CÂNCER DE PRÓSTATA LINFONODO POSITIVO
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- Alícia de Sá Barros
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1 Colégio Brasileiro de Radiologia Critérios de Adequação do ACR CÂNCER DE PRÓSTATA LINFONODO POSITIVO Painel de Especialistas em Radioterapia Grupo de Trabalho de Próstata: W. Robert Lee, Médico 1 ; Alan Pollack, Médico, PhD 2 ; W. Robert Lee, Carlos A. Perez, Médico 3 ; David C. Beyer, Médico 4 ; John C. Blasko, Médico 5 ; Jeffrey D. Forman, Médico 6 ; David H. Hussey, Médico 7 ; Shyam B. Paryani, Médico 8 ; Louis Potters, Médico, 9 ; Mack Roach III, Médico 10 ; Peter Scardino, Médico 11 ; Paul Schellhammer, Médico 12 ; Steven Leibel, Médico 13. Revisão da Literatura A metástase de adenocarcinoma prostático histologicamente comprovada para linfonodos anuncia um mau prognóstico. Com a ampla realização do PSA, a porcentagem de homens diagnosticados com câncer de próstata linfonodo positivo caiu para aproximadamente 15%. O tratamento ideal destes pacientes continua a ser controverso. As recomendações vão da hormonioterapia (HT) imediata às abordagens com modalidades agressivas combinadas (1,2). Dada a história natural variável do câncer de próstata, diversos pesquisadores examinaram variáveis histológicas que podem ter valor prognóstico (3-11). Pesquisas recentes examinaram as variáveis imuno-histoquímicas (alterações de p53, calicreína glandular humana 2) que são detectáveis nos linfonodos metastáticos como potenciais fatores prognósticos (12,13). Os dados disponíveis indicam que tanto o número de linfonodos envolvidos como a extensão do envolvimento metastático são preditivos da progressão subseqüente da doença. As poucas séries com seguimentio por longo período indicam, entretanto, que mesmo os pacientes com metástases linfáticas microscópicas mínimas têm uma curta sobrevida livre de doença. Quase todos os pacientes desenvolvem doença metastática nos 10 anos seguintes ao tratamento (4,6,8,10). Na falta de alguma forma de HT adjuvante, a terapia radical local ou locorregional (prostatectomia radical mais dissecção de linfonodos ou radioterapia) resultou em sobrevida de 10 anos para apenas 20%-30%, com quase todos os pacientes desenvolvendo evidência de metástases à distância dentro de 10 anos após o diagnóstico (2-6,8,10,11,14-16,18,22). Séries de pacientes tratados com ablação androgênica precoce mostram resultados similares (7,19-21). Os melhores resultados reportados em pacientes linfonodo positivos são de séries que combinaram uma modalidade local ou locorregional (cirurgia ou radiação) com HT adjuvante precoce (7,14,16,22-24). Muitas das séries reportadas acima incluem pacientes tratados antes da ampla disponibilidade do PSA (era pré-psa). As poucas séries para as quais os níveis de PSA pós-tratamento disponíveis mostram taxas muito mais baixas de sobrevida livre de doença, se o PSA for usado para definir a ausência da doença (14,16,21,23). Um recente ensaio randomizado notou um benefício geral para a sobrevida por privação imediata de androgênio após a prostatectomia para homens com doença linfonodo positiva (25). Este estudo foi bem menor (98 casos), nunca alcançou sua meta projetada de 240 casos, e não precisou de uma análise patológica central. Além disso, a sobrevida livre da doença no grupo de controle foi menor do que aquela reportada em diversas séries uni-institucionais de prostatectomia radical apenas. Embora este estudo sugira uma vantagem para a privação precoce de androgênio, serão necessários mais estudos com maiores números de pacientes. 1 Co-Autor, Wake Forest University School of Medicine, Winston Salem, NC; 2 Co-Autor, University of Texas, M.D. Anderson Cancer Center, Houston, Tex; 3 Presidente do Painel do Grupo de Trabalho de Próstata, Mallinckrodt Institute of Radiology, St. Louis, Mo; 4 Arizona Oncology Services, Scottsdale, Ariz; 5 Seattle Prostate Institute, Seattle, Wash; 6 Harper Grace Hospital, Detroit, Mich; 7 University of Iowa Hospitals, Iowa City, Iowa; 8 Florida Radiation Oncology Group, Jacksonville, Fla; 9 Memorial Sloan-Kettering Cancer Center at Mercy Medical Center, Rockville Centre, NY; 10 University of California, San Francisco, Calif; 11 Memorial Sloan- Kettering Cancer Center, New York, NY, American Urological Association; 12 Eastern Virginia Medical School, Norfolk, Va, American Urological Association; 13 Presidente do Painel de Radioterapia, Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, New York, NY. O trabalho completo sobre os Critérios de Adequação do ACR (ACR Appropriateness Criteria ) está disponível, em inglês, no American College of Radiology (1891, Preston White Drive, Reston, VA, ) em forma de livro, podendo, também, ser acessado no site da entidade e em português no site do CBR - Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Os tópicos adicionais estarão disponíveis on-line assim que forem finalizados. Próstata 1463 Câncer de próstata linfonodo positivo
