Sintrafesc debate greve e perspectivas do governo Lula

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1 CORREIOS Impresso especial Nº DR/SC SINTRAFESC Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de Santa Catarina Agosto 2003 Filiado à CUT e à Condsef Sintrafesc debate greve e perspectivas do governo Lula Fotos: Celso Vicenzi Debate foi realizado em reunião do Conselho Deliberativo na Capital ADVOGADOS O Sintrafesc esclarece que somente o escritório Silva & Locks Advogados Associados está autorizado a enviar correspondência em nome do Sindicato. Ao receber qualquer correspondência solicitando dados pessoais ou assinatura de procuração, confirme primeiro com o Sindicato (48) e repasse-os somente ao endereço da rua Nereu Ramos, 19 sala 609, ou informe-se com o delegado sindical da sua cidade/região. Qualquer outro endereço pode ser de alguém querendo se passar por advogado do Sindicato. Cuidado! Os advogados do Sintrafesc têm compromisso com os servidores públicos federais. Não corra riscos desnecessários. GOLPE Pensionistas do serviço público de todo o Brasil estão recebendo ligações pedindo informações para liberar dinheiro a que supostamente teriam direito. Cuidado, é golpe. Não forneça nenhuma informação. Entre em contato com o Sintrafesc ou se você possui sistema de identificação de chamada telefônica denuncie à polícia. NOVA AÇÃO O Sintrafesc dará entrada, em breve, com a ação do reajuste geral. Já temos procurações. Os filiados que ainda não entregaram a procuração receberão uma carta-consulta para saber se desejam fazer parte da ação. Pai deve ser estimulado a educar e cuidar dos filhos Coletivo amplia participação dos filiados Grito dos Excluídos se expande pela América

2 In memoriam: Homero de Souza Campos, o Ranchinho da dupla com Alvarenga (1997, dia 1º); Luiz Gonzaga do Nascimento, cantor e compositor (1989, dia 2); Washington Luís de Souza, último presidente da República Velha (1957, dia 4); Herbert de Souza, o Betinho, sociólogo (1997, dia 9). In memoriam: Henry Fonda, ator (1982, dia 12); João Salvador Perez, o Tonico da dupla sertaneja com Tinoco (1992, dia 13); Bertolt Brecht, dramaturgo alemão (1956, dia 14); Eça de Queirós, escritor português (1900, dia 16); Grouxo Marx, comediante (1977, dia 19); Raul Seixas, cantor e compositor (1989, dia 21). In memoriam: Menotti Del Picchia, escritor (1988, dia 23); Truman Capote, escritor (1984); Charles Lindbergh, piloto norte-americano (1974, dia 26); Sérgio Porto também conhecido por Stanislaw Ponte Preta, cronista carioca (1968, dia 30); Diana Frances Spencer, a Princesa Diana (1997, dia 31). Artigo Paternidade: é desejo, é direito, é compromisso! Jorge Lyra e Benedito Medrado - Coordenadores do Instituto PAPAI 2 Estampa Agosto 2003 O dia dos pais tornou-se uma data puramente comercial, quando a mídia bombardeia mensagens e propagandas em que amor paterno aparece como mais um produto, entre muitos. Num movimento contrário, desde 1997, durante a semana do dia dos pais, o Instituto PAPAI tem promovido, em Recife e outras cidades, atividades que buscam estimular a reflexão sobre o cuidado infantil, valorizando a participação dos homens na educação e no cuidado dos filhos. Em nossa sociedade, o cuidado infantil é uma experiência pouco valorizada e atribuída normalmente às mulheres. Pouco se pergunta aos homens sobre seu desejo de ser pai e pouco se informa sobre os direitos e compromissos relativos ao exercício da paternidade. Não podemos esquecer que o cuidado é, antes de tudo, uma habilidade que se aprende ao longo da vida. Desde criança, as mulheres praticam o cuidado infantil. São estimuladas, por exemplo, a brincar de boneca, exercitando o que supostamente as espera pela frente: a vida doméstica. Quando um menino resolve incluir, entre suas brincadeiras, peças