Aplicativo Integrado a um Sistema CAD para Geração do Modelo Digital do Terreno

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aplicativo Integrado a um Sistema CAD para Geração do Modelo Digital do Terreno"

Transcrição

1 Aplicativo Integrado a um Sistema CAD para Geração do Modelo Digital do Terreno Mário A. Oliveira 1, Yury J. M.Camargo 1, Antônio C. Baleeiro Alves 1,2 Escola de Engenharia Elétrica e de Computação, UFG 1, Departamento de Computação, UCG 2 Praça Universitária, Goiânia, Brasil Resumo. Os programas de modelamento digital de terreno utilizados na atualidade são elaborados em sistemas CAD próprios e específicos e são orientados a determinados campos de aplicação. Com o intuito de demonstrar a viabilidade de elaborar aplicativos portáveis e confiáveis, de fácil manuseio pelo usuário, este trabalho apresenta os principais passos para a implementação de um programa que permite a análise completa dos elementos topográficos de uma superfície definida por suas coordenadas. A principal vantagem da implementação reside no fato de utilizar o mesmo ambiente de programação do AutoCAD. Abstract. The programs of digital modeling of land used at the present time are elaborated in systems own and specific CAD, besides they are guided to certain application fields. With the aim of showing the feasibility of elaborating applications carried and reliable, of easy handling for the user, this work presents the principal steps for the implementation of software that allows the complete analysis of the topographical elements of a land surface defined from its coordinates. The main advantage of this implementation resides in the fact of using the same programming environment of the AutoCAD system. 1 Introdução Desde meados da década de sessenta havia uma preocupação em se criar modelos para representar superfícies através da computação gráfica, objetivando rapidez, precisão e versatilidade. A IBM, por exemplo, em 1965 implementou um algoritmo para criar mapas de contorno. Entretanto, no Brasil, apenas a partir da década de noventa, o uso de ferramentas capazes de gerar o modelo digital do terreno (MDT) tornou-se popular entre os profissionais de engenharia, apesar de existirem no país pesquisas relacionadas com MDT e representação gráfica de superfícies desde o início dos anos oitenta. A referência [1], datada de 1983, é um exemplo do esforço acadêmico nessa área. Atualmente é difícil se pensar em simular e analisar dados geográficos sem o uso de ferramentas computacionais, porém, apesar de existirem programas que geram o MDT, como o Spring, Mapinfo, Topograph, e tantos outros, estes são programas que não estão difundidos entre os profissionais.

2 O presente trabalho tem por objetivo apresentar as diretrizes fundamentais para a criação de um aplicativo integrado a um sistema CAD bastante difundido entre os profissionais de engenharia e áreas afins, que possibilite a criação do MDT. Com este aplicativo, pode-se, a partir do modelo digital, gerar curvas de níveis, perfis, superfícies, relatórios de área plana, área de superfície e volume, e também visualizar interativamente o terreno em três dimensões. O AutoCAD, foi um dos poucos programas CAD encontrados que permite o total acesso e manipulação a seu banco de dados através de linguagens de programação, permitindo-se criar interfaces com o usuário usando o próprio sistema CAD. As linguagens que possibilitam a integração com o AutoCAD são três: o AutoLisp, o ADSRX e o ARX. O AutoLisp é a linguagem mais conhecida e de fácil aprendizagem, por isso, será objeto desse estudo. As principais técnicas e conceitos apresentados e discutidos no presente trabalho são: a aquisição de dados, a criação e extração de dados do MDT. 2 Aquisição de dados No processo de modelagem digital de terreno, a amostragem é uma das tarefas mais importantes de todo o processo. A amostragem compreende a aquisição de um conjunto de amostras que representam a variação de um fenômeno espacial de interesse. Independente dos métodos a serem adotados, as amostras devem passar por transformações matemáticas de modo a serem referidas a um sistema de referência, e projetadas em um sistema de projeção plana em coordenadas cartesianas x, y, z. Em termos de aquisição de dados espaciais, tem-se hoje uma gama de métodos eficientes e diferenciados, onde se pode citar a obtenção de dados através de receptores do sistema NAVSTAR-GPS (NAVigattion Satellite with Time And Ranging Global Position System), um sistema de posicionamento global confiável e de alta acurácia, que foi desenvolvido pelo departamento de defesa dos EUA [2]. A escolha do meio de obtenção está relacionada com as características da área a ser medida e da precisão requerida. 2.1 Tipos de Amostras Neste texto optou-se em dividir as amostras em dois tipos: as pontuais e as curvas. Quanto à posição relativa das amostras pontuais, pode-se classificar a amostragem em: regular, semi-regular e irregular. A amostragem regular é aquela cuja posição espacial x, y das amostras mantém uma regularidade de distribuição tanto na direção x e quanto na y. As amostragens semi-regulares são aquelas onde as amostras então distribuídas em certos caminhos, como drenagens, estradas e divisores de águas. Na amostragem irregular, a escolha das amostras é devida a pontos notáveis do terreno, onde o relevo sofre uma mudança importante. Na maior parte dos casos, as amostras mais representativas de um fenômeno não estão regularmente distribuídas.

3 As amostras classificadas como curvas são curvas de níveis obtidas a partir do uso de equipamentos, como stereoplotters, sobre uma base composta de fotografias em estéreo obtidas por aerolevantamento. 2.2 Aspectos da Estrada de Dados e Implementação No caso de dados digitais, a importação pode ser feita por: arquivos vetoriais com extensão dwg ou dxf; arquivos bitmap com extensões suportadas pelo AutoCAD; e arquivos ASCII com extensão txt. Como a entrada de arquivos vetoriais e bitmaps já está implementada no próprio AutoCAD, apenas a entrada através de arquivos txt necessita de uma implementação. Esta pode ser feita usando-se basicamente as funções AutoLisp [3] de manipulação de arquivos ASCII (close, open, read-char, read-line), as de transformação de string em números reais (atof, distof), e a de criação de entidades (entmake). Em se tratando de arquivos vetoriais compostos de pontos e curvas, estes serão tratados respectivamente como entidades do tipo ponto e polilinha, no sistema CAD. 3 Caso os dados não estejam no R, deverá ser adicionada a coordenada z em cada entidade. Com relação aos arquivos bitmaps oriundos de uma digitalização de plantas topográficas com curvas de níveis e pontos cotados, estes serão tratados como imagens raster pelo programa, assim deverão passar por um processo de vetorização, que pode ser manual ou semi-automática. Os dados não digitais devem ser submetidos à digitalização. No caso de plantas impressas, pode-se o usar o scanner para obtenção de imagens raster, ou a mesa digitalizadora para vetorização direta no sistema. Se os dados estiverem na forma de coordenadas, basta digitá-las via teclado no próprio sistema ou em um arquivo txt. 3 Modelo Digital do Terreno Tentar expressar o relevo do terreno em termos matemáticos significa modelar sua superfície através de uma função que forneça a elevação de cada ponto do terreno a partir de suas coordenadas no plano xy, ou seja, o relevo poderia ser modelado por uma função matemática na forma da equação 1, em um determinado domínio. z = f ( x, y) (1) Esse tipo de modelamento não é ideal, pois não seria possível descrever certos tipos de acidentes geográficos, como túneis e cavernas apenas por uma equação de superfície. Nesses casos, o mais adequado seria o uso de modelos sólidos, porém estes são demasiadamente mais complicados e na maioria dos acidentes geográficos a representação por uma superfície é adequada. Representar o terreno computacionalmente através de uma única função analítica apresenta dificuldades, uma vez que a quantidade de amostras envolvidas no processo é finita e de modo algum seria possível calcular uma função f que exprimisse o terreno de forma exata. No entanto, podem ser

