Os atos do juiz podem caracterizar-se como sentença, decisão interlocutória ou despacho. A nossa primeira questão trata da sentença.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os atos do juiz podem caracterizar-se como sentença, decisão interlocutória ou despacho. A nossa primeira questão trata da sentença."

Transcrição

1 CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS MÓDULO 6 ATOS DAS PARTES E ATOS DO JUIZ. SENTENÇA E COISA JULGADA. Professora: Janaína Noleto Curso Agora Eu Passo () Olá, pessoal! Chegamos ao nosso sexto módulo. Veremos a classificação dos atos processuais. Analisaremos mais detidamente a sentença (conceito, requisitos, coisa julgada). Então vamos lá! Os atos do juiz podem caracterizar-se como sentença, decisão interlocutória ou despacho. A nossa primeira questão trata da sentença. Questão 1 Sentença é: a) Ato do juiz por meio do qual põe fim ao processo. b) Ato do juiz que decide questões incidentes. c) Ato das partes e do juiz, quando, homologando um acordo das partes, o juiz põe fim ao processo. d) Ato do juiz que extingue uma fase do processo (de conhecimento ou de execução), resolvendo ou não o mérito. e) Ato do juiz que julga o mérito da causa. Resposta: item d. Comentários à questão A sentença era, na redação originária art. 162, 1º, do CPC, o ato do juiz que põe ao processo. O texto legal foi reformado e hoje prevê que sentença é o ato do juiz que implica uma das situações previstas nos arts. 267 e 269 do CPC. A mudança fez-se necessária, porque, após a chamada reforma da execução, não há mais processo de execução de sentença (exceto se o devedor for a Fazenda Pública art. 730, CPC).

2 Desta forma, após a formação do título judicial, a execução ocorrerá sem que haja necessidade de nova citação (uma já ocorreu na fase de conhecimento). Não havendo citação do executado, essa fase processual não mais se caracteriza como um novo processo, distinto daquele em que foi proferida a sentença. Trata-se de fase do mesmo processo. O processo, com a reforma da execução, pode ter duas fases: a de conhecimento e a de execução. Em outras palavras, a sentença proferida na fase de conhecimento nem sempre põe fim ao processo, porque este prossegue com a fase de execução. Daí a reforma do dispositivo legal (art. 162, 1º). A sentença é, por isso, hoje vista como o ato do juiz que põe fim à fase de conhecimento ou de execução (item d). E esse ato, conforme a nova redação do art. 162, 1º, tem o conteúdo dos arts. 267 e 269 do CPC. O art. 267 do CPC trata das hipóteses de extinção o processo sem resolução do mérito. O art. 269 trata das sentenças em que o juiz resolve o mérito da causa. O item a) está errado, porque de acordo com a redação já revogada do art. 162, 1º, do CPC. O item b) está errado, pois cita o conceito de outro ato judicial, que seria a decisão interlocutória (art. 162, 2º). O item c) também está errado, tendo em vista que a sentença é ato exclusivo do juiz, ainda quando homologa acordo celebrado entre as partes (art. 269, III, CPC). O item e) está errado, pois a sentença nem sempre resolve o mérito, podendo extinguir o processo sem resolução do mérito em diversas hipóteses, previstas no art. 267 do CPC. Aproveitamos para fazer a distinção entre sentença, decisão interlocutória e despacho, e também falar sobre os atos das partes. No direito, têm-se como fatos jurídicos os fatos (humanos ou da natureza) que têm relevância no mundo jurídico. Atos jurídicos, por sua vez, seriam os fatos jurídicos decorrentes da vontade humana. Os demais fatos seriam fatos jurídicos em sentido estrito. No curso do processo, ocorrem tanto atos jurídicos como fatos jurídicos em sentido estrito. São fatos jurídicos processuais em sentido estrito, por exemplo, a morte de uma das partes, a ocorrência de força maior capaz de interferir no curso de um prazo ou na realização de uma audiência... Por outro lado, são atos processuais os atos praticados por aqueles que integram a relação jurídica processual, quais sejam o juiz (e seus auxiliares), a parte autora e a parte ré.

3 O procedimento desenvolve-se por meio de uma sucessão de atos processuais praticados pelas partes, pelo juiz e pelos auxiliares do juízo. O ato inicial do processo é necessariamente um ato da parte autora, por meio do qual postula a prestação jurisdicional, e por isso mesmo chamado de petição inicial. Os atos praticados pelas partes podem ser classificados, quanto ao seu conteúdo, em postulatórios, persuasórios e dispositivos. Postulatórios são os atos das partes por meio dos quais requerem a prestação jurisdicional. É o caso da petição inicial, do requerimento de oitiva de testemunha, do pedido de adiamento de audiência etc. Persuasórios são os atos das partes que têm por finalidade principal apresentar razões para que o juiz convença-se da veracidade de suas alegações. Como exemplo cita-se a produção de provas, ou mesmo simples argumentação, como as razões finais (após o final da audiência de instrução e julgamento). São atos dispositivos aqueles por meio dos quais as partes abdicam de um seu direito ou reconhecem o direito da outra parte. É o caso da confissão ou da renúncia ao direito postulado. É certo que alguns atos das partes podem ser encaixados em mais de uma classificação. Por meio da petição inicial, por exemplo, o autor pleiteia (ato postulatório) ao mesmo tempo em que apresenta a fundamentação do seu pedido, com vistas a convencer o juiz da existência do seu direito (ato persuasório). Praticam as partes ainda atos que não têm por finalidade pedir, convencer ou dispor. São atos materiais das partes, como a carga dos autos, o comparecimento à perícia ou inspeção judicial para acompanhá-las... Também os atos praticados pelo juiz no curso do processo podem ser classificados quanto ao seu conteúdo. Dispõe o Código de Processo Civil, em seu artigo 162, que os atos do juiz classificam-se em despachos, decisões interlocutórias e sentenças. Os despachos são atos do juiz por meio dos quais dá impulso ao processo. Os despachos não possuem conteúdo decisório, ou seja, não contêm lesividade, pois, por meio deles, não está o juiz a acolher ou rejeitar pedidos de qualquer das partes. Está simplesmente fazendo andar o procedimento. São exemplos as seguintes manifestações judiciais: Especifiquem as partes as provas que pretendem produzir ; Vista às partes para requererem o que entenderem de direito. Justamente por não conterem lesividade, os despachos são irrecorríveis. Aliás, assim expressamente previu o Código de Processo Civil, em seu artigo 504.