2 A história natural dos pacientes com câncer de próstata linfonodo positivo tratados indica que uma grande proporção de homens desenvolverá metástases à distância dentro de cerca de 10 anos após o tratamento. Métodos recentes de estadiamento molecular sugerem que a maioria dos pacientes com câncer de próstata linfonodo positivo abriga doença metastática à distância, oculta na época do diagnóstico. Wood publicou recentemente sua experiência com 55 homens com câncer de próstata nos quais mielogramas foram examinados por PCR e técnicas imuno-histoquímicas para identificar células metastáticas de câncer de próstata (26). Os autores reportaram que mais de 70% dos homens com metástases linfáticas e cintilografia óssea negativa tiveram evidência de células metastáticas de câncer na medula óssea. Se estes pacientes linfonodos positivos, de fato, têm doença micrometastática à distância, qualquer modalidade local estará condenada ao fracasso. As estratégias de tratamento designadas para curar pacientes com câncer de próstata linfonodo positivo devem incluir um componente sistêmico, além da terapia agressiva locorregional. Exceções Previstas Nenhuma. Informação de Revisão Esta diretriz foi originalmente desenvolvida em Uma análise e uma revisão completas foram aprovadas em Todos os tópicos dos Critérios de Adequação são revistos anualmente e, sendo necessário, são atualizados. Próstata 1464 Câncer de próstata linfonodo positivo
3 Condição Clínica: Câncer de Próstata Linfonodo Positivo Variante 1: Homem de 72 anos com doença micrometastática em linfonodo pélvico único após prostatectomia radical. Tratamento Índice de Comentários adequação Prostatectomia radical com HT 7 RT com HT 6 HT isolada 6 RT em pelve e em leito prostático 5 RT isolada 3 RT apenas em leito prostático 2 Dose pélvica de RT 4500/25 frações /28 frações /30 frações 2 Dose em leito prostático 5940/33 frações /37 frações /25 frações 2 Planejamento do tratamento Planejamento 3D-TC 7 Nem todos radioterapêutas acreditam que o leito prostático possa ser reconstruído com acurácia pela TC ou RM. Planejamento 2D-TC 6 Planejamento 2.5D-TC 6 Planejamento computadorizado sem TC 5 Colimação Complexa 6 Manual 5 Campo aberto 4 Escala dos critérios de adequação =menos apropriado 9=mais apropriado Próstata 1465 Câncer de próstata linfonodo positivo
4 Condição Clínica: Câncer de Próstata Linfonodo Positivo Variante 2: Homem de 55 anos com linfonodos pélvicos grosseiramente envolvidos na investigação com planos de prostatectomia. Tratamento Índice de Comentários adequação RT com HT 7 HT isolada 6 RT em pelve e próstata 6 RT isolada 3 Prostatectomia radical com HT 3 Prostatectomia radical apenas 2 RT em próstata apenas 2 Dose pélvica de RT 4500/25 frações /28 frações /30 frações 2 Boost adicional na área com envolvimento linfonodal é aceitável. Dose prostática 7020/39 frações /37 frações /42 frações /33 frações 2 Planejamento do tratamento Planejamento 2D-TC 6 Planejamento2.5D-TC 6 Planejamento 3D-TC 5 Planejamento computadorizado sem TC 4 Colimação Complexa 6 Manual 5 Campo aberto 2 Escala dos critérios de adequação =menos apropriado 9=mais apropriado Próstata 1466 Câncer de próstata linfonodo positivo
5 Condição Clínica: Câncer de Próstata Linfonodo Positivo Variante 3: Homem de 67 anos com PSA de 30 e biópsia por agulha fina de linfonodo pélvico revela adenocarcinoma metastático. Tratamento Índice de Comentários adequação RT com HT 8 RT em pelve e próstata 7 HT isolada 6 RT isolada 3 Prostatectomia radical com HT 3 Prostatectomia radical apenas 2 RT em próstata apenas 2 Dose pélvica de RT 4500/25 frações /28 frações /30 frações 2 Boost adicional na área com envolvimento linfonodal é aceitável. Dose prostática 7020/39 frações /37 frações /33 frações /42 frações 2 Planejamento do tratamento Planejamento 2D-TC 6 Planejamento 2.5D-TC 6 Planejamento 3D-TC 5 Planejamento computadorizado sem TC 4 Colimação Complexa 8 Manual 6 Campo aberto 2 Escala dos critérios de adequação =menos apropriado 9=mais apropriado Próstata 1467 Câncer de próstata linfonodo positivo
