Câncer de Próstata Localizado: Tratamento
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- Levi Cássio Schmidt Azambuja
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1 Câncer de Próstata Localizado: Tratamento Autoria: Sociedade Brasileira de Urologia Elaboração Final: 21 de junho de 2006 Participantes: Dall Oglio MF, Nadalin W, Vaz FP, Arruda HO, Gouvêa e Silva ECC O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, tem por objetivo conciliar informações da área médica a fim de padronizar condutas que auxiliem o raciocínio e a tomada de decisão do médico. As informações contidas neste projeto devem ser submetidas à avaliação e à crítica do médico, responsável pela conduta a ser seguida, frente à realidade e ao estado clínico de cada paciente. 1
2 DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE COLETA DE EVIDÊNCIA: Revisão da literatura. GRAU DE RECOMENDAÇÃO E FORÇA DE EVIDÊNCIA: A: Estudos experimentais ou observacionais de melhor consistência. B: Estudos experimentais ou observacionais de menor consistência. C: Relatos de casos (estudos não controlados). D: Opinião desprovida de avaliação crítica, baseada em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais. OBJETIVO: Fornecer subsídios para o tratamento do câncer de próstata localizado. CONFLITO DE INTERESSE: Os conflitos de interesse declarados pelos participantes da elaboração desta diretriz estão detalhados na página 9. 2 Câncer de Próstata Localizado: Tratamento
3 INTRODUÇÃO A dosagem crescente do antígeno prostático específico (PSA) no rastreamento do câncer de próstata (CaP) vem possibilitando o diagnóstico precoce e o tratamento desta doença. Talvez por isto, o número de diagnósticos dos tumores de baixo risco está aumentando. As diferentes modalidades utilizadas para o tratamento do CaP localizado, segundo dados do CAPSURE (Cancer of the Prostate Strategic Urologic Research Endeavor), encontram o seguinte percentual: Prostatectomia radical (PR) (51,6%), Braquiterapia (BT) (21,7%), Radioterapia (XRT) (6,8%), Observação (OBS) (7,9%) e outros (12%). É realizada PR em 86,3% dos homens abaixo de 60 anos, radioterapia em 39,4% (XRT/BT) dos homens entre anos, sendo que após os 80 anos, privação androgênica e OBS, são utilizadas em 36,4% e 38,6% dos indivíduos, respectivamente 1 (B). No mesmo estudo, a despeito da identificação do CaP, 25% a 33% dos indivíduos morrerão pela doença, apesar de 2/3 deles serem identificados como T1c 1 (B) e destes, apesar de 84% ainda não palpáveis, já serão tumores significantes 2 (B), ou seja, apresentarão padrão 4, > 3 fragmentos positivos na biópsia e fragmentos com mais de 50% comprometidos pelo tumor. PROSTECTOMIA RADICAL (PR) Após uma longa evolução técnica desde a sua introdução no século passado, a intervenção como ela é feita na atualidade foi sistematizada por Walsh et al. 3 (C). Os aspectos técnicos da PR são amplamente discutidos na literatura, mas alguns detalhes e controvérsias ainda merecem discussão. Hoje, a maioria dos autores admite que pacientes que tenham PSA < 10 e Escore de Gleason < 7 na biópsia não necessitam de linfadenectomia de rotina 4,5 (B). A PR pode ser feita por via retropúbica, perineal ou laparoscópica. Não existem ainda evidências científicas de boa qualidade que demonstrem superioridade de uma técnica sobre a outra, no que diz respeito ao controle da doença. A maioria dos cirurgiões prefere a via clássica retropúbica, pela maior familiaridade com a via de acesso, a possibilidade de efetuar a linfadenectomia concomitante, e porque este acesso dispensa a utilização de instrumentos especiais e o longo treinamento que é necessário para efetuar a intervenção por via laparoscópica. Câncer de Próstata Localizado: Tratamento 3