ou jogos relacionados ao lar, geralmente é recebido com chacotas e censura. Assim, raras vezes presenciamos um homem adulto executando tarefas associadas ao cuidado de um bebê. Do mesmo modo, o cuidado das pessoas idosas e dos doentes, na família, também costuma ser desempenhado por mulheres. Enfim, em nossa cultura, a arte de cuidar aparece quase como uma condição natural de ser mulher. Ser mulher é ser, naturalmente, uma boa cuidadora. Entretanto, pesquisas, reflexões e intervenções indicam o que é óbvio para alguns, mas novidade para muitos: a importância do homem na vida reprodutiva e o desejo de certos homens dela participarem. Estudos também têm destacado que o exercício da paternidade pode gerar satisfação para as crianças, para as mulheres e para os próprios homens. Ampliar a aceitação do cuidado desempenhado pelo pai pode expandir seu papel junto aos filhos, o que faz com que os homens tenham mais facilidade em prover as necessidades das crianças, e desenvolver outros tipos de cuidado. A maior participação dos homens nos cuidados para com seus filhos pode, por fim, dinamizar as relações de gênero na medida em que as crianças poderão observar comportamentos de seus pais nestas atividades, possibilitando, assim, uma ampliação de seus repertórios quanto a papéis masculinos e femininos. Um outro aspecto muito importante é o grande debate, no mundo todo, sobre a educação de filhos de pais ou mães homossexuais. As condições emocionais, econômicas e a disponibilidade para uma relação afetiva são muito mais importantes e determinantes do que qualquer outro fator para se ter filhos e poder educá-los em condições satisfatórias. Entendendo pai e mãe como função paterna e materna e não literalmente desempenhadas por homens e mulheres, não há contradições específicas, além das que existem para quaisquer pessoas, independentemente de sua orientação sexual. Não podemos nos esquecer que a Constituição brasileira coloca como base para a igualdade de oportunidades, a necessidade em se promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Por fim, é importante lembrar que um homem pode ser perfeitamente feliz sem ter filhos, assim como uma mulher pode sentir-se plenamente realizada sem ser mãe. A paternidade e a maternidade não devem ser vistas como um dever, uma obrigação. Para outras informações sobre o Instituto PAPAI, acesse envie um para: ou ligue (81)

3 A CUT/SC realiza no dia 19 de setembro, na Escola Sul, o Seminário da Reforma Tributária e a Justiça Social. Participam, entre outros, o deputado federal Carlito Merss, membro da Comissão Especial da Reforma Tributária, a senadora Ideli Salvatti e o professor e doutor em Direito Tributário, Valcir Gassen. O governo Lula terá em 2004 três vezes mais recursos (alguns especialistas estimam em 7,5% do Orçamento da União) do que os direcionados pelo governo anterior para as políticas de pessoal em Mas nem tudo será destinado a reajuste salarial, pois o governo pretende contratar 18 mil novos funcionários. O projeto Sintrafesc Itinerante estará em Monte Castelo e Mafra nos dias 10 e 11 de setembro. Diretores e funcionários prestarão esclarecimentos e debaterão assuntos de interesse dos filiados. Haverá também Plantão Jurídico. A organização local será do secretário de Organização, Martin Fuchs. Jurídico Filiados devem enviar documentos para agilizar ação Kázia Palanowski - Advogada do Sintrafesc Das oito ações sobre FGTS ajuizadas pelo Sintrafesc, duas aguardam sentença (uma porque ainda é nova, tendo sido ajuizada no final de 2002; outra porque muitos que a integravam fizeram o acordo com a CEF e as homologações atrasaram seu julgamento); duas aguardam julgamento no STJ em Brasília, e quatro entraram em fase de Execução (cálculo dos valores devidos). Para todas, mas prioritariamente neste