A O PAIS EM REVOLUÇÃO. Coordenação". J. M. BrandãoMe Brito. HT notícias editorial

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1 A O PAIS EM REVOLUÇÃO Coordenação". J. M. BrandãoMe Brito HT notícias editorial

2 ÍNDICE I OS MILITARES E A EVOLUÇÃO POLÍTICA INTERNA E EXTERNA ( ) José Medeiros Ferreira 11 INTRODUÇÃO 11 OS MILITARES E A EVOLUÇÃO POLÍTICA INTERNA Considerações gerais As relações entre o poder político e a instituição militar As funções político-militares das eleições presidenciais de 1976 e de As funções da acumulação dos cargos de Presidente da República e de chefe do Estadó-Maior-General das Forças Armadas As funções políticas do Conselho da Revolução As funções militares do Conselho da Revolução As relações entre o Presidente da República, o Conselho da Resolução e os chefes de Estado-Maior O ensino militar superior e as relações entre intelectuais e as Forças Armadas O Ministério da Defesa: dos ministros militares aos ministros civis A Assembleia da República e as questões militares A revisão constitucional de 1982 e as modificações nas relações entre o poder político e a instituição militar

3 3.1. Os Governos da Aliança Democrática e a preparação da revisão constitucional no domínio militar A revisão constitucional de 1982: do Pacto MFA-Partidos ao Pacto Interpartidário CDS-PSD-PS Os militares e a revisão constitucional de A Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas e a sua aplicação. 40 OS MILITARESfTo CONTEXTO INTERNACIONAL A mudança de regime e as reacções internacionais O comportamento da União Soviética e do PCUS Uma revolução às portas da CEE Os Estados Unidos perto e distantes A revolução vigiada de Espanha e a transição espanhola Em suma 60 II A IGREJA NA REVOLUÇÃO EM PORTUGAL ( ) Luís Salgado de Matos 63 A presença da Igreja 64 A Igreja cúmplice da ditadura 66 As críticas católicas 69 As assembleias de cristãos 70 A afirmação dos párocos 71 A resignação dos bispos 73 A adaptação da Igreja 74 Os ataques à Igreja 77 Os ataques do movimento 77 Os ataques do Estado 86 Os ataques do MFA 87 A nova classe política e a Igreja 89 As Forças Armadas e a Igreja 90 A Igreja e a política 91 As críticas ao Estado e ao movimento 92 O divórcio para os casamentos católicos 93 O partido cristão 96 A Igreja comprometida com a democracia 98 O aumento do clima anticatólico 98 Os ataques do movimento 99 Os ataques do Estado 101 Os ataques das Forças Armadas 102 O caso da Rádio Renascença 103 A cooperação do novo Estado com a Igreja 115 A cooperação das Forças Armadas

4 A adaptação da Igreja 117 A adaptação eclesial 117 A marginalização da contestação católica 118 A aposta nas eleições 120 As manifestações de apoio ao Episcopado 121 Conclusões 125 Siglas : 129 Fontes 131 III O 25 DE ABRIL, A SOCIEDADE RURAL E A QUESTÃO DA TERRA Fernando Oliveira Baptista 133 A Reforma Agrária nos campos do Sul 134 O desmoronar da ordem dos grandes domínios fundiários (25 de Abril de 1974 a 11 de Março de 1975) 136 A Reforma Agrária (11 de Março de 1975 a 25 de Novembro de 1975) 143 Aparelho de Estado e legislação 144 Conselhos e centros regionais de Reforma Agrária 145 Apoiar a conquista da terra 146 Quadro legal 148 VI Governo Provisório 150 Os trabalhadores agrícolas 153 As ocupações de terras 156 Agricultores familiares e seareiros 162 A tentativa do Partido Socialista (25 de Novembro de 1975 a Abril de 1976) 167 As unidades colectivas de produção 171 A grande dimensão 173 Colectivos de trabalhadores 175 Economia e trabalho 182 As casas e as aldeias 190 A política agrária e as aldeias do Centro e do Norte do País 192 A política agrária 196 Preços e comercialização 197 Arrendamento rural xr^tt Crédito Agrícola de Emergência 200 Democratização das cooperativas agrícolas 201 Baldios e foros 202 Aparelho de Estado 203 Política agrária e comunidades rurais 203 O Verão de

5 IV O MOVIMENTO OPERÁRIO E SINDICAL ( ): ENTRE O CORPORATIVISMO E A UNICIDADE José Carlos Valente Entre a empresa e o sindicato: antecedentes sob o Estado Novo Organização corporativa Organização sindical Organização nas empresas As oposições e as resistências O movimento associativo popular Antecedentes da posição do PCP O catolicismo social O período marcelista As primeiras reformas do regime O movimento sindical anticorporativo sob o marcelismo A posição do PCP As primeiras reuniões intersindicais e o fim da «liberalização» As empresas e os «órgãos de colaboração» As reuniões intersindicais até ao 25 de Abril A explosão social da Revolução Os primeiros 30 dias O salário mínimo e a ilusória acalmia Reacções espontâneas Os «grandes casos» A Messa..: A Timex Os CTT Lisnave A TAP As comissões de trabalhadores O movimento associativo popular A unicidade sindical Conclusão 251 V O 25 DE ABRIL, A TRANSIÇÃO POLÍTICA E AS TRANSFOR- MAÇÕES ECONÓMICAS Augusto Mateus Três décadas anos de crescimento e transformação na economia portuguesa: um balanço sintético dos anos 60, 70 e A transição do 25 de Abril: uma articulação específica entre transformações políticas e crise económica

6 VI FAMÍLIA E QUOTIDIANO: MOVIMENTOS E SINAIS DE MUDANÇA Ana Nunes de Almeida e KarinWall Temas e problemas : As leis sobre a família Práticas e valores da conjugalidade A queda da fecundidade, novas imagens da infância A dimensão e a estrutura da família As mulheres e o trabalho Pistas finais 306 VII ARTES SEM REVOLUÇÃO António Pinto Ribeiro 309 VIII OS «MEDIA» NA REVOLUÇÃO ( ) Francisco Rui Cadima 321 O caso Rádio Renascença 331 O caso República Tensões radicalizadas ; 335 Os Media e o 25 de Novembro 345 Fim de um ciclo 352 IX ENFRENTANDO O LEGADO AUTORITÁRIO NA TRANSIÇÃO PARA A DEMOCRACIA ( ) António Costa Pinto 359 O golpe e as duas fases do movimento de saneamento 363 As Forças Armadas 365 O saneamento da burocracia e dos funcionários públicos 367 A ruptura a nível local 369 A elite económica 370 Os meios de comunicação social 371 Reintegração, saneamento da esquerda e consolidação da democracia 372 O neofascismo em Portugal: um legado perdido? 376 O legado do Estado Novo 376 A direita radical e a transição para a democracia 380 BIBLIOGRAFIA

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