A HISTÓRIA ORAL NO TRATAMENTO DAS NARRATIVAS DE ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: relações de trabalho e o habitus. Viviane Scalon Fachin 1 UEMS 2 UFGD 3

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A HISTÓRIA ORAL NO TRATAMENTO DAS NARRATIVAS DE ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: relações de trabalho e o habitus. Viviane Scalon Fachin 1 UEMS 2 UFGD 3"

Transcrição

1 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 103 ISSN VOL 02 1ª EDIÇÃO ESPECIAL - I FORO JAN JUL 2013 A HISTÓRIA ORAL NO TRATAMENTO DAS NARRATIVAS DE ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: relações de trabalho e o habitus. Viviane Scalon Fachin 1 UEMS 2 UFGD 3 RESUMO: A caracterização dos Projetos de Assentamento PAs, Sebastião Rosa da Paz e Guanabara e a discussão dos processos de construção das práticas de trabalho executadas na sua organização, construídas por meio da metodologia da História Oral, constituem o objeto deste trabalho. As questões discutidas como fontes constituídas a partir das narrativas orais dos moradores dos PAs referenciados enfocam os comportamentos ligados essencialmente à organização do trabalho nos espaços correspondentes, com relações pessoais e de trabalho bastante definidas e diferenciadas, imersas no campo de disputas relativizadas pelo jogo das forças sociais presentes. Para a organização do trabalho tem-se como fundamental entender e explicar as diferentes concepções sobre a organização do trabalho dos agentes e para tanto utilizo os conceitos de habitus e de campo, na forma em que foram engendrados por Pierre Bourdieu. A temática proposta busca pensar os processos sociais que estão sendo construídos nos espaços de socialização dos assentamentos a partir de das experiências e vivências dos agentes, habitus, e a organização das relações de trabalho antes e pós assentados. É desse caldo cultural heterogêneo que emerge o novo grupo que luta pela sobrevivência nos dois assentamentos aqui referenciados, com habitus formados nos espaços campo, em que foram consolidados seus valores anteriores a condição de assentados, razão pela qual se torna compreensível que existam diferentes racionalidades orientadas por lógicas também diferentes de vivências e itinerários de vida, que confluem para a consolidação do novo habitus, nesse novo campo de socialização representado pelos lotes dos assentamentos. PALAVRAS CHAVE: Trabalho, sociabilidade, reforma agrária. As questões discutidas nesse ensaio, que integram o trabalho de pesquisa em execução 4 como fontes constituídas a partir das narrativas orais 5 dos moradores dos Projetos de Assentamento PAs, Guanabara e Sebastião Rosa da Paz, enfocam os comportamentos ligados essencialmente à organização do trabalho nos espaços correspondentes, na busca por sobrevivência em comunidade, com relações pessoais e de trabalho bastante definidas e 1 Docente da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS. Pós graduanda no Programa de Pós Graduação em História nível doutorado, da Universidade Federal da Grande Dourados UFGD. 2 Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Docente do curso de História. 3 Universidade Federal da Grande Dourados Doutoranda do Programa de Pós Graduação O processo de reconstrução das formas organizativas de trabalho nos assentamentos da reforma agrária em Mato Grosso do Sul: articulações dos movimentos sociais. PPGH/UFGD/ Metodologia da História Oral obras referenciadas.

2 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 104 diferenciadas, imersas no campo de disputas relativizadas pelo jogo das forças sociais presentes. Para a organização do trabalho de pesquisa, torna-se fundamental entender e explicar as diferentes concepções sobre a organização do trabalho dos assentados 6 e para tanto balizo as discussões por meio dos conceitos de habitus e de campo, na forma em que foram engendrados por Pierre Bourdieu. O conceito de habitus adotado na condição de instrumento conceitual, como princípio gerador de práticas, de comportamentos adquiridos pelo agente durante o processo de socialização que são duradouros e passíveis de serem transpostos. E o conceito de campo tomado aqui como o espaço em que ocorre essa mesma socialização, a circunscrição onde as relações se estabelecem, os posicionamentos se fundam, a disputa se dá e o jogo do poder acontece. De acordo com o autor, a sociedade é constituída por vários campos, todos gozando de relativa autonomia, embora regidos por regras específicas a cada um. As questões levantadas tratam da organização para o trabalho, a partir do qual investiguei quantas pessoas trabalham diretamente no lote, se há trabalho de terceiros, como se organizam para a comercialização da produção dos lotes, se há parcerias entre as famílias, como obtêm insumos, orientações técnicas, equipamentos agrícolas e recursos tecnológicos. Também busquei informações sobre assentados que trabalham fora do lote, na condição de diaristas nas fazendas próximas e por fim qual a idéia que cada entrevistado tinha do trabalho antes e qual passou a ter depois da posse da terra, no caso de ter havido mudança de interpretação nas relações de trabalho da condição de acampado para a de assentado. Os dados obtidos junto aos assentados me levaram a entender que os agentes, ao se juntarem nos acampamentos, tentam viver sob a égide da cooperação mútua, segundo a qual o objetivo é assegurar a sobrevivência do grupo por meio das ações coletivas. Nesse sentido vemos em Turatti, em estudos feitos em acampamentos organizados pelo MST, que: 6 Tratados neste estudo como agentes. Embora o acampamento não possa ser visto como uma microssociedade com tradições, história longa, instituições e poderes legalmente definidos, ele é um grupo social funcionalmente ativo e, para tal, dispõe de normas e práticas definidas, bem como fóruns deliberativos e instituições públicas de reconhecimento coletivo. (2005, p.55)

