O Mapa Estratégico da Indústria I Seminário O Comércio Exterior e a Indústria Centro Internacional de Negócios (CIN) - PR 24 de outubro de

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 I Seminário O Comércio Exterior e a Indústria Centro Internacional de Negócios (CIN) - PR 24 de outubro de"

Transcrição

1 O Mapa Estratégico da Indústria I Seminário O Comércio Exterior e a Indústria Centro Internacional de Negócios (CIN) - PR 24 de outubro de 2013 FIEP Curitiba, SP

2 Roteiro A CONSTRUÇÃO DO MAPA ESTRATÉGICO AVALIAÇÃO DE CENÁRIOS VISÃO GLOBAL E PROSPECTIVA O MAPA ESTRATÉGICO COMO CADA FATOR-CHAVE É EXAMINADO: DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS 2

3 A CONSTRUÇÃO DO MAPA ESTRATÉGICO 3

4 O que é o Mapa A VISÃO DE FUTURO DA INDÚSTRIA E DO PAÍS: IDENTIFICA AS PRIORIDADES E ESTRATÉGIAS PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE E O CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA E DESENVOLVIMENTO DO BRASIL APRESENTA AS AÇÕES DO SISTEMA INDÚSTRIA QUE CONTRIBUIRÃO PARA ESSE OBJETIVO 4

5 A construção do Mapa PESSOAS PARTICIPARAM DA CONSTRUÇÃO DO MAPA INFORMAÇÕES E DADOS DE FUNDAMENTAÇÃO AVALIAÇÃO DO MAPA DEZENAS DE ESTUDOS E PESQUISAS REVISTOS ORIENTAÇÕES E INICIATIVAS ESTRATÉGICAS EM CURSO 38 ENTREVISTAS PRESENCIAIS COM EMPRESÁRIOS 3 4 ASSOCIAÇÕES), 4 PAINÉIS TEMÁTICOS COM ESPECIALISTAS CONSULTAS: FNI, CONSELHOS TEMÁTICOS, ENAI (FEDERAÇÕES, SINDICATOS E DIRETORIA DA CNI E EXECUTIVOS DO SISTEMA INDÚSTRIA 6

6 AVALIAÇÃO DE CENÁRIOS VISÃO GLOBAL E PROSPECTIVA 8

7 Tendências mundiais com impacto na indústria Crescimento dos países emergentes Entrada da Rússia, China e Índia no mundo capitalista praticamente duplica o campo de ação Participação no valor adicionado mundial , ,6 Fonte: UNIDO. 9

8 Tendências mundiais com impacto na indústria Nova geografia da produção Fragmentação da Produção Mundial 1960s Indústria nacional e verticalizada 1970s Comércio intra-indústria Dispersão: offshoring 1980s Offshoring Outsourcing 1990s Global suppliers China 2000s Serviços, P&D, design, e inovação 2008 Maior modulação Pol. Industrial com GVC Fonte: Sturgeon et al. (2013) 10

9 Tendências mundiais com impacto na indústria Conhecimento e inovação como motores da economia Sem o aumento da produtividade o crescimento do produto é limitado pela disponibilidade de fatores de produção Crescimento do Produto Fatores de Produção Produtividade Inovação Educação 11

10 Tendências mundiais com impacto na indústria Emergência e difusão de novas tecnologias Novas tecnologias permitem maior pulverização geográfica da produção Impressoras 3D Simuladores virtuais Robótica mais barata e mais segura 12

11 Tendências mundiais com impacto na indústria Mudanças climáticas e economia de baixo carbono Novo padrão de demanda Prioridade à baixa emissão de carbono Oportunidade Matriz energética brasileira Biocombustível Oportunidade Desafio Adaptação do processo industrial Desafio Construção normas internacionais BNTs Emissões de GEE Indústria 10,2% 57,7 0,8 1,7 7,7 7,9 21,9 2,2 Emissões fugitivas da indústria Processos industriais Energia para a indústria Energia para outros setores Tratamento de resíduos Agropecuária Mudança no uso da terra e florestas 13

12 Tendências nacionais com impacto na indústria Fortalecimento do mercado interno Mais de 40 milhões de pessoas entraram na classe média nos últimos anos Consumo das famílias (US$ bilhões)

13 Tendências nacionais com impacto na indústria Transições demográficas Em 2022, 70% da população será de pessoas em idade potencial de trabalho (15 a 64 anos) Bônus demográfico 15

14 Tendências nacionais com impacto na indústria Reconfiguração espacial da atividade econômica A interiorização do desenvolvimento tem criado novas e promissoras oportunidades de negócios para a indústria brasileira 16

15 A posição do Brasil perante os competidores Fonte: CNI. 17

16 AVALIAÇÃO DE CENÁRIOS VISÃO GLOBAL E PROSPECTIVA 18

17 O Mapa Estratégico da Indústria

18 COMO CADA FATOR-CHAVE É EXAMINADO DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS 20

19 Como cada fator-chave é examinado 21

20 Como cada fator-chave é examinado 22

21 Como cada fator-chave é examinado 23

22 Como cada fator-chave é examinado 24

23 Como cada fator-chave é examinado Acesso a mercados Internacionalização Cadeias produtivas globais Políticas setoriais Desenvolvimento regional Melhorar o acesso aos mercados externos Aumentar a presença internacional das empresas brasileiras Aumentar a participação da nas cadeias globais de valor Promover desenvolvimento setorial Desenvolver os fatores de competitividade nas regiões menos industrializadas 25

