Capa Fotografias cedidas por IRIS, Rita Dias e Telma Silva

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capa Fotografias cedidas por IRIS, Rita Dias e Telma Silva"

Transcrição

1 Capa Portugues

2 Ficha Técnica Título Guia Práctico para o Regresso aos Açores A Practical Guide for Returning to the Azores Autor Presidência do Governo Regional dos Açores Direcção Regional das Comunidades Edição Presidência do Governo Regional dos Açores Direcção Regional das Comunidades Capa Fotografias cedidas por IRIS, Rita Dias e Telma Silva Revisão Jeanette Rebert Rita Dias Sónia Duque Telma Silva Depósito Legal /08 Tiragem 1500 exemplares Execução Gráfica Coingra, Lda. Mapas Cedidos por Associação de Turismo dos Açores

3 Índice - União Europeia Trabalhar na Europa Portugal Região Autónoma dos Açores Documentação Legal Protecção Social Saúde Educação Emprego/Investimento Valor do Ordenado Mínimo e Estimativas de despesas correntes Habitação Transportes Protecção Civil Algumas questões relativas aos Estados Unidos da América Outras informações úteis Contactos e números de telefone úteis Mapas... 99

4 4 Guia Prático para o Regresso aos Açores Nota Introdutória O presente guia é uma iniciativa da Direcção Regional das Comunidades, cujos destinatários são os cidadãos portugueses, naturais dos Açores, em processo de deportação para a Região Autónoma dos Açores e que se encontram em Centros de Detenção nos Estados Unidos da América e no Canadá. Pretende-se que este guia seja um instrumento útil de resposta a questões e dúvidas várias, muitas vezes levantadas por esses cidadãos que, na sua maioria, desconhecem a realidade da vida na Região Autónoma dos Açores, dado terem emigrado com os pais enquanto crianças e nunca terem visitado o país de origem. Através dos conteúdos do guia o cidadão regressado consegue ter uma noção do enquadramento geográfico e políticoadministrativo da Região Autónoma dos Açores, bem como de todas as organizações e instituições que prestam serviços e apoios aos cidadãos nas mais diversas áreas, nomeadamente, documentação legal, protecção social, saúde, educação, emprego e investimento, habitação, transportes, protecção civil e outras informações úteis relativas ao país de acolhimento e à Região. Este guia foi elaborado com a colaboração das seguintes instituições: ARRISCA, Casa de Saúde de São Miguel, Consulado Americano em Ponta Delgada, Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social, Direcção de Serviços de Cartografia e Informação Geográfica, Instituto de Acção Social e Novo Dia. A todas, a nossa gratidão e o nosso apreço por tornarem possível o trabalho em rede.

5 Guia Prático para o Regresso aos Açores 5 União Europeia A União Europeia foi criada após a Segunda Guerra Mundial com o objectivo de garantir a paz, a estabilidade e a prosperidade na Europa e tem como missão: Assegurar paz, prosperidade e estabilidade às suas populações; Consolidar a reunificação do continente europeu; Garantir a segurança dos cidadãos; Promover um desenvolvimento económico e social equilibrado; Vencer os desafios da globalização e preservar a diversidade dos povos europeus; Fomentar os valores que os europeus partilham, como o desenvolvimento sustentável, a qualidade do ambiente, os direitos humanos e a economia social de mercado. Fonte: Que países constituem actualmente a União Europeia? A União Europeia é constituída actualmente por 27 países, nomeadamente, Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suécia. Que países utilizam o Euro como moeda? São 15 os países que utilizam como moeda o Euro: Alemanha, Áustria, Bélgica, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Chipre e Malta. Posso circular livremente nos paises da União Europeia sem visto? No que respeita à circulação de pessoas e mercadorias, foi assinado um acordo chamado Acordo de Schengen, através do qual

6 6 Guia Prático para o Regresso aos Açores foram eliminados os controlos nas fronteiras internas. No entanto, o Acordo de Schengen só se aplica entre 22 países da União Europeia, que são a Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal, Suécia, Estónia, Hungria, Lituânia, Letónia, Malta, Polónia, Eslovénia, Eslováquia e República Checa. De notar que a Islândia e a Noruega não são membros da União Europeia, mas aderiram ao Acordo de Schengen. Deste modo, no total são 24 países onde vigora o Acordo de Schengen. Fonte: O que é o Espaço Económico Europeu (EEE)? Países como Alemanha, Bulgária, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Suécia, Suiça e Áustria assinaram um acordo, intitulado Espaço Económico Europeu, em que passou a ser possível aos cidadãos de qualquer um desses países trabalhar noutro país do Espaço Económico Europeu. Fonte: Trabalhar na Europa Se eu pretender viver e trabalhar em outro país da Europa o que devo fazer? Nos países que constituem o Espaço Económico Europeu existe livre circulação de trabalhadores, com os mesmos direitos dos cidadãos do país para onde se pretende trabalhar. Para obter todas as informações e esclarecimentos sobre os vários países e tipos de emprego, pode consultar ou contactar a Agência para a Qualificação e Emprego. Para saber os contactos da Agência para a Qualificação e Emprego da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia na página 77, número 1.