3 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 105 É a partir deste momento que os agentes passam a construir uma prática, ainda precária e incipiente de vida em coletividade, nesse novo campo de socialização fundamentado no senso comum segundo o qual os produtores de determinada área, ao se associarem, conseguirão encontrar formas mais adequadas e imediatas de adquirir equipamentos, tecnologia e preços de produtos mais favoráveis. Levando em consideração os conceitos de Bourdieu, pode-se perceber que a mudança da condição de acampado para assentado dos agentes, cria uma conjuntura de espaço, que irá se consolidar a partir das novas possibilidades de prática de vivência e trabalho, permanecendo os distintos traços dos contextos regionais originários e propiciando condições para a criação de um novo habitus. Por esse viés, pode-se inferir que as diferentes origens sociais, construídas durante o processo de socialização, anteriores à luta pela terra definem os diferentes objetivos para o seu uso pós assentamento, bem como dos projetos de vida que os assentados têm individualmente. É desse caldo cultural heterogêneo que emerge esse novo grupo que luta pela sobrevivência nos dois assentamentos aqui referenciados, com habitus formados nos espaços campo em que foram consolidados seus valores anteriores a condição de assentados, razão pela qual se torna compreensível que existam diferentes racionalidades orientadas por lógicas também diferentes de vivências e itinerários de vida, que confluem para a consolidação de um novo habitus, partindo desse campo de socialização representado pelos lotes dos assentamentos. Importante ressaltar que a implantação dos dois assentamentos aqui focados se deu de forma diversa, de acordo com os habitus dos agentes que o compuseram. No PA Guanabara, a demarcação das terras seguiu a opção de unidade de produção, caracterizado por área contínua para a casa e a destinada ao cultivo e criação de animais. A organização do trabalho iniciou e permanece como prática individual, e os lotes foram cortados obedecendo uma orientação de agrupamento por agrovilas, distribuídos ao longo da área total, como espinhas dorsais, facilitando a localização de pequenos centros de convivência, tais como resfriadores de leite e igrejas. Logo após a implantação do PA, a liderança foi exercida por José do Amaral, atuante desde o acampamento e que veio a falecer, por problemas cardíacos, no segundo semestre de A partir de então, durante o período em que coletei os depoimentos, a liderança foi acumulada por Celso Alves da Silva, também

4 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 106 presidente da Associação de Produtores da Agricultura Familiar do PA Guanabara, eleito em A área em que se localiza é de hectares e foi criado por meio da Portaria n º 24/INCRA Instituto de Colonização e Reforma Agrária, de 31 de outubro de No período compreendido entre final de 2001 até 2002 ocorreu a tramitação burocrática, enquanto os candidatos aos lotes permaneciam acampados nas imediações do imóvel. Em abril de 2002 foi realizado o sorteio das 98 parcelas, das quais 24, perfazendo aproximadamente dois hectares, deveriam ser cortadas na área de mata, sendo necessário, portanto, autorização em caráter especial, solicitada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Cultura e Turismo de Mato Grosso do Sul/SEMACT. A autorização Ambiental foi concedida em 30 de julho de 2002, sob a justificativa de que a área em questão não atingia mananciais hídricos nem a de preservação permanente. Segundo o documento de autorização ficou definido que As áreas em questão serão incluídas no pedido de desmatamento global dos referidos lotes, que será feito mediante projeto técnico que cada parceleiro apresentará individualmente. 7 Pesquisando junto ao Instituto de Colonização e Reforma Agrária/INCRA Dourados MS, tive acesso aos registros desse PA que, em conjunto com os depoimentos tomados acerca da implantação do assentamento, me levaram a concluir que a tramitação foi rápida e a ocupação pacífica, sem contestações por parte dos donos da terra, visto que, na linguagem dos movimentos sociais pela terra, entre o 1º passo, o conflito, que cessa com a consolidação do assentamento, e o 2º passo, momento em que é definida a organização dos trabalhadores e a verticalização, praticamente não existiu interstício. Vale salientar que a organização deste assentamento é ligada à Federação dos Trabalhadores em Agricultura FETAGRI/MS, órgão filiado à Confederação dos Trabalhadores em Agricultura do Brasil CONTAG. Já a constituição do PA Sebastião Rosa da Paz não foi pacífica, por meio de consulta aos documentos notoriais e do INCRA, verifiquei que esse PA ocupa uma área de 7 Instrumento de Autorização Ambiental 30 de julho de 2002 Governo do Estado de Mato Grosso do Sul Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Cultura e Turismo/SEMACT Instituto de Meio Ambiente Pantanal/IMAP Gerência de Recursos Florestais-GRF.

