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2 -- r ' EDITORIAL."A Voz ca Lomba" está sur- gindo como órgão de informação, de encaminhamento e de divulga- ção das lutas da União de Vilas Ja Loraba do Pinheiro. Primeiramente, temos que dizer algo sobre a União de Vi- las. A União de Vilas da Lomba não surgiu por acaso ou por ca- pricho de alguém. Ela existe hi muito tempo, na pratica. Talvez não tivesse nome. Mas, ha mais de dois anos, associações comu- nitarias e comissões de morado- res das mais diversas vilas' da Lomba do Pinheiro vem batalhan- do, unidos para resolver proble- mas comuns a todos. Ha muito tempo, cuando era mais fácil pe_ dir ura ''Biartel inho" do que um copo de água nos botecos da Lom ba, gente de todis as vilas se reunia Dora lutar pela água en- canada que, em parte, ja se tor nou realidade, graças, ao espihi_.c de luta dessas pessoas. Há : u-ulto tempo s os moradores, vit^, mas da ganância e da falta de ' honestidade de loteadores clan--., ' destinos, se reuniam para pro- testar e reivindicar seus direi tos. Ha muito tempo, vem se lu- tando, na Lomba do Pinheiro, pe Ia melhoria do transporte colé- : tivo - por mais ônibus,, bancos I limpos e tarifa mais barata. Neste momento, estamos lu- tando pelos seguintes objetivos, ' considerados por todos como prj_ orifades da Lomba: melhoria e barateamento do transporte,água, iluminação pública, colégio de 29 Grau, telefone, asfalto, re- gularização dos loteamentcs clandestinos. As dificuldades de encami- nhamento destas lutas e, phnci palmehte, de um encarainhaméntc unitário, fizeram-nos sentir a necessidade de nos comunicarmos com todos os companheiros mais diferentes rincões da Loa- ba. Como atingir isso? Foi a : í que surgiu a idéia de um órgac informativo ou jornal zinho., que resolvemos chamar de "A Voz Lomba", porque e através dele- que os moradores das vilas Loraba do Pinheiro poderão faze ouvir sua voz. ; Estão participando da Uni- ão de Vilas da Lomba oc Pinhei- ro as Associações de Moradores das seguintes Vilas: Vila São Francisco do Boqueirão, Vila Es meralda. Vila São Pedro. Vil.; Viçosa, Vila Pinhal, Vila Santa Catarina e, ainda. Comissões :. Moradores das Vilas Mapa, Chaca ra das Peras e Santa Helena. A União de Vilas da Lomba do Pinheiro não tem uma direto- ria constituída nem estatuto. Além de evitar burocracia ; desne cessaria, isso evita lutas in- ternas pelo poder, com o conse- qüente enfraquecimento da unide^ de. Na União de Vilas da Lombí do Pinheiro ^hão existe lugar ra aqueles^qííe visaro pr(

3 mm pessoal ou para aproveitadores; nela são bem-vindos todos aqueles que têm como prioridade a melhoria das condições de vida dos moradores- As reuniões da União de Vj^ Ias da Lomba do Pinheiro obedecem a utn e?quema de rodízio: ca da reunião e feita em vila difje rente, com coordenador diferen-. te, de preferência» da vila onde se realiza a reunião. Ao final de cada reunião i escolhido o local s o coordenador e a pauta da reunião seguinte. A União de Vilas esti aber ta a todos os moradores da Lomba do Pinheiro que desejarem participar das nossas lutas coraundtarias. Da mesma forroa s o Informativo esta aberto a todos os moradores da Lomba 4 desde que se integrem ao trabalho da üniao de Vilas, seja através das Associações ou Comissões de Moradores, seja individualmente. 