Boletim Técnico. Biotecnologia Agropecuária

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Boletim Técnico. Biotecnologia Agropecuária"

Transcrição

1 Boletim Técnico Biotecnologia Agropecuária

2 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo Boletim Técnico Biotecnologia Agropecuária Missão Mapa Promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio em benefício da sociedade brasileira. Brasília - DF 2010

3

4 BOLETIM TÉCNICO DE BIOTECNOLOGIA AGROPECUÁRIA AÇÕES DO MAPA/EMBRAPA biotecnologia - origem grega: bio - vida; logos - conhecimento; e tecnos, - a utilização prática da ciência Introdução A biotecnologia é uma das ferramentas tecnológicas mais importantes da atualidade. Suas aplicações têm contribuído para a estruturação de novos sistemas econômicos e sociais, o desenvolvimento dos países, especialmente a partir da manipulação das menores estruturas que compõem os seres vivos. A biotecnologia envolvendo plantas, animais e micro-organismos é um ramo milenar. Processos biotecnológicos vêm sendo utilizados desde as antigas civilizações, quando o ser humano já buscava a melhoria de plantas e animais para seu consumo através de cruzamentos. Processos de fermentação utilizados para a produção de queijos, vinhos, pães, iogurtes e sucos são algumas das formas mais antigas da utilização da biotecnologia. De forma ainda bem primitiva, utilizavam-se os processos de fermentação, onde macerado de uvas, cevada ou outros produtos básicos eram submetidos à exposição dos microrganismos presentes no ar, resultando na produção de derivados úteis ao homem. A partir da evolução do conhecimento científico sobre os micróbios, ou mais precisamente a partir da Era Microbiana e da descoberta da célula, no final do Século XIX, a utilização desses micror- 3

5 ganismos foi ampliada para o desenvolvimento de produtos com finalidades preventivas e terapêuticas. Surgiram, então, as vacinas, os antibióticos, hormônios, além de diversos insumos para a indústria de alimentos, como enzimas e milhares de produtos que hoje fazem parte de nosso cotidiano. A correlação entre a informação genética e a hereditariedade de características em plantas, identificada por Gregor Mendel, no século XIX, foi fundamental para o desenvolvimento do conhecimento biológico. A partir disso, os trabalhos que se sucederam refletem uma história fantástica de progresso científico. Hoje, sabemos que os genes se organizam de forma ordenada, constituindo organismos vivos, definindo suas características morfológicas e fisiológicas. O conhecimento dessa estrutura e seu funcionamento ampliaram a possibilidade de atuação dos pesquisadores, permitindo a emergência da engenharia genética. Alimentos produzidos com o uso da engenharia genética são consumidos há mais de 2 décadas: bactérias, enzimas, leveduras e fungos geneticamente modificados atuam diretamente nos processos de fermentação, preservação e formação de sabor e aromas de muitas bebidas e alimentos do dia-a-dia: iogurtes queijos embutidos picles pães e massas cerveja vinhos e sucos aspartame 4

6 Atualmente a engenharia genética ou a técnica do DNA recombinante ou transgenia permite introduzir características desejáveis a plantas (tolerância ou resistência à secas ou à doenças, maior duração de prateleira, maior eficiência, produção e produtividade) e animais, agregar benefícios aos mais diversos alimentos (enriquecimento ou fortificação, maior valor nutricional), realizar diagnósticos mais rápidos e precisos, produzir vacinas, medicamentos ou drogas humanas e animais, inseticidas e produtos de uso agrícola, entre outros produtos úteis à agropecuária e ao homem, por meio de bactérias, leveduras e outros microorganismos geneticamente modificados. No futuro, será cada vez maior o uso da terapia gênica (alteração da função de células humanas para tratamento de doenças), de plantas ou animais geneticamente modificados para suportar condições adversas (mudanças climáticas), ou como biorreatores para a produção de vacinas, hormônios, substâncias e medicamentos, de interesse humano, animal e ambiental, tornando-os mais seguros e eficientes, de microrganismos para melhoria de processos industriais, redução do impacto ambiental e de tratamento de efluentes, dejetos e resíduos de processos produtivos (indústria têxtil, de papel, química, agroindústria e agropecuária, petrolífera, ambiental e mineração), entre outras aplicações da biotecnologia. Tecnicamente, o termo biotecnologia representa um conjunto de tecnologias que utilizam sistemas biológicos, organismos vivos ou seus derivados para a produção ou modificação de produtos e processos para uso específico, bem como para gerar novos serviços e produtos úteis para os diversos segmentos industriais e para a sociedade. A utilização destas tecnologias inovadoras tem contribuído para o aumento da qualidade de vida e gerado novos caminhos para o desenvolvimento social, econômico e ambiental. 5

7 Biotecnologia - Cenário Interno Desafios e Oportunidades Arcabouço legal e institucional de estímul a inovação Capacidade instalada de CT&I Sólida base de RH Conhecimento científico acumulado Diversidade genética e bioquímica Diferentes biomas e ecossistemas Parque industrial e de empresas atuantes em tecnologias, bens e serviços biotcnológicos Atuação Governamental Favorecer parcerias, governo, setor privado, ICTs e sociedade Mobilizar setores Fomentar a PI Incentivar a inovação Processos, produtos e serviços inovadores Desenvolvimento da agroindústria nacional Incremento das exportações Produtos com > valor agredado Desenvolvimento regional APLs (potencialidades locais Assistimos a uma verdadeira revolução no diagnóstico e tratamento de doenças, na produção e uso de novos medicamentos para aplicação humana e animal, na multiplicação, produção e reprodução de espécies vegetais e animais, no controle de pragas e doenças animais e vegetais, no desenvolvimento e melhoria de alimentos (alimentos funcionais, enriquecidos, nutracêuticos), na conservação e utilização sustentável da biodiversidade e dos biomas, na recuperação, biodegradação, aproveitamento econômico e tratamento de resíduos, efluentes e subprodutos da indústria e dos sistemas produtivos, na geração de energia renovável e menos poluente (agroenergia e bioenergia), na recuperação de áreas degradadas e biorremediação, rastreabilidade, bioinformática, genômica e proteômica, dentre outras áreas, com potencial cada vez maior de inovações e de geração de novos produtos e serviços. 6

