A HISTÓRIA ORAL NO TRATAMENTO DAS NARRATIVAS DE ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: relações de trabalho e o habitus. Viviane Scalon Fachin 1 UEMS 2 UFGD 3

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1 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 103 ISSN VOL 02 1ª EDIÇÃO ESPECIAL - I FORO JAN JUL 2013 A HISTÓRIA ORAL NO TRATAMENTO DAS NARRATIVAS DE ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: relações de trabalho e o habitus. Viviane Scalon Fachin 1 UEMS 2 UFGD 3 RESUMO: A caracterização dos Projetos de Assentamento PAs, Sebastião Rosa da Paz e Guanabara e a discussão dos processos de construção das práticas de trabalho executadas na sua organização, construídas por meio da metodologia da História Oral, constituem o objeto deste trabalho. As questões discutidas como fontes constituídas a partir das narrativas orais dos moradores dos PAs referenciados enfocam os comportamentos ligados essencialmente à organização do trabalho nos espaços correspondentes, com relações pessoais e de trabalho bastante definidas e diferenciadas, imersas no campo de disputas relativizadas pelo jogo das forças sociais presentes. Para a organização do trabalho tem-se como fundamental entender e explicar as diferentes concepções sobre a organização do trabalho dos agentes e para tanto utilizo os conceitos de habitus e de campo, na forma em que foram engendrados por Pierre Bourdieu. A temática proposta busca pensar os processos sociais que estão sendo construídos nos espaços de socialização dos assentamentos a partir de das experiências e vivências dos agentes, habitus, e a organização das relações de trabalho antes e pós assentados. É desse caldo cultural heterogêneo que emerge o novo grupo que luta pela sobrevivência nos dois assentamentos aqui referenciados, com habitus formados nos espaços campo, em que foram consolidados seus valores anteriores a condição de assentados, razão pela qual se torna compreensível que existam diferentes racionalidades orientadas por lógicas também diferentes de vivências e itinerários de vida, que confluem para a consolidação do novo habitus, nesse novo campo de socialização representado pelos lotes dos assentamentos. PALAVRAS CHAVE: Trabalho, sociabilidade, reforma agrária. As questões discutidas nesse ensaio, que integram o trabalho de pesquisa em execução 4 como fontes constituídas a partir das narrativas orais 5 dos moradores dos Projetos de Assentamento PAs, Guanabara e Sebastião Rosa da Paz, enfocam os comportamentos ligados essencialmente à organização do trabalho nos espaços correspondentes, na busca por sobrevivência em comunidade, com relações pessoais e de trabalho bastante definidas e 1 Docente da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS. Pós graduanda no Programa de Pós Graduação em História nível doutorado, da Universidade Federal da Grande Dourados UFGD. 2 Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Docente do curso de História. 3 Universidade Federal da Grande Dourados Doutoranda do Programa de Pós Graduação O processo de reconstrução das formas organizativas de trabalho nos assentamentos da reforma agrária em Mato Grosso do Sul: articulações dos movimentos sociais. PPGH/UFGD/ Metodologia da História Oral obras referenciadas.

2 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 104 diferenciadas, imersas no campo de disputas relativizadas pelo jogo das forças sociais presentes. Para a organização do trabalho de pesquisa, torna-se fundamental entender e explicar as diferentes concepções sobre a organização do trabalho dos assentados 6 e para tanto balizo as discussões por meio dos conceitos de habitus e de campo, na forma em que foram engendrados por Pierre Bourdieu. O conceito de habitus adotado na condição de instrumento conceitual, como princípio gerador de práticas, de comportamentos adquiridos pelo agente durante o processo de socialização que são duradouros e passíveis de serem transpostos. E o conceito de campo tomado aqui como o espaço em que ocorre essa mesma socialização, a circunscrição onde as relações se estabelecem, os posicionamentos se fundam, a disputa se dá e o jogo do poder acontece. De acordo com o autor, a sociedade é constituída por vários campos, todos gozando de relativa autonomia, embora regidos por regras específicas a cada um. As questões levantadas tratam da organização para o trabalho, a partir do qual investiguei quantas pessoas trabalham diretamente no lote, se há trabalho de terceiros, como se organizam para a comercialização da produção dos lotes, se há parcerias entre as famílias, como obtêm insumos, orientações técnicas, equipamentos agrícolas e recursos tecnológicos. Também busquei informações sobre assentados que trabalham fora do lote, na condição de diaristas nas fazendas próximas e por fim qual a idéia que cada entrevistado tinha do trabalho antes e qual passou a ter depois da posse da terra, no caso de ter havido mudança de interpretação nas relações de trabalho da condição de acampado para a de assentado. Os dados obtidos junto aos assentados me levaram a entender que os agentes, ao se juntarem nos acampamentos, tentam viver sob a égide da cooperação mútua, segundo a qual o objetivo é assegurar a sobrevivência do grupo por meio das ações coletivas. Nesse sentido vemos em Turatti, em estudos feitos em acampamentos organizados pelo MST, que: 6 Tratados neste estudo como agentes. Embora o acampamento não possa ser visto como uma microssociedade com tradições, história longa, instituições e poderes legalmente definidos, ele é um grupo social funcionalmente ativo e, para tal, dispõe de normas e práticas definidas, bem como fóruns deliberativos e instituições públicas de reconhecimento coletivo. (2005, p.55)

