SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE

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1 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE Manual de Procedimentos e Normas do Tratamento Fora de Domicílio da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás 1

2 2007. Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE GOIÁS/SES-GO Rua SC1 nº 299 Parque Santa Cruz Goiânia/GO CEP: Tel.: (62) Fax: (62) Assessoria Comunicação: Elaboração/Informações: SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE SCATS/SES/GO Av. 1ª Radial n 586 Bloco I, 4 andar Centro Goiânia/GO CEP: Tel.: (62) Fax: (62)

3 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE Manual de Procedimentos e Normas do Tratamento Fora de Domicílio da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Goiânia

4 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO GOIÂNIA

5 Ministério da Saúde José Agenor Álvares da Silva Governo do Estado de Goiás Alcides Rodrigues Filho Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Cairo Alberto de Freitas Superintendência de Controle e Avaliação Técnica de Saúde de Goiás/SCATS Silvio Divino de Melo Gerencia de Regulação de Avaliação Fausto Jaime Elaboração Técnica Silvio Divino de Melo Superintendente/SCATS Apoio Técnico Cirlene Rosa da Silva TFD/ GRA/SCATS Cláudio Adorno Taveira TFD/GRA/SCATS Paulo Roberto Barroso Vitorino TFD/ GRA/SCATS Reny Rios TFD/GRA/SCATS Revisor: Silvio Divino de Melo Superintendente da SCATS Apoio Operacional: Patrícia Bastos de Paula TFD/GRA/SCATS Dados obtidos pela demanda do CERAC e demanda espontânea dos usuários do SUS residentes no interior do estado que buscam tratamento em alta complexidade em outros estados. GOIÁS. Secretaria de Estado da Saúde. Superintendência de Controle e Avaliação Técnica de Saúde de Goiás. Manual de Normas e Procedimentos de Auditoria: SES/SCATS, p. Bibliografia 1. TFD-Saúde. 2. Portaria/SAS/MS nº 55 de 24 de Fevereiro de

6 S U M Á R I O INTRODUÇÃO... PÁG. 07 CONCEITO... PÁG. 08 DIREITO...PÁG. 08 CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DO TFD...PÁG. 08 CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE ACOMPANHANTE...PÁG. 09 RESTRIÇÕES...PÁG. 09 CONCESSÃO DE TRANSPORTE E DE AUXÍLIO FINANCEIRO...PÁG. 09 FLUXO DA AUTORIZAÇÃO...PÁG. 10 DISPOSIÇÕES GERAIS...PÁG. 12 ANEXOS...PÁG. 12 PORTARIA Nº 055/SAS/MS...PAG. 19 6

7 INTRODUÇÃO O Tratamento Fora de Domicilio é um direito do cidadão e um dever do Estado. Visa a garantir aos usuários do Sistema Único de Saúde o acesso a serviços assistenciais não disponíveis em seu município. A Secretaria de Estado da Saúde instituiu a partir de janeiro de 2000 o Tratamento Fora de Domicilio no plano estadual com o intuito de garantir à população dos municípios ainda não habilitados em Gestão Plena do Sistema Municipal o encaminhamento para atendimento noutros estados, quando esgotadas todas as possibilidades diagnosticas ou terapêuticas locais. Os municípios habilitados em Gestão Plena do Sistema Municipal devem garantir à sua população o mesmo beneficio. Para implementar tal serviço foi instituído uma Comissão Estadual através da Portaria GAB/SES n.º 041/2007 a qual desenvolveu o MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTO PARA O TRATAMENTO FORA DE DOMICILIO e respectivos formulários e fluxograma apresentados a seguir. 7