5 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades hectares e o foi criado pela Portaria INCRA/SR-16 Nº 45/2000, de 20 de dezembro de Segundo relatos dos depoentes, representados pelas lideranças locais, moradores e técnicos do INCRA, a consolidação do assentamento foi bastante tumultuada, com invasão da área pelos candidatos, que desde o início do processo de desapropriação ficaram acampados fora da porteira, no corredor de acesso à Fazenda São João. Nesse período, em contrapartida às ações de agressão, de parte a parte, os acampados fizeram, à revelia das autoridades competentes, o preparo da terra para plantio e a ocupação irregular da sede da fazenda, ocasionando o enfrentamento direto. Todos os envolvidos afirmaram que o processo foi desgastante e pouco produtivo. A organização inicial do PA esteve ligada à Central Única dos Trabalhadores CUT, tendo na pessoa de Domício Claudino Oliveira, assentado e liderança representativa no local, um dos três diretores da CUT em Mato Grosso do Sul. O líder do acampamento, que também está assentado nesse PA, era Paulo Cezar Faria, cognominado de PC, que permanece como liderança e atualmente é coordenador regional da FAF, Federação da Agricultura Familiar, braço em MS, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar Nacional FETRAF BR. No PA Sebastião Rosa da Paz, a orientação do movimento coordenador CUT, determinava que fosse constituído sob a forma de trabalho coletivo. Durante os trabalhos de consolidação, das cinqüenta famílias que foram assentadas no local, apenas dez mantiveram o propósito de trabalhar em coletividade, sendo que as demais adotaram a prática de organização de trabalho individual. Assim a demarcação inicial dos lotes obedeceu uma disposição específica com dez lotes dividindo as terras contínuas, sendo apenas as áreas das casas e hortas separadas. Os demais quarenta assentados tiveram seus lotes cortados de forma individual. Acerca dessa cisão inicial tomo como referência a fala do líder, pela FAF, do acampamento, Paulo Cezar Faria PC, obtida em novembro de 2004, ao explicar o que teria ocasionado a tomada de decisão das famílias dissidentes: Acredito que o que aconteceu foi, primeiro a falta de formação, ter objetivo, saber o que se quer, e a segunda, a própria formação humana, ganância, individualismo. Por isso, por essa formação que a sociedade plantou e tem plantado historicamente das pessoas viverem isoladas, faz com que para você romper com isso não seja do dia para a noite.

6 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 108 Contrariando a lógica 8 segundo a qual o trabalho cooperado é mais adequado para o desenvolvimento das comunidades e, consequentemente dos assentamentos, a maioria dos assentados rejeitou a cooperação, preferindo correr os riscos do isolamento. Essa decisão criou uma divisão entre os moradores e a cooperação, apenas iniciada, deixou de existir, passando, deste momento em diante a coexistirem, na mesma área duas práticas, senão antagônicas, ao menos dicotômicas, evidenciando as divergências e sequelas resultantes da cisão entre os assentados. Essa situação mostra o quanto suas experiências de vida são marcadas pelos habitus anteriores a essa nova condição e o quanto é demorado o processo de socialização que os tornará partícipes de um projeto de vida comum. No transcorrer dos três anos que se sucederam, foram surgindo, entre os integrantes do coletivo, problemas que deveriam ter sido resolvidos pelo grupo, mas que conforme depoimento de envolvidos, a resolução não atendeu aos apelos daqueles que estavam insatisfeitos. Para corroborar essa situação transcrevo abaixo o depoimento de, Rosangela Correa Ávila, que integrava o grupo coletivo, e que posteriormente, decidiu sair do grupo, decisão tomada em conjunto com mais três famílias: [...] durante estes três anos a gente vem sonhando, vem apostando, lutando, tentando viver uma vida diferente, a gente queria provar pra nós mesmos que éramos capazes de viver em grupo, como era no início, era um desafio, uma idéia... eu não sei se o egoísmo do homem, ou se foi meu bico que às vezes esqueço de levantar a cabeça e olhar o companheiro do lado, então a gente não deu mais certo, tem nós três que queremos sair. Em janeiro a gente fez a comunicação ao grupo: Vamos agora encarar o trabalho individual. Após constatar as divergências que determinaram a mudança, procurei as lideranças do grupo para tentar entender em que momento o sonho foi desfeito e o que pude obter de respostas mostra que, realmente, foi a falta de preparo e mesmo a incapacidade de dividir, partilhar, o que produziu as cisões num processo de trabalho que, ideologicamente, teria tudo pra dar certo. Em 2006, por meio de decisão judicial 9 foi garantida a nova demarcação dos lotes. A partir de então a organização do trabalho nos dois assentamentos passou a ocorrer de forma individual, sendo cada lote trabalhado pelos membros das famílias, com alguns casos de 8 Partindo do pressuposto da formação histórica das grandes civilizações que o mundo conheceu, e que se sabe ter vencido as adversidades com a junção de forças. Cf. DUMONT, Louis. 2000, p Após ação civil movida pelos assentados contra o INCRA, foi possível reconfigurar a área do assentamento.

