado na apuração dos compromissos dos benefícios estruturados na forma de contribuição definida, onde os benefícios são obtidos a partir das contribuições efetuadas no período decorrido entre a data de ingresso do participante no plano e a data da sua aposentadoria. O valor total acumulado, capitalizado à taxa de juros correspondente ao rendimento dos recursos, resultará no montante final a ser convertido em benefício. Com relação ao método atuarial Agregado, adotado para a apuração dos compromissos na modalidade de Benefício Definido deste plano, prevê o redimensionamento periódico do plano de custeio, de forma que o valor presente das contribuições futuras corresponda à diferença entre os compromissos atuariais e os recursos garantidores. Para o método atuarial Repartição Simples, utilizado na avaliação do benefício de Auxílio-Doença, os recursos a serem disponibilizados para o pagamento dos benefícios provêm de contribuições realizadas no exato valor dos benefícios imediatamente devidos. Seguem abaixo os custos do Plano: Cargill Agrícola S.A. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0, ,48 Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 7, ,52 Benefícios de Risco 0, ,61 Administração 1, ,029,65 Total 10, ,26 Cargill Agro Ltda. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0,00 - Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 0,00 - Benefícios de Risco 0,00 - Administração 5, ,07 Total 5, ,07 Armazéns Gerais Cargill Ltda. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0, ,83 Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 4, ,11 Benefícios de Risco 0,10 349,60 Administração 0,07 244,72 Total 4, ,25 23
25 Fundação Cargill Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill Ltda. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 3, ,62 Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 12, ,28 Benefícios de Risco 1, ,18 Administração 2, ,33 Total 20, ,40 Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0, ,24 Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 3, ,31 Benefícios de Risco 0,36 676,17 Administração 0,08 150,26 Total 5, ,98 Black River Brasil Consultoria Financeira Ltda. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0, ,46 Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 0,13 676,88 Benefícios de Risco 0, ,43 Administração 2, ,80 Total 3, ,58 Banco Cargill S.A. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0,00 - Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 15, ,32 Benefícios de Risco 0,00 - Administração 1, ,58 Total 16, ,90 TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá Os custos das patrocinadoras Carval Investors Consultoria Financeira Ltda. e Cargill Nutrição Animal Ltda. não foram apresentados em 31/12/2011, visto que tais patrocinadoras estão em processo de retirada. Contribuições Certificamos que, de acordo com a legislação vigente, as Patrocinadoras e os participantes deverão efetuar contribuições para o Plano de Aposentadoria CargillPrev com base nos seguintes níveis: Patrocinadora As Patrocinadoras deverão efetuar contribuições de acordo com o item 7.2 do Regulamento do Plano: Contribuição Normal Contribuição em % Contribuição da folha salarial dos anual em R$ participantes ativos de 31/12/2011 Cargill Agrícola 5, ,91 Armazéns Gerais Cargill 2, ,98 Fundação Cargill 14, ,94 Black River Brasil 1, ,90 Banco Cargill 7, ,06 CargillPrev 9, ,45 Cooperativa 3, ,07 Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 0,00 - Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 3, ,04 Benefícios de Risco 0,00 - Administração 3, ,86 Total 6, ,90 CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadoria (Parcela Benefício Definido e Credito Especial) 2, ,39 Aposentadoria Parcela Contribuição Definida 12, ,01 Benefícios de Risco 0, ,56 Administração 0, ,31 Total 16, ,27 A Cargill Agro Ltda., o Banco Cargill S.A. e a TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá não tem contribuições para 2012, pois a parcela de risco está integralizada. Contribuição para Cobertura das Despesas Administrativas Contribuição em % Contribuição da folha salarial dos anual em R$ participantes ativos de 31/12/2011 Cargill Agrícola 1, ,65 Cargill Agro 5, ,07 Armazéns Gerais Cargill 0,07 244,72 Fundação Cargill 2, ,33 Black River Brasil 2, ,80 Banco Cargill 1, ,58 TEAG 3, ,86 CargillPrev 0, ,31 Cooperativa 0,08 150,26 As contribuições das patrocinadoras Carval Investors Consultoria Financeira Ltda. e Cargill Nutrição Animal Ltda. não foram apresentadas em 31/12/2011, visto que tais patrocinadoras estão em processo de retirada. 24
26 Participantes Ativos Os Participantes ativos deverão efetuar contribuições de acordo com o item 7.1 do Regulamento do Plano, equivalente às seguintes taxas médias estimadas: Contribuição Básica Contribuição em % Contribuição da folha salarial dos anual em R$ participantes ativos de 31/12/2011 Cargill Agrícola 3, ,80 Armazéns Gerais Cargill 2, ,56 Fundação Cargill 6, ,14 Black River Brasil 0,13 676,88 Banco Cargill 7, ,26 TEAG 3, ,04 CargillPrev 6, ,50 Cooperativa 1, ,66 Participantes Autopatrocinados Certificamos que os Participantes Autopatrocinados deverão efetuar contribuições para a parcela de benefício definido do Plano, nos mesmos níveis da Patrocinadora. As contribuições para custeio da parcela de contribuição definida do Plano são opcionais e deverão ser efetuadas conforme previsto no Regulamento do Plano. Aos participantes autopatrocinados será facultado o recolhimento da contribuição destinada ao Crédito Especial, nos mesmos níveis da Patrocinadora. Participantes em Benefício Proporcional Diferido Certificamos que os Participantes que optarem pelo instituto do benefício proporcional diferido deverão efetuar contribuições para custeio das despesas administrativas, conforme item do Regulamento do Plano. O plano de custeio apresentado neste Parecer passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de Conclusão Com relação às patrocinadoras Cargill Agro Ltda., Banco Cargill S.A. e TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá, o Plano está superavitário. O valor do excesso do Patrimônio do Plano sobre o valor das Provisões Matemáticas foi utilizado para constituição da Reserva de Contingência, a qual foi registrada com base no limite de 25% do total das Provisões Matemáticas dos Benefícios Definidos. O valor do superávit excedente à Reserva de Contingência foi contabilizado na Reserva Especial para Revisão de Plano. A Reserva Especial para Revisão do Plano não será utilizada neste exercício. Considerando a patrocinadora Fundação Cargill o plano está deficitário em 31/12/2011. No entanto, o equacionamento deste déficit poderá aguardar até o resultado da avaliação atuarial de encerramento do próximo exercício, dado que se trata de déficit conjuntural, inferior a 10% das Provisões Matemáticas e que o fluxo financeiro estimado para o próximo exercício é suficiente para honrar os compromissos estimados. Certificamos que, excetuadas as conjunturas mencionadas acima, o Plano de Aposentadoria CargillPrev administrado pela CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar está equilibrado, dependendo apenas do pagamento das contribuições previstas no Plano de Custeio para manter este equilíbrio. São Paulo, 20 de março de 2012 Mercer Human Resource Consulting Ltda. Pedro Martinelli Vieira MIBA nº Silvio Lopes da Silva Junior MIBA nº Plano de Benefícios CargillPrev Grupo Cargill 1. Introdução Na qualidade de atuários responsáveis pela avaliação atuarial do Plano de Benefícios CargillPrev administrado pela CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar, apresentamos nosso parecer sobre a situação atuarial do citado Plano em 31 de dezembro de 2011 referente às Patrocinadoras da entidade relacionadas ao Grupo Cargill: Cargill Agrícola S.A. Armazéns Gerais Cargill Ltda. Fundação Cargill Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill Ltda. 2. Perfil dos Participantes A data base dos dados individuais relativos aos Participantes Ativos utilizados no presente estudo foi 31/7/2011. Os dados individuais foram fornecidos pela CargillPrev à Mercer que, após a realização de testes apropriados e devidos acertos efetuados em conjunto com a entidade, considerou-os adequados para fins desta avaliação atuarial. A análise efetuada pela Mercer na base cadastral utilizada para a avaliação atuarial objetiva, única e exclusivamente, a identificação e correção de eventuais distorções na base de dados, não se inferindo dessa análise a garantia de que a totalidade das distorções foram detectadas e sanadas, permanecendo, em qualquer hipótese, com a CargillPrev a responsabilidade plena por eventuais imprecisões existentes na base cadastral. As principais características do grupo avaliado, na data base dos dados, estão resumidas na tabela a seguir: Participantes Ativos Tempo Salário Folha Anual Nº de Idade de Serviço Médio de de Salário de Patrocinadora Participantes média médio Participação Participação (R$) (R$) (13x) Cargill Agrícola S.A ,3 0, Armazéns Gerais Cargill Ltda. 1 17,6 0, Fundação Cargill 1 23,4 1, Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill 1 25,8 0, Os valores monetários apresentados correspondem a valores nominais posicionados em 31/7/2011. Na avaliação atuarial esses valores foram projetados para 31/12/2011, refletindo o conceito de capacidade, quando aplicável. 3. Hipóteses e Métodos Atuariais Utilizados Uma avaliação atuarial é um estudo que tem por objetivo principal estimar, na data do cálculo, o custo a longo prazo de um determinado plano de benefícios, devendo incluir os valores esperados relativos tanto aos participantes já recebendo benefícios quanto àqueles que ainda completarão as condições exigidas para tal. Para esse fim, são feitas projeções de longo prazo, admitindo-se um conjunto de hipóteses atuariais que represente de forma realista as expectativas com relação à experiência futura do plano. Essas hipóteses incluem aquelas de caráter econômico (retorno de investimento, taxa de crescimento salarial e taxa de reajuste dos benefícios) e também as de caráter biométrico (taxas de mortalidade, invalidez e rotatividade, idade de aposentadoria, estado civil e dependentes). A seguir descrevemos o conjunto das principais hipóteses atuariais e econômicas utilizadas na apuração das Provisões Matemáticas desta avaliação atuarial. 25