4 feitas aproximações valendo-se de métodos numéricos e estatísticos para ajustar uma superfície de tendência. A essa superfície é dado nome de modelo numérico do terreno (MNT) ou MDT. O processo para obtenção de um MDT, de um modo simplista, passa por três etapas: (1) obtenção de uma amostra de pontos ( x, y, z) do terreno; (2) decomposição da projeção da superfície do terreno em triângulos no plano xy em função das amostras (3) ajusta-se um plano em cada triângulo com as informações dos três vértices, sendo o domínio de cada equação do plano restrito ao triângulo, o que significa aproximar o terreno por uma superfície poliédrica. Como cada uma das faces planares da superfície a ser obtida fica completamente caracterizada a partir de três de seus pontos, o problema de obter tal superfície pode ser reduzido ao de obter uma triangulação apropriada para os pontos amostrais projetados no plano xy. Os diversos tipos de amostras discutidos na seção 2.1 dão origem a problemas de triangulação com diferentes graus de estruturação. O problema de construir uma superfície com base numa amostra irregular é o problema clássico de triangulação de um domínio do plano. 3.1 Triangulação de Delaunay Para a implementação do aplicativo, a parte mais difícil da construção do MDT consiste na programação eficiente do algoritmo de triangulação. A solução deste problema implica em decidir de que maneira proceder à interligação dos pontos amostrados para se formar uma triangulação. Uma triangulação de um conjunto de pontos consiste em se encontrar segmentos de reta que conectam estes pontos de tal modo que nenhum desses segmentos cruze com nenhum outro e que cada ponto seja vértice de pelo menos um triângulo formado por esses segmentos. A método de triangulação mais utilizado para gerar o MDT é a triangulação de Delaunay (TD) [4]. Dois métodos de triangulação (Delaunay e não Delaunay) sobre cinco pontos estão ilustrados na Fig. 1(A) e Fig. 1(B), respectivamente. (A) Fig. 1. Interligação dos pontos A, B, C, D, e E, formando uma triangulação Delaunay em (A) e outra não Delaunay em (B). (B)

5 Esse tipo de triangulação tende a criar triângulos mais homogêneos o que favorece uma melhor aproximação com a realidade do terreno amostrado. Qualquer triângulo em uma TD tem a seguinte propriedade: um círculo criado pelos três pontos dos vértices do triângulo contém apenas esses três pontos, ou seja, nenhum outro ponto da triangulação pertencerá ao círculo formado pelos três pontos, conforme pode ser visualizado na Fig. 1(A). Quando a amostra é semi-regular, determinadas arestas devem estar obrigatoriamente presentes e o problema resultante é uma triangulação com restrições. 3.2 Algoritmo O algoritmo descrito a seguir pode ser refinado de diversas formas para ser mais eficiente. Uma melhora significativa é alcançada ao ordenar as coordenadas xyz das amostras em x como primeira prioridade e depois em y. Com essa medida evita-se muitos testes desnecessários, como, por exemplo, o teste para verificar se o ponto corrente pertence à circunferência circunscrita a um triângulo. Nesse caso, se a componente x do ponto menos a componente do centro da circunferência for maior que raio da circunferência, os pontos com componentes maiores à direita não precisarão ser testados, o mesmo pode ser feito para as componentes à esquerda. Com essa melhora e usando como algoritmo de ordenação o quicksort, consegue-se reduzir a complexidade do algoritmo para O ( n ). A seguir é apresentado um pseudocódigo da TD, escrito 1,5 a partir do algoritmo desenvolvido por Paul Bourke (1989) [4]. {Entrada: lista de vértices (LV)} {Saída: lista de triângulos (LT)} início Inicialize uma LT; Crie um super triângulo (ST); Adicione os vértices do ST no final da LV; Adicione o ST no final da LT; para cada ponto na LV faça Inicialize uma lista de arestas (LA); para cada triângulo corrente na LT faça Calcule o centro e o raio da circunferência circunscrita (CC) ao triângulo; se o ponto estiver dentro de CC então Adicione as 3 arestas do triângulo na LA; Remova o triângulo da LT; fim se; fim para; Apague todas as arestas coincidentes na LA; Adicione na LT todos os triângulos formados pelas arestas do polígono fechado e o ponto; fim para; Remova da LT todos os triângulos que tiverem algum vértice comum ao ST; Remova os vértices do ST da LV; fim.