3 > A Voz da Lomba, repetimos, e o ^ órgão de informação, de encarei" ( nharnento e de divulgação dessas? lutas. v { A Voz da Lomba, enfim, e um jornal de operário para ape-" rário. A Voz da Lomba não se I preocupa com a linguagem rebusl cada e difícil,, que atinge apa- \ nas a uma minoria dos trabalhai } dores. Na Voz da Lomba querafas _ Ia e o povo, com seu falar gos- 1 toso, que é a língua certa, a itngua verdadeira do Brasil- Na Voz da Lomba o povo va : mostrar que, mesmo sem "falar a linguagem dos gramáticos, sabe expres sar suas ideiâs. E que estas. Idéias são, inclusive, superiores as idéias fabricadas em gabinete, porque elas nascem dos sofrimentos e das alegrias, das lutas e das vitoriasi^elas nascem da prática diária'do povo. : jornal ferio - 1 i

4 JÈL".--^ ' Cada vib, dá seo re r»%' r êt \ m m íarifa Voei sabe como e quando co, raeçou.a luta pela tarifa.social: Pois esta luta começou porque em 1980 os moradores da Lomba do Pinheiro ja pagavam Cr$17,00 pela passagem de ônibus. Então reuniram-se diversas entidades da Lomba do Pinheiro e resolve- mos exigir que fosse aplicada a Lei que estabelece 3% do salá- rio vigente no Pais,para as nos sas despesas com transporte co- letivo, E no dia 25 de janeiro de 1980 entregamos um abaixo-as sinado na prefeitura municipal de Porto Alegre, reivindicando tarifa social para a Lomba do Pinheiro, a exemplo do zona sul que era beneficiada com uma ta-, rifa mais barata. Mas passou seis meses e as respostas eram sempre negativas. AT decidimos organizar uma co- missão e ir a prefeitura e pe- dir contas daquelas assi- naturas, que reivindicavam a tan'fa social. Foi composta uma comissão de diversas entidades que são as seguintes: Associação da Vila São Pedro ( parada 13), Associação da Vila Viçosa {parada 13 A), Associação da Vj_ Ia Panorama (parada 16), Comissão da Vila Pinhal (parada 13A), Comissão da Vila Santa Helena (parada 12), Comissão da Parada 10, Comissão da Vila Mapa (para da 4), Comissão da Vila Santa Catarina, Circulo de Pais e Mes três da Escola Municipal São dro (parada 13), Círculo de Pais e Mestres da Escola Estadual Rafaela Remião (parada 6). No dia 24 de setembro de 1980, ãs 16 horas, fomos a sala de reuniões do Sr. Prefeito e pressionamos ele; para se defen der, ele jogou a res^onsabilida de sobre os vereadores que,rsegundo ele, estariam impedindo a implantação da tarifa^ social. Fomos imediatamente S Câmara d; Vereadores; lã tivemos a aflrisn tiva dossrs. vereadores de que o assunto era da inteira competência do prefeito. Na verdade, o que o prefei to queria era o apoio das entidades para satisfazer os interesses das empresas de Ônibus. Como exigíamos o cumprimento ca lei dos 3%, então as coisas ficaram difíceis de resolver, por que esta lei sõ e apluadc quar^ do dos nossos reajustes salariais, os quais são calculados com 3% para as nossas despesas em transporte. BMR