6 Referências 1. Freeman JA, Lieskovsky G, Grossfeld G, et al. Adjuvant radiation, chemotherapy, and androgen deprivation therapy for pathologic Stage D1 adenocarcinoma of the prostate. Urology 1994; 44(5): Hanks GE. The challenge of treating node-positive cancer. An approach to resolving the questions. Cancer 1993; 71(3 Suppl): Anscher MS, Prosnitz LR. Prognostic significance of extent of nodal involvement in Stage D1 prostate cancer treated with radiotherapy. Urology 1992; 39(1): Gervasi LA, Mata J, Easley JD, et al. Prognostic significance of lymph nodal metastases in prostate cancer. J Urol 1989; 142(2 Pt. 1): Golimbu M, Provet J, Al-Askari S, Morales P. Radical prostatectomy for Stage D1 prostate cancer. Prognostic variables and results of Tratamento. Urology 1987; 30(5): Kramer SA, Cline WA Jr, Farnham R, et al. Prognosis of patients with Stage D1 prostatic adenocarcinoma. J Urol 1981; 125(6): Kramolowsky EV. The value of testerone deprivation in Stage D1 carcinoma of the prostate. J Urol 1988; 139(6): Leibel SA, Fuks Z, Zelefsky MJ, Whitmore WF. The effects of local and regional Tratamento on the metastatic outcome in prostatic carcinoma with pelvic lymph node involvement. Int J Radiat Oncol Biol Phys 1994; 28(1): Prout GR, Heaney JA, Griffin PP, Daly JJ, Shipley WU. Nodal involvement as a prognostic indicator in patients with prostatic carcinoma. J Urol 1980; 124(2): Smith JA Jr, Haynes TH, Middleton RG. Impact of external irradiation on local symptoms and survival free of disease in patients with pelvic lymph node metastasis from adenocarcinoma of the prostate. J Urol 1984; 131(4): Smith JA Jr, Middleton RG. Implications of volume of nodal metastasis in patients with adenocarcinoma of the prostate. J Urol 1985; 133(4): Cheng L, Leibovich BC, Bergstralh EJ, et al. p53 alteration in regional lymph node metastases from prostate carcinoma: a marker for progression? Cancer 1999; 85(11): Darson MF, Pacelli A, Roche P, et al. Human glandular kallikrein 2 expression in prostate adenocarcinoma and lymph node metastases. Urology 1999; 53(5): dekernion JB, Neuwirth H, Steain A, et al. Prognosis of patients with Stage D1 prostate carcinoma following radical prostatectomy with and without early endocrine therapy. J Urol 1990; 144(3): Lawton CA, Cox JD, Glisch C, Murray KJ, Byhardt RW, Wilson JF. Is long-term survival possible with external beam irradiation for Stage D1 adenocarcinoma of the prostate? Cancer 1992; 69(11): Lawton CA, Winter K, Byhardt R, et al. Androgen suppression plus radiation versus radiation alone for patients with D1 (pn+) adenocarcinoma of the prostate (results based on a national prospective trial, RTOG 85-31) Int J Radiat Oncol Biol Phys 1997; 38(5): Steinberg GD, Epstein JI, Piantadosi S, Walsh PC. Management of Stage D1 adenocarcinoma of the prostate: The Johns Hopkins experience 1974 to J Urol 1990; 144(6): Zincke H, Utz DC, Thule PM, Taylor WF. Tratamento options for patients with Stage D1 (T0-3, N1-2, M0) adenocarcinoma of the prostate. Urology 1987; 30(4): Byar DP, Corle DK. Hormone therapy for prostate cancer: results of the Veterans Administration Cooperative Urologic Research Group studies. NCI Monogr 1988;(7): vanaubel OGJ, Hoekstra WJ, Schroder FH. Early orchiectomy for patients with Stage D1 prostatic carcinoma. J Urol 1985; 134(2): Zagars GK, Sands ME, Pollack A, von Eschenbach AC. Early androgen ablation for Stage D1 (N1-N3, M0) prostate cancer: prognostic variables and outcome. J Urol 1994; (5)151: Myers RP, Larson-Keller JJ, Bergstralh EJ, Zincke H, Oesterling JE, Lieber MM. Hormonal Tratamento at time of radical retropubic prostatectomy for Stage D1 prostate cancer: results of long term follow-up. J Urol 1992; 147(3 Pt. 2): Pilepich MV, Caplan R, Byhardt RW, et al. Phase III trial of androgen suppression using goserelin in unfavorable prognosis carcinoma of the prostate treated with definitive radiotherapy (Report of RTOG Protocol 85-31). J Clin Oncol 1997; 15(3): Sands ME, Pollack A, Zagars GK. Influence of radiotherapy on Ca de Próstata LN positivo treated with androgen ablation. Int J Radiat Oncol Biol Phys 1995; 31(1): Messing EM, Manola J, Sarodsy M, Wilding G, Crawford ED, Trump D. Immediate hormonal therapy compared with observation after radical prostatectomy and pelvic lymphadenectomy in men with node-positive prostate cancer. N Engl J Med 1999; 341(24): Wood DP, Banks ER, Humphreys S, McRoberts JW, Rangnekar VM. Identification of bone marrow micrometastases in patients with prostate cancer. Cancer 1994; 74(9): Próstata 1468 Câncer de próstata linfonodo positivo
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