8 Todas estas áreas de aplicação configuram-se como oportunidades promissoras para impulsionar o desenvolvimento nacional baseado no conhecimento e na inovação, com geração de emprego e renda, desenvolvimento regional, incremento da produção, das exportações de produtos com maior valor agregado, redução de importações, produção limpa e com menor impacto ambiental. Outro diferencial competitivo do Brasil para o desenvolvimento da biotecnologia é sua notável biodiversidade. São cerca de 200 mil espécies de plantas, animais e microorganismos já registrados e estima-se que este número possa chegar a um milhão e oitocentas mil espécies. É praticamente um quinto de toda a biodiversidade mundial distribuída em seis biomas (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa), além da Zona Costeira e Marinha. Considerada a diversidade genética e bioquímica presente neste patrimônio natural, depara-se com um universo de oportunidades para a inovação biotecnológica. Além disso, a distribuição regional diferenciada desta biodiversidade cria oportunidades para um desenvolvimento econômico que valoriza as especificidades locais, capaz de estruturar arranjos produtivos sustentáveis baseados em aplicações biotecnológicas. Alia-se a este potencial, o favorável cenário interno de grande capacidade instalada de pesquisa, desenvolvimento e inovação, a base sólida de recursos humanos, um vigoroso parque de empresas de biotecnologia, grande competitividade e crescente exportação da agroindústria, e ainda, o moderno marco legal e conjunto de políticas públicas de estímulo à inovação e ao desenvolvimento da biotecnologia, notadamente a Lei de Biossegurança (Lei nº /2005) e a Política 7

9 de Desenvolvimento da Biotecnologia PDB (Decreto nº 6.041/2007), fortalecida pela recente Política de Desenvolvimento Produtivo PDP, em especial em seus Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas, setor Biotecnologia, a PDP-Biotec, cuja operacionalização e implementação de ações e prioridades decorrem da interlocução e articulação entre governo, setor privado, academia e sociedade civil. Cria-se dessa forma um ambiente adequado ao incremento dos investimentos, de desenvolvimento de competências, de alianças estratégicas em áreas prioritárias ou de maior vantagem competitiva, entre outros aspectos relevantes de um contexto atual vantajoso a ser aproveitado. Ao mesmo tempo, é fundamental que seja assegurado à sociedade brasileira que o desenvolvimento da biotecnologia, em todas as suas fases, se dará sob a estrita observância de questões de natureza ética, de biossegurança, do respeito aos direitos das comunidades tradicionais, indígenas e locais, da promoção da inclusão social, da repartição de benefícios e do direito à informação de qualidade e à participação social, nas quatro áreas priorizadas pela PDB (saúde humana, agropecuária, industrial e meio ambiente). Entre as diretrizes da PDB está o estabelecimento de processo de comunicação e participação para que a sociedade brasileira possa identificar, assimilar, controlar e adotar opções conscientes na escolha de novas tecnologias, por meio de informação de qualidade, transparência e relação de confiança entre todos os atores, de modo a promover a biotecnologia com segurança, eficácia, confiança e aceitabilidade. 8

10 Este é o principal propósito desta publicação, onde o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, como instituição responsável pela implementação da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia, na área priorizada da agropecuária, busca apresentar de forma simples e clara, os conceitos, legislação, aplicações da biotecnologia e áreas/formas de atuação dos setores técnicos competentes e instituições envolvidas no âmbito do agronegócio. Visa ainda este Boletim Técnico, servir de material de sensibilização sobre o tema e de estratégia de divulgação das ações do MAPA, em três vertentes principais: fomento à inovação no agronegócio e da biotecnologia agropecuária, com coordenação no âmbito do Departamento de Propriedade Intelectual e Tecnologia da Agropecuária DEPTA, da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo SDC, pesquisa, desenvolvimento e inovação, com ação da EMBRAPA e do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária e, monitoramento, avaliação de riscos, controle da produção, registro e fiscalização de insumos e produtos agropecuários biotecnológicos, a cargo de sua Secretaria de Defesa Agropecuária SDA, setores estes que contribuíram efetivamente para a sua elaboração. 9

11

12 ATUAÇÃO DO MAPA: ÁREAS E RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAIS 1FOMENTO À INOVAÇÃO NO AGRONEGÓCIO E DA BIOTECNOLOGIA AGROPECUÁRIA: As ações de fomento à inovação no agronegócio e da biotecnologia agropecuária estão baseadas, entre outras, na Política de Desenvolvimento da Biotecnologia/PDB (Decreto nº 6.041/2007) e na Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). O MAPA é responsável pelas ações de fomento através de sua Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), em especial seu Departamento de Propriedade Intelectual e Tecnologia da Agropecuária (DEPTA) e sua Coordenação de Acompanhamento e Promoção da Tecnologia Agropecuária (CAPTA). A Embrapa executa ações de fomento através de sua unidade para Transferência de Tecnologia. A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DA BIOTECNOLOGIA (PDB) instituída pelo Decreto nº 6.041/07, tem como objetivo geral promover e executar ações com vistas ao estabelecimento de ambiente adequado para o desenvolvimento de produtos e processos biotecnológicos inovadores, estimular o aumento da eficiência da estrutura produtiva nacional, a capacidade de inovação das empresas brasileiras, a absorção de tecnologias, a geração de negócios e a expansão das exportações. 11

13 Para tanto, busca apresentar diretrizes para a implantação de propostas concretas de ações viáveis no curto, médio e longo prazos com vistas à consolidação da biotecnologia, em especial, o da bioindústria brasileira. Seus propósitos maiores são Promover a geração de produtos e processos inovadores, o fortalecimento e a competitividade da bioindústria nacional. Criar um ambiente favorável para investimento e a parceria público-privado em PD&I e projetos cooperativos entre Instituições de Ciência e Tecnologia ICTs e empresas; Ampliar o potencial de exportações, investimentos e exploração de novas oportunidades industriais e agroindustriais. Assegurar que a biotecnologia e a cooperação tecnológica e econômica sejam acessíveis ao conjunto da sociedade, a fim de garantir agregação de valor aos produtos, promover a inclusão social e qualidade de vida em todo o processo produtivo. A política foi estruturada em três tópicos principais: Áreas Setoriais Priorizadas, Ações Estruturantes e Ações Complementares, com detalhamento de diretrizes e objetivos específicos. Apresenta, também, um componente de Avaliação e Monitoramento, outro de Responsabilidades Institucionais. As áreas setoriais priorizadas foram definidas com base nos grandes eixos de atuação da biotecnologia, onde o mercado atualmente já se mostra organizado, sendo estas a área da saúde humana, da agropecuária, industrial e ambiental. 12

