Transição e configuração de IPv6 em uma rede acadêmica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Transição e configuração de IPv6 em uma rede acadêmica"

Transcrição

1 Transição e configuração de IPv6 em uma rede acadêmica José Eugênio de Mira Turma 3 Paulo Sérgio Pereira Pinto Turma 2 Trabalho de Conclusão do Curso de IPv6 a Distância Desenvolvido e ministrado por: Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações ceptro.br 20 de Agosto de2013

2 Conteúdo Introdução... 3 Desenvolvimento... 4 Justificativa... 4 Descrição da Infraestrutura... 4 Cronograma da implantação... 6 Projeto e custos Conclusão Referências... 12

3 Introdução O IPv6 é o protocolo que foi desenvolvido para substituir o IPv4. Desde o final dos anos 90, o fim dos endereços IP formado por apenas 32 bits de dados era discutido tanto na esfera acadêmica quando nas esferas corporativas. O IPv6 começou a ser projetado em 1994, e desde então tem enfrentado diversos problemas para sua implantação. O motivo disso é que a dificuldade de se convencer administradores de redes, provedores e usuários a migrarem para o novo sistema, considerado complexo por conta de seus sistema diferenciado de endereçamento baseado em 128 bits de endereçamento e formato hexadecimal, aliado ao fato de novas tecnologias haverem sido desenvolvidas visando-se o prolongamento da vida útil do IPv4 prejudicou a implantação do novo protocolo em larga escala. No fim do ano de 2011, com a prevenção pelo IANA do esgotamento dos endereços IPv4, foi que surgiram estratégias mais diretas de treinamento e conscientização do uso do IPv6. Esse curso desenvolvido pelo NIC.br é fruto desse esforço. O trabalho a seguir foi desenvolvido por dois alunos do curso ministrado pelo NIC.br e demonstra o cronograma e a prática da implantação do sistema IPv6 em uma Instituição de Ensino de médio porte localizado no interior do estado de São Paulo. Os responsáveis por este trabalho são atualmente responsáveis pelo Departamento de TI da Faculdade, tanto da rede administrativa quanto da acadêmica.

4 Desenvolvimento Justificativa Justifica o desenvolvimento desse projeto a necessidade de atualização tecnológica para a conectividade IPv6 na estrutura de rede de uma Faculdade de Tecnologia de médio porte. Além de prever a futura mudança no sistema de endereçamento de rede, a migração de nossa infraestrutura servirá de exemplo para os discentes da instituição, que a partir dos laboratórios de nossa unidade terão o primeiro contato com o IPv6 na prática. Desse modo, nossa Faculdade cumpre não somente a necessidade de preparar os sistemas para o uso do novo protocolo como também atende a necessidade de toda universidade que é investir em pesquisa e tecnologias de ponta, ocupando o lugar como incubadora de ideias inovadoras que sempre lhe coube. Descrição da Infraestrutura A faculdade em questão conta com cerca de oitocentos alunos, quarenta docentes e uma equipe de treze funcionários administrativos, excluindo-se destes o pessoal de limpeza e vigilância. A Faculdade oferece três cursos superiores tecnológicos e funciona diariamente no período das 07:30 às 22:30. A infraestrutura de TI guarda algumas características clássicas de redes onde a rede não foi pensada em um modelo escalonável. Por conta disso, os servidores de serviços contam com uma capacidade limitada de expansão física, o que levou ao uso de máquinas virtuais para um uso mais eficiente dos recursos de memória e processamento. Um dos servidores usa sistema operacional legado, apesar disso, nenhum dos sistemas operacionais será problema para a implantação do IPv6, pois todos possuem suporte nativo. Abaixo, uma tabela que lista os sistemas operacionais presentes na infraestrutura atual: Tabela 1 - Servidores e Serviços Nome do Equipamento SO Função na Rede Server 01 Windows Server 2003 Roteamento, arquivos e Active Directory Server 02 Windows Server 2008 Suporte p/ virtualização Server XP (virtual) Windows XP Servidor de testes MySQL Firewall 01 (Virtual) Linux 2.4 (squid) Segurança de borda, balanceamento de link Server 03 (virtual) Windows Server 2008 AD Principal e DNS Além destes, a infraestrutura possui um sistema de vigilância publicado na internet através de um redirecionamento NAT. Este equipamento não possui sistema compatível com IPv6, e por conta disso, os custo de aquisição de um novo equipamento, com compatibilidade para a nova tecnologia. Os equipamentos que constituem o tronco da rede, além dos servidores acima, são os Switches e os Roteadores. A infraestrutura é composta por um Switch gerenciável Netgear, dois switches simples TP- (TL-SF1024 e TL-SF2048), de 24 e 48 portas, dois switches 3com

5 2226-SFP de 24 portas (laboratórios de informática 01 e 02), três acess points ASUS nos laboratórios de informática Wireless e cinco acess points Netgear que permitem acesso via wireless à internet para os alunos e professores. Completa a infraestrutura um roteador Cisco 2900 fornecido em comodato pela Vivo Empresas. Na ponta da rede, temos os equipamentos de uso de alunos e funcionários. Um sistema de três VLANs permita que cada rede funcione de maneira independente e segura, porém, como todas são conectadas há um único firewall que promove o balanceamento de dois links, a mudança na infraestrutura deve atingir todas as redes simultaneamente. A VLAN administrativa possui cerca de trinta hosts, entre equipamentos de uso dos docentes e dos funcionários do corpo técnico-administrativo. A segunda VLAN, a maior em número de hosts de uso contínuo, possui cento e trinta hosts e é integrada pelos computadores de uso acadêmico, como os computadores dos laboratórios de informática. A última VLAN é aquela utilizada pelos alunos para conexão wireless de seus equipamentos pessoais e por esse motivo, não é possível estimar a quantidade exata de hosts, sendo que estes variam de acordo com o horário e a quantidade de alunos na instituição. Estima-se que diariamente cerca de cem alunos conectem-se a rede, mas já foram registrados picos de cento e vinte equipamentos conectados simultaneamente. Sobre os hosts, vale lembrar que não serão feitas mudanças significativas, exceto pelo fato que um sistema DHCPv6 independente será instalado para cada uma das redes. Cada uma das sub-redes receberá um Bloco /32 de endereços. A distribuição das redes internas está descrita no quadro abaixo: Tabela 2 - VLANs Nome da VLAN Sub-rede Quantidade de Hosts Função VLAN Administrativo VLAN Laboratórios/acadêmico VLAN_WIFI ~120 Wireles - Alunos

