Análise do Conteúdo e a Análise Documental
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- João Pedro André Palma Azevedo
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1 Análise do Conteúdo e a Análise Documental P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A
2 Conceito
3 Conceito Conjunto de técnicas de análise visando obter por procedimentos sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens indicadores (quantitativos ou não) que permitam a inferência de conhecimentos.
4 Conceito Aplica-se a linguagem verbal... e também a imagens, desenhos, pinturas, cartazes, televisão e toda comunicação não verbal: gestos, posturas, comportamentos e outras expressões culturais.
5 Conceito As interfaces da análise necessitam de interação com a: Linguística Lógica Comunicação Semiótica
6 Bardin, 1977 Um conjunto de técnicas de análise das comunicações visando obter, por procedimentos, sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens, indicadores (quantitativos ou não) que permitam a inferência de conhecimentos relativos às condições de produção e recepção dessas mensagens.
7 Documentos Textuais É um método de tratamento da informação semântica dos textos que pretende, por um processo de normalização de um grande conjunto de documentos, expressos em linguagem verbal torná-los compatíveis, abrindo caminho ao emprego de técnicas estatísticas e, mais tarde, computacionais
8 Documentos Textuais Processo executado para estabelecer os assuntos de um determinado documento......por meio da Leitura Técnica (não literal) Leitura Técnica é a análise de partes do documento (como sumário, folha de rosto, índice, orelha, resumo, etc...)
9 Documentos Textuais O pesquisador está sempre procurando um texto atrás de outro texto um texto que não está aparente na primeira leitura e que precisa de uma metodologia para ser desvendado.
10 - Organização da Análise 3 ETAPAS CRONOLÓGICAS DE BARDIN
11 Organização da Análise - 3 Etapas Cronológicas de Pré-Análise Exploração do Material Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação Bardin
12 Organização da Análise 1 É a fase da organização propriamente dita. Organiza-se o material a ser analisado com o objetivo de torná-lo Pré- operacional e sistematizar as idéias iniciais. Análise
13 1. Pré-Análise Pré-Análise 1. Análise flutuante 2. Escolha dos documentos 3. Preparação do material 4. Referenciação de índices e a elaboração de indicadores
14 1. Pré-Análise 1) Análise Flutuante Consiste em estabelecer contato com os documentos a analisar, deixando-se invadir por impressões e orientações
15 Análise Flutuante 1. Pré-Análise Análise Flutuante É nessa etapa que podem surgir as primeiras hipóteses ou questões norteadoras Hipótese é uma explicação antecipada do fenômeno observado, uma afirmação provisória, que nos propomos verificar. Nem sempre as hipóteses são estabelecidas na pré-análise Elas podem surgir, assim como as questões norteadoras, no decorrer do trabalho.
16 1. Pré-Análise 2) Escolha dos Documentos Em seguida, faz-se a constituição do corpus a analisar, que é delimitação do material a analisar. Para esta determinação pode-se seguir as: Regra da Exaustividade Regra da Representatividade Regra da Homogeneidade Regra da Pertinência Regra da Exclusividade
17 REGRAS 1. Pré-Análise b) Escolha dos Documentos Regra da Exaustividade: Deve-se esgotar a totalidade da comunicação, do acervo, da coleção Regra da Representatividade A amostra deve representar o universo
18 REGRAS 1. Pré-Análise b) Escolha dos Documentos Regra da Homogeneidade Os dados devem referir-se ao mesmo tema, serem obtidos por técnicas iguais e selecionados por indivíduos semelhantes
19 REGRAS 1. Pré-Análise b) Escolha dos Documentos Regra da Pertinência: Os documentos precisam adaptar-se ao conteúdo e objetivo previstos
20 REGRAS 1. Pré-Análise b) Escolha dos Documentos Regra da Exclusividade Um elemento não deve ser classificado em mais de uma categoria.
21 1. Pré-Análise c) Preparação do Material: Formulação de Hipóteses Nem sempre as hipóteses são estabelecidas na préanálise Elas podem surgir, assim como as questões norteadoras, no decorrer da pesquisa.
22 1. Pré-Análise d) Referenciação de índices e a elaboração de indicadores Índice, que fornece indícios da mensagem, do conteúdo. Indicadores são os elementos que asseguram os índices previamente estabelecidos.
23 A Organização da Análise Esta etapa consiste na definição das categorias e da codificação 2 Exploração do Material
24 Exploração do Material Esta é a etapa mais longa e cansativa. É a efetivação das decisões tomadas na pré-análise. É o momento em que os dados brutos são transformados de forma organizada e agregadas em unidades, as quais permitem uma descrição das características pertinentes do conteúdo.