14 As áreas priorizadas apresentam importantes demandas do setor produtivo e/ou da sociedade, relacionadas à saúde humana, ao meio ambiente, à agropecuária ou à indústria, resultando na priorização de produtos, processos e serviços de interesse estratégico nacional para o atendimento de demandas de relevância social e com potencial de mercado significativo. As Ações Estruturantes têm por foco quatro áreas de atuação e fomento: Investimentos: disponibilização de instrumentos e mecanismos de financiamento e de estímulo às parcerias público-privadas; Recursos humanos: capacitação para desenvolvimento de CT&I com foco na nas demandas da bioindústria nacional; Infra-estrutura: apoio e fortalecimento de redes de PD&I, laboratoriais, de certificação metrológica, redes e parques tecnológicos; Marcos regulatórios: aprimoramento da legislação e normas com impactos diretos sobre o desenvolvimento da biotecnologia (biossegurança, bioética, inovação, propriedade intelectual, acesso ao patrimônio genético e repartição de benefícios); A PDB considera ainda a Ação Complementar com foco na Comunicação e Participação Social. Esta ação tem como diretriz o estabelecimento de processo de comunicação e participação para que a sociedade brasileira possa identificar, assimilar, controlar e adotar opções conscientes na escolha de novas tecnologias, por meio de informação de qualidade, transparência e relação de confiança entre todos os atores, de modo a promover a biotecnologia com segurança, eficácia, confiança e aceitabilidade. 13

15 Além das ações transversais, existem orientações específicas para cada área setorial priorizada. Para a área da AGROPECUÁRIA a diretriz é promover e incentivar as atividades do agronegócio para incrementar a produtividade e a competitividade dos produtos agropecuários, por intermédio da introdução de tecnologias que gerem produtos de alto valor agregado ou inovadores. Os objetivos específicos para o desenvolvimento da biotecnologia agropecuária são: 14 Fortalecer e aprimorar as bases da produção nacional e a competitividade do setor agropecuário. Estimular a geração de produtos inovadores e desenvolvimento de novas tecnologias de produção. Estimular o aumento de produtividade e qualidade por meio da utilização de novos produtos, processos e serviços. Promover ações e apoiar iniciativas para adequação dos marcos regulatórios e normativos, para a disseminação da cultura de propriedade intelectual e gestão da inovação nas empresas que desenvolvem P, D&I e, em especial, no Sistema Público de Pesquisa Agropecuária. Estimular a P, D&I nas empresas de pequeno e médio porte, a modernização das mesmas e interação com ICTs. Investir no fortalecimento da base de exportação das empresas brasileiras para exploração de novos nichos do mercado de produtos agropecuários. Investir no fortalecimento da base de exportação das empresas brasileiras para exploração de novos nichos do mercado de produtos agropecuários.

16 Biotecnologia Agropecuária Áreas de aplicação Tecnologias para detecção e controle de pragas e doenças Novos medicamentos e vacinas Kits de diagnósticos, biotestes Probiótivos Caracterização de genoma de patógenos Plantas resistentes tecnologias para reprodução animal, vegetal e outros organismos Melhoramento animal e vegetal Clonagem Indústria de alimentos Biossegurança Bioenergia Técnicas de liberação controlada (encapsulamento) Sensores e detectores Bioinformática Sistema de manejo e Nanotecnologia rastreabilidade Aproveitamento de subprodutos animais e vegetais e de resíduos dos sistemas produtivos Bioindústria de transformação Defesa Agropecuária Produção de alimentos Desenvolvimento sustentável Agroenergia/Bioenergia 15

17 Mecanismo operacional da PDB Articulação (fluxo de interações), aperfeiçoamento e monitoramento Política de Desenvolvimento da Biotecnologia Fluxo de interações: demandas e repostas Comitê Nacional de Biotecnologia - CNB/MDIC (Ministérios e instituições de fomento) Fórum de Competititvidade de Biotecnologia/MDIC (Governo, setor produtivo, academia, sociedade civil) GT Saúde MS GT indústria MDIC GT Agropec Mapa GT RH GT PI O Grupo de Trabalho da Agropecuária (GT Agropecuária) tem como papel a articulação e coordenação setorial. O GT foi criado no âmbito do Mapa (Portaria SDC nº 64/08), é constituído por representantes do setor público, setor produtivo e academia tem caráter consultivo e propositivo; é responsável pela articulação setorial e pelo levantamento de demandas no que concerne ao desenvolvimento da 16

18 biotecnologia no setor agropecuário. O GT também subsidia os trabalhos, as discussões e as deliberações do Fórum de Competitividade de Biotecnologia e do Comitê Nacional de Biotecnologia CNB, ambos sob a coordenação do MDIC e responsáveis pela coordenação, monitoramento e contínuo aperfeiçoamento da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia - PDB. Inovar e Investir para sustentar o crescimento com esse mote estruturou-se a POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODU- TIVO (PDP). Para atingir seu objetivo, a PDP estabelece a integração de ações e políticas, esforço coordenado e compromisso entre o governo, órgãos de fomento, academia, sociedade civil e setor produtivo. Com isso, define o foco, a integração e a coordenação maior das ações de fomento da biotecnologia agropecuária. As ações para o setor agropecuário também são articuladas a partir do GT- Agropecuária, sob a coordenação do DEPTA/SDC/Mapa. A PDP estabelece alguns Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas. A biotecnologia (PDP/Biotec) é considerada uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Uma das ações estruturantes foi a construção da Agenda de Ações da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia PDP Biotec, Essa Agenda é resultado do esforço coordenado do governo federal, conduzido no âmbito dos Grupos de Trabalhos do Fórum de Competitividade/MDIC (Industria, Saúde Humana e Agropecuária), com metas e cronograma para implementação no triênio As ações estabelecidas nessa agenda estão sob responsabilidade de diversas instituições. O Mapa através de suas Secretarias de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, e de Defesa Sanitária, e a EMBRAPA, envolvendo o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA) 17