27 Taxa real anual de juros (1) 6,0% a.a. (1) (2) Projeção de crescimento real de salário 3,0% a.a. Projeção de crescimento real do maior salário de benefício do INSS (1) 0,0% a.a. Projeção de crescimento real dos benefícios do plano (1) 0,0% a.a. Fator de capacidade para os salários 1,0 Fator de capacidade para os benefícios 1,0 Hipótese sobre rotatividade (3) Experiência Cargill Tábua de mortalidade geral (4) AT-83 Tábua de mortalidade de inválidos Não aplicável Tábua de entrada em invalidez Mercer Disability (5) (6) Outras hipóteses biométricas utilizadas Mercer Retirement (1) O indexador utilizado é o INPC do IBGE. (2) A hipótese adotada de crescimento salarial foi definida pelas Patrocinadoras levando em consideração a expectativa média de reajustes salariais futuros. (3) A rotatividade, pela Experiência Cargill, varia de acordo com a faixa salarial: Até 10 Salários Mínimos: 6,5% a.a. e acima de 10 Salários Mínimos: 5,0% a.a.. (4) Foi utilizada a tábua AT83, segregada por sexo. (5) A Mercer Retirement é uma tábua de probabilidade de entrada em aposentadoria: 10% na primeira elegibilidade à Aposentadoria Antecipada, 3% entre essa data e a data da Aposentadoria Normal e 100% na data de elegibilidade à Aposentadoria Normal. (6) Outras Hipóteses não Referidas Anteriormente: Percentual de casados: 95%; Diferença de idades entre homens e mulheres: 4 anos; Número de filhos dependentes: 2. O método atuarial adotado para a avaliação do benefício mínimo foi o Agregado. Já para o Auxílio-Doença, foi utilizado o método de Repartição Simples. Todos os demais benefícios, no conceito de Contribuição Definida, foram avaliados pelo método de Capitalização Individual. A hipótese de crescimento salarial real foi alterada de 1,5% a.a. para 3,0% a.a. com o objetivo de refletir mais fielmente a expectativa de concessão de aumentos salariais reais pela Patrocinadora. A hipótese de rotatividade foi alterada de Até 10 Salários Mínimos: 4,0% e Acima de 10 Salários Mínimos: 3,0%, para Até 10 Salários Mínimos: 6,5% e acima de 10 Salários Mínimos: 5,0%, com o objetivo de ajustar a expectativa de rotatividade ao comportamento observado na massa de participantes. A hipótese sobre a rotatividade utilizada na presente avaliação atuarial foi alterada, tendo sido adotada premissa fundamentada por meio de estudo específico realizado por atuário contratado pela Entidade, que tomou como base a população do Plano e também informações do mercado em geral. O detalhamento do estudo, conforme previsto no item 1.2 da Resolução CGPC nº 18/2006, encontra-se arquivado na CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar. A adoção desta nova hipótese de rotatividade impactou as projeções decorrentes da avaliação atuarial anual, reduzindo os valores relativos aos compromissos com os Benefícios a Conceder da parcela de Benefício Definido do Plano. Informamos que, excetuadas as alterações nas hipóteses atuariais mencionadas acima, não ocorreram alterações nas hipóteses atuariais e econômicas nem nos métodos atuariais utilizados na presente avaliação, com relação à avaliação atuarial realizada no exercício anterior. Esta avaliação atuarial foi elaborada com base em hipóteses e métodos atuariais geralmente aceitos, respeitando-se a legislação vigente, as características da massa de participantes e o Regulamento do Plano de Benefícios. Em nossa opinião, as hipóteses e métodos utilizados nesta avaliação atuarial são apropriados e atendem à Resolução CGPC nº 18/2006, que estabelece os parâmetros técnicoatuariais para estruturação de plano de benefícios de Entidades Fechadas de Previdência Complementar. 4. Posição das Provisões Matemáticas Certificamos que, de acordo com o Plano de Contas em vigor e com os totais dos Saldos de Contas individuais informados pela CargillPrev, a composição das Provisões Matemáticas em 31 de dezembro de 2011 está demonstrado no quadro a seguir. O Equilíbrio Técnico-Atuarial do Plano foi determinado com base nas Provisões Matemáticas certificadas e nos valores do Patrimônio Social e dos Fundos Previdenciais e Administrativos fornecidos pela CargillPrev posicionados em 31/12/2011. Cooperativa Cargill Armazéns Fundação Crédito Mútuo Agrícola Gerais Cargill dos Funcionários Conta Nome (R$) Cargill (R$) (R$) da Cargill (R$) PATRIMÔNIO SOCIAL ,18 619, ,94 41, PATRIMÔNIO DE COBERTURA DO PLANO ,72 287,49 22,48 26, PROVISÕES MATEMÁTICAS ,72 58,00 22,48 26, BENEFÍCIOS CONCEDIDOS Contribuição Definida Saldo de Conta dos Assistidos Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados - Assistidos Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados - Assistidos BENEFÍCIOS A CONCEDER ,72 58,00 22,48 26, Contribuição Definida , Saldo de Contas - Parcela Patrocinador(es)/Instituidor(es) , Saldo de Contas - Parcela Participantes , Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Programado ,43 35,00 14,40 18, Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados ,00 35,00 269,00 212, (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores ,57-254,60 193, (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado ,20 23,00 8,08 8,41 26
28 Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados ,00 23,00 151,00 96, (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores ,80-142,92 87, (-) Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (-) PROVISÕES MATEMÁTICAS A CONSTITUIR (-) Serviço Passado (-) Patrocinador(ES) (-) Participantes (-) Déficit Equacionado (-) Patrocinador(es) (-) Participantes (-) Assistidos (+/-) Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias (+/-) Patrocinador(es) (+/-) Participantes (+/-) Assistidos EQUILÍBRIO TÉCNICO - 229, RESULTADOS REALIZADOS - 229, Superávit Técnico Acumulado - 229, Reserva de Contingência - 14, Reserva Especial para Revisão de Plano - 214, (-) Déficit Técnico Acumulado RESULTADOS A REALIZAR FUNDOS ,46 332, ,46 14, FUNDOS PREVIDENCIAIS , REVERSÃO DE SALDO POR EXIGÊNCIA REGULAMENTAR , REVISÃO DE PLANO OUTROS - PREVISTO EM NOTA TÉCNICA ATUARIAL FUNDOS ADMINISTRATIVOS ,23 332, ,46 14, FUNDOS DOS INVESTIMENTOS Os valores das provisões matemáticas apresentados acima foram obtidos considerando-se o Regulamento do Plano de Benefícios CargillPrev vigente em 31 de dezembro de 2011, Plano este que se encontra em manutenção. Observamos que a Mercer não efetuou qualquer análise sobre a qualidade dos ativos que compõem o Patrimônio Social do Plano de Benefícios ora avaliado, tendo se baseado na informação fornecida pela CargillPrev. Em relação à estruturação das Provisões observamos ainda o que se segue: a) As provisões referentes a futura reversão de aposentadoria em pensão por morte de aposentado válido foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros programados). b) As provisões referentes a futura reversão da aposentadoria por incapacidade em pensão por morte calculada para participantes ativos foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros não programados). c) As provisões referentes a pensão por morte de participante ativo foram registradas na conta (valor atual dos benefícios futuros não programados). Na Armazéns Gerais Cargill, a Reserva de Contingência foi constituída conforme o disposto no parágrafo único do Artigo 7º na Resolução CGPC nº 26 de 29/09/2008. O excesso do Superávit sobre a Reserva de Contingência foi destinado à constituição da Reserva Especial para Revisão do Plano. Esclarecemos que, de acordo com o item 6.6 do Regulamento do Plano de Benefícios CargillPrev, o Fundo Previdencial Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar foi constituído com as contribuições da Patrocinadora, às quais os Participantes não tiveram direito por terem se desligado da mesma antes de se tornarem elegíveis aos benefícios do Plano. Esse Fundo tem por finalidade maximizar a segurança dos benefícios previstos no Plano, podendo ser utilizado, pelas Patrocinadoras, para financiar as contribuições devidas no exercício de 2012, inclusive despesas administrativas, de acordo com regras estabelecidas pelo Conselho Deliberativo, conforme determinado no mesmo item do Regulamento do Plano de Benefícios CargillPrev. 5. Plano de Custeio para o Exercício de 2012 Custos O método de Capitalização Individual adotado na apuração dos compromissos de Aposentadoria é utilizado na avaliação dos benefícios estruturados na forma de contribuição definida, onde os benefícios são obtidos a partir das contribuições efetuadas no período decorrido entre a data de ingresso do participante no plano e a data da sua aposentadoria. O valor total acumulado, capitalizado à taxa de juros correspondente ao rendimento dos recursos, resultará no montante final a ser convertido em benefício. Com relação ao método atuarial Agregado, adotado para a apuração dos compromissos de Benefício Mínimo deste plano, prevê o redimensionamento periódico do plano de custeio, de forma que o valor presente das contribuições futuras corresponda à diferença entre os compromissos atuariais e os recursos garantidores. 27
29 Para o método atuarial Repartição Simples, utilizado na avaliação do benefício de Auxílio-Doença, os recursos a serem disponibilizados para o pagamento dos benefícios provêm de contribuições realizadas no exato valor dos benefícios imediatamente devidos. Seguem abaixo os custos do Plano: Cargill Agrícola S.A. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadorias 5, ,00 Benefício Mínimo 0, ,44 Administração 0,00 - Total 5, ,44 Armazéns Gerais Cargill Ltda. Não há custos previstos para o exercício 2012 Fundação Cargill Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadorias 0,00 - Benefício Mínimo 0,12 36,89 Administração 0,00 - Total 0,12 36,89 Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill Ltda. Custo em % da Custo folha de salário anual em R$ de participação de 31/12/2011 Aposentadorias 0,00 - Benefício Mínimo 0,14 27,30 Administração 0,00 - Total 0,14 27,30 Os valores monetários apresentados correspondem a valores nominais estimados em 31/12/2011. Ressaltamos que durante o ano de 2012, os valores de contribuição em Reais poderão apresentar variações em função de aumento ou redução da folha de participação. Contribuições Certificamos que, de acordo com a legislação vigente, a Patrocinadora e os participantes deverão efetuar contribuições para o Plano de Benefícios CargillPrev com base nos seguintes níveis: Patrocinadora As Patrocinadoras deverão efetuar contribuições de acordo com o item 7.2 do Regulamento do Plano, além das seguintes contribuições: Contribuição Normal Contribuição em % Contribuição da folha salarial dos anual em R$ participantes ativos de 31/12/2011 Cargill Agrícola S.A. 3, ,44 Armazéns Gerais Cargill Ltda. 0,00 - Fundação Cargill 0,12 36,89 Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill Ltda. 0,14 27,30 Contribuição para Cobertura das Despesas Administrativas Com relação ao custeio administrativo, salientamos que o valor acumulado no fundo administrativo em 31/12/2011, no valor total de R$ ,96 para todas as patrocinadoras do Grupo Cargill, é suficiente para fazer frente à previsão orçamentária indicada pela CargillPrev para o exercício 2012 (R$ ,00). Assim, por decisão da Diretoria, este fundo administrativo será utilizado para a cobertura das despesas administrativas no exercício de Participantes Ativos Os Participantes ativos deverão efetuar contribuições de acordo com o item 7.1 do Regulamento do Plano, equivalente às seguintes taxas médias estimadas: Contribuição Básica Contribuição em % Contribuição da folha salarial dos anual em R$ participantes ativos de 31/12/2011 Cargill Agrícola S.A. 2, ,00 Armazéns Gerais Cargill Ltda. 0,00 - Fundação Cargill 0,00 - Cooperativa Crédito Mútuo dos Funcionários da Cargill Ltda. 0,00 - O plano de custeio apresentado neste Parecer passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de Conclusão Certificamos que o Plano de Benefícios CargillPrev administrado pela CargillPrev - Sociedade de Previdência Complementar está equilibrado, dependendo apenas do pagamento das contribuições previstas no Plano de Custeio para manter este equilíbrio. São Paulo, 20 de março de 2012 Mercer Human Resource Consulting Ltda. Pedro Martinelli Vieira MIBA nº Silvio Lopes da Silva Junior MIBA nº