24 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS MACROMETA Como cada fator-chave é examinado Ampliar a participação do Brasil na produção mundial de manufaturados»participação da produção brasileira de manufaturados na produção mundial de manufaturados 26

25 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS Como cada fator-chave é examinado Ampliar a participação do Brasil na produção mundial de manufaturados» Participação da produção brasileira de manufaturados na produção mundial de manufaturados TEMAS PRIORITÁRIOS ACESSO A MERCADOS INTERNACIONALIZAÇÃO CADEIAS PRODUTIVAS GLOBAIS POLÍTICAS SETORIAIS DESENVOLVIMENTO REGIONAL OBJETIVOS E INDICADORES Melhorar as condições de acesso aos mercados externos» Valor das exportações totais dos produtos abrangidos por acordos comerciais/total das exportações Aumentar a presença internacional das empresas Brasileiras» Investimento Brasileiro Direto no exterior (IBD), recorte sobre a indústria Aumentar a participação da indústria brasileira nas cadeias globais de valor» Exportação + importação de produtos manufaturados intermediários / Exportação + importação de produtos manufaturados Promover o desenvolvimento setorial» Participação da produção brasileira de manufaturados na produção mundial de manufaturados Desenvolver os fatores de competitividade nas regiões menos industrializadas» Participação das regiões menos industrializadas no emprego industrial brasileiro AÇÕES TRANSFORMADORAS Propor medidas direcionadas à reestruturação do Mercosul que permitam maior flexibilidade na assinatura de acordos comerciais Desenvolver estratégia para maior integração com a América do Sul com foco em comércio, investimentos, logística e energia Participar ativamente das negociações multilaterais de comércio, investimentos e normas técnicas e ambientais Desenvolver estratégias e propostas específicas para comércio e investimento junto à África, EUA, União Europeia, China e Índia Identificar gargalos e propor medidas para aprimorar os instrumentos de garantia de crédito à exportação Propor medidas de aperfeiçoamento da legislação de comércio exterior Propor medidas que viabilizem a criação de consórcios para exportação Apresentar propostas de facilitação do comércio (procedimentos aduaneiros, pagamentos, seguros, normas e padrões internacionais) Desenvolver estudos e propostas para adequar as práticas tributárias brasileiras às necessidades de internacionalização Identificar obstáculos e propor medidas de apoio ao investimento direto no exterior Fortalecer a defesa de interesses da indústria brasileira no exterior e frente a organizações internacionais Estimular a ação coordenada e integrada de apoio à internacionalização das empresas por parte das diferentes organizações públicas e privadas Aperfeiçoar e expandir os programas de qualificação de pequenas e médias empresas como fornecedores na cadeia produtiva Desenvolver estudos e propostas para aumentar a inserção do Brasil em cadeias globais de valor Estimular o estabelecimento de parcerias comerciais entre setores específicos para integração produtiva, problemas regulatórios, capacitação e inovação Elaborar e propor estratégias de política industrial para aproveitar oportunidades de desenvolvimento Implementar processo de consolidação das demandas setoriais em relação à política industrial com vistas à ação conjunta Aprimorar políticas de conteúdo local visando à maior agregação de valor e ao aumento da competitividade Desenvolver estudos e propostas com o objetivo de reduzir o incentivo institucional à verticalização da atividade industrial Propor políticas de incentivo aos setores intensivos em tecnologia e design Realizar estudos e avaliação de cenários tecnológicos que identifiquem oportunidades e ações para aumentar a participação de setores intensivos em tecnologia Desenvolver estudos e propostas em economia verde Desenvolver estudos e estratégias para aproveitamento das oportunidades e redução dos custos de adaptação relacionados às mudanças climáticas Intensificar iniciativas de capacitação de mão de obra para atender à demanda da indústria nas regiões em expansão Fortalecer os serviços de apoio aos APLs e empresas de menor porte com vistas ao desenvolvimento local Atuar na formatação do novo modelo de incentivos ao desenvolvimento regional considerando a reforma do ICMS Definir estratégias para implementação dos estudos de eixos logísticos de competitividade regional 27

26 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS TEMA PRIORITÁRIO ACESSO A MERCADOS OBJETIVO E INDICADOR Melhorar as condições de acesso aos mercados externos» Valor das exportações totais dos produtos abrangidos por acordos comerciais/total das exportações Como cada fator-chave é examinado AÇÕES TRANSFORMADORAS Propor medidas direcionadas à reestruturação do Mercosul que permitam maior flexibilidade na assinatura de acordos comerciais Desenvolver estratégia para maior integração com a América do Sul com foco em comércio, investimentos, logística e energia Participar ativamente das negociações multilaterais de comércio, investimentos e normas técnicas e ambientais Desenvolver estratégias e propostas específicas para comércio e investimento junto à África, EUA, União Europeia, China e Índia Identificar gargalos e propor medidas para aprimorar os instrumentos de garantia de crédito à exportação Propor medidas de aperfeiçoamento da legislação de comércio exterior Propor medidas que viabilizem a criação de consórcios para exportação Apresentar propostas de facilitação do comércio (procedimentos aduaneiros, pagamentos, seguros, normas e padrões internacionais) 28