6 Primário Secundário Firewall /Router Roteador VLAN1 - Administrativos VLAN_WIFI VLAN2 - Laboratórios Figura 1 - Topologia atual Como é de se esperar em uma infraestrutura de médio porte, o processo de implantação deve durar alguns meses. O cronograma de implantação e os pormenores de cada uma das etapas são especificados a seguir. Cronograma da implantação De acordo com as necessidades da Instituição, o cronograma de implantação da Tecnologia IPv6 foi dividido em três etapas. Cada uma das etapas tem um objetivo específico, e termina precisamente no ponto de partida da próxima. A ideia desse sistema é manter um ritmo constante e principalmente prover acessibilidade através do IPv4 enquanto ainda houverem sistemas e sites legados. No caso específico da infraestrutura em questão, a migração total dependerá ainda de sistemas utilizados pelo Governo estadual. Nesse caso, é impossível fixar datas para o fim da etapa número dois, visto que a migração total incorreria na impossibilidade de acesso a tais serviços. Etapa 01 - Definição da arquitetura e Levantamento de custos Em qualquer empresa, antes de um projeto ser aprovado pelo board da diretoria é essencial que um levantamento de custos preciso seja entregue. Por conta disso, a implantação do projeto começa na definição da arquitetura para que, a partir daí, sejam estabelecidos os custos necessários a implantação da tecnologia nos meses que se seguirão. Uma característica importante do projeto por nós elaborado é que no final da Etapa 02 todos os equipamentos já estarão instalados e em produção. Por conta disso, todo o custo de manutenção do projeto (com exceção das horas-trabalho do pessoal do departamento) estende-se tão somente até o fim dessa etapa. O motivo disso é que acreditamos que dessa

7 maneira o custo poderá ser pulverizado durante as três etapas, embora no início da terceira já seja possível que todo o sistema funcione com conectividade plena através do IPv6. O ponto principal do projeto é que o sistema que utiliza o balanceamento de link será aproveitado. Em um dos links, fornecido pelo governo do estado, a previsão é que o sistema IPv6 seja implantando nos próximos doze meses. Nesse caso, esse será o nosso link principal. O segundo link, fornecido pela NET Serviços não tem previsão de implantação dos serviços, por conta disso, esse link será o de contingência, funcionando com conexão IPv4 exclusiva nas Etapas 01 e 02, e com sistemas de tunelamento IPv6 a partir da Etapa 03. Nessa primeira etapa, todos os testes serão feitos em laboratório para se assegurar que a implantação definitiva ocorrerá sem traumas. Em um primeiro momento, utilizaremos máquinas virtuais configuradas com o sistema de tunelamento, para testar a conectividade e a eficiência do sistema. Dois tipos de tuneis serão testados: Tunel Freenet Testado em uma máquina com sistema operacional Windows 7, esse túnel será utilizado para a verificação do funcionamento e de compatibilidade de softwares que utilizam a rede interna e a internet, tanto no âmbito acadêmico, quanto no administrativo. O teste destes softwares nessa primeira fase será essencial para se decidir que rumos tomará o projeto, para o caso de serem necessárias adaptações ou licitações para versões atualizadas dos softwares. Além disso, será o primeiro contato da equipe de suporte com a tecnologia IPv6, onde receberão as noções básicas de funcionamento e endereçamento do protocolo. Tunnel Broker Oferecido pela Hurricane Eletric, esse túnel será utilizado na máquina virtual que simulará o Fierwall/roteador. Além de oferecer acesso mais seguro, a documentação ampla oferecida pelo serviço Tunnel Broker facilitará a implantação do serviço no Firewall baseado na tecnologia Linux com kernel 2.4. Nessa etapa também serão levantados os custos de todos os equipamentos que serão substituídos para tornar possível a implantação. Um levantamento detalhado foi feito, para que pudéssemos estimar os equipamentos que serão substituídos. Equipamentos: Switch 3com (Layer 2) Compatível IPv6 Switch Netgear (Layer 3) Não compatível Switch TP-link (Layer 2) Compatíveis IPv6 AcessPoint ASUS Não compatível Acess Point Netgear Compatível IPv6 Roteador Cisco - Compatível IPv6 Notem que todos os switches que operam na layer 2 do modelo OSI são compatíveis com o protocolo novo. O motivo disso é que nesses equipamentos apenas os endereços físicos são levados em conta na redistribuição dos frames Ethernet. Já os equipamentos que atuam nas

