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1 Soares da Costa Construção SGPS, SA Sociedade de Construções Soares da Costa, SA Exercício de 2010 relatório de gestão e demonstrações financeiras

2 2 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Soares da Costa Construção SGPS, SA Sociedade de Construções Soares da Costa, SA PONTE SOBRE O RIO ZAMBEZE - MOÇAMBIQUE ÍNDICE I: Relatório de Gestão. pág. 06 Destaques. pág. 08 Introdução. pág A Identidade da Soares da Costa. pág Desenvolvimento Sustentável. pág Actividade. pág Enquadramento. pág Áreas de Negócio - Produção. pág Área Comercial. pág Recursos Humanos. pág Situação Económico-Financeiro. pág Gestão de Riscos. pág Perspectivas para pág Factos Relevantes ocorridos após o termo do exercício. pág Outras informações Legais. pág Reconhecimento. pág Proposta de Aplicação de Resultados. pág. 63 II: Demonstrações Financeiras Individuais. pág. 64 III: Políticas Contabilísticas e Notas Explicativas. pág. 72 I: Relatório de Gestão. pág. 110 Principais Indicadores. pág. 112 Introdução. pág A Identidade da Soares da Costa. pág Desenvolvimento Sustentável. pág Actividade. pág Enquadramento. pág Produção - Áreas de Negócio. pág Qualidade, Segurança, Ambiente e Saúde. pág Área Comercial. pág Recursos Humanos. pág Situação Económica e financeira e Desempenho da Sociedade. pág Principais Riscos. pág Factos Relevantes ocorridos após o termo do exercício. pág Perspectivas para pág Outras informações Legais. pág Reconhecimento. pág Proposta de Aplicação de Resultados. pág. 154 ÍNDICE IV: Demonstrações Financeiras Consolidadas. pág. 92 II: Demonstrações Financeiras. pág. 156 VII: Relatórios de Fiscalização. pág. 100 III: Políticas Contabilísticas e Notas Explicativas. pág. 164 IV: Relatórios de Fiscalização. pág. 202

3 4 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Soares da Costa Construção SGPS, SA 2010 relatório de gestão e demonstrações financeiras

4 elatório de gestão 01. Relatório de Gestão do Exercício de 2010 AEROPORTO F. SÁ CARNEIRO - PORTO Soares da Costa Grupo Soares da Costa, SGPS, SA

5 8 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 EDIFÍCIO BLUE - MIAMI > Volume de negócios (VN) consolidado atinge 800,0 milhões de euros um valor inferior em 8,5% ao do ano anterior; > VN no mercado externo cresce 4,9% para 511,2 milhões de euros; >>> Destaques > EBITDA atinge 53,0 milhões decrescendo 5,4% (56,0 milhões em 2009), mas melhorando a margem em relação ao VN que passa para 6,6% (6,4% um ano antes); > Resultados financeiros agravam-se para -15,3 milhões de euros (de -8,2 milhões, um ano antes); > Resultado consolidado de 13,4 milhões de euros, que compara com 22,8 do ano anterior (- 41,3%); > Resultado líquido individual cifra-se em 12,8 milhões de euros (10,4 milhões um ano antes). PRINCIPAIS INDICADORES CONSOLIDADOS % Volume de Negócios (VN) 800,0 874,4-8,5 Portugal 288,8 387,0-25,4 Mercado Externo 511,2 487,5 +4,9 EBITDA Margem EBITDA/VN Resultados Operacionais (EBIT) Resultados Financeiros Resultado Consolidado Exerc. Atrib. Grupo 53,0 6,6% 33,2-15,3 13,4 56,0 6,4% 37,7-8,2 22,8-5,4 +0,2 p.p. -11,9 87,2-41,3

6 10 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 AE TRANSMONTANA - VILA REAL Introdução O Conselho de Administração da Soares da Costa Construção, S.G.P.S., S.A., no cumprimento das disposições Introdução legais e estatutárias apresenta e submete à apreciação da Assembleia- O Conselho de Administração da Soares da Costa Construção, Geral de Accionistas, o Relatório S.G.P.S., S.A., no cumprimento das disposições legais e de Gestão, as contas do exercício estatutárias apresenta e submete à apreciação da Assembleia-Geral de de Accionistas, o Relatório de Gestão, as contas demais documentos de prestação contas, referentes ao exercício findo exercício e demais documentos de prestação de contas, em 31 de Dezembro de referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de Estes documentos dão conhecimento da evolução dos negócios, do desempenho e da posição da Soares da Costa Construção, S.G.P.S., S.A. e das principais sociedades em que participa, bem como dos principais riscos e incertezas com que se defronta. Os dados contabilísticos apresentados, quer respeitantes às demonstrações financeiras individuais da sociedade quer no contexto das contas consolidadas, devem ser interpretedas à luz das normas internacionais ( IAS/ IFRS : Normas Internacionais de Contabilidade /Normas Internacionais de Relato Financeiro), tal como adoptadas na União Europeia. Mais se informa que, enquanto entidade totalmente detida pela sociedade Grupo Soares da Costa, S.G.P.S., S.A., sociedade aberta ao investimento do público, a Soares da Costa Construção SGPS, S.A. não está sujeita à elaboração e divulgação de contas consolidadas, competindo essa obrigatoriedade à empresa-mãe. Assim, as contas consolidadas aqui apresentadas assumem um carácter facultativo, mas visam transmitir a ideia de conjunto da dimensão da área da construção do Grupo Soares da Costa. A informação financeira relativa a cada empresa participada individualmente referida neste relatório deve ser entendida no contexto do seu interesse para a compreensão da actividade e «performance» da área de Construção e não substitui as demonstrações financeiras que cada sociedade elabora e apresenta nos termos da legislação vigente. introdução