19 têm sob sua responsabilidade a execução das ações estabelecidas nessa Agenda. Diversos projetos em rede estão sendo elaborados para dar suporte ao fortalecimento e competitividade da Agroenergia. Os projetos envolvem, por exemplo, fixação de nitrogênio em gramíneas (cana de açúcar); o desenvolvimento de leveduras para fermentação de açúcar a partir da celulose (hidrólise enzimática); ou ainda a produção de hidrocarbonetos a partir da fermentação do açúcar (3ª geração do Biodiesel). Para dar suporte à Defesa Agropecuária e ao Desenvolvimento Sustentável do Agronegócio, estão sendo desenvolvidos projetos em rede nas áreas de biologia avançada e suas aplicações para o agronegócio e ainda projetos em sistemas avançados para apoio à defesa agropecuária. A Agenda também contempla ações de pesquisa, acesso e tecnologia para o manejo da agrobiodiversidade, e a conservação e o uso sustentável de recursos genéticos para alimentação e agricultura, onde se considera, entre outros, a estruturação e manutenção de bancos de germoplasma. Também é tema de ação na Agenda as ações do Sistema Nacional de Laboratórios Agropecuários LANAGRO, sob coordenação do Mapa. A capacitação de recursos humanos em diversos temas, como a própria biotecnologia, questões ligadas à propriedade intelectual e recursos genéticos, biossegurança, bioética, entre outros temas correlacionados também é uma ação definida na Agenda, além do fomento à propriedade intelectual, em especial ao trabalho com Proteção de Cultivares. Com essas ações, o Mapa, em parceria com a Embrapa, busca transitar da progressiva geração de conhecimento para a criação e consolidação de empresas nacionais de biotecnologia. 18

20 PESQUISA AGROPECUÁRIA: Pesquisa, desenvolvimento e inovação em biotecnologia 2Embrapa investe em tecnologias de ponta em benefício do agronegócio sustentável A Embrapa investe desde a década de 80 em pesquisas de biotecnologia. Esses estudos vêm se consolidando ao longo das últimas três décadas, modificando setores produtivos relacionados à agricultura e à pecuária. Exemplos marcantes dessa tecnologia são: geração de métodos específicos e sensíveis de diagnóstico de patologias; novas vacinas; clonagem de animais de interesse pecuário; emprego de marcadores moleculares em programas de melhoramento genético; desenvolvimento de plantas transgênicas e de biopesticidas, entre outros Os resultados da biotecnologia podem ser observados na própria natureza, onde espécies de plantas, animais e microrganismos transferem, naturalmente, genes de uma espécie para outra. É o caso, por exemplo, da bactéria Agrobacterium tumefasciens, que causa tumores em algumas plantas. Durante a infecção, os genes responsáveis pela formação desses tumores se transferem das bactérias para as células da planta hospedeira, que começam a se dividir descontroladamente e a sintetizar substâncias essenciais à sobrevivência da bactéria que causou o tumor. 19

21 Outro bom exemplo desse processo natural de transferência de genes são os transposons, conhecidos como DNA saltitantes, porque saltam de um ponto a outro, transferindo características genéticas. Esse método explica porque numa mesma espiga de milho podem-se encontrar grãos de diferentes colorações, em conseqüência da ação do DNA saltitante, que transfere características de pigmentação. Observando esses processos da natureza, o homem aprendeu a manipular os genes, através de diferentes métodos, além dos naturais, dando origem a uma nova ciência denominada engenharia genética. Essa ciência vem causando uma verdadeira revolução no conhecimento científico e tecnológico nas últimas décadas, já que possibilita a transferência de genes específicos entre espécies diferentes. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento de novas variedades transgênicas (alteradas geneticamente) melhoradas e mais produtivas, que exibam resistência aos estresses ambientais e auxiliem na recuperação e manutenção do meio ambiente, diminuindo a necessidade de defensivos agrícolas e de expansão da fronteira agrícola. As plantas transgênicas: quebrando barreiras em prol da agropecuária brasileira A transgenia nada mais é do que é uma evolução do melhoramento genético convencional, já que permite transferir características de interesse agronômico entre espécies diferentes. Isso quer dizer que essa tecnologia permite aos cientistas isolarem genes de microrganismos, por exemplo, e transferi-los para plantas, com o objetivo de torná-las resistentes a doenças ou mais nutritivas, entre outras inúmeras aplicações. 20

22 A área global de plantações transgênicas ocupa mais de 100 milhões de hectares, envolvendo cerca de 50 países, seja cultivando ou importando variedades geneticamente modificadas (GM)s para consumo humano ou animal. A Embrapa desenvolve estudos para transformação genética de plantas desde a década de 80, com o objetivo de contribuir para uma agricultura mais produtiva e saudável, através do desenvolvimento de variedades tolerantes ou resistentes a doenças, visando reduzir as aplicações de defensivos químicos nas culturas agrícolas. Pesquisas nessa área estão sendo desenvolvidas com várias espécies agrícolas, como: soja, milho, algodão, batata e mamão, entre outras. As pesquisas são coordenadas pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília, DF, e contam com a parceria de outras unidades de pesquisa da Embrapa (Embrapa Algodão, Embrapa Soja, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Trigo, Embrapa Café, Embrapa Hortaliças, e Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical), além de instituições de pesquisa e universidades do Brasil e do exterior. Uma das principais linhas de atuação da Embrapa nessa área é o desenvolvimento de plantas transgênicas com resistência a vírus. Isso se deve ao fato de que não existem produtos específicos para controlar as viroses, ao contrário das bactérias, por exemplo, que podem ser controladas com antibióticos. 21

23 Feijão resistente a vírus: primeiro produto GM totalmente desenvolvido por instituições públicas brasileiras Feijão transgênico Autor: Josias Faria, Embrapa Arroz e Feijão Feijão contaminando com mosaico dourado Autor: Cláudio Bezerra Um dos resultados que merece destaque na área de biotecnologia e que já está bem próximo de chegar ao produtor é o feijão transgênico com resistência ao vírus do mosaico dourado do feijoeiro, o pior inimigo dessa cultura agrícola na América do Sul. As variedades transgênicas foram desenvolvidas em parceria entre a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e a Embrapa Arroz e Feijão (Goiânia, GO) e carregam com elas um importante predicado: o de serem as primeiras plantas transgênicas totalmente produzidas por instituições públicas de pesquisa no Brasil. O mosaico dourado do feijoeiro está presente em todas as regiões brasileiras e, se atingir a plantação ainda na fase inicial pode causar perdas de até 100% na produção. As variedades já estão sendo testadas no campo e avaliadas quanto à segurança alimentar e ambiental. Esse projeto é um exemplo signifi cativo de impacto social e alimentar do uso da engenharia genética em nível mundial. No Brasil o 22