8 demais camadas, como é o caso do Switch gerenciável da Netgear deverão ser substituídos por equipamentos compatíveis. O levantamento completo dos equipamentos e o custo de substituição dos mesmos serão apresentados no último capítulo, junto com o resumo das horas totais empregadas no projeto. O tempo de duração dessa etapa será fixo, e estimado atualmente em seis meses, com um emprego mensal de 120 horas, ou 40 horas-homem, considerando uma equipe de três profissionais. Etapa 02 Implantação e teste da pilha dupla A segunda etapa inicia-se após todos os testes do funcionamento do Tunelamento no Firewall/Roteador e com todos os testes de software concluídos em laboratório. A Etapa 02 é a etapa de implantação, e característica mais importante dessa etapa é a pilha dupla. A pilha dupla permite que tecnologias IPv4 e IPv6 convivam e que os equipamentos de borda da rede tenha autonomia para escolher qual conexão será utilizada. Demonstramos a seguir como será realizada a implantação da pilha na infraestrutura. Fase 1 Roteadores e modems Essa fase depende exclusivamente da liberação do bloco de endereçamento IPv6 pelas operadoras. Consideramos aqui apenas o link principal, pois no escopo do projeto já contamos com a possibilidade do link secundário levar um tempo maior até a disponibilização dos blocos de endereçamento IPv6. Nesse primeiro momento, nos concentraremos na configuração do Roteador principal para o funcionamento em pilha dupla. Também nessa fase substituiremos a máquina virtual com o link secundário pela máquina que contém a configuração para o funcionamento via Tunnel Broker. Finalizadas essas configurações, uma máquina-cliente de testes será conectada através do roteador funcionando em pilha dupla, a fim de comprovarmos o funcionamento do sistema. Fase 2 Switches e Acess Points. Essa fase compreende a instalação e a configuração dos equipamentos de rede secundários na rede. Além da substituição dos Switches e dos AcessPoints, será nessa fase que as VLANs serão reconfiguradas no novo switch, e que o sinal dos AcessPoints antigos será desligado e subtituido pelos novos. Durante essa fase, a rede wireless deve operar com um SSID diferente, para evitar o uso acidental. Finda as configurações, os antigos será desligados e retirados da infraestrutura. Fase 3 Servidores Momento de configurar todos os servidores para o funcionamento com a nova infraestrutura. Primeiramente, as máquinas que ficarão responsáveis pelo DHCPv6 e DNS. Depois, todos os outros servidores. Nesse momento será feita a substituição do DVR com suporte para endereçamento IPv6. Consideramos essa a fase mais complexa do ponto de vista técnico, pois envolve equipamentos essenciais para o funcionamento da instituição e que possuem um downtime baixíssimo. Fase de duração mais longa.

9 Fase 4 Configuração de hosts Finalmente, máquinas de uso do pessoal administrativo e do acadêmico receberão seus endereços IPv6 através do DHCPv6 interno. Além dos hosts, nessa fase serão configurados em pilhas duplas outros equipamentos de uso final como por exemplo, impressoras de rede. A distribuição continuará obedecendo a ordem anterior, ou seja, serão três VLANs, onde a última, que é dedicada ao uso dos alunos com seus equipamentos pessoais será a última. Nesta, além da implantação do DHCPv6, a equipe de TI irá promover uma campanha informativa, observado sobre os motivos da migração e ministrando um minicurso sobre endereçamento IPv6, sua necessidade e suas vantagens sobre o IPv4. Essa última etapa, além de finalizar a fase de implantação da Etapa 02, cumpre um papel informativo, permitindo que professores e alunos da Faculdade experimentem o IPv6 em seus computadores dentro de um ambiente seguro e previamente preparado. A Etapa 02 encerra-se após o término da Fase 4 da migração, e embora estimemos entre 9 e 12 meses, não podemos afirmar com certeza, pois a finalização dessa etapa depende da disponibilidade dos endereços IPv6 pelos principais portais e sistemas de e comunicação da Internet. Nessa etapa, o emprego de mão de obra está estimado em 800 horas/mês, com uma equipe de cinco profissionais atuando duas horas por dia, cinco dias por semana. Etapa 03 Implantação IPv6 A Etapa 03, a etapa final da implantação apenas se inicia quando o link principal da infraestrutura receber um bloco de endereçamento. Neste momento, todos os equipamentos já estarão funcionando em Dual stack, e a partir daí a utilização do IPv6 será a escolha natural. Apesar disso, não podemos esquecer que o cenário do IPv6 ainda é uma realidade distante em alguns sites e portais brasileiros, e por conta disso nossa rede tem que contar com uma redundância. Para esses casos, o secundário continuará funcionando como um link de reserva e também para casos específicos onde um serviço IPv4 for solicitado. A ideia é modificar as ACLs do firewall de maneira que quando o DNS responder com um IP AAA, o mesmo seja encaminhado através de um Forward até o link secundário. É importante lembrar que os procedimentos descritos principalmente nas Etapas 02 e Etapa 03 dependem também das tecnologias adotadas pelos provedores. Por exemplo: É possível que os provedores, por uma questão econômica, resolvam adotar alguma tecnologia nativa de tunelamento. Nesse caso, seria necessária uma mudança significativa na ponta da conexão, ou seja, no Firewall/Router. Nosso projeto guarda a vantagem de se manter com a pilha dupla ativada todo o tempo e com apenas um equipamento responsável pela ponta dos links. Isso aumenta significativamente a facilidade de alterações no projeto pelo lado do provedor, além do fato desta máquina estar virtualizada concorrer para uma facilidade maior no intercâmbio entre tecnologias e configurações diferentes. Nesse sistema, o uso de Snapshots será um diferencial importante. Cenário 01 Usuário solicita endereço IPv6 Nesse cenário, o DNS responde com o endereço AAAA para o Firewall, que através da sua ACL específica encaminha a solicitação via Primário, que possui IPv6 nativo.

10 DNS Firewall/ Router Primário IPv6 Secundário IPv4 Figura 2 - Solicitação de endereço IPv6 Cenário 02 Usuário solicita endereço IPv4 Na situação seguinte, a solicitação responde com um endereço IPv4. Ao ser encaminhada ao Firewall, o mesmo realiza um Forward através da Interface com o modem o Secundário. DNS Firewall/ Router Primário IPv6 Secundário IPv4 Figura 3 - Solicitação de IPv4 Cenário 03 Queda do principal No cenário seguinte, o link principal está offline, e por esse motivo, uma rotina secundária é ativada. Um sistema do tipo hearthbeat ativa uma segunda máquina virtual, com um sistema de tunel IPv6 pré-configurado. A partir de então, todos as conexões irão trafegar através da rede IPv4 do provedor até um roteador IPv6 pré-configurado. Nesse ambiente, sites e portais que utilizem exclusivamente o IPv4 não estarão acessíveis. DNS Firewall/ Router Primário IPv6 Firewall/ Router Virtual 02 Conexão Tunelada Secundário IPv4 Figura 4 - Queda do principal