25 Codificação Exploração do Material
26 Exploração do Material Codificação A codificação corresponde a uma identificação, que por: recorte, agregação, enumeração, etc......permite atingir uma representação de conteúdo e de sua expressão.
27 Exploração do Material Codificação Unidades de Registro Unidade de Contexto
28 Unidades de Registro Exploração do Material Codificação É a unidade de significação a codificar e corresponde ao segmento de conteúdo a considerar como unidade de base, visando a categorização e a contagem frequencial Por exemplo: a palavra, o tema, o objeto, o personagem, o acontecimento, etc
29 Unidades de Contexto Exploração do Material Codificação Serve para compreender a unidade de registro Por exemplo: a frase para a palavra,
30 Exploração do Material Categorização
31 Exploração do Material Categorização A categorização é a passagem de dados em bruto para dados organizados. Estes elementos são agrupados devido ao fato de terem características comuns.
32 Exploração do Material Categorização São rubricas ou classes que agrupam um grupo de elementos, que são as unidades de registro.
33 Exploração do Material Categorização É uma operação de classificação de elementos constitutivos de um conjunto por diferenciação e em seguida, por reagrupamento segundo o gênero, com critérios previamente definidos:
34 Exploração do Material Categorização Podem ser vários os critérios. Por exemplo Em um texto escrito: Semântico, Sintático, Léxico ou Expressivo Em coleção de artes: origem geográfica, origem cronológica, por autor, por movimento
35 Exploração do Material Categorização Ocorre em duas etapas: Inventário Isolam-se os elementos comuns Classificação Repartem-se os elementos e impõem-se certa organização
36 Exploração do Material Categorização Para serem consideradas boas, as categorias devem possuir certas qualidades:
37 Categorização Exploração do Material Exclusão mútua Cada elemento só pode existir em uma categoria
38 Categorização Exploração do Material Homogeneidade Para definir uma categoria, é preciso haver só uma dimensão na análise
39 Categorização Exploração do Material Pertinência As categorias devem dizer respeito aos objetivos da atividade
40 Categorização Exploração do Material Objetividade e Fidelidade Se as categorias forem bem definidas, se os índices e indicadores que determinam a entrada de um elemento numa categoria forem bem claros, não haverá distorções devido à subjetividade dos analistas
41 Categorização Exploração do Material Produtividade As categorias serão produtivas se os resultados forem férteis em inferências, em hipóteses novas
42 A Organização da Análise 3 Tratamento dos Resultados, Esta última etapa consiste no tratamento estatístico simples dos resultados, permitindo a elaboração de tabelas que condensam e destacam as informações fornecidas para análise. Inferência e Interpretação
43 Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação O Tratamento dos Resultados
44 Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação O Tratamento Informático 2 Grupos Principais: Análises Estatísticas Análise Automática da Informação Análise do Conteúdo por Computador Análise dos Dados por Computador
45 Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação Inferência
46 Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação Com os resultados anteriores, significativos e fiéis pode-se então propor inferências e adiantar as interpretações a propósito dos objetivos previstos, ou que digam respeito a outras descobertas inesperadas.
47 Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação Interpretação
48 Tratamento dos Resultados, Inferência e Interpretação As inferências levam às interpretações. São sempre no sentido de buscar o que se esconde sob os documentos selecionados. É a leitura profunda das comunicações, indo além da leitura aparente. O papel do analista é semelhante ao do arqueólogo, do detetive, do terapeuta.
49 Modelo Mental
50 Pré-Análise Análise Flutuante Escolha dos documentos Hipóteses Referenciação de índices e a elaboração de indicadores Exploração do Material Codificação Classificação Tratamento dos Resultados, Inferência, Interpretação Tratamento dos Resultados Inferência Interpretação
51 Técnicas Utilizadas N A A N Á L I S E D E C O N T E Ú D O
52 Técnicas Utilizadas Análise da Expressão Análise Estrutural Análise da Comunicação Análise de Contingência Análise de Avaliação Análise Léxica Análise do Discurso Análise Categorial Associação de Palavras
53 Análise Documental X Análise de Conteúdo
54 Análise Documental X Análise de Conteúdo Análise Documental Análise de Conteúdo Trabalha com documentos Trabalha com mensagens Classificação-indexação Representação condensada da informação para armazenagem e consulta Categorial-temática Manipulação de mensagens para evidenciar os indicadores que permitam inferir sobre uma outra realidade que não a da mensagem
55 Análise Documentária DESCRIÇÃO FÍSICA DO DOCUMENTO Categorias DOCUMENTO PRIMÁRIO INDEXAÇÃO LINGUAGENS DOCUMENTÁRIAS Tesauros Classificações Descritores RESUMO LINGUAGEM NATURAL
56 Referência Bardin, Laurence. Análise de Conteúdo.Portugal: Edições 70, 1977.
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