24 feijão é uma cultura de extrema importância social, já que é produzido basicamente por pequenos produtores, com cerca de 80% da produção e da área cultivada em propriedades com menos de 100 hectares. Além disso, é a principal fonte vegetal de proteínas (o teor das sementes varia de 20 a 33%), além de ser também fonte de ferro (6-10 mg/100 g). Associado ao arroz, dá origem a uma mistura tipicamente brasileira e ainda mais nutritiva e rica em vitaminas. Na verdade, a importância do feijão na alimentação transcende as fronteiras brasileiras, sendo a leguminosa mais importante na alimentação de mais de 500 milhões de pessoas na América Latina e África. O principal benefício ambiental das variedades geneticamente modificadas é a redução na aplicação de produtos químicos no ambiente (inseticidas). Além disso, melhoram a produtividade e, consequentemente, reduzem o avanço da agropecuária sobre áreas de florestas. Outras culturas agrícolas resistentes a viroses Além do feijão, a Embrapa, em parceria com outras instituições de pesquisa do Brasil e do exterior, está trabalhando para desenvolver variedades de batata, mamão e tomate com resistência a viroses. 23

25 Tolerância à seca Café transgênico para tolerância à seca Autor: Cláudio Bezerra Outra vertente da engenharia genética que pode resultar em muitos benefícios para a população é a que busca desenvolver variedades transgênicas com tolerância à seca. As pesquisas estão sendo desenvolvidas com soja, cana e café. 24

26 Resistência a insetos Autor: Cláudio Bezerra A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e a Embrapa Algodão (Campina Grande, PB) estão desenvolvendo plantas transgênicas de algodão para resistência a insetos, como o bicudo do algodoeiro, por exemplo. Essas pesquisas são desenvolvidas a partir da introdução do gene de uma bactéria específica para controlar os insetos (Bacillus thuringiensis). Essa bactéria é totalmente inofensiva aos seres humanos, animais e ao meio ambiente. As Unidades dominaram a técnica de transformação de plantas de algodão, isolaram genes para resistência ao bicudo do algodoeiro e a lagartas que atacam a cultura do algodão e já estão desenvolvendo plantas resistentes em laboratório. 25

27 Tolerância a herbicidas Cana transgênica para tolerância à seca Autor: Cláudio Bezerra Um acordo de cooperação assinado pela Embrapa e a BASF em 2007 vai colocar à disposição dos produtores de soja um pacote tecnológico totalmente desenvolvido no Brasil. Essa parceria vai resultar em variedades de soja geneticamente modificadas com tolerância a herbicidas da classe das imidazolinonas adaptadas às diferentes regiões brasileiras. A pesquisa começou com a transformação genética de plantas de soja pela equipe da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Na fase seguinte, as plantas transformadas foram testadas em casa 26

28 de vegetação e no campo por outra unidade da Embrapa, a Embrapa Soja, localizada em Londrina, PR. Por fim, as duas instituições passaram à fase regulatória, na qual foi avaliada a biossegurança das plantas de soja geneticamente modificadas, baseada em quatro pilares: caracterização molecular das plantas transformadas para ter certeza de que contêm apenas o gene de tolerância desejado; segurança da proteína; segurança alimentar em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas; e, por fim, a avaliação agronômica para testar a segurança ambiental. O pedido de regulamentação foi encaminhado à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) em 2008 e as sementes transformadas deverão estar disponíveis para os produtores na safra de 2011/2012. As variedades resultantes dessa parceria representam uma nova alternativa de tolerância a uma classe diferente de herbicidas para os produtores, já que não é bom ficarem restritos a uma só tecnologia. Até o momento apenas a soja transgênica tolerante ao herbicida RounupReady (RR) foi aprovada para comercialização no Brasil. Além disso, a rotação de sistemas é sempre benéfica para as lavouras. O fato de a Embrapa possuir unidades de pesquisa em todas as regiões brasileiras facilita o desenvolvimento de variedades com características adaptadas às diferentes condições climáticas. 27

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Hoje, um grande desafio para a agropecuária, principalmente em relação à inovação tecnológica, é a harmonização do setor produtivo com os princípios da

Leia mais

Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade

Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade Como toda nova ciência ou tecnologia, ela gera dúvidas e receios de mudanças. Isto acontece desde os tempos em que Galileo afirmou que era a Terra que girava em torno do Sol ou quando Oswaldo Cruz iniciou

Leia mais

Mesa de controvérsia sobre transgênicos

Mesa de controvérsia sobre transgênicos Mesa de controvérsia sobre transgênicos Transgênicos: questões éticas, impactos e riscos para a Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável Posição

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº,DE 2009. (Do Sr. Cândido Vaccarezza)

PROJETO DE LEI Nº,DE 2009. (Do Sr. Cândido Vaccarezza) PROJETO DE LEI Nº,DE 2009. (Do Sr. Cândido Vaccarezza) Altera a Lei Nº 11.105, de 24 de março de 2005, que regulamenta os incisos II, IV e V do 1 o do art. 225 da Constituição Federal, estabelece normas

Leia mais

O público-alvo são meninas de 9 a 11 anos e o serviço faz parte do Calendário Nacional de Vacinação.

O público-alvo são meninas de 9 a 11 anos e o serviço faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Clipping Eletrônico Segunda-feira dia 09/03/2015 Portal Acrítica Saúde - 09 de março de 2015. Fonte: http://acritica.uol.com.br/manaus/prefeitura-disponibilizaravacina-hpv-ubss_0_1316868336.html Prefeitura

Leia mais

BIOTECNOLOGIA VEGETAL E SUAS APLICAÇÕES NO AGRONEGÓCIO

BIOTECNOLOGIA VEGETAL E SUAS APLICAÇÕES NO AGRONEGÓCIO BIOTECNOLOGIA VEGETAL E SUAS APLICAÇÕES NO AGRONEGÓCIO Dr. Paulo S. T. Brioso Laboratório Oficial de Diagnóstico Fitossanitário/ UFRRJ http://www.fito2009.com brioso@bighost.com.br AGRADECIMENTOS Comissão