4 A chamada Reforma do Poder Judiciário, levada a efeito pela Emenda Constitucional n. 45/2004, acrescentou o inciso XIV ao artigo 93 da Carta Magna para permitir que o juiz delegue a servidores do juízo os atos de mero expediente. Desta forma, atualmente, o impulso do processo é tarefa que pode e deve ser realizada por auxiliares do juízo, diminuindo a sobrecarga de trabalho do juiz, que, assim, terá mais tempo para julgar os pedidos das partes. Decisões são atos judiciais que julgam pedidos das partes. Contêm lesividade, permitindo, em regra, que a parte prejudicada pelo conteúdo do ato interponha recurso. Mas não é o cabimento de recurso que caracteriza a decisão e a diferencia do despacho, pois a lei pode vedar a via recursal, como ocorre, por exemplo, no processo trabalhista, que não admite recurso contra as decisões interlocutórias proferidas no curso da fase de conhecimento. Também o Código de Processo Civil previu categorias de decisões irrecorríveis, quais sejam as sentenças que estejam conformes com súmula do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal Federal (artigo 517, 1º, do CPC). Há duas espécies de decisão: as decisões interlocutórias, proferidas no curso de uma das fases (módulos) do processo, mas antes da decisão final; as sentenças (ou decisões definitivas), que põem fim a uma fase (módulo) do processo. Em resumo, são interlocutórias as decisões anteriores à sentença. Como vimos no início do comentário da questão, até bem pouco tempo, sentença, na visão do legislador, era o ato que punha fim ao processo (artigo 162, 1º, do CPC antes do advento da Lei nº /2005). Realmente, com a prolação da sentença e seu trânsito em julgado, o processo era extinto e, se necessária se fizesse a execução, um novo processo seria instaurado, por meio de nova citação do réu (executado). Contudo, a reforma da execução civil exigiu uma reformulação de tal conceito, pois a execução da sentença passou a ser feita no mesmo processo em que prolatada. Ou seja, após a sentença que condene uma das partes a determinada obrigação, o processo não termina, prosseguindo com a execução. Assim é que sentença deixou de ser o ato que põe fim ao processo, para ser o ato que põe fim a uma fase do processo (fase de conhecimento ou de execução). As sentenças, quando julgam o mérito do processo, são ditas definitivas e, ao transitarem em julgado, impedem que a relação jurídica deduzida em juízo seja novamente discutida em outro processo. Algumas sentenças, todavia, põem fim ao processo sem análise do mérito, devido à ocorrência de vícios de ordem processual (falta de pressupostos processuais ou carência de ação). Estas

5 sentenças são ditas meramente terminativas, em contraposição àquelas ditas definitivas. São meramente terminativas porque, visto não terem julgado o mérito da causa, ao transitarem em julgado não impedirão que o mérito venha a ser discutido noutra demanda. A sentença transita em julgado quando já não é mais passível de recurso. Quando transita em julgado, diz-se que a sentença está revestida da autoridade de coisa julgada, tornando-se imutável. Somente as decisões proferidas em processos jurisdicionais revestem-se de tal atributo. Daí ser a coisa julgada uma das características da jurisdição. A respeito da coisa julgada falaremos logo adiante. São essenciais ao regular andamento do processo os atos praticados pelos auxiliares do juízo, como a distribuição, a autuação, a comunicação dos atos processuais (por oficial de justiça, correios ou imprensa oficial), a execução das ordens judiciais (penhora, prisão, busca e apreensão e outros atos executados em regra pelo oficial de justiça por meio de mandado). Como visto anteriormente, atualmente também podem os auxiliares do juízo (especificamente escrivão e escreventes) praticar atos de impulso oficial do processo, como os despachos de mero expediente que, quando praticados por servidores judiciários, são chamados de atos ordinatórios. Nesta próxima questão, veremos que as sentenças podem ou não resolver o mérito da causa. Questão 2 - (CESPE ANALISTA JUDICIÁRIO TRT 21ª REGIÃO 2010) O juiz extingue a ação processual com julgamento do mérito quando indefere a petição inicial. Resposta: item incorreto. Comentários à questão Em geral, a sentença que indefere a petição inicial, extingue o processo sem resolução do mérito (art. 267, I, CPC). Portanto, o item está incorreto. Somente haverá resolução do mérito, se o fundamento do indeferimento da inicial for a decretação de decadência e prescrição ou o julgamento liminar de mérito previsto no art. 285-A do CPC. Confira as hipóteses de extinção do processo sem resolução do mérito previstas no art. 267 do CPC, e compare-as com as hipóteses do art. 269.

6 Sentença terminativa (sem resolução do mérito) Art Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: I - quando o juiz indeferir a petição inicial; Il - quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes; III - quando, por não promover os atos e diligências que Ihe competir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias; IV - quando se verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo; Sentença definitiva (de mérito) Art Haverá resolução de mérito: I - quando o juiz acolher ou rejeitar o pedido do autor; II - quando o réu reconhecer a procedência do pedido; III - quando as partes transigirem; IV - quando o juiz pronunciar a decadência ou a prescrição; V - quando o autor renunciar ao direito sobre que se funda a ação. V - quando o juiz acolher a alegação de perempção, litispendência ou de coisa julgada; Vl - quando não concorrer qualquer das condições da ação, como a possibilidade jurídica, a legitimidade das partes e o interesse processual; Vll - pela convenção de arbitragem; Vlll - quando o autor desistir da ação; IX - quando a ação for considerada intransmissível por disposição legal; X - quando ocorrer confusão entre autor e réu; XI - nos demais casos prescritos neste Código.