30 Relatório de Resumo do Demonstrativo de Investimentos Plano de Aposentadoria CARGILLPREV Mês de Referência: 12/2011 Entidade: 206-CARGILLPREV Plano de Benefícios: PLANO DE APOSENTADORIA CARGILLPREV Data de Geração: 02/03/ :16:48 Consolidação Contábil Valor em R$ Total Demonstrativo de Investimentos: ,20 Total Recursos do Plano (Fonte: balancete): ,67 Diferença: 0,53 Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Carteira Própria - Total ,10 Depósitos: ,88 Títulos Públicos: - Títulos Privados: - Ações: ,00 Operações Compromissadas: - Participações em SPE: - Derivativos Opções: - Derivativos Termos: - Derivativos Futuros: - Derivativos Swaps: - Empréstimos/Financiamentos: - Carteira Imobiliária: - Valores a Pagar/Receber: -80,78 Exigível Contingencial/Investimentos: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Fundos (1º Nível ) - Total , / , / , / , / , / ,95 Observações 1) Os recursos dos planos administrados pela EFPC são formados pelos ativos disponíveis e de investimentos, deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, não computados os valores referentes a dívidas contratadas com os patrocinadores (Resolução CMN 3792/2009, art. 3º): Disponível Investimentos Exigível Operacional Investimentos Exigível Contingencial Investimentos 2) O valor das cotas dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento usado na consolidação contábil é: a) O valor informado no arquivo de posição do próprio fundo; ou b) O valor informado na tela "Cota de Fundos" nos casos de dispensa de envio do arquivo ( 4º do art. 10º da Instrução PREVIC nº 02, de 18/05/2010). 3) A metodologia de cálculo de conciliação dos ativos é aquela adotada pelo Layout do Arquivo de Posição de Fundos e Carteiras definido pela ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Plano de Benefícios Seara Mês de Referência: 12/2011 Entidade: 206-CARGILLPREV Plano de Benefícios: PLANO DE BENEFÍCIOS SEARA Data de Geração: 02/03/ :23:18 Consolidação Contábil Valor em R$ Total Demonstrativo de Investimentos: - Total Recursos do Plano (Fonte: balancete): - Diferença: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Carteira Própria - Total - Depósitos: - Títulos Públicos: - Títulos Privados: - Ações: - Operações Compromissadas: - Participações em SPE: - Derivativos Opções: - Derivativos Termos: - Derivativos Futuros: - Derivativos Swaps: - Empréstimos/Financiamentos: - Carteira Imobiliária: - Valores a Pagar/Receber: - Exigível Contingencial/Investimentos: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Fundos (1º Nível ) - Total - Observações 1) Os recursos dos planos administrados pela EFPC são formados pelos ativos disponíveis e de investimentos, deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, não computados os valores referentes a dívidas contratadas com os patrocinadores (Resolução CMN 3792/2009, art. 3º): Disponível Investimentos Exigível Operacional Investimentos Exigível Contingencial Investimentos 2) O valor das cotas dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento usado na consolidação contábil é: a) O valor informado no arquivo de posição do próprio fundo; ou b) O valor informado na tela "Cota de Fundos" nos casos de dispensa de envio do arquivo ( 4º do art. 10º da Instrução PREVIC nº 02, de 18/05/2010). 3) A metodologia de cálculo de conciliação dos ativos é aquela adotada pelo Layout do Arquivo de Posição de Fundos e Carteiras definido pela ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. 29
31 CargillPrev - Assistencial Mês de Referência: 12/2011 Entidade: 206-CARGILLPREV Plano de Benefícios: CARGILLPREV - ASSISTENCIAL Data de Geração: 02/03/ :21:24 Consolidação Contábil Valor em R$ Total Demonstrativo de Investimentos: ,88 Total Recursos do Plano (Fonte: balancete): ,88 Diferença: 1,09 Plano de Benefícios CARGILLPREV Mês de Referência: 12/2011 Entidade: 206-CARGILLPREV Plano de Benefícios: REGULAMENTO DO PLANO DE BENEFÍCIOS CARGILLPREV Data de Geração: 02/03/ :20:48 Consolidação Contábil Valor em R$ Total Demonstrativo de Investimentos: ,02 Total Recursos do Plano (Fonte: balancete): ,02 Diferença: 0,01 Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Carteira Própria - Total 9.226,31 Depósitos: 9.226,31 Títulos Públicos: - Títulos Privados: - Ações: - Operações Compromissadas: - Participações em SPE: - Derivativos Opções: - Derivativos Termos: - Derivativos Futuros: - Derivativos Swaps: - Empréstimos/Financiamentos: - Carteira Imobiliária: - Valores a Pagar/Receber: - Exigível Contingencial/Investimentos: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Carteira Própria - Total 2.234,46 Depósitos: 2.237,15 Títulos Públicos: - Títulos Privados: - Ações: - Operações Compromissadas: - Participações em SPE: - Derivativos Opções: - Derivativos Termos: - Derivativos Futuros: - Derivativos Swaps: - Empréstimos/Financiamentos: - Carteira Imobiliária: - Valores a Pagar/Receber: -2,69 Exigível Contingencial/Investimentos: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Fundos (1º Nível ) - Total , / ,57 Observações 1) Os recursos dos planos administrados pela EFPC são formados pelos ativos disponíveis e de investimentos, deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, não computados os valores referentes a dívidas contratadas com os patrocinadores (Resolução CMN 3792/2009, art. 3º): Disponível Investimentos Exigível Operacional Investimentos Exigível Contingencial Investimentos 2) O valor das cotas dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento usado na consolidação contábil é: a) O valor informado no arquivo de posição do próprio fundo; ou b) O valor informado na tela "Cota de Fundos" nos casos de dispensa de envio do arquivo ( 4º do art. 10º da Instrução PREVIC nº 02, de 18/05/2010). 3) A metodologia de cálculo de conciliação dos ativos é aquela adotada pelo Layout do Arquivo de Posição de Fundos e Carteiras definido pela ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Fundos (1º Nível ) - Total , / , / ,19 Observações 1) Os recursos dos planos administrados pela EFPC são formados pelos ativos disponíveis e de investimentos, deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, não computados os valores referentes a dívidas contratadas com os patrocinadores (Resolução CMN 3792/2009, art. 3º): Disponível Investimentos Exigível Operacional Investimentos Exigível Contingencial Investimentos 2) O valor das cotas dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento usado na consolidação contábil é: a) O valor informado no arquivo de posição do próprio fundo; ou b) O valor informado na tela "Cota de Fundos" nos casos de dispensa de envio do arquivo ( 4º do art. 10º da Instrução PREVIC nº 02, de 18/05/2010). 3) A metodologia de cálculo de conciliação dos ativos é aquela adotada pelo Layout do Arquivo de Posição de Fundos e Carteiras definido pela ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. 30
32 Plano de Gestão Administrativa Mês de Referência: 12/2011 Entidade: 206-CARGILLPREV Plano de Gestão Administrativa Data de Geração: 02/03/ :19:54 Consolidação Contábil Valor em R$ Total Demonstrativo de Investimentos: ,04 Total Recursos do Plano (Fonte: balancete): ,04 Diferença: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Carteira Própria - Total 4.308,68 Depósitos: 4.308,68 Títulos Públicos: - Títulos Privados: - Ações: - Operações Compromissadas: - Participações em SPE: - Derivativos Opções: - Derivativos Termos: - Derivativos Futuros: - Derivativos Swaps: - Empréstimos/Financiamentos: - Carteira Imobiliária: - Valores a Pagar/Receber: - Exigível Contingencial/Investimentos: - Demonstrativo de Investimentos Valor em R$ Fundos (1º Nível ) - Total , / ,35 Observações 1) Os recursos dos planos administrados pela EFPC são formados pelos ativos disponíveis e de investimentos, deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, não computados os valores referentes a dívidas contratadas com os patrocinadores (Resolução CMN 3792/2009, art. 3º): Disponível Investimentos Exigível Operacional Investimentos Exigível Contingencial Investimentos 2) O valor das cotas dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento usado na consolidação contábil é: a) O valor informado no arquivo de posição do próprio fundo; ou b) O valor informado na tela "Cota de Fundos" nos casos de dispensa de envio do arquivo ( 4º do art. 10º da Instrução PREVIC nº 02, de 18/05/2010). 3) A metodologia de cálculo de conciliação dos ativos é aquela adotada pelo Layout do Arquivo de Posição de Fundos e Carteiras definido pela ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Política de Investimento 1. Objetivos da Política de Investimento O presente documento tem como objetivo prover uma descrição da filosofia e das práticas de investimento da CargillPrev. Essa Política de Investimentos, foi elaborada e desenvolvida pela Diretoria Executiva e o Comitê de Investimentos e aprovada pelo Conselho Deliberativo para servir como um plano para a gestão dos ativos confiados à CargillPrev para investimento. A principal motivação para a elaboração deste documento é o fato da CargillPrev considerar crucial a adoção de um plano de longo prazo que proveja diretrizes de preservação e melhoria destes ativos por meio de um processo de investimento prudente. A CargillPrev adotou esta Política de Investimento como um plano de longo prazo para assegurar: O claro entendimento por parte dos gestores, empregados da CargillPrev, participantes, beneficiários, provedores externos de serviços e órgão reguladores quanto aos objetivos e restrições relativas ao investimento dos ativos da Entidade. A existência de um instrumento de planejamento que obrigue a CargillPrev a identificar e definir claramente suas necessidades e seus requisitos por meio de objetivos de retorno, tolerâncias a risco e restrições de investimento. A aplicação de recursos da Entidade objetiva, dentre outros fatores, a maximização da rentabilidade dos seus ativos na busca de constituir reservas suficientes para pagamento do seu passivo atuarial, considerando os fatores de risco, segurança, solvência e liquidez. A existência de critérios objetivos e racionais para a avaliação de classes de ativos, de gestores e de estratégias de investimentos empregados no processo de investimento da Entidade. O estabelecimento de diretrizes aos gestores para que eles conduzam o processo de investimento em conformidade com os objetivos e restrições de investimento. Independência ao processo de investimento com relação a um gestor específico, isto é, qualquer gestor que venha a conduzir o processo de investimento tem diretrizes bem definidas que devem ser seguidas na construção e no gerenciamento das carteiras. 2. Governança e Procedimentos Internos de Controle da Cargillprev Esse capítulo aborda a aplicação do conceito de governança dentro da Entidade. Analisa-se, de forma sucinta, a normatização interna de diversos procedimentos da CargillPrev. 2.1 Requisitos dos Dirigentes da Entidade São conhecidos os atributos exigidos dos administradores das EFPC, tais como formação de nível superior, comprovada experiência no exercício de atividade na(s) área(s) financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, atuarial, de auditoria, e a inexistência de condenação criminal transitada em julgado ou penalidade administrativa por infração da legislação previdenciária ou na qualidade de servidor público. Não obstante, tais atributos ressaltam, por força da própria legislação e da natureza jurídica de tais entidades, padrões de conduta dos seus administradores. Sob este prisma, os dirigentes da CargillPrev devem ter: Atuação administrativa e de supervisão voltada para o equilíbrio econômico-financeiro e atuarial dos planos de benefícios e da Entidade, em compatibilização com os princípios de segurança, liquidez e solvência e proteção aos seus participantes. 31