6 Alguns trechos do algoritmo carecem de comentários: um super triângulo (ST) é um triângulo isósceles projetado de modo que todos os pontos da LV sejam interiores a ele. A ação de apagar todas as arestas coincidentes na LA faz com que as arestas restantes na lista de arestas formem um polígono fechado. 3.3 Fronteira Em uma TD são interconectados pontos que não são pertinentes entre si, ou seja, que não deveriam ser interconectados, pois entre eles podem existir variações no terreno que não foram consideradas no levantamento. Normalmente isso ocorre entre os limites da área levantada e o fecho convexo criado após a TD. A impertinência é devida ao fato que, entre o fecho convexo e os limites levantados poderia existir uma depressão ou elevação, já que não se sabe a priori como é o terreno entre eles, devido ao mesmo não ter sido amostrado nessa região. Neste caso, se esses pontos forem triangulados estar-se-ia representando o terreno de forma equivocada. Um método para resolver esse problema consiste em criar um polígono referente à fronteira do levantamento e usar um algoritmo que teste todos os vértices de cada triângulo da triangulação, verificando se o vértice é externo ao polígono referente à fronteira. Se algum vértice de qualquer triângulo não pertencer ao polígono, o triângulo deverá ser excluído da triangulação. Um algoritmo para verificar se um ponto é interno a um polígono foi desenvolvido por Hall (1975). Tal algoritmo fundamenta-se na soma dos ângulos formados entre o ponto dado e todos os vértices do polígono. Se a soma for 360 o ponto está dentro do polígono. 3.4 Linhas Obrigatórias Além de definir a fronteira é necessário mudar a triangulação em certos locais. Esses locais são linhas que representam estradas, córregos, represas, o divisor de águas, crista de barrancos, e outros tipos de amostras semi-regulares. Essas linhas obrigatoriamente devem pertencer a arestas de triângulos. Nesses casos, a TD com restrições deveria ser feita, entretanto o algoritmo é um tanto complicado e não faz diferença fazer essas mudanças depois da TD sem restrições, uma vez que cada aresta obrigatória afetará apenas os triângulos em que suas arestas se interceptarem com a aresta obrigatória. 3 As Fig. 2(A) e 2(B) mostram um terreno em R antes do processamento das obrigatórias e depois de processadas, respectivamente. Pode-se observar que alguns triângulos aterram o rio na Fig. 2(A), já na Fig. 2(B) o relevo é mais fiel à realidade.

7 3.5 Implementação do MDT Depois de executadas a TD e as mudanças feitas pelo processamento da fronteira e obrigatórias, tem-se como produto final uma lista de triângulos representativa da triangulação. Como a coordenada z não foi excluída nesses processos cada elemento T da lista de triângulos é composto por três vértices V, V, V ), sendo que cada n ( 1n 2n 3n vértice é um terno de coordenadas. Para tanto usaremos a lista de triângulos para formar cada face triangular do MDT. O AutoCAD possui um entidade denominada de 3DFACE, que pode representar uma superfície de 3 ou quatro lados. Basta então usar a função AutoLISP de criação de entidades (entmake) para criar o MDT, usando os elementos T n, em que n representa o número de triângulos existentes na lista de triângulos. Fig. 2. MDT antes (A) e depois (B) do processamento das linhas obrigatórias. 3.6 Extraindo Dados do MDT Com o MDT gerado pode-se extrair uma grande quantidade de dados e informações para permitir a análise em diversas aplicações. Os cálculos de área e de volume são normalmente os principais motivadores da criação de um MDT. Em linhas gerais, e sem se preocupar com detalhes de algumas situações específicas, é mostrado a seguir como obter o volume entre o MDT e uma superfície plana (SP), bem como a área plana e a área de superfície. Para o cálculo de área plana é suficiente calcular a área da projeção de cada elemento de superfície do MDT (3DFACE) e a SP. Esses cálculos se resumem em determinar a área de triângulos em um determinado domínio, e esse domínio pode ser

8 um polígono pertencente à interseção das duas superfícies, o MDT e a SP, ou os limites da triangulação caso a SP esteja posicionada acima ou abaixo do MDT. Em se tratando de área de superfície, a diferença está em calcular a área da 3DFACE e não a projeção desta na SP. Se a SP interceptar o MDT, será preciso modificar o MDT criando-se novas 3DFACE. Quando a SP interceptar uma 3DFACE, esta será dividida em duas na interseção desta com a SP. Desse modo, um domínio qualquer fica completamente definido por um conjunto de 3DFACE. Em seguida, é descrito como proceder ao cálculo de volume acima da SP. O cálculo de volume abaixo é feito de maneira análoga. O cálculo de volume acima da SP é feito determinando-se o volume de cada sólido (v) encerrado por uma 3DFACE e a SP em um determinado domínio. O cálculo de v pode ser feito por integração numérica entre duas superfícies, a SP e a 3DFACE, porém existe uma maneira mais simples de se proceder para o cálculo de v. Criandose um prisma reto entre a SP e o vértice de menor cota da 3DFACE, e subtraindo-se deste a pirâmide formada entre a 3DFACE e a base inferior do prisma, tem-se o sólido desejado. O cálculo deste sólido se resume ao cálculo de outros dois sólidos, de um prisma reto e de uma pirâmide. O volume desejado é a somatória dos v s. Os procedimentos descritos nessa secção são verdadeiros se a SP estiver em uma cota superior a qualquer elemento do MDT. Porém fazendo-se algumas modificações temporárias no MDT pode-se calcular o volume em situações mais genéricas. 4 Conclusão A metodologia aplicada é bastante simples em contraste com outros métodos mais sofisticados de modelamento de superfície, que geram superfícies mais suaves. Para aplicações, como cálculo de área de superfície, área plana e volume entre superfícies, este método é aceito. Sua aplicação pode ser feita no projeto de centrais hidroelétricas e em cálculos referentes a obras civis em aterros. O aplicativo desenvolvido segundo os conceitos apresentados desse artigo foi comparado com outros programas consagrados, possibilitando a validação da metodologia, tanto nos cálculos de áreas e quanto de volumes. Considerável esforço de pesquisa e implementação será requerido para aprimorar a performance computacional do algoritmo de Delaunay. Referências 1. YAMAMOTO, J. K.: Representações Gráficas Espaciais em Geologia; Aplicações no complexo Alcalino de Anitápolis. São Paulo, Brasil: Instituto de Geociências da USP, (Dissertação, Mestrado) 2. MÔNICO, J.F.G.: Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS, Descrição, Fundamentos e Aplicações. São Paulo, editora UNESP, GAÁL, J.A.: Curso de AutoLisp. Campinas, 1ª ed. DeseCAD Computação Gráfica, Acesso em 10/05/2004.

MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES

MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG 2012 Introdução Os modelo digitais de superficie (Digital Surface Model - DSM) são fundamentais

Leia mais

MNT: Modelagem Numérica de Terreno

MNT: Modelagem Numérica de Terreno MNT: Modelagem Numérica de Terreno I. 1ntrodução MODELO : Representação da realidade sob a forma material (representação tangível) ou sob a forma simbólica (representação abstrata). MODELO DO TERRENO:

Leia mais

Modelagem Digital do Terreno

Modelagem Digital do Terreno Geoprocessamento: Geração de dados 3D Modelagem Digital do Terreno Conceito Um Modelo Digital de Terreno (MDT) representa o comportamento de um fenômeno que ocorre em uma região da superfície terrestre

Leia mais

7.5 Planialtimetria 7.5.1 Topologia Tem por objetivo o estudo das formas da superfície terrestre e das leis que regem o seu modelado.