5 iliniaiiwwhi IHIIIIIM nrimrrni r"'iiii iau!ii«iiíuabat», ssai.js3s:i»is,tif«i3 "nam^ar- ai agubhm^bs^... assis ríisso a3s'-m 3 ufâa sébaná'depois, ale conseguiu reunir algumas da_ :;ue1as socíaçõss que el^s mes^ :í50s colccaffl nss vilas para serem-seus rspresentantes; e por ela' 5 foi apoísdo e decretou a unificação das tarifas em Porto Alegre, sem respeitar a lei dos 3%. Ha verdade, sle^ em v?": de baixar as pi ssa^ns, a(*'n^n- ufas. Primeiro,'purque na divisão das tarifas, as passagens deveriam eu?rar Cri 9,30. enquanto sle uriificou-as em tr$ C. S5 at ale jã aumentou Cr$ 0.70 po ' pa a q e í:i. A í mais: com a sfas o número ;'e lísuários pje passaram a pa- 'ar mais caro a passagem e mul- to maior qya aquele que foi oe- r. e f 1 c i a d n. u ruraro da passageiros transportído por dia erõ cerca Devido aos problemas existentes na Vila Santa Catarina, nor os moradores começamos ^cs reuair s trocar idéias s íobre todas essas problemáticas que todos conhecem que existe em quase tcaas as VVSJ.S da nossa grande Porto Alegre. Foi assim que nos sentipos 9 necessidade de um Órgão qua pudesse ter representação. E to dos uríanínieísente tiveram a mes üia idéia LI fundar"ufsiâ Assccia- aor p jsagefii, ao ai eie conse- nuiu ^r^?70.uuu } ü0 a J^&IS por dia para os erapresarios. Tydo isto a auata de qaa«? 5 Custa do trabalhador, daquele ^ue mo- "cm nas vilas e que são coriga- dias. ^ -n^a,- o onioa: todos os. O - c nter^aj dei e f i cou ^tn caructorizadíi parque 90 dias í pes a uni fie í das ta^i^ ^as ele jr qveri;-.provar u?'i a_ü ^ento d- 60%. i^sdl at v;ente ^nos v ; zemos um manife^tp protestando contra estn aumento absurdo d tn.. cima ' :e manifesto, desencadeou-sí. tedo.ate :avikienxo po r Uina wc r a ífis 7 s p s t a a Q u e hoje se ^.. Uí- ; u Í A o as i n tuito da reivindicar e ao mesmo tempo exigir os nossos direitos cue, como todos sabems, nao são respeitados. us moradores aa vila S3 T: ~ Catarina ficaram surpresos quan do nos fizemos a primeira reunj^ ao e aplaudiram intensamente aquela idéia de fundar uma Asso ciação porque até então não havia nenhuma organização qje pu~ J esse ixigi, ars orgaos executi vos > legislativos, que sã s RiUi to omisso nos nossos direitos. Associação Comunitari Santa Catarina Rua Rio :leg w o s no Si'. to "... :á ":a!jssfh%ls-si3s^; f jsi i y^msmi. á-si!míís^^^'msms, mi^smsií&ti

6 m*» 6 JARDIM VIÇOSA A UM fílo URBID JtMOWR O Jardim Viçosa e uma área de 118 lotes, localizada na Lom ba do Pinheiro, parada 13-A, na Est a-d^j4síío-- te- Oliveira Remi ao, onde moravam 40 famílias que compraram terrenos ao preço de Cr$ 30 mil cruzeiros, através da Imobl1iaria União dos Morado res das Vilas Populares, em Assinaram contrato para pa 'gamento de prestações mensais de Cr$ 270,00 por mes, no prazo de oito anos. Durante quase dois anos pa gavamos am dia nossas prestações, quando um dia apareceu na Vila, Rafael Antônio Filho, pro prietãrio das terras, que tinha vendido para a imobiliária; comunicou aos moradores que hão havia recebido nada de pagamento. Então, a conselho do prõ- prio- íu^a-e^,-o-s moradores pararam de pagar as prestações. Em maio de 1977, Rafael Aii tônio entrou na justiça com pedido de reintegração de posse das terras. Comunicou aos moradores que não queria continuar com o plano de loteamento e que não fizessem nada, pois ele os considerava como filhos e não. ia tirar suas propriedades. Depois de alguns dias, apareceu na vila João Alberto Nogueira, dizendo ser o novo comprador das terras. João Alberto deu em sins] de compra a Rafael Cr$ 50 mi prometeu um apartamento no v lor de Cr$ 500 mil e Rafael lhe passou um recibo de Arras. João Alberto não cumpriu o acordo com o proprietário e logo t a tou de vender quatro terrenos para outros