27 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS TEMA PRIORITÁRIO OBJETIVO E INDICADOR Como cada fator-chave é examinado ACESSO A MERCADOS 29

28 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS TEMA PRIORITÁRIO INTERNACIONALIZAÇÃO OBJETIVO E INDICADOR Aumentar a presença internacional das empresas Brasileiras» Investimento Brasileiro Direto no exterior (IBD), recorte sobre a indústria Como cada fator-chave é examinado AÇÕES TRANSFORMADORAS Desenvolver estudos e propostas para adequar as práticas tributárias brasileiras às necessidades de internacionalização Identificar obstáculos e propor medidas de apoio ao investimento direto no exterior Fortalecer a defesa de interesses da indústria brasileira no exterior e frente a organizações internacionais Estimular a ação coordenada e integrada de apoio à internacionalização das empresas por parte das diferentes organizações públicas e privadas 30

29 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS TEMA PRIORITÁRIO OBJETIVO E INDICADOR Como cada fator-chave é examinado INTERNACIONALIZAÇÃO 31

30 Como cada fator-chave é examinado DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS TEMA PRIORITÁRIO CADEIAS PRODUTIVAS GLOBAIS OBJETIVO E INDICADOR Aumentar a participação da indústria brasileira nas cadeias globais de valor» Exportação + importação de produtos manufaturados intermediários / Exportação + importação de produtos manufaturados AÇÕES TRANSFORMADORAS Aperfeiçoar e expandir os programas de qualificação de pequenas e médias empresas como fornecedores na cadeia produtiva Desenvolver estudos e propostas para aumentar a inserção do Brasil em cadeias globais de valor Estimular o estabelecimento de parcerias comerciais entre setores específicos para integração produtiva, problemas regulatórios, capacitação e inovação 32

31 DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS TEMA PRIORITÁRIO OBJETIVO E INDICADOR Como cada fator-chave é examinado CADEIAS PRODUTIVAS GLOBAIS 33

32 34

Carteira de projetos prioritários para 2014. Propostas a serem entregues aos presidenciáveis. Mapa Estratégico DA INDÚSTRIA 2013-2022

Carteira de projetos prioritários para 2014. Propostas a serem entregues aos presidenciáveis. Mapa Estratégico DA INDÚSTRIA 2013-2022 Carteira de projetos prioritários para 2014 Propostas a serem entregues aos presidenciáveis Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 OBS: AJUSTAR TAMANHO DA LOMBADA COM O CÁLCULO FINAL DO MIOLO. Mapa Estratégico

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO 1 Sumário OPORTUNIDADE PARA UMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO SÍNTESE DA PROPOSTA NÍVEL SISTÊMICO: PROJETOS E INICIATIVAS NÍVEL ESTRUTURAL: PROJETOS

Leia mais

Planejamento do CBN 2008. Política Nacional de Normalização. Processo de produção de normas. Antecedentes. Objetivo. Propor a

Planejamento do CBN 2008. Política Nacional de Normalização. Processo de produção de normas. Antecedentes. Objetivo. Propor a Objetivo Planejamento do CBN 2008 Propor a Política Nacional de Normalização. Processo de produção de normas Antecedentes Normas nacionais devem ser: necessárias e demandadas utilizadas acordadas o mais

Leia mais

SEMANA FIESP CIESP DE MEIO AMBIENTE. A Política de Desenvolvimento Produtivo e a Produção Sustentável. São Paulo, 04 de junho de 2008

SEMANA FIESP CIESP DE MEIO AMBIENTE. A Política de Desenvolvimento Produtivo e a Produção Sustentável. São Paulo, 04 de junho de 2008 SEMANA FIESP CIESP DE MEIO AMBIENTE A Política de Desenvolvimento Produtivo e a Produção Sustentável São Paulo, 04 de junho de 2008 SUSTENTABILIDADE X DEMANDAS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO 2 Matriz Energética

Leia mais

2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016. As Prioridades da Agenda da MEI

2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016. As Prioridades da Agenda da MEI 2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016 As Prioridades da Agenda da MEI Pedro Wongtschowski Grupo Ultra 13 de maio de 2016 US$ bilhões MANUFATURA - VALOR AGREGADO Brasil x Outros países 450 400

Leia mais

Diretrizes da Agenda Setorial do Setor de Energias Renováveis: Biocombustíveis

Diretrizes da Agenda Setorial do Setor de Energias Renováveis: Biocombustíveis SENADO FEDERAL Comissão de Agricultura e Reforma Agrária Diretrizes da Agenda Setorial do Setor de Energias Renováveis: Bioetanol Biodiesel Biocombustíveis Brasília, 28 de novembro de 2012 Foco e Prioridades

Leia mais

Otimizada para Crescimento:

Otimizada para Crescimento: Quinta Pesquisa Anual de Mudança na Cadeia de Suprimentos RESUMO REGIONAL: AMÉRICA LATINA Otimizada para Crescimento: Executivos de alta tecnologia se adaptam para se adequar às demandas mundiais INTRODUÇÃO

Leia mais

As mudanças no sistema de produção e a Propriedade Intelectual: Cadeias globais de valor e importação de serviços

As mudanças no sistema de produção e a Propriedade Intelectual: Cadeias globais de valor e importação de serviços As mudanças no sistema de produção e a Propriedade Intelectual: Cadeias globais de valor e importação de serviços A Propriedade Intelectual e a Sociedade do Conhecimento na nova Economia 19.08.2013 Rio

Leia mais

GT de Economia Criativa

GT de Economia Criativa GT de Economia Criativa Santa Maria, 02 de outubro de 2012 Pauta da reunião 1) Ações após a 1ª reunião do GT 2) Apresentação do Projeto de Mapeamento Georreferenciado da Economia Criativa 3) Apresentação

Leia mais

Inteligência Tecnológica

Inteligência Tecnológica Cenários Tecnológicos Vale Inteligência Tecnológica Gestão de Tecnologia e Propriedade Intelectual Diretoria de Tecnologia e Inovação 2014 Agenda Quem somos? Gestão de Tecnologia e Propriedade Intelectual

Leia mais

Copa do Mundo 2014: Oportunidades para o Brasil e para a iniciativa privada

Copa do Mundo 2014: Oportunidades para o Brasil e para a iniciativa privada BRA-MEB001-100209-0 Copa do Mundo 2014: Oportunidades para o Brasil e para a iniciativa privada São Paulo, 9 de março de 2010 0 BRA-MEB001-100209-1 O que o Brasil quer com uma Copa do Mundo FIFA Mobilizar

Leia mais

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO Vânia Damiani Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa A Missão da FINEP Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Leia mais

AUD. Audiência Pública A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante

AUD. Audiência Pública A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante AUD Audiência Pública A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante SENAI Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência

Leia mais

Cenários de Investimento Ex-Petrobras. e desafios para a Industria Nacional na próxima década

Cenários de Investimento Ex-Petrobras. e desafios para a Industria Nacional na próxima década 8º ENCONTRO DO PROMINP Cenários de Investimento Ex-Petrobras 18% e desafios para a Industria Nacional na próxima década São Luís, 23 de Novembro 2011 CENÁRIO PREVISTO ATÉ 2020 Produção: atual de 2,3 milhões

Leia mais

< > MODELO DE DESENVOLVIMENTO PARA O RS

< > MODELO DE DESENVOLVIMENTO PARA O RS MODELO DE DESENVOLVIMENTO PARA O RS POLÍTICA INDUSTRIAL DO RS Modelo de Desenvolvimento Industrial do Estado do RS Março de 2012. 2 Sumário MODELO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO ESTADO DO RS Destaques

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA

GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA Apresentação Geral Brasília, Setembro de 2006 1 AGENDA ORIGEM E OBJETIVOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA NO MAPA PARTICIPANTES DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO FASES E CRONOGRAMA DO PROJETO

Leia mais

Indústria Audiovisual Como investir? 28/05/2013

Indústria Audiovisual Como investir? 28/05/2013 Indústria Audiovisual Como investir? 28/05/2013 Porque Investir? 20,3 x 4,9 x R$ 540 Milhões 8.340 Postos de Trabalho R$ 26.5 Milhões R$ 113 Milhões 32 filmes investidos e lançados pela RioFilme entre

Leia mais

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC / FIESP

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC / FIESP I WORSHOP SETORIAL DE AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC / FIESP OUTUBRO / 2009 1 I..

Leia mais

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS Rede CIN CIN MS Centro Internacional de Negócios FIEMS O que é a REDE CIN? Coordenada pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, e criada com o apoio da Agência Nacional de Promoção de Exportações

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO CORPORATIVO COM GRANDES CLIENTES

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO CORPORATIVO COM GRANDES CLIENTES POLÍTICA DE RELACIONAMENTO CORPORATIVO COM GRANDES CLIENTES CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA SESI, SENAI E IEL GERÊNCIA EXECUTIVA DE RELAÇÕES COM O MERCADO BRASÍLIA,

Leia mais

China: novos rumos, mais oportunidades

China: novos rumos, mais oportunidades China: novos rumos, mais oportunidades Brasil pode investir em diversas áreas, como tecnologia, exploração espacial e infraestrutura 10 KPMG Business Magazine A China continua a ter na Europa o principal

Leia mais

Oportunidades e Riscos

Oportunidades e Riscos 2.4b INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004. 1 MOTIVOS (ou VANTAGENS)

Leia mais

Política de Eficiência Energética

Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética março 2010 Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética 5 I. O público-alvo O Público-alvo ao qual se destina esta Política de Eficiência Energética

Leia mais

Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Março/2010

Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Março/2010 Programa HPPC Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Março/2010 Gestor: Alexandre Ribeiro Pereira Lopes Coordenador-Geral das Indústrias Químicas e de Transformados