7.5 Planialtimetria 7.5.1 Topologia Tem por objetivo o estudo das formas da superfície terrestre e das leis que regem o seu modelado. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA UNIDADE DE FLORIANÓPOLIS DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO TÉCNICO DE GEOMENSURA MÓDULO II UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA III 7.5

Leia mais

SIG - Sistemas de Informação Geográfica

SIG - Sistemas de Informação Geográfica SIG - Sistemas de Informação Geográfica Gestão da Informação Para gestão das informações relativas ao desenvolvimento e implantação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

Leia mais

Introdução ao SIG. Objetivos Específicos 18/11/2010. Competência: Apresentar: Utilidade de um SIG

Introdução ao SIG. Objetivos Específicos 18/11/2010. Competência: Apresentar: Utilidade de um SIG MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - ICMBio DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA - DIPLAN COORDENAÇÃO GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS -

Leia mais

Geometria Espacial Elementos de Geometria Espacial Prof. Fabiano

Geometria Espacial Elementos de Geometria Espacial Prof. Fabiano Geometria Espacial Elementos de Geometria Espacial Prof. Fabiano A Geometria espacial (euclidiana) funciona como uma ampliação da Geometria plana (euclidiana) e trata dos métodos apropriados para o estudo

Leia mais

(x, y) = (a, b) + t*(c-a, d-b) ou: x = a + t*(c-a) y = b + t*(d-b)

(x, y) = (a, b) + t*(c-a, d-b) ou: x = a + t*(c-a) y = b + t*(d-b) Equação Vetorial da Reta Dois pontos P e Q, definem um único vetor v = PQ, que representa uma direção. Todo ponto R cuja direção PR seja a mesma de PQ está contido na mesma reta definida pelos pontos P

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA 5.º ANO PLANIFICAÇÃO GLOBAL ANO LETIVO 2012/2013 Planificação Global 5º Ano 2012-2013 1/7 NÚMEROS

Leia mais

200784 Topografia I PLANO DE ENSINO. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01

200784 Topografia I PLANO DE ENSINO. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01 200784 Topografia I PLANO DE ENSINO Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 01 APRESENTAÇÃO DO PLANO DE ENSINO: 1. TOPOGRAFIA: Definições, Objetivos e Divisões.

Leia mais

TOPOGRAFIA. Áreas e Volumes

TOPOGRAFIA. Áreas e Volumes TOPOGRAFIA Áreas e Volumes A estimativa da área de um terreno pode ser determinada através de medições realizadas diretamente no terreno ou através de medições gráficas sobre uma planta topográfica. As

Leia mais

6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D

6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D 6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D Até agora estudamos e implementamos um conjunto de ferramentas básicas que nos permitem modelar, ou representar objetos bi-dimensionais em um sistema também

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB450 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO II PROF. DR. CARLOS ALBERTO VETTORAZZI

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula

Leia mais

Objetivos. Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas e

Objetivos. Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas e MÓDULO 2 - AULA 13 Aula 13 Superfícies regradas e de revolução Objetivos Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas

Leia mais

Métodos de Modelagem Numérica do Terreno (MNT)

Métodos de Modelagem Numérica do Terreno (MNT) Prof. Demétrio Métodos de Modelagem Numérica do Terreno (MNT) Conceitos Aplicações dos Modelos Numéricos do Terreno Formas de Representação dos MNT Fases do Processo de Modelagem Numérica do Terreno Exemplos

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. SUMÁRIO Apresentação da ementa Introdução Conceitos Básicos de Geoinformação Arquitetura de SIGs Referências Bibliográficas APRESENTAÇÃO

Leia mais

Uma Metodologia para Posicionamento de Prédios em Terrenos Acidentados

Uma Metodologia para Posicionamento de Prédios em Terrenos Acidentados Uma Metodologia para Posicionamento de Prédios em Terrenos Acidentados JÚLIO GUIDO OLIVEIRA MILITÃO 1 PAULO CEZAR PINTO CARVALHO 2 1 DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA, PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO

Leia mais

Mariângela Assumpção de Castro Chang Kuo Rodrigues

Mariângela Assumpção de Castro Chang Kuo Rodrigues Mariângela Assumpção de Castro Chang Kuo Rodrigues 1 APRESENTAÇÃO A ideia deste caderno de atividades surgiu de um trabalho de pesquisa realizado para dissertação do Mestrado Profissional em Educação Matemática,

Leia mais

Aula 18 PERFIL TOPOGRÁFICO: TIPOS DE RELEVO. Antônio Carlos Campos

Aula 18 PERFIL TOPOGRÁFICO: TIPOS DE RELEVO. Antônio Carlos Campos Aula 18 PERFIL TOPOGRÁFICO: TIPOS DE RELEVO META Apresentar perfis topográficos, mostrando as principais formas geomorfológicas. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: identificar os principais

Leia mais

Teoria : Estruturas de Dados. Estrutura Vetorial. Quais tipos de dados são representados por estruturas vetoriais? Mapa temático:

Teoria : Estruturas de Dados. Estrutura Vetorial. Quais tipos de dados são representados por estruturas vetoriais? Mapa temático: Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de ciências Humanas e da Educação FAED Mestrado em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socio- Ambiental - MPPT Disciplina: Geoprocessamento

Leia mais

Dentre alguns usos do MNT pode-se citar (Burrough, 1986): Análise de variáveis geofísicas e geoquímicas;

Dentre alguns usos do MNT pode-se citar (Burrough, 1986): Análise de variáveis geofísicas e geoquímicas; 4 MODELAGEM NUMÉRICA DE TERRENO Carlos Alberto Felgueiras 4.1 DEFINIÇÃO Um Modelo Numérico de Terreno (MNT) é uma representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial que ocorre

Leia mais

CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN

CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN Com o Corel você vai trabalhar com um dos aplicativos mais usados no campo do design e da auto-edição, já que permite operar com dois tipos de gráficos (vetoriais

Leia mais

Relações mais harmoniosas de convívio com a natureza; O mundo como um modelo real que necessita de abstrações para sua descrição; Reconhecimento de