7 A nossa terceira questão trata dos requisitos da sentença. Questão 3 - (ESCRIVÃO TJ/AM 2005) É requisito da sentença, exceto: A. o relatório; B. a fundamentação; C. a parte dispositiva; D. a análise, pelo juiz, das questões de fato e de direito; E. a concessão de liminar. Resposta: item e. Comentários à questão De acordo com o art. 458 do CPC, são requisitos da sentença o relatório, os fundamentos e o dispositivo. O relatório conterá os nomes das partes, a suma do pedido e da resposta do réu, bem como o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo. Nos fundamentos, o juiz analisará as questões de fato e de direito, fundamentando a decisão, que constará do dispositivo. No dispositivo, resolverá as questões que as partes lhe submeterem. É na fundamentação que o juiz analisará as questões de fato e de direito. No dispositivo, decide essas questões. A concessão de liminar não é requisito da sentença, embora seja possível a sua ocorrência. Nada impede que o juiz, no corpo da sentença, além de julgar o mérito da causa, conceda medida cautelar ou antecipatória da tutela. A nossa quarta questão trata dos requisitos da sentença. Questão 4 - (CESPE ANALISTA PROCESSUAL TJ/RR 2006) A respeito da coisa julgada, assinale a opção correta. A Quando o juiz não enfrenta o mérito, sua decisão não faz coisa julgada material, podendo ser reexaminada e decidida no mesmo processo, se acaso uma das partes desejar rediscutir a matéria. B Ocorrendo o trânsito em julgado da sentença, esta se torna irrecorrível, seja porque transcorrido o prazo recursal, seja porque esgotados todos os meios processuais cabíveis, surgindo, então, a coisa julgada.

8 C A sentença produz efeitos tão-somente entre as partes da relação processual controvertida e dentro do processo em que foi prolatada a decisão, o que torna o seu conteúdo e todas as questões decididas, ainda que incidentalmente e como prejudiciais, imutáveis e indiscutíveis. D A coisa julgada torna a sentença imutável nos exatos limites da decisão, englobando a decisão na parte inseparável, ou seja, no pronunciamento do juiz sobre o pedido do autor e sobre os motivos que o levaram a decidir daquela forma. Resposta: item b. Comentário ao item a As sentenças fazem coisa julgada, ou seja, transitam em julgado, quando não mais passíveis de recurso. Com o trânsito em julgado, a sentença torna-se imutável e indiscutível dentro do processo em que foi proferida (coisa julgada formal). Se julgou o mérito da causa, este (o mérito) não poderá ser rediscutido noutro processo (coisa julgada material). Se não julgou o mérito da causa, é possível rediscuti-lo em processo judicial futuro. Portanto, somente as sentenças de mérito possuem eficácia de coisa julgada material. As sentenças meramente terminativas (que não julgam o mérito art. 267 do CPC) não fazem coisa julgada material, mas apenas coisa julgada formal. O item a está errado, porque, após o trânsito em julgada, a sentença, qualquer que seja a sua espécie (definitiva ou terminativa), torna-se imutável dentro do processo em que foi proferida (coisa julgada formal). Comentário ao item b O item está correto. O trânsito em julgado ocorre quando não mais cabe recurso, seja porque todos já foram interpostos, não restando nenhum, seja porque a parte que poderia recorrer perdeu o prazo. Comentário ao item c As questões decididas incidentemente no processo judicial não fazem coisa julgada, nos termos do art. 469, III, do CPC, a não ser que a seu respeito seja proposta ação declaratória incidental (arts. 5º e 325 do CPC).

9 Nos termos do art. 470 do CPC, a resolução de questão prejudicial somente faz coisa julgada se a parte o requerer, o juiz for competente em razão da matéria e constituir pressuposto necessário para o julgamento da lide. Comentário ao item d Os motivos da sentença não fazem coisa julgada, ainda quando importantes para determinar o alcance da parte dispositiva (art. 469, I, CPC). Aliás, nos termos do art. 469, também não fazem coisa julgada a verdade dos fatos, estabelecida como fundamento da sentença e a apreciação da questão prejudicial, decidida incidentemente no processo (como visto no item anterior).

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual.

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual. PROCESSO FORMAÇÃO, SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO FORMAÇÃO DO PROCESSO- ocorre com a propositura da ação. Se houver uma só vara, considera-se proposta a ação quando o juiz despacha a petição inicial; se houver

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. Por que se diz instrumento: a razão pela qual o recurso se chama agravo de

Leia mais

Agrupadores. GESTÃO DE VARA ELETRÔNICA - PJE Jessiane Carla Siqueira Moreira Assessoria de Apoio à Primeira Instância JUIZ E SEUS ASSISTENTES

Agrupadores. GESTÃO DE VARA ELETRÔNICA - PJE Jessiane Carla Siqueira Moreira Assessoria de Apoio à Primeira Instância JUIZ E SEUS ASSISTENTES Agrupadores JUIZ E SEUS ASSISTENTES»Processos com pedido liminar ou de antecipação de tutela não apreciado GESTÃO DE VARA ELETRÔNICA - PJE DIRETOR E SEUS ASSISTENTES»Processos com Petições Avulsas»Processos

Leia mais

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual.

PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. PRESSUPOSTOS SUBJETIVOS DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL: - Legitimidade - art. 499 CPC: - Possui legitimidade para recorrer quem for parte na relação jurídica processual. Preposto é parte? Pode recorrer? NÃO.

Leia mais

Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho

Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho de Orientações do 1º Grau (Incluídas as regras de negócio das informações extraídas do PJe-JT) Versão 1.0 22/07/2015 Revisão e Atualização: Comitê Gestor Nacional

Leia mais

Direito Processual Civil II.» Contéudo programático.» Bibliografia Básica

Direito Processual Civil II.» Contéudo programático.» Bibliografia Básica Direito Processual Civil II» Contéudo programático» Bibliografia Básica» Aula 2 Conteúdo programático 1º. 1. Bimestre O Processo Objeto Natureza Jurídica Relação Jurídica Processual Formação Atos e termos

Leia mais

O NOVO CPC E OS PRECEDENTES EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA

O NOVO CPC E OS PRECEDENTES EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA O NOVO CPC E OS PRECEDENTES EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA Fernando Facury Scaff Professor de Direito Financeiro da USP. Doutor e Livre Docente pela mesma Universidade. Sócio de Silveira, Athias, Soriano de Melo,