8 TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO 1 CONCEITO O Tratamento Fora de Domicílio TFD é um recurso assistencial a que os usuários do SUS têm direito a recorrer, uma vez esgotadas as possibilidades para determinado procedimento diagnósticos ou terapêuticos no local de origem, desde que tal procedimento seja caracterizado como essencial para reverter à condição patológica e para a recuperação do paciente, mesmo que parcial. A Portaria SAS/MS N 55 de 24/02/1999 regulamenta a matéria e estabelece as diretrizes para a implantação dos sistemas de autorização, controle e financiamento do TFD. 2 DIREITO Têm direito aos benefícios do TFD no nível da gestão estadual: 1 Os pacientes que residam no estado de Goiás, cujos municípios não estejam na Gestão Plena do Sistema Municipal. Os usuários dos municípios habilitados em Gestão Plena obterão os benefícios diretamente do gestor municipal; 2 Os usuários serão atendidos exclusivamente na rede pública ou conveniada/contratada do SUS. 3 CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DO TFD 1 Os pedidos de TFD são autorizados exclusivamente pela comissão de TFD nomeada pelo gestor estadual. 2 A autorização de TFD inclui somente procedimentos que constem das tabelas SIA e SIH-SUS. 3 O pedido de TFD é autorizado somente com a garantia de atendimento, mediante confirmação de agendamento do mesmo no local de destino. 4 O deslocamento previsto deve ser superior a 50 quilômetros e fora de área metropolitana, sendo o meio de transporte compatível com a gravidade do caso e as condições físicas do paciente. 8

9 4 CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE ACOMPANHANTE 1 Somente quando indicada pelo médico assistente, mediante justificativa convincente, devendo ficar suficientemente esclarecida a razão pela qual o paciente está impedido de deslocar-se só. 2 Serão consideradas prioridades os casos: Paciente em fase de aleitamento; Menores de idade; Paciente portador de deficiência cuja gravidade exige acompanhamento; Paciente idoso (acima de 65 anos); Paciente debilitado e sem condições para cuidar de si próprio. Nota: o acompanhamento deve ser parente próximo do paciente ou responsável legal e capaz. 5 RESTRIÇÕES Somente serão concedidos os benefícios autorizados previamente, excluindo, portanto qualquer forma de reembolso de despesas contraídas sem autorização prévia da Comissão Estadual do TFD. Somente são acatados os pedidos oriundos de serviços próprios ou conveniados do SUS, bem como são autorizados somente aos serviços a serem realizados exclusivamente por unidades próprias ou vinculadas ao SUS no local de destino. Estão excluídos os procedimentos que constam no PAB (Piso de Atenção Básica). 6 CONCESSÃO DE TRANSPORTE E DE AUXÍLIO FINANCEIRO PARA O CUSTEIO DE DESPESAS COM ALIMENTAÇÃO E HOSPEDAGEM E AUXÍLIO FUNERÁRIO. As despesas autorizáveis pelo TFD são relativas a transporte (terrestre, aéreo e fluvial) e auxilio para custear os gastos com alimentação e hospedagem para o paciente e acompanhante e auxílio a serviços funerários. 9

10 A autorização e a liberação dos recursos esta condicionado à disponibilidade financeira, devendo o gestor estadual providenciar a sua dotação orçamentária. Em caso de óbito do usuário em TFD a autorização para auxílio aos serviços funerários será concedida aos pacientes cadastrados que tenha feito o deslocamento para a Unidade de Referência através do TFD/SES/GO. O auxílio aos serviços funerários ocorrerão por conta do gestor estadual, quando existir cobertura contratual entre a SES/GO e a empresa prestadora especializada em tais serviços. 6.1 TRANSPORTE Os bilhetes de passagens de idas e voltas serão adquiridos pelo gestor estadual, através de contrato estabelecido com empresas prestadoras de tais serviços com valores vigentes no período, devendo o beneficiário comprometer-se a apresentar, no retorno, os bilhetes utilizados como comprovantes. 6.2 AUXÍLIO PARA ALIMENTAÇÃO E HOSPEDAGEM Os valores a serem pagos para o paciente e acompanhante devem ser os constante da Tabela de Procedimentos do SIA SUS. Se o paciente retornar no mesmo dia, não será custeada a hospedagem, mas somente a alimentação. Auxilio financeiro para hospedagem não será fornecido no período em que o mesmo permanecer internado no local do destino. 7 FLUXO DA AUTORIZAÇÃO A autorização dos pedidos de TFD deve percorrer os seguintes passos: 7.1 UNIDADE SOLICITANTE (PRÓPRIA OU CONVENIDADA): 1 Médico assistente preenche pedido de TFD (formulário 01) e ficha de referência (formulário 02) explicitando, com clareza, as justificativas para o deslocamento do paciente; o preenchimento deve ser correto, datilografado ou letras de forma em todos os campos; 10