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Página: 2504 de 2619 ESPELHO DE S DE 1 Apoio à pesquisa e preservação de recursos genéticos e biotecnologia Custos financeiros: Despesas de custeio - 3

Leia mais

Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária

Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária Prevenção, controle e erradicação de doenças e pragas animais e vegetais de interesse econômico e de importância para a saúde pública. Assegurar a sanidade,

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

DA AGENDA CONSTRUÇÃO EMPRESA GOVERNO. Participação da sociedade ACADEMIA. Três Workshops. Consultores especializados

DA AGENDA CONSTRUÇÃO EMPRESA GOVERNO. Participação da sociedade ACADEMIA. Três Workshops. Consultores especializados Participação da sociedade CONSTRUÇÃO DA AGENDA Três Workshops Consultores especializados Colaboradores e revisores internos e externos Pesquisa de campo EMPRESA ACADEMIA GOVERNO AGENDA DE BIOECONOMIA:

Leia mais

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS E BIOSSEGURANÇA

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS E BIOSSEGURANÇA 1 ALIMENTOS TRANSGÊNICOS E BIOSSEGURANÇA Luiz Carlos Bresser Pereira Ministro da Ciência e Tecnologia Trabalho escrito maio de 1999 para ser publicado no site do MCT. O País presencia hoje intenso debate

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Programa úmero de Ações 8 1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Objetivo Indicador(es) Incrementar a base de conhecimentos científicos e tecnológicos

Leia mais

Definido o contexto: monitoramento pós-liberação comercial de plantas geneticamente modificadas. Paulo Augusto Vianna Barroso

Definido o contexto: monitoramento pós-liberação comercial de plantas geneticamente modificadas. Paulo Augusto Vianna Barroso Definido o contexto: monitoramento pós-liberação comercial de plantas geneticamente modificadas Paulo Augusto Vianna Barroso Experimentação com OGM Regulada pela Lei de Biossegurança (11.105/2005) Experimentação

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS Intituição: Embrapa Cerrados / Centro de Pesquisa Agropecuária do Projeto: IV Reunião Técnica de Pesquisas em Maracujazeiro Responsável:

Leia mais

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção Programa 0508 Biodiversidade e Recursos Genéticos - BIOVIDA Objetivo Promover o conhecimento, a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos genéticos e a repartição justa e eqüitativa

Leia mais

Interface Saúde: Animal/Humana Plano de Ação Global sobre Resistência aos Antimicrobianos - GAP/OMS. MAPA: situação atual

Interface Saúde: Animal/Humana Plano de Ação Global sobre Resistência aos Antimicrobianos - GAP/OMS. MAPA: situação atual Interface Saúde: Animal/Humana Plano de Ação Global sobre Resistência aos Antimicrobianos - GAP/OMS MAPA: situação atual Suzana Bresslau Médica Veterinária Fiscal Federal Agropecuário - DFIP/SDA ENDESA

Leia mais

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais

Leia mais

Protocolo Oficial de Boas Práticas Agropecuárias

Protocolo Oficial de Boas Práticas Agropecuárias Produção Integrada Agropecuária PI Brasil Protocolo Oficial de Boas Práticas Agropecuárias Agosto/2011 CUSTO DA POSIÇÃO DE DESTAQUE DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA * Pode ter sido produzido com antibióticos

Leia mais

Gerenciando o Monitoramento Pós-Liberação o Comercial no Brasil

Gerenciando o Monitoramento Pós-Liberação o Comercial no Brasil logo_ilsi_al... Gerenciando o Monitoramento Pós-Liberação o Comercial no Brasil O Ponto de Vista da Indústria Avaliação do Risco Ambiental de Culturas Geneticamente Modificadas Geraldo U. Berger, Ph.D.

Leia mais

Jardel Peron Waquim Engenheiro Agrônomo

Jardel Peron Waquim Engenheiro Agrônomo Jardel Peron Waquim Engenheiro Agrônomo São os organismos que tiveram inseridos em seu código genético, genes estranhos de qualquer outro ser vivo Isolar o gene desejado, retirando-o da molécula de DNA

Leia mais

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas Disciplinas Solos nos domínios morfoclimáticos do cerrado Ementa: Solos em ambientes de Cerrado. Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. Caracterização morfológica das principais classes de solo inseridas

Leia mais

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil

Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Seminário Legislação de Agrotóxicos, Receituário Agronomico, Comercialização e Uso - Aspectos Técnicos e Legais Legislação Federal e o Sistema de Registro de Agrotóxicos no Brasil Engº Agrº Júlio Sérgio

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL... Seção II Da Saúde... Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 1º

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Conferência Mundial de Desenvolvimento Sustentável Rio+20. ria - pós s conferência

Conferência Mundial de Desenvolvimento Sustentável Rio+20. ria - pós s conferência Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Conferência Mundial de Desenvolvimento Sustentável Rio+20 Visão da Agropecuária

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009

Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 Profª.. MSc. Silvana Pimentel de Oliveira Manaus/2009 SECT- AM: Missão e Diretrizes A SECT foi criada para formular e gerir políticas estaduais de C&T buscando articular os esforços os de fazer com que

Leia mais

MEDICAMENTOS GENÉRICOS

MEDICAMENTOS GENÉRICOS MEDICAMENTO GENÉRICO Uma importante conquista para a saúde pública no Brasil 15 anos 15 anos , 15 ANOS DE BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA. Ao completar 15 anos de existência no país, os medicamentos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 95/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

PESQUISA AGROPECUÁRIA. Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas

PESQUISA AGROPECUÁRIA. Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas PESQUISA AGROPECUÁRIA Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi

Leia mais

CONSUMIDOR. Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar. Tendências: Como foi produzido

CONSUMIDOR. Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar. Tendências: Como foi produzido Tendências: Como foi produzido CONSUMIDOR Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar Carne Não Transgênica Milhões Tons. 80,0 75,0 70,0 65,0

Leia mais

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV Realizar projetos para destinação de resíduos sólidos * Meio Ambiente Desenvolver programas de educação ambiental Apresentar pequenos e médios projetos de recuperação (seqüestro

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO. Produção Integrada de Arroz Irrigado

FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO. Produção Integrada de Arroz Irrigado FOLDER PRODUÇÃO INTEGRADA DE ARROZ IRRIGADO Produção Integrada de Arroz Irrigado O que é a Produção Integrada de Arroz Irrigado? A Produção Integrada é definida como um sistema de produção agrícola de