7 12 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE A identidade da Soares da Costa Missão e Valores Na sua qualidade de estrutura coordenadora de toda a actividade do Grupo Soares da Costa directamente ligada à construção, é à Soares da Costa Construção S.G.P.S., S.A. que incumbe a responsabilidade de, através deste segmento de actividade, um dos dois considerados estratégicos no grupo (a par das Concessões / Serviços), realizar a missão deste: «corresponder às exigências do mercado e dos seus clientes, através de um modelo de negócio sustentado, recursos qualificados e motivados, geradores de valor económico, social e ambiental, de modo a proporcionar um retorno atractivo aos accionistas». Também a nível dos valores a Sociedade incorpora e exterioriza, na sua atitude perante o mercado de construção, os valores do Grupo a que pertence: > Orientação permanente para o mercado e a satisfação do cliente; > Eficácia e Eficiência da gestão; > Integridade e Ética; > Conduta socialmente responsável; > Respeito pelo ambiente. Referências Históricas A Soares da Costa Construção, S.G.P.S., S.A., de um ponto de vista formal, nasceu em 30 de Dezembro de 2002, tendo sido criada mediante o «apport» pelo seu accionista único o Grupo Soares da Costa S.G.P.S., S.A. do «portfolio» de participações sociais da área de negócios da construção. Remontam a 1918 as origens do que é hoje o Grupo Soares da Costa. De pequena empresa com 10 operários dedicada essencialmente à execução de acabamentos de alta qualidade a um dos maiores grupos económicos portugueses com presença global, toda a história da Empresa se encontra intimamente ligada ao negócio da Construção. No decorrer da sua já longa existência, a Empresa atravessou várias fases de crescimento, acompanhando sempre os sinais dos tempos: > Em 1944, converte-se numa sociedade por quotas, com 8 milhões de escudos de capital; > Em 1968, e já com actividade em toda a região Norte de Portugal, transforma-se em Sociedade Anónima com um capital de 9 milhões de escudos, ainda detido inteiramente pelos herdeiros do fundador; > No período que se seguiu à Revolução de 1974, e reagindo com inovação à crise que então se instalou no Mercado, a Empresa encontrou na construção, utilizando tecnologia de cofragem túnel, a porta para a continuação do seu crescimento. Em 1977, já com mais de trabalhadores, a Sede Social é transferida para um novo edifício na Avenida da Boavista; > No início da década de 80 do século passado, é iniciada a expansão internacional da Empresa, sendo a Venezuela e a Guiné-Bissau os países eleitos como pioneiros. O seu capital social passa a ser de 180 milhões de escudos; > É também na mesma década que, aproveitando a explosão de crescimento das infra-estruturas do País que a adesão à Comunidade Europeia anunciava, a actividade da Empresa sai da quase exclusividade dos edifícios e se alarga à construção dessas infra-estruturas; > Em 1988, e após uma mudança accionista interna que, sem ainda perder o carácter familiar, levou a Empresa a um período de maior exposição ao mercado financeiro, procede-se a um novo aumento de capital, para contos; > Durante as décadas de 80 e 90, a actividade internacional da Empresa diversifica-se e o volume de exportações cresce. A presença em mercados tão distantes entre si como Iraque, Macau, Egipto, Guiana, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Alemanha são exemplos da clarividência na busca de oportunidades e da capacidade para as aproveitar; >A entrada da Empresa no mercado dos Estados Unidos da América deu-se em 1994, com a constituição da SDC Contractor Inc.; > Em 2002 dá-se uma nova reestruturação que conduziu à formalização do grupo económico. A Sociedade de Construções Soares da Costa, S.A., converte-se numa sociedade gestora de participações sociais, a Grupo Soares da Costa, S.G.P.S., S.A., com o capital social de 160 milhões de euros, que por sua vez detém inteiramente o capital social de quatro outras sociedades gestoras de participações sociais, cada uma delas encabeçando as participações do respectivo segmento de negócios. À Soares da Costa Construção, S.G.P.S., S.A., cabe-lhe a missão de gerir todo o negócio da Construção, sendo constituída com o capital social nominal de 90 milhões de euros; > O período compreendido entre o final do ano de 2006 e o início de 2007 é outro marco histórico para a Empresa, com a obtenção por parte do Grupo Investifino - - Investimentos e Participações S.A. do controlo do Grupo Soares da Costa. O carácter familiar que, até então, estava intimamente ligado à gestão (e, sobretudo, à imagem da Empresa) desaparece, dando origem a uma nova filosofia de gestão, mais profissionalizada e moderna. É longa e complexa a história do Grupo Soares da Costa no mercado da construção, mas nas suas várias fases sempre procurou e soube encontrar espaço para modernização e crescimento. Desta forma, a Soares da Costa Construção S.G.P.S., S.A. tem a responsabilidade de honrar com a sua actividade os pergaminhos de que é depositária, vendo no seu passado o exemplo mas sabendo sempre encontrar no presente o caminho de crescimento que lhe garanta o futuro. Daí que competindo-lhe a gestão e o desenvolvimento do negócio da Construção, uma das áreas estratégicas de negócios do Grupo, a sociedade evidencia um grande crescimento e dinâmica desde que nasceu formalmente. Em 2008, procedeu às aquisições da Contacto em Portugal e da Prince, no Estado da Florida, Estados Unidos da América, para além da integração da Clear adquirida à área industrial. No contexto da actual conjuntura macroeconómica privilegia-se a diversificação geográfica, a consolidação sustentável e a preservação da rentabilidade.

8 14 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Órgãos Sociais Durante o exercício de 2010 procedeu-se à eleição dos Órgãos Sociais para o triénio 2010/2012, que, pela deliberação da Assembleia-Geral de Accionistas de 17 de Março passaram a ter a seguinte composição: MESA DA ASSEMBLEIA-GERAL Presidente Jorge Manuel Oliveira Alves Secretário Pedro Miguel Tigre Falcão Queirós CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente Pedro Manuel de Almeida Gonçalves Vogais Pedro Gonçalo de Sotto-Mayor de Andrade Santos Luís Miguel Andrade Mendanha Gonçalves António José Cadete Paisana Ferreira Paulo Eugénio Peixoto Ferreira António Manuel Lima de Miranda Esteves Paulo Jorge dos Santos Pinho Leal Fernando Manuel Fernandes de Almeida FISCAL ÚNICO Efectivo Patrício, Moreira, Valente & Associados, SROC (SROC nº. 21) Representada por Joaquim Filipe Martins de Moura Areosa (ROC nº. 1927) Suplente José Carlos Nogueira Faria e Matos (ROC nº. 1034) Accionistas A Soares da Costa Construção, S.G.P.S., S.A. tem um capital social de 90 milhões de euros, representado por 18 milhões de acções nominativas de valor nominal unitário de 5 euros. A totalidade do capital social é detida pela sociedade Grupo Soares da Costa, S.G.P.S., S.A. Em cumprimento do disposto na alínea d) do número 5 do artigo 66º. do Código das Sociedades Comerciais informa-se que a Sociedade não detém nem transaccionou no exercício findo quaisquer acções próprias. Organização da Sociedade A Soares da Costa Construção, S.G.P.S., S.A., enquanto entidade gestora da área de negócios da construção do grupo, exerce a sua actividade enquadrando as participações nas várias empresas dedicadas à execução de obras de construção civil, engenharia e infra-estruturas. Todos os membros que constituem o Conselho de Administração têm funções executivas, repartindo a coordenação das várias participações da Sociedade. Durante o exercício findo não se verificaram alterações com significado relevante ao nível do portfolio de participações da sociedade e consequentemente do perímetro de consolidação. De seguida representa-se o organigrama de participações da Sociedade: 100% SDC América 60% Porto Construction Group, LLC 80% SDC Construction Services, LLC 100% SDC C.S., LLC 100% Prince, LLC 100% SDC Contractor, LLC 51% GEC - Guiné Ecuatorial Construcciones 80% SDC Moçambique, SARL 100% SDC S. Tomé e Príncipe, Construções, Lda. 100% SDC Construcciones Centro Americanas, SA 100% CARTA, Lda 100% Carta Angola, Lda 100% Soc. Construções Soares da Costa, SA 100% CONTACTO, SA 65% SDC/Contacto, ACE 35% 100% CLEAR, SA 95% CLEAR ANGOLA, SA MTA, LDA (1) 99% ESTRUTURA DE PARTICIPAÇÕES DA SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO, SGPS, SA Transmetro, ACE 50% 17,9% NORMETRO, ACE ASSOC-Estádio de 40% 20% ACESTRADA, ACE Braga, ACE Estádio coimbra, ACE 60% 40% Estádio de Braga, Acabamentos, ACE Israel Metro Builders 30% 50% Somage-SDC, ACE Três ponto dois 50% 50% Remodelação do Teatro TGCCVCMLN, ACE Circo, ACE HidroAlqueva, ACE 50% 25% Nova Estação, ACE LGV, ACE 17,25 % 28,57% GCVC, ACE GCF, ACE 28,57% 28,57% Matosinhos, CAE LGC Linha de Gondomar, ACE SDC Construção, SGPS, SA 30% 50% CAET XXI, ACE 24% GACE Gondomar, ACE Coordenação & SDC 50% 50% Grupul Portughez de Constructii 49% SDC Emirates, LLC Construtora S. José Caldera, SA CFE - Indútrias de Condutas, S.A. 17% 33,33% 11,3% VSL, SA 7,24% VORTAL, SA 17% Construtora S. José S.Ramon, SA método Integral método proporcional E. Patrimonial custo de aquisição (1) Adicionalmente, a sociedade de construções soares da costa, s.a. detém uma participação de 1% no capital social da MTA - máquinas e tractores de angola, lda.