11 Projeto e custos Abaixo, mencionamos os custos aproximados de aquisição de alguns equipamentos que deverá ser obrigatoriamente substituídos durante a implantação da pilha dupla na estrutura. Importante ressaltar que os preços baseiam-se em valores de hoje, e pequenas flutuações são esperadas. Considerando que no mercado de Equipamentos de TI normalmente a procura promove uma queda acentuada nos preços, dado o aumento da produção, é provável que quando da implantação os valores dos equipamentos cotados tenham sofrido uma queda substancial. Equipamento Modelo Valor Un. Quantidade Total Switch IPv6 CISCOS RW2016-K9 R$ 1500, ,00 Acess Point D- DIR-655 R$ 400, ,00 DVR IPv6 AXIS 241Q R$ 1200, ,00 Além dos custos com os equipamentos, o processo de migração para o protocolo IPv6 tem um custo alto se considerarmos o tempo empregado pelo departamento de TI. Através de uma média, e estabelecendo um valor de R$ 10,00 a hora em uma equipe com dois analistas, dois técnicos e um estagiário, chegamos aos resultados: Etapa horas x R$ 10,00 = R$ 1200,00/Mês Em seis meses (estimativa) = R$ 7200,00 Etapa horas x R$10,00 = R$ 8000,00/Mês Em doze meses (estimativa) = R$ 96000,00 Os custos da Etapa 03 não foram mencionados, pois consideramos que nesse momento o sistema IPv6 deixaria de ser um projeto alternativo e passaria a constar como parte da infraestrutura. Nesse sentido, as horas dedicadas ao funcionamento e adequação do protocolo figurariam como horas de trabalho na rede interna da empresa. Conclusão Assim, concluímos que uma implantação segura e planejada do protocolo IPv6 em uma infraestrutura acadêmica de médio porte é possível, desde que todos os passos da implementação sejam executados com atenção e crivo profissional. A execução do trabalho deve sempre seguir os passos estabelecidos no projeto, apenas avançando para a etapa posterior quando a anterior se encontrar concluída. O uso de máquinas virtuais e de laboratórios de redes, além de sistemas de Tunelamento aberto é essencial para o sucesso desse projeto, principalmente em sua etapa inicial.

12 Referências Ceptro.br Centro de Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações <http://www.ceptro.br/> Acessado em 18 de Agosto de 2013 IPv6.br A nova geração do Protocolo Internet < Acessado em 18 de Agosto de 2013 Axis Tecnologia em Vídeo e vigilância <http://www.axis.com/techsup/cam_servers/tech_notes/files/ipv6_technote.pdf > - Acessado em 20 de Agosto de Hurricane Elétric Internet Services < - Acessado em 18 de Agosto de 2013 Contábeis.com Portal da profissão contábil <http://www.contabeis.com.br/ > - Acessado em 19 de Agosto de D- IPv6 Solutions <http://www.dlink.com/us/en/technology/dlink-ipv6-solutions > - Acessado em 18 de Agosto de 2013 How to Install a DHCP Server for IPv6 on Windows Server 2008 R2 <http://4sysops.com/archives/how-to-install-a-dhcp-server-for-ipv6-dhcpv6-on-windowsserver-2008-r2/ > Acessado em 18 de Agosto de 2013 Túnel via freenet 6 < > - Acessado em 18 de Agosto de 2013

Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira

Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira INTRODUÇÃO Os Access Points ou ponto de acesso wi-fi são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes sem fio e com fio (infraestrutura).

Leia mais

CENTRO DE INFORMATICA CCNA. Cisco Certified Network Associate

CENTRO DE INFORMATICA CCNA. Cisco Certified Network Associate CENTRO DE INFORMATICA CCNA Cisco Certified Network Associate E ste currículo ensina sobre redes abrange conceitos baseados em tipos de redes práticas que os alunos podem encontrar, em redes para residências

Leia mais

Grid e Gerenciamento Multi-Grid

Grid e Gerenciamento Multi-Grid Principais Benefícios Alta disponibilidade, Escalabilidade Massiva Infoblox Oferece serviços de rede sempre ligados através de uma arquitetura escalável, redundante, confiável e tolerante a falhas Garante

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

Cássio Geraldo Freitas. Teste prático com acesso a câmera IP, pela Internet, usando exclusivamente IPv6.

Cássio Geraldo Freitas. Teste prático com acesso a câmera IP, pela Internet, usando exclusivamente IPv6. Cássio Geraldo Freitas Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado no Curso de IPv6 a Distância - Turma 3, ministrado pela equipe do IPv6.br. Teste prático com acesso a câmera IP, pela Internet, usando

Leia mais

A Internet e o TCP/IP

A Internet e o TCP/IP A Internet e o TCP/IP 1969 Início da ARPANET 1981 Definição do IPv4 na RFC 791 1983 ARPANET adota o TCP/IP 1990 Primeiros estudos sobre o esgotamento dos endereços 1993 Internet passa a ser explorada comercialmente

Leia mais

Diego Ragazzi http://www.ragazzid.com.br http://blog.ragazzid.com.br http://estudo.ragazzid.com.br

Diego Ragazzi http://www.ragazzid.com.br http://blog.ragazzid.com.br http://estudo.ragazzid.com.br Diego Ragazzi http://www.ragazzid.com.br http://blog.ragazzid.com.br http://estudo.ragazzid.com.br Exercício final CCNA-C1 Esse exercício irá tentar abordar o maior número possível de conteúdos que são

Leia mais

Projeto Integrador Projeto de Redes de Computadores

Projeto Integrador Projeto de Redes de Computadores Projeto Integrador Projeto de Redes de Computadores IMPLEMENTAÇÃO DO PROTOCOLO 802.1x UTILIZANDO SERVIDOR DE AUTENTICAÇÃO FREERADIUS Aluno: Diego Miranda Figueira Jose Rodrigues de Oliveira Neto Romário

Leia mais

Técnicas de Transição em 45 minutos

Técnicas de Transição em 45 minutos Capacitação IPv6.br Técnicas de Transição em 45 minutos Agenda Introdução Classificação das Técnicas Pilha Dupla DS-Lite e DS-Lite + A+P 6rd 6PE e 6VPE NAT64 e DNS64 464XLAT IVI, divi e divi-pd Considerações