momento para as que estão em Execução, é necessário, para que possamos elaborar os cálculos, que tenhamos em mãos os extratos da época e o demonstrativo atual (saldo). Quando iniciamos a fase de Execução requerermos em juízo que seja determinado que a CEF traga aos autos estes documentos. Entretanto, talvez como uma forma de ganhar tempo, a CEF tem utilizado de vários subterfúgios para não trazer estes documentos aos autos. Para que possamos agilizar esta fase, e não ficarmos dependendo só da boa vontade da CEF, solicitamos a todos que possuem ação com o Sintrafesc (e não fizeram acordo com a Caixa) que nos enviem os seguintes documentos: 1. extrato de todas as contas de FGTS de nov/88 até maio/90, obtidas nos bancos depositários da época (vide CTPS); Setor Jurídico do Sintrafesc aguarda documentos dos filiados 2. Demonstrativo atual de saldo do FGTS obtido na CEF; 3. Procuração para execução (somente quem já está com o processo em fase de Execução e ainda não entregou). Caso o servidor não obtenha um dos documentos listados acima nos itens 1 e 2 é necessário nos enviar: 1. Cópia de todas as CTPS das páginas: foto e qualificação; contratos de trabalho; opção pelo FGTS; e anotações relacionadas ao FGTS, quando existir. 2. Cópia do número do PIS/PA- SEP e número do CPF. Os filiados não precisam telefonar para o Sindicato para saber se o seu processo está em fase de Execução. A procuração, para esses casos, será enviada pelo Correio, não sendo necessário solicitá-la ao Sindicato. Mas atenção: todos os filiados devem enviar os extratos da CEF, independentemente do processo estar na execução ou não. O endereço do Sintrafesc é: Rua Presidente Nereu Ramos, 19 sala Centro Florianópolis - SC CEP Foto: Celso Vicenzi 3 Estampa Agosto 2003

4 A Escola do Legislativo da Assembléia Legislativa/SC, em parceria com o Instituto Catarinense de Estudos Sociais, Políticos e Econômicos e a Associação Casa da Mulher Catarina promovem, de 10 de setembro a 26 de novembro, no Plenarinho da AL, o curso A Integração Política da Mulher no Poder Local. Com o objetivo de capacitar o movimento sindical para atuar no Fórum Nacional e Estadual do Trabalho e desenvolver ações e intervenções na Reforma Trabalhista e Sindical, será realizado de 29/9 a 1/10, na Escola Sul da CUT, o Seminário Estadual de Saúde e Segurança no Trabalho e na Reforma Trabalhista. A Comissão de Educação do Senado aprovou parecer do senador Valdir Raupp a projeto da Câmara do deputado Maurício Rebelo, que institui o ano de 2004 como o Ano da Mulher. A data contribuirá para aprofundar a consciência do papel da mulher na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática. Sindicato Reunião do Conselho discute greve e mesa de negociação 4 Estampa Agosto 2003 O O Sintrafesc realizou, de 28 a 30 de agosto, mais uma reunião do Conselho Deliberativo, na sede da Assefaz, em Florianópolis. Os diretores do Sindicato e delegados de todas as regiões do Estado discutiram e tomaram decisões sobre a ação de reajuste geral (aprovada), o 1º Congresso do Sintrafesc, o papel dos delegados sindicais, a organização do Conselho Deliberativo e informes da Secretaria de Formação. No dia seguinte foram realizados debates sobre Avaliação e perspectivas do governo Lula, com o professor de Jornalismo Samuel Lima e o bacharel em Filosofia e assessor do deputado Carlito Merss, Eduardo Dalbosco. À tarde, o diretor de Finanças da Condsef, Pedro Armengol, falou sobre a greve nacional e explicou detalhes da Mesa Nacional de Negociação Permanente entre servidores e governo. Na manhã de sábado houve prestação de contas, criação de um Grupo de Trabalho sobre Segurança e Saúde do Trabalhador reavaliação do calendário de atividades, prejudicado em função da greve. Segundo Pedro Armengol, o Regime Jurídico Único é uma relação