3 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 105 É a partir deste momento que os agentes passam a construir uma prática, ainda precária e incipiente de vida em coletividade, nesse novo campo de socialização fundamentado no senso comum segundo o qual os produtores de determinada área, ao se associarem, conseguirão encontrar formas mais adequadas e imediatas de adquirir equipamentos, tecnologia e preços de produtos mais favoráveis. Levando em consideração os conceitos de Bourdieu, pode-se perceber que a mudança da condição de acampado para assentado dos agentes, cria uma conjuntura de espaço, que irá se consolidar a partir das novas possibilidades de prática de vivência e trabalho, permanecendo os distintos traços dos contextos regionais originários e propiciando condições para a criação de um novo habitus. Por esse viés, pode-se inferir que as diferentes origens sociais, construídas durante o processo de socialização, anteriores à luta pela terra definem os diferentes objetivos para o seu uso pós assentamento, bem como dos projetos de vida que os assentados têm individualmente. É desse caldo cultural heterogêneo que emerge esse novo grupo que luta pela sobrevivência nos dois assentamentos aqui referenciados, com habitus formados nos espaços campo em que foram consolidados seus valores anteriores a condição de assentados, razão pela qual se torna compreensível que existam diferentes racionalidades orientadas por lógicas também diferentes de vivências e itinerários de vida, que confluem para a consolidação de um novo habitus, partindo desse campo de socialização representado pelos lotes dos assentamentos. Importante ressaltar que a implantação dos dois assentamentos aqui focados se deu de forma diversa, de acordo com os habitus dos agentes que o compuseram. No PA Guanabara, a demarcação das terras seguiu a opção de unidade de produção, caracterizado por área contínua para a casa e a destinada ao cultivo e criação de animais. A organização do trabalho iniciou e permanece como prática individual, e os lotes foram cortados obedecendo uma orientação de agrupamento por agrovilas, distribuídos ao longo da área total, como espinhas dorsais, facilitando a localização de pequenos centros de convivência, tais como resfriadores de leite e igrejas. Logo após a implantação do PA, a liderança foi exercida por José do Amaral, atuante desde o acampamento e que veio a falecer, por problemas cardíacos, no segundo semestre de A partir de então, durante o período em que coletei os depoimentos, a liderança foi acumulada por Celso Alves da Silva, também

4 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 106 presidente da Associação de Produtores da Agricultura Familiar do PA Guanabara, eleito em A área em que se localiza é de hectares e foi criado por meio da Portaria n º 24/INCRA Instituto de Colonização e Reforma Agrária, de 31 de outubro de No período compreendido entre final de 2001 até 2002 ocorreu a tramitação burocrática, enquanto os candidatos aos lotes permaneciam acampados nas imediações do imóvel. Em abril de 2002 foi realizado o sorteio das 98 parcelas, das quais 24, perfazendo aproximadamente dois hectares, deveriam ser cortadas na área de mata, sendo necessário, portanto, autorização em caráter especial, solicitada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Cultura e Turismo de Mato Grosso do Sul/SEMACT. A autorização Ambiental foi concedida em 30 de julho de 2002, sob a justificativa de que a área em questão não atingia mananciais hídricos nem a de preservação permanente. Segundo o documento de autorização ficou definido que As áreas em questão serão incluídas no pedido de desmatamento global dos referidos lotes, que será feito mediante projeto técnico que cada parceleiro apresentará individualmente. 7 Pesquisando junto ao Instituto de Colonização e Reforma Agrária/INCRA Dourados MS, tive acesso aos registros desse PA que, em conjunto com os depoimentos tomados acerca da implantação do assentamento, me levaram a concluir que a tramitação foi rápida e a ocupação pacífica, sem contestações por parte dos donos da terra, visto que, na linguagem dos movimentos sociais pela terra, entre o 1º passo, o conflito, que cessa com a consolidação do assentamento, e o 2º passo, momento em que é definida a organização dos trabalhadores e a verticalização, praticamente não existiu interstício. Vale salientar que a organização deste assentamento é ligada à Federação dos Trabalhadores em Agricultura FETAGRI/MS, órgão filiado à Confederação dos Trabalhadores em Agricultura do Brasil CONTAG. Já a constituição do PA Sebastião Rosa da Paz não foi pacífica, por meio de consulta aos documentos notoriais e do INCRA, verifiquei que esse PA ocupa uma área de 7 Instrumento de Autorização Ambiental 30 de julho de 2002 Governo do Estado de Mato Grosso do Sul Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Cultura e Turismo/SEMACT Instituto de Meio Ambiente Pantanal/IMAP Gerência de Recursos Florestais-GRF.