11 2 Anexar cópia de documentos (laudos de exames, relatório médico ou outro) exigíveis e que subsidiem o pedido e suas justificativas; 3 Envia à Comissão de TFD da Secretaria Estadual de Saúde; 7.2 COMISSÃO DE TFD: 1 A recepção atende, confere se o pedido está corretamente preenchido e verifica se os documentos satisfazem as exigências; caso negativo, devolve para correção com mensagem do motivo, registrando o evento; caso positivo (documentos em ordem) abre o processo, estabelece data para conclusão e encaminha para análise técnica do mérito e parecer (formulário 03); 2 Comissão analisa a solicitação: se não obedecer aos critérios adotados, devolve negando, com mensagem padrão explicando o motivo e assinatura conjunta (formulário 03); 3 Se a solicitação for pertinente, estabelece a prioridade, abre prazo para conclusão e inicia as providências (formulário 03); 4 Verifica disponibilidade financeira; 5 Verifica garantia de atendimento: estado e município receptor, agendamento na unidade, dia e hora; 6 Autoriza a solicitação e submete o processo a outro membro da comissão para assinatura conjunta; 7 Autoriza a empresa contratada pela SES/GO que providencie o custeio das despesas aprovadas e a emissão dos bilhetes de passagens, etc.; registra o evento em livro próprio ou em outro meio de controle e estatística; 8 Informa o interessado, alerta-o sobre a necessidade de prestação de contas, orienta sobre o deslocamento e fornece formulário (formulário 04) de atendimento para devolver preenchido no retorno. 7.3 USUÁRIO, ACOMPANHANTE OU RESPONSÁVEL LEGAL: 1 Receber os recursos, bilhetes e os documentos do encaminhamento; 2 Assinar documento comprobatório (formulário 05) e compromete-se a prestar contas das despesas; 3 Após o atendimento no local de destino, o usuário deve retornar para prestar contas das despesas efetuadas e programar o próximo deslocamento, se o caso exigir; 11

12 4 Trazer o formulário de atendimento (formulário 04) corretamente preenchido, principalmente os campos que se referem ao tratamento realizado, às justificativas de retorno e meios especiais de transporte. 8 DISPOSIÇÕES GERAIS 8.1 Estas normas foram elaboradas em conformidades com a Portaria nº 55 SAS/MS e suas diretrizes, ficando quaisquer dúvida ou omissões a cargo da Comissão do TFD. 8.2 As despesas decorrentes do TFD são apresentadas mensalmente sob a forma de BPA, devendo a unidade concedente ater-se às tabelas e referencia da portaria nº A SES/GO não se responsabilizará pelo ressarcimento de quaisquer despesas contraídas fora destas normas ou sem a devida autorização prévia da comissão do TFD. 9. ANEXOS: Fluxograma do TFD Formulário TFD 01 - SOLICITAÇÃO PARA TFD Formulário TFD 02 - FICHA DE REFERÊNCIA E CONTRA REFERÊNCIA Formulário TFD 03 - PARECER DA COMISSÃO TÉCNICA Formulário TFD 04 - RELATÓRIO DE ATENDIMENTO Formulário TFD 05 - DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE BILHETES DE PASSAGENS E AUXÍLIO FINANCEIRO Portaria SAS/MS nº 055 de 24/02/1999 FLUXOGRAMA DO TFD UNIDADE PRÓPRIA OU CONVENIADA (REFERÊNCIA) PREENCHE PEDIDO DE TFD (FORMULÁRIOS 01 E 02) 12