7 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 109 trabalhos realizados por terceiros. Por outro lado é comum que moradores dos lotes busquem trabalho assalariados nos lotes e fazendas vizinhas, em vista da dificuldade de obter o sustento de suas famílias apenas com o trabalho no seu próprio lote. O conceito de habitus permite que ocorra a mediação, a articulação entre o agente, individual e o coletivo na sociedade, representada por uma matriz geradora de comportamentos adquiridos pelos agentes em contato com as estruturas sociais nas quais experienciam suas vivências (BOURDIEU, 2000, p ) e dessa forma compreendo que as ações que levaram a cisão e posteriormente a finalização da prática do trabalho coletivo, no PA Sebastião Rosa da Paz, estão pautadas nas práticas produzidas pelos habitus trazidos pelos agentes, no plano individual e que serão modificados pelas práticas que advirão na vivência nesse campo de socialização formado pela vida no assentamento. Na tentativa de compreender o quanto as origens dos assentados são representativas das decisões e encaminhamentos dados na vida que segue seu curso nos assentamentos, elaborei e apliquei questionários, que após tabulados mostraram as origens dos assentados dos PAs. A intenção foi de estabelecer seu conhecimento anterior com a lida na terra e consequentemente seus habitus no campo originário. Fica demonstrado pelos resultados obtidos a partir da resposta aos questionários, cujos dados apontam um percentual de 60% de assentados cuja ocupação imediatamente anterior a vinda para o assentamento era urbana, ou seja esses agentes não possuíam habitus na lida com a terra, mesmo que seus antepassados fossem lavradores e/ou pequenos produtores rurais, fato que pela análise preliminar demonstra ser mais demorado o desenvolvimento de seus lotes. Isto posto, torna-se evidente a necessidade de uma assistência técnica diferenciada e constante, sob o risco de ocorrer o que já estava sendo previsto 10 entre os assentados, de que apenas 60% permaneça em seus lotes, e mesmo esses enfrentando inúmeras dificuldade para produzir seu sustento e de suas famílias. Essa constatação possibilita compreender uma parte das dificuldades encontradas no desenvolvimento da produção desse grupo, conforme narrativas dos entrevistados. 10 Gráficos tabulados com dados obtidos em 2004/2006.

