CIÊNCIA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO: AS NOVAS OPORTUNIDADES

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1 CIÊNCIA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO: AS NOVAS OPORTUNIDADES Secretaria de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Santa Cruz do Sul, 04 de agosto de 2011.

2 REUNIÃO DO POLO DE MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICO DO VALE DO RIO PARDO Universidade de Santa Cruz do Sul

3 PAUTA Apresentação da Secretaria de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico; Temas para debate sobre a Região; Contribuição dos participantes; Encaminhamentos.

4 MISSÃO DA SCIT Promover o desenvolvimento local e regional a partir do estímulo a atividades criativas e inovadoras visando o desenvolvimento científico e tecnológico e o fortalecimento da cultura da inovação.

5 COMPETÊNCIAS DA SCIT Apoiar a formação e o desenvolvimento de Recursos Humanos, incentivando a sua capacitação nas áreas de pesquisa, ciência, tecnologia e inovação; Apoiar e estimular órgãos e entidades a investirem em pesquisa, desenvolvimento científico, tecnológico e inovação;

6 COMPETÊNCIAS DA SCIT Promover e coordenar programas especiais e de fomento, bem como atividades de pesquisa e de desenvolvimento em áreas prioritárias. Promover a implementação e fixação de atividades de alta tecnologia no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul.

7 COMPETÊNCIAS DA SCIT Promover cooperação científica, tecnológica e universitária com outros países e com organismo internacionais;

8 DESAFIOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO RIO GRANDE DO SUL Modificação das taxas de crescimento de modo a aumentar a participação do RS no PIB brasileiro;

9 Índices de volume do PIB do Rio Grande do Sul e do Brasil e m lu o 130 v e d e ic 120 d Ín Anos FONTE: FEE/Núcleo de Contabilidade Social IBGE/Coordenação de Contas Nacionais. Brasil Rio Grande do Sul

10 DESAFIOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO RIO GRANDE DO SUL Adensamento de cadeias produtivas na economia gaúcha. Exemplos: Microeletrônica; energia; meio ambiente; tecnologia da informação e comunicação; metal mecânica; vitinicultura; Petróleo, Gás e Indústria Naval.

11 DESAFIOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO RIO GRANDE DO SUL Promoção de investimentos em regiões de menor renda relativa.

12

13 Déficits Comerciais Concentrados em Cinco Setores Críticos Na indústria de alta e média-alta intensidade tecnológica, cinco setores respondem por 80% do déficit comercial. Déficit Comerciais Setoriais - Indústria de alta e média-alta intensidade tecnológica (US$ Bilhões) SETORES Farmacêutico 1,89 2,28 4,64 6,38 Equipamentos de rádio, TV e comunicação 1,45 3,88 9,79 11,39 Instrumentos médicos de ótica e precisão 1,62 2,41 5,51 5,65 Produtos químicos,excl. farmacêuticos 4,49 6,17 20,11 16,12 Máquinas e equipamentos mecânicos n. e. 2,51 0,35 8,16 12,73 Fonte: SCEX / MDIC

14 EFEITOS DA DIFERENÇA DE P&D (2010) Para importar uma tonelada de circuitos integrados (US$ ,43), o Brasil precisa exportar toneladas de minério de ferro (US$39,58/ton) ou toneladas de soja (US$ 487,36/ton) Fonte: Alice Web, MDIC, Brasil, Consulta em 10/02/2011. Ton/US$ FOB. Circuitos importados. Minério de Ferro e Grãos de Soja exportados.

15 Investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) % P&D / PIB Em US$ Bilhões Estados Unidos (2008) 2,79 398,2 Japão (2008) 3,44 148,7 China (2008) 1,54 120,6 Alemanha (2009) 2,82 84,0 BRASIL (2009) 1,19 24,2 Fontes: Main Science and Technology Indicators (MSTI), , da Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD); para o Brasil:

16 Inovação: Protagonismo da Empresa Dispêndio Público e Privado em P&D (% PIB) Empresas Governo Fonte: * estimativa Inovação: demanda comprometimento de longo prazo, recursos e disposição ao risco

17 COMO A SCIT ENFRENTARÁ ESSES DESAFIOS?

18 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I

19 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I Apoiar o desenvolvimento social e econômico através da ciência, tecnologia e inovação;

20 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I Fomentar a cultura de inovação no Estado;

21 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I Promover a interação universidade-empresa;

22 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I Fortalecer a competitividade das empresas gaúchas por meio da promoção da inovação e do desenvolvimento tecnológico;

23 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I Promover o adensamento das cadeias produtivas portadoras de futuro;

24 PRIORIDADES DA POLÍTICA DE C, T & I Fomentar ambientes de inovação promovendo a articulação entre parques, polos e incubadoras de empresas;

25 EIXOS DE ARTICULAÇÃO SCIT DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO REGIONAL: Polos Regionais de Inovação Parques Tecnológicos APLs ARTICULAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL PROMOÇÃO DE SETORES ESTRATÉGICOS: Redes de Inovação de Setores estratégicos FOMENTO À INOVAÇÃO: Programa Pró- Inovação

26 PROJETOS ESTRATÉGICOS DO RS TECNÓPOLE Polo Metropolitano de Alta Tecnologia Parques Tecnológicos - PGTec Polos de Inovação Inclusão Digital / Programa Gaúcho de Banda Larga Rede Petro Pró-Inovação Polo Naval Polo de Tecnologia de Energias Limpas

27 PROGRAMA RS TECNÓPOLE Estimular o desenvolvimento tecnológico regional; Fomentar a inovação como mecanismo de apoio à competitividade das empresas;

28 POLOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

29 PARQUES TECNOLÓGICOS

30 TEMAS PARA DEBATE SOBRE A REGIÃO

31 Municípios da Região do Vale do Rio Pardo Fonte: Fundação de Economia e Estatística - FEE Arroio do Tigre Boqueirão do Leão Candelária Encruzilhada do Sul Estrela Velha General Câmara Herveiras Ibarama Lagoa Bonita do Sul Mato Leitão Pantano Grande Passa Sete Passo do Sobrado Rio Pardo Santa Cruz do Sul Segredo Sinimbu Sobradinho Tunas Vale do Sol Vale Verde Venâncio Aires Vera Cruz

32 MAPA DA REGIÃO DO VALE DO RIO PARDO

33 INFORMAÇÕES SÓCIO- ECONÔMICAS Fonte: Fundação de Economia e Estatística - FEE População Total (2010): habitantes Área (2010): ,7 km² Densidade Demográfica (2010): 31,5 hab/km² Taxa de analfabetismo (2010): 6,35 % Expectativa de Vida ao Nascer (2000): 70,58 anos Coeficiente de Mortalidade Infantil (2010): 8,63 por mil nascidos vivos PIBpm (2008): R$ mil PIB per capita (2008): R$ Exportações Totais (2010): U$ FOB

34 ÁREAS DE ATUAÇÃO VALE DO RIO PARDO Alimentos; Materiais e; Meio Ambiente.

35 SECRETARIA DE CIÊNCIA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Cleber Cristiano Prodanov Secretário de Estado da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico

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