5 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades hectares e o foi criado pela Portaria INCRA/SR-16 Nº 45/2000, de 20 de dezembro de Segundo relatos dos depoentes, representados pelas lideranças locais, moradores e técnicos do INCRA, a consolidação do assentamento foi bastante tumultuada, com invasão da área pelos candidatos, que desde o início do processo de desapropriação ficaram acampados fora da porteira, no corredor de acesso à Fazenda São João. Nesse período, em contrapartida às ações de agressão, de parte a parte, os acampados fizeram, à revelia das autoridades competentes, o preparo da terra para plantio e a ocupação irregular da sede da fazenda, ocasionando o enfrentamento direto. Todos os envolvidos afirmaram que o processo foi desgastante e pouco produtivo. A organização inicial do PA esteve ligada à Central Única dos Trabalhadores CUT, tendo na pessoa de Domício Claudino Oliveira, assentado e liderança representativa no local, um dos três diretores da CUT em Mato Grosso do Sul. O líder do acampamento, que também está assentado nesse PA, era Paulo Cezar Faria, cognominado de PC, que permanece como liderança e atualmente é coordenador regional da FAF, Federação da Agricultura Familiar, braço em MS, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar Nacional FETRAF BR. No PA Sebastião Rosa da Paz, a orientação do movimento coordenador CUT, determinava que fosse constituído sob a forma de trabalho coletivo. Durante os trabalhos de consolidação, das cinqüenta famílias que foram assentadas no local, apenas dez mantiveram o propósito de trabalhar em coletividade, sendo que as demais adotaram a prática de organização de trabalho individual. Assim a demarcação inicial dos lotes obedeceu uma disposição específica com dez lotes dividindo as terras contínuas, sendo apenas as áreas das casas e hortas separadas. Os demais quarenta assentados tiveram seus lotes cortados de forma individual. Acerca dessa cisão inicial tomo como referência a fala do líder, pela FAF, do acampamento, Paulo Cezar Faria PC, obtida em novembro de 2004, ao explicar o que teria ocasionado a tomada de decisão das famílias dissidentes: Acredito que o que aconteceu foi, primeiro a falta de formação, ter objetivo, saber o que se quer, e a segunda, a própria formação humana, ganância, individualismo. Por isso, por essa formação que a sociedade plantou e tem plantado historicamente das pessoas viverem isoladas, faz com que para você romper com isso não seja do dia para a noite.