8 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 110 Nas respostas acerca da ocupação dos pais dos entrevistados, constatei que há um percentual de 8,24% e 16,67 de progenitores dos assentados, respectivamente representando os totais dos PAs Guanabara e Sebastião Rosa da Paz, oriundos da área urbana, 15,29% e 14,58% constituídos por bóias-frias, e 76,47% e 68,75% estavam distribuídos entre pequeno produtor rural, posseiros e lavradores, salientando que por ocasião das entrevistas muitos dos que responderam que os pais eram lavradores, esclareciam que eram pequenos arrendatários ou administradores de fazendas agropastoris. Por esta perspectiva, levando-se em conta a questão da experiência com a lida na terra, fica mais uma vez reforçada a necessidade de estudos sobre a orientação a ser dada pelas políticas públicas e órgãos responsáveis na etapa pós assentamento. Partindo da premissa segundo a qual há uma fusão das classes trabalhadoras desapropriadas, independente de serem originárias da área urbana ou rural, e que dependem de políticas públicas para minimizar os efeitos da miséria que se multiplica pelo país pude perceber que o cenário dos assentamentos, com raras exceções, é o mesmo cenário de abandono no qual se encontram os pequenos e médios produtores rurais no Brasil, e também os excluídos das cidades, que na qualidade de subempregados proliferam e buscam nos movimentos de reivindicação de terras, uma saída para sua situação de excluído e aí não tem mais significado a condição desse agente ter ou não origem no trabalho a que se propõem, embora a política da Reforma Agrária e mesmo entre os Movimentos Sociais que tratam do tema, continuem a afirmar que é feita distinção entre o acampado proveniente da área urbana e da rural no processo de seleção, o que por si só já pode ser considerado discriminação, afinal a legislação brasileira define como sem terra todo agente que não tenha propriedade maior que um módulo rural, independentemente de sua procedência, ou de seu habitus. Pelos resultados apresentados, constatamos que há um claro abandono, por parte das instituições governamentais responsáveis em relação aos processos posteriores ao assentamento, inclusive em relação à assistência técnica. Pelos depoimentos dos entrevistados que, em grande parte foram filmados, ficou registrado o desconforto ideológico dos homens e mulheres que ainda acreditam na possibilidade de mudança, na retomada do desenvolvimento e na distribuição de renda equitativa em nosso país, basta assistir seus desabafos para compreender como se situam neste processo histórico, que vêm sendo construído em nosso

9 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 111 país neste início de século, e que permite subentender que o rural é um espaço em compasso de espera, como que caracterizado pelo velho e desusado estigma de sinônimo do atraso 11, de populações que ficam à margem do processo produtivo, quando na verdade, em nosso país é o rural que produz e coloca comida na mesa do brasileiro, e que deverá superar suas dificuldades para se tornar, na totalidade, capaz de assumir o papel de distribuidor igualitário de renda. É facilmente percebida a complexidade das relações que se estabelecem nos dois PAs, que são vizinhos, e dividem a mesma estrutura coletiva, tais como o Posto de Saúde e a Escola que atende as séries iniciais do ensino fundamental. São relações que apresentam dificuldades, devido às diferenças existentes nos projetos de vida que se entrelaçam nesse novo campo de socialização, mas que também apresentam sinal de esperança, acreditando que essas diferenças estão diretamente ligadas ao habitus dos assentados, representativas de suas trajetórias de vida. É nesse novo campo que estão registrando suas novas histórias de vida, suas sociabilidades, é nesse espaço de vivências, que suas práticas transformam seus habitus criando alternativas de trabalho que lhes possibilitam dividir experiências e consolidar relações, ora aproximando-os, ora afastando-os, de acordo com suas visões de mundo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMADO, J.; FERREIRA, M. M. (Orgs.) Usos e abusos da História Oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, BOURDIEU, P. O Poder Simbólico. Tradução Fernando Tomaz. 7 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, DUMONT, L. Homo Aequalis: gênese e plenitude da ideologia econômica. Bauru: EDUSC, FACHIN, Viviane Scalon. Relatório Técnico de Projeto de Pesquisa. Termo de outorga Nº 071/03. FUNDECT. Edital: 01/2002. GRAZIANO, J. S. Velhos e Novos Mitos do Rural Brasileiro. Disponível em: < Acesso em MEIHY, J. C. S. (Re) Introduzindo a História Oral no Brasil. São Paulo: Xamã, Expressão utilizada por Graziano na obra referenciada.

10 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 112 TURATTI, M. C. M. Os filhos da lona preta: identidades e cotidianos em acampamentos do MST. São Paulo: Alameda, ENTREVISTAS ÁVILA, Rosangela Corrêa. Entrevista concedida no ano de Assentamento Sebastião Rosa da Paz. FARIA, Paulo César. Entrevista concedida no ano de Assentamento Sebastião Rosa da Paz.

A Uwê uptabi Marãiwatsédé buscam o bem viver no território tradicional. Palavras-Chaves: Território Sustentabilidade- Bem Viver.

A Uwê uptabi Marãiwatsédé buscam o bem viver no território tradicional. Palavras-Chaves: Território Sustentabilidade- Bem Viver. A Uwê uptabi Marãiwatsédé buscam o bem viver no território tradicional. Este trabalho tem o objetivo de discutir a sustentabilidade do território A uwe- Marãiwatsédé, mediada pelas relações econômicas,

Leia mais

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG)

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) Arthur Rodrigues Lourenço¹ e Ana Rute do Vale² madrugarockets@hotmail.com, aruvale@bol.com.br ¹ discente do curso

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB.