9 16 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 BARRAGEM DO ALQUEVA 2. Desenvolvimento Sustentável O compromisso do Grupo Soares da Costa para com um desenvolvimento sustentável está incutido na Visão e Missão da Empresa, que aspira, simultaneamente, à rentabilidade e criação de valor accionista, à protecção e bem-estar dos seus colaboradores e comunidades com quem interactua, à preservação do meio ambiente, através da minimização de impactes ambientais negativos e à melhoria contínua do valor criado para os grupos de interesse prioritários. Este compromisso é transversal a todas as áreas de negócio do Grupo Soares da Costa e, sendo a construção a mais representativa, assume especial relevância no contexto dos projectos e acções que são desenvolvidos, nos quais é procurada, continuamente, a minimização de impactes negativos destas actividades e, consequentemente, a maximização de potenciais impactes positivos. A Política de Sustentabilidade do Grupo Soares da Costa orienta as linhas de actuação da Empresa rumo ao desenvolvimento sustentável, em conjunto com o Código de Conduta Empresarial e os Princípios de Negócio da Soares da Costa Construção, nomeadamente no que respeita: > À condução dos negócios de forma ética e em conformidade com a legislação e demais normas e regulamentos aplicáveis aos diferentes países onde operamos; > À aplicação de todos os princípios de empregabilidade responsável, respeitando os direitos humanos e implementando uma verdadeira cultura de segurança, de forma pró-activa e preventiva; > À qualidade dos serviços que prestamos a todos os nossos clientes; > À diferenciação, em cada novo projecto, face aos nossos concorrentes pela inovação, num ambiente de livre e saudável concorrência, sempre com uma actuação transparente; > À protecção do meio ambiente, tendo em conta a minimização dos potenciais impactes ambientais negativos da actividade; > Ao contributo positivo para o desenvolvimento e equidade social das populações com quem interagimos no desenvolver dos nossos projectos; Ser uma empresa competitiva e de referência no sector é um dos nossos princípios de negócio que consideramos só poder alcançar sendo também uma empresa social e ambientalmente responsável. As informações sobre o desempenho e contributo do Grupo Soares da Costa para o Desenvolvimento Sustentável podem ser consultadas com maior detalhe no Relatório de Sustentabilidade 2010, disponível em desenvolvimento sustentável