Relações mais harmoniosas de convívio com a natureza; O mundo como um modelo real que necessita de abstrações para sua descrição; Reconhecimento de Relações mais harmoniosas de convívio com a natureza; O mundo como um modelo real que necessita de abstrações para sua descrição; Reconhecimento de padrões espaciais; Controle e ordenação do espaço. Técnicas

Leia mais

Geometria Computacional

Geometria Computacional Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Geometria Computacional Tópicos Especiais em Programação

Leia mais

Capítulo I GENERALIDADES

Capítulo I GENERALIDADES Topografia I Profa. Andréa Ritter Jelinek 1 Capítulo I GENERALIDADES 1. Conceitos Fundamentais Definição: a palavra Topografia deriva das palavras gregas topos (lugar) e graphen (descrever), que significa

Leia mais

Dados para mapeamento

Dados para mapeamento Dados para mapeamento Existem dois aspectos com relação aos dados: 1. Aquisição dos dados para gerar os mapas 2. Uso do mapa como fonte de dados Os métodos de aquisição de dados para o mapeamento divergem,

Leia mais

OpenJUMP. Pontos fracos do OpenJUMP

OpenJUMP. Pontos fracos do OpenJUMP OpenJUMP No início foi chamado apenas de JUMP (JAVA Unified Mapping Platform), e se tornou popular no mundo livre de SIG(Sistema de informação Geográfica), desenhado por Vivid Solutions. Atualmente é desenvolvido

Leia mais

LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS ESTAÇÃO TOTAL x GPS RTK

LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS ESTAÇÃO TOTAL x GPS RTK LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS ESTAÇÃO TOTAL x GPS RTK Douglas Luiz Grando 1 ; Valdemir Land 2, Anderson Clayton Rhoden 3 Palavras-chave: Topografia; Geodésia; GPS de Precisão. INTRODUÇÃO Com a evolução das

Leia mais

COMPLETA AUTOMAÇÃO PARA

COMPLETA AUTOMAÇÃO PARA COMPLETA AUTOMAÇÃO PARA TOPOGRAFIA E GEODÉSIA Algumas Novidades da Versão Office: Reformulação das Planilhas de Cálculos; GeraçãodeLayoutsdeImpressão; Inserção e Georreferenciamento de Imagens Raster;

Leia mais

rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA

rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA Diferença entre Cartografia e Topografia: A Topografia é muitas vezes confundida com a Cartografia ou Geodésia pois se utilizam dos mesmos equipamentos e praticamente dos mesmos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Prof. Pablo Santos 4 a Aula SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA - SIG Introdução Definições Necessárias

Leia mais

TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina:FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO WEB. Professora Andréia Freitas

TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina:FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO WEB. Professora Andréia Freitas TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina:FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO WEB Professora Andréia Freitas 2012 3 semestre Aula 03 MEMORIA, F. Design para a Internet. 1ª Edição. Rio de Janeiro:

Leia mais

CRIANDO MDT. Para criar o MDT Selecione o botão Modelagem ou clique na área esquerda da do programa onde se terá a opção criar Nova Modelagem.

CRIANDO MDT. Para criar o MDT Selecione o botão Modelagem ou clique na área esquerda da do programa onde se terá a opção criar Nova Modelagem. CRIANDO MDT Um MDT no programa AutoGeo tem como finalidade servir como base de dados para informações que servirão para os cálculos a serem realizados tudo que se for projetado a base vem do modelo digital

Leia mais

I Seminário SIGCidades: Cadastro Territorial Multifinalitário. Fundamentos de Cartografia aplicados aos SIGs

I Seminário SIGCidades: Cadastro Territorial Multifinalitário. Fundamentos de Cartografia aplicados aos SIGs I Seminário SIGCidades: Cadastro Territorial Multifinalitário Fundamentos de Cartografia aplicados aos SIGs 1. FORMA DA TERRA Geóide Elipsóide Esfera Modelos de representação da Terra O modelo que mais

Leia mais

SPRING 3.6.03 - Apresentação

SPRING 3.6.03 - Apresentação SPRING 3.6.03 - Apresentação GEOPROCESSAMENTO Conjunto de ferramentas usadas para coleta e tratamento de informações espaciais, geração de saídas na forma de mapas, relatórios, arquivos digitais, etc;

Leia mais

Modelagem e Simulação Material 02 Projeto de Simulação

Modelagem e Simulação Material 02 Projeto de Simulação Modelagem e Simulação Material 02 Projeto de Simulação Prof. Simão Sirineo Toscani Projeto de Simulação Revisão de conceitos básicos Processo de simulação Etapas de projeto Cuidados nos projetos de simulação

Leia mais

Introdução. Dados. Imagens. 1. CG Computação Gráfica. 2. Paradigmas de Abstração

Introdução. Dados. Imagens. 1. CG Computação Gráfica. 2. Paradigmas de Abstração Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Eletrônica e Computação Prof. Cesar Tadeu Pozzer Disciplina: Computação Gráfica pozzer@inf.ufsm.br 19/03/2008 1. CG Computação Gráfica Introdução Teve

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais

INTRODUÇÃO AO AUTOCAD

INTRODUÇÃO AO AUTOCAD INTRODUÇÃO AO AUTOCAD O AUTOCAD é um software que se desenvolveu ao longo dos últimos 30 anos. No início o programa rodava no sistema D.O.S., o que dificultava um pouco seu uso. Com o surgimento do sistema

Leia mais

Software Régua e Compasso

Software Régua e Compasso 1 COORDENAÇÃO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CPPG TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 1ª Parte - Consulta Rápida Software Régua e Compasso A primeira

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DO NOVO PROGRAMA DE MATEMÁTICA

PLANIFICAÇÃO ANUAL DO NOVO PROGRAMA DE MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL DO NOVO PROGRAMA DE MATEMÁTICA 5º ano 2012/2013 UNIDADE: Números e Operações 1 - NÚMEROS NATURAIS OBJECTIVOS GERAIS: - Compreender e ser capaz de usar propriedades dos números inteiros

Leia mais

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações;

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações; Estrutura dos Dados Geográficos Organização lógica dos dados para preservar sua integridade e facilitar o seu uso. Vetorial Raster ou Matricial Dado Vetorial Usa entidades como ponto, linha e polígono

Leia mais

Site da disciplina: Site do Laboratório de Geotecnologias Aplicadas: https://moodleinstitucional.ufrgs.br. http://www.ufrgs.