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. Otaciana da Silva Romão (Aluna do curso de especialização em Fundamentos da Educação UEPB), Leandro

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa Câmpus Restinga Junho, 2013 Desenvolvimento Institucional APRESENTAÇÃO O presente relatório deve ser considerado como um Anexo ao Diagnóstico das Prioridades

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 Juliano Varela de Oliveira 2 Cada cidade possui suas peculiaridades referentes às condições de sobrevivência

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br NO CAMPO: UMA FAMÍLIA DE SOLUÇÕES EDUCACIONAIS PARA PRODUTORES RURAIS. TODA MINHA FAMÍLIA VIVE DA PRODUÇÃO RURAL. E MAIS DE CINCO MILHÕES

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS DAS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE O CNIS - SEGURADO ESPECIAL

PERGUNTAS E RESPOSTAS DAS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE O CNIS - SEGURADO ESPECIAL PERGUNTAS E RESPOSTAS DAS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE O CNIS - SEGURADO ESPECIAL 1. Quando o sindicato pode começar a fazer o cadastro do segurado especial? Para fazer o cadastro, o sindicato precisa

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001 Publicada no D.O.U. de 20/12/2001, Seção 1, Página 36 CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001 Dispõe sobre a aprovação do Programa Jovem Agricultor

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular.

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

JUVENTUDE RURAL E INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA: CAMINHOS DE UMA CONSTRUÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE

JUVENTUDE RURAL E INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA: CAMINHOS DE UMA CONSTRUÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE JUVENTUDE RURAL E INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA: CAMINHOS DE UMA CONSTRUÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE Ana Jéssica Soares Barbosa¹ Graduanda em Ciências Agrárias ajsbarbosa_lca@hotmail.com Centro de Ciências

Leia mais

Coordenação: Profª. Alexandra Filipak IFSP Matão e Profª. Drª. Sany Spínola Aleixo UNIRP Centro Universitário de São José do Rio Preto.

Coordenação: Profª. Alexandra Filipak IFSP Matão e Profª. Drª. Sany Spínola Aleixo UNIRP Centro Universitário de São José do Rio Preto. Atividades desenvolvidas a partir do Projeto: As mulheres rurais e a agroecologia na Região Sudeste: tecnologias para autonomia econômica, segurança alimentar e conservação da biodiversidade IFSP Campus

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 SOUZA, Murilo M. O. 2 ; COSTA, Auristela A. 2 ; SANT ANNA, Thiago S. 3 ; SILVA, Fábio

Leia mais

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Coordenação: Debora Diniz Instituições: Universidade de Brasília (UnB) e Anis Instituto de bioética, gênero

Leia mais

O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1

O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1 O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1 Efrain Maciel e Silva 2 Resumo: Estudando um dos referenciais do Grupo de Estudo e Pesquisa em História da Educação Física e do Esporte,

Leia mais

OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA)

OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA) OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA) Ana Karolina Ferreira Corrêa Universidade Federal do Pará anageo.correa@gmail.com

Leia mais

ENTRE O PASSADO E O PRESENTE: A CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE ÉTNICA DOS CIGANOS DA CIDADE ALTA, LIMOEIRO DO NORTE CE 1

ENTRE O PASSADO E O PRESENTE: A CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE ÉTNICA DOS CIGANOS DA CIDADE ALTA, LIMOEIRO DO NORTE CE 1 ENTRE O PASSADO E O PRESENTE: A CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE ÉTNICA DOS CIGANOS DA CIDADE ALTA, LIMOEIRO DO NORTE CE 1 BETWEEN THE PAST AND THE PRESENT: THE CONSTRUCTION AND AFFIRMATION OF ETHNIC

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia.

Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia. Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia. Autores: Ana Claudia Carlos 1 Raquel Aparecida Celso 1 Autores e Orientadores: Caroline Goerck 2 Fabio Jardel

Leia mais

ROGÉRIO SANTOS FERREIRA INTERVENÇÕES GRUPAIS VIOLÊNCIA URBANA NO TERRITÓRIO

ROGÉRIO SANTOS FERREIRA INTERVENÇÕES GRUPAIS VIOLÊNCIA URBANA NO TERRITÓRIO 1 Universidade Federal de São Paulo Campus Baixada Santista Programa de Pós-Graduação Ensino em Ciências da Saúde ROGÉRIO SANTOS FERREIRA INTERVENÇÕES GRUPAIS VIOLÊNCIA URBANA NO TERRITÓRIO SANTOS 2014

Leia mais

O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULARES

O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULARES O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULARES TIERRE OTIZ ANCHIETA 1 MÔNICA HEITLING 2 TAINAN SILVA DO

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ESCADA, 2014 EXTENSÃO RURAL CONSTRUIR UM SONHO E LUTAR POR ELE Regional : Palmares PE Municipio: Escada Comunidades: Sitio

Leia mais

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará ações de cidadania Onde o sol nasce ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará O triste cenário já é um velho conhecido por

Leia mais

?- Período em que participavam das aulas.