4 Ainda não existem evidências científicas de boa qualidade que respondam às seguintes controvérsias: Estoque de sangue autólogo; Intervalo entre a biópsia e a intervenção; Operabilidade do escore de Gleason > 7; Valor máximo de PSA que contra-indique a intervenção. Com base nos estudos randomizados publicados até hoje, a PR apresenta melhores resultados na redução da mortalidade câncer específico e progressão local e sistêmica da doença. Em único estudo prospectivo randomizado que comparou mortalidade específica por CaP em pacientes submetidos a PR ou OBS, demonstrouse que a cirurgia oferece maiores chances de cura que o regime de OBS. O seguimento mediano foi, entretanto, apenas de 6,2 anos. Ao avaliar desenvolvimento de metástases, ocorreu em 13,4% e 27,3% para PR e OBS, respectivamente (p = 0,03). O risco de morte após 8 anos é de 7,1% e 13,6% (p = 0,02) para PR e OBS, respectivamente. Não houve diferença significativa entre os dois grupos quanto à sobrevida global 6 (A). Em estudo comparativo, não randomizado, entre PR e XRT, feito em pacientes, a sobrevida livre de recorrência bioquímica para PR e XRT em 5 e 8 anos, foi, respectivamente, de: 80% e 72% e 73% e 70% (p = 0,01). Entretanto, a sobrevida global foi equivalente nos dois grupos 7 (B). Resultados da Sobrevida após Prostatectomia Radical N Tempo (anos) % LRB Câncer Específica (%) Rohel, (B) Gerber, (B) nr 94 (GL2-4) 80 (GL5-7) 77 (GL8-10) Pound, (B) nr Freedland, (B) nr Han, (B) nr Ward, (B) , Holmberg, (A) nr 97,4 8 92,9 nr Não relatado; GL Gleason; % LRB Percentual de pacientes livres de recidiva bioquímica. 4 Câncer de Próstata Localizado: Tratamento
5 RADIOTERAPIA A radioterapia externa utiliza, habitualmente, aceleradores lineares 14 (B) e frações de 180 a 200cGy em 5 frações semanais. A radioterapia externa convencional emprega, em geral, quatro campos (ântero-posteriores e látero-laterais), ou campos rotatórios. A técnica tridimensional conformacional utiliza diversas técnicas e diferentes números de campos não-ortogonais, entre 3 e 6 campos; e a modulação de intensidade de feixe costuma empregar uma disposição de campos fixa, dependendo do serviço, tradicionalmente cinco campos. Historicamente, a dose de radiação necessária ao controle da doença estava relacionada ao volume de doença presente, estadio I, 6400cGy; estadio II, 6800 a 7000cGy; e estadio III, 7100 to 7200cGy. Dados mais recentes, contudo, demonstram que há um efeito significativo do escalonamento de dose na resposta ao tratamento, com menos recorrências, com doses em excesso de 7200cGy 14 (B). Não há indícios que a irradiação profilática de linfonodos pélvicos clinicamente negativos tenha algum impacto na sobrevida 15 (A). Em 2002, um estudo randomizado comparou a eficácia de 7000cGy e 7800cGy no controle do câncer de próstata localizado, avaliando 305 pacientes, entre 1993 e 1998, com um tempo de seguimento médio de cinco anos. Após cinco anos, os resultados foram significativamente melhores nos grupos de risco intermediário e alto (43% sem recidiva bioquímica com 7000cGy e 62% com 7800cGy). Em pacientes de baixo risco, não houve diferença de resultados entre as duas doses (75% sem recidiva bioquímica). A toxicidade vesical foi similar nos dois grupos, porém a retal foi maior no grupo de alta dose, com 12% contra 26% 16 (A). Um estudo retrospectivo, composto de pacientes tratados entre 1990 e 1998, comparou os resultados de prostatectomia radical, radioterapia externa exclusiva até 7200cGy, radioterapia externa exclusiva acima de 7200cGy, braquiterapia com implantes permanentes e tratamento combinado, radioterapia externa e implante permanente. As taxas de sobrevida livre de falha bioquímica, em cinco anos, foram, respectivamente, 81%, 51%, 81%, 83% e 77%. A análise multivariada, excluindo a radioterapia externa exclusiva até 7200cGy, que mostrou claramente uma pior resposta, não mostrou a modalidade de tratamento como um fator significativo no prognóstico, mostrando uma taxa de controle local similar para todas as outras modalidades neste período 17 (B). Em estudo retrospectivo multiinstitucional, ao se avaliar a recorrência bioquímica pós-xrt em homens, obteve-se em cinco anos: 85% de sobrevida global, 95,1% de sobrevida câncer específica e 65,8% de sobrevida livre de recorrência bioquímica. Quando se avaliou somente indivíduos com PSA < 10, a sobrevida livre de recorrência bioquímica foi de 77,8% e 