13 ORIENTA O PACIENTE O COMISSÃO DO TFD CONFERE A DOCUMENTAÇÃO ENQUADRA NOS CRITÉRIOS DO TFD? SIM DOCUMENTAÇÃ O EM ORDEM? NÃO NÃO ORIENTAR O PACIENTE SIM PROTOCOLIZAÇÃO AGUARDA NÃO DISPONIBILIDADE CONTRATUAL? SIM COORDENAÇÃO DO TFD AUTORIZA A EMPRESA A FORNECER OS BENEFÍCIOS PACIENTE PREENCHE DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO DOS BENEFÍCIOS (FORMULÁRIO 05) UNIDADE DESTINO (CONTRA-REFERÊNCIA) UNIDADE PREENCHE RELATÓRIO DE ATENDIMENTO FORMULÁRIO 04 PACIENTE DEVOLVE FORMULÁRIO 04 E PRESTA CONTAS COORDENAÇÃO EMITE RELATÓRIO GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS 13

14 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE GERÊNCIA DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO FORMULÁRIO Nº 01 SOLICITAÇÃO PARA AUTORIZAÇÃO DE TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO PEDIDO Nº / Ilmo(a). Sr.(a) Coordenador(a) da Comissão do Tratamento Fora do Domicílio-TFD da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. Solicitamos a V. Sa. autorização para o atendimento ao paciente conforme laudo médico em anexo., de de 20. (município de origem) Assinatura do solicitante: GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE GERÊNCIA DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO FORMULÁRIO Nº 02 14

15 FICHA DE REFERÊNCIA E CONTRA-REFERÊNCIA GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE GERÊNCIA DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO Nome do Paciente: RG nº: Data de nascimento: Sexo: Nome do acompanhante ou responsável: F ( ) M ( ) Endereço do paciente: Município: História da doença atual resumo: Exame Físico Principais Dados: Diagnóstico ou hipótese diagnóstica: CID - 10 Especialidade: Exames complementares ( Anexar cópias dos laudos mais recentes): Tratamento indicado: Exame(s) solicitado(s): Justificativa das razões que impossibilitam a realização do tratamento ou exame no local: Acompanhante: Sim ( ) Não ( ) Tipo de Transporte: Justificar: Justificar: Local: Data: Assinatura do médico assistente com carimbo: Atenção: ESTA FICHA DEVE ESTAR COM TODOS OS CAMPOS PREENCHIDOS. CASO CONTRÁRIO, A MESMA SERÁ DEVOLVIDA PARA COMPLEMENTAÇÃO OU CORREÇÃO DAS INFORMAÇÕES SOLICITADAS. FORMULÁRIO Nº 03 15

16 PARECER DA COMISSÃO TÉCNICA A Comissão do TFD, após análise da documentação apresentada, decide: 1- ( ) Necessita de documentação ou dados complementares: 2- ( ) Indeferido: 3- ( ) Deferido: Assinaturas da Comissão do TFD: Goiânia, / /. GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE GERÊNCIA DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO FORMULÁRIO Nº 04 16

17 RELATÓRIO DE ATENDIMENTO Nome do Paciente: Nº do prontuário: Unidade onde o paciente foi atendido: Telefone da Unidade: ( ) Especialidade: ATENDIMENTO REALIZADO: ( ) Ambulatorial Dias de tratamento dias. ( ) Internação Data da internação: / / Data da Alta: / / Nº da AIH: CID 10: Diagnóstico: TRATAMENTO OU CIRURGIA REALIZADA: Procedimento: Transporte Recomendável: ( ) Rodoviário ( ) Aéreo ( ) Fluvial Justificar o motivo de transporte aéreo: CONTINUIDADE DO TRATAMENTO: ( ) No Órgão de origem ( ) Neste serviço Retorno em: Data prevista para retorno: Assinatura do médico solicitante: Data: / / Atenção: A autorização para a continuidade do tratamento ou acompanhamento do caso depende do completo e correto preenchimento deste relatório, pois as informações solicitadas são de extrema importância para o processo de avaliação, acompanhamento e controle dos pacientes atendidos pelo TFD do SUS-GO. GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE SAÚDE GERÊNCIA DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO TRATAMENTO FORA DO DOMICÍLIO FORMULÁRIO Nº 05 17