33 Atuação administrativa nos negócios da Entidade e em seus planos de benefícios, segundo elevados padrões de conduta ética, zêlo e diligência, indispensáveis a esta gestão. Atuação administrativa em observância à legislação aplicável e às normas estatutárias e regulamentares. Exercício do dever de apuração das responsabilidades relativas às infrações eventualmente verificadas no âmbito da EFPC. Utilização de cautelas, estudos e postulados técnicos necessários aos processos decisórios, aplicáveis à gestão dos planos de benefícios. Exercício da lealdade com os interesses da Entidade e dos seus participantes. Exercício de eficaz comunicação e prestação de informações aos participantes e patrocinadores, relativas aos planos de benefícios e gestão dos recursos da Entidade, observando-se o saudável princípio da transparência na gestão. Buscar constante profissionalização e atualização técnica e profissional. Neste contexto, a Entidade será administrada e fiscalizada por meio de estrutura organizacional composta pelos seguintes órgãos: I -Conselho Deliberativo. II - Diretoria-Executiva. III - Conselho Fiscal. IV - Comitê de Investimentos. Conselho Deliberativo O Conselho Deliberativo da CargillPrev é composto por 5 (cinco) membros, sendo 3 (três) indicados pelas Patrocinadoras e 2 (dois) eleitos pelos Participantes, sendo um deles o Presidente. O mandato dos membros do Conselho Deliberativo é fixado em três anos, podendo haver recondução. As reuniões do Conselho Deliberativo ocorrem ordinariamente, uma vez por ano e extraordinariamente, quando convocado pelo Presidente, pela maioria de seus integrantes ou por qualquer uma das Patrocinadoras. Além do controle, deliberação e orientação administrativa da Entidade, compete ao Conselho Deliberativo, deliberar sobre as seguintes matérias: Nomeação e exoneração dos membros da Diretoria- Executiva, e, quando for o caso, fixação de sua remuneração; Aprovação dos cálculos atuariais e dos planos de custeio dos planos administrados pela Entidade; Aceitação de doações, com ou sem encargos; Definição da política de investimentos; Aquisição e alienação de bens imóveis vinculados aos planos administrados pela Entidade, Constituição de ônus ou direitos reais sobre os mesmos e imobilização de recursos da Entidade; Demonstrações contábeis, após a apreciação dos auditores independentes; Admissão ou retirada de Patrocinadoras, sujeita à homologação pela Patrocinadora Principal e aprovação da autoridade competente, observada a legislação vigente; Reforma do Estatuto, sujeita à homologação pelas Patrocinadoras e aprovação da autoridade competente; Aprovação e alteração dos Regulamentos dos planos administrados pela Entidade, sujeita à homologação pelas respectivas Patrocinadoras e aprovação da autoridade competente; Extinção da Entidade ou de um de seus planos de benefícios e destinação do patrimônio correspondente, obedecidos aos preceitos legais e regulamentares pertinentes, sujeita à homologação pelas Patrocinadoras e aprovação da autoridade competente; Recursos interpostos de decisões da Diretoria-Executiva; Determinação de inspeções, auditorias ou tomadas de contas, sendo-lhe facultado confiá-las a peritos estranhos à Entidade; Diretoria Executiva A Diretoria Executiva da CargillPrev é composta por 6 (seis) membros, sendo o Diretor Superintendente, Diretor Administrativo, Diretor de Benefícios, Diretor de Controladoria, Diretor Jurídico e Diretor de Planejamento, todos nomeados pelo Conselho Deliberativo. O mandato dos membros da Diretoria Executiva é fixado em três anos, podendo haver recondução. Além da prática de todos os atos normais da administração, no limite de sua competência, cabe à Diretoria Executiva cumprir e fazer executar as diretrizes fundamentais e as normas gerais baixadas pelo Conselho Deliberativo, bem como atender às suas convocações. Compete, privativamente, ao Diretor Superintendente: Dirigir, coordenar e controlar as atividades da Entidade; Convocar e presidir as reuniões da Diretoria-Executiva; Apresentar à Diretoria-Executiva programas de trabalho e medidas necessárias à defesa dos interesses da Entidade; Praticar, "ad referendum" da Diretoria-Executiva, atos de competência desta, cuja urgência recomende atuação imediata. Conselho Fiscal O Conselho Fiscal da CargillPrev é composto por 3 (três) membros, sendo 2 (dois) indicados pelas Patrocinadoras e 1 (um) eleito pelos Participantes, sendo um Presidente e os demais Conselheiros.O mandato dos membros do Conselho Fiscal é fixado em três anos, podendo haver recondução. O Conselho Fiscal é responsável pela fiscalização da Entidade, cabendo-lhe, zelar pela gestão econômicofinanceira desta. Compete ao Conselho Fiscal, entre outras atividades: Examinar as demonstrações financeiras, os livros e os documentos da Entidade, bem como as contas e os demais aspectos econômico-financeiros; Apresentar ao Conselho Deliberativo parecer sobre os negócios e operações do exercício, tomando por base os exames procedidos; Acusar as irregularidades eventualmente verificadas, sugerindo medidas saneadoras. Comitê de Investimentos A CargillPrev implementou o Comitê de Investimentos, em setembro de 2007, para operacionalizar decisões colegiadas sobre a estrutura de investimentos e sobre outros assuntos relacionados. A composição do Comitê de Investimentos é definida em regulamento. São atividades do Comitê de Investimentos: Assessorar a Diretoria Executiva na tomada de decisões de micro-alocação; Acompanhar permanentemente o desempenho dos investimentos; 32
34 Propor revisão de estratégias de investimentos, quando julgar necessário. Acompanhar e avaliar a execução das políticas estabelecidas; dentre outras. 2.2 Consultores Externos de Investimentos Atribuições As atribuições do consultor externo são: Trabalhar com a Diretoria, orientando a condução do processo de investimento. Executar reuniões regulares com a Diretoria, para apresentar uma perspectiva independente acerca das questões que se apresentam à Entidade. Analisar criticamente a alocação dos ativos e a performance dos investimentos em conjunto com os funcionários da Entidade, fazendo recomendações à Diretoria conforme apropriado. Auxiliar na preparação de relatórios de performance de investimentos e de avaliação de todos os gestores de investimento. Processo de Seleção Os consultores externos de investimentos são selecionados através de parâmetros de qualificação, tais como: tradição, capacitação técnica, atividades com foco no Investidor Institucional, representatividade da carteira de clientes, manutenção da base de clientes, qualidade e manutenção do quadro de profissionais, ausência de real ou potencial conflito de interesses entre os serviços, clientes e procedimentos da consultoria de investimentos e os interesses da Entidade. 2.3 Gestores Externos de Investimentos Atribuições Os gestores externos de investimentos devem: Realizar a gestão dos ativos da Entidade, conforme a legislação em vigor, e as restrições e diretrizes contidas no regulamento dos fundos/carteiras e em qualquer outro documento suplementar que a CargillPrev vier a prover, com exceção do controle dos limites que incluem investimentos das Patrocinadoras. Aplicar os recursos ou parte dos recursos da CargillPrev em fundos de investimentos somente se os ativos integrantes das carteiras dos mesmos forem permitidos pela legislação em vigor e pelas restrições e diretrizes contidas no regulamento dos fundos/carteiras e em qualquer outro documento suplementar que a CargillPrev vier a prover. Garantir a precificação dos valores de todos os títulos e valores mobiliários integrantes dos fundos de investimentos nos quais são aplicados recursos da Entidade a preços de mercado. Os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira da Entidade ou fundos de investimentos exclusivos, que estiverem classificados na categoria títulos mantidos até o vencimento devem ser precificados pela taxa ou curva do papel. Determinar a alocação de recursos no curto prazo e a seleção de títulos e valores mobiliários de acordo com seus mandatos de investimentos. Preparar e apresentar um documento sobre o uso de derivativos, que esteja em acordo com as determinações do regulamento dos fundos/carteiras. Reunir-se com a Entidade, no mínimo semestralmente, para apresentar suas análises da performance dos investimentos e para descrever suas estratégias de investimentos presente e futuras de acordo com seus mandatos de investimentos. As reuniões com os gestores externos de investimentos podem ocorrer em qualquer forma e tempo, conforme agenda determinada pela Entidade, em comum acordo com os gestores. Fornecer para a Entidade relatórios mensais sobre a posição patrimonial administrada, segmentada em classes de ativos e taxas de retornos obtidas. Prontamente notificar a Entidade caso, em algum momento, exista um investimento ou grupo de investimentos que esteja em desacordo com o regulamento dos fundos/carteiras ou disposições legais. Investir em fundos de investimento, criados e mantidos conforme a legislação em vigor aplicável a fundos de investimentos, que possuam Política de Investimentos e Estatutos que não conflitem com regulamento dos fundos/carteiras. Identificar aspectos do regulamento dos fundos/carteiras tangíveis às funções do gestor e passíveis de revisão, em virtude de novas estratégias de investimentos ou mudanças no mercado de capitais, caso o gestor os julgue pertinentes. Explicar as características de outras classes de ativos a serem consideradas e como essas classes poderiam apoiar na determinação dos objetivos da Entidade, obtenção de retornos ou redução de riscos. Informar prontamente a Entidade, caso haja a existência de algum elemento no regulamento dos fundos/carteiras que inviabilize a obtenção dos objetivos da Entidade. Informar à Entidade todo e quaisquer custos envolvidos na gestão dos recursos, tais como: taxa de administração, taxa de performance, taxa de fiscalização da CVM, auditoria, corretagem, publicação, dentre outras. Informar à Entidade sua política de corretagem, incluindo retenção de Soft Dollar, ou seja, a retenção/ repasse de quaisquer descontos nas taxas básicas de corretagem, obtidas pelo Gerenciador dos Ativos. Responsabilizar-se por uma administração ética, transparente e objetiva. Administrar os recursos da Entidade, respeitando todos os limites e disposições legais como se fosse o único gestor de recursos da Entidade, com exceção dos limites que incluem investimentos das Patrocinadoras. Assumir toda responsabilidade, incluindo o ressarcimento de multas ou perdas, provenientes do descumprimento de suas responsabilidades. Processo de Seleção Os gestores externos de investimentos são selecionados através de parâmetros de qualificação, tais como: tradição, solidez, capacitação técnica ao atendimento dos objetivos da Entidade, representatividade da carteira de clientes, manutenção da base de clientes, qualidade e manutenção do quadro de profissionais envolvidos na gestão dos recursos, entre outros. Para auxiliar a Entidade na contratação de gestores externos de investimentos, a Entidade pode contratar consultoria especializada. 33
35 Em todos os casos, o processo de seleção deve necessariamente envolver critérios tecnicamente fundamentados, de natureza quantitativa e qualitativa. Este processo parte de uma análise dos gestores de destaque no contexto geral do mercado, dentro de cada categoria específica de gestão, e abrange os processos internos de controle e tomada de decisão. Além da seleção de gestores, a Entidade adotará os procedimentos abaixo descritos para acompanhamento do desempenho dos gestores escolhidos. As avaliações de desempenho dos gestores fornecerão indicações quanto à continuação ou ao término da gestão terceirizada. Análise de performance e avaliação quantitativa A performance dos gestores externos de investimentos é avaliada em relação aos benchmarks determinados para cada segmento e carteira total. A análise das rentabilidades, no momento do investimento, está associada à capacidade dos gestores externos de investimentos na obtenção de added values (líquidos de taxas) e assunção de riscos iguais ou inferiores àqueles apresentados pelas comparações. A avaliação dos gestores externos de investimento será feita de maneira contínua, e os mesmos serão informados caso sua performance esteja aquém dos benchmarks e premissas consideradas. Caso o gestor falhe em proporcionar a rentabilidade exigida, a Diretoria Executiva poderá providenciar a substituição do mesmo. Avaliação qualitativa O gestores externos de investimentos são avaliados, no mínimo, anualmente, sobre os seguintes critérios qualitativos: Aderência aos Mandatos definidos neste Documento e em outros aplicáveis. Consistência das atividades efetuadas pelos gestores externos de investimentos na gestão dos investimentos, segundo o estilo e filosofia contratados. Qualidade da comunicação dos gestores externos de investimentos com a Entidade. Competitividade das taxas de administração. Caso o gestor não apresente condições para suprir estes critérios, a Diretoria Executiva poderá providenciar a substituição do mesmo. Quaisquer gestores que sejam envolvidos em eventos associados a imagem pública negativa, principalmente com repercussão na mídia, serão desconsiderados como prestadores de serviços da Cargillprev. 