72,9% após 5 e 7 anos, respectivamente 18 (B). As complicações mais comuns das diversas modalidades de XRT são sintomas miccionais irritativos (disúria, urgência, polaciúria, noctúria) e proctite em 70% a 80% dos pacientes que melhoram em média após dois meses. Retenção urinária pode ocorrer e está intimamente associada a próstata de maior volume, sendo, às vezes, necessária ressecção endoscópica 19 (D). A Disfunção Erétil (DE) após radioterapia 20 (B), em trabalho de meta-análise, estava presente em 24% dos pacientes submetidos à BT, 40% em BT + XRT e de 45% em XRT isolada. Câncer de Próstata Localizado: Tratamento 5
6 BRAQUITERAPIA Após a experiência negativa do início da década de 1970 com braquiterapia, com cerca de 20% de indivíduos livres de recorrência local em 15 anos 21 (C), a BT emerge com sofisticação técnica para implante homogêneo via perineal guiada por ultra-sonografia transretal, com planejamento computadorizado para implante de sementes radioativas de iodo 125 ( Gy) ou de palladium 103 (115 a 130Gy). Tem sido utilizada principalmente em estágios iniciais e doença de baixo volume. As principais razões para sua indicação são: a abordagem menos invasiva (comparada com cirurgia), menor tempo de tratamento convalescença quando comparado à radioterapia externa. Contra-Indicações Relativas RTU próstata prévia; Expectativa de vida < 5 anos; Próstata > 60 g; Estreitamento anoretal; Discrasia sanguínea; Uropatia obstrutiva significativa; Arco púbico e deformidades ósseas. Não existe trabalho que indique a superioridade da braquiterapia sobre outro tratamento para CaP localizado. Complicações Retenção urinária aguda; Incontinência urinária; Cistite; Estreitamento de uretra; Proctite. Crioterapia Ainda não temos trabalhos com metodologia adequada e com seguimento de longo prazo que permitam que a crioterapia seja utilizada como terapia de primeira escolha. Regime de Observação (OBS) Observação permanece uma opção viável e importante no CaP localizado, com chances de preservar a qualidade de vida (QV), com possibilidade de intervenção antes da progressão sintomática da doença. Duas variantes devem ser consideradas: identificar doença com crescimento ativo e instituir tratamento. Pode ser realizado OBS quando os tumores identificados forem enquadrados em 22 (B): T1c, ausência de padrão 4/5 de Gleason primário, < 3 Bx positivas/12, nenhum fragmento com mais de 50% comprometido, densidade do PSA < 0,15. Os pacientes devem ser submetidos a acompanhamento com toque digital, PSA semestral e biópsia anual, sendo caracterizada progressão quando surgir padrão 4/5, > 3 fragmentos positivos/12, ou > 50% de um fragmento comprometido em biópsias subseqüentes. Na casuística do estudo, 31% tiveram progressão da doença no primeiro ano. Demonstrou-se em grupo sob OBS que a chance de metástases foi 37% maior que no grupo submetido à cirurgia 6 (A). O risco de morte após oito anos é de 13,6% e após 10 anos de seguimento, 16,8% para este grupo de pacientes mantidos sob OBS. Ao se avaliar 767 homens de 55 a 74 anos sob regime de OBS, mostrou-se que a chance de morte devido à progressão da doença, após 15 anos, aumenta conforme o escore de Gleason: 2-4 (4% a 7%), 5 (6% a 11%), 6 (18% a 30%), 7 (42% a 70%) e 8-10 (60% a 87%) 23 (B). Estudos atuais são contundentes em mostrar que a observação pode ser perigosa para homens com expectativa de vida superior a 10 anos. Um estudo demonstrou que após 15 anos de OBS a sobrevida livre de progressão caiu de 45% para 36%, a sobrevida livre de metástases de 76,9% para 51,2% e a sobrevida câncer específica de 78,7% para 54,4% 24 (B). Estes números confirmam que em CaP 6 Câncer de Próstata Localizado: Tratamento