Leia mais

Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Petróleo e Gás/BNDES

Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Petróleo e Gás/BNDES Oportunidades e Desafios da Agenda de Competitividade para Construção de uma Política Industrial na Área de Petróleo: Propostas para um Novo Ciclo de Desenvolvimento Industrial Carlos Soligo Camerini Desenvolvimento

Leia mais

Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo

Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo Josué Gomes da Silva IEDI Seminário Internacional: A Hora e a Vez da Política de Desenvolvimento Produtivo BNDES / CNI CEPAL / OCDE 22/09/2009

Leia mais

Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras

Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras dezembro 2012 Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras 5 I. O público-alvo

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria

Confederação Nacional da Indústria Confederação Nacional da Indústria Brasília, novembro de 2010 mudança do clima COP 16: A Contribuição da Indústria Brasileira As Principais Mensagens Os esforços da indústria brasileira são uma importante

Leia mais

Graduação Executiva Feita para o seu momento.

Graduação Executiva Feita para o seu momento. Você, que trabalha e sabe o valor do tempo e do dinheiro, nós temos o que falta para sua formação. Graduação Executiva Feita para o seu momento. Otimizando seu tempo, ampliando suas chances. Por que estudar

Leia mais

O Governo da República do Chile (doravante denominados "as Partes"),

O Governo da República do Chile (doravante denominados as Partes), MEMORANDUM DE ENTENDIMENTO PARA A PROMOÇÃO DO COMÉRCIO E DOS INVESTIMENTOS ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DO CHILE O Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012 CONTEXTO O setor de florestas plantadas no Brasil éum dos mais competitivos a nível mundial e vem desempenhando um importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens

Leia mais

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4 Planejamento Estratégico do Sindicato Caderno de Orientações para Outubro de 2008 Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e

Leia mais

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:

Leia mais

EIXOS E PROGRAMAS ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIX. EIXO 2 -Conhecimento e inovação tecnológica

EIXOS E PROGRAMAS ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIX. EIXO 2 -Conhecimento e inovação tecnológica ATIVIDADE DE ANALISE CRITICA DOS EIX EIXOS E PROGRAMAS EIXO 2 -Conhecimento e inovação tecnológica Programa de fortalecimento da capacidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico Programa de inovação

Leia mais

[R]evolução energética:

[R]evolução energética: Ricardo Baitelo* [R]evolução energética: perspectivas para uma energia global sustentável As fortes suspeitas de que o ser humano é o agente responsável pela crise do aquecimento global foram categoricamente

Leia mais

Graduação Executiva. Feita para o seu momento Venha para a única graduação exclusiva para adultos a partir dos 24 anos

Graduação Executiva. Feita para o seu momento Venha para a única graduação exclusiva para adultos a partir dos 24 anos Graduação Executiva Feita para o seu momento Venha para a única graduação exclusiva para adultos a partir dos 24 anos Graduação Graduação em Administração Duração: 4 anos Carga Horária Total: 3.040 horas/aula

Leia mais

PBM. Agenda Setorial Bens de Capital

PBM. Agenda Setorial Bens de Capital PBM Agenda Setorial Bens de Capital São Paulo, 16 de janeiro de 2013 Objetivos Objetivos: Aumentar o Consumo Aparente de BK, com Redução Simultânea do Coeficiente de Importação Aumentar as Exportações

Leia mais

Propostas para implementação do plano indústria de baixo carbono EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA INDÚSTRIA

Propostas para implementação do plano indústria de baixo carbono EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA INDÚSTRIA O I ÁR M U S Propostas para implementação do plano indústria de baixo carbono EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA INDÚSTRIA CENTRO DE ESTUDOS EM SUSTENTABILIDADE DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS (GVces / FGV-EAESP) Novembro

Leia mais

CNM Internacional. Campinas 26 de maio.

CNM Internacional. Campinas 26 de maio. CNM Internacional Campinas 26 de maio. O que é a CNM Internacional? A área da Confederação Nacional de Municípios responsável por promover a inserção internacional dos municípios brasileiros. Lançada em

Leia mais

CENTRO INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS. Itajaí, 06 de abril de 2011

CENTRO INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS. Itajaí, 06 de abril de 2011 CENTRO INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS Itajaí, 06 de abril de 2011 Apresentação DVD Institucional da FIESC Contextualização de Santa Catarina Centro Internacional de Negócios CIN Sistema de Emissão de Certificados

Leia mais

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Visão Atual e 2021 3º CB APL 29 de novembro de 2007. Brasília - DF 1 CONTEXTO Fórum de Competitividade de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da

Leia mais

Relatório Final. Reflorestamento da Mata Atlântica através de Mecanismos Financeiros de Projetos de Carbono Florestal

Relatório Final. Reflorestamento da Mata Atlântica através de Mecanismos Financeiros de Projetos de Carbono Florestal Relatório Final Reflorestamento da Mata Atlântica através de Mecanismos Financeiros de Projetos de Carbono Florestal Maio 2010 FBDS-Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável Rua Eng. Álvaro

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS SUSTENTABILIDADE E M P R E S A R I A L Política de Sustentabilidade Empresarial das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras,

