ARBORIZAÇÃO EM CAFÉ CONILON: ASPECTOS MICROCLIMÁTICOS, FISIOLÓGICOS E NUTRICIONAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARBORIZAÇÃO EM CAFÉ CONILON: ASPECTOS MICROCLIMÁTICOS, FISIOLÓGICOS E NUTRICIONAIS"

Transcrição

1 PPGPV Capítulo 19 ARBORIZAÇÃO EM CAFÉ CONILON: ASPECTOS MICROCLIMÁTICOS, FISIOLÓGICOS E NUTRICIONAIS Paulo Cezar Cavatte Wagner Nunes Rodrigues José Francisco Teixeira do Amaral Sara Maria Andrade Pereira Luan Peroni Venancio 1. INTRODUÇÃO Além de ser um dos produtos agrícolas mais valiosos para a economia brasileira, o café apresenta grande importância cultural, tendo participação constante na história desde a colonização do país. A cafeicultura garante a geração de tributos e postos de trabalho, contribuindo para a formação da receita cambial brasileira e auxiliando na fixação do homem ao campo (FASSIO & SILVA, 2007). O Brasil é atualmente o maior produtor e exportador de café no mundo, com uma safra de 50,83 milhões de sacas beneficiadas registrada em Deste montante, 12,48 milhões foram provenientes do cultivo do café conilon (Coffea canephora Pierre ex Froehner). O Estado do Espírito Santo se destaca como o principal produtor dessa espécie de café no Brasil, sendo responsável por aproximadamente 70% da produção nacional (CONAB, 2013). Ambas as espécies de café que são cultivadas para exploração econômica, Coffea arabica L. e Coffea canephora Pierre ex Froehner, são nativas das regiões tropicais do continente africano, e evoluíram naturalmente em condições de subbosque. De maneira a simular as condições de seu habitat natural, as primeiras lavouras de café eram conduzidas em consórcio com espécies arbóreas que mantinham as plantas de café sob sombreamento (DaMATTA et al., 2007a). No entanto, a prática do sombreamento das lavouras passou a ser abandonada com o passar dos anos, principalmente devido a produtividade observada em 421

2 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV lavouras cultivadas a pleno sol, que, em muitos casos, supera a de lavouras sombreadas (BEER et al., 1998). A partir da década de 60, quando as primeiras lavouras comerciais de café conilon foram implantadas no Brasil, no Estado do Espírito Santo, a prática cultural do sombreamento já havia caído em desuso em muitas regiões do mundo, logo, a cultura do café conilon era realizada tipicamente a pleno sol (DaMatta et al., 2007b). Apesar disso, o interesse na reimplantação do sombreamento em cafezais tem crescido nos últimos anos, em especial devido à crescente preocupação ambiental com a conservação dos recursos naturais, da biodiversidade e da sustentabilidade da cafeicultura (DaMATTA & RENA, 2002). O sombreamento tem se mostrado como uma importante prática para viabilização do cultivo em áreas consideradas como marginais para a cafeicultura, onde oscilações de temperatura e déficit hídrico poderiam impedir o cultivo comercial. Neste capítulo, serão apresentadas informações sobre as principais alterações microclimáticas observadas em sistemas de cultivos arborizados, além de abranger as mudanças de natureza fisiológica e nutricional do cafeeiro conilon quando cultivados nessas condições. 2. ARBORIZAÇÃO EM CAFÉ CONILON Tem se tornado cada vez mais comum, em pequenas e médias propriedades, o plantio de espécies anuais entre as linhas de café em formação visando o uso racional do solo. Mas o cultivo de café conilon tem sido realizado tradicionalmente sem a associação do mesmo com outras espécies de porte arbustivo ou arbóreo. A associação do cafeeiro com espécies arbóreas configura um consórcio de culturas perenes que recebe diversas denominações, entre elas a arborização do cafezal (DaMATTA et al., 2007b), compreendendo uma forma de manejo dos recursos naturais que visa a utilização racional das espécies de maneira a diversificar a produção agrícola e explorar os benefícios da associação entre elas. A arborização do cafezal, portanto, associa o sombreamento esparso das plantas de café, no geral de 20% a 50% do terreno, com a exploração dos produtos da espécie arbórea (madeira, frutas, látex, carvão, entre outros). Além 422

3 PPGPV da diversificação da produção, esta associação de espécies pode trazer diversos benefícios para o café conilon, especialmente em relação a proteção da cultura. Pezzopane et al. (2010) também apontam as vantagens da arborização do cafeeiro em relação ao melhor aproveitamento da mão-de-obra nas diferentes atividades ao longo do ano, gerando um grande benefício para a agricultura familiar. Apesar de a arborização dificultar a mecanização do sistema em grandes áreas, a arborização tem se mostrado como uma estratégia viável em pequenas e médias propriedades, onde a diversificação pode gerar maior retorno da mão-deobra e segurança econômica em períodos quando o preço do café está desfavorável (CURRENT, 1997). Além disso, a arborização pode reduzir a necessidade de capinas e aumentar a longevidade da lavoura. Em espécies produtoras de madeira, o processo de derrubada e coleta das árvores pode gerar uma problemática, já que o processo pode causar danos ao cafezal. DaMatta et al. (2007b) afirmam que esses danos podem ser minimizados através do planejamento da derrubada em períodos de baixa produtividade ou quando os preços do café estão em baixa. Os mesmos autores ainda descrevem que, no geral, os custos com o reparo da lavoura são baixos e podem ser compensados com a renda obtida com a venda da madeira. Somarriba (1992) quantificou os danos desse processo em café arábica, observando danos severos em apenas 9% da extensão da lavoura. Pezzopane et al. (2010) aponta que a arborização tem sido um prática mais difundida para o café arábica do que em cultivos de café conilon. A arborização do café conilon tem se tornado cada vez mais frequente, em especial no Estado do Espírito Santo. Diferentes espécies tem sido empregadas, Sales & Araújo (2005) relatam a utilização de cedro australiano (Toona ciliate), seringueira (Hevea brasiliensis) e teca (Tectona grandis) como as mais comuns, também descrevendo a associação com espécies frutíferas como o cajueiro (Anacardium occidentale) e o coqueiro (Cocus nucifera) (PEZZOPANE et al., 2011). Também são encontrados sistemas arborizados com macadâmia (Macadamia integrifolia) (PEZZOPANE et al., 2010), pupunha (Bactris gasipaes) (BRUM et al., 2007), grevilha (Grevillea robusta), ingá (Inga sp.), nim (Azadiracha indica), peroba (Paractecoma peroba), urucum (Bixa orellana) entre 423

4 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV outros (SALES & ARAÚJO, 2005). 3. ASPECTOS MICROCLIMÁTICOS O norte do Estado do Espírito Santo é a principal região produtora de café conilon no Brasil. Essa região é marcada por algumas adversidades climáticas, como a distribuição irregular das chuvas, sendo acometida por períodos de seca prolongada que causam déficit hídrico durante o período de estiagem (estação fria); além da ocorrência de veranicos, associados a períodos de altas temperaturas (SIAG, 2013). A arborização das lavouras é uma das práticas mais difundidas como estratégia de proteção do cafeeiro contra as adversidades climáticas. Essa técnica pode alterar o microclima do sistema, reduzindo os impactos negativos causados pela ação de geadas, excessos de radiação, temperaturas elevadas e ventos excessivos (PEZZOPANE et al., 2010) Umidade As principais regiões produtoras de café conilon no Brasil apresentam problemas com relação a distribuição irregular de chuvas e ocorrência de veranicos, logo, o déficit hídrico é uma constante preocupação. O cultivo de café em consórcio com árvores pode reduzir a insolação e a perda de água do sistema, atenuando o problema (MACEDO, 2000). A arborização pode ser viável para mitigação dos problemas causados pelas adversidades climáticas em regiões sujeitas a períodos de seca prolongada ou onde a evapotranspiração é muito elevada (DAMATTA, 2004; DAMATTA & RENA, 2002). Sistemas arborizados favorecem a manutenção da umidade relativa do ar em níveis mais elevados nas horas mais quentes do dia, favorecendo uma maior abertura estomática, em especial quando ocorrem limitações em relação ao armazenamento de água no solo (TESH & KUMAR, 1978). O microclima de um cultivo arborizado promove a redução da evapotranspiração da cultura, o que aumenta a eficiência de uso da água devido, entre outros fatores, à redução da velocidade do vento, da temperatura e da 424

5 PPGPV radiação, além da maior retenção de água no sistema (MIGUEL et al., 1995). Estudando a variação do déficit de saturação de vapor de sistemas arborizados e a pleno sol, Pezzopane et al. (2010) e Pezzoapne et al. (2011) observaram valores menores de déficit de saturação de vapor em sistemas arborizados. Com redução de aproximadamente 0,34 kpa entre o cultivo de café a pleno sol para o cultivo arborizado com macadâmia e 0,18 kpa para arborização com coqueiroanão. Os autores afirmam que as menores temperaturas diurnas e a interceptação da radiação solar incidente que são observadas no sistema arborizado podem promover a redução do déficit de saturação de vapor. É válido ressaltar que, a manutenção de maior umidade no sistema também tem efeito sobre os demais organismos, podendo favorecer o desenvolvimento de pragas, ao exemplo de fungos, que se desenvolvem bem em ambientes sombreados e úmidos (STAVER et al., 2001) Temperatura A arborização causa alterações no regime térmico do agroecossistema, em especial pela redução dos extremos de temperatura do ar e do solo (BEER et al., 1998). Existem relatos de benefícios causados pela arborização do cafeeiro em função da proteção contra as oscilações de temperatura. Leal et al. (2007) observaram maior produtividade em lavoura de café arborizada com seringueira do que em cultivo solteiro, associado à altas temperaturas atingidas pelas folhas dos cafeeiros na ausência de sombreamento. Carvalho & Matiello (2012), estudando cafeeiros arborizados com cedro australiano, registraram menores oscilações de temperatura do que em cultivos a pleno sol. Observa-se na Figura 1, que o cafezal arborizado manteve médias de temperatura máxima mais amenas ao longo dos meses, sendo o mesmo efeito observado no estudo da temperatura média durante o dia. Para café conilon, foram observados efeitos semelhantes, com maior influência registrada sobre os valores diurnos em cultivos arborizados com macadâmia (PEZZOPANE et al., 2010) e coqueiro-anão-verde (PEZZOPANE et al., 2011). 425