10 18 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 METRO DO PORTO 3. Actividade ENQUADRAMENTO Enquadramento Macroeconómico internacional O ano de 2010 caracterizou-se, à escala global, pelo início da retoma económica após a grave crise que se abateu sobre a economia mundial em 2008 e que afectou seriamente a actividade e o comércio mundiais conduzindo a uma recessão pronunciada. O produto mundial ter-se-á expandido 5,0% 1 com o motor a surgir das economias emergentes, com a Ásia na liderança. Persiste, contudo, um movimento generalizado de redução do endividamento das economias desenvolvidas que limita o ritmo desta expansão projectando-se para 2011 um crescimento menor. Os EUA depois de quatro trimestres de contracção da actividade económica entre o 3º trimestre de 2008 e o 2º trimestre de 2009, recuperaram (o PIB em 2010 terá crescido 2,7%), revelando dinamismo ainda que em grande parte fruto dos estímulos criados por sucessivos pacotes de medidas de apoio ao crescimento estabelecidos pelas autoridades. Tarda ainda, porém, uma sólida recuperação do emprego e a actividade nos mercados imobiliários permanece fraca. Na Zona Euro, apesar da recuperação, os níveis de produto situam-se abaixo dos verificados antes da crise e permanecem muito dependentes da procura externa. Por outro lado, as assimetrias são patentes com a Alemanha a revelar forte crescimento enquanto os países periféricos revelam dificuldades nas suas trajectórias de consolidação fiscal e de financiamento das suas economias. A subida dos preços das commodities em 2010, subsequente à pronunciada queda verificada no ano anterior, projecta-se na taxa de inflação que nas economias avançadas se estima em 1,4% (0,1% no ano anterior) e nas economias emergentes e em desenvolvimento em 6,2% (5,2% um ano antes). Na Zona Euro em termos médios anuais a inflação ter-se-á situado em 1,6% 2 (face a 0,3% um ano antes), com destaque em termos de classes, nos extremos, para os transportes (+4,6%) e para as comunicações (-0,8%). No mercado de trabalho não se verificam sinais de recuperação com a taxa de desemprego a situar-se em 10,1% na Zona Euro e em 9,6% na EU27, em Novembro de 2010, com a Holanda (4,4%), Luxemburgo (4,8%) e Áustria (5,1%) a apresentarem as menores taxas e Espanha (20,6%), Lituânia (18,3% no 3º. Trimestre) e Letónia (+18,2% no 3º. Trimestre) a serem os países mais afectados. A Economia Portuguesa O quadro de défice excessivo e elevado nível de endividamento da economia portuguesa, com as respectivas implicações - a que se tem vindo a denominar de crise da dívida soberana - dominou o panorama macroeconómico nacional durante o ano findo. A desconfiança presente na apreciação internacional sobre a capacidade portuguesa para ultrapassar este quadro implicou a consideração de um aumento substancial do risco-país por parte das agências internacionais de rating, consubstanciando-se em incrementos significativos das taxas de juro sobre a dívida soberana e na penalização das condições de financiamento internacional da economia portuguesa. No plano interno foram sendo tomadas medidas, inicialmente ténues mas ao longo do ano progressivas, de agravamento fiscal, de redução de investimento público e de controlo de despesa, visando a diminuição do défice do saldo orçamental e que se traduzem de forma bem mais acentuada no Orçamento de Estado para Ao nível do produto, o ano de 2010 terá sido concluído com uma taxa de crescimento em Portugal bem mais elevada do que se esperaria no início do ano, situando-se em +1,4% no final do 3º. Trimestre 3, face à evolução de -1,0% verificada em Porém, o reforço do processo de ajustamento dos desequilíbrios macroeconómicos acumulados ao longo de mais de uma década implica a formulação de projecções que apontam para uma contracção da actividade económica em 2011 e para um ténue crescimento no ano seguinte 4. A inflação, que nos últimos anos terá deixado de constituir um problema para a economia, ter-se-á situado em 2010 em torno de +1,4%, embora durante o ano já em curso o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) possa vir a apresentar um crescimento médio de 2,7%, aumento onde a subida da tributação indirecta, só por si, será responsável por mais de um ponto percentual. O desemprego continua a ser uma variável com evolução preocupante ao nível económico e social. Recentes dados do INE 5 colocam a taxa de desemprego em média anual em 10,8%, tendo-se incrementado no 4º. Trimestre para 11,1%. Regionalmente, são as zonas do Norte do país e do Algarve as mais afectadas. Mercado Interno: O Sector da Construção No sector da construção, ao declínio da actividade privada em todos os segmentos (residencial e não residencial) associou- -se, em resultado das políticas de austeridade implementadas para contenção do investimento público, um decréscimo de produção nos mercados públicos, depois da recuperação assinalável a que se assistira no ano anterior. Dados da ANEOP 6 revelam que o valor real contratado em 2010 terá ficado 38,9% abaixo do apurado em Na realidade, depois de em 2009 ter sido utilizado o investimento público como principal instrumento de política para dinamizar a economia como forma de atenuar os impactos da crise financeira mundial, em 2010 continua a ser este também o principal instrumento de política utilizado mas agora para consolidar as finanças públicas 7. Globalmente o output do sector terá contraído 8,5% em 2010 em termos de variação homóloga acumulada, segundo dados do INE 8. Para este decréscimo, a produção do segmento de edifícios privados é ainda a mais responsável com uma variação de -12,7% enquanto o segmento de engenharia civil decresce 4,6%. Esta variação negativa reflecte-se naturalmente na generalidade dos indicadores usualmente apresentados, como sejam o das vendas de cimento (-7,0% em termos de variação homóloga acumulada anual) e também o índice de emprego do sector (-7,7% em termos de variação média anual). A redução geral da procura dificilmente será revertida em 2011 e, por isso, este clima negativo exterioriza-se nos inquéritos de confiança aos empresários, com os saldos de respostas extremas a deteriorarem-se ainda mais nos últimos meses do ano. Mercado Externo Uma breve referência ao enquadramento macroeconómico nos principais mercados externos de intervenção directa da sociedade: 1 Projecções do Fundo Monetário Internacional IMF World Economic Outlook Update, Jan Indíce Harmonizado de Preços no consumidor segundo Eurostat 9/ Jan 3 Dados encadeados em volume INE - Contas Nacionais Trimestrais 4-1,3% em 2011 e +0,6% em 2012, segundo o Relatório de Inverno, Banco de Portugal, Jan Estatísticas do Emprego 4.º trimestre de Fev Análise da conjuntura Dez Citação Extraída da Conjuntura de Construção Dezembro/ FEPICOP 8 Índices de Produção, Emprego e Remunerações na Construção Dezembro de 2010, INE, Fev. 2011

11 20 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 ANGOLA A recuperação do sector exportador fruto do aumento da procura mundial e da subida do preço do petróleo no mercado internacional proporcionou um desempenho positivo na economia angolana. O Produto Interno Bruto terá crescido cerca de 4%, realçando-se o crescimento do sector não petrolífero que se deverá situar em torno de 5,7% 9. A inflação acumulada nos últimos doze meses aferida em Novembro de 2010 era de 13,4%, ligeiramente acima do objectivo de 13% definido para o ano. Por outro lado, não obstante a recuperação do nível de reservas cambiais, verifica-se alguma acumulação de atrasos nos pagamentos externos com reflexo na execução do plano de investimentos públicos, que se situou abaixo do projectado. 9 Discurso de Fim de Ano 2010 do Exmo. Sr. Governador do Banco Nacional de Angola José Lima Massano TORRE AMBIENTE - ANGOLA angola

12 22 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 (...) obstáculos que, quando ultrapassados, trazem ambições renovadas e engrandecem a imagem da Soares da Costa. MOÇAMBIQUE A economia moçambicana continua a ser considerada um caso de sucesso entre os países africanos de rendimento médio/baixo, apresentando um crescimento anual médio na última década de cerca de 8% face aos 5,5% da região da África Subsaariana. Durante o ano findo e apesar da conjuntura económica e financeira adversa, a economia moçambicana continuou a crescer a ritmos robustos. Informações preliminares publicadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) deste país indicam que o PIB cresceu 8,5% em termos reais nos primeiros nove meses do ano, o que faz antever uma expansão acima do programa inicial e da taxa de crescimento de 6,4% verificada em Este crescimento tem sido sustentado pela dinâmica dos sectores agro- -industrial, de construção, comércio, transporte e comunicações, o que é encorajador por estes serem os sectores que estão associados à mão-de- -obra intensiva, criadores de emprego e com efeito multiplicador ao nível do rendimento e consumo. No seu World Economic Outlook, o Fundo Monetário Internacional prevê taxas de crescimento neste país para os próximos anos na banda dos 7,5-8,0%. Não obstante estes indicadores, importa relevar a dependência ainda muito expressiva deste país da ajuda internacional. PONTE RIO ZAMBEZE - MOÇAMBIQUE José Gaspar Nunes Director de Obra - Ponte Rio Zambeze O privilégio de participar num dos projectos mais emblemáticos e socialmente importantes de Moçambique; de dimensão maior ao nível do grande continente Africano, motiva e enriquece profissionalmente. Obras da envergadura da ponte Armando Emílio Guebuza, realizadas em lugares remotos e inóspitos, são obstáculos que, quando ultrapassados, trazem ambições renovadas e engrandecem a imagem da Soares da Costa. Após oito meses de aceleração contínua da inflação, esta mostrou um comportamento favorável nos últimos meses do ano permitindo uma desaceleração da inflação anual de 17,1% verificada em Agosto para 15,1% em Novembro de 2010.

