FÓRUM DE BARREIRAS PRÉDIO NOVO

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1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA FÓRUM DE BARREIRAS PRÉDIO NOVO MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DAS INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO EMPRESA RESPONSÁVEL: Senemig Engenharia LTDA RESPONSÁVEIS TÉCNICOS: ENG. FERNANDO JOSÉ FERRAZ DE CARVALHO PEREIRA CREA: D-BA REV 00

2 1.0 OBJETIVO / DESCRITIVO Este memorial visa descrever os serviços necessários à implantação de sistemas de condicionamento de ar para atender ao Tribunal de Justiça de Barreiras, a ser implantado na Rua Coronel Magno, s/nº, Barreiras Ba. O prédio é composto basicamente por 06 (seis) pavimentos, com ocupação típica administrativa, nominados: Térreo, 1º, 2º, 3º, 4º e 5º pavimento. Os sistemas de condicionamento de ar serão do tipo expansão direta com condensação a ar, com fluxo de refrigerante variável, compostos basicamente por 22 (vinte e duas) unidades condensadoras, com capacidade unitária de 12HP; 89 (oitenta e nove) unidades evaporadoras para ambiente (Cassete ou Hiwall) e 06 (seis) unidades evaporadoras para ar exterior. Os sistemas foram agrupados por pavimento. Cada pavimento será atendido por 03 (três) sistemas (condensadora + evaporadoras), exceto o 5º pavimento que será atendido por 04 (quatro) sistemas. As evaporadoras para ar externo foram agrupadas duas a duas totalizando 03 (três) sistemas para ar externo. As unidades condensadoras serão montadas na laje de cobertura sobre bases de alvenaria. As unidades evaporadoras de ambiente serão montadas em placas próprias, tipo Hiwall ou suportadas por tirantes de aço galvanizado, fixados às lajes, tipo Cassete. Conforme indicação em desenhos algumas unidades evaporadoras tipo cassete deverão ser fornecidas com kit para adaptação de duto para distribuição de ar. A distribuição de ar para algumas salas, vizinhas a evaporadoras tipo Cassete, será por meio de pequeno duto e difusor. O retorno do ar será por meio de grelha montada em porta que divide os ambientes. As unidades evaporadoras para ar externo serão do tipo gabinete vertical para dutos, montadas em casas de máquinas próprias, por pavimento, sobre bases de alvenaria, apoiadas em calços de borracha. O ar externo de cada pavimento será admitido através de veneziana montada em parede externa da casa de máquinas e será distribuído para os ambientes através de dutos, construídos em placas de poliuretano, e grelhas ou difusores. O ar excedente nos ambientes será expurgado para o exterior pelas frestas ou por grelhas montadas em portas. Estas unidades deverão ser ajustadas para trabalhar com temperatura de insuflação de ar de 22,0ºC. O sistema de automação do VRF deverá ser centralizado, através de controlador, disponibilizando, pelo menos, programação horária, controle de temperatura, liga desliga para as unidades evaporadoras, histórico de operações realizadas nas unidades, acesso remoto por computador, informação de alertas de avarias e problemas em potencial. Além do sistema central todas as unidades deverão possuir controle remoto individual. Os sensores de temperatura das unidades evaporadoras deverão ser regulados para manter uma temperatura média de 23ºC nos ambientes. A alimentação elétrica para as unidades condensadoras será a partir de um quadro elétrico a ser montado na cobertura. As unidades evaporadoras serão alimentadas a partir de quadros por pavimento. A distribuição de força para as unidades evaporadoras de ambiente será em circuitos individuais, agrupados por unidade condensadora. As unidades evaporadoras para ar exterior possuirão circuitos próprios protegidos por disjuntores, contatoras e relés. Para a coleta de condensado das unidades evaporadoras foi previsto pontos individuais para as unidades tipo Hiwall e ralo sifonado na casa de máquinas para as demais unidades. Os drenos das unidades tipo cassete deverão ser reunidos em rede por meio de tubos de PVC, isolados termicamente e interligados aos ralos sifonados dentro das casas de máquinas.

3 2.0 RELAÇÃO DE DESENHOS AC 01/09 - PROJETO AR CONDICIONADO PAVIMENTO TÉRREO AC 02/09 - PROJETO AR CONDICIONADO 1º PAVIMENTO AC 03/09 - PROJETO AR CONDICIONADO 2º / 3º PAVIMENTO AC 04/09 - PROJETO AR CONDICIONADO 4º PAVIMENTO AC 05/09 - PROJETO AR CONDICIONADO 5º PAVIMENTO AC 06/09 - PROJETO AR CONDICIONADO COBERTURA AC 07/09 - PROJETO AR CONDICIONADO CORTE AB AC 08/09 - PROJETO AR CONDICIONADO DIAGRAMAS UNIFILARES AC 09/09 - PROJETO AR CONDICIONADO DETALHES 3.0 CONDIÇÕES DE CÁLCULO Ar Externo Temperatura de Bulbo Seco Temperatura de Bulbo Úmido 35,1ºC 25,2ºC Ar Interno Temperatura de Bulbo Seco 23ºC +/- 1ºC Umidade Relativa 50% (sem controle direto) Obs.: Estas condições deverão ser mantidas desde que as condições externas não superem os valores descritos no item anterior. Ocupação / Dissipação Consideramos uma ocupação dos ambientes conforme lay-out constante no projeto de arquitetura. Para dissipação, tomamos por base o calor liberado por pessoas - metabolismo adulto - contido nas tabelas da NBR 16401, em função da atividade. Iluminação / Dissipação Consideramos uma taxa média de 15 W/m2, adotando-se para dissipação, o correspondente em W acrescentando-se o calor liberado pelos reatores. Vidros Consideramos a utilização vidros reflexivos na cor prata e a aplicação parcial, conforme arquitetura, de brises externos na cor branca. Consideramos ainda a utilização de persianas internas de cor clara.

4 Cobertura Consideramos a utilização parcial de telhas metálicas, tipo forro, de cor clara, com 30 mm de poliestireno. Equipamentos Consideramos a dissipação de calor dos equipamentos de informática constantes no lay out do projeto arquitetônico. Renovação de Ar Para efeito de cálculo de carga térmica adotamos o valor referente ao nível 3 da tabela da NBR 16401, para ambientes de escritório. CONSIDERAÇÕES GERAIS 3.1 Generalidades A contratação dos serviços para compra dos equipamentos e montagem dos sistemas deverá ser em processo único, exigindo-se ainda da proponente fornecedora / instaladora o credenciamento junto ao fabricante dos equipamentos. Os serviços executados devem obedecer às Normas Técnicas da ABNT referentes a cada assunto e em particular a NBR Instalações de Ar Condicionado. Além destas, deverão ser obedecidas às considerações e recomendações contidas nas normas ASHRAE, SMACNA, ANSI, ARI, ASTM. Antes do início da obra a contratada deverá apresentar projeto executivo com todos os ajustes necessários para compatibilizar o projeto com as características do fabricante dos equipamentos. Quando do recebimento da instalação, a contratada deverá fornecer os seguintes documentos: Manual com instruções de operação e manutenção dos equipamentos; "As Built" em papel sulfite e através de software Autocad, onde devem constar todos os desenhos de execução, com todas as alterações introduzidas; Relatório de partida inicial dos equipamentos; Relação de peças sobressalentes previstas para uso em dois anos de operação; Certificado de garantia do fabricante dos equipamentos; Certificado de garantia da instalação pelo período de 12 (doze) meses. 3.2 Responsabilidades da Contratada (construção civil) Execução de obras de construção civil em geral, como abertura de rasgos, arremates de pedreiro, retoques de pintura, etc.; Fornecimento de pontos de coleta de condensado, e ralos sifonados para as unidades evaporadoras; Fornecimento de pontos de força para alimentação dos quadros elétricos nas casas de máquinas e cobertura.

5 3.3 Responsabilidades da Contratada (ar condicionado) Fornecimento e montagem de 22 (vinte e dois) sistemas VRF, completos, inclusive controles lógicos, placas de comunicação, software supervisório, controles remotos, etc; Fornecimento e montagem das redes para distribuição de ar, para renovação e/ou para distribuição de ar (dutos, registros, difusores, grelhas e elementos diversos); Fornecimento de quadros para distribuição de força e comando para os equipamentos; Interligações elétricas entre os pontos de força e quadros elétricos; Interligações elétricas entre os quadros elétricos e os equipamentos; Interligações elétricas de lógica do sistema de automação entre equipamentos até a controladora central; Execução de rede de drenagem, em tubos de PVC, isolados termicamente, interligando as unidades evaporadoras aos pontos de coleta de condensado e/ou ralos sifonados; Execução das tubulações de refrigerante interligando unidades evaporadoras e unidades condensadoras; Transporte horizontal e vertical dos equipamentos; Fornecimento de instrumentação e execução dos testes, ajustes e balanceamento. 4.0 ESPECIFICAÇÕES 4.1 CONDICIONADORES DE AR TIPO SPLIT - VRF Unidades Evaporadoras - Internas As unidades evaporadoras para ambiente serão do tipo cassete ou parede, constituindo-se basicamente de trocador de calor de tubo de cobre ranhurado e aletas de alumínio, válvula de expansão eletrônica para controle de capacidade e ventilador com, no mínimo, três velocidades de operação. Devem ser providas ainda de dois termistores na linha frigorífica, sendo um na linha de líquido e outro na linha de gás. No lado do ar mais dois termistores um para o ar de retorno e outro para o ar de insuflação. Devem possuir filtro de ar lavável no retorno de ar, de fácil remoção. As unidades para ar exterior deverão do tipo piso duto, gabinete para montagem vertical para dutos, com insuflação de ar superior. Deverão ser preparadas para trabalhar com 100% de ar externo. A operação das unidades deve ser a partir de placa de circuito impresso para operar com tecnologia P.I.D. garantindo que a temperatura programada (Set Point) se mantenha numa faixa diferencial de 0 a 2ºC Gabinete: O Gabinete deve ser de construção robusta, em perfis de plásticos, alumínio, ou chapa de aço com tratamento anti-corrosivo e pintura de acabamento. Deve ser provido de isolamento térmico em material incombustível e de painéis facilmente removíveis. Os painéis removíveis deverão possuir guarnições de borracha, ou similar, devidamente coladas. Deve possuir bandeja de recolhimento de condensado, com tratamento anti-corrosivo e isolamento térmico na face inferior. As unidades tipo cassete deverão possuir sistema de bombeamento do condensado Ventilador: Serão de construção robusta, injetados em plásticos, e rotores balanceados estática e dinamicamente, acionado diretamente por motor elétrico. Os ventiladores deverão ter capacidade suficiente para circular as vazões de ar previstas, com velocidades de descarga inferiores a 8 m/s Motor: Deve ser um motor para cada unidade de ambiente, com alimentação em 220 V, monofásica, com três velocidades de rotação e funcionamento silencioso. Para as unidades de ar externo a alimentação será em 380 V, trifásico.

6 Evaporador: Deve ser construído em tubos paralelos de cobre ranhurados internamente, sem costura, com aletas de alumínio perfeitamente fixadas aos tubos por meio de expansão mecânica ou hidráulica dos tubos. O número de filas em profundidade é especificado pelo fabricante, de maneira que a capacidade do equipamento seja adequada a atender às especificações. A velocidade máxima na serpentina deve ser de 2,5 m/s Válvula de Expansão: Deve ser eletrônica, de forma a permitir ajuste fino da capacidade térmica do condicionador Filtro de Ar: Deve ser do tipo permanente e lavável. Deve possuir dispositivo que permita fácil remoção para limpeza e/ou substituição Bandeja: A bandeja de recolhimento de condensado deve possuir caimento suficiente para permitir escoamento da água para drenagem. A bandeja deve ter isolamento térmico e tratamento anti-corrosivo Unidades Condensadoras - Externas As unidades condensadoras devem ser para operação no modo resfriamento. O ciclo frigorígeno deve ser composto por compressor Scroll com Inverter (velocidade variável), trocador de calor, acumulador de sucção, separador de óleo, tanque de líquido, tubulações, etc Gabinete: Deve ser de construção robusta, em chapas de aço com tratamento anti-corrosivo e pintura de acabamento com painéis frontais removíveis Compressor: Os compressores serão do tipo Scroll. Cada unidade externa será composta por compressores do tipo inverter (velocidade variável) que varia a rotação de acordo com a freqüência selecionada, bombeando mais ou menos refrigerante para as unidades internas de acordo com a carga térmica de resfriamento. Os compressores devem ser montados sobre base anti-vibração, conectados às tubulações de sucção e descarga por meio de porca curta. Devem vir de fabrica pré-carregados com óleo, protegidos contra inversão de fase, possuir resistência de aquecimento de cárter, sensores de pressão, temperatura de descarga e temporizador de retardo (anti-reciclagem). Devem possuir ainda termostato interno contra superaquecimento do enrolamento, pressostato de alta e sensores de alta e baixa pressão. O refrigerante a ser utilizado deve ser o R-410A Conjunto Motor Ventilador: Os ventiladores das unidades externas devem ser do tipo axial, de construção robusta, em plástico injetado, sendo as hélices balanceadas estática e dinamicamente. O motor do ventilador deve ser controlado por variador de freqüência de forma a atender a massa de refrigerante a ser condensada no trocador de calor Serpentina do Condensador: O trocador de calor da unidade externa deve ser constituído de tubos de cobre e aletas de alumínio fixadas aos tubos por expansão mecânica e coberto com uma película de proteção anti-corrosiva, acrílica.

7 4.1.3 Características Específicas Devem ser fornecidos e instalados pela contratada, condicionadores de ar nas quantidades e características descritas a seguir: Unidade Condensadora VRF RAS12FSNM7B 12 HP (33,5 kw) 380 V / Trifásico 9,82 kw 22 (vinte e duas) Unidade Evaporadora Cassete RCI5,0FSN3B2 14,0 Kw m3/h 170 W 03 (três) Unidade Evaporadora Cassete RCI4,0FSN3B2 11,2 Kw m3/h 150 W 14 (catorze) Unidade Evaporadora Cassete RCI3,0FSN3B2 8,0 Kw m3/h 120 W 12 (doze) Unidade Evaporadora Cassete RCI2,5FSN3B2 7,1 Kw m3/h 120 W 15 (quinze) Unidade Evaporadora Cassete RCI2,0FSN3B2

8 70 W 5,6 Kw m3/h 25 (vinte e cinco) Unidade Evaporadora Cassete RCI1,5FSN3B2 4,0 Kw m3/h 50 W 14 (catorze) Unidade Evaporadora Hiwall (Parede) RPK2,5FSNSM3 7,1 Kw m3/h 90 W 01 (uma) Unidade Evaporadora Hiwall (Parede) RPK2,0FSNSM3 5,6 Kw 900 m3/h 30 W 01 (uma) Unidade Evaporadora Hiwall (Parede) RPK1,5FSNSM3 4,0 Kw 840 m3/h 30 W 04 (quatro) Unidade Evaporadora Piso Duto 100% Ar Exterior RPD8FSN7B 22,4 Kw A m3/h 380 V / Trifásico 900 W 06 (seis)

9 Obs. A capacidade nominal das unidades condensadoras tem como referência a temperatura de entrada do ar de 35ºC de bulbo seco. As capacidades das unidades evaporadoras têm como referência as temperaturas de entrada do ar de 27,0ºC para bulbo seco e 19ºC para bulbo úmido. Todas as unidades internas e externas devem ser aterradas. Devem ser instalados, antes de cada unidade evaporadora, registros de bloqueio nas linhas de líquido e gás. Estes registros devem ser para trabalho com refrigerante R-410A, temperatura entre -30,0ºC e +120,0ºC, pressão pneumática acima de 4,2 MPa e pressão hidráulica acima de 6,2 MPa. O funcionamento dos condicionadores será automático, através do software de controle central. A localização da Central deverá ser verificada junto à equipe de fiscalização do Tribunal. Em paralelo, todas as unidades serão providas de controle remoto individual. As unidades evaporadoras de ar exterior e as unidades condensadoras serão montadas sobre bases de alvenaria, apoiadas em calços de borracha. As unidades evaporadoras de ambiente serão montadas no forro e fixadas à laje através de tirantes de aço galvanizado, ou montadas em paredes com utilização de placas próprias. Conforme indicado em desenho algumas unidades tipo cassete deverão ser providas de kit para distribuição de ar em uma das saídas. 4.2 DISTRIBUIÇÃO DE AR Dutos Os dutos devem ser construídos em painéis de poliuretano com 10 mm de espessura, revestidos nas duas faces por chapa de alumínio, referência painel MPU da MULTIVAC ou Ital Multidutos. Os dutos devem ser montados de forma rígida, sólida e limpos, evitando distorções e/ou deflexões entre suportes, vibrações e vazamentos excessivos. Os dutos devem ser construídos seguindo rigorosamente as recomendações contidas nos manuais do fabricante. Todos os materiais usados nos serviços de dutos, como braçadeiras, tirantes, ferragens, etc., devem ser de aço, devidamente protegidos contra corrosão e pintados Suportes Os suportes serão em perfilados e tirantes de aço roscado e serão fixados nas lajes de teto ou paredes Ligações Flexíveis As ligações entre ventiladores e dutos devem ser em tecido impermeável ou lona plástica. Devem ter comprimento mínimo de 10 cm e fixados por meio de barra de ferro chato de 1" x 1/8", aparafusadas Damper para Regulagem de Vazão Deve ser de chapa galvanizada, tipo multi-palheta, de lâminas opostas, selecionados de forma que o comprimento da lâmina corresponda à menor dimensão da peça. Devem possuir alavanca externa de comando e quadrantes de fixação, com indicação da posição aberto e fechado.

10 4.2.5 Grelhas / Difusores / Venezianas Devem ser em alumínio anodizado, fixados pôr parafusos e nos modelos e dimensões constantes no desenho. 4.3 TUBULAÇÃO PARA REFRIGERANTE Tubos e conexões Serão em cobre fosforoso sem costura, desoxidado, recozido, conforme norma ASTM B88, devendo a parte interna estar limpa, seca e livre de corrosão. Todas as conexões entre tubos, conexões e acessórios devem ser com solda evitando-se quantidade excessiva de emendas nos trechos de tubulação. As derivações para o sistema VRF devem ser em juntas do tipo Y. Após a execução das soldas, a rede de tubos deve ser testada com nitrogênio à pressão de aproximadamente 450 psig. Antes de preencher os sistemas com gás refrigerante deve ser executado vácuo em toda tubulação. A espessura das paredes dos tubos deve obedecer aos valores indicados a seguir: Diâmetro Espessura (mm / poleg.) (mm) 6,35 / 1/4 0,79 Flexível 9,53 / 3/8 0,79 Flexível 12,70 / 1/2 0,79 Flexível 15,88 / 5/8 1,00 Flexível 19,05 / 3/4 1,00 Rígido 22,22 / 7/8 1,00 Rígido 25,40 / 1 1,00 Rígido 28,60 / 1.1/8 1,00 Rígido Obs: Todas as operações de pressurização das tubulações, vácuo e carga adicional de refrigerante devem ser acompanhadas por técnico registrado do fabricante dos equipamentos. A partida dos equipamentos deve ser executada por técnico do fabricante Isolamento As tubulações de refrigerante, líquido e gás, devem ser isoladas com mangueiras de espuma elastomérica, referencia Armacell Armaflex AC em toda sua extensão. As linhas de líquido e de gás devem ser isoladas com mangueiras com 19 mm de espessura Fixação e Suporte Para fixação e suporte das tubulações devem ser usadas braçadeiras para tubo. Devem obedecer a um espaçamento máximo de 1,5 m entre suportes. Entre a tubulação e a braçadeira deve ser usado suporte Armafix da Armacell, conforme detalhe. 4.4 DRENAGEM O dreno de cada equipamento deve ser interligado ao ponto de coleta de condensado ou ralo sifonado, por meio de tubos de PVC, rígidos, rosqueáveis. Os drenos dos condicionadores tipo cassete devem ser reunidos em rede, por sistema, formada por tubos de PVC, isolados termicamente com mangueiras de polietileno e interligadas aos ralos sifonados nas casas de máquinas.

11 4.5 INSTALAÇÃO ELÉTRICA Alimentação A alimentação geral será em 380 V, 60 HZ Interligações Elétricas As interligações elétricas para as unidades evaporadoras de ar externo e condensadoras devem ser em leitos e/ou eletrodutos de aço galvanizado e eletrodutos flexíveis tipo Seal Tube. Os cabos a serem utilizados devem ser de cobre eletrolítico, classe de tensão 750V. As interligações elétricas para as unidades evaporadoras de ambiente devem ser em eletrodutos de aço galvanizado e cabos de cobre classe de tensão 750 V. A distribuição de força para estas unidades deverá ser agrupado por sistema (condensadora). A derivação da caixa de passagem para cada unidade deverá ser com cabo múltiplo (1x3) e plug monobloco macho e fêmea Quadros de Distribuição de Força Devem ser fornecidos e instalados pela Contratada quadros elétricos para distribuição de força para os equipamentos. Os quadros devem ser executados observando-se as normas NBR 5410, NBR 6808 da ABNT e NR-10. Devem possuir gabinete de tamanho compatível. Os projetos eletromecânicos, incluindo diagramas e especificações dos componentes, devem ser remetidos para aprovação pela fiscalização.

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