2.4 FIDCS, Investimentos Estruturados e Fundos de Crédito Fundos de Investimento em Direito Creditório (FIDCS) e Fundos de Capital Garantido Processo de Seleção Os FIDCs serão considerados à luz do prêmio que oferecem em relação ao nível de risco a que expõem o investidor. A relação risco-retorno deve ser considerada satisfatória. Este critério não será adotado em operações de hedge e de capital garantido. É importante atentar que os critérios de seleção dos gestores e dos fundos de investimento em direitos creditórios devem ser cuidadosamente analisados, entre eles: Características das classes de cotas que dividem os FIDCs e suas respectivas séries; Metodologia utilizada para avaliação de ativos; Prazo de carência e prazo de duração do Fundo; Política de Investimento do Fundo; Forma de divulgação das informações relacionadas ao Fundos; Garantias praticadas; Fluxo de Caixa esperado, quando houver; Principais instituições participantes do FIDC: cedente, originador, administrador, gestor, custodiante, agente cobrador e agência de rating. Tais itens podem ser encontrados nos Regulamentos dos Fundos em questão. Dentro do ponto Política de Investimento é possível encontrar a natureza e os critérios de elegibilidade dos direitos creditórios, a diversificação da carteira, a administração de riscos financeiros e a política de investimentos em mercados derivativos. A CargillPrev poderá adquirir, durante a vigência desta Política de Investimento, cotas de FIDCs, respeitados os limites estabelecidos na legislação vigente, definidos pela Resolução CMN no de 24 de setembro de Deve-se ressaltar que trimestralmente as agências classificadoras de risco, emitem revisões para os ratings dos FIDCs. Pode-se eventualmente haver uma situação em que uma revisão rebaixe o rating do FIDC, e por conta disto o FIDC seja destinado para a categoria de médio/alto risco de crédito. Assim, a CargillPrev utiliza para a avaliação de FIDCs, a tabela de agências classificadoras de risco de crédito, apresentada na seção de risco de crédito do presente documento, para designar o que define como sendo de baixo risco de crédito. Adicionalmente, será efetuado monitoramento do risco de cada FIDC onde a Cargillprev tenha aplicações, e se procurará intervir junto ao administrador do fundo caso se perceba degradação na qualidade do crédito. Investimentos Estruturados Processo de Seleção O total de recursos destinados para estes investimentos será determinado pelo processo de macroalocação e respeitará os limites estabelecidos pela legislação aplicável as EFPCs, em especial o Artigo 37 e incisos da Resolução CMN A Fundação somente poderá adquirir cotas desses fundos que atenderem, cumulativamente, as seguintes condições: As taxas de administração e de performance deverão estar compatíveis com as mesmas praticadas pelo mercado. Os serviços de gestão, administração e custódia desses fundos serão prestados por pessoas jurídicas autorizadas pela CVM. A carteira do fundo somente poderá comprar títulos emitidos por sociedades que atendam as exigências previstas na legislação aplicável as EFPCs. Caso o gestor/administrador não garanta a política de investimento do fundo, poderá ocorrer a substituição do gestor/administrador, sendo vedada a participação na respectiva deliberação de qualquer pessoa, física ou jurídica, sob a qual o gestor/administrador possa ter influência, por relação de parentesco, trabalho, prestação de serviços ou patrocínio, direito ou indireto. A prorrogação da vida do fundo somente poderá ser decidida por Assembléia de Cotistas. Os eventuais títulos de renda fixa que compuserem a carteira do fundo deverão ter como emissores o Banco Central do Brasil ou o Tesouro Nacional ou instituições com baixo risco de crédito privado. O gestor do fundo deverá possuir equipe com experiência e a capacidade técnica nesta categoria de fundos de investimento. A CargillPrev deverá necessariamente analisar outros fundos geridos pelo proponente, verificando seus históricos de rentabilidade e sua aderência a Política de Investimentos do referido fundo. 34
36 Fundos de Crédito Processo de Seleção O fundo de crédito é uma modalidade dos fundos de Renda Fixa que adota em sua Política de Investimentos a aplicação de seus recursos em títulos de emissão de instituições não financeiras, tais como, debêntures, certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e outros. Portanto, trata-se de fundo que aplica seus recursos majoritariamente em títulos privados, buscando auferir performance superior a taxa de juros da economia ou de parâmetro de referência estabelecido pela CargillPrev. Diferentemente dos títulos públicos, os títulos privados estão expostos ao risco de crédito. Neste contexto, no processo de seleção dos fundos de crédito alguns critérios relevantes devem ser atentados: A CargillPrev deverá pré-selecionar, primeiramente, os fundos de crédito dos gestores que atendem as regulamentações aplicáveis às EFPCs. O retorno absoluto dos fundos de crédito, neste caso, não é tão relevante no processo de seleção, pois os fundos de crédito pré-selecionados podem possuir mandatos totalmente distintos (em CDI, em INPC ou outro indicador). Pré-selecionados tais fundos, deve-se analisar as carteiras abertas dos mesmos, observando, no mínimo: A natureza dos créditos privados; É importante observar a pulverização dos emissores, pois desta forma o risco de contraparte é mitigado; A qualidade do crédito da contraparte; A alocação em títulos públicos utilizada pelo fundo; A alocação em Caixa utilizada pelo fundo. Processo de Avaliação A CargillPrev entende que a gestão do fundo de crédito deve ser ativa e sua avaliação será efetuada em relação ao seu benchmark. 2.5 Corretoras Processo de Seleção Considerando a terceirização da gestão de recursos, a Entidade não participa da escolha das corretoras. A escolha das corretoras é realizada pelos gestores externos de investimentos da Entidade sendo que, conforme estabelecido nesta Política de Investimentos, os gestores externos de investimentos tem que informar à Entidade a sua política de corretagem, incluindo a retenção/repasse de quaisquer descontos nas taxas básicas de corretagem obtidas pelo Gerenciador de Ativos. Portanto, quando a CargillPrev optar pela compra direta de títulos atrelados ao seu passivo, a mesma poderá adotar as corretoras dos seus gestores externos de investimento. Quaisquer corretoras que sejam envolvidas em eventos associados a imagem pública negativa, principalmente com repercussão na mídia, serão descredenciadas como prestadoras de serviços da Cargillprev. 2.6 Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado Quando da execução das estratégias de investimento, vários agentes estarão envolvidos no processo decisório. Por essa razão, o papel de cada um deles deverá ser devidamente identificado para assegurar: (1) eficiência operacional; (2) clareza nas linhas de comunicação e; (3) clareza nas definições de responsabilidades e atribuições. Desta forma, o Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado deverá: Cumprir e fazer cumprir os princípios, limites e disposições desta Política de Investimentos. Acompanhar e monitorar o desempenho das carteiras e investimentos da Entidade. Gerenciar os riscos, inerentes ao mercado financeiro, das aplicações dos recursos da Entidade. Evitar condições de conflito de interesses entre a Entidade e a Patrocinadora. Zelar pela promoção de padrões éticos na condução das operações relativas às aplicações dos recursos da Entidade. Conforme disposições legais vigentes, responder administrativa, civil e criminalmente pela gestão, alocação, supervisão e acompanhamento dos investimentos da Entidade, bem como pela prestação de informações relativas às aplicações desses recursos, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos Diretores da Entidade e respectivos gestores externos de investimentos e custodiante. Propor alterações na presente Política de Investimentos sempre que ela ferir disposições legais vigentes ou impossibilitar a obtenção dos desejados padrões técnicos e éticos. Deste modo, o Sr. Alvaro José Camassarí de Gonzaga, Diretor Administrativo, é nomeado o Administrador Estatutário Técnicamente Qualifado da CargillPrev. A tabela abaixo apresenta algumas informações cadastrais do Administrador Responsável. Administrador Estatutário Tecnicamente Responsável da CargillPrev AETQ : Alvaro José Camassarí de Gonzaga Cargo: Diretor Administrativo Telefone para Contato.: (11) Administrador Responsável pelo Plano de Benefícios (ARPB) Segundo Anexo da CGPC nº. 18, de 28 de março de 2006, a CargillPrev deve nomear, dentre os membros de sua Diretoria Executiva, o Administrador Responsável pelo Plano de Benefícios (ARPB), que divide com o patrocinador e com os membros estatutários, a responsabilidade pela adoção e aplicação das hipóteses biométricas, demográficas, econômicas e financeiras. Desse modo, o Sr. Marco Aurélio Rocha Macia, Diretor de Recursos Humanos, foi nomeado Administrador Responsável pelo Plano de Benefícios. Administrador Responsável pelo Plano de Benefícios da CargillPrev ARPB : Marco Aurélio Rocha Macia Cargo: Diretor de Recursos Humanos Telefone para Contato.: (11) Alocação de Recursos 3.1 Introdução Os primeiros modelos de macro-alocação de ativos surgiram na década de 1970 e foram desenvolvidos para gerenciar o risco em termos de fluxos de caixa e seus descasamentos. Posteriormente os modelos passaram a considerar também outras características desses fluxos, principalmente os riscos de taxa de juros e indexadores. A decisão de macro-alocação (alocação de longo prazo) é uma das decisões mais importantes no processo de gestão dos investimentos de uma EFPC. 35
37 Estudos indicam que entre 85% e 95% do retorno de um portfólio podem ser atribuídos à decisão de alocação de longo prazo, isto é, à escolha das classes de ativos elegíveis e as proporções de recursos a serem destinadas a estas classes. Embora gestores com talento para selecionar ações ou títulos específicos possam adicionar valor à carteira, a principal fonte de retorno do investimento é a macro-alocação. Estudos empíricos demonstram que apenas uma pequena fração do retorno dos investimentos pode ser atribuída à capacidade dos gestores de adicionarem valor ao portfólio, sobretudo pela habilidade de comprar ou vender ativos financeiros no momento certo (market timing). O estudo dos ativos e passivos de uma EFPC deve ser a base para determinar a sua macro-alocação. O impacto das perturbações financeiras e econômicas nas carteiras dos Planos de Benefícios, não apenas no longo prazo como também no curto prazo, decorrerão da implementação dessas recomendações. Aspectos legais também devem ser observados nos processos de macro-alocação de uma entidade. A Resolução CMN no 3.792, de 24 de setembro de 2.009, que estabelece as diretrizes pertinentes à aplicação dos recursos das EFPCs, traz informações detalhadas acerca dos instrumentos permitidos para cada segmento de aplicação e respectivos limites aceitáveis. 3.2 Cenários Econômicos A análise setorial dos investimentos para o segmento de renda fixa e variável é feita pelos gestores da CargillPrev. O cenário adotado pela CargillPrev foi elaborado pela consultoria PPS Portfolio Performance, com base no cenário Focus TOP FIVE de que apresentou as seguintes expectativas de mercado: Taxas Anuais Focus Top 5 TX CAMBIAL SELIC IGP-M INPC IPCA 2011 R$ % 5.64% 5.49% 5.62% 2012 R$ % 5.00% 4.80% 5.50% 2013 R$ % 5.00% 4.70% 5.35% 2014 R$ % 5.00% 4.50% 5.25% 2015 R$ % 5.00% 4.50% 5.25% * O INPC foi retirado do cenário FOCUS na mesma data, ao passo que tal indicador não é divulgado co cenário Focus TOP FIVE. A principal característica desta política é o seu horizonte de longo prazo, compatível com o prazo de investimento de um plano de aposentadoria. Por isso, baseia-se principalmente numa estimativa de retornos reais e volatilidades de longo prazo para os benchmarks de cada segmento de aplicação. Isso significa que no curto prazo a CargillPrev pode não ter a melhor rentabilidade dentre os investimentos disponíveis no mercado, mas no longo prazo a CargillPrev está otimizando suas aplicações. A CargillPrev, na execução e acompanhamento da política de investimentos, pode se utilizar dos cenários de curto prazo para fazer suas micro-alocações e para escolher a participação de cada segmento dentro dos limites aprovados. 