13 24 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA A actividade nos Estados Unidos da América foi caracterizada em 2010 por uma procura doméstica forte mas a apresentar um crescimento do produto interno bruto relativamente decepcionante. i-75 BRIDGE - EUA Impulsionado pelos programas adicionais de estímulos à economia tomados na parte final do ano o Banco Mundial projecta uma taxa de crescimento da economia norte-americana de 2,8% em 2011 e de 2,9% no ano seguinte, ou seja níveis próximos do verificado no ano findo. Tomando por referência o Estado da Florida, um foco principal da actividade do Grupo, o sector da construção, após um período de elevados crescimentos foi, desde 2007 até 2009, afectado pela crise macroeconómica. A quebra da procura também associada a restrições de crédito e o excesso de oferta de edifícios residenciais contribuíram para a forte descida de investimento privado no imobiliário. No ano de 2010, apesar das restrições ainda latentes, assistiu-se a uma ligeira recuperação do investimento privado em geral. Para 2011 é esperado que este investimento recupere a dinâmica de crescimento e que em 2012, finalmente, o emprego no sector da construção inicie uma trajectória ascendente. No segmento das infra-estruturas a panorâmica é optimista. Para o ano de 2011 o Estado da Florida prevê investir milhões de dólares na construção de infra-estruturas. Para o quinquénio de o FDOT (Florida Department of Transportation) apresentou um orçamento que prevê um investimento em construção de 15,439 mil milhões de dólares, significando um aumento de 10,1% relativamente aos cinco anos anteriores. Deste montante milhões respeitam a alargamento de vias, milhões a Repavimentação, milhões a Pontes e 496 milhões para Segurança.

14 26 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 ÁGUA E SANEAMENTO EM PITESTI - ROMÉNIA ROMÉNIA A economia romena, apesar da recuperação dos -7,1% verificados em 2009, sofreu no ano findo nova contracção 10 por via da debilidade da procura interna em resultado das ambiciosas medidas fiscais encetadas pelas autoridades, em que se inclui o aumento do IVA (a taxa geral passou de 19% para 24% em meados do ano). A longa duração deste período de recessão deve-se fundamentalmente ao desenvolvimento insustentável da economia durante o período pré-crise. Porém, a implementação dos programas de ajustamento do défice orçamental, as reformas estruturais e o restabelecimento da estabilidade nos mercados financeiros possibilitarão, previsivelmente já em 2011, apresentar um crescimento positivo do produto. José Martins de Sousa Director Projectos Roménia Na actividade da empresa no mercado romeno, destacamos a execução (em consórcio), da obra de Rehabilitation and Extention of Water Supply and Sewerage Networks Pitesti, concluída em Dezembro 2010, dentro do prazo contratual. Nesta obra foram completamente renovados 68 Km de tubagens de águas e de esgotos com diâmetros entre 125mm e 600mm e construídas 8 novas estações elevatórias. Com utilização de tecnologias inovadoras na Roménia foi também executado um túnel com 3m de diâmetro, numa extensão de 1500m, para a condução de efluentes pluviais. Foi ainda implementado e instalado um moderno sistema de controlo e manobra para a gestão de toda a rede e equipamentos instalados. 10-1,9% segundo projecção da Comissão Europeia: European Economic Autumn 2010

15 28 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE ÁREAS DE NEGÓCIO - PRODUÇÃO Portugal Conforme se deduz do organigrama apresentado as sociedades com intervenção significativa no país são: > Sociedade de Construções Soares da Costa, SA; > Contacto Sociedade de Construções, SA; > Clear Instalações Electromecânicas, SA. Para além disso, existem em operação vários Agrupamentos Complementares de Empresas, em que, nomeadamente, a primeira das sociedades acima enunciadas participa. Analisemos em seguida, com especial enfoque no capítulo da produção, a actividade desenvolvida por estas sociedades no mercado nacional: O desempenho destas sociedades não é imune ao clima depressivo verificado no mercado nacional da construção civil e obras públicas já acima caracterizado. No caso da Sociedade de Construções Soares da Costa, SA, há que juntar ainda dois importantes factos que marcaram o ano de 2010: > A comummente denominada Auto-Estrada Transmontana sofreu de inesperada contenção ao nível do investimento, motivada pelos conhecidos percalços que teve a concessão do Visto do Tribunal de Contas a este Contrato (entretanto já resolvidos); > O início efectivo da fase de produção da Linha de Alta Velocidade Poceirão-Caia sofreu atrasos, também por causas próximas à concessão do Visto do Tribunal de Contas. Enquadrando a actividade da Sociedade de Construções Soares da Costa por estes factos e condicionalismos, pode, no entanto, afirmar-se que o desempenho da Empresa no Mercado Nacional conseguiu superar positivamente as dificuldades que se lhe colocaram. Entre as obras concluídas em Portugal, relevam-se, pela sua importância, as seguintes: > IKEA de Loures (Loja, Acessibilidades, Cobertura e Fachadas); > Edifício do Parque, no Porto; > Edifício Ruben A, no Porto; > Longevity Wellness, em Monchique; > Reabilitação e Reforço do Viaduto do Trancão, na A1; > Linha de Metro de Gondomar; > ER 230, entre Tondela e Carregal do Sal; > ETAR de Lordelo; > ETAR do Ave; > Adutoras Pisão/ Roxo, no Alentejo; > Torre do Lóbio, no Alentejo; > Túnel Ferroviário da Trofa; > Centro Logístico de Carga Aérea, no Aeroporto Sá Carneiro. Em relação às iniciadas em 2010, e para além da já anteriormente referida Linha de Alta Velocidade entre Poceirão e Caia, que obviamente merece um especial destaque pelo volume de trabalho e desafio técnico inerente ao facto de constituir o primeiro troço de Alta Velocidade em Portugal, são ainda dignas de nota: > Pousada da Cidadela de Cascais; > Urbanização do Chinicato, no Algarve; > Rede de Rega da Capinha, na Cova da Beira: > Acessos da A1 à Plataforma Logística de Castanheira do Ribatejo; > Ponte sobre o Rio Tinhela; > Ponte sobre a Ribeira de Jorjais; > Recuperação de edifício citadino no Porto. Quanto à distribuição geográfica operacional da Sociedade de Construções Soares da Costa, SA, verifica-se uma grande estagnação na Madeira (4% da actividade em 2010, contra 14% em 2009), e uma grande concentração da actividade no Norte do País (65%), resultante, sobretudo, da Auto-Estrada Transmontana, apesar dos problemas acima citados. Madeira 4% Actividade Nacional 2010 Distribuição por Área Geográfica Sul 31% Norte 65% A distribuição por segmentos de actividade, seguiu a tendência do sector, que se confrontou em 2010 com uma clara desaceleração da actividade privada, caracterizando-se por um maior peso do segmento da engenharia e infra-estruturas que, de uma quota de apenas 27% em 2008, passara para quase 54% em 2009, e para cerca de dois terços da actividade em Actividade Nacional 2010 Construção Civil - Composição por sub-segmento Hotéis 12,6% Indústria 6,1% Habitação 41,3% Escolas 40,0% Escritórios 0% Manuel Clemente Fernandes Director de Obra - IKEA Loures A loja da IKEA de Loures é um empreendimento com m 2 de Área coberta e está implantado num terreno com m 2 de área, onde se situava uma antiga central de betão, já há muito desactivada. O maior desafio da obra foi a escavação do morro existente no local; m 3 de terras a escavar em apenas 117 dias de calendário o que implicou uma média de 450 cargas diárias, tendo sido atingido o pico máximo de 721 cargas (180 camiões em circulação permanente), com todas as dificuldades que resultaram do incremento de trânsito naquela zona Industrial/Urbana da cidade e com o vazadouro principal localizado a 15 Km da obra. Apesar das adversidades encontradas ao longo desta actividade, como por exemplo o aparecimento de uma maior percentagem de rocha, relativamente ao que seria expectável, as chuvas e o encerramento dos vazadouros, foi uma actividade de decorreu com muito sucesso, fruto da enorme persistência da equipa de obra.