Leia mais

Dados sobre a Feira do Empreendedor 2015

Dados sobre a Feira do Empreendedor 2015 Dados sobre a Feira do Empreendedor 2015 1 Feira do Empreendedor 2015 O sucesso é grande. Há pessoas que demostram o interesse em adquirir até 10 máquinas de uma só vez. Alexandre Ronconi, diretor da Hot

Leia mais

Construção de um Sistema Nacional de Conhecimento e Inovação (SNCI)

Construção de um Sistema Nacional de Conhecimento e Inovação (SNCI) Construção de um Sistema Nacional de Conhecimento e Inovação (SNCI) A VISÃO DA INDÚSTRIA AUDIÊNCIA PÚBLICA SENADO FEDERAL Rafael Lucchesi Diretor de Educação e Tecnologia da CNI Diretor Geral do SENAI/DN

Leia mais

Políticas de Propriedade

Políticas de Propriedade Políticas de Propriedade Intelectual Rubens de Oliveira Martins SETEC/MCT Ministério da Ciência e Tecnologia Propriedade Intelectual Conceito: sistema de proteção que gera direito de propriedade ou exclusividade

Leia mais

Representa o Brasil na rede do World Business Council for Sustainable Development.

Representa o Brasil na rede do World Business Council for Sustainable Development. Associação civil, sem fins lucrativos que lidera os esforços do setor empresarial para a implementação do desenvolvimento sustentável no Brasil, com efetiva articulação junto aos governos, empresas e sociedade

Leia mais

A experiência de quem trouxe a internet para o Brasil agora mais perto de você

A experiência de quem trouxe a internet para o Brasil agora mais perto de você A experiência de quem trouxe a internet para o Brasil agora mais perto de você A Escola A Escola Superior de Redes da RNP privilegia um ensino totalmente prático. Os laboratórios são montados de forma

Leia mais

Política Industrial Para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mansueto Almeida - IPEA 4ª Conferência Brasileira de APLs

Política Industrial Para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mansueto Almeida - IPEA 4ª Conferência Brasileira de APLs Política Industrial Para Micro, Pequenas e Médias Empresas Mansueto Almeida - IPEA 4ª Conferência Brasileira de APLs Política Industrial no Brasil maior abertura de uma economia não aumenta, necessariamente,

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras 2010 Declaração Nós, das Empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e

Leia mais

Agenda Internacional 2009

Agenda Internacional 2009 Agenda Internacional 2009 CNI: estratégia institucional Visão Estratégica Mapa Estratégico Uma visão sobre o futuro do país e da indústria (2007-2015) Identifica prioridades estratégicas Participação de

Leia mais

Política Industrial para o setor de TI: resultados, abrangência e aperfeiçoamentos

Política Industrial para o setor de TI: resultados, abrangência e aperfeiçoamentos Ministério da Ciência e Tecnologia Política Industrial para o setor de TI: resultados, abrangência e aperfeiçoamentos Augusto Gadelha Secretário de Política de Informática Câmara dos Deputados Comissão

Leia mais

DESTAQUES ESTRATÉGICOS: PROJETOS E INICIATIVAS. Produção Sustentável

DESTAQUES ESTRATÉGICOS: PROJETOS E INICIATIVAS. Produção Sustentável Destaques Estratégicos: projetos e iniciativas DESTAQUES ESTRATÉGICOS: PROJETOS E INICIATIVAS Produção Sustentável 1 Produção Sustentável Situação atual - Pressão de consumidores e barreiras comerciais

Leia mais

POLÍTICA DE PROMOÇÃO E COOPERAÇÃO EM PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS NO MERCOSUL

POLÍTICA DE PROMOÇÃO E COOPERAÇÃO EM PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS NO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N 26/07 POLÍTICA DE PROMOÇÃO E COOPERAÇÃO EM PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS NO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Decisões N 02/01, 03/02,

Leia mais

ProGD. Ações de estímulo à geração distribuída, com base em fontes renováveis. Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica

ProGD. Ações de estímulo à geração distribuída, com base em fontes renováveis. Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica ProGD Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica Ações de estímulo à geração distribuída, com base em fontes renováveis Brasília, 15 de dezembro de 2015 Metas renováveis Brasil/ONU

Leia mais

Criar cursos de graduação, tanto presenciais quanto à distância, e pós-graduação multidisciplinares.

Criar cursos de graduação, tanto presenciais quanto à distância, e pós-graduação multidisciplinares. 12.1) Otimizar a capacidade instalada da estrutura física e de recursos humanos das instituições públicas de educação superior mediante ações planejadas e coordenadas, de forma a ampliar e interiorizar

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS MENSAGEM DO PRESIDENTE O cooperativismo vive seu momento de maior evidência. O Ano Internacional das Cooperativas, instituído

Leia mais

órgão nacional interveniente no comércio internacional

órgão nacional interveniente no comércio internacional MDIC órgão nacional interveniente no comércio internacional CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: KEEDI, Samir. ABC DO COMÉRCIO EXTERIOR. São Paulo: Aduaneiras, 2007. www.desenvolvimento.gov.br

Leia mais

1º Congresso da Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde - I CIMES Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas

1º Congresso da Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde - I CIMES Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas 1º Congresso da Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde - I CIMES Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas São Paulo, 10 de abril de 2012 Ranking Produção científica & Inovação Produção Científica

Leia mais

PROGRAMA RS TECNÓPOLE

PROGRAMA RS TECNÓPOLE GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO PROGRAMA RS TECNÓPOLE Porto Alegre, abril de 2011. 1 1. CONCEITOS BÁSICOS E ANTECEDENTES A inovação

Leia mais

Presidente da FINEP. Diretores da FINEP. Chefe de Gabinete da Presidência. Presidente da República. Vice-Presidente da República

Presidente da FINEP. Diretores da FINEP. Chefe de Gabinete da Presidência. Presidente da República. Vice-Presidente da República POLÍTICA OPERACIONAL 2012-2014 Presidente da República Dilma Vana Rousseff Vice-Presidente da República Michel Temer Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação Marco Antonio Raupp Secretário

Leia mais

Os desafios do planejamento estratégico do INPE. Gilberto Câmara

Os desafios do planejamento estratégico do INPE. Gilberto Câmara Os desafios do planejamento estratégico do INPE Gilberto Câmara Resumo da visão geral do PE no INPE Provocar uma reflexão sobre a missão do INPE Tornar a instituição consciente de suas missões Obter legitimidade

Leia mais

Produtos do Inmetro - Metodologia dos Eixos Estruturantes do Grupo de Trabalho Permanente do Mdic (GTP APL)

Produtos do Inmetro - Metodologia dos Eixos Estruturantes do Grupo de Trabalho Permanente do Mdic (GTP APL) Produtos do - Metodologia dos Eixos Estruturantes do Grupo de Trabalho Permanente do Mdic (GTP APL) EIXO FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO Categoria Instituições Instrumento Descrição Como Acessar Formação (1) Formação

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers A economista Fernanda de Negri discute os méritos e deficiências das políticas de inovação brasileiras. Fernanda De Negri é diretora de Estudos

Leia mais

Parque Tecnológico de Ribeirão Branco

Parque Tecnológico de Ribeirão Branco Parque Tecnológico de Ribeirão Branco CNPJ: 08.170.728/0001-73 Município de Ribeirão Branco O que éo Parque Tecnológico? Éuma organização gerenciada por profissionais especializados, cujo objetivo éaumentar

Leia mais

inovação e normalização José Augusto A. K. Pinto de Abreu Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 2010

inovação e normalização José Augusto A. K. Pinto de Abreu Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 2010 inovação e normalização José Augusto A. K. Pinto de Abreu Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 2010 Bilhões de US$ A explosão do comércio internacional 18.000 16.000 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000

Leia mais

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO MACAPÁ-AP JULHO DE 2014 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 DIRETRIZES 3 PRINCÍPIOS 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

TRADIÇÃO E REPRESENTATIVIDADE A SERVIÇO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE AUTOPEÇAS

TRADIÇÃO E REPRESENTATIVIDADE A SERVIÇO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE AUTOPEÇAS TRADIÇÃO E REPRESENTATIVIDADE A SERVIÇO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE AUTOPEÇAS FOCO EM INICIATIVAS E OPORTUNIDADES PARA ASSOCIADOS DE PEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTES Mais do que representar legitimamente

Leia mais

Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014

Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014 Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Outubro 2014 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Conselho de Defesa e Segurança da FIRJAN Comitê Naval de Defesa. Por que desenvolver um Arranjo Produtivo Local Naval de Defesa no Rio de Janeiro?

Conselho de Defesa e Segurança da FIRJAN Comitê Naval de Defesa. Por que desenvolver um Arranjo Produtivo Local Naval de Defesa no Rio de Janeiro? Conselho de Defesa e Segurança da FIRJAN Comitê Naval de Defesa Por que desenvolver um Arranjo Produtivo Local Naval de Defesa no Rio de Janeiro? Nos últimos anos, o planejamento governamental, tendo como

Leia mais

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info)

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info) Programa 0465 Sociedade da Informação Objetivo Universalizar o acesso e a inclusão de todos os brasileiros na sociedade da informação Justificativa Público Alvo Produtores e usuários do conhecimento, empresas

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO Fórum do Planalto 03/07/2008 O momento e as tendências Fundamentos macroeconômicos em ordem Mercados de crédito e de capitais em expansão Aumento do emprego

Leia mais

O BNDES E A INOVAÇÃO

O BNDES E A INOVAÇÃO O BNDES E A INOVAÇÃO LUCIANO COUTINHO PRESIDENTE DO BNDES FÓRUM NACIONAL - INAE 17 de Maio de 2007 1 Onde Estamos A indústria de transformação precisa voltar a funcionar como motor propulsor da economia

Leia mais

A quem nós atendemos? 3

A quem nós atendemos? 3 Fórum Alô, Brasil! Estimular e fortalecer a participação social nas telecomunicações Belo Horizonte, 24 de maio de 2011 Tony Hornes Quem somos? 2 Sindicato que representa todas empresas que operam no país,

Leia mais

Análise econômica e suporte para as decisões empresariais

Análise econômica e suporte para as decisões empresariais Cenário Moveleiro Análise econômica e suporte para as decisões empresariais Número 01/2008 Cenário Moveleiro Número 01/2008 1 Cenário Moveleiro Análise econômica e suporte para as decisões empresariais