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

"Economia Verde: Serviços Ambientais" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura Brasileira -

Economia Verde: Serviços Ambientais - Desafios e Oportunidades para a Agricultura Brasileira - "Economia Verde: Serviços Ambientais" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura Brasileira - Maurício Antônio Lopes Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014

ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014 Reunião ILSI São Paulo, 5 de dezembro de 2013 ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014 William Cesar Latorre Gerente de Inspeção e Controle de Riscos em Alimentos Gerência Geral

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Disciplina a profissão de Agroecólogo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º É requisito mínimo para o exercício da função profissional de Agroecólogo a comprovação

Leia mais

Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária Situação Atual e Propostas para a Indução de Melhorias Através da Inovação Tecnológica

Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária Situação Atual e Propostas para a Indução de Melhorias Através da Inovação Tecnológica Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária Situação Atual e Propostas para a Indução de Melhorias Através da Inovação Tecnológica E V A L D O F E R R E I R A V I L E L A E V A L D O V I L E L A @ G

Leia mais

BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS

BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS ! Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Patologia Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami Prof. Dr. Lucas Brandão BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, LEI Nº 12.128, de 15 de janeiro de 2002 Procedência - Governamental Natureza PL 509/01 DO- 16.826 DE 16/01/02 * Revoga Leis: 11.403/00; 11.463/00; e 11.700/01 * Ver Lei Federal 8.974/95 Fonte ALESC/Div.Documentação

Leia mais

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com. 1 Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.br e baixe todas as cartilhas, ou retire no seu Sindicato Rural. E

Leia mais

Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL. Braulio Dias DCBio/MMA

Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL. Braulio Dias DCBio/MMA Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL Braulio Dias DCBio/MMA 1. Realização de estudos estratégicos; 2. Definição de áreas e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade brasileira; 3.

Leia mais

Agricultura Propriedade Intelectual

Agricultura Propriedade Intelectual Agricultura Propriedade Intelectual Patentes publicadas no mundo na área Agrifoods (A01,A21, A22, A23) Agrifoods 5% de todas as patentes publicadas US, DE e CN 49% de todas as patentes Fonte IPO/UK - 2012

Leia mais

O que são os «OGM s»???

O que são os «OGM s»??? O que são os «OGM s»??? Em Portugal, como em toda a União Europeia, apenas está autorizada a libertação deliberada no ambiente para o cultivo do milho geneticamente modificado, ou como vulgarmente é denominado,

Leia mais

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Recursos Genéticos brasileiros Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Acesso aos recursos genéticos (antes da CDB ECO - RIO 1992) recursos

Leia mais

Problemas e desafios Soluções e ações propostas

Problemas e desafios Soluções e ações propostas FÓRUM DAS OFICINAS DO GRUPO DE TRABALHO DE AGRICULTURA ORGÂNICA E AGROECOLOGIA I - Introdução/Apresentações II - Comercialização III - Produção/Pesquisa/Assistência Técnica IV - Produção Animal V - Impactos

Leia mais

CUIDAR DA TERRA ALIMENTAR A SAÚDE CULTIVAR O FUTURO

CUIDAR DA TERRA ALIMENTAR A SAÚDE CULTIVAR O FUTURO CUIDAR DA TERRA ALIMENTAR A SAÚDE CULTIVAR O FUTURO Por que é importante dar preferência aos produtos orgânicos? Os sistemas de produção orgânica se baseiam em princípios da agroecologia e, portanto, buscam

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

Breve Introdução sobre os OGM

Breve Introdução sobre os OGM DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO AGROALIMENTAR E RURAL DIVISÃO DE SANIDADE VEGETAL E SEGURANÇA ALIMENTAR Breve Introdução sobre os OGM O cultivo de variedades de milho geneticamente modificadas

Leia mais

Silvia do Amaral Rigon DNUT/UFPR CONSEA CORESAN - RMC

Silvia do Amaral Rigon DNUT/UFPR CONSEA CORESAN - RMC Silvia do Amaral Rigon DNUT/UFPR CONSEA CORESAN - RMC Lei federal 11.346 de 2006 (LOSAN): assessoria à Presidência da República Controle Social Monitoramento das políticas/ controle social com base nas

Leia mais

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido ICC 114 8 10 março 2015 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido Memorando de Entendimento entre a Organização Internacional do Café, a Associação

Leia mais

TECNOLOGIA DO DNA RECOMBINANTE E TRANSGÊNICOS

TECNOLOGIA DO DNA RECOMBINANTE E TRANSGÊNICOS TECNOLOGIA DO DNA RECOMBINANTE E TRANSGÊNICOS As décadas de 1970 e de 1980 marcaram as grandes transformações por que passaria a biologia com as descobertas da organização do funcionamento e da variação

Leia mais

O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira

O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira Clusters para exportação sustentável nas cadeias produtivas da carne bovina e soja Eng Agrônomo Lucas Galvan Diretor

Leia mais

Produção Integrada Agropecuária PI Brasil Novembro/2011 AGROPECUÁRIA BRASILEIRA (2006) Fonte: Conab/MAPA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA CUSTO DA POSIÇÃO DE DESTAQUE DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA * Pode ter sido

Leia mais

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE Claudio Regis Depes 1983 Médico Veterinário Unesp (Jaboticabal) 2003 Especialização em Saúde Pública Veterinária Unesp (Botucatu) Trabalha na Coordenadoria de Defesa Agropecuária em Assis Gerente do Programa

Leia mais

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO Agropecuária É o termo utilizado para designar as atividades da agricultura e da pecuária A agropecuária é uma das atividades mais antigas econômicas

Leia mais

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Define a assistência

Leia mais

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA Legenda: Branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO. 12 MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.indd 12-1 CAPA 1 30.10.09 16:08:10 Data (M/D/A): 10/30/09 Contato: (61) 3344-8502 Formato (F): 200x200 mm Formato (A): 400x200 mm Data (M/D/A): 10/30/09 Ministério

Leia mais

Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento. Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011.

Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento. Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011. Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011. Mapa Visão e Missão Funai Mapa Estratégico: Proteger e promover

Leia mais

O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global. Arnaldo José Raizer P&D - Variedades

O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global. Arnaldo José Raizer P&D - Variedades O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global 1 Arnaldo José Raizer P&D - Variedades Roteiro Aquecimento Global Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) O setor sucro-energético Melhoramento Genético e

Leia mais

A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita)

A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita) Fornecer aos agentes envolvidos no agronegócio, notadamente as indústrias de insumos agropecuários e de alimentos, além dos produtores, Governo e academia, informações estratégicas sobre a dinâmica futura

Leia mais

Assembléia Legislativa do Estado do Paraná Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury Comissão de Constituição e Justiça

Assembléia Legislativa do Estado do Paraná Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury Comissão de Constituição e Justiça SUBSTITUTIVO GERAL AO PROJETO DE LEI 307/2003. SÚMULA: Veda o cultivo, a manipulação, a importação, a industrialização e a comercialização de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) no Estado do Paraná,

Leia mais

Dos resíduos às matérias-primas rentáveis

Dos resíduos às matérias-primas rentáveis Dos resíduos às matérias-primas rentáveis 1 Dos resíduos às matérias-primas rentáveis O aumento da população e do nível de vida previstos para as próximas décadas, pressupõem um acréscimo na procura de

Leia mais

Cadeia Produtiva do Leite. Médio Integrado em Agroindústria

Cadeia Produtiva do Leite. Médio Integrado em Agroindústria Médio Integrado em Agroindústria A importância da cadeia do leite A cadeia do leite e de seus derivados desempenha papel relevante no suprimento de alimentos e na geração de emprego e renda, se igualando

Leia mais

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE BIODIESEL

PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE BIODIESEL Programas para fortalecer a competitividade PROGRAMAS PARA FORTALECER A COMPETITIVIDADE BIODIESEL 1 Biodiesel Estratégias: Ampliação de Acesso (inserção social e redução das disparidades regionais) Objetivos:

Leia mais

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA EM AQUICULTURA Curso Sanidade em Aqüicultura CRMVSP, 25 de maio de 2012 CONCEITOS - A saúde é um direito de todos e dever do Estado (Constituição Federal); - Ações indelegáveis de

Leia mais

Desafios para consolidação de políticas públicas p instrumentos legais para acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios no Brasil

Desafios para consolidação de políticas públicas p instrumentos legais para acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios no Brasil Desafios para consolidação de políticas públicas p e instrumentos legais para acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios no Brasil Maurício Antônio Lopes Presidente da Embrapa Reunião do Cosag

Leia mais

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Ronaldo Mota Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Comissão Especial Pré-Sal / Fundo Social Câmara dos Deputados 6 de

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que:

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; Sejam capazes de se inserir no

Leia mais

Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA

Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA Embrapa Sede 08 Centros Nacionais de Temas Básicos 13 Centros Nacionais de Produtos 15 Centros Ecorregionais de Pesquisa Agroflorestal ou Agropecuária 03

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO - sistematização de informações disponíveis visando identificar o perigo potencial e avaliar a possibilidade de exposição.

ANÁLISE DE RISCO - sistematização de informações disponíveis visando identificar o perigo potencial e avaliar a possibilidade de exposição. ANÁLISE E IMPACTOS DO PROTOCOLO DE CARTAGENA PARA O BRASIL 41 Deise M. F. Capalbo* A análise de risco é um processo comparativo que deve ser conduzido, caso a caso, com embasamento cientifico e por processo

Leia mais

Mesa de Controvérsias sobre Transgênicos Brasília, 10 de julho de 2013

Mesa de Controvérsias sobre Transgênicos Brasília, 10 de julho de 2013 Mesa de Controvérsias sobre Transgênicos Brasília, 10 de julho de 2013 Painel Os Processos Decisórios e de Regulamentação e o Controle Social na Construção da Política de Biossegurança Leonardo Melgarejo

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

1ª REUNIÃO GLOBAL SOBRE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL

1ª REUNIÃO GLOBAL SOBRE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA 1ª REUNIÃO GLOBAL SOBRE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL Tema: Políticas Públicas no Brasil para o Desenvolvimento da Pecuária Sustentável Plano ABC Elvison

Leia mais

Biotecnologia como Geração de Conhecimentos e Benefícios Ampliados. Foco:- Redes Fito e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Biotecnologia como Geração de Conhecimentos e Benefícios Ampliados. Foco:- Redes Fito e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Biotecnologia como Geração de Conhecimentos e Benefícios Ampliados Foco:- Redes Fito e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Wanderli Pedro Tadei tadei@inpa.gov.br CENÁRIOS ATUAIS DA

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Os impactos das plantas transgênicas no sistema de produção de alimentos

Os impactos das plantas transgênicas no sistema de produção de alimentos Os impactos das plantas transgênicas no sistema de produção de alimentos ENTREVISTA Entrevista concedida a Lucas Tadeu Ferreira e Maria Fernanda Diniz Avidos Foto: Cláudio Bezerra Produtos geneticamente

Leia mais

A transgenia não é a única estratégia para a transformação genética de plantas

A transgenia não é a única estratégia para a transformação genética de plantas A transgenia não é a única estratégia para a transformação genética de plantas MARIA HELENA BODANESE ZANETTINI - DEPARTAMENTO DE GENÉTICA, INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, UFRGS maria.zanettini@ufrgs.br A base

Leia mais

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Perfil - 2-1. Fatos sobre Brasil 2. Contexto Florestal 3. Estratégias para

Leia mais

LIFE SCIENCES NO BRASIL

LIFE SCIENCES NO BRASIL LIFE SCIENCES NO BRASIL L IFE S CIENCES NO B R A presença da iniciativa privada no setor da saúde é cada vez mais relevante para a indústria de medicamentos e para as áreas de assistência à saúde, serviços

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. DISCIPLINA: Biologia TURMAS : A/B/C ANO: 12º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. DISCIPLINA: Biologia TURMAS : A/B/C ANO: 12º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Biologia TURMAS : A/B/C ANO: 12º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS AULAS PREVISTAS

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2042 - Inovações para a Agropecuária Número de Ações 15 Tipo: Projeto 116Z - Apoio à Ampliação, à Revitalização e à Modernização da Infraestrutura Física das Organizações Estaduais de Pesquisas

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS TEMA Conhecimentos Tradicionais RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Tema Conhecimentos Tradicionais RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.813, DE 22 DE JUNHO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e dá outras providências.

Leia mais

A Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários

A Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários A Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários Área de Resíduos e Contaminantes Nov 2007 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Coordenação-Geral de Apoio

Leia mais