16 30 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Dentro do segmento da Construção Civil, o subsegmento de Escritórios quase desapareceu em 2010, o dos Edifícios Escolares repartiu com a Habitação o maior quinhão, a Hotelaria representou perto de 13% e as Instalações Industriais tiveram uma contribuição de apenas 6%. No Segmento da Engenharia e Infra-estruturas, as Estradas representaram cerca de um terço da actividade, as Infra-estruturas e Ferrovias cerca de 17% cada uma e as obras de Ambiente à volta de 13%. É ainda de realçar o peso importante (de quase 9%) correspondente ao subsegmento de construção de Barragens, correspondendo essencialmente ao Reforço de Potência da Barragem do Alqueva. Ao nível dos Agrupamentos Complementares de Empresas merecem referência, em função do seu volume de actividade durante o ano findo (parte da Soares da Costa próxima ou superior ao limiar de 10 milhões de euros) os seguintes: > CAET XXI Construções, ACE (50%): Concepção, projecto, construção, aumento do número de vias e reabilitação dos conjuntos viários associados que integram a Subconcessão Transmontana; > HidroAlqueva, ACE (50%), tem por objecto a empreitada geral de construção do reforço de potência do Escalão de Alqueva, para a EDP; > Soares da Costa / Contacto Modernização de Escolas, ACE (100%) Modernização de Escolas do Parque Escolar; > GACE Gondomar, ACE, (24%) e LGC Linha de Gondomar, ACE, (30%) ambos relacionados com a empreitada de construção da Linha de Gondomar, Troço Estádio do Dragão-Venda Nova, no âmbito da construção do Sistema de Metro Ligeiro do Porto; > Nova Estação, ACE (25%) Empreitada de Concepção/Construção dos toscos do prolongamento entre a Estação Amadora Este e a Estação Reboleira da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa E.P.. Actividade Nacional 2010 Engenharia / Infraestruturas - Composição por sub-segmento Barragens 8,7% Ambiente 13,4% Aeroportos 1,7% Pontes 4,5% Estradas 35,4% Ferrovias 16,4% Túneis 3,1% Infraestruturas 16,8% AE TRANSMONTANA - PORTUGAL Não obstante a estratégia que a Sociedade de Construções Soares da Costa tem vindo a desenvolver em termos da diversificação geográfica inserida no seu já elevado grau de Internacionalização, o mercado nacional continuará a ser uma das prioridades de actuação da empresa. Os resultados económicos obtidos por via da actividade nacional, estando aquém da nossa ambição, são, porém, bastante positivos e motivadores. O mercado nacional é o mercado alvo de actuação da subsidiária «Contacto». Esta participada registou (em termos de contas individuais) um decréscimo da actividade em 2010 muito acentuado. Provinda, como se sabe, do Grupo Sonae, a sua história pós integração no Grupo Soares da Costa ainda é recente pelo que ainda não teve oportunidade de granjear a diversificação de clientes fora da órbita de origem que possibilitasse compensar as consequências de uma queda significativa das encomendas daquele grupo económico em resultado do clima geral de restrições de investimento. Manuel Rodrigues de Castro Director Geral Auto-Estradas XXI Subconcessionária Transmontana, SA Com a adjudicação da Auto-estrada Transmontana foi concretizada uma grande aspiração dos Transmontanos, para a construção de 130Kms de Auto-Estrada desde Vila Real até à Fronteira. Inclui no Vale do Corgo um Viaduto de cerca de 2.820m, com uma Ponte atirantada com um vão de 300m e com 2 pilares com cerca de 200m. Com esta nova acessibilidade, as viagens passarão a ser feitas com outro nível de conforto, segurança e comodidade em contraste com os anos 80, em que tantas vezes me desloquei do Porto a Mirandela para visitar a família, pela EN15, pela Serra do Marão e curvas de Murça, onde demorava cerca de 6 horas, em contraste com as 1:30 horas no futuro. Com este novo Projecto, a Autoestradas XXI está a contribuir para que este lindo País à beira-mar plantado se torne cada vez mais pequeno...