Site da disciplina: Site do Laboratório de Geotecnologias Aplicadas: https://moodleinstitucional.ufrgs.br. http://www.ufrgs. Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Geociências Departamento de Geografia Sistemas de Informações Geográficas I GEO 01007 Professora: Eliana Lima da Fonseca Site da disciplina: https://moodleinstitucional.ufrgs.br

Leia mais

1 COMO ESTUDAR GEOMETRIA

1 COMO ESTUDAR GEOMETRIA Matemática 2 Pedro Paulo GEOMETRIA ESPACIAL I 1 COMO ESTUDAR GEOMETRIA Só relembrando a primeira aula de Geometria Plana, aqui vão algumas dicas bem úteis para abordagem geral de uma questão de geometria:

Leia mais

Os desenhos. Representação de desenhos

Os desenhos. Representação de desenhos Os desenhos 1 Os desenhos Tópicos: Representação de desenhos Edição gráfica bidimensional Representação de desenhos Formatos de desenhos: imagens Arranjos de pixels. Digitalização da imagem por papel,

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE e VALIDAÇÃO DE PRODUTO CARTOGRÁFICO

CONTROLE DE QUALIDADE e VALIDAÇÃO DE PRODUTO CARTOGRÁFICO CONTROLE DE QUALIDADE e VALIDAÇÃO DE PRODUTO CARTOGRÁFICO Editar dados em vários formatos e armazenar estas informações em diferentes sistemas é provavelmente uma das atividades mais comuns para os profissionais

Leia mais

DATAGEOSIS EDUCACIONAL 2005

DATAGEOSIS EDUCACIONAL 2005 DATAGEOSIS EDUCACIONAL 2005 GUIA DE USO Aula 2 1. Abra o aplicativo clicando no atalho na área de trabalho. 2. Clique no botão Novo projeto ou clique o comando - (ctrl + N). 3. NA janela DADOS DO PROJETO,

Leia mais

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles Conteúdo: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no SiCAR-SP? Formato dos arquivos Características do shapefile Sistema de Coordenadas requerido Como preparar o shapefile para o upload 2. O que fazer

Leia mais

Desenho Auxiliado por Computador Aula 2. Professora: Priscila Medeiro

Desenho Auxiliado por Computador Aula 2. Professora: Priscila Medeiro Desenho Auxiliado por Computador Aula 2 Professora: Priscila Medeiro O que é CAD? Desenho auxiliado por computador Sistema baseado em desenho Facilita o Projeto e Desenhos Técnicos Utilizados pela geologia,

Leia mais

Da Prancheta ao Computador...

Da Prancheta ao Computador... Da Prancheta ao Computador... Introdução Como necessidade básica de se localizar ou mesmo para detalhar projetos de quaisquer obras, ao longo do tempo inúmeras formas de representar paisagens e idéias

Leia mais

MAPA - Orientações. Conteúdo desse documento:

MAPA - Orientações. Conteúdo desse documento: Conteúdo desse documento: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no CAR 1.a. Formato do arquivo 1.b. Características do shapefile 1.c. Sistema de coordenadas requerido 1.d. Como preparar o shapefile

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DA SERRA DOS ÓRGÃOS. Curso de Matemática

CENTRO UNIVERSITÁRIO DA SERRA DOS ÓRGÃOS. Curso de Matemática Introdução ao GeoGebra software livre 0 CENTRO UNIVERSITÁRIO DA SERRA DOS ÓRGÃOS Curso de Matemática Primeiros Passos Com o Software Livre GeoGebra Março de 2010 Prof. Ilydio Pereira de Sá Introdução ao

Leia mais

EXPRESSÃO GRÁFICA CAD NOMENCLATURA

EXPRESSÃO GRÁFICA CAD NOMENCLATURA EXPRESSÃO GRÁFICA CAD A disciplina tem por objetivo a capacitação do aluno em desenvolver projetos assistidos pelo microcomputador, permitindo assim o aprimoramento da visão espacial na representação de

Leia mais

CONTEÚDOS DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA

CONTEÚDOS DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA CONTEÚDOS DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA 6ºANO CONTEÚDOS-1º TRIMESTRE Números naturais; Diferença entre número e algarismos; Posição relativa do algarismo dentro do número; Leitura do número; Sucessor e antecessor;

Leia mais

Matriz de Referência de Matemática da 8ª série do Ensino Fundamental. Comentários sobre os Temas e seus Descritores Exemplos de Itens

Matriz de Referência de Matemática da 8ª série do Ensino Fundamental. Comentários sobre os Temas e seus Descritores Exemplos de Itens Matriz de Referência de Matemática da 8ª série do Ensino Fundamental TEMA I ESPAÇO E FORMA Comentários sobre os Temas e seus Descritores Exemplos de Itens Os conceitos geométricos constituem parte importante

Leia mais

7 MODELAGEM NUMÉRICA DE TERRENO

7 MODELAGEM NUMÉRICA DE TERRENO 7 MODELAGEM NUMÉRICA DE TERRENO Carlos Alberto Felgueiras Gilberto Câmara 7.1 DEFINIÇÃO Um Modelo Numérico de Terreno (MNT) é uma representação matemática computacional da distribuição de um fenômeno espacial

Leia mais

Prof. Responsável Wagner Santos C. de Jesus

Prof. Responsável Wagner Santos C. de Jesus Universidade do Vale do Paraíba Colégio Técnico Antônio Teixeira Fernandes Disciplina Desenho Técnico Aplicado a Segurança do Trabalho Material III-Bimestre Introdução e Conceito de CAD e Ferramentas,Primitivas

Leia mais

MINICURSO: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS INTERATIVAS COM A UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE GEOGEBRA

MINICURSO: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS INTERATIVAS COM A UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE GEOGEBRA ISSN 2177-9139 MINICURSO: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS INTERATIVAS COM A UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE GEOGEBRA Vanessa Etcheverria Cassuriaga vanessa19921000@hotmail.com Fundação Universidade Federal do Pampa, Campus

Leia mais

Interpolação de Curvas de Nível por Difusão de Calor

Interpolação de Curvas de Nível por Difusão de Calor Interpolação de Curvas de Nível por Difusão de Calor ROBERTO DE BEAUCLAIR SEIXAS LUIZ HENRIQUE DE FIGUEIREDO CLAUDIO ANTONIO DA SILVA IMPA Instituto de Matemática Pura e Aplicada VISGRAF Laboratório de

Leia mais

Figuras geométricas. Se olhar ao seu redor, você verá que os objetos. Nossa aula. Figuras geométricas elementares