Leia mais

RECURSO ORDINÁRIO: O artigo 895 parece ser taxativo, em suas alíneas a) e b) ao afirmarem que é cabível o recurso de revista quando:

RECURSO ORDINÁRIO: O artigo 895 parece ser taxativo, em suas alíneas a) e b) ao afirmarem que é cabível o recurso de revista quando: RECURSO ORDINÁRIO: Está previsto no artigo 893 da Consolidação das Leis do trabalho e é disciplinado no artigo 895 da mesma lei. Pode ser interposto, no prazo de 8 dias, tanto das sentenças terminativas,

Leia mais

O JUÍZO DE RETRATAÇÃO EM DECISÕES DE PRIMEIRO GRAU

O JUÍZO DE RETRATAÇÃO EM DECISÕES DE PRIMEIRO GRAU O JUÍZO DE RETRATAÇÃO EM DECISÕES DE PRIMEIRO GRAU RESUMO Thiago Cesar Giazzi 1 Como exceção ao princípio processual da inalterabilidade das decisões jurisdicionais proferidas, a própria legislação apresenta

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO PRATICA JURIDICA II : FASE DE POSTULAÇÃO AILTON SILVA ANTUNES NILSON DE OLIVEIRA JUNIOR TITO MARÇAL DE OLIVEIRA PEREIRA LINHARES-ES

Leia mais

Do Chamamento ao Processo

Do Chamamento ao Processo - INTERVENÇÃO DE TERCEIROS CONTINUAÇÃO (...) Do Chamamento ao Processo O chamamento ao processo configura-se por ser o instituto por meio do qual se permite que o devedor acionado em juízo convoque para

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR NOVO CPC: PERSPECTIVAS PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA DO SÉCULO XXI

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR NOVO CPC: PERSPECTIVAS PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA DO SÉCULO XXI » Pedro Henrique Meira Figueiredo NOVO CPC: PERSPECTIVAS PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA DO SÉCULO XXI O ano de 2010 marcou a comunidade jurídica com a divulgação dos tão esperados anteprojetos do novo Código

Leia mais

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil LEI CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Parte Geral Livro I DAS NORMAS PROCESSUAIS CIVIS TÍTULO ÚNICO DAS NORMAS FUNDAMENTAIS E DA APLICAÇÃO DAS NORMAS PROCESSUAIS

Leia mais

A Tutela Provisória no Novo Código de Processo Civil SUMÁRIO

A Tutela Provisória no Novo Código de Processo Civil SUMÁRIO A Tutela Provisória no Novo Código de Processo Civil SUMÁRIO PARTE 1 A TUTELA PROVISÓRIA PREVISTA NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA CRÍTICA... 23 CAPÍTULO I TEORIA GERAL DA TUTELA

Leia mais

PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA.

PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA. PEDIDO DE VISTA NA INDICAÇÃO Nº 022/2012, RELATIVA AO PROJETO DE LEI Nº 2963/11, DE RELATORIA DO DR. IVAN NUNES FERREIRA. VOTO DE VISTA: FAUZI AMIM SALMEM PELA APROVAÇÃO DO RELATÓRIO, COM AS SEGUINTES

Leia mais

A apreciação das provas no processo do trabalho

A apreciação das provas no processo do trabalho A apreciação das provas no processo do trabalho Ricardo Damião Areosa* I. Introdução Segundo Aroldo Plínio Gonçalves, processualista mineiro e juiz do trabalho, Nulidade é a conseqüência jurídica prevista

Leia mais

Conclusão PJE JT - DECISÃO OU JULGAMENTO?

Conclusão PJE JT - DECISÃO OU JULGAMENTO? OCORRÊNCIA TIPO DE CONCLUSÃO MOVIMENTAÇÃO Adjudicação de bem Homologada a adjudicação do bem Arrematação de bem Homologada a arrematação do bem Assistência judiciária gratuita Não concedida a assistência

Leia mais

Ambos os recursos de estrito direito têm a sua causa de pedir prevista na Constituição Federal

Ambos os recursos de estrito direito têm a sua causa de pedir prevista na Constituição Federal Interposição: perante o órgão prolator da decisão Recurso Especial Nomenclatura: REsp Competência: Superior Tribunal de Justiça STJ Prazo para interposição 15 dias; Recurso Extraordinário Nomenclatura:

Leia mais

CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS. Curso Agora eu passo (www.cursoagoraeupasso.com.br)

CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS. Curso Agora eu passo (www.cursoagoraeupasso.com.br) CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS MÓDULO 4 JUIZ E AUXILIARES DO JUÍZO Professora: Janaína Noleto Curso Agora eu passo () Olá, pessoal! Chegamos ao nosso quarto

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Acórdão 10a Turma PODER JUDICIÁRIO FEDERAL CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. DECADÊNCIA. PRESCRIÇÃO. PRAZO INICIAL. O processo do trabalho guarda perfeita simetria ao processo administrativo tributário posto

Leia mais

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e COMPARATIVO ENTRE A RESOLUÇÃO N. 9 E A EMENDA REGIMENTAL N. 18 DO STJ EMENDA REGIMENTAL N. 18 (2014) RESOLUÇÃO N. 9 (2005) Art. 1º O Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça passa a vigorar acrescido

Leia mais

PROCEDIMENTO. Classificação do procedimento Comum: rito ordinário e rito sumário Especial: de jurisdição contenciosa e de jurisdição voluntária

PROCEDIMENTO. Classificação do procedimento Comum: rito ordinário e rito sumário Especial: de jurisdição contenciosa e de jurisdição voluntária Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Processo Civil / Aula 20 Professor: Edward Carlyle Monitora: Carolina Meireles PROCEDIMENTO Conceito Corrente clássica: é uma forma material com que

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL : Fábio é universitário, domiciliado no Estado K e pretende ingressar no ensino superior através de nota obtida pelo Exame Nacional, organizado pelo Ministério da

Leia mais

As Principais Modificações no Processo Civil. Pedro Henrique Pedrosa Nogueira

As Principais Modificações no Processo Civil. Pedro Henrique Pedrosa Nogueira As Principais Modificações no Processo Civil Pedro Henrique Pedrosa Nogueira PARTE GERAL E PROCEDIMENTO COMUM Valorização do contraditório Distribuição dinâmica do ônus da prova Gestão do procedimento

Leia mais

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA.