4. Plano Cargillprev I O Plano de Aposentadoria CargillPrev I, é estruturado na modalidade contribuição variável, de acordo com a Resolução CGPC nº 16 de 22/11/2005. A CargillPrev, buscando satisfazer as necessidades dos diferentes perfis de seus participantes, implementou a modalidade Multiportifólio, onde na alocação em Renda Variável o participante optará por faixas de alocação em Renda Variável, conforme disposto abaixo: 100% Renda Fixa; 90% Renda Fixa + 10% Renda Variável; 80% Renda Fixa + 20% Renda Variável; 65% Renda Fixa + 35% Renda Variável, 4.1 Sobre o Cadastro Nacional de Planos de Benefícios (CNPB) De acordo com a legislação em vigor, cada plano de benefícios possui independência patrimonial em relação aos demais, bem como identidade própria quanto aos aspectos regulamentares, cadastrais, atuariais, contábeis e de investimentos. Os recursos de um plano não respondem por obrigações de outro plano operado pela mesma EFPC. Só é admitida a solidariedade entre os planos de benefícios se estiver expressamente prevista no convênio de adesão. O Plano de Aposentadoria da CargillPrev I está cadastrado no CNPB com o número Alocação Ótima Plano Cargillprev I. Alocação Limite Limite Segmento de Aplicação Objetivo (%) Inferior (%) Superior (%) RENDA FIXA 88,00 80,00 100,00 Baixo Risco 90,00 80,00 100,00 Médio e Alto Risco 0,00 0,00 10,00 RENDA VARIÁVEL 10,00 0,00 20,00 Ações em Mercado 10,00 0,00 20,00 Participações 0,00 0,00 0,00 INV. NO EXTERIOR 0,00 0,00 0,00 INV. ESTRUTURADOS 0,00 0,00 0,00 IMÓVEIS 0,00 0,00 8,00 EMPRÉSTIMOS 0,00 0,00 0,00 A CargillPrev efetuou um estudo de ALM (gerenciamento do ativo e do passivo atuarial), com a finalidade de encontrar a alocação ótima de seus recursos entre as principais macro-classes de ativos disponíveis no mercado brasileiro. Apresentamos a seguir, a alocação do Plano CargillPrev I segmentada por tipo de benefício/contribuição: Alocação Parte BD Alocação Limite Limite Segmento de Aplicação Objetivo (%) Inferior (%) Superior (%) RENDA FIXA 88,00 80,00 100,00 Baixo Risco 88,00 80,00 100,00 Médio e Alto Risco 0,00 0,00 10,00 RENDA VARIÁVEL 12,00 0,00 20,00 (*) Ações em Mercado 12,00 0,00 20,00 Participações 0,00 0,00 0,00 INV. NO EXTERIOR 0,00 0,00 0,00 INV. ESTRUTURADOS 0,00 0,00 0,00 IMÓVEIS 0,00 0,00 15,00 (**) EMPRÉSTIMOS 0,00 0,00 0,00 36
38 (*) A faixa de alocação proposta limita a exposição a um máximo de 20%, e a um mínimo de 0%. Isto permite que a CargillPrev utilize uma postura mais ativa quanto aos investimentos em Renda Variável, possibilitando alocações táticas mais flexíveis, sem que venha a por em risco seus objetivos de longo prazo. (**) O limite superior de 15% da Parcela BD, representa, aproximadamente 8% do Plano CargillPrev, percentual máximo permitido pela Resolução 3.792, de 24 de setembro de Plano de Contribuição Definida A tabela a seguir apresenta a alocação estratégica da CargillPrev para os próximos 5 anos. Além disso, também se pode observar os limites de realocação permitidos pela Entidade. Ressaltamos que, conforme as oportunidades de mercado, a Entidade pode realocar os seus recursos de acordo com os limites estabelecidos. Alocação Parte CD Alocação Limite Limite Segmento de Aplicação Objetivo (%) Inferior (%) Superior (%) RENDA FIXA 90,00 80,00 100,00 Baixo Risco 90,00 80,00 100,00 Médio e Alto Risco 0,00 0,00 10,00 RENDA VARIÁVEL 10,00 0,00 20,00 Ações em Mercado 10,00 0,00 20,00 Participações 0,00 0,00 0,00 INV. NO EXTERIOR 0,00 0,00 0,00 INV. ESTRUTURADOS 0,00 0,00 0,00 IMÓVEIS 0,00 0,00 0,00 EMPRÉSTIMOS 0,00 0,00 0,00 A alocação da parcela CD é orientada pela escolha dos participantes da CargillPrev, dentro dos perfis de investimento, mencionados no tópico 4, disponibilizados pela Entidade. 4.3 Diretrizes Específicas e Ativos Elegíveis O objetivo dessa seção é apresentar as características da alocação de ativos da Entidade no que se refere aos objetivos específicos para cada segmento, além de algumas diretrizes específicas que devem ser seguidas pela CargillPrev. Diretrizes Para os Segmentos de Aplicação A seguir, apresentamos os ativos que poderão ser adquiridos ao longo da vigência dessa Política de Investimento. Os veículos de investimentos são compostos de acordo com a definição do Comitê de Investimentos do Gestor de Recursos, por ativos de renda fixa e renda variável respeitados os limites impostos pela Resolução CMN no e os definidos pela CargillPrev. Para a composição dos veículos de investimentos, é importante observar que: As operações com derivativos devem respeitar os limites legais aplicável às EFPCs. Somente são permitidas aplicações em fundos de investimentos abertos que respeitam as restrições de investimentos impostas pela legislação vigente e as definidas pela CargillPrev, sendo que todos os limites aplicáveis devem ser respeitados considerando-se os investimentos da carteira da CargillPrev como um todo. Serão permitidos fundos exclusivos de acordo com o Mandato e diretrizes estabelecidas pela Entidade. O gestor de recursos contratado é responsável pela constante verificação da conformidade da carteira da CargillPrev com a presente Política de Investimentos e legislação aplicável Segmento de Renda Fixa a. Benchmark Para o segmento de renda fixa, definiu-se como benchmark a taxa CDI para os títulos para negociação, e o IPCA + 6% ao ano (meta atuarial) para os títulos mantidos até o vencimento. Portanto, a parte BD do Plano de Aposentadoria de CargillPrev terá como benchmark o IPCA + 6% ao ano. Já o benchmark definido para a parte CD do Plano de Aposentadoria de CargillPrev é o CDI. b. Critérios para alocação de recursos (ativos elegíveis) Gestão não Discricionária São considerados ativos elegíveis para os veículos de investimentos sob gestão não dicricionária, os títulos e valores mobiliários classificados no segmento de renda fixa permitidos pela Resolução CMN nº 3.792, observando as seguintes restrições. Títulos cambiais, desde que com aprovação prévia da Entidade. Títulos Privados de Emissão de Instituições Financeiras e Empresas Não Financeiras de primeira linha com risco de crédito aprovado pelo Comitê de Investimentos do Gestor de Recursos sendo que, todo e qualquer título enquadrado nesta modalidade, deve ser classificado por, no mínimo, uma agência de classificação de riscos, devidamente autorizada a operar no Brasil, como baixo risco de crédito (grau de investimento). As emissões com prazo superior a 5 (cinco) anos somente podem ser adicionadas à carteira de investimento pelos gestores após aprovação da Entidade, dentre eles: Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Debêntures por Emitente Financeiro e Não Financeiro. Títulos Privados indexados aos índices de Inflação. Outros Títulos de Renda Fixa, emitidos por instituições financeiras e não financeiras. Aplicações em Títulos Privados de Emissão de Instituições Financeiras e Empresas Não Financeiras classificados como de médio/alto risco de crédito (grau especulativo) podem ser realizadas apenas com Risco de Crédito aprovado pelo Comitê de Investimentos do Gestor de Recursos e conforme os limites determinados nesta Política de Investimentos. Adicionalmente, deve haver aprovação da emissão (emissor, prazos, garantias) pela Entidade. Aplicações em títulos e valores mobiliários do próprio Administrador de Recursos e Empresas Coligadas devem ser realizadas apenas dentro dos limites impostos pela regulamentação pertinente, devendo ter aprovação prévia da Entidade, quando se tratar de empresa não financeira ou quando o prazo da emissão for superior a 2 (dois) anos. Aplicação em títulos e valores mobiliários de emissão de empresa patrocinadora devem ter aprovação prévia da Entidade. 37
39 Derivativos (Swap, Futuro, Termo e Opções) com objetivo de proteção ou posicionamento (aumentar ou diminuir a exposição da carteira aos mercados de renda fixa permitidos na legislação aplicável às EFPC e neste documento). Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC. Gestão Discricionária São considerados ativos elegíveis para os veículos de investimentos sob gestão dicricionária, os títulos e valores mobiliários classificados no segmento de renda fixa permitidos pela Resolução CMN nº Os limites de investimentos para estes veículos de investimentos observarão as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente aplicável às EFPCs. Outros investimentos Será considerada, ao longo da vigência dessa Política de Investimento, a possibilidade de alocação de recursos em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). De acordo com as condições do mercado, podem ser feitas novas alocações de recursos nesse tipo de fundo. A CargillPrev não poderá alocar recursos em fundos multimercados. c. Empréstimos de títulos e valores mobiliários A CargillPrev poderá emprestar os títulos e valores mobiliários presentes em sua carteira de investimentos desde que esta operação esteja em conformidade com a legislação vigente aplicável as EFPCs. d. Limites máximos de diversificação para o segmento de RENDA FIXA A CargillPrev estabeleceu os seguintes limites de diversificação para os seguintes ativos de renda fixa: Até 10% dos recursos garantidores numa mesma Pessoa Jurídica Não Financeira classificada como baixo risco de crédito (grau de investimento); Até 6% dos recursos garantidores numa mesma Pessoa Jurídica Não Financeira classificada como médio ou alto risco de crédito (grau especulativo); Até 20% dos recursos garantidores numa mesma Instituição Financeira classificada como baixo risco de crédito (grau de investimento); Até 0% dos recursos garantidores numa mesma Instituição Financeira classificada como médio ou alto risco de crédito (grau especulativo); Até 20% dos recursos garantidores alocados em FIDCs e CCBs classificados como baixo risco de crédito (grau de investimento); Até 6% dos recursos garantidores alocados em FIDCs e CCBs classificados como médio ou alto risco de crédito (grau especulativo); Até 25% do total do Patrimônio Liquido do mesmo FIDC; Até 20% dos recursos garantidores alocados em CRIs e CCIs classificados como baixo risco de crédito (grau de investimento); Até 0% dos recursos garantidores alocados em CRIs e CCIs classificados como médio ou alto risco de crédito (grau especulativo). Poderão ser incluídos na carteira de títulos privados os ativos classificados como DPGEs (depósito a prazo com garantia especial). Esta modalidade de ativos permite os bancos comerciais, bancos de desenvolvimento, bancos de investimento, as sociedades de crédito, financiamento e investimento e as caixas econômicas, desde 1º de abril de 2.009, captarem depósitos a prazo, sem emissão de certificado, com garantida especial a ser proporcionada pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A CARGILLPREV poderá alocar recursos nesta modalidade de ativos em volume tal que o valor projetado para ser recebido no vencimento não seja superior ao valor garantido, por emissor, determinado pelo Fundo Garantidor de Crédito, conforme disposto na Resolução do CMN de 26 de março de Este controle deverá ser realizado pela CARGILLPREV. Neste caso, a CARGILLPREV não utilizará o rating atribuído ao emitente da operação, sendo o ativo classificado como baixo risco de crédito. Outros limites podem ser impostos em Regulamentos e Mandatos específicos de fundos exclusivos e/ou carteiras administradas Segmento de Renda Variável a. Benchmark Para o segmento de renda variável, o benchmark a ser utilizado será o Ibovespa. O Plano BD, de acordo com o aprovado pelo conselho da entidade e previsto no estudo de ALM, investirá estrategicamente parte dos seus recursos em ações da PETROBRAS e da VALE, seguindo as faixas de alocação determinadas no item 4.2 e os limites determinados pela legislação vigente. Espera-se que este investimento estratégico no médio e longo prazo supere a variação do Ibovespa. b. Critérios para alocação de recursos (ativos elegíveis) Gestão Não Discricionária Os ativos elegíveis para o segmento de renda variável dos veículos de investimentos sob gestão não discricionária, ou seja, os ativos que podem ser adquiridos ao longo da vigência desta Política de Investimento são os seguintes: Ações. Cotas de Fundo em Ações. Debêntures Conversíveis. Direitos de subscrição. Bônus de subscrição. Outros valores mobiliários. Derivativos, com o objetivo de proteção ou de posicionamento (como substituto para a compra efetiva de ativos). Com aprovação prévia da Entidade, podem ser realizadas aplicações em títulos e valores mobiliários do próprio gestor de recursos e empresas coligadas, respeitando os limites impostos pela regulamentação pertinente, bem como da empresa patrocinadora. Gestão Discricionária São considerados ativos elegíveis para os veículos de investimentos sob gestão dicricionária, os títulos e valores mobiliários classificados no segmento de renda variável permitidos pela Resolução CMN nº Os limites de investimentos para estes veículos de investimentos observarão as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente aplicável às EFPCs. 38