Figuras geométricas. Se olhar ao seu redor, você verá que os objetos. Nossa aula. Figuras geométricas elementares A UU L AL A Figuras geométricas Se olhar ao seu redor, você verá que os objetos têm forma, tamanho e outras características próprias. As figuras geométricas foram criadas a partir da observação das formas

Leia mais

PROVA MODELO 2015. Duração da prova: 120 minutos

PROVA MODELO 2015. Duração da prova: 120 minutos Página 1 de 8 Provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 3 anos, Decreto-Lei n.º 64/006, de 1 de março AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Laboratório de Ensino, Pesquisa e Projetos em Análise Espacial TUTORIAL DE SPRING Alexandro Medeiros

Leia mais

GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global

GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global 1 Sistema de Posicionamento Global é um sistema de posicionamento por satélite que permite posicionar um corpo que se encontre à superfície

Leia mais

Avaliação e definição do melhor método empregado no cálculo dos volumes de corte e aterro utilizando o software Spring 5.2.6

Avaliação e definição do melhor método empregado no cálculo dos volumes de corte e aterro utilizando o software Spring 5.2.6 Anais XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto SBSR, João PessoaPB, Brasil, 25 a 29 de abril de 2015, INPE Avaliação e definição do melhor método empregado no cálculo dos volumes de corte e aterro

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL.

Universidade Federal de Santa Catarina CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL. CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL. Um gráfico no Excel é uma representação gráfica dos números de sua planilha - números transformados em imagens. O Excel examina um grupo de células que tenham sido selecionadas.

Leia mais

Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. MANUAL DE USO Sistema de Reserva de Salas INTRANET - ICMC-USP

Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. MANUAL DE USO Sistema de Reserva de Salas INTRANET - ICMC-USP Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação ISSN - 0103-2569 MANUAL DE USO Sistema de Reserva de Salas INTRANET - ICMC-USP André Pimenta Freire Renata Pontin de M. Fortes N 0 213 RELATÓRIOS TÉCNICOS

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Representação de Imagens

Representação de Imagens Representação de Imagens Primitivas Gráficas As primitivas gráficas são os elementos básicos que formam um desenho. Exemplos: Ponto, segmento, polilinha, polígono, arco de elipse, etc. Primitivas já definidas

Leia mais

Geometria Descritiva CAD e Sistemas de Coordenadas. Computação Gráfica. Computação Gráfica

Geometria Descritiva CAD e Sistemas de Coordenadas. Computação Gráfica. Computação Gráfica Geometria Descritiva CAD e Sistemas de Coordenadas Prof. Luiz Antonio do Nascimento Engenharia Ambiental 2º Semestre Computação Gráfica Ramo da computação dedicado à geração, tratamento, apresentação e

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão 01 Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão Rodrigo G. Trevisan¹; José P. Molin² ¹ Eng. Agrônomo, Mestrando em Engenharia de Sistemas Agrícolas (ESALQ-USP); ² Prof. Dr. Associado

Leia mais

SESSÃO 5: DECLINAÇÃO SOLAR AO LONGO DO ANO

SESSÃO 5: DECLINAÇÃO SOLAR AO LONGO DO ANO SESSÃO 5: DECLINAÇÃO SOLAR AO LONGO DO ANO Respostas breves: 1.1) 9,063 N 1.2) norte, pois é positiva. 1.3) São José (Costa Rica). 2) Não, porque Santa Maria não está localizada sobre ou entre os dois

Leia mais

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos Sistema topograph 98 Tutorial Módulo Projetos Como abrir um projeto existente _ 1. Na área de trabalho do Windows, procure o ícone do topograph e dê um duplo clique sobre ele para carregar o programa.

Leia mais

Curvas de nível homotópicas a um ponto

Curvas de nível homotópicas a um ponto Curvas de nível homotópicas a um ponto Praciano-Pereira, T Sobral Matemática 6 de agosto de 2011 tarcisio@member.ams.org pré-prints da Sobral Matemática no. 2011.03 Editor Tarcisio Praciano-Pereira, tarcisio@member.ams.org

Leia mais

PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES DO SOFTWARE GLOBAL MAPPER

PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES DO SOFTWARE GLOBAL MAPPER PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES DO SOFTWARE GLOBAL MAPPER Além das novas implementações na versão 15, ressaltamos a seguir as principais funções que fazem do Global Mapper um dos melhores softwares para a visualização

Leia mais

CALDsoft7 - Software de planificação em caldeiraria

CALDsoft7 - Software de planificação em caldeiraria CALDsoft7 - Software de planificação em caldeiraria Calculando uma peça com o CALDsoft7 É muito simples calcular uma peça com o CALDsoft7, basta seguir os passos apresentados abaixo: - Escolher a peça

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Jugurta Lisboa Filho Departamento de Informática Universidade Federal de Viçosa (MG) jugurta@dpi.ufv.br Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Tópicos

Leia mais

O que é a estatística?

O que é a estatística? Elementos de Estatística Prof. Dr. Clécio da Silva Ferreira Departamento de Estatística - UFJF O que é a estatística? Para muitos, a estatística não passa de conjuntos de tabelas de dados numéricos. Os

Leia mais

Figura 01: Aplicações do Filtro Espacial Passa-Baixa.

Figura 01: Aplicações do Filtro Espacial Passa-Baixa. 791 IMPLEMENTAÇÃO DE TÉCNICAS DE PRÉ-PROCESSAMENTO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS PARA RADIOGRAFIAS CARPAIS Rafael Lima Alves 1 ; Michele Fúlvia Angelo 2 Bolsista PROBIC, Graduando em Engenharia de Computação,

Leia mais

Modelagem de informações de. construçãocapítulo1: Capítulo. Objetivo do capítulo

Modelagem de informações de. construçãocapítulo1: Capítulo. Objetivo do capítulo construçãocapítulo1: Capítulo 1 Modelagem de informações de A modelagem de informações de construção (BIM) é um fluxo de trabalho integrado baseado em informações coordenadas e confiáveis sobre um empreendimento,

Leia mais

Matemática 2. 01. A estrutura abaixo é de uma casa de brinquedo e consiste de um. 02. Abaixo temos uma ilustração da Victoria Falls Bridge.