instituída de forma unilateral e que, portanto, não tem servido à categoria. Um lado estabelece as regras e o outro cumpre. Se não há acordo, não temos para quem recorrer, como na iniciativa privada, criticou. Por isso, crê que a Mesa Nacional de Negociação Permanente terá que pensar em outros mecanismos, para Pedro Armengol, diretor da Condsef que o Estado reconheça os conflitos no âmbito do serviço público e crie os instrumentos jurídicos para a mediação e uma possível solução. Apesar dos rumos do governo Lula, a Mesa de Negociação ainda é uma esperança para a conquista de alguns avanços institucionais, políticos e econômicos. Pode-se mencionar, por exemplo conforme Armengol a primeira reunião entre servidores e governo, no dia 26 de fevereiro, com a presença de seis ministros. Palocci disse que o passado não poderia ser atendido, mas que no governo Lula os servidores não teriam mais perdas. Foram criados grupos para negociar política salarial, direito sindical, segurança social e reconstrução do Estado, com diretrizes para um plano de carreira. Armengol não subestima os desafios, afinal, o PT conquistou o governo, mas não o poder. Acredita, no entanto, que se nos quatro anos Foto: Celso Vicenzi de governo Lula a Mesa de Negociação estabelecer um sistema legal e político para discutir os conflitos com os servidores, será um avanço importante. Sobre as mudanças obtidas na PEC 40, disse que só foram alcançadas graças à mobilização dos servidores. E que a greve terminou na hora certa, pois saímos de cabeça erguida. Segundo Armengol, reafirmamos a independência do movimento sindical frente a qualquer governo, seja ele quem for. Isto não significa, porém, que a mobilização terminou. É preciso continuar a pressionar o Senado para que se possa avançar em outros quesitos não contemplados na votação da Câmara. O diretor da Condsef criticou a negociação na Câmara, entre governo federal, governadores e parlamentares, feitos na base do toma lá, dá cá. Disse que o preço que o governo Lula vai pagar será muito alto. Tudo isso para fazer uma economia de R$ 1,5 bilhão para uma dívida que dizem ser de R$ 70 bilhões. É muito desgaste político por tão pouco. A única explicação é de que mais do que uma receita fiscal, o governo buscava privatizar o sistema da Previdência brasileira. Armengol não espera muito do atual governo e, pior, teme que a reforma ministerial anunciada pelo Palácio do Planalto, com mais espaço para outros partidos, sobretudo o PMDB, vai dificultar ainda mais o cumprimento de algumas promessas de campanha.

5 O Senado aprovou parecer do senador Leomar Quintanilha a projeto da Câmara que institui o Dia Nacional do Idoso, data a ser comemorada em 27 de setembro de cada ano. Segundo estimativas, o Brasil terá em 2020 mais de 30 milhões de idosos, o que representará aproximadamente 15% da população do país. O ministro do Planejamento, Guido Mantega, aceitou o pedido de exoneração solicitado pelo secretário de Recursos Humanos do Ministério, Luís Fernando Silva. Assume o cargo a secretária-adjunta, Claudia Maria Beatriz Duranti, que dará continuidade à política de Recursos Humanos que já vinha sendo implementada. Será realizado de 1º a 3 de outubro, na Escola Sul da CUT, em Ponta das Canas, Florianópolis, o Seminário Regional Sul de Comunicação, que terá como eixo o papel da CUT na democratização da comunicação, e o desafio dos 20 anos e as estratégias de comunicação da Central Única dos Trabalhadores. Sindicato Avaliação dos pontos positivos e negativos da paralisação D Diretores e delegados que integram o Conselho Deliberativo do Sintrafesc fizeram uma análise da participação do Sintrafesc na greve dos servidores públicos federais. Divididos em quatro grupos, os servidores listaram e debateram os pontos positivos e negativos. Pontos positivos: Mobilização da categoria com apoio da sociedade; a participação efetiva do Sintrafesc em todo o processo; comando de greve eficaz; articulação do Sindicato promovendo assembléias nos órgãos e regiões; avanços em relação ao projeto inicial; estabelecimento do teto salarial; as caravanas a Brasília; a união entre as várias categorias de servidores; as manifestações e passeatas realizadas; a participação dos servidores estaduais e municipais no Fórum Estadual da Previdência. Pontos negativos: Sintrafesc deveria instruir melhor o comando de greve; sobrecarga de atividades para o presidente, Lírio José Téo; passividade do comando de greve local; pouca distribuição de material de esclarecimento; privilégio em relação ao Judiciário; desgaste pessoal dos grevistas; falta de esclarecimento à população do motivo geral da greve; limite de salário nas aposentadorias para os novos servidores; aumento da idade e contribuição para os atuais servidores; faltou unidade às categorias dentro dos órgãos em greve; o custo elevado da greve; faltou chegar mais informações até o interior do Estado; maior esclarecimento à população; faltou integração entre o comando e o interior; pouca participação de alguns órgãos nos atos públicos; pouca adesão às caravanas; boletins informativos devem ser mais objetivos e sucintos; falta de articulação dos fóruns regionais; falta de unidade entre os diferentes órgãos e estados; falta de ações sincronizadas e supressão dos direitos dos trabalhadores. Grupos fizeram detalhada análise da participação do Sintrafesc na greve Foto: Celso Vicenzi Sintrafesc pagou em agosto R$ 251 mil em ações judiciais O Sintrafesc pagou em agosto cheques no total de R$ 251 mil a 58 servidores públicos federais - média de R$ por ação. O maior valor pago foi de R$ Foram beneficiados com ações de anuênio e 28,86% funcionários do Serviço de Vigilância Sanitária, DRT, Funasa, Incra, Ibama, MEC, Ministérios das Comunicações, da Fazenda e da Aeronáutica e ex-lba. Atividades O Sintrafesc realiza, entre os dias 29 de setembro e 31 de outubro (cada região definirá a data ideal) uma série de cursos de formação, nas regiões de Lages, Mafra, Florianópólis, Sul, Oeste e Litoral Norte. Será o primeiro curso ministrado pelos novos Formadores de Formação e o tema será sobre processos jurídicos. Nos dias 10 e 11 de setembro, o Sintrafesc Itinerante estará em Monte Castelo e Mafra, respectivamente. Nos dias 25 e 26 de setembro, na Assefaz, em Florianópolis, haverá a segunda etapa do curso de Formação de Formadores. O curso de ensino a distância foi alterado do dia 20 para o dia 27 de setembro, na UFSC. Finalmente, no dia 11 de outubro, em Chapecó, serão realizadas atividades culturais e de confraternização, além de uma assembléia para escolha de delegados ao 1º Congresso do Sintrafesc. 5 Estampa Agosto 2003

6 O governo Lula dará mais uma guinada ao centro, a partir de outubro, com a reforma ministerial que prevê a destinação de ministérios e cargos ao PMDB e outros partidos da base de apoio. PT e PMDB (a segunda maior bancada na Câmara e a primeira no Senado) farão alianças prioritárias nas eleições municipais de O Sintrafesc integra, a partir deste mês, o Comitê Catarinense pela Democratização dos Meios de Comunicação e o Fórum Catarinense de Acompanhamento da Mídia este um braço da campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania, coordenada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. Rolf Hackbart é o novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Incra desde 4 de setembro. Formado em Economia, Hackbart foi assessor da área agrícola e agrária da Liderança do PT de 1991 a 2000, quando foi convidado a assumir a diretoria do BRDE no governo Olívio Dutra (RS). Sindicato Debate mostra diferente avaliação e perspectiva do governo