40 c. Empréstimos de ações A CargillPrev poderá emprestar as ações presentes em sua carteira de investimentos desde que esta operação esteja em conformidade com a legislação vigente aplicável as EFPCs. Participação Público Privada (PPP) A CargillPrev, definiu que a priori, não haverá alocação em PPP e que as oportunidades de alocação de recursos em PPPs deverá ser apreciada pela Diretoria Executiva, e, posteriormente, ser aprovada pelo Conselho Deliberativo fundamentado em estudo de viabilidade econômico-financeira para cada um dos projetos objeto de análise. 5. Plano Asssistencial O Plano de Benefícios Assistencial é o Plano que se refere ao Programa de Assistência Médica para Aposentados, oferecido pela CargillPrev. 5.1 Sobre o Cadastro Nacional de Planos de Benefícios (CNPB) De acordo com a legislação em vigor, cada plano de benefícios possui independência patrimonial em relação aos demais, bem como identidade própria quanto aos aspectos regulamentares, cadastrais, atuariais, contábeis e de investimentos. Os recursos de um plano não respondem por obrigações de outro plano operado pela mesma EFPC. Só é admitida a solidariedade entre os planos de benefícios se estiver expressamente prevista no convênio de adesão. O Plano Assistencial está cadastrado no CNPB com o número Alocação Estratégica para 5 Anos: Otimização da Carteira O Plano Assistencial seguirá as mesmas diretrizes estabelecidas da parte de contribuição definida (CD) do Plano de Aposentadoria da CargillPrev I, definidas nesta Política de Investimento. A alocação dos recursos está restrita ao segmento de renda fixa. 5.3 Diretrizes Específicas e Ativos Elegíveis O objetivo dessa seção é apresentar as características da alocação de ativos da Entidade no que se refere aos objetivos específicos para cada segmento, além de algumas diretrizes específicas que devem ser seguidas pela CargillPrev. As diretrizes de aplicação seguidas pelo Plano de Benefícios Assistencial é semelhante às adotadas pela parte de contribuição definida (CD) do Plano de Aposentadoria da CargillPrev I Segmento de Renda Fixa. 6. Plano Cargillprev II O Plano de Aposentadoria Cargill II, é estruturado na modalidade contribuição definida, de acordo com a Resolução CGPC nº 16 de 22/11/2005. Este plano foi,formalmente, aprovado pela PREVIC no final do ano de Sobre o Cadastro Nacional de Planos de Benefícios (CNPB) De acordo com a legislação em vigor, cada plano de benefícios possui independência patrimonial em relação aos demais, bem como identidade própria quanto aos aspectos regulamentares, cadastrais, atuariais, contábeis e de investimentos. Os recursos de um plano não respondem por obrigações de outro plano operado pela mesma EFPC. Só é admitida a solidariedade entre os planos de benefícios se estiver expressamente prevista no convênio de adesão. O Plano de Aposentadoria da CargillPrev II está cadastrado no CNPB com o número Alocação Estratégica para 5 Anos: Otimização da Carteira O Plano Cargill II seguirá as mesmas diretrizes estabelecidas da parte de contribuição definida (CD) do Plano de Aposentadoria da CargillPrev I, definidas nesta Política de Investimento. A alocação dos recursos está restrita ao segmento de renda fixa. 6.3 Diretrizes Específicas e Ativos Elegíveis O objetivo dessa seção é apresentar as características da alocação de ativos da Entidade no que se refere aos objetivos específicos para cada segmento, além de algumas diretrizes específicas que devem ser seguidas pela CargillPrev. As diretrizes de aplicação seguidas pelo Plano Cargill II é semelhante às adotadas pela parte de contribuição definida (CD) do Plano de Aposentadoria da CargillPrev I Segmento de Renda Fixa. 7. Plano de Gestão Administrativa (PGA) Os recursos referentes ao Plano de Gestão Administrativa da Entidade encontram-se segregados. As diretrizes de aplicação seguidas pelo Plano de Gestão Administrativa é semelhante às adotadas pela parte de contribuição definida (CD) do Plano de Aposentadoria da CargillPrev I Segmento de Renda Fica, tendo como parâmetro de rentabilidade o CDI. A alocação dos recursos está restrita ao segmento de renda fixa. 8. Estratégia de Precificação e no Carregamento de Posição em Investimentos e Desinvestimentos Cabe aos gestores determinar a estratégia de precificação dos papéis, sempre visando a atingir as metas de rentabilidade estipuladas e buscando não infringir os limites de risco tolerados nos mandatos específicos. Cabe à CargillPrev, por sua vez, acompanhar as operações da gestão, por meio: Do recebimento das carteiras da custódia; Da assessoria no gerenciamento de risco de mercado da carteira; e Do acompanhamento da Política de Investimento. Buscando maior transparência em suas operações, redução de custos e melhoria no gerenciamento de riscos, a CargillPrev incentiva a utilização de plataformas eletrônicas de negociação de títulos de renda fixa por parte de seus gestores externos e internos, em conformidade com a Resolução CGPC nº 21 de 25/9/ Critérios de Marcação dos Ativos da Entidade A marcação de todos os títulos da CargillPrev deve ser feita a mercado. No entanto, caso a Entidade opte por carregar um título até o seu vencimento e a legislação assim permita, a marcação poderá ser feita pela curva do papel. 10. Participação em Assembléias de Acionistas A Entidade decidiu que não participará diretamente de qualquer assembléia de acionistas das companhias onde mantêm participação, conferindo aos gestores da Entidade a participação nas assembléias que julgarem conveniente, por se encontrarem melhor preparados tecnicamente e pela a convicção, por parte da Entidade, de que seus interesses serão sempre observados pelos gestores. 39
41 Essa decisão foi baseada levando-se em consideração que os recursos investidos pela Entidade no segmento de renda variável serão (quando a CargillPrev optar por alocar recursos neste segmento) geridos por instituições devidamente cadastradas, registradas e autorizadas pelos órgãos competentes para a prestação de serviços especializados de gestão de recursos. Além disto, a contratação de gestores profissionais buscou obter a melhor qualidade na gestão de recursos, e a relação entre a Entidade e seus gestores encontra-se lastreada em contrato específico formalizado entre as partes, conferindo poderes ao gestores para toda e qualquer decisão de investimento em ações. 11. Avaliação e Controle de Riscos Nesse capítulo, apresentaremos a política da CargillPrev quanto à avaliação e controle de riscos de mercado, de crédito e de liquidez. Além disso, apresentaremos os limites impostos para a realização de certas operações Limites para Invest. em Títulos e Valores Mobiliários de Emissão e/ou Coobrigação de uma Mesma Pessoa Jurídica A CargillPrev estabelece que os limites utilizados para investimentos em títulos e valores mobiliários de emissão e/ ou coobrigação de uma mesma pessoa jurídica/ conglomerado econômico ou financeiro devem respeitar a regulamentação pertinente, e as demais restrições impostas nesta Política de Investimentos Operações com Derivativos Ficou estabelecido que os limites utilizados para o uso de derivativos devem respeitar os limites legais estabelecidos pela Resolução CMN nº Outros limites e diretrizes podem ser impostos pela CargillPrev em Regulamentos e Mandatos específicos de fundos exclusivos Risco de Mercado O risco de mercado dos investimentos deve ser gerenciado por cada gestor de recursos, separadamente, como se os portfólios fossem independentes. Para o cálculo do risco de mercado, a CargillPrev utiliza os seguintes critérios: Renda fixa (títulos para negociação): 120% do CDI projetado para 21 dias úteis. Para fins de verificação desse limite, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos mantidos até o vencimento, ou seja, aqueles marcados pela curva, não são incluídos na cálculo do VaR. No entanto, para fins gerenciais e de controles internos, a CargillPrev poderá calcular o VaR do segmento de renda fixa considerando uma carteira hipotética toda marcada a mercado, e uma carteira real, excluindo os títulos e valores mobiliários marcados pela curva. Modelo: Var não paramétrico. Intervalo de Confiança: 95%. Horizonte de tempo: 21 dias úteis. Renda variável (Plano CD): o limite adotado será de um tracking error de 2,5% ao ano. No caso de rompimento dos limites acima estabelecidos, a Entidade deve ser informada, ficando proibidos aumentos de exposições a risco e devendo ainda ser convocada reunião extraordinária com o Gestor de Recursos para decidir se as posições geradoras do rompimento do limite devem ser reduzidas, eliminadas ou mantidas para redução em momento mais propício. A Entidade deve ser informada da decisão tomada Divergência não-planejada (DNP) Em relação à divergência não planejada, a CargillPrev adota os parâmetros estabelecidos na legislação vigente. A CargillPrev efetua a apuração da divergência não planejada, por carteira e segmento para, no mínimo, períodos discretos de um mês. O processo de construção das séries de dados históricos e de cálculo da divergência não planejada é efetuado mensalmente por plano, por segmento e por carteira. Os relatórios de divergência não planejada são preenchidos diretamente no formulário disponível no endereço eletrônico do Ministério da Previdência Social Risco de Crédito A Resolução CMN nº 3.792, não faz a classificação estabelecida pela legislação anterior: baixo, médio e alto risco de crédito. Porém a CargillPrev, utilizará como Política de Risco de crédito e fundamentará as suas decisões em ratings estabelecidos pelas seguintes agências: Moody s Investor. Standard & Poor s. Fitch Rating. SR Rating. Lopes Filho & Associados (apenas para crédito bancário). Com o objetivo de evitar o Risco de Degradação da Qualidade do Crédito, a CargillPrev implementou limites de alocação nos diferentes grupos de classificação de risco de crédito para emissões bancárias e não bancárias, a fim de evitar a concentração de alocação em ativos situados nos piores grupos de classificação de crédito. Estes limites para cada um dos planos de benefícios estão exibidos abaixo: Para emissões não bancárias: Baixo Risco Médio/Alto Risco de Crédito de Crédito Não- Bancário Não- Bancário Agência Classificadora Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Fitch Ratings AAA(bra) AA(bra)-, A(bra)-, Os títulos de médio/ F1(bra) F2(bra) alto risco de crédito SR Rating BrAAA braa- bra- são aqueles que Moody s Investor Aaa.br Aa3br,BR-1 A3.br, BR-2 recebem rating Standard & Poor s BrAAA braa-,bra-1 bra-, bra-2 inferior aos títulos classificados como baixo risco de crédito ou que não possuam rating estabelecido Limite Máximo por Contraparte 10% 10% 8% 0% Limite Máximo por Grupo 80% 50% 20% 0% 40