?- Período em que participavam das aulas. Iniciativa Apoio como foi a campanha HISTÓRIAS EX ALUNOS 1997 2013 as perguntas eram relacionadas ao:?- Período em que participavam das aulas. - Impacto que o esporte teve na vida deles. - Que têm feito

Leia mais

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB Monaliza Silva Professora de ciências e biologia da rede estadual

Leia mais

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário?

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário? Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Este é um documento que objetiva apresentar a proposta do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, sua importância, benefícios

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA

UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA Comunicação Científica UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA Emanuella Filgueira Pereira - UFRB Joana Angelina dos Santos Silva- UFRB Núbia de Andrade Santos - UFRB

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Coordenação: Profª Vera Rodrigues

Coordenação: Profª Vera Rodrigues III Oficina Técnica da Chamada CNPq/MDS - 24/2013 Seminário de Intercâmbio de pesquisas em Políticas Sociais, Combate à Fome e à Miséria no Brasil Projeto E agora falamos nós: mulheres beneficiárias do

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS 1 Introdução O presente estudo se insere no contexto do sistema penitenciário feminino e, empiricamente, tem como tema as

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

CONSULTORIA PARA SISTEMATIZAÇÃO E ELABORAÇÃO DE TEXTO DE BOA PRÁTICA NA PRODUÇÃO DE ALGODÃO PELA AGRICULTURA FAMILIAR NA PARAÍBA, BRASIL

CONSULTORIA PARA SISTEMATIZAÇÃO E ELABORAÇÃO DE TEXTO DE BOA PRÁTICA NA PRODUÇÃO DE ALGODÃO PELA AGRICULTURA FAMILIAR NA PARAÍBA, BRASIL Projeto GCP/RLA/199/BRA: Fortalecimento do Setor Algodoeiro por meio da Cooperação Sul-Sul Termos de Referência: ESPECIALISTA EM SISTEMATIZAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS (01 Consultor/a): CONSULTORIA PARA SISTEMATIZAÇÃO

Leia mais

APRESENTAÇÃO Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS)

APRESENTAÇÃO Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) APRESENTAÇÃO A formação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) e a participação atuante das comunidades são imprescindíveis para o desenvolvimento rural. É função dos Conselhos

Leia mais

RESGATE DOS ENCONTROS ANTERIORES

RESGATE DOS ENCONTROS ANTERIORES RESGATE DOS ENCONTROS ANTERIORES I ENCONTRO NACIONAL DE FORMAÇÃO ENAFOR, 24 a 28 de outubro de 2005 160 participantes da CONTAG e de 26 Federações (incluindo FETADFE) Mote: Construindo uma Política Nacional

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES Luciana Borges Junqueira Mestranda Educação - UFSJ Écio Portes - Orientador RESUMO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 77 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas.

Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas. Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas. O ideário ético é um conjunto essencial de valores que deve ser conscientizado por todos na Organização para que se consiga implantar

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias O Programa Esporte e Lazer da Cidade e o seu processo formativo para egressos do curso de educação física da Universidade Federal

Leia mais

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ Revista Eventos Pedagógicos v.5, n.4 (13. ed.), número regular, p. 115-121, nov./dez. 2014 SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV

2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV 2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV 2.1 A Avaliação de risco e possibilidades de mudança de comportamento A vulnerabilidade ao HIV depende do estilo de vida, género e das condições socioeconómicas. Isso

Leia mais

Pesquisa sobre a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas. Território: Nova Santa Rita - RS

Pesquisa sobre a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas. Território: Nova Santa Rita - RS Pesquisa sobre a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas. Território: Nova Santa Rita - RS Objetivos da Pesquisa: 1.Relatar a história de luta e conquista da

Leia mais

A PERSPECTIVA FREIREANA NA ARTICULAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP

A PERSPECTIVA FREIREANA NA ARTICULAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP A PERSPECTIVA FREIREANA NA ARTICULAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS SINOP José Luiz Müller 1 RESUMO Marion Machado Cunha 2 Exte texto tem como objetivo central

Leia mais

A luta pela terra de assentados(as) do Projeto de Assentamento Olhos D água em Sacramento-MG.

