PORTARIA nº 649/2005

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PORTARIA nº 649/2005"

Transcrição

1 PORTARIA nº 649/2005 O SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO DO MUNICÍPIO DO SALVADOR, no uso de suas atribuições, com base na Lei 4.320/64, e em cumprimento ao disposto no Decreto Municipal nº de 10 de novembro de RESOLVE: Art. 1º - Expedir a INSTRUÇÃO NORMATIVA CMP nº 01 de 01 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a descentralização dos procedimentos relativos a gestão e controle patrimonial no âmbito da administração direta do município. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, especialmente a INO CMP nº 001/2001 publicada através da Portaria nº 210/2001. GABINETE DO SECRETÁRIO MUNICIPAL DA ADMINISTRAÇÃO, em 01 de dezembro de LUIZ CARLOS CAFÉ DA SILVA Secretário

2 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ ASSUNTO Dispõe sobre a descentralização da gestão de bens patrimoniais móveis nos órgãos da administração direta do município, consoante o Decreto Municipal nº de 10 de novembro de OBJETIVO Estabelecer diretrizes, critérios e procedimentos padronizados para controle de bens patrimoniais móveis no âmbito dos órgãos da administração direta do município, concernentes ao Poder Executivo. 3. RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO Coordenadoria Central de Materiais e Patrimônio CMP da Secretaria Municipal da Administração SEAD, como órgão central do Sistema Municipal de Administração SMA, através da Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais COBP. Órgãos da administração direta concernentes ao Poder Executivo, através das Coordenadorias Administrativas CAD/ Setores de Gestão de Materiais e Patrimônio, como órgãos setoriais do Sistema Municipal de Administração SMA. 4. CONCEITUAÇÃO 4.1 ALIENAÇÃO Processo pelo qual o município transfere o domínio de seus bens a terceiros, mediante venda (leilão), permuta ou doação, subordinada à existência de interesse público devidamente justificado, obedecidas as exigências legais pertinentes. 4.2 AUTORIZAÇÃO DE SAÍDA DE MATERIAL PERMANENTE DO ÓRGÃO Documento de formalização da saída de bens patrimoniais móveis do órgão. 4.3 AVALIAÇÃO Valor monetário atribuído a um bem patrimonial para fins de aquisição, contabilização e alienação, observadas as normas técnicas e legais específicas. 4.4 BAIXA DE BENS É a retirada oficial de um bem patrimonial móvel do cadastro de patrimônio do município, gerando contabilmente a diminuição do saldo patrimonial, em decorrência de alienação, descarte, roubo, furto ou sinistro.

3 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ BEM DE TERCEIRO Bem que não integra o patrimônio do município, mas que, em decorrência de negócio jurídico celebrado com terceiro, recebe codificação diferenciada dos bens patrimoniais do Município, e sobre o qual não incide processamento financeiro, mas apenas controle físico. 4.6 BEM INSERVÍVEL É todo bem desativado pelos órgãos ou entidades que o utilizam, danificado ou obsoleto, encaminhado para o depósito de inservíveis da Prefeitura Municipal de Salvador - PMS para fins de alienação, podendo, ou não ser reaproveitado por outros órgãos ou entidades da PMS. 4.7 BEM PATRIMONIAL ANTIECONÔMICO Todo bem patrimonial com manutenção onerosa, rendimento precário ou com recuperação economicamente inviável. 4.8 BEM PATRIMONIAL OBSOLETO Todo bem patrimonial em desuso, considerado antiquado ou antieconômico para o fim a que se destina. 4.9 BEM PATRIMONIAL MÓVEL - BPM Móvel ou semovente utilizado pelas unidades administrativas, os quais são objeto de controle administrativo e constituem o patrimônio do município. Para fins de administração patrimonial são considerados como material permanente e destinados ao uso e funcionamento de órgãos e entidades da Administração Pública BEM PERMANENTE Todo material que, em razão do uso, não perca sua identidade física e autonomia de funcionamento, mesmo quando incorporado a outro bem e tenha durabilidade prevista superior a dois anos BEM PLAQUETÁVEL/ETIQUETÁVEL Aquele em que é possível a colocação de plaqueta/etiqueta de identificação patrimonial BEM NÃO PLAQUETÁVEL/ETIQUETÁVEL Aquele que não possui local para fixação de plaqueta ou etiqueta de identificação patrimonial ou que não seja adequada a sua colocação. O fato não impede que o mesmo deixe de receber uma numeração para registro, logo, todos os bens,

4 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/2005 independentemente de colocação de plaqueta, receberão um número de registro patrimonial BEM PRÓPRIO Todo bem adquirido com recursos próprios, do tesouro ou convênios, que não exijam a vinculação do bem à unidade financiadora, ou ainda todo aquele recebido por doação, premiação, bem como os incorporados através de inventários BEM RELACIONADO Bem permanente que, em razão de sua estrutura física não podem ser marcados ou gravados seus respectivos números de tombamento CESSÃO DE USO Disponibilização de um bem patrimonial móvel, por tempo determinado, para utilização gratuita ou em condições especiais, para entidades da administração indireta do município ou a outras entidades externas à PMS (entidades ou órgãos externos ao poder público municipal) ou, conforme estabelecido na Lei Orgânica Municipal COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Grupo de pessoas nomeadas para avaliar bens da Instituição DESCARTE Processo pelo qual o município desfaz-se de um bem patrimonial móvel em razão do seu estado de conservação, inservível e/ou irrecuperável, bem como sem que haja arrematamento em pelo menos um leilão DEPRECIAÇÃO Perda progressiva de valor econômico ou do preço de um bem patrimonial em decorrência do seu uso, levando-se em consideração, além de exigências legais, o valor de aquisição e o tempo de vida útil, em face das condições objetivas de sua utilização DOAÇÃO DE BEM MÓVEL Transmissão gratuita de um bem patrimonial móvel em favor de um órgão ou entidade externa, com ou sem imposição de encargos, conforme estabelecido na Lei Orgânica Municipal.

5 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ ENTRADA DE MATERIAIS Documento de confirmação da entrada de bens patrimoniais móveis no órgão, emitido pelo sistema informatizado de gestão de materiais e patrimônio ETIQUETA DE IDENTIFICAÇÃO PATRIMONIAL Identificação colocada no bem patrimonial móvel que, pelo seu formato, não comporta plaqueta de identificação patrimonial, tendo as mesmas informações que as plaquetas EXTRAVIO É o desaparecimento de um bem, sem que seja identificada a origem do fato FURTO Apropriação de um bem patrimonial móvel sem emprego de violência sobre o responsável INCORPORAÇÃO Registro contábil da inclusão ou entrada de um bem patrimonial, em decorrência de aquisição, nas suas diversas modalidades INDENIZAÇÃO Ato de entrada de recursos financeiros em decorrência do ressarcimento do valor do bem patrimonial que sofreu extravio, furto ou sinistro INSPEÇÃO É o processo de verificação junto aos órgãos da administração direta do município, quanto à observância da legislação vigente para o controle dos bens patrimoniais móveis, com a emissão de pareceres e/ou recomendações INVENTÁRIO Instrumento de controle que permite a conciliação dos registros do cadastro de bens patrimoniais móveis com a posição física, bem como dos valores cadastrados e os escriturados. Tem como objetivo o controle quantitativo e qualitativo dos bens patrimoniais móveis do município.

6 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ LEILÃO Processo licitatório, autorizado em lei, onde o município tem a possibilidade de desfazer-se dos bens patrimoniais móveis inservíveis e/ou obsoletos, através da venda dos mesmos ao terceiro que maior lance ofertar à sua aquisição MOVIMENTAÇÃO Mudança decorrente da transferência, cessão de uso, doação ou alienação de bens patrimoniais móveis PLAQUETA DE TOMBAMENTO Identificação que é colocada no bem patrimonial móvel, personalizada, com numeração individual única e código de barras REAPROVEITAMENTO Ato ou efeito de voltar a utilizar um bem que tenha sido disponibilizado para alienação ou posto em desuso por unidade administrativa REGISTRO PATRIMONIAL Processo de cadastramento de um bem patrimonial móvel no Sistema Integrado de Gestão de Material e Patrimônio SIGM, após o seu tombamento ROUBO Apropriação de um bem patrimonial móvel mediante emprego contra o responsável de violência, grave ameaça, ou mesmo redução deste à impotência para reagir SINISTRO Acontecimento de qualquer natureza que sobrevem ao bem patrimonial móvel, causando-lhe danos, perda total ou parcial SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO SIGM Sistema informatizado de controle de bens patrimoniais móveis do município TERMO DE CESSÃO DE USO Instrumento de formalização da cessão de uso de bens patrimoniais móveis do município.

7 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ TERMO DE RESPONSABILIDADE Documento no qual um bem patrimonial móvel ou um conjunto de bens patrimoniais móveis é posto sob a guarda, conservação e controle do gestor de uma unidade administrativa, mediante sua assinatura TERMO DE TRANSFERÊNCIA Documento para registro de transferência de bens patrimoniais móveis, firmado entre as unidades administrativas, e emitido pelo sistema informatizado de gestão de materiais e patrimônio TOMBAMENTO Processo constituído de identificação do bem patrimonial móvel, por intermédio de plaquetas ou etiquetas de identificação, com o levantamento de todas as características e dados relacionados ao mesmo, para que seja efetuado registro patrimonial TRANSFERÊNCIA Movimentação dos bens patrimoniais móveis entre unidades administrativas de um mesmo órgão ou de diferentes órgãos da Administração Direta Municipal, exigindose emissão e assinatura do termo de Transferência, anotação da mudança de guarda do bem e atualização do registro patrimonial UNIDADE ADMINISTRATIVA Toda unidade integrante da estrutura organizacional formal de um órgão, que responde pelas ocorrências com os bens patrimoniais móveis sob sua responsabilidade UNIDADE GESTORA Órgão ou entidade que compõe a estrutura organizacional da PMS e tem orçamento próprio, sendo compostos por várias unidades administrativas. 5. ATRIBUIÇÕES 5.1 Dos titulares das unidades administrativas Zelar pela guarda e conservação dos bens patrimoniais móveis sob sua responsabilidade, Informar ao chefe do Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio do órgão as ocorrências verificadas com os bens patrimoniais móveis sob sua responsabilidade; Quando empossado no cargo, fazer inventário geral dos bens patrimoniais móveis sob sua responsabilidade;

8 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ Quando da exoneração do cargo, prestar contas de todos os bens patrimoniais móveis sob sua responsabilidade. 5.2 Dos Chefes dos Setores de Materiais e Patrimônio: Efetuar o tombamento e registro patrimonial dos bens patrimoniais móveis do órgão; Controlar e acompanhar permanentemente todas as ocorrências com os bens patrimoniais móveis no órgão, mantendo atualizadas as informações no SIGM; Emitir todos os documentos necessários ao controle de bens patrimoniais móveis, providenciando as assinaturas dos respectivos responsáveis Manter organizados todos os documentos referentes aos bens patrimoniais móveis de cada unidade do órgão; Efetuar atualizações diárias no SIGM referentes a quaisquer ocorrências com bens patrimoniais móveis,inclusive reforma, tais como pintura,alteração de características etc Articular com o Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais móveis da SEAD a transferência dos bens desativados para redistribuição ou leilão; Articular com o Setor de Alienação e Redistribuição de Bens patrimoniais Móveis da SEAD, a transferência dos bens disponíveis deste para prover as unidades do órgão Orientar permanentemente os responsáveis das unidades, bem como aos demais servidores, quanto ao cumprimento das normas relativas ao controle e manutenção dos bens patrimoniais móveis. 6 S OPERACIONAIS E FORMULÁRIOS 6.1. Procedimento para Tombamento (ANEXO 1) 6.2. Procedimento para Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de um Mesmo Órgão (ANEXO 2) 6.3. Procedimento para Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de Órgãos Distintos (ANEXO 3) 6.4. Procedimento para Transferência de Bens Patrimoniais Móveis para Alienação (ANEXO 4) 6.5. Procedimento para Redistribuição de Bens Inservíveis (ANEXO 5) 6.6. Procedimento para Cessão de Uso para entidades da Administração Indireta (ANEXO 6) 6.7. Procedimento para Cessão de Uso para entidades Externas ao poder público Municipal (ANEXO 7) 6.8. Procedimento para Devolução de Cessão de Uso (ANEXO 8) 6.9. Procedimento para Doação Efetuada (ANEXO 9)

9 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ Procedimento para Doação Recebida (ANEXO 10) Procedimento para Baixa por Descarte (ANEXO 11) Procedimento para Baixa por Roubo, Furto ou Sinistro (ANEXO 12) Baixa dos Bens Patrimoniais Móveis por Leilão (ANEXO 13) Procedimento para Inventário Físico de Bens Patrimoniais Móveis (ANEXO 14) Procedimento para Avaliação de Bens Patrimoniais Móveis (ANEXO 15) Formulário para Inclusão de Bens Patrimoniais Móveis (ANEXO 16) Formulário para Movimentação de Bens Patrimoniais Móveis (ANEXO 17) Formulário para Inventário de Bens Patrimoniais Móveis (ANEXO 18) Formulário para Avaliação de Bens Patrimoniais Móveis (ANEXO 19) 7 DISPOSIÇÕES GERAIS 7.1 DISPOSIÇÕES PARA INSPEÇÃO A inspeção será realizada pela CMP, através da COBP, por intermédio do Setor de Inspeção de Bens Patrimoniais Móveis SEINP; As inspeções serão realizadas, periodicamente, para verificação da localização dos bens patrimoniais móveis de cada unidade, condições de guarda, exame da documentação pertinente à administração patrimonial, propondo a adoção de providências administrativas, se for o caso; O SEINP manterá um cronograma de visitas mensais, devendo ser encaminhado à COBP com antecedência mínima de 10 dias úteis para aprovação; A cada visita aos órgãos e entidades do município, o SEINP deverá orientar o pessoal envolvido do Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio e unidades administrativas quanto aos procedimentos operacionais e emitir um relatório técnico, detalhando todas as ocorrências encontradas; Chegando ao órgão, o responsável do SEINP deverá procurar o responsável pelo Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio, que facilitará o acesso a todos os bens patrimoniais móveis sob responsabilidade do órgão inspecionado; O responsável pelas inspeções poderá efetuar o levantamento físico dos bens existentes em qualquer unidade administrativa, facultada a utilização do processo de amostragem; O titular de cada unidade administrativa, responsável pela guarda e uso de bens patrimoniais móveis, fica obrigado a facilitar o exercício de inspeção, prestando as informações solicitadas; Na inspeção por processo de amostragem, em não sendo localizado qualquer bem patrimonial móvel, poderá ser feito levantamento completo dos bens da unidade administrativa ou do órgão inspecionado;

10 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/ A inspeção obedecerá a um plano de trabalho que atenderá aos seguintes procedimentos: I. verificação do cumprimento das determinações legais específicas aos bens móveis no município; II. verificação do inventário físico, observando as datas dos levantamentos; III. verificação da confiabilidade dos instrumentos de controle patrimonial, através de amostragens; IV. verificação de que os bens relacionados estão corretamente classificados e controlados; V. verificação de que os bens em uso estão devidamente identificados através da gravação de plaquetas/etiquetas, com o número ou código adotado; VI. verificação de que o levantamento do inventário anual foi realizado por comissão formalmente autorizada; VII. verificação da atualização e consistência dos termos de responsabilidade; VIII. realização de confirmações de existência física, selecionando itens do inventário com verificação da sua localização; IX. observância à existência de inquérito administrativo sobre desvio, roubo ou desaparecimento de bens; X. aquisição dos resultados e das providências tomadas no caso da existência de inquérito administrativo que envolva desvio, roubo ou desaparecimento de bens patrimoniais; XI. verificação de que a unidade/órgão está utilizando o SIGM para o gerenciamento dos bens patrimoniais móveis; XII. identificação do perfil e avaliação do grau de capacitação dos recursos humanos envolvidos na gestão das atividades de controle patrimonial; XIII. avaliação das condições dos recursos administrativos existentes e diretamente envolvidos na gestão dos bens patrimoniais móveis da unidade; XIV. comprovação da consistência entre os dados registrados nos relatórios de patrimônio e as respectivas existências físicas; XV. verificação de que a qualidade do bem está adequada às informações dos relatórios; XVI. verificação de que os bens móveis estão sendo guardados e/ou conservados adequadamente; XVII. verificação de que os bens móveis liquidados no órgão inspecionado encontram-se devidamente tombados. XVIII. Verificação da existência de controle dos bens patrimoniais móveis de Terceiros utilizados pelo órgão;

11 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/2005 XIX. Verificação da existência e de atualização de Termos de Cessão de uso de bens patrimoniais móveis do órgão. 7.2 DISPOSIÇÕES PARA INVENTÁRIO O inventário será efetuado por comissão designada para este fim, composta por no mínimo 03 (três) membros e tendo obrigatoriamente a participação de 01 (um) servidor lotado no Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio do órgão, e poderá ser: I. ANUAL: com a finalidade de comprovar a quantidade e o valor dos bens patrimoniais móveis existentes por ocasião do encerramento do exercício; II. EVENTUAL: realizado em qualquer época por iniciativa do responsável pelos bens, por órgão de fiscalização ou pela COBP; III. TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE: realizado quando da substituição de chefias, desativação, junção ou desdobramento de órgãos O inventário anual, necessário para o encerramento do exercício, será realizado por Comissões de Inventário devidamente constituídas por nomeação do dirigente do órgão até o último dia útil do mês de novembro de cada ano, para que, no prazo de trinta dias corridos, seja apresentado à Coordenadoria Administrativa do órgão Compete às Comissões de inventário: I. proceder ao levantamento físico dos bens patrimoniais móveis, alterando, quando necessário, os registros relativos ao estado de conservação dos mesmos, observando um dos procedimentos a seguir: a) leitura do código de barras das plaquetas afixadas no bem e registro das alterações através do coletor de dados; b) não sendo possível efetuar o levantamento físico dos bens através da leitura de código de barras, far-se-á o levantamento manualmente através de relação que contenha os bens cadastrados no SIGM, base para conferência no levantamento e utilizando o formulário Inventário de Bens Patrimoniais Móveis. II. fazer constar no inventário todos os bens patrimoniais móveis em uso pelo órgão; III. registrar como bens sem plaqueta/etiqueta de tombamento os bens que não possuam qualquer código de identificação patrimonial; IV. identificar os bens patrimoniais móveis em uso e com valores inconsistentes, sem valores ou que não tenham sido lançados no SIGM; V. relacionar os bens patrimoniais móveis obsoletos, ou seja, aqueles em desuso e considerados antiquados ou antieconômicos para o fim a que se destinam, para posterior remessa ao Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis da SEAD;

12 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/2005 VI. emitir relatório final contendo todas as alterações e divergências encontradas durante o inventário e encaminhar ao dirigente do órgão; Compete às Coordenadorias Administrativas CAD s/ Setores de Gestão de Materiais e Patrimônio: I. sugerir ao dirigente do órgão os nomes dos servidores que deverão compor as Comissões de inventário; II. manter arquivadas cópias dos inventários para posteriores consultas, procedendo inclusive às alterações necessárias sempre que ocorrer mudança ou substituição de responsável por prazo superior a noventa dias; III. proceder regularização das divergências identificadas no inventário, através de procedimentos específicos para cada ocorrência. IV. emitir, através do SIGM, Relatório Resumo de Inventário de bens patrimoniais móveis, antes e após a atualização de dados; V. se identificados bens patrimoniais móveis com valores inconsistentes, sem valores, sem registro no SIGM e sem identificação de referência contábil; solicitar da SEAD nomeação de Comissão de Avaliação de bens patrimoniais móveis. VI. após regularização das divergências identificadas no inventário, emitir Termos de Responsabilidade atualizados de todas as unidades administrativas do órgão. 7.3 DISPOSIÇÕES FINAIS Os bens patrimoniais móveis são de uso exclusivo do serviço público, vedada sua utilização para outros fins; Os bens patrimoniais móveis não poderão ser retirados do órgão usuário, excetuados os necessários à realização de atividades externas, os de uso individual e os movimentados por motivo de transferência, cessão, doação, recolhimento ou conserto, o que deverá estar expressamente registrado no Sistema Integrado de Gestão de Materiais e Patrimônio; Os titulares das unidades administrativas, quando da posse, assinarão o Termo de Responsabilidade e serão responsáveis pela guarda, uso e conservação dos bens patrimoniais móveis da respectiva unidade, não podendo eximir-se à responsabilidade que lhe for transmitida; Nenhuma unidade poderá guardar ou conservar bens patrimoniais móveis em seu interior sem quaisquer expectativas de uso, devendo informar ao Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio do órgão o real status de cada bem, informando ainda todas as alterações ocorridas com os mesmos; O Termo de Responsabilidade, devidamente conferido e assinado pelo gestor responsável, será o documento no qual estarão relacionados os bens patrimoniais móveis sob a sua responsabilidade; Nos casos de discordância do teor do Termo de Responsabilidade, o gestor responsável deverá, via Circular Interna para a Coordenadoria

13 Prefeitura Municipal ÓRGÃO/UNIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA SISTEMA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO FUNÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL SUBFUNÇÃO GESTÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO Nº 01/2005 DATA 01/12/2005 Administrativa, fazer referência quanto à discordância, justificando o motivo, num prazo máximo de 10 (dez) dias do recebimento do Termo de Responsabilidade; Não é permitida a realização de qualquer modificação física ou desmembramento dos bens patrimoniais móveis, que altere as suas características originais, constantes do Termo de Responsabilidade, salvo nos casos em que os bens estiverem em fase final de processo de desfazimento e baixa patrimonial e contábil; É vedada a retirada de plaquetas ou etiquetas de identificação dos bens patrimoniais móveis, bem como qualquer outro item de identificação, ficando o chefe do Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio responsável por adotar providências para garantir que as plaquetas e as etiquetas estejam sempre afixadas ao bem; Os bens patrimoniais móveis, que não estiverem com a plaqueta/etiqueta afixada, serão considerados bens extraviados, exceto nos casos em que possuam algum outro identificador que não deixe dúvidas quanto à sua identidade, ficando o chefe do Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio responsável pela sua substituição Para promover meio de contingência na operacionalização dos procedimentos de gestão patrimonial, nos casos de indisponibilidade temporária do Sistema de Gestão de Materiais e Patrimônio-SIGM, deverão ser utilizados os formulários INCLUSÃO DE BENS PATRIMONIAIS MÓVEIS e MOVIMENTAÇÃO DE BENS PATRIMONIAIS MÓVEIS de forma que, posteriormente, os dados registrados em formulário possam ser atualizados no SIGM.

14 ANEXO 1 Prefeitura Municipal 1. Tombamento de Bens Patrimoniais Móveis [ X ] Encontrada [ ] Proposta Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 01 Recebe material permanente com Nota Fiscal de aquisição. 02 Confere material permanente com NF e Nota de Empenho constante no processo de compra. 03 Faz inclusão do material no Sistema Integrado de Gestão de Material/SIGM com as características discriminadas no SIGM e outras que venham a ser necessárias para a identificação do material, atribuindo a este número de tombo. 04 Emite Relatório de Entrada de Materiais Analítico, através do SIGM. 05 Arquiva 2ª via da NF, anexa 1ª via e o Relatório de Entrada de Materiais Analítico ao processo de compra e o encaminha ao NOF. 06 Emplaqueta Bem Patrimonial Móvel/BPM. * Núcleo Orçamentário Financeiro/NOF 07 Recebe processo de compra e o confere, verificando se o BPM foi tombado. 08 Se houver Relatório de Entrada de Materiais Analítico anexo à Nota Fiscal, emite a Guia de Liquidação, juntando-a ao processo e o encaminha à CGM para validação da liquidação da despesa. 09 Se não houver Relatório de Entrada de Materiais Analítico, efetua-se devolução do processo ao SEGEM para confirmar cadastramento do BPM no SIGM, e anexar ao processo o Relatório de Entrada de Materiais Analítico. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 10 Promove a transferência do BPM para Unidade Administrativa Solicitante de acordo com o Procedimento de Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de um Mesmo Órgão

15 Prefeitura Municipal ANEXO 2 2.Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de um Mesmo Órgão [X] Encontrada [ ] Proposta * Unidade Administrativa Solicitante 01 Solicita ao cedente transferência de BPM. * Unidade Administrativa Cedente 02 Informa ao SEGEM número de tombo do BPM a ser transferido e unidade/localização de destino. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 03 Efetua transferência do BPM, no SIGM, da Unidade Cedente para a Unidade Solicitante, emite Termo de Transferência (03 vias), assina e encaminha para a Unidade Administrativa Cedente 04 Acompanha processo de transferência do BPM. * Unidade Administrativa Cedente 05 Recebe as 3 vias do termo de transferência, assina e encaminha juntamente com o BPM para a Unidade Administrativa solicitante * Unidade Administrativa Solicitante 06 Recebe BPM e Termo de Transferência (03 vias). 07 Assina Termo de Transferência (03 vias), arquiva 1ª via e devolve as outras 2 vias para o SEGEM. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 08 Recebe 2ª e 3ª via do Termo de Transferência, arquiva a 2ª via e encaminha a 3ª via para a Unidade Administrativa Cedente. * Unidade Administrativa Cedente 09 Recebe e arquiva 2ª via do Termo de Transferência.

16 Prefeitura Municipal ANEXO 3 3. Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de Órgãos Distintos [ X ] Encontrada [ ] Proposta * Unidade Administrativa Cedente 01 Informa ao SEGEM número de tombo do BPM a ser transferido, órgão de destino e unidade administrativa solicitante. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Cedente 02 Efetua transferência do BPM da Unidade Cedente para o SEGEM Solicitante. 03 Emite Termo de Transferência (03 vias) 04 Providencia assinatura do Titular do órgão ou do Coordenador Administrativo da Unidade Administrativa Cedente nas 03 vias do Termo de Transferência. 05 Solicita assinatura da Unidade Administrativa cedente nas 03 vias do Termo de Transferênca. 06 Emite Autorização de Saída de BPM (02 vias), anexando-a ao Termo de Transferência. 07 Comunica ao SEGEM da Unidade Administrativa Solicitante disponibilidade do BPM Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Solicitante 08 Providencia retirada do BPM enviando um Portador devidamente autorizado. * Portador 09 Recebe BPM do SEGEM cedente, juntamente com o Termo de Transferência (3 vias) e Autorização de Saída (02 vias) 10 Assina Autorização de Saída (02 vias), e retira BPM. 11 Entrega 1ª via da Autorização de Saída na portaria do órgão cedente e 2ª via na portaria do Órgão solicitante. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Solicitante 12 Recebe BPM e Termo de Transferência (03 vias). 13 Assina Termo de Transferência (03 vias), arquiva a 1ª via e devolve 2 vias ao SEGEM Cedente. 14 Faz transferência de BPM para a Unidade Administrativa Solicitante, conforme passos da ocorrência Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de um mesmo Órgão. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Cedente 15 Encaminha 2ª via de Termo de Transferência para Unidade Administrativa Cedente e arquiva 3ª via junto ao Termo de Responsabilidade deste. * Unidade Administrativa Cedente 16 Arquiva 2º via do Termo de Transferência.

17 Prefeitura Municipal ANEXO 3 3. Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de Órgãos Distintos [ X ] Encontrada [ ] Proposta

18 Prefeitura Municipal ANEXO 4 4. Transferência de Bens Patrimoniais Móveis para Depósito de Inservíveis [ X ] Encontrada [.] Proposta Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Cedente 01 Efetua transferência de BPM no SIGM para Depósito de inservíveis da SEAD, emite Termo de Transferência (02 vias). 02 Providencia assinatura do Titular do Órgão ou do Coordenador Administrativo da Unidade Administrativa Cedente nas 02 vias do Termo de Transferência. 03 Emite Autorização de Saída de BPM (02 vias), anexando-a ao Termo de Transferência (02 vias). 04 Comunica à COBP/CMP/SEAD o encaminhamento de bens para depósito de inservíveis. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 05 Autoriza a entrega de material inservível em depósito de inservíveis. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Cedente 06 Encaminha BPM para depósito de inservíveis da SEAD, através de portador, juntamente com 02 vias do Termo de Transferência e 01 via de autorização de saída. * Portador 07 Recebe BPM do SEGEM cedente, juntamente com o Termo de Transferência (2 vias) e Autorização de Saída (01 via) 08 Assina Autorização de Saída (01 via) e retira BPM. Entrega 1ª via da Autorização de Transferência na portaria do órgão cedente. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 09 Recebe BPM de portador, conferindo-o com definições contidas no Termo de Transferência. 10 Assina as 02 vias do termo de Transferência, entrega 2ª via ao portador e encaminha 1ª via à COBP/CMP/SEAD. * Portador 11 Devolve 2ª via de Termo de Transferência assinado pelo Responsável pelo SEALP ao SEGEM Cedente.

19 Prefeitura Municipal ANEXO 4 4. Transferência de Bens Patrimoniais Móveis para Depósito de Inservíveis [ X ] Encontrada [.] Proposta Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Cedente 12 Recebe e arquiva 2ª via do termo de Transferência.

20 Prefeitura Municipal ANEXO 5 5. Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis do depósito de Inservíveis da SEAD [ X ] Encontrada [ ] Proposta Se o solicitante for órgão da administração Direta do Executivo Municipal: Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Solicitante 01 Solicita através de ofício à COBP/CMP/SEAD transferência de BPM * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 02 Recebe solicitação e avalia a procedência dos Bens Solicitados. 03 Se existirem bens pertencentes à administração indireta, solicita à entidade proprietária autorização formal para entrega dos bens disponibilizados para leilão ao órgão solicitante. 04 Oficializa a disponibilidade de BPM da administração direta e de BPM da administração Indireta, caso tenha sido autorizado pela entidade proprietária, e autoriza o SEALP a efetuar entrega dos bens à Entidade Solicitante. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 05 Se existe solicitação de BPM da administração indireta, registra BPM da administração Indireta no SIGM e identifica o BPM com etiquetas de identificação de bens de terceiros. 06 Efetua transferência de BPM s no SIGM para SEGEM solicitante. 07 Emite e assina Termo de Transferência (02 vias) e Autorização de Saída de BPM (02 vias) Solicitante 08 Encaminha portador para retirada do BPM * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 09 Encaminha BPM para SEGEM solicitante, através de portador, juntamente com 02 vias do Termo de Transferência e 02 vias de Autorização de Saída. * Portador 10 Recebe BPM do SEALP, juntamente com o Termo de Transferência (2 vias) e Autorização de Saída (02 via) 11 Assina Autorização de Saída ( 02 vias), devolve 01 via para o SEALP e retira o BPM.

21 Prefeitura Municipal ANEXO 5 5. Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis do depósito de Inservíveis da SEAD [ X ] Encontrada [ ] Proposta Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Solicitante 12 Recebe BPM, de portador juntamente com Termo de Transferência (02 vias) e Autorização de Saída (01 via) 13 Assina Termo de Transferência (02 vias) e devolve 01 via ao SEALP. 14 Arquiva 1 via do Termo de Transferência e 1 via da Autorização de Saída. 15 Faz transferência de BPM para a Unidade Administrativa Solicitante conforme passos do procedimento para Transferência de Bens Patrimoniais Móveis entre Unidades Administrativas de um mesmo órgão. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 16 Arquiva 1 via da Autorização de Saída, descartando-a após recebimento de Termo de Transferência de Bens Móveis, devidamente assinado pelo Solicitante. 17 Recebe 2ª via de Termo de Transferência de Bens Móveis devolvida pelo Órgão solicitante e arquiva, descartando a Autorização de Saída temporariamente arquivada. Se o solicitante for entidade da administração Indireta do Executivo Municipal: * Gerência Administrativa da Entidade Solicitante 18 Solicita Cessão de Uso de BPM disponibilizado para alienação/redistribuição à COBP/SEAD. * Coordenadoria Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 19 Recebe solicitação e avalia a procedência dos Bens Solicitados. Se existirem bens pertencentes à administração indireta, solicita ao proprietário autorização para entrega de bens à entidade solicitante. 20 Oficializa a disponibilidade de BPM da administração direta e de BPM da administração Indireta, caso tenha sido autorizado pela entidade proprietária, e autoriza o SEALP a efetuar entrega dos bens à Entidade Solicitante. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 21 Efetua transferência de BPM s da Administração Direta no SIGM para a Localização DEPÓSITO SEAD/CESSÃO DE USO e registra cessão de uso dos bens para a entidade solicitante.

22 Prefeitura Municipal ANEXO 5 5. Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis do depósito de Inservíveis da SEAD [ X ] Encontrada [ ] Proposta 22 Emite e assina Termo de Cessão de Uso (02 vias) e Autorização de Saída de BPM (02 vias), anexando à autorização de saída listagem dos bens da administração indireta autorizados a uso pelo solicitante. * Gerência Administrativa da Entidade Solicitante 23 Encaminha portador para retirada do BPM * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 24 Se existe solicitação de BPM da administração indireta, registra no ofício de Autorização de Cessão de Uso do proprietário dos bens a retirada destes do depósito de inservíveis da SEAD, recolhe assinatura do portador da entidade, confirmando recebimento e encaminha para a COBP. 25 Encaminha BPM para a entidade solicitante, através de portador, juntamente com 02 vias do Termo de Cessão de Uso e 02 vias de Autorização de Saída. * Portador 26 Recebe BPM do SEALP, juntamente com o Termo de Cessão de Uso (2 vias) e Autorização de Saída (02 vias) 27 Assina Autorização de Saída, devolve 01 via para SEALP; assina Autorização de Cessão de uso de Bens da Administração Indireta, se houver, e retira o BPM. * Gerência Administrativa da Entidade Solicitante 28 Recebe BPM de portador, juntamente com Termo de Cessão de Uso (02 vias) e Autorização de Saída (01 via) 29 Assina Termo de Cessão de Uso (02 vias) e devolve 01 via à COBP. 30 Arquiva 1 via do Termo de Cessão de Uso e 1 via da Autorização de Saída. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 31 Recebe e arquiva temporariamente 1 via da Autorização de Saída, descartando-a após recebimento de Termo de Cessão de Uso de Bens Móveis, devidamente assinado pelo Solicitante. 32 Recebe 2ª via de Termo de Cessão de Uso de Bens Móveis devolvida pela Entidade solicitante e arquiva, descartando a Autorização de Saída temporariamente arquivada. 33 Se houverem bens da administração Indireta inclusos nos itens cedidos para a entidade, encaminhar ofício para a entidade proprietária dos bens, informando que já foram retirados do depósito de inservíveis da SEAD, sendo portanto excluídos da prestação de contas na alienação por Leilão.

23 Prefeitura Municipal ANEXO 5 5. Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis do depósito de Inservíveis da SEAD [ X ] Encontrada [ ] Proposta Se o solicitante for entidade externa ao Poder Público Municipal: * Secretário Municipal da Administração 34 Recebe solicitação de Cessão de Uso de BPM da Administração Direta Municial. 35 Encaminha para a COBP para providenciar formação de processo. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 36 Solicita da Entidade uma cópia do seu Regimento ou Estatuto. 37 Forma processo, anexando a este o pedido formal de cessão de uso de bens móveis da PMS pela entidade e cópia de regimento da mesma. 38 Analisa legalidade da cessão de uso, de acordo com o estabelecido na LOM (Lei Orgânica Municipal) e anexa parecer no processo. 39 Se não for possível a cessão de uso, arquiva processo e comunica ao solicitante. 40 Se for possível a cessão de uso, emite Contrato de Cessão de Uso, a ser assinado entre a SEAD e a entidade solicitante (02 vias), e efetua registro de cessão de uso no SIGM. 41 Solicita assinatura do Secretário Municipal da Administração no Contrato de Cessão de Uso (2 vias). * Secretário Municipal da Administração 42 Assina Contrato de Cessão de Uso (02 vias) e devolve para a COBP. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 43 Providencia assinatura do Responsável pela entidade solicitante no Contrato de Cessão de Uso (2 vias) e * Entidade Solicitante 44 Representante Legal da entidade assina as 2 vias do Termo de Cessão de Uso e devolve uma das vias à COBP. 45 Encaminha portador para retirada dos BPM. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 46 Recebe e arquiva Contrato de Cessão de Uso (2ª via). 47 Emite e assina 2 vias da Autorização de Saída e encaminha ao SEALP.

24 Prefeitura Municipal ANEXO 5 5. Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis do depósito de Inservíveis da SEAD [ X ] Encontrada [ ] Proposta * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 48 Providencia entrega do BPM e assinatura do Portador na Autorização de Saída (02 vias). * Entidade Solicitante 49 Portador recebe BPM. 50 Portador assina 2 vias da Autorização de Saída e devolve uma das vias ao SEALP. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Patrimoniais Móveis/ SEALP 51 Recebe e arquiva Autorização de Saída (2ª via)

25 Prefeitura Municipal ANEXO 6 6.Cessão de Uso de Bens Patrimoniais Móveis para Entidades da Administração Indireta do Poder Executivo Municipal [X] Encontrada [ ] Proposta * Gerência Administrativa da Entidade Solicitante 01 Solicita transferência do BPM. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 02 Efetua cessão de uso do BPM no SIGM, registrando entidade de destino e prazo de validade da cessão de uso. 03 Emite Termo de Cessão de Uso (02 vias) e Autorização de Saída de BPM (01 via). 04 Assina e providencia assinatura do Portador responsável pelo transporte do BPM na Autorização de Saída 05 Encaminha para assinatura do Titular do Órgão ou Coordenador Administrativo da unidade cedente no Termo de Cessão de Uso (02 vias). * Gerência Administrativa da Entidade Solicitante 06 Providencia retirada do bem enviando portador devidamente autorizado. * Portador 07 Recebe BPM do SEGEM cedente juntamente com o Termo de Cessão de Uso (02 vias) e autorização de saída (01 via). 08 Assina Autorização de Saída e retira o BPM. 09 Entrega a via da Autorização de Saída na portaria do Órgão cedente. * Gerência Administrativa da Entidade Solicitante 10 Recebe BPM e Termo de Cessão de uso (01 via) 11 Responsável pela entidade da administração indireta municipal assina no Termo de Cessão de Uso (02 vias) 12 Devolve a 2ª via do termo de Cessão de Uso ao CAD/SEGEM cedente. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 13 Recebe 2ª via de Termo de Cessão de Uso de Bens Móveis devolvida pela entidade solicitante e arquiva.

26 ANEXO 7 Prefeitura Municipal 7. Cessão de Uso a entidades Externas ao Poder Público do Executivo Municipal [X] Encontrada [ ] Proposta * Secretário/Procurador 01 Recebe solicitação de Cessão de Uso de BPM 02 Encaminha para a CAD para providenciar formação de processo. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 03 Solicita da Entidade uma cópia do seu Regimento ou Estatuto. 04 Forma processo, anexando a este o pedido formal de cessão de uso de bens móveis da PMS pela entidade e cópia de regimento da mesma. 05 Encaminha para a COBP/CMP/SEAD, para análise. * Coordenadoria de Central de Materiais e Patrimônio CMP/SEAD Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis / COBP 06 Analisa legalidade da cessão de uso, de acordo com o estabelecido na LOM (Lei Orgânica Municipal) e encaminha parecer para a CAD do órgão cedente. Cedente Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM Cedente 07 Recebe o processo e confere o despacho 08 Se não for possível a cessão de uso, arquiva processo e comunica ao solicitante. 09 Se for possível a cessão de uso, emite contrato a ser assinado entre o órgão e a entidade solicitante (02 vias), e emite Termo de Cessão de Uso (02 vias), através do SIGM, após identificação dos bens a serem cedidos. 10 Solicita assinatura do Secretário/Procurador no Termo de Cessão de Uso (02 vias) e no contrato (2 vias). * Secretário/Procurador 11 Assina Termo de Cessão de Uso (02 vias) e contrato de cessão de uso (02 vias) devolvendo para que o SEGEM do órgão providencie a entrega à entidade solicitante. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 12 Emite e assina 2 vias da Autorização de Saída 13 Providencia entrega do BPM e assinatura do Portador na Autorização de Saída (02 vias). 14 Providencia assinatura do Responsável pela entidade solicitante no Termo de Cessão de Uso (2 vias) e * Entidade Solicitante 15 Recebe BPM. 16 Representante Legal da entidade assina as 2 vias do Termo de Cessão de Uso e devolve uma das vias ao SEGEM do órgão cedente.

27 ANEXO 7 Prefeitura Municipal 7. Cessão de Uso a entidades Externas ao Poder Público do Executivo Municipal [X] Encontrada [ ] Proposta 17 Portador assina 2 vias da Autorização de Saída e devolve uma das vias ao SEGEM do órgão cedente Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 18 Recebe e arquiva Termo de Cessão de Uso (2ª via)e Autorização de Saída (2ª via)

28 ANEXO 8 Prefeitura Municipal 8. Devolução de Cessão de Uso [X] Encontrada [ ] Proposta Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 01 Recebe Bem Patrimonial e confere plaqueta, nº de tombo e estado de conservação 02 Acessa SIGM e transfere BPM do cadastro de cessão de uso para a Unidade Cedente 03 Emite Termo de Devolução de Cessão de Uso (02 vias) 04 Encaminha BPM e Termo de Devolução de Cessão de Uso (02 vias) à Unidade Administrativa Cedente * Unidade Administrativa Cedente 05 Recebe BPM e Termo de Devolução de Cessão de Uso (02 vias), assina, arquiva 1ª via e devolve 2ª via para o SEGEM Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 05 Arquiva 2ª via do Termo de Devolução de Cessão de Uso.

29 ANEXO 9 Prefeitura Municipal 9. Doação Efetuada [X] Encontrada [ ] Proposta * Secretário/Procurador 01 Recebe solicitação de Entidade Requisitante para doação de bem patrimonial móvel/bpm. 02 Autoriza continuidade de análise da solicitação e encaminha para a CAD, para formação de processo administrativo. 03 Acessa Sistema de Gestão Patrimonial/SGP e emite relatório com dados do BPM. 04 Organiza Processo administrativo de doação anexando documento de solicitação e relatório do BPM. 05 Encaminha para o Gabinete do Secretário / Procurador autorizar continuidade do Processo * Gabinete do Secretário/Procurador 06 Recebe Processo e o encaminha à Secretaria de Governo/SEGOV * Secretaria de Governo/SEGOV 07 Encaminha processo para apreciação da Câmara de Vereadores 08 Recebe processo com parecer da Câmara e devolve ao Secretário/Procurador * Gabinete do Secretário/Procurador 09 Recebe e encaminha para Coordenadoria Administrativa/CAD Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 10 Recebe processo verifica se autorização para doação é concedida. 11 Se não autorizado arquiva processo e notifica a solicitante a não autorização legislativa para doação. 12 Se autorizado emite Termo de Doação (3 vias) e solicita assinatura do Secretário/Procurador no Termo. 13 Informa ao solicitante que autorização para doação foi concedida e solicita retirada do BPM. 14 Providencia entrega do BPM e assinatura do solicitante no Termo de Doação (3 vias). * Solicitante 15 Recebe BPM com Termo de Doação (3 vias), assina e devolve 2ª e 3ª vias. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 16 Arquiva 2ª via do Termo de Doação, devidamente assinado. 17 Encaminha 3ª via do Termo de Doação à CGM.

30 ANEXO 10 Prefeitura Municipal 10. Doação Recebida [ X ] Encontrada [ ] Proposta * Entidade Doadora 01 Faz doação de Bem Patrimonial Móvel/BPM Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 02 Recebe BPM junto com Nota Fiscal, recibo de compra ou documento que comprove sua legalidade. 03 Confere bem com Nota Fiscal ou documento que comprove sua legalidade. 04 Coloca plaqueta ou etiqueta no BPM. 05 Acessa Sistema de Gestão de Material e Patrimônio/SGM e faz inclusão do BPM no cadastro de bens ativos 06 Encaminha cópia da Nota Fiscal ou comprovante de legalidade do BPM à Controladoria Geral do Município CGM para contabilização do bem no Patrimônio do Município 07 Emite Termo de Transferência (2 vias) e encaminha junto com BPM para Unidade Administrativa que será responsável pela utilização * Unidade Administrativa 08 Recebe BPM e Termo de Transferência (2 vias). 09 Assina Termo de Transferência (2 vias), arquiva 1ª via e devolve 2ª para o SEGEM do Órgão. Setor de Gestão de Materiais e Patrimônio/SEGEM 10 Arquiva 2ª via do termo de Transferência.

31 ANEXO 11 Prefeitura Municipal 11. Baixa por Descarte [ X ] Encontrada [ ] Proposta * Coordenadoria Central de Material e Patrimônio/CMP Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis/COBP Setor de Alienação e Redistribuição de Bens Móveis/SEALP 01 Identifica, após realização de leilão, lotes que não foram arrematados. 02 Organiza processo administrativo de descarte, anexando lista de bens não arrematados em leilão. 03 Convoca Comissão de Avaliação Física de Bens Patrimoniais Móveis.para avaliar bens e emitir Parecer de situação física destes. * Comissão de Avaliação Física de Bens Patrimoniais Móveis 04 Recebe processo e avalia bens, identificando aqueles que se encontram em condição de sucata Elabora Parecer de Descarte de Bens Patrimoniais Móveis em condição de sucata. Encaminha processo administrativo de Descarte para Sub-coordenadoria Central de Bens Patrimoniais Móveis/COBP * Coordenadoria Central de Material e Patrimônio/CMP Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis/COBP 07 Recebe processo administrativo de descarte, toma conhecimento do parecer e encaminha para homologação pelo Secretário Municipal da Administração. * Secretário Municipal da Administração / GAB 08 Recebe processo com Parecer de Descarte, homologa e encaminha à Coordenadoria Central de Material e Patrimônio/CMP para providências de descarte. * Coordenadoria Central de Material e Patrimônio/CMP Subcoordenadoria Central de Controle de Bens Patrimoniais Móveis/COBP 09 Recebe processo com Parecer de Descarte 10 Efetua baixa dos bens descartados no Sistema de Gestão Patrimonial e emite Termo de Baixa em 01 via e Resumo por Código Contábil em 02 vias. 11 Assina a via do Termo de Baixa e o Resumo por Código Contábil. 12 Anexa a via do Termo de Baixa e a 2ªa via do Resumo por Código Contábil, no Processo Administrativo de Descarte. 13 Encaminha a 1º via do Resumo por Código Contábil à Controladoria Geral do Município. 14 Retira plaqueta dos bens descartados. 15 Solicita transporte dos bens descartados para o aterro Municipal à Coordenadoria Administrativa/CAD.

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE NORTELÂNDIA CNPJ 15.061.773/0001-55

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE NORTELÂNDIA CNPJ 15.061.773/0001-55 PORTARIA N.º 012/GP/2010 DE 01 DE SETEMBRO DE 2.010. Dispõe sobre o controle e a baixa do material permanente e de consumo no âmbito do Poder Legislativo e nomeia a Comissão de Reavaliação, Baixa, Registro,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL Tangará da Serra Estado de Mato Grosso

CÂMARA MUNICIPAL Tangará da Serra Estado de Mato Grosso PORTARIA Nº 005, DE 06 DE JANEIRO DE 2014. O Vereador WELITON ÚNGARO DUARTE, Presidente da Câmara Municipal de Tangará da Serra, Estado de Mato Grosso, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo

Leia mais

DECRETO 4.479 DE 01 DE AGOSTO DE 2013.

DECRETO 4.479 DE 01 DE AGOSTO DE 2013. DECRETO 4.479 DE 01 DE AGOSTO DE 2013. Dispõe sobre o controle e a baixa do material permanente e de consumo no âmbito da Prefeitura Municipal de Severínia e Autarquias, nomeia a Comissão de Reavaliação,

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE JANGADA

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE JANGADA PORTARIA Nº. 006/2014 Dispõe sobre a nomeação de comissão especial de inventário físico, contábil e baixa do patrimônio público no âmbito da Câmara Municipal de Jangada MT. O Presidente da Câmara Municipal

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014 Salvador, Bahia Sexta-Feira 21 de novembro de 2014 Ano XCIX N o 21.577 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 019/2014 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, sobre a realização

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 007, DE 22 JUNHO DE 2007.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 007, DE 22 JUNHO DE 2007. INSTRUÇÃO NORMATIVA N 007, DE 22 JUNHO DE 2007. Recomenda a observação da norma constante no Anexo I. O Sistema de Controle Interno do Município de Lucas do Rio Verde, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

PORTARIA Nº 1145/1999. O Desembargador Lúcio Urbano, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais e,

PORTARIA Nº 1145/1999. O Desembargador Lúcio Urbano, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais e, Publicação: 22/09/99 PORTARIA Nº 1145/1999 Dispõe sobre aquisição, controles e formas de desfazimento de bens móveis permanentes no âmbito da Secretaria do Tribunal de Justiça e Comarcas do Estado de Minas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 12/2010

RESOLUÇÃO Nº 12/2010 RESOLUÇÃO Nº 12/2010 Dispõe sobre a incorporação, carga patrimonial, movimentação, controle, responsabilização, conservação, recuperação, baixa, reaproveitamento e alienação de bens permanentes no âmbito

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006

INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006 INSTRUÇÃO Nº 019 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006 Orienta os órgãos da Administração Direta do Poder Executivo Estadual sobre os procedimentos a serem aplicados no controle patrimonial de bens móveis, em conformidade

Leia mais

DECRETO Nº 16.126 de 10 de novembro de2005

DECRETO Nº 16.126 de 10 de novembro de2005 DECRETO Nº 16.126 de 10 de novembro de2005 Dispõe sobre a classificação de material, para fins de controle do orçamento público e da descentralização da Gestão Patrimonial da administração direta do Município

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CAMPUS TIMÓTEO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CAMPUS TIMÓTEO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CAMPUS TIMÓTEO 1 - INTRODUÇÃO O Setor de Patrimônio do Campus Timóteo é uma extensão da Divisão de

Leia mais

Estado de Santa Catarina CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA Setor de Expediente

Estado de Santa Catarina CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA Setor de Expediente PROJETO DE LEI N 493/2015 DISCIPLINA OS PROCEDIMENTOS DE BAIXA DE BENS MÓVEIS PERMANENTES DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PALHOÇA, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

Esta Norma estabelece critérios e procedimentos para o controle dos bens patrimoniais do Sescoop.

Esta Norma estabelece critérios e procedimentos para o controle dos bens patrimoniais do Sescoop. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO SESCOOP PARANÁ. CONSELHO ADMINISTRATIVO SESCOOP PARANÁ RESOLUÇÃO No. 06 de 14 de fevereiro de 2000 ORIENTA E NORMATIZA O CONTROLE DE BENS PERMANENTES

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 03/2003-GAB

ORDEM DE SERVIÇO Nº 03/2003-GAB ORDEM DE SERVIÇO Nº 03/2003-GAB Fixa normas e procedimentos administrativos relativos ao controle patrimonial do ativo imobilizado da FFFCMPA. O Diretor da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001 de 03 de julho de 2012. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO Regulamenta os procedimentos para movimentação física dos bens patrimoniais,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROVIMENTO Nº 001 /98 Estabelece normas e procedimentos para o controle dos bens patrimoniais existentes na Universidade. O CONSELHO DE CURADORES, no uso de sua competência, atribuída através do artigo

Leia mais

DECRETO MUNICIPAL Nº 008/2013

DECRETO MUNICIPAL Nº 008/2013 DECRETO MUNICIPAL Nº 008/2013 ESTABELECE NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS MÓVEIS PERMANEN- TES E DÁ OUTRAS PROVI- DÊNCIAS. 0 PREFEITO MUNICIPAL DE EMAS, Estado da Paraíba, usando das atribuições que lhe

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS ESTADO DO PARANÁ CONTROLADORIA INTERNA

CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS ESTADO DO PARANÁ CONTROLADORIA INTERNA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 09/2008 Dispõe sobre as normas gerais e orientações a serem adotadas para o controle e conservação dos bens patrimoniais sob a responsabilidade da Câmara Municipal de São José dos

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE GUARAPARI / ES IPG

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE GUARAPARI / ES IPG INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 002/2010 ESTABELECE NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE GUARAPARI / ES IPG E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Diretor Presidente

Leia mais

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína CNPJ 04.709.778/000-25 SCI - 007/203 3/05/203 /8 ) DOS OBJETIVOS:.) Disciplinar e normatizar os procedimentos do Setor de Patrimônio;.2) Regulamentar o fluxo operacional de movimentação patrimonial móveis

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA 001/2009. Sistema de Controle Patrimonial

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA 001/2009. Sistema de Controle Patrimonial 1 CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA 001/2009 Versão: 01 Aprovação em: 31/07/2009 Unidade Responsável: Coordenadoria de Finanças e Patrimônio - CFP SPA: Sistema de

Leia mais

1) RECOMENDAÇÕES SOBRE PATRIMÔNIO DA UFBA

1) RECOMENDAÇÕES SOBRE PATRIMÔNIO DA UFBA 1) RECOMENDAÇÕES SOBRE PATRIMÔNIO DA UFBA 1.1) CONTROLE DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO Os livros, periódicos e demais acervos considerados gráficos (discos, fitas, slides, etc) serão registrados e tombados na

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 006/2012 SISTEMA: ADMINISTRAÇÃO ASSUNTO: RECEBIMENTO E REGISTRO DE BENS PERMANENTES OBJETIVO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 006/2012 SISTEMA: ADMINISTRAÇÃO ASSUNTO: RECEBIMENTO E REGISTRO DE BENS PERMANENTES OBJETIVO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 006/2012 SISTEMA: ADMINISTRAÇÃO ASSUNTO: RECEBIMENTO E REGISTRO DE BENS PERMANENTES OBJETIVO 1. Esta Instrução tem por objetivo disciplinar o recebimento e registro de bens permanentes,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 012/UNIR/GR/2014, DE 25 DE AGOSTO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 012/UNIR/GR/2014, DE 25 DE AGOSTO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 012/UNIR/GR/2014, DE 25 DE AGOSTO DE 2014. Estabelece procedimentos para o inventário de bens móveis, imóveis e bens de consumo da Fundação Universidade Federal de Rondônia. A Reitora

Leia mais

PREFEITURA DE ITABIRITO CONTROLE INTERNO INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERNA nº 014/2013 NORMAS DE PATRIMÔNIO

PREFEITURA DE ITABIRITO CONTROLE INTERNO INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERNA nº 014/2013 NORMAS DE PATRIMÔNIO Dispõe sobre a incorporação, carga patrimonial, movimentação, controle, responsabilização, conservação, recuperação, baixa, reaproveitamento e alienação de bens permanentes no âmbito do Poder Executivo

Leia mais

Câmara Municipal dos Barreiros

Câmara Municipal dos Barreiros Barreiros, 30 de Abril de 2010 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ofício nº 006/2010 SCI EXMO. SR. JOSÉ GERALDO DE SOUZA LEÃO M.D. Presidente da Câmara de Vereadores dos Barreiros NESTA O Coordenador do Sistema

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/99-TJAP

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/99-TJAP INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/99-TJAP O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, o Desembargador LUIZ CARLOS GOMES DOS SANTOS, no uso das suas atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 26,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º 799/2007. (publicada no DOE nº 230, de 05 de dezembro de 2007) Regulamenta a administração dos

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 REGULAMENTA A GESTÃO DOS BENS MÓVEIS INTEGRANTES DO PATRIMÔNIO PÚBLICO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001/2013 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001/2013 "Estabelece normas de controle para o Patrimônio do Poder Executivo Municipal." A Unidade Central de Controle Interno, no uso de suas atribuições, conforme determina o

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMGESP Nº. 003/2013-01

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMGESP Nº. 003/2013-01 INSTRUÇÃO NORMATIVA SEMGESP Nº. 003/2013-01 Estabelece normas e procedimentos relativos à organização, responsabilidade e baixa dos bens permanentes do acervo patrimonial da Prefeitura de Anápolis e dá

Leia mais

INTRUÇÃO Nº 03/2005 - Previmpa

INTRUÇÃO Nº 03/2005 - Previmpa P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E P O R T O A L E G R E DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE - PREVIMPA INTRUÇÃO Nº 03/2005 - Previmpa Fixa

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA Nº 03/2011 Versão: 01 Publicação: DJE nº de / /2012 Unidade Responsável: Departamento de Material e Patrimônio - DMP I FINALIDADE Dispor sobre os procedimentos

Leia mais

2. Para os bens relacionados na conta contábil 142124200 Mobiliários em Geral:

2. Para os bens relacionados na conta contábil 142124200 Mobiliários em Geral: Reunião realizada no Edifício da Reitoria. Pauta: Rotinas para desfazimento de mobiliários diversos. Presentes: Paulo Hypolito - Coordenador Patrimonial, José Mailho - Presidente da Comissão de Avaliação

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação. I. Portarias da Diretoria de Administração e Gestão... 05

SUMÁRIO. Apresentação. I. Portarias da Diretoria de Administração e Gestão... 05 SUMÁRIO Apresentação I. Portarias da Diretoria de Administração e Gestão... 05 SEPARATA DO BOLETIM DE SERVIÇO Nº 17 ANO XXIV Setembro - 2011 APRESENTAÇÃO Esta Separata do Boletim de Serviço destina-se

Leia mais

MINUTA DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 010/2012

MINUTA DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 010/2012 MINUTA DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 010/2012 DISPÕE SOBRE AS NORMAS E PROCEDIMENTOS A SEREM OBSERVADOS NO REGISTRO, CONTROLE, INVENTÁRIO E DEPRECIAÇÃO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DO MUNICÍPIO DE NOVA VENÉCIA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº RJ-PGD-2007/00095 de 8 de outubro de 2007

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº RJ-PGD-2007/00095 de 8 de outubro de 2007 PORTARIA Nº RJ-PGD-2007/00095 de 8 de outubro de 2007 O JUIZ FEDERAL - DIRETOR DO FORO E CORREGEDOR PERMANENTE DOS SERVIÇOS AUXILIARES DA - SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições

Leia mais

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS

Leia mais

ROTEIRO DE AUDITORIA DE BENS PATRIMONIAIS

ROTEIRO DE AUDITORIA DE BENS PATRIMONIAIS ROTEIRO DE AUDITORIA DE BENS PATRIMONIAIS 1 - OBJETIVO A Auditoria de Bens Patrimoniais tem por objetivo examinar os controles administrativos e contábeis, a situação e condições, bem como a verificação

Leia mais

Associação Matogrossense dos Municípios

Associação Matogrossense dos Municípios PORTARIA Nº 016/2010 O Presidente da Associação Matogrossense dos Municípios AMM, no uso de suas atribuições legais que lhe são conferidas pelo Estatuto Social, RESOLVE: Art. 1º - Estabelecer normas e

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

http://www.supervisorc.com Publicado no DOC de 01/07/2015

http://www.supervisorc.com Publicado no DOC de 01/07/2015 http://www.supervisorc.com Publicado no DOC de 01/07/2015 DECRETO Nº 56.214, DE 30 DE JUNHO DE 2015 Introduz alterações no Decreto nº 53.484, de 19 de outubro de 2012, que dispõe sobre o Sistema de Bens

Leia mais

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 110, DE 21 DE JULHO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 110, DE 21 DE JULHO DE 2010 Publicada no Boletim de Serviço, nº 8 em 6/8/2010. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 110, DE 21 DE JULHO DE 2010 Dispõe sobre a administração de bens móveis patrimoniais no âmbito da Secretaria do Supremo Tribunal

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2012 ESTADO DA PARAÍBA MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2012 Estabelece normas e procedimentos relativos à organização, responsabilidade e baixa dos bens permanentes

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

NOR - PRO - 503 ACRÉSCIMO DE BENS MÓVEIS ADQUIRIDOS ATRAVÉS DE DOAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DIRETA

NOR - PRO - 503 ACRÉSCIMO DE BENS MÓVEIS ADQUIRIDOS ATRAVÉS DE DOAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DIRETA DOAÇÃO 1. OBJETIVO 1.1. Estabelecer normas e procedimentos para o acréscimo de bens móveis ao patrimônio de um ente deste Município, pela aquisição através de doação. 2. AMPLITUDE 2.1. No âmbito da Administração

Leia mais

CONTROLES DE PATRIMÔNIO, ALMOXARIFADO E TRANSPORTE

CONTROLES DE PATRIMÔNIO, ALMOXARIFADO E TRANSPORTE CONTROLES DE PATRIMÔNIO, ALMOXARIFADO E TRANSPORTE PATRIMÔNIO CONCEITO: Compreende o conjunto de bens, direitos e obrigações avaliáveis em moeda corrente, das entidades que compõem a Administração Pública.

Leia mais

Itabuna PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA

Itabuna PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA D E C R E T O Nº 11.028, de 10 de novembro de 2014 EMENTA: Dispõe sobre os procedimentos e prazos para o Encerramento do Exercício Financeiro de 2014, no âmbito da Administração Pública Municipal e, dá

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 014/2006.

ATO NORMATIVO Nº 014/2006. ATO NORMATIVO Nº 014/2006. Dispõe sobre a organização da Superintendência de Gestão Administrativa do Ministério Público do Estado da Bahia e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO

Leia mais

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015.

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015. PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015. Aprova a Instrução Normativa nº 06, de 31 de agosto de 2015, que regulamenta os trâmites administrativos dos Contratos no âmbito do Conselho de Arquitetura

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA DESFAZIMENTO DE BENS PATRIMONIAIS DA UFSJ

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA DESFAZIMENTO DE BENS PATRIMONIAIS DA UFSJ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI - UFSJ INSTITUÍDA PELA LEI N O 10.425, DE 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD DIVISÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO DIMAP SETOR DE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009 Publicada no Diário da Justiça Eletrônico, em 1º/12/2009. RESOLUÇÃO Nº 419, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a utilização dos sistemas de telefonia fixa e de comunicação móvel do Supremo Tribunal

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013 Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. (Publicado no DOE de 10 de abril de 2013) O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

OBJETIVO DO CONTROLE PATRIMONIAL NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL

OBJETIVO DO CONTROLE PATRIMONIAL NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL OBJETIVO DO CONTROLE PATRIMONIAL NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL OBJETIVO Estabelecer os procedimentos necessários para administração do patrimônio imobilizado da empresa. CONCEITOS Constitui

Leia mais

PODER EXECUTIVO MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO CGM

PODER EXECUTIVO MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO CGM PODER EXECUTIVO MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO CGM INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 07 DE 05 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre orientações aos Órgãos/Entidades do Poder

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO NOR 203

NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO NOR 203 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO COD. 200 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO COMUNICAÇÃO COD: NOR 203 APROVAÇÃO: REDIR nº 14/2009, de 16/11/2009 NORMA DE TELEFONIA FIXA, MÓVEL E RÁDIO

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. VRADM - Superintendência Administrativa. Patrimônio Mobiliário. Normas e Procedimentos

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. VRADM - Superintendência Administrativa. Patrimônio Mobiliário. Normas e Procedimentos Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro VRADM - Superintendência Administrativa Patrimônio Mobiliário Normas e Procedimentos Definições: A PUC não possui um órgão centralizado para o controle

Leia mais

Movimentação de bens patrimoniais

Movimentação de bens patrimoniais pág.: 1/3 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos a serem observados pelos empregados quando da movimentação de bens patrimoniais móveis no âmbito da COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta

Leia mais

Manual de Procedimentos ISGH Gestão de Patrimônio Página 1

Manual de Procedimentos ISGH Gestão de Patrimônio Página 1 Manual de Procedimentos ISGH Gestão de Patrimônio Página 1 ELABORAÇÃO Gracília dos Santos Gonçalves FORMATAÇÃO Silvânia Oliveira Teixeira REVISÃO Cristina Isidio Rodrigues Aguiar Albuquerque DATA Estabelecido

Leia mais

NOR - PRO - 506 BAIXA DE BENS MÓVEIS EM DECORRÊNCIA DE EXTRAVIO OU DANO ADMINISTRAÇÃO DIRETA

NOR - PRO - 506 BAIXA DE BENS MÓVEIS EM DECORRÊNCIA DE EXTRAVIO OU DANO ADMINISTRAÇÃO DIRETA 1. OBJETIVO 1.1. Estabelecer normas e procedimentos para a baixa de bens móveis do patrimônio de um ente deste Município, em decorrência de extravio ou dano. 2. AMPLITUDE 2.1. No âmbito da Administração

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

No uso de suas atribuições, o Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves do IFRS, institui a Norma Operacional de número 01/2012.

No uso de suas atribuições, o Diretor-Geral do Campus Bento Gonçalves do IFRS, institui a Norma Operacional de número 01/2012. Norma Operacional número 01/2012 Bento Gonçalves, 13 de janeiro de 2012 No uso de suas atribuições, o Diretor-Geral do do IFRS, institui a Norma Operacional de número 01/2012. Norma Operacional nº 01/2012

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º783/2007. (publicada no DOE nº 194, de 11 de outubro de 2007) Define as políticas para o uso

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010.

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. AUDITORIA GERAL DO ESTADO ATOS DO AUDITOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. Estabelece normas de organização e apresentação das prestações de contas de convênios que impliquem

Leia mais

CONTROLE PATRIMONIAL ÍNDICE

CONTROLE PATRIMONIAL ÍNDICE ÍNDICE 00 FOLHA 01 05/98 ASSUNTO FOLHA GENERALIDADES 01 01/02 NORMAS GERAIS 02 01/01 SOLICITAÇÃO DE BENS MÓVEIS 03 01/01 CADASTRAMENTO E TOMBAMENTO DE BENS MÓVEIS 04 01/02 CONTROLE DA MOVIMENTAÇÃO DE BENS

Leia mais

Instrução nº 2550/12 Dispõe sobre procedimentos relativos à responsabilidade e ao inventário físico-financeiro dos bens permanentes do Crea-SP.

Instrução nº 2550/12 Dispõe sobre procedimentos relativos à responsabilidade e ao inventário físico-financeiro dos bens permanentes do Crea-SP. Instrução nº 2550/12 Dispõe sobre procedimentos relativos à responsabilidade e ao inventário físico-financeiro dos bens permanentes do Crea-SP. O Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MATINHOS Estado do Paraná CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MATINHOS Estado do Paraná CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO INSTRUÇÃO NORMATIVA CG Nº 001 DE 02 de junho de 2014 Institui o Plano de atividades de Auditoria Interna no ano de 2014 e dá outras providências. O CONTROLADOR GERAL DO MUNICPIO DE MATINHOS, no uso de

Leia mais

RELATÓRIO DO INVENTÁRIO FÍSICO DE BENS PATRIMONIAIS DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTÔNO MORAES - HUCAM

RELATÓRIO DO INVENTÁRIO FÍSICO DE BENS PATRIMONIAIS DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTÔNO MORAES - HUCAM RELATÓRIO DO INVENTÁRIO FÍSICO DE BENS PATRIMONIAIS DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTÔNO MORAES - HUCAM MARÇO - 2013 1 INTRODUÇÃO O Inventário consiste no levantamento e identificação de bens visando

Leia mais

Modelo de Processo de Negócio Página: 1. Sumário

Modelo de Processo de Negócio Página: 1. Sumário Modelo de Processo de Negócio Página: 1 Sumário Introdução... 12 Patrimônio Mobiliário... 12 Realizar Entrada dos Bens... 13 Realizar Entrada de Bem de Terceiros... 13 Recebedor... 14 Emite laudo de avaliação

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA 002/2009. Secretaria de Administração e Finanças - SAF SPA:

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA 002/2009. Secretaria de Administração e Finanças - SAF SPA: CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA 002/2009 Versão: 02 Aprovação em: 18/08/2014 Unidade Responsável: Secretaria de Administração e Finanças - SAF SPA: Sistema de Controle

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES E CONTRATOS Nº 003/2015.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES E CONTRATOS Nº 003/2015. INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES E CONTRATOS Nº 003/2015. DISPÕE SOBRE O PROCEDIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE, QUANTO AO RECEBIMENTO, ARMAZENAGEM, ENVIO DE MATERIAIS ADQUIRIDOS PELA

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/15 A Coordenadoria do Sistema de Controle Interno do Município, considerando: - O volume de recursos recebidos pelo Município a título de repasse de outros entes da Federação via Convênio ou Contrato

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008

RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008 RESOLUÇÃO Nº 367, DE 13 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre a utilização dos sistemas de telefonia fixa e móvel celular do Supremo Tribunal Federal O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, no uso das atribuições

Leia mais

MINUTA DE DECRETO. CASP Online - DPM

MINUTA DE DECRETO. CASP Online - DPM MINUTA DE DECRETO CASP Online - DPM Normatiza o controle da movimentação dos bens patrimoniais móveis da administração pública direta do Município. Art. 1º Este Decreto estabelece normas administrativas

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 348, DE 8 DE AGOSTO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 348, DE 8 DE AGOSTO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 348, DE 8 DE AGOSTO DE 2014. Publicado em: 08/08/2014 Normatiza os procedimentos para registro, baixa, avaliação e depreciação de bens patrimoniais no âmbito do Sistema CFBio/CRBios. O CONSELHO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI Nº. 003

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI Nº. 003 INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI Nº. 003 UCCI Unidade Central de Controle Interno SCI Sistema de Controle Interno Versão: 1.0 Aprovada em: 31/10/2011 Unidade Responsável: Unidade Central de Controle Interno I -

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO ÍNDICE: CAPÍTULO 01 NORMA E PROCEDIMENTOS 1 - OBJETIVO 03 2 - VISÃO 03 3 - DISPOSIÇÕES GERAIS 03 4 - DEFINIÇÕES 03 5 - CLASSIFICAÇÃO 03 6 - PEDIDO DE MATERIAL PERMANENTE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 *******************************

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* Promulgo a presente Resolução de conformidade com a legislação vigente. Em 30 de agosto de 2013. Silvio Rodrigues de Oliveira =Presidente da Câmara=

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 265, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2001 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de suas atribuições, e considerando o disposto no art. 8º do Decreto nº

Leia mais

1 de 5 03/12/2012 14:32

1 de 5 03/12/2012 14:32 1 de 5 03/12/2012 14:32 Este documento foi gerado em 29/11/2012 às 18h:32min. DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. Institui o Programa de Gestão do Patrimônio do Estado do Rio Grande do Sul - Otimizar,

Leia mais

1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL

1/5 NORMA INTERNA Nº: DATA DA VIGÊNCIA: 26/2010 ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL DO ALMOXARIFADO CENTRAL 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA Nº 001/2014 DISPÕE SOBRE REGISTRO, CONTROLE E INVENTÁRIO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DO MUNICIPIO DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE - ES

INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA Nº 001/2014 DISPÕE SOBRE REGISTRO, CONTROLE E INVENTÁRIO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DO MUNICIPIO DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE - ES INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA Nº 001/2014 DISPÕE SOBRE REGISTRO, CONTROLE E INVENTÁRIO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DO MUNICIPIO DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE - ES Versão: 02 Aprovação em: 23/12/2014 Ato de aprovação:

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA SGA Nº. 007/2011 DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE RECEBIMENTO, REGISTRO, TRAMITAÇÃO, CONTROLE E EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS NA. Versão: 01 Aprovação: 13/06/2011 Ato de aprovação: 13/06/2011

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 163, DE 21 DE OUTUBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 163, DE 21 DE OUTUBRO DE 2013 Publicada no Boletim de Serviço, n. 11, p. 6-14 em 13/11/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 163, DE 21 DE OUTUBRO DE 2013 Dispõe sobre a administração de bens móveis patrimoniais no âmbito da Secretaria do Supremo

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Vide Instrução Normativa STJ/GDG n. 26 de 18 de dezembro de 2015 (Alteração = art. 12) RESOLUÇÃO STJ N. 2 DE 4 DE FEVEREIRO DE 2015. Dispõe sobre os serviços de telecomunicações do Superior Tribunal de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL nº. 002

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL nº. 002 INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL nº. 002 UCCI Unidade Central de Controle Interno SCL Sistema de Compras e Licitações Versão: 1.0 Aprovada em: 17/12/2010 Unidade Responsável: Departamento de Compras e Licitações

Leia mais

CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA NACIONAIS NO ÂMBITO DA FIOCRUZ BAHIA. Órgão Gestor

CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA NACIONAIS NO ÂMBITO DA FIOCRUZ BAHIA. Órgão Gestor 18/11/2009 Órgão Elaborador 13:35 Núcleo de Planejamento Órgão Gestor Núcleo de Planejamento Órgão Aprovador Diretoria REVISÃO 00 DATA: SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Siglas Utilizadas 4.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 129, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 129, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011 Publicada no Boletim de Serviço nº 12, de 7 dez. 2011, p. 7-11 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 129, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o funcionamento da Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal do Supremo Tribunal

Leia mais

MANUAL DE CONTROLE PATRIMONIAL

MANUAL DE CONTROLE PATRIMONIAL MANUAL DE CONTROLE PATRIMONIAL 1. OBJETIVO 1.1. O objetivo deste manual é definir conceitos e competências, estabelecendo normas e uniformizando procedimentos para toda a movimentação física e contábil

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 11-2012/SEGPLAN

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 11-2012/SEGPLAN Publicada no DOE do dia 25/02/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 11-2012/SEGPLAN Regulamenta os procedimentos para abertura de processos, juntada, cópia e demais rotinas de tramitação de processos e documentos

Leia mais