42 Para emissões bancárias: Baixo Risco Médio/Alto Risco de Crédito de Crédito Bancário Bancário Agência Classificadora Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Fitch Ratings AAA(bra) AA(bra)-, A(bra)-, Os títulos de médio/ F1(bra) F2(bra) alto risco de crédito SR Rating braaa braa- bra- são aqueles que Moody s Investor Aaa.br Aa3br,BR-1 A3.br, BR-2 recebem rating Standard & Poor s braaa braa-,bra-1 bra-,bra- inferior aos títulos Lopes Filho Baixo risco Baixo risco Baixo risco classificados como & Associados* para para para baixo risco de crédito longo prazo médio prazo curto prazo ou que não possuam (AAA, AA, A) (AAA, AA, A) (AAA, AA, A) rating estabelecido Limite Máximo por Contraparte 20% 15% 10% 0% Limite Máximo por Grupo 80% 50% 20% 0% Se duas ou mais agências classificarem o mesmo papel, a CargillPrev adotará, para fins de classificação de risco de crédito, àquela mais conservadora. Caso seja adquirido algum papel (título) não avaliado pelas agências classificadoras de risco demonstradas acima, o mesmo será automaticamente classificado como de médio e alto risco de crédito. É importante ressaltar que os limites descritos para os grupos de rating, tanto das emissões bancárias quanto das não bancárias, são cumulativos e não podem superar o limites estabelecido pela legislação vigente de até 80% dos Recursos Garantidores. A CargillPrev define como ativos de médio risco de crédito aqueles classificados como brbbb pela Standard & Poor s e equivalentes das outras agências classificadoras. A CargillPrev define como ativos de alto risco de crédito aqueles com classificação de crédito inferiores ao brbbb pela Standard & Poor s e equivalentes das outras agências classificadoras, e também aqueles sem classificação de crédito Política de Degradação da Qualidade do Crédito Para o caso de que algum ativo de crédito privado que tenha sido adquirido em conformidade com a Política de Crédito estabelecida pela Entidade, venha a sofrer degradação da qualidade de seu crédito, passando a ser classificado como médio risco de crédito, a CargillPrev estabelece o limite de 5% dos Recursos Garantidores para enquadrar tais ativos Risco de Liquidez O risco de liquidez caracteriza-se pela possibilidade de redução ou mesmo inexistência de demanda pelos títulos e valores mobiliários integrantes do veículo de investimento considerado (fundos de investimento, carteira administrada, carteira própria etc.) nos respectivos mercados em que são negociados. O gerenciamento do risco de liquidez é uma preocupação constante para a CargillPrev e, como prudência, a mesma mantêm um percentual mínimo de seus recursos totais em ativos de liquidez imediata. Com a adoção dessa política, CargillPrev elimina a possibilidade de que haja qualquer dificuldade em honrar seus compromissos previdenciais no curto prazo Risco Legal A administração e o acompanhamento do risco legal são efetuados constantemente pela CARGILLPREV e visam mensurar e quantificar a aderência das carteiras à legislação pertinente e à Política de Investimentos Risco Operacional Os procedimentos atinentes ao desenvolvimento operacional são monitorados através da avaliação dos processos de transmissão de informações e procedimentos operacionais, objetivando a identificação de riscos intrínsecos às operações desenvolvidas pela gestão dos investimentos. Como resultado desse mapeamento, são elaborados planos de ação destinados a mitigar os riscos dessa natureza Risco Sistêmico Procurar-se-á obter diversificação, no caso de risco de crédito privado, entre os vários setores de atividade econômica, de modo a ter uma distribuição de risco entre o setor bancário e o não financeiro, bem como entre os diversos setores deste último, que possa mitigar os impactos de crises de grande magnitude sobre os ativos do plano. 12. Responsabilidade Socioambiental A CargillPrev, através do seu AETQ participa da Comissão Técnica de Sustentabilidade da Abrapp e, neste sentido, observa princípios de responsabilidade socioambiental. Oportunamente, a CargillPrev pode realizar investimentos de responsabilidade socioambiental, com a anuência do seu Comitê e Conselho Deliberativo, respeitando os limites e diretrizes estabelecidos na legislação vigente. 13. Considerações Finais Qualquer fato ou situação não previsto ou que não se enquadre na Política de Investimentos aqui estabelecida será objeto de avaliação do Comitê de Investimentos, Diretoria Executiva e Conselhos, se assim exigido for. Despesas Administrativas (em R$ mil) DESPESAS DA GESTÃO Plano de Plano Plano Plano de PREVIDENCIAL Aposentadoria Seara Assistencial Benefícios TOTAL Pessoal e encargos Treinamentos/congressos e seminários Viagens e estadias Consultoria Atuarial Consultoria Jurídica Informática Gestão/Planejamento Estratégico Auditoria Contábil Serviços Gráficos Impostos, Taxas e Contribuições (1) Depreciações e amortizações Pis/Cofins (2) Despesas Gerais TOTAL DESPESAS DE Plano de Plano Plano Plano de INVESTIMENTOS Aposentadoria Seara Assistencial Benefícios TOTAL Taxa de Custódia / CETIP / SELIC TOTAL DESPESAS ADMINISTRATIVAS TOTAIS (*) Despesas abatidas do retorno dos investimentos. (1) O acréscimo nas despesas com Impostos, Taxas e Contribuições se deve ao crescimento do patrimônio da entidade, que impacta diretamente na Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC. (2) As contribuições administrativas do novo Plano de Benefícios, efetuadas a partir de Março/2011, justifica o aumento das despesas com Pis/Cofins, sendo estas base de cálculo destes impostos. 41
43 Ata de Reunião Extraordinária do Conselho Fiscal da CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar, realizada em 14 de março de 2012 CNPJ/MF nº / Aos 14 (quatorze) dias do mês de março de 2012, às 9h (nove) horas, na sede da Entidade, reuniram-se os membros do Conselho Fiscal da CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar, sediada na Capital do Estado de São Paulo, na Av. Morumbi, 8234, Brooklin, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , sob a presidência da Sra. Fabiana Novaes Silva dos Santos, brasileira, casada, com domicílio comercial na Capital do Estado de São Paulo, na Avenida Morumbi, 8.234, Brooklin, portadora da Carteira de Identidade RG nº SSP/SP e inscrita no CPF/MF sob o nº , que convidou a mim, Edna Shizue Shinkawa, brasileira, solteira, com domicílio comercial na Avenida Morumbi, 8234, Brooklin, portador da cédula de identidade RG nº e do CPF nº , para secretariar os trabalhos e lavrar esta ata. Instalada a reunião, a sra. Presidente esclareceu que a reunião tinha como ordem do dia (A) Manifestação desse Conselho sobre a gestão da Entidade tendo como base o 2º semestre de 2011 encerrado em 31/12/2011; (B) Aprovação das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011; (C) Resultados da Avaliação Atuarial do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011 e (D) Outros assuntos de interesse desse Conselho. Aberta a reunião, os membros do Conselho Fiscal após uma ampla análise e discussão decidiram Aprovar o Relatório de gestão da Entidade relativa ao 2º.semestre de 2011, bem como deliberou consignar parecer favorável às Demonstrações Contábeis consolidadas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas pela Diretoria Executiva da entidade, as quais foram devidamente apreciadas por auditores independentes, conforme parecer que delas faz parte integrante. Dando prosseguimento a reunião, foram apresentados os resultados da Avaliação Atuarial do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011, produzido pela Mercer Human Resouces Consulting Ltda., consultoria contratada pela Diretoria Executiva, após um amplo debate, os membros desse Conselho entendem que as premissas e hipóteses adotadas estão em conformidade com as melhores práticas de mercado, dando sequência a reunião, foram apresentados os principais processos em andamento ou finalizados na entidade a saber: Transferência de Gestão do Plano Seara, Transferência de Gestão Mosaic/Fospar/Instituto, Retirada de patrocínio da Vale Cubatão, Venda Flavors, Liquidação de saldo remanescente Nutrição Animal, Retirada de patrocínio Carval, Retirada parcial de patrocínio TEG, Transferência de Gestão Plano Atomatados (Unilever) e Devolução do superávit para Banco Cargill. A seguir, a sra. Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e como ninguém a pedisse e nada mais houvesse a tratar, foi encerrada a reunião e lavrada esta ata que, após lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. São Paulo, 14 de março de Fabiana Novaes Silva dos Santos Edna Shizue Shinkawa Presidente da Mesa Secretária da Mesa Aureo Augusto Sampaio Souza Conselheiro Alvaro José Camassarí de Gonzaga Diretor convidado Danielle Paschoal de Pinho Castanheira Conselheira Ata de Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar, realizada em 21 de março de 2012 CNPJ/MF nº / Aos 21 (vinte e um) dias do mês março do ano de 2012, às 11:00 horas, na sede da Sociedade, reuniu-se o Conselho Deliberativo da CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar. Na qualidade de Presidente da Mesa, assumiu a direção dos trabalhos o Conselheiro Presidente, Sr. RICARDO BATISTELA, que indicou a mim, ALVARO JOSE CAMASSARI DE GONZAGA, para secretariar os trabalhos e lavrar esta ata. Instalada a reunião, por determinação do Sr. Presidente, procedi a leitura da Ordem do Dia, devendo os Srs. Conselheiros discutir e deliberar sobre os seguintes itens: a) resultados obtidos em Avaliação Atuarial de 31 de dezembro de 2011 do Plano de Aposentadoria e do Plano de Benefícios administrado pela Sociedade e níveis de contribuições recomendados para o exercício subsequente (2012); b) Demonstrações Contábeis, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, compostas de Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultados do Exercício, Demonstrativo do Fluxo Financeiro e respectivas notas explicativas; e c) outros assuntos de interesse da Sociedade. Em discussão do item a da Ordem do Dia, o Sr. Presidente submeteu à apreciação e aprovação dos Srs. Conselheiros os principais resultados obtidos na Avaliação Atuarial de 31 de dezembro de 2011, dos Planos da Sociedade, elaborada pela Mercer Human Resource Consulting Ltda., constantes do Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial DRAA de encerramento do exercício de 2011, aprovados pela Diretoria Executiva da Sociedade, em Reunião Ordinária, datada de 28 de fevereiro de 2012 e ora apresentados a este colegiado. Após tomar conhecimento do conteúdo da documentação, o Conselho aprovou o seu inteiro teor, destacando-se, em especial, os níveis de contribuição das Patrocinadoras à Sociedade, propostos para o exercício de 2012 pela Diretoria Executiva e a possibilidade de utilização do fundo previdencial para as Patrocinadoras manterem o mesmo nível de custo do exercício anterior. Dando prosseguimento à reunião, o Sr. Presidente submeteu à apreciação e aprovação dos Srs. Conselheiros, os documentos citados no item "b" da Ordem do Dia, apresentados pela Diretoria-Executiva, destacando que as Demonstrações Contábeis submetidas foram devidamente apreciadas por auditores independentes, conforme Parecer integrante daquelas demonstrações. Discutido o assunto, o Conselho deliberou, por unanimidade, após detalhado exame, aprovar, sem restrições, as Demonstrações Contábeis e respectivas Notas Explicativas e, em decorrência, considerando o fato de que sobre as mesmas registra-se parecer favorável dos auditores independentes, exonerar de responsabilidade sobre as contas do exercício, os membros da Diretoria Executiva da Sociedade. Os documentos objeto das deliberações, supra mencionados nos itens "a" e "b" da Ordem do Dia, foram devidamente rubricados em via original pelos Srs. Conselheiros e ficarão arquivados na Sociedade. Finalmente, passando para o item "c" da Ordem do Dia o Sr. Presidente concedeu a palavra a quem dela quisesse fazer uso. Como nada mais houvesse a tratar e ninguém fizesse uso da palavra, determinou o Sr. Presidente fosse lavrada esta ata, a qual, lida e achada conforme, foi por todos assinada. São Paulo, 21 de março de 2012 Ricardo Batistela Alvaro Jose Camassari de Gonzaga Presidente da Mesa e Secretário da Mesa Conselheiro Luiz Antonio dos Santos Pretti Marcelo Tauil Martins Conselheiro Conselheiro José Fernando da Cruz Figueiredo Conselheiro Marco Aurélio Rocha Macia Diretor Superintendentex 42
44 CargillPrev Sociedade de Previdência Complementar CNPJ: / Avenida Morumbi, Brooklin São Paulo - SP Fone: (11) /3298/3746/ Fax: (11)
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