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA 26. Considerando o sistema de numeração Hexadecimal, o resultado da operação 2D + 3F é igual a: a) 5F b) 6D c) 98 d) A8 e) 6C 27. O conjunto

Leia mais

Guia de implantação de IPv6 para empresas. Edwin Cordeiro NIC.br ecordeiro@nic.br

Guia de implantação de IPv6 para empresas. Edwin Cordeiro NIC.br ecordeiro@nic.br Guia de implantação de IPv6 para empresas Edwin Cordeiro NIC.br ecordeiro@nic.br O grupo v6ops do IETF O IETF é o local onde os protocolos e recomendações para a Internet são desenvolvidos O grupo v6ops

Leia mais

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 SERVIÇOS BÁSICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 Rua do Rouxinol, N 115 / Salvador Bahia CEP: 41.720-052 Telefone: (71) 3186-0001. Email: cotec@ifbaiano.edu.br

Leia mais

Sumário. Introdução. Capítulo 1 Instalação e configuração de servidores 1. Certificações da Microsoft... xi. Suporte técnico...xii

Sumário. Introdução. Capítulo 1 Instalação e configuração de servidores 1. Certificações da Microsoft... xi. Suporte técnico...xii Introdução Certificações da Microsoft.............................................. xi Suporte técnico.......................................................xii Preparando-se para o exame...........................................xii

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. IPv6. Prof. Claudemir

Fundamentos de Redes de Computadores. IPv6. Prof. Claudemir Fundamentos de Redes de Computadores IPv6 Prof. Claudemir Implantação do IPv6 Implantação do IPv6 Implantação do IPv6 Implantação do IPv6 RIR Regional Internet Registries (Registrador Regional de Internet)

Leia mais

Soluções em Segurança

Soluções em Segurança Desafios das empresas no que se refere a segurança da infraestrutura de TI Dificuldade de entender os riscos aos quais a empresa está exposta na internet Risco de problemas gerados por ameaças externas

Leia mais

OBJETIVOS DO PROJETO OILBRAS

OBJETIVOS DO PROJETO OILBRAS OBJETIVOS DO PROJETO OILBRAS O objetivo deste projeto é de desenvolver uma rede lógica e estruturada para interconexão dos diversos setores da empresa através de comutadores. Dentro deste contexto procurou-se

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS Se todos os computadores da sua rede doméstica estiverem executando o Windows 7, crie um grupo doméstico Definitivamente, a forma mais

Leia mais

Líder em Soluções Samba 4 no Brasil

Líder em Soluções Samba 4 no Brasil Apresentação Líder em Soluções Samba 4 no Brasil A Vantage TI conta uma estrutura completa para atender empresas de todos os segmentos e portes, nacionais e internacionais. Nossos profissionais dedicam-se

Leia mais

WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede

WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede WebZine Manager Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.0 Data: 10 de Setembro de 2012 Identificador do documento: WebZine Manager Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: SoftSolut,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Serviços de informática. Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS

TERMO DE REFERÊNCIA. Serviços de informática. Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS TERMO DE REFERÊNCIA Serviços de informática Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS 1 I VISITA IN LOCO No dia 24 de junho de 2014 na sede da Prefeitura Municipal de Vitória das Missões-RS realizamos

Leia mais

MPLS. Multi Protocol Label Switching

MPLS. Multi Protocol Label Switching MPLS Multi Protocol Label Switching Nome: Edson X. Veloso Júnior Engenheiro em Eletrônica Provedor de Internet desde 2002 Integrante da equipe de instrutores da MikrotikBrasil desde 2007 Certificado Mikrotik:

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO ACTIVE DIRECTORY DO WINDOWS SERVER 2003

PROGRAMA DE TREINAMENTO ACTIVE DIRECTORY DO WINDOWS SERVER 2003 PROGRAMA DE TREINAMENTO ACTIVE DIRECTORY DO WINDOWS SERVER 2003 CARGA HORÁRIA: 64 horas. O QUE É ESTE TREINAMENTO: O Treinamento Active Ditectory no Windows Server 2003 prepara o aluno a gerenciar domínios,

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Switch na Camada 2: Comutação www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução A conexão entre duas portas de entrada e saída, bem como a transferência de

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 3 VPN Tecnologias Atuais de Redes - VPN 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Vantagens, Desvantagens e Aplicações Etapas da Conexão Segurança Tunelamento Protocolos de

Leia mais

Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on

Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on Windows Server 2012 Virtualização Hyper-v Firewall Pfsense C o n t e ú d o d o c u r s o H a n d s - on 2 Sumário 1 Conteúdo Windows 2012... 3 2 Conteúdo Virtualização...

Leia mais

Portfólio de Serviços e Produtos Julho / 2012

Portfólio de Serviços e Produtos Julho / 2012 Portfólio de Serviços e Produtos Julho / 2012 Apresentação Portfólio de Serviços e Produtos da WebMaster Soluções. Com ele colocamos à sua disposição a Tecnologia que podemos implementar em sua empresa.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. implantação e conectividade da rede de dados da EBSERH. 3 Módulo e cabo stack para switch de borda 12

TERMO DE REFERÊNCIA. implantação e conectividade da rede de dados da EBSERH. 3 Módulo e cabo stack para switch de borda 12 TERMO DE REFERÊNCIA I DEFINIÇÃO DO OBJETO O presente Projeto Básico tem por objeto a aquisição de equipamentos para implantação e conectividade da rede de dados da EBSERH. ITEM DESCRIÇÃO QUANTIDADE 1 Switch

Leia mais

Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do Sisloc

Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do Sisloc Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do Sisloc Sumário: 1. Pré-requisitos de instalação física e lógica do Sisloc... 3 Servidores de Dados... 3 Servidores de Aplicação (Terminal Service)... 3

Leia mais

Implantação de IPv6. O Caso de sucesso do Parque Tecnológico Itaipu

Implantação de IPv6. O Caso de sucesso do Parque Tecnológico Itaipu Implantação de IPv6 O Caso de sucesso do Parque Tecnológico Itaipu Parque Tecnológico Itaipu (PTI) Mas o que é o PTI... Missão ITAIPU Binacional: Gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 01/2014 Realização: FRAMINAS - http://www.gestaoconcurso.com.br - comunicacao@gestaoconcurso.com.br

EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO Nº 01/2014 Realização: FRAMINAS - http://www.gestaoconcurso.com.br - comunicacao@gestaoconcurso.com.br RETIFICAÇÃO 01 DO EDITAL 01/2014 A Cemig Telecomunicações S.A. - CEMIGTelecom, no uso de suas atribuições constitucionais, torna público as alterações abaixo especificadas relativas ao do Edital 01/2014

Leia mais

PROPOSTA COMERCIAL PARA TREINAMENTOS DE TI

PROPOSTA COMERCIAL PARA TREINAMENTOS DE TI PROPOSTA COMERCIAL PARA TREINAMENTOS DE TI Curso: Formação para certificação MCSA em Windows Server 2012 Prepara para as provas: 70-410, 70-411 e 70-412 Em parceria com Pág. 1 Objetivo Adquirindo a formação

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

Treinamento Nettion Administração. Humberto Caetano humberto@alliance3.com.br

Treinamento Nettion Administração. Humberto Caetano humberto@alliance3.com.br Treinamento Nettion Administração Humberto Caetano humberto@alliance3.com.br O Nettion Instalação Hardware Recomendado Processador Pentium Core 2 Duo 2GB de Memória HD Sata II (Para servidores de Email

Leia mais

PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR. 48 Hosts Link C 6 Hosts

PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR. 48 Hosts Link C 6 Hosts CTRA C U R S O SUPERIOR EM REDES E AMBIENTES OPERACIONAIS CAR Componentes Ativos de Rede Prof.: Roberto J.L. Mendonça PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR 1. De acordo com a figura abaixo determine os endereços

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC RODRIGUES DE ABREU Código: 135 Município: Bauru / SP Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: TÉCNICO EM INFORMÁTICA Qualificação:

Leia mais

Roteiro 11: Roteamento /acesso remoto / redirecionamento de diretórios

Roteiro 11: Roteamento /acesso remoto / redirecionamento de diretórios Roteiro 11: Roteamento /acesso remoto / redirecionamento de diretórios Objetivos: Ativar e gerenciar o serviço de roteamento; Ativar e gerenciar serviços de terminal remoto; Redirecionar diretórios através

Leia mais

Aula Prática Roteador

Aula Prática Roteador Aula Prática Roteador INTRODUÇÃO Os roteadores são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes como, por exemplo, redes IP. Diferentes redes IPs enviam suas informações/tráfego por meio

Leia mais

ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II

ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II 1. Descrição da rede INFOSUS II A Rede INFOSUS II, Infovia Integrada do Sistema Único de Saúde (SUS), consistirá em infra-estrutura de telecomunicações, a ser utilizada

Leia mais

Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére

Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére Planejamento e Projeto de Redes de Computadores Eduardo Barrére Aula Presencial Projeto Lógico Eduardo Barrére eduardo.barrere@ice.ufjf.br O projeto deve conter Topologia da Rede Modelo de nomenclatura

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Laboratório de IER 7 o experimento Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Introdução LANs Ethernet (padrão IEEE 802.3 e extensões) atualmente são construídas com switches

Leia mais

18/05/2014. Problemas atuais com o IPv4

18/05/2014. Problemas atuais com o IPv4 Problemas atuais com o IPv4 Fundamentos de Redes de Computadores Prof. Marcel Santos Silva Falhas de segurança: A maioria dos ataques contra computadores hoje na Internet só é possível devido a falhas

Leia mais

O B B J E E T T I V V O O S

O B B J E E T T I V V O O S OBJ E T I VOS Conhecer as características e possibilidades do SO Linux, como workstation simples ou elemento componente de uma rede; Analisar a viabilidade de implantação do sistema numa corporação. SU

Leia mais

Capítulo 1: Introdução às redes de computadores

Capítulo 1: Introdução às redes de computadores ÍNDICE Capítulo 1: Introdução às redes de computadores Redes domésticas... 3 Redes corporativas... 5 Servidor... 5 Cliente... 7 Estação de trabalho... 8 As pequenas redes... 10 Redes ponto-a-ponto x redes

Leia mais

Esgotamento do IPv4 e implantação do IPv6

Esgotamento do IPv4 e implantação do IPv6 Esgotamento do IPv4 e implantação do IPv6 Reunião Itinerante do CGI.br Curitiba 19/03/2013 Milton Kaoru Kashiwakura Antonio Marcos Moreiras O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL Curso Técnico em Informática Estrutura de Endereçamento IP e Mascara de Subrede Endereçamento IP e Classes Autoridade para Atribuição de Números da Internet http://www.iana.org/

Leia mais

Características: Switch Industrial Ethernet: Cisco Secure Agent: É isolado de todas as outras redes por um firewall ou por uma lista de acesso

Características: Switch Industrial Ethernet: Cisco Secure Agent: É isolado de todas as outras redes por um firewall ou por uma lista de acesso O switch Industrial Ethernet Cisco Catalyst 2955 garante a confiabilidade o determinismo e a segurança fundamentais para uma rede de controle de produção. A confiabilidade é obtida evitando que PLCs e

Leia mais

Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do SISLOC

Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do SISLOC Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do SISLOC Sumário Pré-Requisitos de Instalação Física e Lógica do SISLOC...3 Servidores de Dados...3 Servidores de Aplicação (Terminal Service)...3 Estações

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Formação em Redes de Computadores, composta pelos seguintes módulos:

Formação em Redes de Computadores, composta pelos seguintes módulos: O grande crescimento da Internet e das tecnologias e serviços a ela associados, bem como a liberalização do mercado das telecomunicações, está a originar uma procura de profissionais na área das Tecnologias

Leia mais

Por ser uma funcionalidade comum a diversos switches de mercado, sugerimos adicionar os seguintes requisitos:

Por ser uma funcionalidade comum a diversos switches de mercado, sugerimos adicionar os seguintes requisitos: ((TITULO))ATA DA CONSULTA PÚBLICA N.º 10/2014 (PERGUNTAS E RESPOSTAS) A ATA REGISTRO PREÇOS FUTURA E EVENTUAL AQUISIÇÃO SWITCH ÓPTICA E SWITCH BORDA A ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA DO MUNICÍPIO SÃO PAULO

Leia mais

Implementações Tecnológicas 2014/2015

Implementações Tecnológicas 2014/2015 Implementações Tecnológicas 2014/2015 1. Conexão direta entre as Unidades - Contrato anexo 8790 A Escola do Futuro e Provedor Americanet implementou um link ponto a ponto de 5Mb com fibra ótica interligando

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

MCITP: ENTERPRISE ADMINISTRATOR

MCITP: ENTERPRISE ADMINISTRATOR 6292: INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO WINDOWS 7, CLIENT Objetivo: Este curso proporciona aos alunos o conhecimento e as habilidades necessárias para instalar e configurar estações de trabalho utilizando a

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

Configurações para utilização de IPv6.

Configurações para utilização de IPv6. Configurações para utilização de IPv6. Devido a escassez de endereços IPv4 muitos países começaram a utilizar o IPv6 para solucionar este problema. Entretanto, para continuar utilizando os recursos do

Leia mais

VPN entre Unimed Federação do Paraná e Singulares do Paraná. Gustavo Kochan Nunes dos Santos. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas

VPN entre Unimed Federação do Paraná e Singulares do Paraná. Gustavo Kochan Nunes dos Santos. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas 1 VPN entre Unimed Federação do Paraná e Singulares do Paraná Gustavo Kochan Nunes dos Santos Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba,

Leia mais

Planejamento 2011 Diretoria de TI

Planejamento 2011 Diretoria de TI Planejamento 2011 Diretoria de TI ITIL / COBIT / Definição de Processos Inicio: 01/2011 Prioridade: Alta Repositório Institucional Inicio: 07/2010 UPGRADE Prioridade: Média Política de Utilização de Recursos

Leia mais

Unesp e IPv6. Carlos Coletti carlos@unesp.br Coordenador do Grupo de Redes Unesp - Reitoria

Unesp e IPv6. Carlos Coletti carlos@unesp.br Coordenador do Grupo de Redes Unesp - Reitoria Unesp e IPv6 Carlos Coletti carlos@unesp.br Coordenador do Grupo de Redes Unesp - Reitoria Valdinei Rodrigues nei@unesp.br Analista de Redes Unesp - Reitoria Unesp e IPv6 Cardápio Cenário da Unesp Por

Leia mais

Entendendo como funciona o NAT

Entendendo como funciona o NAT Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços

Leia mais

Ferramentas de Acesso Remoto

Ferramentas de Acesso Remoto Ferramentas de Acesso Remoto Minicurso sobre Ferramentas de Acesso remoto Instrutor Marcelino Gonçalves de Macedo Tópicos Abordados O que é acesso remoto? Por que utilizar acesso remoto? Características

Leia mais

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES tassiogoncalvesg@gmail.com MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - TASSIOGONCALVESG@GMAIL.COM 1 CONTEÚDO Arquitetura

Leia mais

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%.

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%. Informações de Tecnologia A tecnologia virou ferramenta indispensável para as pessoas trabalharem, se comunicarem e até se divertirem. Computação é a área que mais cresce no mundo inteiro! Esse constante

Leia mais

PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS

PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS AEJ - ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE JAÚ CNPJ 05.311.136/0001-36 FACULDADE JAUENSE PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS JAÚ/2012 MANUTENÇÃO E ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DA FAJAU

Leia mais

Técnicas de Transição

Técnicas de Transição IPv6.br Técnicas de Transição Agenda Introdução 4rd Classificação das Técnicas 6PE e 6VPE Pilha Dupla 6rd 6in4 e 6over4 6to4 GRE Teredo Tunnel Brokers ISATAP DS-Lite e DS-Lite + A+P A+P IVI, divi e divi-pd

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof.:Eduardo Araujo Site- http://professoreduardoaraujo.com Objetivos: Entender e assimilar conceitos, técnicas

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - I I

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - I I APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - I I 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 2. ENDEREÇOS IP... 3 3. ANALISANDO ENDEREÇOS IPV4... 4 4. MÁSCARA DE SUB-REDE... 5 5. IP ESTÁTICO E

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Uma Rede de Computadores consistem em dois ou mais dispositivos, tais como computadores, impressoras e equipamentos relacionados, os

Leia mais

1 de 5 Firewall-Proxy-V4 :: MANTENDO O FOCO NO SEU NEGÓCIO ::

1 de 5 Firewall-Proxy-V4 :: MANTENDO O FOCO NO SEU NEGÓCIO :: 1 de 5 Firewall-Proxy-V4 D O C U M E N T A Ç Ã O C O M E R C I A L FIREWALL, PROXY, MSN :: MANTENDO O FOCO NO SEU NEGÓCIO :: Se o foco do seu negócio não é tecnologia, instalar e manter por conta própria

Leia mais

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Topologia Objetivos Parte 1: Acessar a tabela de roteamento de host Parte 2: Examinar as entradas da tabela de roteamento de host IPv4 Parte

Leia mais

PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação

PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação O ProApps Security O ProApps Security é um componente da suíte de Professional Appliance focada na segurança de sua empresa ou rede. A solução pode atuar como gateway e como solução IDS/IPS no ambiente.