Lula 6 Estampa Agosto 2003 A Avaliação e perspectivas do governo Lula foi o tema de um polêmico debate realizado na manhã do dia 29 de agosto, na reunião do Conselho Deliberativo, em Florianópolis. Os palestrantes convidados, Eduardo Dalbosco (assessor do deputado Carlito Merss) e Samuel Lima (professor de Jornalismo do Ielusc) divergiram sobre o futuro do governo Lula, com críticas e defesas das posições assumidas até o momento. Dalbosco disse que o PT sempre exigiu o ideal, sempre foi oposição; mas agora estamos lidando com o real e, neste contexto, ou faz alianças ou não governa. E para os mais assustados, deixou um aviso: vamos ter ainda muitas contradições, idas e vindas. Porque o PT assumiu o governo, não o poder. O assessor do deputado Carlito Merss destacou que o governo teve que tomar medidas impopulares porque FHC provocou grandes estragos à máquina pública e à economia do país. Por isso, Lula e seus ministros optaram por medidas iniciais que garantiriam a transição, a governança e a governabilidade. Esclareceu, no entanto, que o PT não tinha quadros suficientes com capacidade técnica e política para ocupar boa parte dos cargos do funcionalismo e que, vários dos indicados não estão correspondendo ao desempenho desejado, e poderão ser trocados na próxima reforma política. Reconheceu, também, que a reforma da Previdência foi muito dura para com os servidores e não houve tempo para uma discussão mais ponderada. Apesar de todos os entraves, o próximo orçamento anual destinará 20% a mais de recursos para a área social e três vezes mais para o serviço público do que FHC deixou. E concluiu que é preciso fazer a disputa política cotidianamente pois, como diz Marilena Chauí, democracia é conflito. Samuel Lima apoiou a sua interpretação dos fatos em textos de Luís Fernando Veríssimo, Emir Sader, Fábio Konder Comparato e em uma entrevista que o presidente concedeu à revista Veja, recentemente. Em contraponto ao otimismo de Dalbosco, o professor universitário do Ielusc vê com enorme preocupação os destinos do governo Lula. As opções feitas até o momento, ao eleger o controle da inflação como prioridade, sem questionar as dívidas interna e externa, poderão comprometer todo o período de governo. Segundo o professor de Jornalismo que se desfiliou do PT no ano passado depois de 20 anos de militância não se pode aplicar uma política social altamente progressista com uma política econômica ultraconservadora. A Carta ao Povo Brasileiro, explicou, foi escrita não para convencer o povo, mas para dar todas as garantias ao capital financeiro de que não haveria taxação de espécie alguma, renegociação de dívidas ou qualquer moratória, ou seja, uma opção pela continuidade do modelo neoliberal de FHC. Samuel Lima teme que o governo Lula possa ter desperdiçado uma oportunidade histórica. Os intelectuais identificados com o PT já se dividem em dois grupos: um pequeno grupo declara o governo Lula como caso perdido ; e outro, majoritário, mantém uma postura crítica e aposta, ainda, na possibilidade de uma virada. Há algumas marcas positivas reconhece o jornalista principalmente na política internacional e em ministérios como os da Justiça, Desenvolvimento Agrário e Minas e Energia. Já o Fome Zero foi um retumbante fracasso até o momento. Lula não pode se limitar a fazer alianças com governadores e forças políticas de centro ou de direita, observou. Precisa fazer também alianças com o povo, fortalecer suas organizações, buscar apoio popular para fazer as mudanças que o partido sempre defendeu. Por isso, Samuel Lima afirma que a esperança só venceu o medo nas eleições de Nos primeiros oito meses de governo, com a alma nas mãos dos banqueiros e o foco no combate à inflação, o medo vem dando uma tremenda goleada nas nossas almas ainda teimosamente esperançosas.