6 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 108 Contrariando a lógica 8 segundo a qual o trabalho cooperado é mais adequado para o desenvolvimento das comunidades e, consequentemente dos assentamentos, a maioria dos assentados rejeitou a cooperação, preferindo correr os riscos do isolamento. Essa decisão criou uma divisão entre os moradores e a cooperação, apenas iniciada, deixou de existir, passando, deste momento em diante a coexistirem, na mesma área duas práticas, senão antagônicas, ao menos dicotômicas, evidenciando as divergências e sequelas resultantes da cisão entre os assentados. Essa situação mostra o quanto suas experiências de vida são marcadas pelos habitus anteriores a essa nova condição e o quanto é demorado o processo de socialização que os tornará partícipes de um projeto de vida comum. No transcorrer dos três anos que se sucederam, foram surgindo, entre os integrantes do coletivo, problemas que deveriam ter sido resolvidos pelo grupo, mas que conforme depoimento de envolvidos, a resolução não atendeu aos apelos daqueles que estavam insatisfeitos. Para corroborar essa situação transcrevo abaixo o depoimento de, Rosangela Correa Ávila, que integrava o grupo coletivo, e que posteriormente, decidiu sair do grupo, decisão tomada em conjunto com mais três famílias: [...] durante estes três anos a gente vem sonhando, vem apostando, lutando, tentando viver uma vida diferente, a gente queria provar pra nós mesmos que éramos capazes de viver em grupo, como era no início, era um desafio, uma idéia... eu não sei se o egoísmo do homem, ou se foi meu bico que às vezes esqueço de levantar a cabeça e olhar o companheiro do lado, então a gente não deu mais certo, tem nós três que queremos sair. Em janeiro a gente fez a comunicação ao grupo: Vamos agora encarar o trabalho individual. Após constatar as divergências que determinaram a mudança, procurei as lideranças do grupo para tentar entender em que momento o sonho foi desfeito e o que pude obter de respostas mostra que, realmente, foi a falta de preparo e mesmo a incapacidade de dividir, partilhar, o que produziu as cisões num processo de trabalho que, ideologicamente, teria tudo pra dar certo. Em 2006, por meio de decisão judicial 9 foi garantida a nova demarcação dos lotes. A partir de então a organização do trabalho nos dois assentamentos passou a ocorrer de forma individual, sendo cada lote trabalhado pelos membros das famílias, com alguns casos de 8 Partindo do pressuposto da formação histórica das grandes civilizações que o mundo conheceu, e que se sabe ter vencido as adversidades com a junção de forças. Cf. DUMONT, Louis. 2000, p Após ação civil movida pelos assentados contra o INCRA, foi possível reconfigurar a área do assentamento.

7 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 109 trabalhos realizados por terceiros. Por outro lado é comum que moradores dos lotes busquem trabalho assalariados nos lotes e fazendas vizinhas, em vista da dificuldade de obter o sustento de suas famílias apenas com o trabalho no seu próprio lote. O conceito de habitus permite que ocorra a mediação, a articulação entre o agente, individual e o coletivo na sociedade, representada por uma matriz geradora de comportamentos adquiridos pelos agentes em contato com as estruturas sociais nas quais experienciam suas vivências (BOURDIEU, 2000, p ) e dessa forma compreendo que as ações que levaram a cisão e posteriormente a finalização da prática do trabalho coletivo, no PA Sebastião Rosa da Paz, estão pautadas nas práticas produzidas pelos habitus trazidos pelos agentes, no plano individual e que serão modificados pelas práticas que advirão na vivência nesse campo de socialização formado pela vida no assentamento. Na tentativa de compreender o quanto as origens dos assentados são representativas das decisões e encaminhamentos dados na vida que segue seu curso nos assentamentos, elaborei e apliquei questionários, que após tabulados mostraram as origens dos assentados dos PAs. A intenção foi de estabelecer seu conhecimento anterior com a lida na terra e consequentemente seus habitus no campo originário. Fica demonstrado pelos resultados obtidos a partir da resposta aos questionários, cujos dados apontam um percentual de 60% de assentados cuja ocupação imediatamente anterior a vinda para o assentamento era urbana, ou seja esses agentes não possuíam habitus na lida com a terra, mesmo que seus antepassados fossem lavradores e/ou pequenos produtores rurais, fato que pela análise preliminar demonstra ser mais demorado o desenvolvimento de seus lotes. Isto posto, torna-se evidente a necessidade de uma assistência técnica diferenciada e constante, sob o risco de ocorrer o que já estava sendo previsto 10 entre os assentados, de que apenas 60% permaneça em seus lotes, e mesmo esses enfrentando inúmeras dificuldade para produzir seu sustento e de suas famílias. Essa constatação possibilita compreender uma parte das dificuldades encontradas no desenvolvimento da produção desse grupo, conforme narrativas dos entrevistados. 10 Gráficos tabulados com dados obtidos em 2004/2006.