desinformados e direito legal de fazê-lo. Ação da desmio Em junho de 1977 receberam os moradores uma ação ae despejo, verbalmente, ütraves de M oficial de justiça, por exígr;- cia do proprietário Rafael 'U* Silva Filho. Em seu pedido alagava que os moradores es-tavam ocupando as terras clandestina mente e, caso estivessem Interessados em comprar as terra exigia a importância de Crí?' Ihão e duzentos mil pelos 11S terrenos. Essa atituda judicial foi tomada diante da recuss os moradores fizeram a que prometeu urbanização paíâ o Jardim Viçosa se os moradorôí. mudassem o nome do lugar Jardim Rafael, em homenagem a seu avo. Confusos, sem entender. sa atitude, os raoradorfes resolveram se unir; procuraram o advogado Luiz Fernando Schiavon para defender suas causas e este os orientou, e reuniram todos os moradores e fundaram a Associação dos Moradores da Vila cosa. issrwsbta»

7 .. r. ApÕs a retomada de posse, i i o Jardim Viçosa estava correndo 1 perigo de desapropriação; então í os moradores começaram a se reu nir, procurando comprar todos juntos os seis hectares de terras ; Começou então um grande m vimento para conseguirem o di- nheiro da entrada. Com muito es. forço e luta conseguiram um poju co de cada um e o restante arru maram emprestado. A 6 de fevereiro de 1978 deram o sinal de Cr$ 250 mil a Rafael, e se comprometeram por meio de promissórias a pagar o restante em 20 'isstaçoçs de 60 rnil cruzeiros. Mas, quando o advogado Schiavon, que defendia os mora- dores, foi ao Cartório no dia 7 de fevereiro para registrar o contrato, a área ja havia sido registrada no dia anterior em nome de João Nogueira. 0 novo dono do terreno que comprou com um sinal de Cr$ 50 mil e não cumpriu o que prometeu, queria agora passar a escritura para os moradores, 12 terreno.s quita_ dos e ainda Cr$ 350 mil. Tudo isso era troca de Cr$ 50 mil que dera em outubro dp ano anterior. Meses depois a Assocjação dos Moradores entra na justiça com um pedido de manutenção de posse das terras^ por intermé- dio de seu. advogado, sendo lhes concedida causa ganha. Imediatamente os moradores suspenderam os pagamentos basea dos jias cláusulas do contrato firmado na compra da proprieda- de para que João Alberto e Rafa ei entrassem em acordo. ApÕs um ano e meio de es pi ra, João Alberto e Rafael, ven- do que a Associação nao se Bianj^ festava, entraram em acordo en- tre eles.'joão Alberto acabou levando Cr$ 600 mil de Rafael em troca de Cr$ 50 mil que ha- via dado e que, na verdade s sa- iu da venda ilegal dos 4 terrenos. DaT em diante, a negocia- ção passou a ser entre Rafael e Associação dos Moradore^s da Vi- la Viçosa; deu-se prosseguimen- to normal aos pagamentos, de acordo com o contrato,: 5 porem sem nenhuma cobrança' de juros- pela paralisação que não foi culpa dos moradores. Em julho de 1981 a Associa ção da Vila Viçosa pagou sua új_ tima promissória, tornando-se proprietária de todo o loteamen to, correspondendo a 118 terrenos. 0 objetivo desta histariu não e mostrar a gloria nem e:a tar lutas, mas mostrar ao opera rio, aos moradores das vilas, que como nos são vitimas de pi- caretas e mal-intencionados nos lesar. Queremos mostrar sititações como esta podem. vencidas através da unisoj : f a força e da coragem de lutar por aquilo que pertence a nos. em ç, e s. r BaawBSK -iseseii&v,.