18 DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE BILHETE DE PASSAGEM E AUXÍLIO FINANCEIRO Nome do paciente N Documento N do processo Nome do (s) acompanhante (s) N Documento Grau de parentesco Nome do doador (a) N Documento Grau de parentesco MEIO DE TRANSPORTE ( ) Rodoviário ( ) Aéreo ( ) Outros BILHETES DE PASSAGENS Paciente Acompanhante Doador Doador Total N DE PASSAGENS TRECHO VALOR Declaro que recebi da empresa, bilhetes de passagens e auxílio financeiro para custear despesas no período de à, na cidade de. Assinatura do paciente ou responsável legal: Goiânia, / /. MINISTÉRIO DA SAÚDE 18

19 Portaria/SAS/Nº 055 de 24 de fevereiro de SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Dispõe sobre a rotina do Tratamento Fora de Domicílio no Sistema Único de Saúde SUS, com inclusão dos procedimentos específicos na tabela de procedimentos do Sistema de Informações Ambulatoriais do SIA/SUS e dá outras providências. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a necessidade de garantir acesso de pacientes de um município a serviços assistenciais de outro município; Considerando a importância da operacionalização de redes assistenciais de complexidade diferenciada, e Considerando a Portaria SAS/MS/Nº 237, de 09 de dezembro de 1998, publicada no Diário Oficial n 238-E, de 11 de dezembro de 1998, que define a extinção da Guia de Autorização de Pagamentos GAP, como instrumento para pagamento do Tratamento Fora do Domicílio TFD, resolve: Art. 1º - Estabelecer que as despesas relativas ao deslocamento de usuários do Sistema Único de Saúde SUS para tratamento fora do município de residência possam ser cobradas por intermédio do Sistema de Informações Ambulatoriais SIA/SUS, observado o teto financeiro definido para cada município/estado. 1º - O pagamento das despesas relativas ao deslocamento em TFD só será permitido quando esgotados todos os meios de tratamento no próprio município. 2º - O TFD será concedido, exclusivamente, a pacientes atendidos na rede pública ou conveniada/contratada do SUS. 3º - Fica vedada a autorização de TFD para acesso de pacientes a outro município para tratamentos que utilizem procedimentos assistenciais contidos no Piso da Atenção Básica PAB. 19

20 4º- Fica vedado o pagamento de diárias a pacientes encaminhados por meio de TFD que permaneçam hospitalizados no município de referência. 5º - Fica vedado o pagamento de TFD em deslocamentos menores do que 50 Km de distância e em regiões metropolitanas. Art. 2º - O TFD só será autorizado quando houver garantia de atendimento no município de referência, com horário e data definido previamente. Art. 3º - A referência de pacientes a serem atendidos pelo TFD deve ser explicitada na PPI de cada município. Art. 4º - As despesas permitidas pelo TFD são aquelas relativas a transporte aéreo, terrestre e fluvial; diárias para alimentação e pernoite para paciente e acompanhante, devendo ser autorizadas de acordo com a disponibilidade orçamentária do município/estado. 1º A autorização de transporte aéreo para pacientes/acompanhantes será precedida de rigorosa análise dos gestores do SUS. Art. 5º - Caberá as Secretarias de Estado da Saúde/SES propor às respectivas Comissões Intergestores Bipartite CIB a estratégia de gestão entendida como: definição de responsabilidades da SES e das SMS para a autorização do TFD; estratégia de utilização com o estabelecimento de critérios, rotinas e fluxos, de acordo com a realidade de cada região e definição dos recursos financeiros destinados ao TFD. 1º A normatização acordada será sistematizada em Manual Estadual de TFD a ser aprovado pela CIB, no prazo de 90 dias, a partir da vigência desta portaria, e encaminhada, posteriormente, ao Departamento de Assistência e Serviços de Saúde/SAS/MS, para conhecimento. Art. 6º - A solicitação de TFD deverá ser feita pelo médico assistente do paciente nas unidades assistenciais vinculadas ao SUS e autorizada por comissão nomeada pelo respectivo gestor municipal/estadual, que solicitará, se necessário, exames ou documentos que complementem a análise de cada caso. Art. 7º - Será permitido o pagamento de despesas para deslocamento de acompanhante nos casos em que houver indicação médica, esclarecendo o porquê da impossibilidade do paciente se deslocar desacompanhado. Art. 8º - Quando o paciente/acompanhante retornar ao município de origem no mesmo dia, serão autorizadas, apenas, passagem e ajuda de custo para alimentação. Art. 9º - Em caso de óbito do usuário em Tratamento Fora do Domicílio, a Secretaria de Saúde do Estado/Município de origem se responsabilizará pelas despesas decorrentes. Art. 10 Criar nas Tabelas de Serviço e Classificação do SIA/SUS o serviço de TFD e sua classificação: TABELA DE SERVIÇO CÓDIGO DESCRIÇÃO 20