17 32 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Nuno Ribeiro Director Delegação Madeira Este trajecto de substituição está a ser feito progressivamente tendo em 2010 o Grupo Sonae representado 32% da actividade (face a 74% em 2009), um terço respeitou a obras no interior do Grupo Soares da Costa e os restantes 35% para terceiros. No entanto, não se conseguiu evitar a queda acentuada apresentada. Por tipo de obra, 49% respeitaram a edifícios não residenciais (82% em 2009), também 49% respeitante a obras públicas (apenas 12% um ano antes) e 2% respeitando a edifícios residenciais (6% em 2009). Durante o ano de 2010 foram concluídas as seguintes obras: > Construção da Estação Elevatória da Torre do Lóbio, do Adutor de Serpa e do Reservatório de Serpa Norte; > Alargamento da A2 Coina/Palmela; > Edifício Cais da Fontinha (área Imobiliária do Grupo); > Central Shopping (área Imobiliária do Grupo); > Loja IKEA de Loures; > Leiria Shopping; > Remodelação do Continente do Guimarães Shopping; > Sport Zone Zaragoza; > Modelo de Peniche; > Modelo de Rio Maior. O VN individual cifrou-se em 73,2 milhões de euros, com um resultado operacional de 576 milhares de euros, face aos valores de 142,5 e de 4,6 milhões de euros, respectivamente, em A «Clear» é outra subsidiária da sociedade com relevante actividade no país e em Angola neste caso através da sua filial Clear Angola. FOUR VIEWS BAÍA HOTEL - MADEIRA Foi com enorme satisfação que participei na empreitada de Reabilitação e Ampliação do Hotel S. João. Onde antes havia um edifício envelhecido e com evidentes sinais de degradação, ergue-se agora uma boa peça de Arquitectura, ganhando este facto relevância dada a sua grande visibilidade, inclusive do local onde escrevo estas linhas Para a Soares da Costa tratou-se de uma empreitada importante pela sua dimensão, pela sua componente de Engenharia e por ter enriquecido o curriculum no sector da Reabilitação. Em Portugal, conforme já se previa, o ano foi de difícil execução prática, com o volume de produção em baixa, e as margens operativas a degradarem-se: as obras em curso, angariadas em situação de concorrência muito forte iam exigir grande esforço de coordenação e gestão; com as condições de mercado deterioradas, a angariação de novos projectos em condições e em tempo útil para alavancarem adequadamente o desempenho do ano tornou-se complicada. Acresce que alguns dos projectos em curso sofreram várias vicissitudes que conduziram a paragens na produção, em virtude das dificuldades de financiamento sentidas pelos seus promotores. Assim, a empresa voltou a ter dificuldades na ocupação plena da capacidade produtiva, o que obrigou a reagir através da adequação da estrutura de pessoal da empresa a esta situação de contenção. Esta medida ainda teve alguns resultados práticos no exercício, mas fundamentalmente deixa-nos melhor preparados para os próximos anos. O volume de negócios da Clear diminuiu cerca de 10% situando- -se em 37,9 milhões de euros, indicando-se de seguida alguns dos projectos objecto da intervenção da empresa no ano em análise: O Hospital da Cuf, no Porto, foi objecto da nossa actividade nas infra-estruturas dos Sistemas de Climatização, Segurança, Electricidade, Hidráulica e Gestão Técnica. Este hospital tem uma área de m 2, distribuídos por oito pisos e três caves de estacionamento. Embora a Clear possua um curriculum notável na execução de instalações especiais hospitalares, a evolução tecnológica dos materiais e equipamentos colocam-nos todos os dias à prova na implementação de novos métodos e requisitos, o que também aconteceu nesta obra. Salientamos, como exemplo, as salas limpas com requisitos de qualidade do ar de acordo com a norma Foi atingido o objectivo, que era a certificação, que se alcançou com classificação ISO 4 e ISO 5, considerada excelente no que concerne a partículas em suspensão no ar para este tipo de espaços. Nas Escola de Monserrate em Viana do Castelo e Carlos Amarante em Braga, o nosso trabalho consistiu na realização das infra-estruturas hidráulicas, desde a central de abastecimento de água até aos diversos pontos de utilização, rede húmida de extinção de incêndio e drenagens residuais e pluviais. Ainda no programa de escolas a colaboração na Escola das Caldas das Taipas em Guimarães, também com os mesmos re- quisitos das escolas anteriores quanto à hidráulica a que acresceu a componente da climatização com as rubricas de Produção de AQS (Água Quente Sanitária), sistema Solar Térmico, Ventilação e Tratamento de Ar dos espaços escolares. No Longevity Wellness Resort Monchique Hotel, a Clear teve intervenção na especialidade de hidráulica. No Ecotermolab edifício para a actividade de Formação para Técnicos de Climatização do ISQ (Instituto de Soldadura e Qualidade), situado em Grijó, executamos todas as infra-estruturas de ventilação e climatização deste edifício para a actividade de Formação. Na ampliação e remodelação do Hospital da Arrábida para o grupo Espírito Santo Saúde, localizado em Vila Nova de Gaia, instalámos as infra-estruturas eléctricas desde a média tensão até à utilização em baixa tensão, bem como as instalações eléctricas associadas aos blocos operatórios. O SafetyProject no Centro Comercial Arrábida Shopping pertencente à Sonae Sierra, que englobou toda a instalação de Segurança relativa à desenfumagem tanto nos parques de estacionamento como na área comercial. Na área de manutenção, que intervém de forma global e integrada na manutenção e remodelação de equipamentos e instalações é de salientar que, para além da actividade corrente que temos vindo a desenvolver, iniciamos este ano parcerias com a Chamartin (espaços comerciais) com o Município de Braga, e com a Gedaz (espaços desportivos). Quanto ao IBS Intelligent Building Systems, desenvolveu parte da sua actividade no apoio técnico em Gestão Técnica e Supervisão à área de negócio de climatização. Também iniciou o apoio e desenvolvimento técnico na actividade supra para as áreas de climatização e electricidade da Clear Angola. Globalmente o volume de negócios consolidado da área nacional situou-se nos 288,8 milhões de euros, face aos 387 milhões de euros do ano anterior, o que representou uma descida sensível de 25,4%.

18 34 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Angola O mercado de Angola contribuiu globalmente em 2010 com o VN consolidado de 362,1 milhões de euros, crescendo 9,9% relativamente ao ano anterior e ocupando pela primeira vez o lugar de primeiro mercado. Neste mercado é de fundamental importância a actividade por parte da Sociedade de Construções Soares da Costa, S.A. mas também a subsidiária da Clear, a Clear Angola, tem vindo a assumir uma posição de relevo crescente. Com incidência neste mercado situam-se ainda a «Carta Angola», direccionada para a prestação de serviços de «catering» e comércio de bens alimentares, e a «MTA», no sector dos equipamentos, e que pela especificidade da sua actividade não são neste capítulo desenvolvidas. Com referência à Sociedade de Construções Soares da Costa, SA durante o ano de 2010 neste país, pese o agravamento do ambiente económico, reflectido na redução dos investimentos, na redução de liquidez no mercado financeiro e no aumento das taxas de juro, a actividade atingiu um nível bastante elevado, ultrapassando as expectativas formuladas no início do ano. A confortável carteira global inicial constituiu uma base importante para a sustentação dos níveis de produção obtidos e que colocaram o mercado angolano numa posição relativa de máxima importância entre os mercados geográficos de actuação da empresa, não apenas por um andamento menos positivo de outros mercados, mas pelo próprio crescimento em termos absolutos do VN neste país que no ano findo atingiu um máximo histórico, registando um aumento em valor absoluto de 29 milhões, ou seja +9,3% face aos valores atingidos em 2009 e superando as metas orçamentais previstas. Com mais de quatro dezenas de obras em actividade 11 durante o ano merecem especial destaque as seguintes: > Bayview TTA Edifícios de Escritórios > BECHTEL Liquid Natural Gás Project, Soyo > Edifício do Largo do Ambiente > 1ª Fase do Empreendimento de Kinaxixi > Condomínio Luanda Sul ZR3 > Baía de Luanda Requalificação da Marginal > Sana Luanda Royal Hotel > Construção do Edifício Torres Dipanda > UNITEL Edifício Técnico na FILDA > GOE Museu de Ciência e Tecnologia > Edifício Atrium Independência PONTE DA CATUMBELA - ANGOLA (...)proporcionou-me uma vivência única, que foi a direcção dos trabalhos de uma ponte de tirantes em Angola.(...) Santos Leite Director de Obra Ponte sobre o Rio Catumbela A empresa dispõe reconhecidamente neste mercado, nomeadamente na área de construção de edifícios, de uma capacidade produtiva reforçada e competente: em meios humanos de enquadramento directo e indirecto - onde é notório o reforço significativo ao nível dos colaboradores Angolanos -, e ao nível do parque de equipamentos onde a política de investimento e renovação dos últimos anos evidencia os seus reflexos. Justifica-se aqui, também, uma referência ao projecto da Praia do Bispo que tendo sido inicialmente concebido como um projecto próprio para acolher as futuras instalações da sede administrativa da empresa, em Luanda, acabou, em função de uma oportunidade gerada pelo mercado, por ser transaccionado para fora do grupo. A construção da Ponte sobre o rio Catumbela proporcionou-me uma vivência única, que foi a direcção dos trabalhos de uma ponte de tirantes em Angola. O que saliento, em traços muito gerais, foi a necessidade de ultrapassar as dificuldades que radicam na distância aos recursos mais especializados, bem como o contacto com um povo que está mais perto do essencial e com ânsia de melhorar as suas condições de vida, inserido numa natureza intensa de cores e aromas. 11 Com valor de facturação superior a um milhão de euros