8 llll, III II I UMIHIWI V«tura dos terrenos e melhoria das estradas, pois uma das P ridades da Associação 5 trazer o fim de linha de todos os õn ; bus do Rincão até a Vila S.Frari cisco. * i No dia 6 tíe maio' de 1981 foi furada a Associação dos Mc radores de Vila São Francisco do Boque = r^o, Essa vila, fa? di-. visa com o Rincão, Pedreiras, Vila íao Francisco e Vila Mapa. No dia 17.C5.31 houve reunião da As^enbíira G^r? 1. para discus_ são dos Estatutos 3' eleição da Diretoria, Estivaram presentes e reunião mais da 100 pessoas. Conforme Jt. EstatJtos aprovados s são sócios todo;; os moradores' da \íil?: sen -1 distinção de idade, cor, sexo, raça, crença religi ^a, profissão ou situação socj^ 'T - desde que roponham a participar das atividades da As^ sociação. A Associação da Vila São Francisco do B-iqjeirio tem uma Diretoria composta de 7 pes_ soas,... do Presidente o sr. Moisés Soares eos Santos; um Conselho Doliberativo de 11 Riem bros cujo Presidente e o sr, Se tembrino Martins da Silveira, nais conhecido por "ets"; e urr Conselho Fiscal com :res memjros, sendo Presidente o sr Gil_.lar Augusto Esiir.iel. A Associação dos Moradores." a Vila São Francisco do Boquej_ rãu ei ; 'da toccs os woradores, a co 1 a> " areni pare conseguir mjs Ihorias para a V" : la. A Associação pretende c< í^ir iluminação publica, teítífone, s^ua en~ canada, rede ds esgotos, ascri- A Comunidade Cate- 1 i :e Vila Mapa e arredores.,. dapoi* de muita luta e muitas ^cies DEMHAB, conseguiu um terrenc - ra construir uma igreja e um sa lão paroquial. Varias vezes foi doado terreno em ipdca de elei- ções; mas, passadas as eleições, o terreno vo;tava a-posse : do DFMHAB, oorque a Comuildade não tinha documento da doação. Ago- ra, de novo o terreno foi dode. verbalmente, pelo Diretor DEMHAB, sr. Artur Zanella. En- tão o pessoal da Comunidade Ca- tólica, escaldado das outras ve zes, resolveu tomar posse imeaj atamente, roçando e cercando terreno. A próxima etapa será a terreplenagem, para depois, regime' de mutirão^ ser consci da a igreja., di foi eleita Diretoria, da qual estão parti cipando elementos muito dinâmicos e que estão fazendo um ben trabalho, sob a liderança do Presidenta, sr. Adolfo Baoinski. Quem quiser participar sos mutj rões, esta convidado tomar parte quando ini-ciar à. constru- ção. H di s

9 ; I ^nconodo A luta pela água teve in-l espaço para todos nos no cab cio em 1977, mas durante 2 anos te e que aqueles falariam a Associação e os moradores fi- todos. Mas, a turma estava a : caram a espera de que as autorj_ posta e disse que também dades cumprissem cora as promes- gente, sabiam falar e eriívá> : ;: sas feitas de colocação desse de qualquer jeito. AT foi ab.eí líquido tão preci&so e indispen^ ta a porta e quii não foi a savel para todos nós. sa surpresa: no gabiisete cabi Visto a e «ra ter sido irnítíl, a Associação da Vila S, Pedro, corn a colaboração das As_ sociaçoes Panorama e Jardim Vi- çosa e comissões da Vila Santa Helene. a Parada 10, em , realizou uma grande assembléia para- a qual foram convidados e compareceram as seguintes auto- ridades: representantes do DMAE e da CORSAN, representantes da Prefeitura de Viamão e de Porto Alegre e a imprensa, com a pre- sença de uns 500 moradores. AT foi falado sobre o Convênio DMAE-CORSAN e exigida a coloca- ção da rede de água em nossas ^ilas ou seja em toda a Lomba do Pinheiro. Ao fira de Ubro de 1980, ja cansados e uecepcionadoí s mas com grande espirito QS luta e força de vontade, DS fepresen_ tantes das Vilas, paradas e as- sociaç^s da Lomba se reuniram em asscsã&léia e decidiram for- mar uma grande