21 23 Tratamento Fora de Domicílio TFD. CLASSIFICAÇÃO DO SERVIÇO DE TFD CÓDIGO DESCRIÇÃO 00 Serviço sem classificação. Art. 11 Incluir na tabela de procedimentos do SIA/SUS, os seguintes procedimentos: Unidade de remuneração para transporte aéreo a cada 200 milhas por paciente/acompanhante. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Serviço/Classificação 23/00 Atividade Profissional Unidade de remuneração para transporte terrestre a cada 50 km de distância por paciente/acompanhante. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Serviço/Classificação 23/00 Atividade Profissional Unidade de remuneração para transporte fluvial a cada 50 km de distância por paciente/acompanhante. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Serviço/Classificação 23/00 Atividade Profissional Ajuda de custo para alimentação de paciente e acompanhante quando não ocorrer o pernoite fora do domicílio. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 21

22 Serviço/Classificação 23/00 Atividade Profissional Ajuda de custo para diária completa (alimentação e pernoite) de paciente e acompanhante. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Serviço/Classificação 23/00 Atividade Profissional Ajuda de custo para alimentação de paciente sem acompanhante quando não ocorrer o pernoite fora do domicílio. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Serviço/Classificação 23/00 Atividade Profissional Ajuda de custo para diária completa (alimentação e pernoite) de paciente sem acompanhante. Ítem de Programação 21 AVEIANM Nível de Hierarquia 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Serviço/Classificação 23/00 Atividade profissional 00 Art. 12 Fixar os valores dos procedimentos ora criados: CÓDIGO SP ANEST OUTROS TOTAL ,00 0,00 100,00 100, ,00 0,00 3,00 3, ,00 0,00 2,00 2, ,00 0,00 10,00 10, ,00 0,00 30,00 30, ,00 0,00 5,00 5, ,00 0,00 15,00 15,00 22

23 Art. 13 O valor a ser pago ao paciente/acompanhante para cobrir as despesas de transporte é calculado com base no valor unitário pago a cada 50 km para transporte terrestre e fluvial ou 200 milhas para transporte aéreo percorrido. Art. 14 Os valores relativos aos códigos 423-5, e são individuais, referentes ao paciente e ao acompanhante, conforme o caso. Art. 15 Os comprovantes das despesas relativas ao TFD deverão ser organizados e disponibilizados aos órgãos de controle do SUS. Art. 16 As Secretarias Estaduais/Municipais de Saúde deverão organizar o controle e a avaliação do TFD, de modo a manter disponível a documentação comprobatória das despesas, de acordo com o Manual Estadual de TFD. Art. 17 As SES/SMS deverão proceder o cadastramento/recadastramento das unidades autorizadoras de TFD, observando a codificação de Serviço/Classificação criados. Art Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1º de março de RENILSON REHEM DE SOUZA \\SERVER-SAS\GERAL-SAS\Sala720\Portarias\Rotina TFD.doc 23

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