7 A comissão especial que analisa a reforma trabalhista na Câmara Federal vai realizar audiências públicas na maioria dos estados brasileiros para discutir o tema com a sociedade, sindicatos e legislativos estaduais. A expectativa do presidente da comissão, deputado Vicentinho (PT/SP), é de iniciar os debates ainda em setembro. O Ministério da Saúde anunciou a criação de 80 centros para atender dependentes em álcool e outras drogas. Cerca de 11% da população brasileira bebe abusivamente; 35% dos acidentes de trânsito são provocados por embriaguez ao volante e em 52% dos casos de violência familiar o agressor estava alcoolizado. Somente em oito meses deste ano foram cometidos 200 assassinatos na Grande Florianópolis, a maioria de jovens entre 16 e 25 anos envolvidos com drogas. O índice cresce ano após ano (em 2000 foram 71 assassinatos; 94 em 2001 e 152 no ano passado), segundo dados da Assembléia Arquidiocesana de Pastoral. Sintrafesc Coletivo e Secretaria de Formação ampliam a participação dos filiados C A assessora Ízide Fregnani e participantes de uma reunião do Coletivo de Formação Com o intuito de fortalecer cada vez mais a sua capacidade de ação e mobilização, o Sintrafesc criou o Coletivo de Formação e a Secretaria de Formação. O Coletivo será o grupo de referência do Sintrafesc para desenvolver as atividades de formação sindical, com a responsabilidade de elaborar, acompanhar, avaliar, motivar e divulgar as atividades formativas, afirma a assessora de Formação Ízide Fregnani. Segundo o diretor de Formação, Roberto Colaço, o objetivo é ampliar a participação dos filiados nas ações do Sindicato. Por isso, cada coletivo é formado por representantes das diferentes regiões e órgãos da base do Sintrafesc no Estado de Santa Catarina O primeiro seminário, que deu origem ao Coletivo, foi realizado em Barra do Sul. Este ano, de 15 a 17 de maio, houve a primeira reunião do Coletivo de Formação e do grupo dos Formadores de Formação que serão responsáveis por levar os conhecimentos adquiridos aos filiados de seus órgãos e municípios/regiões. A reunião foi realizada na sede da Assefaz, Lagoa da Conceição, em Florianópolis mesmo local da última reunião, realizada de 13 a 16 de agosto. Integram o Coletivo de Formação (que também são Formadores de Formação): Valdecir Dal Puppo (DFA/ Chapecó), Paulo Roberto Pacheco (Incra/Chapecó), Jacir Massi (DFA/ Chapecó), Tânia Lidner (Funasa/Blumenau), Francisco Suavi (Funasa/ Blumenau), Dolores Marlene de Menezes (Ibama/Itajaí), Otávio Correa dos Santos (DRT/Braço do Norte), Osmarino Ghizoni (DFA/Laguna), Rômulo (DRT/Urussanga), Cristhiane de Oliveira Cattani (DFA/ São Francisco do Sul), Francisco Powell van de Castelli (DFA/São Francisco do Sul), Luiz Alberto Jung (DNIT/Mafra), Sônia Gonçalves Grohs (Ministério dos Transportes/ Lages), Élio Torres (10º Batalhão de Engenharia/Lages), Walnice Cardoso (DFA/Florianópolis), Maria Madalena Silva (DRT/Florianópolis), Sílvio Renato Neves (Fazenda/Florianópolis), Vitoriano (Florianópolis). Foto: Celso Vicenzi 7 Estampa Agosto 2003

8 A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres lançou a campanha Mulher no Poder, agora é pra valer. O objetivo é incentivar mulheres a ocuparem cargos majoritários dentro dos Três Poderes. A campanha pretende aumentar o número de candidatas nas eleições municipais do próximo ano. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão publicou sete portarias no Diário Oficial da União (29/8) autorizando a realização de processos seletivos simplificados para mais vagas de profissionais que ingressarão no serviço público contratados por tempo determinado para funções técnicas especializadas. O governo federal pretende erradicar o analfabetismo até A meta que o próprio ministro da Educação definiu como ambiciosa, faz parte do desafio de refundar a República e realizar a segunda abolição no país, afirmou Cristovam Buarque. O país tem 20 milhões de jovens e adultos que não sabem ler e escrever. Campanha Grito dos Excluídos ganha força e avança na América Latina 8 Estampa Agosto 2003 S Sete anos depois da primeira manifestação do Grito dos Excluídos, a campanha ligada à Igreja Católica conquistou apoio de diversos movimentos sociais, como a CUT e o MST. Neste ano, cidades brasileiras e 22 países latino-americanos devem assistir a protestos em nome da soberania e da justiça social. O primeiro Grito dos Excluídos foi realizado em 7 de setembro de 1995 e teve como lema a vida em primeiro lugar. A iniciativa surgiu das Pastorais Sociais em 1994, devido à Campanha da Fraternidade daquele ano, que tinha o tema: A fraternidade e os excluídos. O Grito nasceu da intenção de denunciar a exclusão e valorizar os sujeitos sociais. Na época, a campanha aconteceu em mais de 170 cidades e teve como símbolo uma panela vazia. Quem fala no Grito são os excluídos, mesmo que por meio de símbolos, defende Luiz Bassegio, um dos principais coordenadores da campanha. Depois da panela vazia, veio o cartão vermelho ao governo de Fernando Henrique Cardoso. Agora, em 2003, é a fita verde-amarela, representando a soberania brasileira, que remete ao lema do Grito deste ano: Tirem as mãos, o Brasil é nosso chão. Grito chega à América Latina A expansão do movimento não se restringe ao Brasil. Pela 5ª vez, neste ano, 22 países da América devem engrossar as vozes do grito brasileiro para todo o continente. É o Grito Continental dos Excluídos, previsto para acontecer no próximo dia 12 de outubro, data que marca a resistência dos povos das Américas. Não foi difícil unir os manifestantes. Os problemas sociais do Brasil são bem parecidos com os da América Latina, causados, por exemplo, pela dívida externa e a concentração de renda. A idéia de fazer um Grito Continental dos Excluídos surgiu durante simpósio da Dívida Externa, realizado pela CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), em Brasília, do qual participaram vários países da América Latina. A partir daí, 11 países se articularam em manifestações locais. Entre as 22 nações que participam neste ano, estão pela primeira vez Costa Rica, Honduras, Panamá, Martinica e Trinidad Tobago. Assim como no Brasil, o Grito internacional é resultado de parcerias com os movimentos sociais locais de esquerda, pastorais sociais e organizações sindicais, mas com menor apoio formal da igreja. Além da dívida externa, Bassegio destaca como pontos em comum o desemprego generalizado, a degradação do trabalho e os grandes índices de economia informal. Em Porto Príncipe, capital do Haiti, por exemplo, 92% da população sobrevive da economia informal. A cara da exclusão social nos países é a mesma que a nossa. Saúde e educação sucateadas, dominação político-cultural, grande dívida externa, militarização dos Estados Unidos, ameaças da Alca (Área de Livre Comércio das Américas) e da OMC (Organização Mundial do Comércio), explica o coordenador. Recorrente tanto no Grito Nacional quanto no Continental, o tema da soberania ganha força este ano com as manifestações mundiais contra a reunião ministerial da OMC em Cancún (México) e com a iminência da assinatura dos tratados da Alca. Fonte: Agência Carta Maior - Maria Paola de Salvo. Estampa é uma publicação mensal do Sintrafesc. Cartas, textos, críticas e sugestões podem ser enviados para a rua Nereu Ramos, 19, sala 609 CEP , Florianópolis/SC. Fone/fax (48) Site: Presidente: Lírio José Téo. Secretária de Imprensa e Divulgação: Ana Lúcia Rocha. Jornalista: Celso Vicenzi (MTb/SC 274 JP). Projeto Gráfico: Renato Rizzaro. Editoração: Luciany Alves Schlickmann. Tiragem: exemplares. Impressão: Gráfica Agnus. Fontes: Agestado, Agência Carta Maior, Agência Informes, Jornal do Século, Escola Sul/CUT, Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento,Valor Econômico e Agência Brasil.

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