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. PALESTRA TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. Professor: Dr. Francisco Ferreira Jorge Neto Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Professor Universitário

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282)

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1 PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1. Requisitos do 282 do CPC 1.1. Endereçamento (inciso I): Ligado a competência, ou seja, é imprescindível que se conheça as normas constitucionais de distribuição de competência,

Leia mais

eduardocambi@hotmail.com

eduardocambi@hotmail.com eduardocambi@hotmail.com - Sociedade tecnológica e de consumo: transforma tudo rapidamente. - Direito - influenciado pela cultura: é resultado das idéias, valores e normas compartilhadas em um grupo social.

Leia mais

Revista Pesquisas Jurídicas ISSN 2316 6487 (v. 3, n. 2. jul./out. 2014)

Revista Pesquisas Jurídicas ISSN 2316 6487 (v. 3, n. 2. jul./out. 2014) 4 AS TUTELAS DE URGÊNCIA E EVIDÊNCIA NO ANTEPROJETO DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Felipe Maciel Pinheiro Barros 1 INTRODUÇÃO O Código de Processo Civil vigente CPC encontra-se obsoleto não apenas pelo

Leia mais

XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso

XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso XV Exame de Ordem 2ª Fase OAB Civil - ProfessorAoVivo Qual a peça Juquinha? Prof. Darlan Barroso 2ª Fase OAB - Civil Juquinha Junior, representado por sua genitora Ana, propôs ação de investigação de paternidade

Leia mais

SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO

SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 PREFÁCIO... 17 INTRODUÇÃO... 19 Capítulo I FLEXIBILIZAÇÃO... 21 1.1. Definição... 21 1.2. Flexibilização da norma... 23 1.3. Flexibilizar a interpretação e

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO - JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Estado de Sergipe 7ª Vara Federal FLUXOGRAMA 28 - AÇÃO MONITÓRIA

PODER JUDICIÁRIO - JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Estado de Sergipe 7ª Vara Federal FLUXOGRAMA 28 - AÇÃO MONITÓRIA PODER JUDICIÁRIO - JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Estado de Sergipe 7ª Vara Federal FLUXOGRAMA 28 - AÇÃO MONITÓRIA INÍCIO análise inicial Verificar a existência de demonstrativo de débito e contrato

Leia mais

PROCESSO: 0000108-40.2010.5.01.0482 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma

PROCESSO: 0000108-40.2010.5.01.0482 - RTOrd A C Ó R D Ã O 4ª Turma Multa de 40% do FGTS A multa em questão apenas é devida, nos termos da Constituição e da Lei nº 8.036/90, no caso de dispensa imotivada, e não em qualquer outro caso de extinção do contrato de trabalho,

Leia mais

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12 Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Sumário Jurisdição Competência Ação Partes, Ministério Público e Intervenção

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 CAPÍTULO II - DO PROCESSO CIVIL... 39

SUMÁRIO CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 CAPÍTULO II - DO PROCESSO CIVIL... 39 SUMÁRIO Apresentação da Coleção...15 CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 1. Antecedentes históricos da função de advogado...19 2. O advogado na Constituição Federal...20 3. Lei de regência da

Leia mais

02/2011/JURÍDICO/CNM. INTERESSADOS:

02/2011/JURÍDICO/CNM. INTERESSADOS: PARECER Nº 02/2011/JURÍDICO/CNM. INTERESSADOS: DIVERSOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS. ASSUNTOS: BASE DE CÁLCULO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS. DA CONSULTA: Trata-se de consulta

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº201070510020004/PR RELATORA : Juíza Andréia Castro Dias RECORRENTE : LAURO GOMES GARCIA RECORRIDO : UNIÃO FAZENDA NACIONAL V O T O Dispensado o relatório, nos termos

Leia mais

O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL

O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL Vinícius Paulo Mesquita 1) Notas Introdutórias Com a promulgação da E.C. 66/10, a chamada PEC do Divórcio, a doutrina pátria passou a sustentar em sua grande

Leia mais

PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013

PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 Esse pequeno ensaio tem por objetivo elaborar um estudo a respeito

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2013.0000250943 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0080413-48.2010.8.26.0002, da Comarca de São Paulo, em que é apelante

Leia mais

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica.

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica. NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/Nº 14, DE 31 DE MAIO DE 2001 (Publicação: Diário Oficial n 110-E, de 7/6/2001, seção 1, pág. 123 e Boletim de Serviço n 24, de 11/6/2001) Estabelece procedimentos técnicos e administrativos

Leia mais

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida 1 Controle da Constitucionalidade 1. Sobre o sistema brasileiro de controle de constitucionalidade, é correto afirmar que: a) compete a qualquer juiz ou tribunal, no primeiro caso desde que inexista pronunciamento

Leia mais

COISA JULGADA E AÇÃO RESCISÓRIA I INTRODUÇÃO.

COISA JULGADA E AÇÃO RESCISÓRIA I INTRODUÇÃO. COISA JULGADA E AÇÃO RESCISÓRIA Autor: Fowler R. P. Cunha I INTRODUÇÃO. Iremos discutir no presente estudo, da melhor forma possível, o que faz coisa e se há coisa julgada na Sentença transitada em Julgado

Leia mais

ALEKSANDER MENDES ZAKIMI Advogado militante; Mestrando em Direito Difusos e Coletivos pela UNIMES; Especialista em Direito Processual Civil

ALEKSANDER MENDES ZAKIMI Advogado militante; Mestrando em Direito Difusos e Coletivos pela UNIMES; Especialista em Direito Processual Civil Curso: Recurso de Embargos de Declaração e Agravo no Processo Civil Sistemática do CPC Vigente e do Novo CPC ALEKSANDER MENDES ZAKIMI Advogado militante; Mestrando em Direito Difusos e Coletivos pela UNIMES;

Leia mais

QUESTÕES DE PROVAS ANTERIORES:

QUESTÕES DE PROVAS ANTERIORES: QUESTÕES DE PROVAS ANTERIORES: 128- (ESAF Assistente Jurídico/AGU 1999) No âmbito do processo administrativo, o princípio que autoriza a instituição do processo por iniciativa da Administração, sem necessidade

Leia mais

4. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

4. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 4. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 4.1 Conceito - O que é a ação de prestação de contas? 4.2 Ação de dar e ação de exigir contas - A quem compete esta ação? - Trata-se de uma ação dúplice? - Ação de dar contas

Leia mais

COISA JULGADA INCONSTITUCIONAL

COISA JULGADA INCONSTITUCIONAL COISA JULGADA INCONSTITUCIONAL Por Marcelo Moura 1 1. Coisa Julgada - conceito Como ato estatal, imperativo, o pronunciamento jurisdicional definitivo produz os efeitos que a lei prescreve. Como um desses

Leia mais

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES REQUERENTE(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQUERIDO(A/S) : UNIÃO ADVOGADO(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQUERIDO(A/S) :

Leia mais

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 5 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000429851 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Mandado de Segurança nº 0226204-83.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é impetrante EDEMAR CID FERREIRA,

Leia mais

SUPER PLUS Disciplina: Direito Processual Civil Tema: Ação e Processo Prof.: Rodrigo da Cunha Lima Freire Data: 21/02/2005.

SUPER PLUS Disciplina: Direito Processual Civil Tema: Ação e Processo Prof.: Rodrigo da Cunha Lima Freire Data: 21/02/2005. Doutrina 1. Conceito de ação AÇÃO. CONDIÇÕES DA AÇÃO. PROCESSO. PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS 2. Teorias acerca da natureza jurídica da ação 2.1. Teoria civilista ou imanentista 2.2. Teoria da ação como direito

Leia mais

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Aula 6: Direito Processual do Trabalho Procedimentos especiais e Dissídio Coletivo Maria Inês Gerardo PROCEDIMENTOS ESPECIAIS CONSIGNA- ÇÃO EM PAGAMENTO AÇÃO RESCISÓRIA AÇÕES ESPECIAIS PROCESSO TRABALHO

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG.

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. Como amplamente noticiado nestes últimos dias, o Supremo Tribunal Federal, em decisão

Leia mais

CAP 01 - Princípios...15

CAP 01 - Princípios...15 Sumário CAP 01 - Princípios...15 1.1. PRINCÍPIOS BÁSICOS:...16 1.1.1. Princípio da Supremacia do Interesse Público Sobre o Privado...16 1.1.2. Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público...16 1.2.

Leia mais

Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo

Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo 29 Protocolo 2. DISTRIBUIÇÃO A previsão legal dos atos de distribuição e registro está no Código de Processo Civil, nos artigos 251 a 257. A distribuição tem a função de dividir os processos entre juízos

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal RECLAMAÇÃO 15.309 SÃO PAULO RELATORA RECLTE.(S) PROC.(A/S)(ES) RECLDO.(A/S) ADV.(A/S) INTDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. ROSA WEBER :MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO :PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO

Leia mais

PARECER CÍVEL 2/6468/2015 MANDADO DE SEGURANÇA 202771-19.2015.8.090000 (201592027717)

PARECER CÍVEL 2/6468/2015 MANDADO DE SEGURANÇA 202771-19.2015.8.090000 (201592027717) PARECER CÍVEL 2/6468/2015 MANDADO DE SEGURANÇA 202771-19.2015.8.090000 (201592027717) IMPETRANTE IMPETRADO RELATOR SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS JURÍDICOS MARCIO CAMARGO CAMPOS PRESIDENTE

Leia mais

Responsabilidade em saúde

Responsabilidade em saúde Responsabilidade em saúde Cível:obrigação de indenização indene de prejuízo Constituição Federal/Código civil/cdc Elementos de responsabilidade Autor Ato Culpa Dano Nexo causal CÓDIGO CIVIL Art. 186 Aquele

Leia mais

Na prática, não há distinção entre objeção substancial e processual.

Na prática, não há distinção entre objeção substancial e processual. Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Processo Civil / Aula 22 Professor: Edward Carlyle Monitora: Carolina Meireles (continuação) Exceções No Direito Romano, exceção era no sentido amplo

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL AASP / IBDP - 2015. Daniel Brajal Veiga

PETIÇÃO INICIAL AASP / IBDP - 2015. Daniel Brajal Veiga PETIÇÃO INICIAL AASP / IBDP - 2015 Daniel Brajal Veiga Introdução Algumas novidades que devem ser mencionadas antes do tema: Princípio da Cooperação: Todos os sujeitos do processo devem cooperar entre

Leia mais

3. Considere a seguinte situação:

3. Considere a seguinte situação: I. DIREITO ADMINISTRATIVO 1. Dentre as alternativas abaixo, assinale a que NÃO contém um dos requisitos necessários à formação dos atos administrativos: a) Finalidade. b) Objeto. c) Competência. d) Vantagem.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. ABRAHAM LINCOLN DA CUNHA RAMOS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. ABRAHAM LINCOLN DA CUNHA RAMOS PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GAB. DES. ABRAHAM LINCOLN DA CUNHA RAMOS AGRAVO DE INSTRUMENTO N 999.2013.000251-5/001 RELATOR : Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos AGRAVANTE : Diretor

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em março de 2014, o Estado A instituiu, por meio de decreto, taxa de serviço de segurança devida pelas pessoas jurídicas com sede naquele Estado, com base de cálculo

Leia mais

O CONVÊNIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO E A UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA: RESULTADOS ESTATÍSTICOS (ANO BASE 2007) DO CARTÓRIO DO

O CONVÊNIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO E A UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA: RESULTADOS ESTATÍSTICOS (ANO BASE 2007) DO CARTÓRIO DO O CONVÊNIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO E A UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA: RESULTADOS ESTATÍSTICOS (ANO BASE 2007) DO CARTÓRIO DO ANEXO II DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA UNOESTE... 969

Leia mais

Petição Inicial. OBS: todas as petições iniciais obedecem aos mesmos requisitos, seja ela de rito ordinário, sumário, cautelar procedimento especial.