7 é necessário um seguimento longo para observar os benefícios do diagnóstico precoce e do tratamento. QUALIDADE DE VIDA Uma vez diagnosticado CaP localizado, o paciente, ao decidir sobre o tratamento, estará aceitando o risco de complicações agudas ou crônicas produzidos pelo mesmo. A necessidade de um segundo tratamento (resgate), após qualquer terapia local com intenção curativa, pode ocorrer em percentual considerável de pacientes, o que também interfere nos índices de QV 25 (B). Após análise de pacientes tratados, concluiu-se que 59,2% estavam satisfeitos com a opção tomada (PR ou RT). A satisfação compreendia estar livre do câncer (66,4%), função urinária (64,2 %) e intestinal (60,5%), função erétil (65,9%) e gozar boa saúde (71,3%). É importante frisar que 69,1% referiram preservar as relações sociais e que 50,5% dos pacientes não tratados estavam insatisfeitos. Dentre os pacientes satisfeitos, 76,8% referiram que escolheriam novamente a mesma opção 26 (B). Ao se avaliar a QV em homens submetidos a PR (76%), XRT (11%), OBS (7%), DA (4%), CRIO (2%) após 1 ano do tratamento, e, ao se avaliar a função sexual, verificou-se que esta era um problema para 58% pós-pr, 48% pós-xrt, 64% pós-da, 45% pós-crio e, finalmente, 30% após OBS 27 (B). Tabela 1 Incidência de Disfunção Erétil após Tratamento do CaP Localizado 29 (D) Autor N Seguimento % % % (Meses) DE pós-rt DE pós-bt pós-pr Potters, (B) ,7 - Sanchez, (B) Turner, (B) Zelefsky, (B) Siegel, (B) ,4-14 (NSB) Madalinska, (B) (NSB) Walsh, (B) (NSU) Catalona, (B) (NSB) Stanford, (B) ,6 (NSU) Kao, (B) ,4 (NR) Siegel, (B) (NR) Rabbani, (B) (NSB) 79 (NSU) Zelefsky, (B) Potters, (B) NSU: nerve-sparing unilateral; NSB: nerve-sparing bilateral Câncer de Próstata Localizado: Tratamento 7
8 Ao analisar QV após PR e OBS identificou DE em 80% e 45%, e perdas urinárias em 49% e 21%, respectivamente 28 (A). A Incidência de incontinência urinária e uso de forro de proteção é variável, conforme as séries representadas na tabela 2 41 (B). RECOMENDAÇÕES O tratamento do CaP localizado deve ser individualizado, com a participação do paciente na escolha. Tratamento cirúrgico está indicado em todos os casos de doença localizada, desde Tabela 2 Incidência da Incontinência Urinária e Forro de Proteção 41 (B) Autor N Seguimento % UI % forro (Meses) Talcott, (B) 98 3 m 48 m m Litwin, (C) ,7 m Bates, (C) m Wei, (B) m 25,8 NS 1,5 NS 35,4 NNS 5,3 NNS Gray, (C) 167 2,7 a Shrader-Bogen, (B) 132 PR: 32 m 46,3 52,3 XRT: 41 m 19,4 15,4 McCammon, (B) 203 PR: 3,4 a 62 33,7 XRT: 6,4 a 62 8,7 Steiner, (C) 399 1,7 a NR 11 Catalona, (B) a NR 8 17 (> 70 a) Steineck, (A) 695 PR: 6,2 a Nguyen, (B) - XRT 29 - Gelblum, (B) - BT 17 (pós RTUP) - NR: não relatado; NS: nerve-sparing; NNS: non nerve-sparing 8 Câncer de Próstata Localizado: Tratamento
9 que os pacientes apresentem condições clínicas e expectativa de vida que justifiquem o procedimento; Embora a maioria dos estudos sugira melhor resultado da cirurgia em seguimentos mais prolongados (> 10 anos), a radioterapia externa está indicada em todos os CaP localizados, exceto em pacientes com obstrução urinária. Em caso de uso de XRT, é benéfica a associação hormonal neoadjuvante ou adjuvante em próstatas volumosas ou tumor de alto escore de Gleason. As técnicas que obtêm maior dose no volume-alvo com menor morbidade devem ser usadas sempre que disponíveis; A braquiterapia deve ser preferencialmente indicada em pacientes com escore de Gleason < 7, glândula < 60 gramas, expectativa de vida > 5 anos e sem sintomas urinários obstrutivos importantes; Crioterapia ainda é um método experimental, que só deve ser empregado em casos bem selecionados; O regime de observação controlada pode ser instituído para pacientes com curta expectativa de vida, histologia favorável (ausência de padrão de Gleason 4/5) e PSA baixo. Os pacientes devem ser monitorados pelo menos com dosagem de PSA e toque retal periodicamente (6/6 meses) e tratados quando houver indícios de progressão tumoral. Esta conduta pode excepcionalmente ser adotada em pacientes com longa expectativa de vida que desejarem postergar o tratamento definitivo, porém a monitorização deve ser mais freqüente (3/3 meses), com biópsia anual. CONFLITO DE INTERESSE Arruda HO: recebeu reembolso de passagens aéreas do laboratório Aventis para comparecer a congressos da especialidade nos EUA em 2003 e Câncer de Próstata Localizado: Tratamento 9
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