8 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 110 Nas respostas acerca da ocupação dos pais dos entrevistados, constatei que há um percentual de 8,24% e 16,67 de progenitores dos assentados, respectivamente representando os totais dos PAs Guanabara e Sebastião Rosa da Paz, oriundos da área urbana, 15,29% e 14,58% constituídos por bóias-frias, e 76,47% e 68,75% estavam distribuídos entre pequeno produtor rural, posseiros e lavradores, salientando que por ocasião das entrevistas muitos dos que responderam que os pais eram lavradores, esclareciam que eram pequenos arrendatários ou administradores de fazendas agropastoris. Por esta perspectiva, levando-se em conta a questão da experiência com a lida na terra, fica mais uma vez reforçada a necessidade de estudos sobre a orientação a ser dada pelas políticas públicas e órgãos responsáveis na etapa pós assentamento. Partindo da premissa segundo a qual há uma fusão das classes trabalhadoras desapropriadas, independente de serem originárias da área urbana ou rural, e que dependem de políticas públicas para minimizar os efeitos da miséria que se multiplica pelo país pude perceber que o cenário dos assentamentos, com raras exceções, é o mesmo cenário de abandono no qual se encontram os pequenos e médios produtores rurais no Brasil, e também os excluídos das cidades, que na qualidade de subempregados proliferam e buscam nos movimentos de reivindicação de terras, uma saída para sua situação de excluído e aí não tem mais significado a condição desse agente ter ou não origem no trabalho a que se propõem, embora a política da Reforma Agrária e mesmo entre os Movimentos Sociais que tratam do tema, continuem a afirmar que é feita distinção entre o acampado proveniente da área urbana e da rural no processo de seleção, o que por si só já pode ser considerado discriminação, afinal a legislação brasileira define como sem terra todo agente que não tenha propriedade maior que um módulo rural, independentemente de sua procedência, ou de seu habitus. Pelos resultados apresentados, constatamos que há um claro abandono, por parte das instituições governamentais responsáveis em relação aos processos posteriores ao assentamento, inclusive em relação à assistência técnica. Pelos depoimentos dos entrevistados que, em grande parte foram filmados, ficou registrado o desconforto ideológico dos homens e mulheres que ainda acreditam na possibilidade de mudança, na retomada do desenvolvimento e na distribuição de renda equitativa em nosso país, basta assistir seus desabafos para compreender como se situam neste processo histórico, que vêm sendo construído em nosso

9 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 111 país neste início de século, e que permite subentender que o rural é um espaço em compasso de espera, como que caracterizado pelo velho e desusado estigma de sinônimo do atraso 11, de populações que ficam à margem do processo produtivo, quando na verdade, em nosso país é o rural que produz e coloca comida na mesa do brasileiro, e que deverá superar suas dificuldades para se tornar, na totalidade, capaz de assumir o papel de distribuidor igualitário de renda. É facilmente percebida a complexidade das relações que se estabelecem nos dois PAs, que são vizinhos, e dividem a mesma estrutura coletiva, tais como o Posto de Saúde e a Escola que atende as séries iniciais do ensino fundamental. São relações que apresentam dificuldades, devido às diferenças existentes nos projetos de vida que se entrelaçam nesse novo campo de socialização, mas que também apresentam sinal de esperança, acreditando que essas diferenças estão diretamente ligadas ao habitus dos assentados, representativas de suas trajetórias de vida. É nesse novo campo que estão registrando suas novas histórias de vida, suas sociabilidades, é nesse espaço de vivências, que suas práticas transformam seus habitus criando alternativas de trabalho que lhes possibilitam dividir experiências e consolidar relações, ora aproximando-os, ora afastando-os, de acordo com suas visões de mundo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMADO, J.; FERREIRA, M. M. (Orgs.) Usos e abusos da História Oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, BOURDIEU, P. O Poder Simbólico. Tradução Fernando Tomaz. 7 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, DUMONT, L. Homo Aequalis: gênese e plenitude da ideologia econômica. Bauru: EDUSC, FACHIN, Viviane Scalon. Relatório Técnico de Projeto de Pesquisa. Termo de outorga Nº 071/03. FUNDECT. Edital: 01/2002. GRAZIANO, J. S. Velhos e Novos Mitos do Rural Brasileiro. Disponível em: < Acesso em MEIHY, J. C. S. (Re) Introduzindo a História Oral no Brasil. São Paulo: Xamã, Expressão utilizada por Graziano na obra referenciada.

10 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 112 TURATTI, M. C. M. Os filhos da lona preta: identidades e cotidianos em acampamentos do MST. São Paulo: Alameda, ENTREVISTAS ÁVILA, Rosangela Corrêa. Entrevista concedida no ano de Assentamento Sebastião Rosa da Paz. FARIA, Paulo César. Entrevista concedida no ano de Assentamento Sebastião Rosa da Paz.

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