6 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV Figura 1. Variação mensal da temperatura (máxima, mínima, diurna e noturna) em cafezais a pleno sol e arborizados com cedro australiano na Zona da Mata, Minas Gerais (Adaptado de CARVALHO & MATIELLO, 2012). 426

7 PPGPV O potencial da arborização como atenuante das oscilações e temperatura é mais facilmente observado no estudo da temperatura máxima diária, causando redução significativa nos valores médios ao longo do ano. Já o efeito sobre a temperatura média e temperatura mínima são menos pronunciados, mas podem ser observados em algumas estações do ano (VALENTINI et al., 2010). Fato semelhante foi observado por Leal et al. (2007), com a arborização promovendo a manutenção das temperaturas médias foliares em níveis mais favoráveis ao desempenho fotossintético das plantas de café, com reflexos positivos na produtividade. Esses autores afirmam que mesmo na região de estudo (Londrina-PR), considerada climaticamente apta para o cultivo do cafeeiro, o sombreamento moderado pode ser benéfico a lavoura, devido a proteção das plantas contra temperaturas excessivas que ocorrem durante algumas horas do dia. Valentini et al. (2010) também demonstraram o potencial do sistema arborizado na redução dos valores de temperatura do ar, tornando o ambiente mais ameno para o cultivo. Os autores verificaram que diferentes culturas promovem diferentes efeitos sobre a temperatura do sistema, e que a arborização pode ser eficiente para reduzir a temperatura máxima diária em até 3 ºC, especialmente para dias quentes com céu sem nebulosidade da primavera e verão que coincidem com estádios fenológicos da floração e frutificação do cafeeiro, críticos para a produção Disponibilidade de luz Em diversas regiões do mundo, a cafeicultura foi estabelecida em regime de sombra. Mas no Brasil, o modelo predominante é o cultivo a pleno sol, logo, o melhoramento genético do café foi direcionado para a adaptação da planta a condições de cultivo solteiro. No entanto, essa prática acabou favorecendo problemas de bienalidade, desgaste pela superprodução e depauperamento dos cafezais (SOUZA et al., 2009a). Diversos autores tem relatado o efeito benéfico da arborização do cafezal relacionado a redução da radiação incidente (CAMARGO & PEREIRA, 1994; BEER et al., 1998; DaMATTA, 2004). É normal que alterações na luminosidade 427

8 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV promovam diferentes respostas nas características fisiológicas, bioquímicas e anatômicas das espécies vegetais. Assim, a adaptação das plantas às condições de intensidade luminosa do ambiente podem permitir a exploração da eficiência do crescimento e, em muitos casos, da produção (ENGEL, 1989; KOZLOWSKI et al., 1991; ATROCH et al., 2001). Acredita-se que o café possua mecanismos eficientes de dissipação do excesso de energia incidente, já que a sua irradiância de saturação é de aproximadamente 600 µmol m -2 s -1, considerando-se folhas expostas, mas tem sido observado que a fotossíntese pode não sofrer redução substancial até cerca 1400 µmol m -2 s -1 (RAMALHO et al., 2000). No entanto, se os processos de fotossíntese e fotorrespiração não forem capazes de consumir a maior parte do poder redutor gerado nas reações fotoquímicas, existe o risco de ocorrência de sobre-redução da cadeia de transporte de elétrons do cloroplasto. Esse processo pode ter como resultado o escape de elétrons, que podem causar a redução do oxigênio molecular a formas reativas, com potencial de causar danos fotooxidativos (LIMA et al., 2002; PINHEIRO et al., 2004). O sombreamento fornecido pela arborização poderia, neste contexto, mitigar a ocorrência desses danos (DaMATTA, 2004). A arborização do sistema causa modificações na radiação solar que incidente sobre o cafezal, o que altera a quantidade de energia disponível para a fotossíntese, evapotranspiração, aquecimento do ar, aquecimento do solo, entre outros processos (MONTEITH et al., 1991). Pezzopane et al. (2010) verificaram reduções de 65% a 58% nas médias de transmissividade da radiação fotossintéticamente ativa no sistema arborizado com macadâmia em relação ao cultivo a pleno sol. De maneira semelhante, sistemas arborizados com coqueiro anão-verde apresentaram redução de 73% a 70% (PEZZOPANE et al., 2011) Ventos Um problema que tem causado prejuízos a cafeicultura capixaba é a ocorrência de fortes ventos nordeste e sudeste, estes normalmente atingem a região produtora de café ao final do período seco do ano. Nessa época, as lavouras 428

9 PPGPV não irrigadas já se encontram debilitadas e desfolhadas devido ao déficit hídrico, colheita e podas, o que torna a lavoura mais susceptível aos danos causados pelos ventos (BRENNER, 1996; DaMATTA et al., 2004b). A arborização da lavoura promove proteção da mesma, já que os renques da espécie arbórea cortando a direção dos ventos dominantes na região atuam como quebra-vento, reduzindo os impactos negativos causados pelos mesmos. A velocidade média do vento apresenta acentuada redução em cultivos arborizados. Estudos realizados na mesma região, mostram que a velocidade do vendo foi reduzida de 0,58 m s -1 em cafezais a pleno sol para 0,14 m s -1 em cafezal arborizado com macadâmia (PEZZOPANE et al., 2010) (Figura 2A), e de 0,71 m s -1 para 0,47 m s -1 no cultivo arborizado com coqueiro-verde-anão (PEZZOPANE et al., 2011) (Figura 2B). É válido ressaltar que além de a arborização reduzir a média de velocidade do vento, ela também evitou que a velocidade do vento chegasse a valores muito elevados no cultivo. Pezzopane et al. (2001) citam que mesmo em dias quando a velocidade do vento atingiu máximas de 9,57m s -1 no cafezal solteiro, no cultivo arborizado os valores permaneceram abaixo de 4,4 m s ASPECTOS FISIOLÓGICOS O sombreamento causado pela arborização nas plantações de café influencia diretamente a fisiologia das plantas, com reflexos na eficiência fotossintética e respiratória, além de promover alterações nas taxas de trocas gasosas e transpiração, com influência direta sobre o crescimento e a produtividade dos cafeeiros (BARRADAS & FANJUL, 1986). DaMatta (2004) cita que a arborização pode reduzir a produtividade dos cafeeiros, devido à redução das taxas de assimilação de carbono, além de promover maior estímulo ao crescimento vegetativo em detrimento do reprodutivo. Entretanto, existem ganhos em relação a outras características, como por exemplo o controle da bienalidade de produção e a redução na incidência do dieback ou seca de ramos (MIRANDA et al., 1999). 429

10 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV Figura 2. Médias de velocidade do vento em cultivos de café a pleno sol e arborizados com macadâmia (A) e coqueiro-anão-verde (B) em São Mateus-ES. (Adaptado de PEZZOPANE et al., 2010 e PEZZOPANE et al., 2011) Fotossíntese As alterações microclimáticas ocasionadas pela arborização estão 430

11 PPGPV intimamente associadas à alteração da flutuação diária de radiação solar recebida pelas plantas do sistema. Em cafezais sombreados, o déficit de pressão de vapor entre a copa e a atmosfera e a transpiração podem sofrer grandes reduções. DaMatta & Rena (2001) afirmam que, sob essas condições, ocorre redução do gradiente de pressão de vapor entre o interior da folha e o ar adjacente, fazendo com que a transpiração seja mais influenciada pela resistência do ar do que pela resistência estomática. Devido à resistência do ar, mesmo com a permanência dos estômatos abertos, a utilização de CO 2 na fotossíntese não é acompanhada diretamente pela perda de vapor d água, contribuindo para aumento da eficiência do uso da água (DaMATTA & RENA, 2001). Em cafezais cultivados a pleno sol, a transpiração tende a aumentar ao longo do dia, em resposta ao aumento do déficit de pressão de vapor. Entretanto, a transpiração pode ser reduzida quando incrementos adicionais do déficit de pressão de vapor ocorrem, devido principalmente a alta sensibilidade do estômato do café à redução da umidade relativa. O fechamento dos estômatos causa, então, a redução do fluxo de CO 2 e, consequentemente, da taxa de fotossíntese Logo, mesmo com a maior irradiância incidente nos sistemas a pleno sol, a utilização fotoquímica da mesma é limitada (DaMATTA et al., 2007b). Assim, a redução da irradiância incidente sobre as plantas de café devido à arborização pode, entre outras consequências fisiológicas, permitir maiores condutâncias estomáticas. DaMatta (2004) sugere que o sombreamento de clones de café conilon mais sensíveis à seca possam causar melhoria do seu desempenho fotossintético numa extensão superior à de clones mais tolerantes ao déficit hídrico Crescimento O crescimento é reflexo do acúmulo de carbono e componentes orgânicos pelas plantas, sendo determinado pela disponibilidade de luz, água e nutrientes do ambiente (BUCHANAN, 2000). Para o cafeeiro, destaca-se a influência dos fatores edafoclimáticos e genéticos sobre seu crescimento (BRAGANÇA et al., 2005). Na maior parte das 431