Matemática 2. 01. A estrutura abaixo é de uma casa de brinquedo e consiste de um. 02. Abaixo temos uma ilustração da Victoria Falls Bridge. Matemática 2 01. A estrutura abaixo é de uma casa de brinquedo e consiste de um paralelepípedo retângulo acoplado a um prisma triangular. 1,6m 1m 1,4m Calcule o volume da estrutura, em dm 3, e indique

Leia mais

Modelagemde Software Orientadaa Objetos com UML

Modelagemde Software Orientadaa Objetos com UML Modelagemde Software Orientadaa Objetos com UML André Maués Brabo Pereira Departamento de Engenharia Civil Universidade Federal Fluminense Colaborando para a disciplina CIV 2802 Sistemas Gráficos para

Leia mais

Perguntas. Que todo usuário deveria fazer antes de comprar um software CAD de baixo custo. Por Robert Green, proprietário da Robert Green Consulting

Perguntas. Que todo usuário deveria fazer antes de comprar um software CAD de baixo custo. Por Robert Green, proprietário da Robert Green Consulting Perguntas Que todo usuário deveria fazer antes de comprar um software CAD de baixo custo Por Robert Green, proprietário da Robert Green Consulting 5 perguntas que todo usuário deveria fazer antes de comprar

Leia mais

A. MANUAL DO MÓDULO ATFAR DO ECGLAB

A. MANUAL DO MÓDULO ATFAR DO ECGLAB A. MANUAL DO MÓDULO ATFAR DO ECGLAB ECGLAB Módulo atfar Projeto de Mestrado de João Luiz Azevedo de Carvalho (Eng. Elétrica), orientado pelos Profs. Adson Ferreira da Rocha (Eng. Elétrica) e Luiz Fernando

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FOTOGRAMETRIA TERRESTRE PARA MODELAGEM 3D DE IMÓVEIS NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - PB.

UTILIZAÇÃO DE FOTOGRAMETRIA TERRESTRE PARA MODELAGEM 3D DE IMÓVEIS NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - PB. p. 001-006 UTILIZAÇÃO DE FOTOGRAMETRIA TERRESTRE PARA MODELAGEM 3D DE IMÓVEIS NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - PB. AYOBAMI IWA ZENABU BADIRU ANNA RAQUEL DIONÍSIO RAMOS LUCIANNY ROBERTA DAMASCENA DOS SANTOS GLAUCIENE

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

PROGRAMA AUXILIAR PARA APRENDIZADO TOPOGRÁFICO CÁLCULO DE ÁREA PELO MÉTODO DE GAUSS

PROGRAMA AUXILIAR PARA APRENDIZADO TOPOGRÁFICO CÁLCULO DE ÁREA PELO MÉTODO DE GAUSS PROGRAMA AUXILIAR PARA APRENDIZADO TOPOGRÁFICO CÁLCULO DE ÁREA PELO MÉTODO DE GAUSS Bruno Zucuni Prina 1 Erni José Milani 2 Luiz Patric Kayser³ Romario Trentin 4 1 - Universidade Federal de Santa Maria

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CURSO DE TECNOLOGIA EM NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CURSO DE TECNOLOGIA EM NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CURSO DE TECNOLOGIA EM NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR COMPUTAÇÃO GRÁFICA Disciplina: 08 Período: 4º José Eduardo

Leia mais

GPS TrackMaker. Principais Funções e aplicações. Departamento de Engenharia Florestal Universidade Estadual Centro-Oeste UNICENTRO - Campus de Irati

GPS TrackMaker. Principais Funções e aplicações. Departamento de Engenharia Florestal Universidade Estadual Centro-Oeste UNICENTRO - Campus de Irati GPS TrackMaker o Principais Funções e aplicações Departamento de Engenharia Florestal Universidade Estadual Centro-Oeste UNICENTRO - Campus de Irati GPS TrackMaker Software desenvolvido por Odilon Ferreira

Leia mais

Questão 1 Descritor: D4 Identificar a relação entre o número de vértices, faces e/ou arestas de poliedros expressa em um problema.

Questão 1 Descritor: D4 Identificar a relação entre o número de vértices, faces e/ou arestas de poliedros expressa em um problema. SIMULADO SAEB - 2015 Matemática 3ª série do Ensino Médio GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO QUESTÕES E COMENTÁRIOS Questão 1 D4 Identificar a relação entre o número de vértices, faces

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS Obter uma imagem temática a partir de métodos de classificação de imagens multi- espectrais 1. CLASSIFICAÇÃO POR PIXEL é o processo de extração

Leia mais

MESTRADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO COMPUTAÇÃO GRÁFICA PROF A. CARLA FREITAS SISTEMA DE MODELAGEM DE SÓLIDOS POR SWEEP ROTACIONAL RELATÓRIO

MESTRADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO COMPUTAÇÃO GRÁFICA PROF A. CARLA FREITAS SISTEMA DE MODELAGEM DE SÓLIDOS POR SWEEP ROTACIONAL RELATÓRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO CPGCC UNIVERSIDADE DA REGIÃO DA CAMPANHA URCAMP CENTRO DE CIÊNCIAS DA ECONOMIA E INFORMÁTICA CCEI MESTRADO

Leia mais

Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos. Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08

Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos. Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08 Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08 Escolha um objeto entre os que possivelmente compõem uma clínica médica de exames

Leia mais

1 Como seu Cérebro Funciona?

1 Como seu Cérebro Funciona? 1 Como seu Cérebro Funciona? UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) O cérebro humano é capaz de processar as informações recebidas pelos cinco sentidos, analisá-las com base em uma vida inteira de experiências,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE. Correção geométrica de imagens

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE. Correção geométrica de imagens Correção geométrica de imagens O georreferenciamento descreve a relação entre os parâmetros de localização dos objetos no espaço da imagem e no sistema de referência, transformando as coordenadas de cada

Leia mais

Tutorial do Sistema GeoOffice. Todos os direitos reservados (1999-2002)

Tutorial do Sistema GeoOffice. Todos os direitos reservados (1999-2002) Tutorial do Sistema GeoOffice Todos os direitos reservados (1999-2002) Sistema GeoOffice Sistema Topográfico Solution Softwares Tutorial Passo a Passo Conteúdo I Tabela de Conteúdos Foreword 0 Parte I

Leia mais

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses

Leia mais

Dadas a base e a altura de um triangulo, determinar sua área.

Dadas a base e a altura de um triangulo, determinar sua área. Disciplina Lógica de Programação Visual Ana Rita Dutra dos Santos Especialista em Novas Tecnologias aplicadas a Educação Mestranda em Informática aplicada a Educação ana.santos@qi.edu.br Conceitos Preliminares

Leia mais