Leia mais

Soluções Completas. Fundada em 1991, a.compos é pioneira na área de soluções em tecnologia, atuando nas áreas de:

Soluções Completas. Fundada em 1991, a.compos é pioneira na área de soluções em tecnologia, atuando nas áreas de: Soluções Completas Fundada em 1991, a.compos é pioneira na área de soluções em tecnologia, atuando nas áreas de: - Conexões compartilhada (.IP) e dedicada (.LINK); - Data Center com servidores virtuais

Leia mais

IPv6 A nova versão do Protocolo IP

IPv6 A nova versão do Protocolo IP IPv6 A nova versão do Protocolo IP A internet precisa continuar crescendo... Agenda A Internet e o TCP/IP Entendendo o esgotamento do IPv4 Por que IPv6? O que melhorou? Nova estrutura do IPv6 Técnicas

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO ÊNFASE EM ENGENHARIA DE SOFTWARE ARTHUR HENRIQUE DO PRADO FRANQUELO ALLAN ESTEVAM DE SOUZA CARLOS

Leia mais

Redes Roteadas. Estudo rápido de como implantar uma rede roteada fácil

Redes Roteadas. Estudo rápido de como implantar uma rede roteada fácil Redes Roteadas Estudo rápido de como implantar uma rede roteada fácil Edmilson José de Almeida Filho Analista e Consultor ISP Suporte a Provedores desde 2001 Suporte Linux desde 2001 Suporte Mikrotik desde

Leia mais

Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul

Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul Redes Locais Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://professoreduardoaraujo.com Modelo de Rede Hierárquico Camada de

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

1) QUANTIDADE E DETALHAMENTO DE ESPECIFICAÇÕES DE EQUIPAMENTOS. O item 1.1.1.2 das Condições Gerais do Objeto dispõe o seguinte:

1) QUANTIDADE E DETALHAMENTO DE ESPECIFICAÇÕES DE EQUIPAMENTOS. O item 1.1.1.2 das Condições Gerais do Objeto dispõe o seguinte: 1) QUANTIDADE E DETALHAMENTO DE ESPECIFICAÇÕES DE EQUIPAMENTOS. O item 1.1.1.2 das Condições Gerais do Objeto dispõe o seguinte: 1.1.1.2 Nos CSR, os quais executarão ações comandadas pelo CM e supervisionarão

Leia mais

Aprovar Regulamento de Gestão de Utilização de Recursos de TI junto ao COUNI Março 2012

Aprovar Regulamento de Gestão de Utilização de Recursos de TI junto ao COUNI Março 2012 Planejamento 2012 Diretoria de TI DIMENSÃO 01: GESTÃO UNIVERSITÁRIA Objetivo Estratégico 1.3: Aprimorar os mecanismos de gestão da tecnologia de informação Aprovar o Regimento do Comitê Gestor de TI Março

Leia mais

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 01 TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 02 Plataforma O TOPLAB foi projetado para funcionar na web, nasceu 'respirando

Leia mais

Processo Seletivo Instrutor nº 03/2011

Processo Seletivo Instrutor nº 03/2011 l CRONOGRAMAS E TEMAS DAS Verifique o dia, o horário e o local das aulas práticas no quadro-resumo e nas tabelas seguintes de acordo com o seu número de inscrição e o seu cargo. QUADRO-RESUMO CARGO DESCRIÇÃO

Leia mais

Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS

Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS Roteamento e Comutação Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers 1 Capítulo 5 5.1 Configuração

Leia mais

arcserve Unified Data Protection Resumo da solução de virtualização

arcserve Unified Data Protection Resumo da solução de virtualização arcserve Unified Data Protection Resumo da solução de virtualização Hoje a virtualização de servidores e desktops é uma realidade não só nas empresas, mas em todos os tipos de negócios. Todos concordam

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Instalação da Rede sem fio da UFMG Instalação da Rede sem fio da UFMG

Instalação da Rede sem fio da UFMG Instalação da Rede sem fio da UFMG www.ufmg.br/dt Instalação da Rede sem fio da UFMG Instalação da Rede sem fio da UFMG Apresentação IX WTICIFES Belo Horizonte Centro de Computação Divisão de Redes de Comunicação 04/08/2015 Tópicos Histórico

Leia mais

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores ALGUNS CONCEITOS Rede de Computadores Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 OBJETIVO 1. Compartilhar recursos computacionais disponíveis sem considerar a localização física

Leia mais

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 04/14 CREMEB

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 04/14 CREMEB ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 04/14 CREMEB 1 - DO OBJETO Constitui objeto da presente licitação a aquisição de: 1.1-08 (oito) LICENÇAS modalidade MICROSOFT OPEN, sendo: 01

Leia mais

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e PDTI - Definição Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Application Notes: VRRP Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Parecer Introdução Desenvolvimento inicial Setup básico Setup com roteamento dinâmico Explorando possibilidades

Leia mais

Priscila Santos. educações. experiências. Analista de Sistemas Pleno. Vila da Oportunidade - Carapicuíba, SP

Priscila Santos. educações. experiências. Analista de Sistemas Pleno. Vila da Oportunidade - Carapicuíba, SP Priscila Santos Analista de Sistemas Pleno Vila da Oportunidade - Carapicuíba, SP Atuante na área de TI há 8 anos, como analista de Sistemas, em projetos de Implantação e integração de sistemas, desde

Leia mais

Técnicas de Transição

Técnicas de Transição Capacitação IPv6.br Técnicas de Transição Agenda Introdução 464XLAT Cenários 4rd Classificação das Técnicas 6PE e 6VPE Pilha Dupla 6rd 6in4 e 6over4 6to4 GRE Teredo Tunnel Brokers ISATAP DS-Lite e DS-Lite

Leia mais

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%.

da mão-de-obra de TI da América Latina está no Brasil (considerado o maior empregador do setor) seguido pelo México com 23%. Informações de Tecnologia A tecnologia virou ferramenta indispensável para as pessoas trabalharem, se comunicarem e até se divertirem. Computação é a área que mais cresce no mundo inteiro! Esse constante

Leia mais

PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WISLIY LOPES JULIANO PIROZZELLI TULIO TSURUDA LUIZ GUILHERME MENDES PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS GOIÂNIA JUNHO DE 2014 Sumário 1.

Leia mais

Switch de Acesso Fast Ethernet Modelo de Referência - Cisco SRW224G4

Switch de Acesso Fast Ethernet Modelo de Referência - Cisco SRW224G4 Switch de Acesso Fast Ethernet Modelo de Referência - Cisco SRW224G4 Switch Fast Ethernet com as seguintes configurações mínimas: capacidade de operação em camada 2 do modelo OSI; 24 (vinte e quatro) portas

Leia mais