comissão de mora_ dores a ir ã CORSAN. Assim fize, ram s lã chegando umas 60 pesso- as com cartazes e faixas-. Eles tentaram enrolar o pessoal todo e receber no gabinete so 2 re- presentantes, alegando não ter três vezes que ali estava, o número de gente Vê cemo ^; * tentam nos enrolar; até qua reivindicamos algo a que direito! Então, lã diante de Di tor da CORSAN e outros que a estavam e os repórteres, couss guimos, depois de muita discus- são, a promessa de termos áyi-^ ate primeiros dias.de dezerabro do mesmo ano, ou seja, Foi instalada a rede dt; ãgua nas vilas Panorama, San;.a Catarina, Santa Filomena a Pedro. Mas, faltou para as ri- as L, A e I da Vila Santa Ca ri na os quais com o apoio Associação da Vila São Ps-d: - formaram uma comisss: e foram â CORSAN exigir a. :ação d rede em suas ruas. ü mesmo e\-. pio seguiram os moradores da Vila Santa Helena que tambe. haviam sido esquecidos pela CORSAN. Aos dez dias do mis de Fe- vereiro de 1981 realizou-se grande reunião, na Parada 10 s ; ganizada pelas Associações cia Vila Pinhal, Viçosa, São Fedro, Panorama e comissões da Vila Francisco do Boqueirão. Santa S i

10 t Helena e da Escola D. Rafaela» com a presença do Diretor do DMAE o qual havia prometido co- locar água em casas do Ij* do de Porto Alegre, mas devido a pressão feita pelos moradores, resolveu e prometeu colocar em casas. Mas, até agora foi colocada em poucas casas na fai_ xa; a rede não entrou nem nas transversais nem nas vilas do lado de Porto Alegre., Vê, minha gente:* quando,um dos nossos,, bataiüador como nós, quer mostrar a verdade"para que abram os olh-os e não so aplau- dam e se iludam com promessas feitas pelos grandes, ele e va- iado e criticado. Criticado. E agora que esta chegando o verão e que os poucos poços começam a secar, o que seri dessa pobre gente que tam que andar quadras e quadras, para conseguir um bal_ da d 1 ãgua. Haverá mais doenças ainda, por falta d'ãgua, alem das que ja existem pela falta de alimentos e pela miséria. VILA i e por moradores da Vila Triângu- " 'ilo, que é vizinha. Durante dois l'^ anos os moradores da Esmeralda..,.' tf^lrtit *ÍfL_ AO permaneceram na ignorância, sando que a ASC0TE represent se os posseiros da Estner Mas, no dia 4/10/81 foi es I cido tudo na presença de ;ais de 100 pessoas, em as sen; geral para eleição da nova toria. Os moradores da Vila 1! angulo, sob a influência dos : ; í 1 gãos municipais, dèclararam que ' a Vila Esmeralda não fundou i. ". ~ Associação e o presidente Ass. i Fraga da SllVâ, v ndo a gri iria do povo< exlgino,, eleição, : f -.*! t decretou que nao: fferia e^eiça* ÍA sra. Mara, fil^a do Sr. As; disse: "Se quiserem eleição, çam, mas não da ASC0TE; vocês que a fundaraml" moradores nlo se eonfoi exigiam uma Associação, 0 sr..'i sis declarou encerrada o re ao, retirando-se a c c ;do.s moradores- da Vil :. [ :.,._ n;tao o sr.. Rober ' de Souza, que encabeça! chapa, tomou a palavra, í : do que se fundasse ur so da Vila Esmeralda. Todos? caram feii zes e d : ; n assembléia geral para o d de outubro de 1981, quando fu daram a União dos M ires Vila Esmeralda, senc eleil.presidente o sr. Roberto de Souza; Vice-Presidente Ja havia uma Associação, a ma Fortes Vieira; Secretários ASC0TE : íuciação Comunitária Oorge Ceghobya e Américo Basto; da Vila Triângulo e smeralda) 5 tde Melo; Tesoureiros: Al! embora não fosse fundada p^los.- ; " Borges ç Norma Pacheco, j inoradores e sim pela prefeitura" \ eleitos também 4 membros j-vps do Conselho FISCí; 1 suplentes e a Relações Públicas i Mjia Isabel Alves Godói, l*â T

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