19 36 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 mbito organizacional No âmbito organizacional, na sequência da eleição dos órgãos sociais da empresa para o triénio a que já se fez referência noutro capítulo deste relatório, foi institucional e formalmente reconhecida a relevância deste mercado no seio da sociedade (e do Grupo), com a nomeação de dois administradores executivos com dedicação em exclusividade a Angola. As estruturas organizativas dos diferentes níveis foram reformuladas visando maior funcionalidade e eficiência e uma mais adequada transição para a já assumida futura individualização jurídica da actividade neste país, que se espera venha a ocorrer em Ao nível das infra-estruturas de apoio à actividade prosseguiram os esforços de investimento no novo estaleiro de Viana, possibilitando uma complementaridade e melhor distribuição de valências com as existentes no actual estaleiro central do Cacuaco. Para a Clear Angola, o ano de 2010 também constitui um marco importante com o VN a incrementar-se de modo significativo atingindo o valor equivalente a 52,3 milhões de euros superior em 43,5% ao valor registado no ano anterior (que já havia crescido 35%). Concluíram-se neste período com êxito, obras de difícil execução onde foi demonstrada toda a capacidade da empresa em desenvolver projectos de grande complexidade técnica. Disso são exemplos a Clínica Girassol e o Centro Recreativo da Sonangol. Destaca-se também o arranque no terreno da empreitada de construção do edifício sede da Total, em Luanda, em que a Clear Angola participa com as especialidades de electricidade, climatização e hidráulica.

20 38 SOARES DA COSTA CONSTRUÇÃO SGPS, SA /// EXERCÍCIO DE 2010 Estados Unidos da América Roménia A Prince assume-se como empresa nuclear no âmbito da actividade da construção do Grupo Soares da Costa, nos Estados Unidos da América. A sede da empresa encontra-se localizada em Tampa (Florida), contando ainda com escritórios regionais na Florida (Sarasota, Orlando e Ford Lauderdale) e na Georgia (Cordon e Macon). A Prince está autorizada a exercer actividade também nos Estados da Carolina do Sul e Alabama. Adicionalmente a empresa tem procurado expandir a sua actividade para os Estados da Carolina do Norte e para o Texas através de jointventures ou como subempreiteira. Em 2010, com a abertura dos escritórios regionais em Fort Lauderdale (Florida) e Macon (Georgia), a Prince expandiu efectivamente o seu mercado geográfico de actuação. Durante o exercício de 2010, a actividade da empresa situou-se no segmento da construção de infra-estruturas de transporte com clientes públicos, convalidando, assim, uma alteração estratégica importante desde que a empresa foi adquirida pelo Grupo Soares da Costa. Com efeito, em 2008 a empresa não tinha capacidade e valências de construção de pontes. No final do ano 2010, a empresa tem treze pontes em construção. Esta diversificação concede à empresa a oportunidade de competir em projectos que combinam a execução de auto-estradas com a construção de pontes e outras obras de arte, constituindo uma sinergia importante resultante da integração no Grupo. Em 2010, o volume de negócios ultrapassou a centena de milhões de dólares referente a treze projectos. Destaque-se pela relevância em termos de valor durante o exercício findo a US 301 (SR43) e a US301 Sarasota para o cliente Florida Department of Transportation, a SR 25 Design-Build e a SR 50 Design-Build, em Orlando, para a mesma entidade e a Fall Line Freeway para a Georgia Department of Transportation. Globalmente a actividade nos Estados Unidos da América no ano de 2010 cifrou-se num volume de negócios de 79,9 milhões (bastante superior aos 62,8 milhões de euros de um ano antes) e na obtenção de um EBITDA de 2,2 milhões de euros (1,8 milhões de euros em 2009). Outros mercados internacionais Para além dos mercados core Portugal, Angola e Estados Unidos da América, a Sociedade através das suas participadas encontra-se actualmente a actuar na Roménia, em Moçambique, S. Tomé e Príncipe, Costa Rica e Israel. Como já se disse o país foi dos mais afectados da União Europeia pela crise económica internacional, e a condução das políticas de redução do défice orçamental introduziu severas cortes no investimento público, com sérios reflexos na insuficiência da procura no sector da construção. Ao nível da produção foram concluídas, no âmbito do Consórcio com a MAEC, a obra, de estradas, de Lugoj e a obra, de infra-estruturas de águas e esgotos, de Pitesti, ambas dentro do prazo estabelecido. Na obra de Blaj, em garantia, concluiu-se a execução de uma alteração, solicitada pelo cliente. Mantém-se em execução, no âmbito do Consórcio com a MAEC, a obra de Galati (Obra de infra-estruturas de águas e esgotos), cuja conclusão se prevê venha a ocorrer até Setembro de Em parceria com a empresa espanhola ISIS Europa, foram iniciados e concluídos, em 2010, os trabalhos do Parque Eólico de Pestera e do Parque Eólico de Cernavoda, para a EDP Renováveis, esta adjudicada ainda durante o ano. Por sua vez, em parceria com a empresa romena S. C. EUROCONSTRUCT TRADING 98 S.R.L., iniciou-se a obra pública de estradas Modernizare DJ 703I. No entanto, os trabalhos encontram-se nesta altura suspensos devido ao mau tempo e para compatibilização de partes dos projectos de execução pelo Dono de Obra. Estes condicionalismos levaram a uma redução muito significativa do VN neste mercado podendo dizer-se que, a par da redução do VN da Contacto, são estes os factores fundamentais da redução global do VN consolidado da sociedade.

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