12 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV regiões do mundo onde o café é cultivado, o crescimento da parte aérea varia sazonalmente em função das condições climáticas, em especial, nota-se grande influência da disponibilidade hídrica, da temperatura e, em alguns casos, do fotoperíodo (RONCHI & DaMATTA, 2007). Como discutido anteriormente, a arborização causa modificações microclimáticas, o que pode influenciar o padrão de crescimento vegetal. Têm sido registrado em literatura, que o crescimento vegetativo do cafeeiro conilon em condições de arborização difere do cafeeiro cultivado a pleno sol, sendo descrita a ocorrência de menor emissão de nós nos ramos ortotrópicos e plagiotrópicos, e maior tamanho de entrenós em ambientes com menores índices de radiação (CANNEL, 1976; MORAES et al., 2003; SOUZA et al., 2009a; SOUZA et al., 2009b). O estiolamento é um problema que pode ser observado em plantas de café cultivadas sob sombreamento excessivo. Ramos estiolados são mais frágeis e propícios ao tombamento devido a carga de frutos e a ruptura em função de danos mecânicos. Trevisan et al. (2008) relatam que o cafeeiro conilon sombreado com seringueira chegou a apresentar estiolamento de ramos plagiotrópicos de cerca de 52% a mais do que o observado no café cultivado a pleno sol. Para os ramos ortotrópicos, também foi observado estiolamento no cultivo sombreado, com 62% a mais em relação ao café solteiro. Resultados semelhantes foram aos observados por Oliosi et al. (2012) em estudos com café conilon sombreado com cedro australiano. Outras alterações no crescimento do cafeeiro também são observadas em condições de sombreamento. Os resultados dos experimentos de Ricci et al. (2006) e Braun et al. (2007) indicam que o sombreamento pode promover maiores valores de área foliar e volume radicular em cafeeiro conilon. Esses autores discutem que a alteração no crescimento pode ser resultado de um mecanismo de compensação do cafeeiro para desenvolvimento em condições de menor luminosidade. Alterações no desenvolvimento foliar de Coffea arabica em sistema agroflorestal também foram observadas por Righi (2005), esse autor observou que o cafeeiro desenvolveu maior espaçamento entre folhas e que folhas mais sombreadas chegaram a apresentar valores médios de área foliar cerca de 10 cm 2 superiores às iluminadas. Nascimento et al. (2006), também trabalhando 432

13 PPGPV com Coffea arabica, verificaram que o cafeeiro arborizado apresentou menores médias de espessura, tanto do limbo foliar, quanto dos parênquimas paliçádico e esponjoso Produção de frutos No geral, observa-se que a produtividade do café em sistemas arborizados é inferior a sistemas a pleno sol, quando o cultivo é realizado em condições ambientais adequadas e uso intensivo de insumos agrícolas. No entanto, dependendo das condições edafoclimáticas da região e da densidade de cultivo, a arborização pode não ter efeito sobre a produção de frutos das plantas de café, e em alguns casos pode até mesmo estimular esse processo. Para regiões tropicais, a arborização deve proporcionar sombreamento de cerca de 20% da superfície do terreno, já que o excesso pode ser prejudicial à produção dos cafeeiros (DaMATTA, 2004). Souza et al. (2009c) avaliaram a produtividade do cafeeiro arborizado com diferentes espécies ao longo de seis anos e verificaram que, apesar das diferentes espécies arbóreas promoverem diferentes níveis de produção, não houve prejuízos sobre a produtividade do cafeeiro. Os mesmos autores afirmam ainda que a arborização com seringueira e grevílea teve efeito benéfico sobre a produtividade do cafeeiro, quando comparado ao tratamento conduzido a pleno sol. O efeito negativo sobre a produtividade do cafeeiro em sistemas arborizados pode estar relacionada com o estímulo causado pelo sombreamento sobre a diferenciação das gemas, favorecendo a emissão de gemas vegetativas em detrimento de gemas florais (CANNEL, 1975). A menor produção de frutos em sistemas arborizados também pode estar relacionada com a menor assimilação de carbono, devido a menor disponibilidade de luz, consequente do sombreamento excessivo do sistema. Castillo & López (1966) descrevem a possibilidade de redução da produção de frutos devido a redução do número de nós formados em cada ramo em cultivos sombreados. O número de nós é considerado um dos principais componentes de produtividade, já que essa variável indica a quantidade de gemas disponíveis para a formação de botões florais e, consequentemente, frutos (BONOMO et al., 2004). Acredita-se que existe possibilidade de exploração da grande variabilidade 433

14 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV genética do café conilon para seleção de materiais tolerantes ao sombreamento, pois observações empíricas tem demonstrado que diferentes clones de café conilon apresentam respostas diferenciadas ao sombreamento. No entanto, ainda não existem resultados científicos suficientes para a recomendação de materiais genéticos promissores para cultivo sombreado (DaMATTA et al., 2007b). A arborização pode contribuir para redução de um notável problema relacionado a produtividade do cafeeiro, que é a variação temporal da produção ou bienalidade. Em seu ambiente nativo sombreado, o cafeeiro produz poucas flores e, ao longo de sua evolução, não desenvolveu mecanismos de manutenção da carga de frutos em função da disponibilidade nutricional do ambiente em que se encontra. Logo, a planta de café, quando cultivada a pleno sol e sob condições de cultivo intenso, está sujeita a superprodução (CANNEL, 1985; DaMATTA et al., 2007b). A superprodução de frutos atua como um forte dreno de metabolitos e exaure as reservas das plantas, comprometendo o crescimento e a produtividade do ano seguinte. A arborização configura, portanto, uma estratégia para reduzir a emissão de botões florais e tamponar a oscilação produtiva do cafeeiro, evitando a superprodução e favorecendo a manutenção da produtividade ao longo dos anos (DaMATTA, 2007b). É válido ressaltar que a bienalidade em café conilon não é tão expressiva como a observada em café arábica, já que a mesma pode ser reduzida pela renovação dos ramos ortotrópicos através do manejo de poda adequado. A qualidade dos grãos também pode ser influenciada pela arborização. Observa-se uma elevada porcentagem de chochamento em cafezais a pleno sol, devido à má formação dos grãos em função dos estresses ambientais citados anteriormente. Além disso, os estresses climáticos podem ocasionar uma maturação acelerada dos frutos e prejudicar o desenvolvimento das propriedades organolépticas do fruto, com efeito negativo sobre a qualidade de bebida (DaMATTA, 2007b). Existem resultados contrastantes na literatura (SOUZA et al., 2010), no entanto, acredita-se que a arborização, em densidade adequada, além de atuar como medida de redução do estresse causado pela superprodução, também favorece uma maturação mais lenta, propiciando a produção de frutos bem 434

15 PPGPV formados, maiores e de qualidade superior (CARAMORI et al., 2004). 5. ASPECTOS NUTRICIONAIS A maioria dos solos utilizados na cafeicultura brasileira são ácidos, friáveis, altamente intemperizados e apresentam baixa fertilidade natural, com alta capacidade de fixação de fósforo e, em muitos casos, apresentam elevada saturação por alumínio. Nessas condições, a produção agrícola deve explorar o potencial da atividade biológica para disponibilização de nutrientes por meio da ciclagem, além de promover a proteção do solo contra chuvas pesadas e sol intenso, visando a formação de um sistema sustentável de cultivo, com manutenção da capacidade produtiva da área. O emprego da arborização é uma alternativa que vem sendo desenvolvida e adotada como medida de proteção contra erosão e melhoria da qualidade do solo (MENDONÇA et al., 2010). A utilização de nutrientes e a resposta à adubação do cafeeiro tende a ser maior em sistemas de cultivo a pleno sol. No entanto, Alvarenga & Martins (2004) observaram que, para uma mesma quantidade de café produzida, foi possível reduzir a adubação no sistema arborizado. Ainda é possível adotar uma espécie leguminosa para o cultivo arborizado, com potencial para fixação biológica de nitrogênio, o que pode reduzir ainda mais a necessidade de adubação do sistema. Beer et al. (1998) estudaram o potencial do sistema arborizado com leguminosas, observando a fixação de aproximadamente 60 kg de nitrogênio por hectare a cada ciclo produtivo Fertilidade do solo Cafezais arborizados apresentam melhorias relacionadas a manutenção da fertilidade do solo em função do aumento do aporte de matéria orgânica, da reciclagem de nutrientes e da manutenção de uma camada de serapilheira sobre o solo, com resíduos vegetais em diferentes estágios de decomposição. O maior aporte orgânico proporciona maior teor de carbônico orgânico e substancias húmicas nos solos de cultivos arborizados, o que indica maior estabilização do carbono no solo, em formas que são responsáveis pelas cargas 435

16 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV da matéria orgânica, contribuindo, portanto, com a capacidade de troca de cátions do solo, com a capacidade de retenção de água e com a estabilidade dos microagregados (MENDONÇA et al., 2010). O cultivo associado com espécies arbóreas pode promover o aumento do conteúdo de nutrientes na manta orgânica do solo. Perez et al. (2004) observaram aumentos de aproximadamente 80% no conteúdo de nitrogênio, 120% para fósforo, 175% para potássio, 5% para cálcio, 35% para magnésio e 75% no conteúdo de enxofre da manta orgânica de cafezais arborizados Propriedades físicas do solo O maior aporte de material vegetal sobre o solo contribui para manutenção da temperatura do solo em níveis mais estáveis, o que reduz as perdas de nitrogênio pelo processo de volatilização. Além disso, a arborização contribui para redução do escorrimento superficial, ocorrendo aumento da capacidade de infiltração da água do solo e reduzindo o processo erosivo (DaMATTA et al., 2007b). As perdas de solo e nutrientes em sistemas arborizados são notadamente inferiores às observadas em sistemas convencionais. Franco et al. (2002) registraram perdas de solo em sistemas arborizados compatíveis com níveis observados em comunidades florestais, com valores entre 6,8 e 578,5 kg ha -1 ano -1, valores muito inferiores aos observados nos sistemas convencionais onde a perda foi de 20,2 a ,9 kg ha -1 ano -1. A redução das perdas e o aumento da infiltração da agua promovem melhorias nas características físicas do solo em comparação com sistemas de cultivo de café solteiro. Os valores de argila dispersa em água observados nos sistemas arborizados são intermediários entre os valores observados em solos de sistemas convencionais e de solos sob mata natural, indicando um estágio de recuperação da qualidade do solo. Além disso, sistemas arborizados apresentam maior índice de floculação, agregados de maior diâmetro, menor compactação e maior porosidade (MENDONÇA et al., 2010). Também tem sido relatada menor resistência a penetração do solo, tanto na linha quanto na entrelinha, em sistemas de produção de café conilon arborizados com macadâmia. Esse fato sugere que a superfície do solo protegida 436

17 PPGPV pela arborização pode desfavorecer o encrostamento superficial e fornecer maior proteção à camada de matéria orgânica. É válido ressaltar que essas modificações estão relacionadas à morfologia das espécies arbóreas usadas no sistema, logo, diferentes sistemas podem apresentar resultados diferenciados em relação a essas características (PIRES et al., 2009) Biologia do solo O maior aporte orgânico em sistemas arborizados em conjunto com a maior diversidade vegetal sobre o solo, assim como a menor perda de solo causa alterações nas características biológicas do solo. Apesar de haver poucos estudos conclusivos a respeitos das citadas alterações biológicas, espera-se que essas mudanças resultem em maior diversidade de organismos, maior exploração efetiva da área pelos sistemas radiculares em função da maior quantidade de raízes encontradas em profundidade (MENDONÇA et al., 2010). Alguns autores tem verificado que maior presença de esporos de micorriza em profundidade em sistemas arborizados, o que, em conjunto com a maior exploração radicular do solo, confere maior capacidade de ciclagem de nutrientes ao agroecossitema. Como uma importante vantagem dessa alteração biológica, cita-se a possibilidade de aumento da labilidade do fósforo (XAVIER et al., 2006). 6. REFERÊNCIAS ALVARENGA, M. I. N.; MARTINS, M. Fatores edáficos de cafezais arborizados. In: MATSUMOTO, S. N. Arborização de cafezais no Brasil. Vitória da Conquista: UESB, p ATROCH, E. M. A. C.; SOARES, A. M.; ALVARENGA, A. A.; CASTRO, E. M. Crescimento, teor de clorofilas, distribuição de biomassa e características anatômicas de planas jovens de Bauhinia forficata Link submetidas a diferentes condições de sombreamento. Ciência Agrotecnologia, v.25, n.4, p , BARRADAS, V. L.; FANJUL, L. Microclimatic characterization of shaded and open grown coffee (Coffea arabica) plantations in Mexico. Agricultural and Forest Meteorology, v.38, p ,

18 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV BEER, J.; MUSCHLER, R.; KASS, D.; SOMARRIBA, E. Shade management in coffee and cacao plantations. Agroforestry Systems, v.38, p , BONOMO, P.; CRUZ, C. D.; VIANA, J. M. S.; PEREIRA, A. A.; OLIVEIRA, V. R.; CARNEIRO, P. C. S. Avaliação de progênies obtidas de cruzamentos de descendentes do híbrido de Timor com as cultivares Catuaí Vermelho e Catuaí Amarelo. Bragantia, v.63, p , BRAGANÇA, S. M. Crescimento e acúmulo de nutrientes pelo cafeeiro conilon (Coffea canephora Pierre) f. Tese (Doutorado) Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, BRENNER, A. J. Microclimatic modifications in agroforestry. In: ONG, C.K.; HUXLEY, P. Tree-crop interactions: a physiological approach. Cambridge: University, p BRAUN, H.; ZONTA, J. H.; LIMA, J. S. S.; REIS, E. F. Produção de mudas de café conilon propagadas vegetativamente em diferentes níveis de sombreamento. Idesia, v.25, n.3, p.85-89, BRUM, V. J.; BREGONCI, I. S.; CAMPOS, L. P. A.; REIS, E. F.; AMARAL, J. A. T.; JESUS JUNIOR, W. C. Produtividade do café conilon em monocultivo e sombreado com pupunheira. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 5., 2007, Guarapari. Anais Porto Alegre: ABA Agroecologia, CD-ROM. BUCHANAN, B. B.; GRUISSEN, W.; JONES, R. L. Biochemistry and molecular biology of plants. 1. ed. Rockville: American Society of Plant Physiologists, p. CAMARGO, A. P.; PEREIRA, A. R. Agrometeorology of the coffee crop. Geneva: World Meteorological Organization, p. CANNELL, M. G. R. Crop physiological aspects of coffee bean yield: a review. Kenya Coffee, v.41, n.484, p , CANNEL, M. G. R. Crop physiological aspects of coffee bean yield: a review. Journal of Coffee Research, v.5, p.7-20, CANNEL, M. G. R. Physiology of the coffee crop. In: CLIFFORD, M. N.; WILLSON, K. C. Coffee: botany, biochemistry and production of beans and beverage. London: Westport Conn Helm, p

19 PPGPV CARAMORI, P. H.; KATHOUNIAN, C. A.; MORAIS, H.; LEAL, A. C.; HUGO, R. G.; ANDROCIOLI FILHO, A. Arborização de cafezais e aspectos climatológicos. In: MATSUMOTO, S. N. Arborização de cafezais no Brasil. Vitória da Conquista: UESB, p CARVALHO, M. L.; MATIELLO, J. B. Arborização de cafeeiros com cedro australiano nas condições da Zona da Mata em Minas Gerais. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 38., 2012, Caxambú. Boas Tecnologias difundir, pro café bem florir. Varginha: Fundação PROCAFÉ, CD-ROM. CASTILLO, Z. J.; LÓPEZ, A. R. Nota sobre el efecto de la intensidade de la luz em la floración del café. Cenicafé, v.17, p.51-60, COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO CONAB. Acompanhamento da safra brasileira café: primeira estimativa, janeiro de Brasília: CONAB, p. CURRENT, D. Los sistemas agroforestales generan beneficios para las comunidades rurales? Resultados de una investigación en America Central y el Caribe. Agroforesteria en las Américas, v.4, p.21-24, DaMATTA, F. M. Ecophysiological constraints on the production of shaded and unshaded coffee: a review. Field Crops Research, v.86, p , DaMATTA, F. M.; RENA, A. B. Tolerância do café à seca. In: ZAMBOLIM, L. Tecnologias de Produção de Café com Qualidade. Viçosa: UFV, p DaMATTA, F. M.; RENA, A. B. Ecofisiologia de cafezais sombreados e a pleno sol. In: ZAMBOLIM, L. O Estado da arte de tecnologias na produção de café. Viçosa: UFV, p DaMATTA, F. M.; RONCHI, C. P.; MAESTRI, M.; BARROS, R. S. Ecophysiology of coffee growth and production. Brazilian Journal of Plant Physiology, v.19, p , 2007a. DaMATTA, F. M.; RONCHI, C. P.; SALES, E. F.; ARAÚJO, J. B. S. O café conilon em sistemas agroflorestais. In: FERRÃO, R. G.; FONSECA, A. F. A.; BRAGANÇA, S. M.; FERRÃO, M. A. G.; DeMUNER, L. H. Café Conilon. Vitória: Incaper, 2007b. p

20 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV ENGEL, V. L. Influência do sombreamento sobre o crescimento de mudas de essências nativas, concentração de clorofila nas folhas e aspectos de anatomia f. Tese (Dissertação de mestrado) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba FASSIO, L. H.; SILVA, A. E. S. Importância econômica e social do café conilon. In: FERRÃO, R. G.; FONSECA, A. F. A.; BRAGANÇA, S. M.; FERRÃO, M. A. G.; DeMUNER, L. H. Café Conilon. Vitória: Incaper, p FRANCO, F. S.; COUTO, L.; CARVALHO, A. F.; JUCKSCH, I.; FERNANDES FILHO, E. I.; SILVA, E.; MEIRA NETO, J. A. A.; Quantificação de erosão em sistemas agroflorestais e convencionais na Zona da Mata de Minas Gerais. Revista Árvore, v.26, p , KOZLOWSKI, T.; KRAMER, P. J.; PALLARDY, S. G. The physiological ecology of woody plants. London: Academic Press, p. LEAL, A. C.; PEREIRA, J. P.; ANDROCIOLI, A. Efeito da orientação das filas duplas de seringueira no microclima e na produção dos cafeeiros em sistema agroflorestal. In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 5., 2007, Águas de Lindóia. Anais... Brasília: Embrapa Café, CD-ROM. LIMA, A. L. S.; DaMATTA, F. M.; PINHEIRO, H. A.; TOTOLA, M. R.; LOUREIRO, M. E. Photochemical responses and oxidative stress in two clones of Coffea canephora under water deficit conditions. Environmental and Experimental Botany, v.47, n.3, p , MACEDO, R. L. G. Princípios básicos para o manejo sustentável de sistemas agroflorestais. Lavras: UFLA/ FAEPE, p. MENDONÇA, E. S.; CARDOSO, I. M.; JUCKSCH, I.; FERNANDES, R. B. A.; GARCIA, R. V. Fatores edáficos de cafezais arborizados: processo de aprendizado continuo com agricultores familiares. In: ZAMBOLIM, L.; CAIXETA. E. T.; ZAMBOLIM, E. M. Estratégias para produção de café com qualidade e sustentabilidade. Viçosa: UFV, p MIGUEL, A. E.; MATIELLO, J. B.; CAMARGO, A. P.; ALMEIDA, S.R.; GUIMARAES, S. R. Efeitos da arborização do cafezal com Grevillea robusta nas temperaturas do ar e umidade do solo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 21., 1995, Caxambu. Anais... Rio de Janeiro: MARA/PROCAFE,1995. p

21 PPGPV MIRANDA, E. M.; PEREIRA, R. C. A.; BERGO, C. L. Comportamento de seis linhagens de café (Coffea arabica L) em condições de sombreamento e a pleno sol no estado do Acre, Brasil. Ciência e Agrotecnologia, v.23, n.1, p.62-69, MONTEITH, J. L.; ONG, C. K.; CORLETT, J. E. Microclimatic interactions in agroforestry systems. Forest Ecology and management, v.45, p.31-44, MORAIS, H.; MARUR, C. J.; CARAMORI, P. H.; RIBEIRO, A. M. A.; GOMES, J. C. Características fisiológicas e de crescimento de cafeeiro sombreado com guandu e cultivado a pleno sol. Pesquisa agropecuária brasileira, v.38, n.10, p , NASCIMENTO, E. A.; OLIVEIRA, L. E. M.; CASTRO, E. M.; DELÚ, N.; MESQUITA, A. C.; VIEIRA, C. V. Alterações morfofisiológicas em folhas de cafeeiro (Coffea arabica L.) consorciado com seringueira (Hevea brasiliensis Muell. Arg.). Ciência Rural, v.36, n.3, p , OLIOSI, G.; PARTELLI, F. L.; ARAÚJO, A. V.; RODRIGUES, J. O.; TENIS, L. H. O.; BARROCA, M. V. Distância de internódios, crescimento acumulado e número de nós do café conilon sombreado com seringueira e a pleno sol. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 38., 2012, Caxambú. Boas Tecnologias difundir, pro café bem florir. Varginha: Fundação PROCAFÉ, CD-ROM PEREZ, A. M. M.; JUCKSCH, I.; MENDONÇA, E. S.; COSTA, L. M. Impactos da implementação de um sistema agroflorestal com café na qualidade do solo. Agropecuária Técnica, v.25, p.25-36, PEZZOPANE, J. R. M.; MARSETTI, M. M. S.; SOUZA, J. M.; PEZZOPANE, J. E. M. Condições microclimáticas em cultivo de café conilon a pleno sol e arborizado com nogueira macadâmia. Ciência Rural, v.40, n.6, p , PEZZOPANE, J. R. M.; MARSETTI, M. M. S.; FERRARI, W. R.; PEZZOPANE, J. E. M. Alterações microclimáticas em cultivo de café conilon arborizado com coqueiro-anão-verde. Revista Ciência Agronômica, v.42, n.4, p , PINHEIRO, H. A.; DaMATTA, F. M.; CHAVES, A. R. M.; FONTES, E. P. B.; LOUREIRO, M. E. Drought tolerance in relation to protection against oxidative stress in clones of Coffea canephora subjected to long-term drought. Plant Science, v.167, p ,

22 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV PIRES, F. R.; CHAGAS, K.; NASCIMENTO, A. F.; PEZZOPANE, J. R. M.; ARAÚJO, R. S.; SOUZA, J. M.; REISEN, R. D. Resistência do solo à penetração em sistemas consorciados de produção de café conilon.. In: SIMPÓSIO DE PESQUISAS DOS CAFÉS DO BRASIL, 6., Vitória, Anais... Brasília: EMBRAPA CAFÉ, CD-ROM. RAMALHO, J. C; PONS T. L; GROENVELD, H. W; AZINHEIRA, H. G.; NUNES M. A. Photosynthetic acclimation to high light conditions in mature leaves of Coffea arabica L.: role of xanthophylls, quenching mechanisms and nitrogen nutrition. Australian Journal of Plant Physiology, v.27, n.1, p.43-51, RICCI, M. S. F.; COSTA, J. R.; PINTO, A. N.; SANTOS, V. L. S. Cultivo orgânico de cultivares de café a pleno sol e sombreado. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.41, n.4, p , RIGHI, C. A. Avaliação ecofisiológica do Coffea arabica L. em sistema agroflorestal em monocultivo f. Tese (Doutorado) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba RONCHI, C. P.; DaMATTA, F. M. Aspectos fisiológicos do Café Conilon. In: FERRÃO, R. G.; FONSECA, A. F. A.; BRAGANÇA, S. M.; FERRÃO, M. A. G.; DeMUNER, L. H. Café Conilon. Vitória: Incaper, p SALES; E. F.; ARAÚJO J. B. S. Levantam,ento de árvores consorciadas com cafeeiros no Estado do Espírito Santo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 3., 2005, Florianópolis,. Anais... Florianópolis: ABA, CD-ROM. SISTEMA DE INFORMAÇÕES AGROMETEOROLÓGICAS SIAG. Dados médios da série histórica da estação meteorológica localizada no município de Linhares-ES. Disponível em: <http://hidrometeorologia.incaper.es.gov. br/?pagina=linhares_sh>. Acesso em: 18 abr SOMARRIBA, E. Timber harvest, damage to crop plants and yield reduction in two Costa Rican coffee plantations with Cordia alliodora shade trees. Agroforestry Systems, v.18. p.69-82, SOUZA, G. P.; CANDIDO, A. O.; MORAIS, W. B.; JESUS JUNIOR, W. C. Influência da arborização em café conilon sobre o rendimento em peneira. In: ENCONTRO LATINO AMERICANO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 14., ENCONTRO LATINO AMERICANO DE PÓS GRADUAÇÃO, 10., 442

23 PPGPV ENCONTRO LATINO AMERICANO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA JÚNIOR, 4., 2010, São José dos Campos. Anais de trabalhos completos. São José dos Campos: UNIVAP, CD-ROM. SOUZA, J. M.; PEZZOPANE, J. R. M.; GASPARI-PEZZOPANE, C. FERRRARI, W. R.; MONTEIRO, K. R.; MARSETTI, M. M. S. Crescimento vegetativo do cafeeiro conilon consorciado com coqueiro anão verde. In: SIMPÓSIO DE PESQUISAS DOS CAFÉS DO BRASIL, 6., 2009, Vitória. Anais... Brasília: EMBRAPA CAFÉ, 2009a. CD-ROM. SOUZA, J. M.; PEZZOPANE, J. R. M.; GASPARI-PEZZOPANE, C. FERRRARI, W. R.; MONTEIRO, K. R.; MARSETTI, M. M. S. Crescimento vegetativo do cafeeiro conilon arborizado com nogueira macadâmia. In: SIMPÓSIO DE PESQUISAS DOS CAFÉS DO BRASIL, 6., 2009, Vitória. Anais... Brasília: EMBRAPA CAFÉ, 2009b. CD-ROM. SOUZA, P. S.; GALLO, P. B.; ROLIM, G. S.; CAMARGO, M. B. P.; PEZZOPANE, J. R. M. Produtividade do cafeeiro em sistema arborizado nas condições de Mococa-SP. In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 6., 2009, Vitória,. Anais... Vitória, 2009c. CD-ROM. STAVER, C.; GUHARAY, F.; MONTERROSO, D.; MUSCHLER, R.G. Designing pest-supressive multistrata perennial crop systems: shade grown coffee in Central América. Agroforestry Systems, v.53, n.2, p , TESH, A. J.; KUMAR, D. Some aspects of stomatal behaviour in Cofeea arabica L. I. Effects of soil moisture, soil nitrogen and potassium, and humidity. Kenya Coffee, v.43, p , TREVISAN, E.; PARTELLI, F. L.; VALANI, G. P.; PELEGRINI, H. R.; GOES, M. O. Distância de internódios, crescimento acumulado e número de nós do café conilon sombreado com seringueira e a pleno sol. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISAS CAFEEIRAS, 38., 2012, Caxambú. Boas Tecnologias difundir, pro café bem florir. Varginha: Fundação PROCAFÉ, CD-ROM. VALENTINI, L. S. P.; CAMARGO, M. B. P.; ROLIM, G. S.; SOUZA, P. S.; GALLO, P. B. Temperatura do ar em sistemas de produção de café arábica em monocultivo e arborizados com seringueira e coqueiro-anão na região de Mococa, SP. Bragantia, v.69, n.4, XAVIER, F. A. S.; CARDOSO, I. M.; MENDONÇA, E. S.; COSTA, M. D. Fungos micorrízicos arbusculares e absorção de P em latossolos da Zona da Mata de Minas Gerais. In: FERTBIO 2006, 2006, Bonito. Anais... Bonito: SBCS,

24 Tópicos Especiais em Produção Vegetal IV CD-ROM. 444

RESULTADOS E DISCUSSÃO

RESULTADOS E DISCUSSÃO ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 22 - agosto/2014 - Niterói - RJ ATRIBUTOS NUTRICIONAIS DE LAVOURAS 1 DE CAFÉ CONILON NO NORTE FLUMINENSE 2 2 Wander Eustáquio de Bastos Andrade ; José Márcio Ferreira ;

Leia mais

RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL, SALDO DE RADIAÇÃO E FLUXO DE CALOR NO SOLO EM CULTIVO CONSORCIADO CAFÉ/COQUEIRO-ANÃO VERDE 1

RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL, SALDO DE RADIAÇÃO E FLUXO DE CALOR NO SOLO EM CULTIVO CONSORCIADO CAFÉ/COQUEIRO-ANÃO VERDE 1 RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL, SALDO DE RADIAÇÃO E FLUXO DE CALOR NO SOLO EM CULTIVO CONSORCIADO CAFÉ/COQUEIRO-ANÃO VERDE 1 PEZZOPANE, J.R.M. 2 ; GALLO, P.B. 3 ; PEDRO JÚNIOR, M.J. 4 1 Trabalho parcialmente financiado

Leia mais

TEMPERATURA MÍNIMA DO AR E FOLHAS DURANTE O INVERNO EM CULTIVO DE CAFÉ ARBORIZADO COM GREVÍLEA

TEMPERATURA MÍNIMA DO AR E FOLHAS DURANTE O INVERNO EM CULTIVO DE CAFÉ ARBORIZADO COM GREVÍLEA TEMPERATURA MÍNIMA DO AR E FOLHAS DURANTE O INVERNO EM CULTIVO DE CAFÉ ARBORIZADO COM GREVÍLEA José Ricardo Macedo PEZZOPANE 1 E mail: rpezzo@iac.sp.gov.br, Paulo Boller GALLO, Mário José PEDRO JÚNIOR

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE CAFÉ NO ESPÍRITO SANTO HISTÓRICO:

INFORMAÇÕES SOBRE CAFÉ NO ESPÍRITO SANTO HISTÓRICO: INFORMAÇÕES SOBRE CAFÉ NO ESPÍRITO SANTO HISTÓRICO: O Estado do Espírito Santo encontra-se como o segundo maior produtor nacional de café, destacando-se o plantio das espécies Arábica e Conilon, sendo

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA ADUBAÇÃO DO AÇAÍ (Euterpe oleracea)

UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA ADUBAÇÃO DO AÇAÍ (Euterpe oleracea) Fertilidade di Solo e Nutrição de Plantas UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA ADUBAÇÃO DO AÇAÍ (Euterpe oleracea) Aureliano Nogueira da Costa 1, Adelaide de Fátima Santana da Costa

Leia mais

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO Paulo Henrique Caramori, Armando Androcioli Filho, Francisco Carneiro Filho, Dalziza de Oliveira, Heverly Morais, Alex Carneiro Leal e Jonas Galdino.

Leia mais

Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia

Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia ESALQ - USP Produção Vegetal agosto - 2013 Prof. José Laércio Favarin Composição química Importância do nitrogênio Composição cafeeiro Kg

Leia mais

Agroecologia. Agroecossistema

Agroecologia. Agroecossistema Agroecologia Ciência integradora dos princípios agronômicos, ecológicos e sócio-econômicos na compreensão da natureza e funcionamento dos agroecossistemas. Agroecossistema Unidade de estudo da Agroecologia,

Leia mais

DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA

DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA Por: Julio Franchini Área: Manejo do Solo Julio Franchini possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual

Leia mais

EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO

EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO EFEITO DE SISTEMAS DE CULTIVO E MANEJO NA CONSERVAÇÃO DO SOLO E PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS PARA AGRICULTURA DE SEQUEIRO Nielson Gonçalves Chagas, João Tavares Nascimento, Ivandro de França da Silva & Napoleão

Leia mais

ABORDAGEM SOBRE A BIENALIDADE DE PRODUÇÃO EM PLANTAS DE CAFÉ

ABORDAGEM SOBRE A BIENALIDADE DE PRODUÇÃO EM PLANTAS DE CAFÉ ABORDAGEM SOBRE A BIENALIDADE DE PRODUÇÃO EM PLANTAS DE CAFÉ Rodolfo Ferreira de Mendonça 1, Wagner Nunes Rodrigues 1, Lima Deleon Martins 1, Marcelo Antonio Tomaz 2 1 Programa de Pós-Graduação em Produção

Leia mais

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas Disciplinas Solos nos domínios morfoclimáticos do cerrado Ementa: Solos em ambientes de Cerrado. Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. Caracterização morfológica das principais classes de solo inseridas

Leia mais

Florestas Energéticas. Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014

Florestas Energéticas. Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014 Florestas Energéticas Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014 O IAPAR Vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), é o órgão de pesquisa que da embasamento tecnológico

Leia mais

ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em

ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em ALTA PRODUTIVIDADE EM CAFEEIROS DA CULTIVAR CONILLON, NA REGIÃO DA BACIA DE FURNAS, NO SUL DE MINAS GERAIS. Celio L. Pereira- Eng Agr Consultor em cafeicultura, J.B. Matiello Eng Agr Fundação Procafé e

Leia mais

RADIAÇÃO SOLAR E SALDO DE RADIAÇÃO EM CULTIVO DE CAFÉ A PLENO SOL E CONSORCIADO COM BANANA PRATA ANÃ (1)

RADIAÇÃO SOLAR E SALDO DE RADIAÇÃO EM CULTIVO DE CAFÉ A PLENO SOL E CONSORCIADO COM BANANA PRATA ANÃ (1) Radiação solar e saldo de radiação em cultivo de café 485 RADIAÇÃO SOLAR E SALDO DE RADIAÇÃO EM CULTIVO DE CAFÉ A PLENO SOL E CONSORCIADO COM BANANA PRATA ANÃ (1) JOSÉ RICARDO MACEDO PEZZOPANE (2,4) ;

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1066

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1066 Página 1066 CONSUMO HÍDRICO DE PLANTAS DE MAMONA EM DIFERENTES NÍVEIS DE UMIDADE NO SOLO E SUA RELAÇÃO COM A RADIAÇÃO SOLAR Marília Alves Brito Pinto 1 ; Gabriel Franke Brixner 2, Carlos Reisser Júnior

Leia mais

Melhoramento de Café Robusta/Conilon

Melhoramento de Café Robusta/Conilon Melhoramento de Café Robusta/Conilon Maria Amélia Gava Ferrão Pesquisadora Embrapa Café/Incaper APRESENTAÇÃO Introdução Histórico Estratégias Melhoramento Brasil Principais Resultados Espécies Café Identificadas

Leia mais

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prognósticos e recomendações para o período Maio/junho/julho de 2014 Boletim de Informações nº

Leia mais

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E 2012) Carlos Hissao Kurihara, Bruno Patrício Tsujigushi (2), João Vitor de Souza

Leia mais

Adaptação à mudança do clima*

Adaptação à mudança do clima* Agropecuária: Vulnerabilidade d e Adaptação à mudança do clima* Magda Lima - Embrapa Meio Ambiente Bruno Alves - Embrapa Agrobiologia OCB Curitiba Março de 2010 * Apresentação baseada em artigo publicado

Leia mais

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO O laudo (Figura 1) indica os valores determinados no laboratório para cada camada do perfil do solo, servindo de parâmetros para direcionamento de métodos corretivos. Figura

Leia mais

Data: 05/10/2012 Assunto:

Data: 05/10/2012 Assunto: Veículo: Refrescante Data: 05/10/2012 Assunto: Manejo Integrado de Pragas promove cafeicultura sustentável http://refrescante.com.br/manejo-integrado-de-pragas-promove-cafeicultura-sustentavel.html Os

Leia mais

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários 2015 Comportamento e Destino Ambiental de Produtos Fitossanitários Claudio Spadotto, Ph.D. Pesquisador da Embrapa Gerente Geral da Embrapa Gestão Territorial Membro do Conselho Científico para Agricultura

Leia mais

Café, Manga e Embaúba

Café, Manga e Embaúba Laranja Café, Manga e Embaúba CAFÉ + CEDRO AUSTRALIANO Café + Macadâmia - Viçosa - MG Café + Nativas - Simonésia - MG SISTEMAS SIMULTÂNEOS Cacau sombreado Cacau + seringueira (sul da Bahia) Sistema cabruca

Leia mais

Sistema Baseado em Regras Fuzzy para Avaliação do Efeito de Lâminas de Irrigação na Produtividade e Diâmetro da Raiz de Cultivares de Beterraba

Sistema Baseado em Regras Fuzzy para Avaliação do Efeito de Lâminas de Irrigação na Produtividade e Diâmetro da Raiz de Cultivares de Beterraba Sistema Baseado em Regras Fuzzy para Avaliação do Efeito de Lâminas de Irrigação na Produtividade e Diâmetro da Raiz de Cultivares de Beterraba Alexsandro O. da Silva, Paulo R. Isler, Joselina S. Correia

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MANEJO ECOLÓGICO DE SOLOS

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MANEJO ECOLÓGICO DE SOLOS CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MANEJO ECOLÓGICO DE SOLOS Paulo Sérgio Rabello de Oliveira Docente no Centro de Ciências Agrárias Marechal Cândido Rondon/PR Tópicos Capacidade de uso das terras Conceitos básicos

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E OS EFEITOS À AGRICULTURA BRASILEIRA. Ana Maria H. de Avila

MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E OS EFEITOS À AGRICULTURA BRASILEIRA. Ana Maria H. de Avila MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E OS EFEITOS À AGRICULTURA BRASILEIRA Ana Maria H. de Avila Pelotas, Novembro de 2010 Mudança Climática Global Mudanças no meio ambiente global (incluindo modificações no clima,

Leia mais

Fonte: Rondônia Rural Disponível em: Rondônia Rural.com

Fonte: Rondônia Rural Disponível em: Rondônia Rural.com I. INTRODUÇÃO O estado de Rondônia está localizado na região Norte do Brasil, a região Norte é a maior das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Leia mais

STATUS HÍDRICO DE PROGÊNIES DE CAFÉ COMO INDICADOR DE TOLERÂNCIA À SECA

STATUS HÍDRICO DE PROGÊNIES DE CAFÉ COMO INDICADOR DE TOLERÂNCIA À SECA STATUS HÍDRICO DE PROGÊNIES DE CAFÉ COMO INDICADOR DE TOLERÂNCIA Dalyse Toledo Castanheira Danielle Pereira Baliza Tiago Teruel Rezende Samuel Pereira Carvalho Rubens José Guimarães Helbert Rezende Oliveira

Leia mais

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto José Henrique T. Rocha José Henrique Bazani Eduardo S. A. C. Melo José Leonardo de Moraes Gonçalves Departamento de Ciências Florestais ESALQ - USP Conceitos:

Leia mais

INFLUÊNCIA DE PLANTAS DE COBERTURA DO SOLO NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS E NA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE TRIGO

INFLUÊNCIA DE PLANTAS DE COBERTURA DO SOLO NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS E NA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE TRIGO INFLUÊNCIA DE PLANTAS DE COBERTURA DO SOLO NA OCORRÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS E NA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE TRIGO AMARAL, Kevin Bossoni do 1 ; CAMPOS, Ben-Hur Costa de 2 ; BIANCHI, Mario Antonio 3 Palavras-Chave:

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2D

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2D CADERNO DE EXERCÍCIOS 2D Ensino Fundamental Ciências da Natureza II Habilidade da Questão Conteúdo Matriz da EJA/FB 01 Fisiologia Vegetal (Transporte e absorção de H34, H40, H41, H63 substâncias); Fotossíntese

Leia mais

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Engº Agrº Robson F. de Paula Coordenador Técnico Regional Robson.depaula@pioneer.com Silagem de qualidade começa no campo! E no momento

Leia mais

COMPRIMENTO DO PRIMEIRO RAMO PLAGOTRÓPICO DE COFFEA ARABICA EM DIFERENTES REGIMES HÍDRICOS E FERTIRRIGAÇÃO

COMPRIMENTO DO PRIMEIRO RAMO PLAGOTRÓPICO DE COFFEA ARABICA EM DIFERENTES REGIMES HÍDRICOS E FERTIRRIGAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 COMPRIMENTO DO PRIMEIRO RAMO PLAGOTRÓPICO DE COFFEA ARABICA EM DIFERENTES REGIMES HÍDRICOS E FERTIRRIGAÇÃO André Maller 1, Roberto Rezende 2, André Ribeiro

Leia mais

MONITORAMENTO AGROCLIMÁTICO DA SAFRA DE VERÃO NO ANO AGRÍCOLA 2008/2009 NO PARANÁ

MONITORAMENTO AGROCLIMÁTICO DA SAFRA DE VERÃO NO ANO AGRÍCOLA 2008/2009 NO PARANÁ MONITORAMENTO AGROCLIMÁTICO DA SAFRA DE VERÃO NO ANO AGRÍCOLA 2008/2009 NO PARANÁ JONAS GALDINO 1, WILIAN DA S. RICCE 2, DANILO A. B. SILVA 1, PAULO H. CARAMORI 3, ROGÉRIO T. DE FARIA 4 1 Analista de Sistemas,

Leia mais

Fisiologia Vegetal. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros

Fisiologia Vegetal. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Fisiologia Vegetal Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Unidade I: Relações hídricas Aula 3 Transpiração Transpiração: Principal processo de perda d água pelo vegetal. A Transpiração ocorre

Leia mais

GAS EXCHANGE IN COFFEE (Coffea arabica L.) AND RUBBER TREE (Hevea brasiliensis Muell. Arg.) IN DIFFERENT CROP SYSTEMS IN LAVRAS, MG

GAS EXCHANGE IN COFFEE (Coffea arabica L.) AND RUBBER TREE (Hevea brasiliensis Muell. Arg.) IN DIFFERENT CROP SYSTEMS IN LAVRAS, MG 197 TROCAS GASOSAS DE CAFEEIROS (Coffea arabica L.) E SERINGUEIRAS (Hevea brasiliensis Muell. Arg.) EM DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO NA REGIÃO DE LAVRAS, MG 1 Cláudio Roberto Meira de Oliveira 2, João

Leia mais

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA

PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA PROJETO CAMPO FUTURO CUSTO DE PRODUÇÃO DO CAFÉ EM LUÍS EDUARDO MAGALHÃES-BA Os produtores de Luís Eduardo Magalhães se reuniram, em 09/04, para participarem do levantamento de custos de produção de café

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS Iug Lopes¹; Miguel Júlio Machado Guimarães²; Juliana Maria Medrado de Melo³. ¹Mestrando

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia APORTE DE MATERIAL VEGETAL SOBRE O SOLO EM UMA FLORESTA SEMIDECIDUA AO NORTE DO ESTADO DE MATO GROSSO Ândrea Carla

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO ORIVALDO BRUNINI- JOÃO PAULO DE CARVALHO VANESSA BANCHIERI CIARELLI ANDREW PATRICK C,BRUNINI INSTITUTO AGRONÔMICO

Leia mais

A Vida no Solo. A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local;

A Vida no Solo. A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local; A Vida no Solo A Vida no Solo A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local; O solo é constituído por alguns componentes: os minerais, o húmus, o ar, a água e os seres

Leia mais

Matéria Orgânica do solo (m.o.s)

Matéria Orgânica do solo (m.o.s) Matéria Orgânica do solo (m.o.s) Objetivos Proporcionar conhecimentos básicos sobre a origem e dinâmica da m.o. do solo; Conhecer suas características e propriedades; Discutir como algumas propriedades

Leia mais

MERCADO PARA O CAFÉ EM GRÃO DO ACRE 1

MERCADO PARA O CAFÉ EM GRÃO DO ACRE 1 ISSN 1-8668 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Acre Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR-364, km 14 (Rio Branco/Porto Velho), Caixa Postal 392, 6998-97, Rio Branco-AC Telefones:

Leia mais

PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP

PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP PLANTIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA. INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - ILP Autores: Eng.º Agr.º José Alberto Ávila Pires Eng.º Agr.º Wilson José Rosa Departamento Técnico da EMATER-MG Trabalho baseado em: Técnicas

Leia mais

Sistemas de manejo do solo

Sistemas de manejo do solo Sistemas de manejo do solo Introdução Uso e preparo do solo O arado. Evolução dos conhecimentos de uso e manejo do solo. O Ecossistema tropical Temperatura elevada e solos muito imteperizados 1 Sistemas

Leia mais

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho

Leia mais

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS I MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO Profª Fernanda Basso Manejo e Conservação do Solo Sistema de manejo conjunto de operações que contribuem

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,

Leia mais

INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA. Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG

INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA. Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG - No Brasil o Sistema de Integração Lavoura Pecuária, sempre foi bastante utilizado,

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO

DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO Resumo Jefferson B. Venâncio 1, Josiléia Acordi Zanatta 2, Júlio Cesar Salton 2 Os sistemas de manejo de solo podem influenciar

Leia mais

EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO

EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO É o maior bioma brasileiro depois da Amazônia, com aproximadamente 2 milhões de km² e está concentrado na região Centro Oeste do Brasil;

Leia mais

https://www.youtube.com/watch?v=ejyyhuxkn8y

https://www.youtube.com/watch?v=ejyyhuxkn8y https://www.youtube.com/watch?v=ejyyhuxkn8y Definição é a camada superficial da crosta terrestre formada por quatro elementos principais: a, o, a e os. Possui importância fundamental para variadas atividades

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

Avaliação dos Parâmetros Morfológicos de Mudas de Eucalipto Utilizando Zeolita na Composição de Substrato.

Avaliação dos Parâmetros Morfológicos de Mudas de Eucalipto Utilizando Zeolita na Composição de Substrato. III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 115 Avaliação dos Parâmetros Morfológicos de Mudas de Eucalipto Utilizando Zeolita na Composição de Substrato. H. B. Totola 1,*, M. Zibell 2,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DE MUDAS DE CAFEEIRO SOB DOSES DE CAMA DE FRANGO E ESTERCO BOVINO CURTIDO

DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DE MUDAS DE CAFEEIRO SOB DOSES DE CAMA DE FRANGO E ESTERCO BOVINO CURTIDO DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DE MUDAS DE CAFEEIRO SOB DOSES DE CAMA DE FRANGO E ESTERCO BOVINO CURTIDO Cícero José da Silva¹; Benjamim de Melo²; César Antônio da Silva³; Carlos Eduardo Mesquita Pode 4 ;

Leia mais

Comunicado Técnico 06

Comunicado Técnico 06 Comunicado Técnico 06 ISSN 2177-854X Agosto. 2010 Uberaba - MG Irrigação de Pastagens Instruções Técnicas Responsáveis: André Luis Teixeira Fernandes; E-mail: andre.fernandes@fazu.br Engenheiro Agrônomo;

Leia mais

PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1

PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1 Definição JFMELO / AGRUFBA 1 INFLUÊNCIAS NO SOLO Matéria orgânica Estabilidade dos agregados e infiltração JFMELO / AGRUFBA 2 INFLUÊNCIAS NO SOLO Temperatura do solo JFMELO / AGRUFBA 3 INFLUÊNCIAS NO SOLO

Leia mais

AQUECIMENTO GLOBAL. Ações que o setor hortifrutícola deve realizar para se proteger das mudanças climáticas CAPA

AQUECIMENTO GLOBAL. Ações que o setor hortifrutícola deve realizar para se proteger das mudanças climáticas CAPA CAPA AQUECIMENTO GLOBAL Ações que o setor hortifrutícola deve realizar para se proteger das mudanças climáticas Por Mônica Georgino Um dos maiores desafios da humanidade no século 21 é aprender a lidar

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Embrapa Amazônia Oriental Belém, PA 2015 CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO DE CERCA CONVENCIONAL

Leia mais

FONTES E DOSES DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NA RECUPERAÇÃO DE SOLO DEGRADADO SOB PASTAGENS DE Brachiaria brizantha cv. MARANDÚ

FONTES E DOSES DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NA RECUPERAÇÃO DE SOLO DEGRADADO SOB PASTAGENS DE Brachiaria brizantha cv. MARANDÚ FONTES E DOSES DE RESÍDUOS ORGÂNICOS NA RECUPERAÇÃO DE SOLO DEGRADADO SOB PASTAGENS DE Brachiaria brizantha cv. MARANDÚ Carlos Augusto Oliveira de ANDRADE 1 ; Rubens Ribeiro da SILVA. 1 Aluno do Curso

Leia mais

Curso superior em Agronomia GESA- Grupo de estudo em solos agrícolas Absorção de nutrientes e Fotossíntese Bambuí-MG 2009 Alunas: Erica Marques Júlia Maluf É o processo pelo qual a planta sintetiza compostos

Leia mais

Variabilidade espacial da resistência à penetração de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico típico e sua relação com a produção do cafeeiro.

Variabilidade espacial da resistência à penetração de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico típico e sua relação com a produção do cafeeiro. Variabilidade espacial da resistência à penetração de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico típico e sua relação com a produção do Taylor Lima de SOUZA 1 ; Diogo Santos CAMPOS 2 ; Adriano André LUIZ 3, Gustavo

Leia mais

Composição do solo. 3 partes: Física: granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos. Químico: nutrientes disponíveis e ph

Composição do solo. 3 partes: Física: granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos. Químico: nutrientes disponíveis e ph JARDINAGEM O que é solo? O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo formado basicamente por aglomerados minerais, matéria orgânica oriunda da decomposição de animais e plantas e organismos

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DE REFLORESTAMENTO AMBIENTAL. USO econômico SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS AMBIENTAIS - OS CASOS SERINGUEIRA E CACAUEIRO -

III CONGRESSO BRASILEIRO DE REFLORESTAMENTO AMBIENTAL. USO econômico SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS AMBIENTAIS - OS CASOS SERINGUEIRA E CACAUEIRO - III CONGRESSO BRASILEIRO DE REFLORESTAMENTO AMBIENTAL Vitória (ES), 06 de novembro de 2014 USO econômico SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS AMBIENTAIS - OS CASOS SERINGUEIRA E CACAUEIRO - Adonias de Castro Virgens

Leia mais

ART-01/12. COMO CALCULAMOS A EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA (ETo)

ART-01/12. COMO CALCULAMOS A EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA (ETo) Os métodos de estimativa da evapotranspiração estão divididos em métodos diretos, por meio do balanço de água no solo e pelos métodos indiretos, por meio do uso de dados meteorológicos. Os métodos diretos

Leia mais

CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1

CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1 CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1 Edmilson José Ambrosano Eng. Agr., Dr., PqC do Pólo Regional Centro Sul/APTA ambrosano@apta.sp.gov.br Fabrício Rossi Eng. Agr., Dr.,

Leia mais

Boletim Ativos do Café - Edição 15 / Dezembro 2013 Preços do café intensificam a descapitalização na cafeicultura brasileira em 2013

Boletim Ativos do Café - Edição 15 / Dezembro 2013 Preços do café intensificam a descapitalização na cafeicultura brasileira em 2013 Boletim Ativos do Café - Edição 15 / Dezembro 2013 Preços do café intensificam a descapitalização na cafeicultura brasileira em 2013 Entre janeiro/13 e novembro/13 o Coffea arabica (Arábica) apresentou

Leia mais

Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo.

Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo. Ciclo hidrológico Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície

Leia mais

De Charles W. Rice Karina Fabrizzi e Paul White Departamento de Agronomia. Pesquisa e Extensão da Kansas

De Charles W. Rice Karina Fabrizzi e Paul White Departamento de Agronomia. Pesquisa e Extensão da Kansas Manejo de solos tropicais no mundo De Charles W. Rice Karina Fabrizzi e Paul White Departamento de Agronomia Pesquisa e Extensão da Kansas Clima Solos Manejo Luz solar CO 2 Rendimento Propriedades Químicas

Leia mais

Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia. Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC)

Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia. Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC) Agricultura de Baixo Carbono e Bioenergia Heitor Cantarella FAPESP: Programa BIOEN & Instituto Agronômico de Campinas(IAC) Bioenergia: energia renovável recicla o CO 2 E + CO 2 + H 2 O CO 2 + H 2 O Fotossíntese

Leia mais

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 João Artur Silva 2 Márcio Ribeiro² Wilson Junior Weschenfelder² BIODIVERSIDADE Modelos de Diversidade A diversidade biológica varia fortemente

Leia mais

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002).

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002). 1 PROGNÓSTICO CLIMÁTICO (Fevereiro, Março e Abril de 2002). O Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nas informações de análise e prognósticos

Leia mais

PRÁTICAS SILVICULTURAIS

PRÁTICAS SILVICULTURAIS CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo

Leia mais

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,

Leia mais

Uso de húmus sólido e diferentes concentrações de húmus líquido em características agronômicas da alface

Uso de húmus sólido e diferentes concentrações de húmus líquido em características agronômicas da alface Uso de húmus sólido e diferentes concentrações de húmus líquido em características agronômicas da alface Everto Geraldo de MORAIS 1 ; Chrystiano Pinto de RESENDE 2 ; Marco Antônio Pereira RESUMO LOPES

Leia mais

Avaliação agronômica de variedades de cana-de-açúcar, cultivadas na região de Bambuí em Minas Gerais

Avaliação agronômica de variedades de cana-de-açúcar, cultivadas na região de Bambuí em Minas Gerais Avaliação agronômica de variedades de cana-de-açúcar, cultivadas na região de Bambuí em Minas Gerais César Ferreira Santos¹; Antônio Augusto Rocha Athayde²; Geann Costa Dias 1 ; Patrícia Fernades Lourenço¹

Leia mais

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados Veículo: Assunto: Data: ABN 28/09/2012 Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=71860 Que o Brasil há muitos anos produz cafés de qualidade excepcional

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO

PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO Valdecir Batista Alves (1), Gessí Ceccon (2), Júlio Cesar Salton (3), Antonio Luiz Neto Neto (4), Leonardo

Leia mais

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas

Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos, mas somente na década de 50 foi introduzida no Sul de Minas Gerais.

Leia mais

Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade

Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade Como toda nova ciência ou tecnologia, ela gera dúvidas e receios de mudanças. Isto acontece desde os tempos em que Galileo afirmou que era a Terra que girava em torno do Sol ou quando Oswaldo Cruz iniciou

Leia mais

INSTITUTO MATO-GROSSENSE DO ALGODÃO - IMA. Boletim - Nº 003 - Outubro de 2008 QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO?

INSTITUTO MATO-GROSSENSE DO ALGODÃO - IMA. Boletim - Nº 003 - Outubro de 2008 QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO? INSTITUTO MATO-GROSSENSE DO ALGODÃO - IMA Boletim - Nº 003 - Outubro de 2008 INFORMAÇÕES TÉCNICAS QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO? QUANTO VALE A SOQUEIRA DO ALGODÃO? Diante da preocupação com o desmatamento

Leia mais

RESUMO. Introdução. 1 Acadêmicos PVIC/UEG, graduandos do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG.

RESUMO. Introdução. 1 Acadêmicos PVIC/UEG, graduandos do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG. EFEITOS DE FERTILIZANTES E CORRETIVOS NO ph DO SOLO Tiago Trevizam de Freitas 1 ; Zélio de Lima Vieira 1 ; Valter de Oliveira Neves Júnior 1 ; Rodolfo Araújo Marques 1 ; Raimar Vinícius Canêdo 1 ; Adilson

Leia mais

EXTRATÉGIAS DE MANEJO DE FERTILIDADE E ADUBAÇÃO

EXTRATÉGIAS DE MANEJO DE FERTILIDADE E ADUBAÇÃO EXTRATÉGIAS DE MANEJO DE FERTILIDADE E ADUBAÇÃO UNIOESTE MARECHAL CANDIDO RONDON 12 e 13 de Junho de 2015 Eng agr Daniel J. de S. Mol Qual realidade atual do manejo do solo e fertilidade? Qual o objetivo

Leia mais

O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global. Arnaldo José Raizer P&D - Variedades

O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global. Arnaldo José Raizer P&D - Variedades O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global 1 Arnaldo José Raizer P&D - Variedades Roteiro Aquecimento Global Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) O setor sucro-energético Melhoramento Genético e

Leia mais

Mudanças Climáticas e Possíveis Impactos na Agricultura Brasileira

Mudanças Climáticas e Possíveis Impactos na Agricultura Brasileira Mudanças Climáticas e Possíveis Impactos na Agricultura Brasileira Fonte: IAC 1893 1898 1903 1908 1913 1918 1923 1928 1933 1938 1943 1948 1953 1958 1963 1968 1973 1978 1983 1988 1993 1998 TEMP ºC 17,0

Leia mais

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI PROF. DR. MÁRCIO CLEBER DE MEDEIROS CORRÊA Departamento de Fitotecnia Centro de Ciências Agrárias Universidade Federal do Ceará Fortaleza - CE III Simpósio

Leia mais

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 1. INTRODUÇÃO A estação do verão inicia-se no dia 21 de dezembro de 2014 às 20h03 e vai até as 19h45 do dia 20 de março de 2015. No Paraná, historicamente, ela é bastante

Leia mais

O que é preciso para desenvolver uma experiência global sobre florestas e mudanças climáticas?

O que é preciso para desenvolver uma experiência global sobre florestas e mudanças climáticas? O que é preciso para desenvolver uma experiência global sobre florestas e mudançasclimáticas? Entrevista com o Dr. Stuart Davies, Diretor do CentrodeCiênciasFlorestaisdoTrópico Em2007,oBancoHSBCdoou100milhõesde

Leia mais

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL 1.0. Clima no Mundo A grande diversidade verificada na conjugação dos fatores climáticos pela superfície do planeta dá origem a vários tipos de clima. Os principais

Leia mais