Petição Inicial. OBS: todas as petições iniciais obedecem aos mesmos requisitos, seja ela de rito ordinário, sumário, cautelar procedimento especial. Petição Inicial A Petição inicial é a peça por meio da qual o autor provoca a atuação jurisdicional do Estado. A sua redação deverá obedecer a determinados requisitos estabelecidos no artigo 282 do CPC.

Leia mais

André Luís Monteiro. Fernanda Medina Pantoja

André Luís Monteiro. Fernanda Medina Pantoja OAB/RJ Comissão de Arbitragem Impactos do Novo Código de Processo Civil na Arbitragem André Luís Monteiro Advogado de Andrade & Fichtner Advogados. Mestrando em Direito Processual Civil pela PUC-SP SP.

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Revelia e prazo para o revel José Eduardo Carreira Alvim* Sumário: 1. Introdução. 2. Contagem de prazo para o revel. 3. Considerações finais. 1. Introdução A revelia é um instituto

Leia mais

(continuação) Moderna (Didier): questões de admissibilidade ao julgamento do mérito e questões de mérito.

(continuação) Moderna (Didier): questões de admissibilidade ao julgamento do mérito e questões de mérito. Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Processo Civil / Aula 23 Professor: Edward Carlyle Monitora: Carolina Meireles (continuação) Objeto da Cognição (conhecimento do juiz) Teoria tradicional:

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA. Cláudio Basques. A garantia dos credos é o patrimônio do devedor.

DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA. Cláudio Basques. A garantia dos credos é o patrimônio do devedor. DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA Cláudio Basques A garantia dos credos é o patrimônio do devedor. LEI N. 11.101, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2005 Nova Lei de Falências Art. 1º Esta lei disciplina a recuperação judicial,

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL A sociedade empresária XYZ Ltda., citada em execução fiscal promovida pelo município para a cobrança de crédito tributário de ISSQN, realizou depósito integral e

Leia mais

CONCLUSÃO Em 04/05/2015, faço conclusão destes autos a MM. Juíza de Direito, Dra. Fernanda Gomes Camacho. Eu,, Escrevente, subscrevi.

CONCLUSÃO Em 04/05/2015, faço conclusão destes autos a MM. Juíza de Direito, Dra. Fernanda Gomes Camacho. Eu,, Escrevente, subscrevi. fls. 1075 CONCLUSÃO Em 04/05/2015, faço conclusão destes autos a MM. Juíza de Direito, Dra. Fernanda Gomes Camacho. Eu,, Escrevente, subscrevi. SENTENÇA Processo nº: 1040391-49.2015.8.26.0100 Classe -

Leia mais

DA PETIÇÃO INICIAL. Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO

DA PETIÇÃO INICIAL. Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO DA PETIÇÃO INICIAL Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO DA PETIÇÃO INICIAL - Requisitos Petição inicial como veículo da ação. Art. 282. A petição inicial indicará: I - o juiz ou tribunal, a que é dirigida;

Leia mais

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 39, de 2007, do Senador Alvaro Dias, que Acrescenta o art. 879-A ao Decreto-Lei nº 5.452, de 1º

Leia mais

TABELA DE RESPOSTA DAS QUESTÕES OBJETIVAS (questões 1 a 5) Respostas. a b c d e

TABELA DE RESPOSTA DAS QUESTÕES OBJETIVAS (questões 1 a 5) Respostas. a b c d e CURSO: Direito DISCIPLINA: Execução Trabalhista e Procedimentos Especiais DATA: 29/05/2013 PROF.: Marcelo Gerard AVALIAÇÃO - NP2 Constam desta avaliação 6 (seis) questões, no valor de um ponto cada. As

Leia mais

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios Órgão 1ª Turma Cível Processo N. Agravo de Instrumento 20130020241390AGI Agravante(s) GOLDEN CROSS ASSISTENCIA INTERNACIONAL

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO SEGUNDO TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL DÉCIMA CÂMARA

PODER JUDICIÁRIO SEGUNDO TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL DÉCIMA CÂMARA APELAÇÃO COM REVISÃO N º 641.562-0/7 CAMPINAS Apelante: Lafontes Seguros Administração e Corretora de Seguros S. C. Ltda. Apelada : Margarida da Cunha Santos AÇÃO DE COBRANÇA. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CERCEAMENTO

Leia mais

1) (OAB137) José alienou a Antônio um veículo anteriormente adquirido de Francisco. Logo depois, Antônio foi citado em ação proposta por Petrônio, na

1) (OAB137) José alienou a Antônio um veículo anteriormente adquirido de Francisco. Logo depois, Antônio foi citado em ação proposta por Petrônio, na 1) (OAB137) José alienou a Antônio um veículo anteriormente adquirido de Francisco. Logo depois, Antônio foi citado em ação proposta por Petrônio, na qual este reivindicava a propriedade do veículo adquirido

Leia mais

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações:

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: 1. Jurisdição internacional concorrente Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no

Leia mais

REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais

REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais REGULAMENTO DO CENTRO DE ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA INSTITUCIONALIZADA DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º O presente Regulamento aplica-se às arbitragens que decorram

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 149/2010. O Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso das atribuições legais,

RESOLUÇÃO Nº 149/2010. O Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso das atribuições legais, RESOLUÇÃO Nº 149/2010 Autoriza a implantação do Processo Eletrônico no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Acre e dá outras providências. O Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso das atribuições

Leia mais

Direito Processual Civil III

Direito Processual Civil III Direito Processual Civil III»Aula 7 Petição Inicial Pedido parte 1 Petição Inicial Pedido VI Petição inicial Pedido 1 Petição inicial - sem a petição inicial não se estabelece a relação processual tem

Leia mais

E O IUS POSTULANDI NA JUSTIÇA DO TRABALHO, AINDA EXISTE???