A luta pela terra de assentados(as) do Projeto de Assentamento Olhos D água em Sacramento-MG. A luta pela terra de assentados(as) do Projeto de Assentamento Olhos D água em Sacramento-MG. ELIANA GARCIA VILAS BOAS* LEANDRA DOMINGUES SILVÉRIO** Ao participar dos debates propostos pela Linha de Pesquisa:

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Universidade Federal de Itajubá Título da dissertação: OS MANUAIS DOS PROFESSORES DOS LIVROS DIDÁTICOS

Leia mais

ESTUDO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO PARA EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. Palavras-Chave: Custos, Formação de Preço, Economia Solidária

ESTUDO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO PARA EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. Palavras-Chave: Custos, Formação de Preço, Economia Solidária ESTUDO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO PARA EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA Autores: Fábio Bruno da Silva Marcos Paulo de Sá Mello Palavras-Chave: Custos, Formação de Preço, Economia Solidária INTRODUÇÃO

Leia mais

CURSO DE GESTÃO EM COOPERATIVISMO: Aproximando educação popular e tecnologias

CURSO DE GESTÃO EM COOPERATIVISMO: Aproximando educação popular e tecnologias CURSO DE GESTÃO EM COOPERATIVISMO: Aproximando educação popular e tecnologias Iara Aquino Henn 1 [...] Sem ter programado a gente pára pra pensar. È como espiar para um corredor com mil possibilidades.

Leia mais

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Alunos Apresentadores:Aline Inhoato; Rafhaela Bueno de Lourenço; João Vitor Barcelos Professor Orientador: Mario Ubaldo Ortiz Barcelos -Email: muobubaldo@gmail.com

Leia mais

Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP

Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP É o instrumento que identifica os agricultores familiares e/ou suas formas associativas organizadas em pessoas jurídicas, aptos a realizarem operações de crédito rural

Leia mais

Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO. Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul

Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO. Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul PARZIANELLO, Geder Universidade Federal do Pampa RESUMO Projeto

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade.

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade. São as áreas protegidas da propriedade. Elas não podem ser desmatadas e por isso são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs). São as faixas nas margens de rios, lagoas, nascentes, encostas

Leia mais

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR Título do Projeto: Fruticultura: Tecnologias para a fruticultura regional. Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Fruticultura

Leia mais

Levantamento de Indicadores de Sustentabilidade no Assentamento Antonio Conselheiro, Município de Barra do Bugres 1

Levantamento de Indicadores de Sustentabilidade no Assentamento Antonio Conselheiro, Município de Barra do Bugres 1 Levantamento de Indicadores de Sustentabilidade no Assentamento Antonio Conselheiro, Município de Barra do Bugres 1 B. R. WINCK (1) ; M. Rosa (2) ; G. LAFORGA (3), R. N. C. FRANÇA (4), V. S. Ribeiro (5)

Leia mais

DISCIPLINA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

DISCIPLINA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS CAPÍTULO 1. Atividade 1 Ligando as ideias Pág.: 5 O documento "Declaração sobre o ambiente humano" está disponível na Biblioteca Virtual da Acesse esse documento e, após realizar uma leitura atenta, identifique

Leia mais

1 A sociedade dos indivíduos

1 A sociedade dos indivíduos Unidade 1 A sociedade dos indivíduos Nós, seres humanos, nascemos e vivemos em sociedade porque necessitamos uns dos outros. Thinkstock/Getty Images Akg-images/Latin Stock Akg-images/Latin Stock Album/akg

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

UCLEO DE ATIVIDADES, ESTUDOS E PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIE TE E DIVERSIDADE CAPÍTULO I. DA NATUREZA E FINALIDADE(Vínculo)

UCLEO DE ATIVIDADES, ESTUDOS E PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIE TE E DIVERSIDADE CAPÍTULO I. DA NATUREZA E FINALIDADE(Vínculo) Regimento Interno UCLEO DE ATIVIDADES, ESTUDOS E PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIE TE E DIVERSIDADE CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE(Vínculo) Artigo 1º - O NEED, Núcleo de atividades, estudos e pesquisa

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Serviço Social 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Serviço Social 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Serviço Social 2011-2 A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO PROGRAMA PROJOVEM URBANO Alunos: VARGAS,

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010 PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Propósito da Coopaer Identificar problemas oriundos da Cadeia produtiva leite;

Leia mais

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO 1322 PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO Janyelle Silva Mendes¹;Juliana Alves Leite Leal² 1. Graduanda do Curso de Enfermagem,

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

Introdução às teorias organizacionais.

Introdução às teorias organizacionais. Curso: Teologia Prof. Geoval Jacinto da Silva. Introdução às teorias organizacionais. Boas vindas Apresentação. Iniciamos hoje, com o Tema: Introdução às teorias organizacionais. Portanto, espero contar

Leia mais

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV). PRÁTICAS DE LEITURA EM SALA DE AULA: O USO DE FILMES E DEMAIS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS EM AULAS DE LÍNGUA - PORTUGUESA 52 - Adriana da Silva* adria.silva@ufv.br Alex Caldas Simões** axbr1@yahoo.com.br

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais