CADA POVO COM SUA REVOLUÇÃO

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1 . ~ 1 CADA POVO COM SUA REVOLUÇÃO Antônio Houaiss Roberto Amaral. A llha era uma cloaca, quintal para os praticantes dos jogos proibidos na sede da hipócrita pudicícia vitoriana-protestante-norteamel'icana, para a lavagem e trânsito de dólares de origens inconfessáveis, confessadamente destinados ao financiamento de regimes abjetos. A llha era entreposto da máfia, balneário para príncipes, emires e sultões de segunda classe, repouso de ditadores e facínoras aposentados, exílio de sargentos, coronéis e generais latino-americanos apeados do poder. Era a zona livre onde a CIA e os serviços de inteligência de inumeráveis impérios concertavam seus golpes contra a democracia e os movimentos de libertação nacional em nosso Continente, no Terceiro Mundo, no mundo todo. Naquela belíssima ilha de sol quase perdida no mar elo Caribe - premonição de isolamento? - a prostituição era o máximo a que poderiam aspirar as filhas dos camponeses e dos trabalhadores (analfabetos), as filhas dos pequenos funcionários públicos; era a prostituição que alimentava o turismo e completava os salários das famílias de classe média atraídas e perdidas pelas luzes da capital deitada à beira-mar; o cassino e o contrabando, a grande fonte de receita, receita pobre de uma terra condenada à monocultura canavieira, que mantinha povo e país pobres e, quanto mais pobres, mais.submetidos à ditadura luciferina. Exemplar ditadura latinoamericana: tão cruel internamente quanto subserviente à vontade, gosto e prazeres da pequeníssima classe dominante local, cujos interesses, sonhos, gostos e prazeres de há muito se haviam deslocado para Miami; marionete, os cordéis de suas mãos e pés estavam em Washington.., 11

2 :.. Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos - CEBELA MEMORIAL ANTÔNIO HOUAISS- Biblioteca Reg : 1:23-'3 em: -OLIJj l.ill_ Acervo: Coleção Antônio Houaiss MFN : 3 '3 :)3 ) '

3 a A ditadura foi derrubada e, onde fora seu reino, ergue-se - a que custo!- uma nova Nação habitada por um novo povo, um povo orgulhoso de sua história, de sua língua, de sua cor, de sua terra. Uma gente, mestiços!, que anda de cabeça erguida. Mas nada disso tem importância, porque Fidel Castro está no poder há 32 anos. É o que nos diz e diz ao mundo o sr. Bush. Que quer salvar Cuba. E se ele quer isso, ele deve ter razão, porque elê é o Presidente dos Estados Unidos da'américa. Não vem ao caso perguntar há quantos anos estão no poder os emires e os sultões, os Sabagh do Kuwait e os Saudi da Arábia; não há por que indagar a respeito das democracias representativas de seu& aliados jordanianos e sírios; nem mesmo vem ao caso perguntar por quantos anos o PRI -efetiva experiência de ditadura do partido único -governa o México domado. Esses senhores e esses regimes devem ser dignos do nosso respeito e da gratidão da humanidade: são amigos dos Estados Unidos e, portanto, são democratas. Naquela Uha matou-se a fome; as crianças conhecem a escola, os pais o trabalho, a família a saúde; naquela llha paupérrima o ensino é público, universal e gratuito; doenças endêmicas - como a malária, a febre-amarela e tantas mais que ainda matam, e como matam (os pobres), em prósperas democracias liberais e representativas, como o Brasil -lá estão erradicadas, e é lá que colossos econômicos (em crise ou não), como o nosso País, vão comprar vacinas e remédios. Mas nada disso tem importância, porque Fidel está há 32 anos no poder, e se isso é verdade, e é, aquela Ilha é uma ditadura. É o que nos dizem pessoas titularmente honradas como o deputado Roberto Campos, com a autoridade de quem foi ministro de Castelo Branco e embaixador de Costa e Silva e Médici, e o professor e ensaísta Vamireh Chacon, rumo aos Estados Unidos. Aquela llha está também há 32 anos sob o mais brutal bloqueio ecomômico e político-militar de que. se tem história. Bloqueio do qual o Brasil e outras ditas democracias até bem pouco participavam, com sua quota de subserviência. (Mesmo agora somos proibidos de trocar aviões por vacinas, porque os aviões de nossa saudável Embraer são equipados com turbinas norte-americanas...) 12

4 Bloqueio tão férreo, se tanto, só aquele que em poucos meses paralisou o Iraque. Mas nada disso entra em cogitação. A Ilha não é uma democracia, e ponto final. O imperialismo (desculpem os corifeus da modernidade, mas esta é a palavra) cerca a ilha de todos os lados, com o isolamento político, com o bloqueio econômico, com a agressão militar - quantas vezes promoveu invasões?-, com pressões diplomáticocomerciais-financeiras sobre seus aliados (que fale a aflita União Soviética), com a invasão de seu espaço aéreo, com a guerra ideológica permanente e diária. Mas nada disso é relevante para democratas à esquerda e à direita: Fidel se recusa a fazer um plebiscito sobre si mesmo; não há pluralidade sindical nem partidária, portanto Fidel é um ditador. E, se é um ditador, tem que fazer um plebiscito para deixar de ser. É o que se ouve mesmo na esquerda brasileira, tanto daqueles segmentos cuja destinação política é pegar sempre o bonde andando (e é sempre a condenação do cristão-novo tentar ser mais real do que o rei...), quanto de lutadores sinceros da democracia e do socialismo. (É o caso de Lula em sua equivocada entrevista à Folha de S. Paulo.) Mesmo para esses setores, é rigorosamente irrelevante o fato mesmo de Cuba ser, já, um país invadido, pois lá tem base militar o seu inimigo mortal! E exige-se desse País, em coro com Bush, que ele faça o que, depois de tanta dor, fizemos nós (fizemos?) nesta autonomeada 8ª ou 9ª potência industrial, candidata ao Primeiro Mundo. E faça-o não porque é preciso fazer- isto é, em atenção a valores morais, éticos, políticos e humanitários -, mas faça porque é oportuno fazê-lo, pois fazendo-o, aplacará (aplacará?) o ódio de seu arquiinimigo; ou, de outra forma, dará a países e partidos e políticos acovardados diante de surpresas históricas o salvo-conduto para uma envergonhada aproximação e, de lambuja, ainda mostramos que agora somos bonzinhos, isto é, modernos. Cobra-se tudo de Cuba- que simplesmente quer apenas viver a sua vida, cuidando 13

5 de seu nariz, decidindo sozinha a hora de assoar-se; de Fidel exige-se o próprio pescoço em nome de nossa democracia; mas nada sequer se pede ao glorioso e insaciável gigante do Norte... Democratas de sempre e novos democratas, que dareis ao povo cubano depois da invasão? Isso não interessa. Interessa o que os cubanos nos darão: a oportunidade de, finalmente, sermos vistos, aq4i, como bonzinhos. A posição da direita brasileira, de particular da direita senecta, retardatariamente fóbica, é irrepreensível, e lógica, e, nos casos dos Campos da vida, admiravelmente coerente com suas próprias histórias pessoais. Não há por que discuti-la. Muito menos discutível é a posição dos Estados Unidos. O sr. Bush, valendo-se de sua atual posição de força, inédita na história moderna, intenta realizar o que todos os presidentes seus antecessores, desde Kennedy, intentaram, sem lograr. O estranhável em tudo isso é a incapacidade de a nossa nova esquerda, recentemente democratizada, raciocinar com os termos da história. Não se trata tão simplesmente de ser a favor ou contra o pluripartidarismo, o plurissindicalismo e a democracia, de estilo representativo-liberal, econômico e classista, assim a la Brasil. Trata-se de, continuando como sempre democratas, raciocinar de forma minimamente contextualizada. Por que esse nivelamento por baixo, da ação e do discurso político, o divórcio da palavra de ordem "para inglês ver" (de que decorrem, porém, dividendos internos como os espaços abertos pela imprensa... ) com a vida? Como explicar o esquecimento de princípios que fizeram a honra e a identidade da esquerda no Brasil e no mundo? Que estamos fazendo de nossa luta em defesa da autodetermin~ção dos povos? Era apenas tática? Jogo de cena? Uma vez mais, e agora por puro mimetismo cultural, nos fazemos up to date com a Europa; lá observa-se a direitização da política: a extrema-direita não se envergonha de suas posições parafascistas, a direita assume o discurso da extrema-direita, a esquerda assume o discurso da direita: não se trata, tão só, da era Kohl na Alemanha, ou 14

6 do exemplaríssimo PS de Mitterrand; na França, o antes glorioso PCF da resistência faz coro a... Le Pen, na campanha contra os imigrantes, os deserdados que secularmente tiveram naquele País uma pátria universal, e nos liberais e progressistas, comunistas ou não, mas principalmente comunistas, seus defensores. Lá, fatos objetivos, históricos, muito europeus, podem explicar uma crise de valores na esquerda e a ascensão ideológica da direita. Aqui, porém, o discurso é da própria esquerda, de setores da esquerda que, não desejando discutir a questão de fundo, que é uma questão de valores, apela para a escapatória de um modernismo que, contrariando toda a tradição do pensamento de esquerda (inclusive da esquerda brasileira quando pensa), passa a adotar receitas panacéicas, universais, intemporais e imutáveis. E assim, quanto mais pretende avançar, essa esquerda simplesmente reelabora, formal-, mente, o discurso conservador. Fizemos uma reflexão a propósito de nossos valores? Não. Uma vez mais trata-se de procurar o atalho, a busca do caminho mais curto, mais rápido e mais barato para a conquista do poder que teria ficado mais distante de nossas mãos quando mais sinceramente falamos ao povo... (A síndrome da "quase" eleição de 1989 ainda fará muitos estragos.) Acusada de autoritária (antes, de antropófaga), de antidemocrática, até porque defendia a ditadura do proletariado, essa esquerda apressada acha que a única forma de refazer-se (para ganhar eleições) é virar-se pelo avesso diante do eleitorado. Ora, não se trata disso, pois não será simplesmente negando a revolução cubana que afirmaremos nossa independência ideológica e nossa adesão ao catecismo democrático-burguês. O socialismo democrático brasileiro tem com o PCC e o povo cubano divergências, decorrentes de visões distintas de um mesmo mundo. Divergências que não impedem nem o diálogo, nem a defesa da revolução e de sua liderança, a quem o Continente deve algumas das melhores páginas de sua história. Não coincidem nossas visões de Estado e de sistema partidário, como de organização sindical- para citar as questões mais postas em destaque; defendemos, para nosso País, o pluripartidarismo, a manifestação eleitoral através de um sistema eleitoral realmente 15

7 . democrático (pelo que o nosso não é paradigma), a liberdade e c pluralismo sindical, compreendendo sindicatos livres e centrais independentes tanto dos interesses do Estado quanto dos interesses de organismos internacionais (e de novo o modelo brasileiro não é paradigmático). Essa posição que é de desde sempre (nunca esquecer que o PSB, contra a maré da esquerda de então, tinha, já em 1947, o lema Socialismo e Liberdade como platafotma e princípio), posição que é hoje, mas só recentemente, e ainda de forma claudicante em algumas áreas, a do conjunto da esquerda brasileira, não nos transforma em donos da verdade. Porque nós defendemos o direito de cada partido ter seu programa, e cada povo a sua revolução, uns e outros construindo à sua maneira, isto é, livre de matrizes, o socialismo. Porque nós afirmamos, até estimulados pelo fracasso do Leste Europeu, a via independente de cada partido e de cada povo, negando a revolução internacional e afirmando as vias nacionais de cada socialismo. Assim, perguntamos, por que nós, para atender aos nossos interesses táticos nacionais, teremos de negar tudo isso e exigir de Cuba, ou de quem quer que seja, a adoção de nosso modelo em condições históricas adversas? Por que, assim de repente, passamos a concordar com o imperialismo (vai de novo a palavra insubstituível) e sancionar-lhe o direito de ingerência nos negócios internos de Cuba, ingerência que sempre combatemos? Quanto mais bloqueada, mais resistente e fechada Cuba será, como foi a União Soviética. Senão, será penetrada por milhões de dólares que comprarão consciências e criarão partidos e "opinião pública" que "redemocratizarão" a prostituição, a jogatina, o analfabetismo, as epidemias, a fome, a criminalidade. Queremos negociar um prato de lentilhas, esquecendo-nos de que, livre do bloqueio, das ameaças, dos condicionalismos, o povo cubano saberá autodeterminar-se, organizando-se na liberdade, na igualdade e na fraternidade socialistas, que saberá atingir sem ingerências externas que o ultrajam e o ameaçam com os horizontes torpes de uma selvagem restauração burguesa. 16

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