E O IUS POSTULANDI NA JUSTIÇA DO TRABALHO, AINDA EXISTE??? E O IUS POSTULANDI NA JUSTIÇA DO TRABALHO, AINDA EXISTE??? Esta é uma antiga discussão que, até a presente data, perdura em hostes trabalhistas. Existe o ius postulandi na Justiça do Trabalho? A Carta

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL CIVIL CAPÍTULO XIX FASE DECISÓRIA DO PROCESSO

DIREITO PROCESSUAL CIVIL CAPÍTULO XIX FASE DECISÓRIA DO PROCESSO 0 FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO APARECIDA DE DEUS JULIÃO FLÁVIA DO NASCIMENTO LONARDELLI GISELE TEIXEIRA ELISIARIO DIREITO PROCESSUAL CIVIL CAPÍTULO XIX

Leia mais

Comentário a Acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o princípio da Inafastabilidade da Prestação Jurisdicional

Comentário a Acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o princípio da Inafastabilidade da Prestação Jurisdicional Comentário a Acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o princípio da Inafastabilidade da Prestação Jurisdicional Universidade de Brasília Disciplina: Teoria Geral do Processo II Professor: Dr. Vallisney

Leia mais

COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS DA FAZENDA PÚBLICA

COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS DA FAZENDA PÚBLICA COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS DA FAZENDA PÚBLICA Fabiano Samartin Fernandes * BREVE HISTÓRICO Os Juizados Especiais foram criados pela Lei n. 9.099, de 26 de setembro de 1995, inspirados diretamente

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO N º 904.124-0/9 São Paulo Agravante: Patrícia de Carvalho Izoldi Agravado: Paulo Penido Pinto Marques

AGRAVO DE INSTRUMENTO N º 904.124-0/9 São Paulo Agravante: Patrícia de Carvalho Izoldi Agravado: Paulo Penido Pinto Marques AGRAVO DE INSTRUMENTO N º 904.124-0/9 São Paulo Agravante: Patrícia de Carvalho Izoldi Agravado: Paulo Penido Pinto Marques AÇÃO DE DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO CUMULADA COM COBRANÇA DE ALUGUERES E ENCARGOS.

Leia mais

Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA

Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA Nos primórdios da sociedade romana, surgiu o instituto da arbitragem como forma de resolver conflitos oriundos da convivência em comunidade, como função pacificadora

Leia mais

EMENTA ACÓRDÃO. LUÍSA HICKEL GAMBA Relatora

EMENTA ACÓRDÃO. LUÍSA HICKEL GAMBA Relatora INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF Nº 2005.70.53.001322-8/PR RELATOR : Juiz D.E. Publicado em 20/02/2009 EMENTA ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PUBLICO. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO. ANUÊNIOS SUBSTITUÍDOS POR QÜINQÜÊNIOS.

Leia mais

Número: 0020259-07.2013.5.04.0751

Número: 0020259-07.2013.5.04.0751 Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região - 2º Grau PJe - Processo Judicial Eletrônico Consulta Processual Número: 0020259-07.2013.5.04.0751 Classe: RECURSO ORDINÁRIO - Relator: JURACI GALVAO JUNIOR 09/07/2014

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ. EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ. Assunto: Desconto da Contribuição Sindical previsto no artigo 8º da Constituição Federal, um dia de trabalho em março de 2015.

Leia mais

UMA CRÍTICA À TEORIA DAS CONDIÇÕES DA AÇÃO: A possibilidade jurídica do pedido como questão de mérito

UMA CRÍTICA À TEORIA DAS CONDIÇÕES DA AÇÃO: A possibilidade jurídica do pedido como questão de mérito 563 UMA CRÍTICA À TEORIA DAS CONDIÇÕES DA AÇÃO: A possibilidade jurídica do pedido como questão de mérito Rafael Arouca Rosa (UNESP) Introdução Dentre as mudanças propostas no anteprojeto do novo Código

Leia mais

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA CNJ A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, serviço público independente, dotada de personalidade jurídica e

Leia mais

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014.

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014. PROVIMENTO CONJUNTO Nº 13, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2014. Regulamenta os procedimentos a serem adotados no âmbito da Justiça do Trabalho da 4ª Região em virtude da implantação do PJe- JT, revoga o Provimento

Leia mais

ESCOLA DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO MINIJO CURSO DE DIREITO CADEIRA OPCIONAL RECURSOS E PROCESSOS ESPECIAIS ANO LECTIVO 2005-2006 5º ANO 2º SEMESTRE

ESCOLA DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO MINIJO CURSO DE DIREITO CADEIRA OPCIONAL RECURSOS E PROCESSOS ESPECIAIS ANO LECTIVO 2005-2006 5º ANO 2º SEMESTRE ESCOLA DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO MINIJO CURSO DE DIREITO CADEIRA OPCIONAL RECURSOS E PROCESSOS ESPECIAIS ANO LECTIVO 2005-2006 5º ANO 2º SEMESTRE 6 de Junho de 2006 Nome: N.º Leia atentamente as questões

Leia mais

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS 1) Entende-se por fundamento referido no art. 10 do CPC/2015 o substrato fático que orienta o pedido, e não o enquadramento jurídico atribuído pelas partes. 2) Não ofende a regra do contraditório do art.

Leia mais

SUMÁRIO. Informativos de Jurisprudência... 46

SUMÁRIO. Informativos de Jurisprudência... 46 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 PRINCÍPIOS... 19 1. Princípios básicos... 19 1.1. Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o privado... 19 1.2. Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público... 19 2.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO Seção de Direito Privado 31ª CÂMARA ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO Seção de Direito Privado 31ª CÂMARA ACÓRDÃO Registro: 2011.0000128338 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 9091312-94.2006.8.26.0000, da Comarca de Nova Odessa, em que é apelante BANCO BMC S/A sendo apelado MASSA FALIDA

Leia mais

Devidamente intimados, os réus compareceram à audiência e apresentaram respostas.

Devidamente intimados, os réus compareceram à audiência e apresentaram respostas. 20ª VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA DF Proc. No. 01920-51.2009.5.10.0020 SENTENÇA I- RELATÓRIO: Vistos etc. SINDICATO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS DOS ESTADOS DOS PARANÁ E SANTA CATARINA impetrou ajuizou ação

Leia mais

O Processo Trabalhista

O Processo Trabalhista Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Profa. Barbara Mourão O Processo Trabalhista Princípios gerais do processo Constituição Federal de 1988; Código de Processo Civil (CPC). Princípios

Leia mais