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL O presente documento tem por objetivo

Leia mais

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Políticas de Inovação para o Crescimento Inclusivo: Tendências, Políticas e Avaliação PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Rafael Lucchesi Confederação Nacional da Indústria Rio

Leia mais

A LEGISLAÇÃO DE PATENTES E O FUTURO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO BRASIL O Olhar sobre a legislação de Patentes São Paulo 07.11.2011 Roteiro de Questões: focos Usos e Eficácia da Legislação Patentária brasileira

Leia mais

Portugal 2020 Lançados Programas Operacionais

Portugal 2020 Lançados Programas Operacionais Portugal 2020 Lançados Programas Operacionais Novos PO detêm um valor global de quase 12,2 mil M de financiamento comunitário Alerta de Cliente Dezembro de 2014 Temas/Assuntos: Numa cerimónia realizada

Leia mais

Atuação Internacional da ANVISA

Atuação Internacional da ANVISA I Fórum de Relações Internacionais das Agências Reguladoras Atuação Internacional da ANVISA Yane Carvalho Brasília/DF 28 de novembro de 2013 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Anvisa Criada pela

Leia mais

Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade. Versão para público externo

Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade. Versão para público externo Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade Versão para público externo Mensagem da alta administração Em 93 anos de história da Votorantim, temos mantido a consistência na geração de valor, pautando

Leia mais

PNRS Política Nacional de Resíduos Sólidos

PNRS Política Nacional de Resíduos Sólidos PNRS Política Nacional de Resíduos Sólidos Logística Reversa dos Equipamentos Eletroeletrônicos 04/05/2016 Ademir Brescansin Gerente de Sustentabilidade ABINEE Associação Brasileira da Indústria Elétrica

Leia mais

A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras

A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras Guido Mantega Presidente - BNDES 25 o ENAEX- Novembro/2005 www.bndes.gov.br 1 Inserção do Brasil na Globalização

Leia mais

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA Legenda: branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =

Leia mais

COMDEFESA RS Comitê da Indústria de Defesa e Segurança Sistema FIERGS

COMDEFESA RS Comitê da Indústria de Defesa e Segurança Sistema FIERGS COMDEFESA RS Comitê da Indústria de Defesa e Segurança Sistema FIERGS OBJETIVO DO COMDEFESA FIERGS: Mobilização da Indústria Gaúcha para oportunidades no setor de defesa e segurança. FONTE: FONTE: FONTE:

Leia mais

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio Exterior Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto

Leia mais

Inteligência estratégica e o papel estratégico da Missão Econômica

Inteligência estratégica e o papel estratégico da Missão Econômica Comissão Inteligência Estratégica da Câmara de Comércio França-Brasil Inteligência estratégica e o papel estratégico da Missão Econômica Dominique MAUPPIN Chefe da Missão Econômica de São Paulo Correspondente

Leia mais

Agenda Estratégica da Palma de Óleo

Agenda Estratégica da Palma de Óleo 1. ESTATÍSTICAS Versão 20-09-2011 Levantamento de área plantada e safras 1. Definir metodologias, sistema de governança, gestão do trabalho, valores de orçamento, cronograma de trabalho, implantação e

Leia mais

Plano de Desenvolvimento do Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte

Plano de Desenvolvimento do Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte Plano de Desenvolvimento do Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte CARACTERIZAÇÃO DO APL Pioneirismo: Minas: sede da primeira empresa de base biotecnológica brasileira

Leia mais

XCIX Reunião Ordinária Andifes

XCIX Reunião Ordinária Andifes XCIX Reunião Ordinária Andifes Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia Brasília, 24 de março de 2011 O Desenvolvimento Brasileiro: Perspectiva Histórica Taxas Médias do Crescimento

Leia mais

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL APRESENTAÇÃO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL AGROICONE JULHO 2015 TEMA CÓDIGO FLORESTAL PROJETO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE BIOENERGIA

Leia mais

Oficina de Integração Aérea Sulamericana

Oficina de Integração Aérea Sulamericana Oficina de Integração Aérea Sulamericana 10 e 11 de setembro de 2014 Rio de Janeiro, Brasil OBJETIVOS DA OFICINA: Analisar o sistema de rede de aeroportos (passageiros e carga) e as tendências operacionais

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA NÚCLEO DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROJETO BRASIL 3 TEMPOS 50 TEMAS ESTRATÉGICOS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA NÚCLEO DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROJETO BRASIL 3 TEMPOS 50 TEMAS ESTRATÉGICOS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA NÚCLEO DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROJETO BRASIL 3 TEMPOS 50 TEMAS ESTRATÉGICOS O SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO DE ALTERNATIVAS DE FUTURO 1. Apresentação Baseado na fundamentação conceitual

Leia mais

V Plano Diretor da Embrapa 2008-2011-2023

V Plano Diretor da Embrapa 2008-2011-2023 V Plano Diretor da Embrapa 2008-2011-2023 República Federativa do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Presidente da República Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Reinhold Stephanes Ministro

Leia mais