7 Guia Prático para o Regresso aos Açores 7 Posso ir trabalhar para a Bermuda com um visto de trabalho? Sim. A Bermuda é uma colónia britânica e o Reino Unido faz parte da Europa e da União Europeia, mas como não assinou o Acordo de Schengen, é necessário um visto para entrar no país. A Bermuda, por ser um território muito pequeno, tem leis e regras restritivas no que respeita à emigração, no entanto, um contrato de trabalho poderá permitir ao trabalhador permanecer na Bermuda por um período máximo de 6 anos, ao fim do qual tem de regressar ao seu país, caso contrário poderá será deportado. É importante ter em conta que, tendo sido repatriado dos Estados Unidos da América ou do Canadá, ao viajar para a Bermuda não deverá fazer voo de ligação por esses países. Em alternativa poderá fazer voo de ligação por Londres ou outra cidade europeia que faça ligações com a Bermuda. Pode obter informações sobre os procedimentos para conseguir um visto de trabalho na Bermuda através Direcção Regional das Comunidades, cujos contactos pode consultar na secção de contactos nas páginas 77 a 78, número 2. Portugal Bandeira de Portugal O território nacional é constituído por Portugal Continental, Arquipélago da Madeira e Arquipélago dos Açores. Portugal Continental fica situado no extremo sudoeste da Europa e faz fronteira com Espanha. O Arquipélago da Madeira fica situado no Oceano Atlântico a oeste da costa africana e o Arquipélago dos Açores fica situado no nordeste do Oceano Atlântico. Lisboa é a

8 8 Guia Prático para o Regresso aos Açores capital de Portugal e é também a sua maior cidade. Na Madeira a principal cidade é o Funchal e nos Açores existem três cidades principais, que são Ponta Delgada (ilha de São Miguel), Angra do Heroísmo (ilha Terceira) e Horta (ilha do Faial). Fonte: Região Autónoma dos Açores Bandeira dos Açores Os Açores são um arquipélago constituído por nove ilhas divididas por três grupos: Grupo Ocidental: Corvo e Flores Grupo Central: Faial, Graciosa, Pico, São Jorge e Terceira Grupo Oriental: Santa Maria e São Miguel O Arquipélago dos Açores conta com uma população estimada em habitantes e foi inicialmente povoado por pessoas originárias de Portugal Continental, Bélgica, Holanda, França e Espanha e, actualmente, ainda é possível encontrar características físicas, culturais e linguísticas destes povos na população local. O Arquipélago dos Açores é uma Região Autónoma desenvolvida, dotada de infra-estruturas modernas, que se apresenta como um ponto estratégico internacional na periferia europeia, inserida no mercado comum da União Europeia, da qual é uma das Regiões com a taxa de desemprego mais baixa. A principal actividade económica dos Açores é a agropecuária, em que os produtos lácteos e a criação de gado representam uma grande percentagem da economia local. Outras activi-

9 Guia Prático para o Regresso aos Açores 9 dades económicas igualmente importantes são a pesca e o turismo, que tem registado um crescimento exponencial. Dotada de infra-estruturas e de vias de comunicação modernas, a Região Autónoma dos Açores aposta na juventude e nos seus recursos humanos, com base num desenvolvimento económico sustentado. Os Açores têm um clima subtropical com temperaturas médias de 13º centígrados no Inverno e de 24º centígrados no Verão. A água do mar tem uma temperatura média entre os 17º e os 23º centígrados. O ar é húmido com uma taxa de 75% de humidade relativa média. A escala de medição das temperaturas utilizada na Europa é a de Celsius pelo que, para converter temperaturas da escala de Fahrenheit para a escala Celsius, ou vice- versa, deverá utilizar as seguintes fórmulas: Fahrenheit para Celsius: valor em ºF 32 / 1.8 (exemplo: 75.2 ºF 32 / 1.8 = 24 ºC) Celsius para Fahrenheit: valor em ºC x (exemplo: 24 ºC x = 75.2 ºF) Documentação legal Enquanto cidadão português que documentos legais tenho de possuir para usufruir em pleno dos meus direitos? Enquanto cidadão português devo possuir o Cartão de Cidadão, que reúne num só documento, e vem substituir, os antigos bilhete de identidade, cartão de contribuinte, cartão de beneficiário da segurança social, cartão de eleitor e cartão de utente do Serviço Nacional e Regional de Saúde O Cartão de Cidadão que pode ser solicitado nas Conservatórias de Registo Civil ou nos vários Postos de Atendimento ao Cidadão da Rede Integrada de Apoio ao Cidadão (RIAC). Para saber os contactos das Conservatórias de Registo Civil da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia, nas páginas 78 a 81, com o número 3. Para saber os con-

10 10 Guia Prático para o Regresso aos Açores tactos dos postos da RIAC da sua área de residência consulte a página 82, número 4. Protecção Social Como posso ter acesso à protecção e apoios disponibilizados pela Segurança Social? Existem vários apoios e protecções disponibilizados pela Segurança Social e, para ter acesso aos mesmos, é necessário estar inscrito na Segurança Social e cumprir os requisitos para beneficiar dos mesmos. Para se inscrever na Segurança Social deverá apresentar um documento de identificação, que poderá ser o cartão de cidadão, o bilhete de identidade, a certidão de nascimento, um título de viagem, etc. Para além dos apoios e protecções sociais existentes para qualquer cidadão da Região Autónoma dos Açores, existem várias instituições que apoiam directamente cidadãos com problemáticas mais específicas, como é o caso dos cidadãos portugueses deportados. No entanto, e apesar dos apoios serem idênticos em todo o Arquipélago, estes são prestados por entidades diferentes, consoante a ilha onde o cidadão irá residir. Para saber os contactos da Segurança Social da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 82 a 85, número 5. Quem coordena as instituições que dão apoio directo ao cidadão deportado? No ano de 2005, e por iniciativa da Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social, foi criada a Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana, que tem como seu principal objectivo contribuir para a integração efectiva de públicos em situação de exclusão e em mobilidade. A Rede é constituída por várias instituições, públicas e privadas, que desenvolvem a sua acção no âmbito da integração social, nas quais se encontram as que dão apoio directo aos cidadãos deportados.

11 Guia Prático para o Regresso aos Açores 11 Quais são as instituições em São Miguel que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram deportados? As instituições que dão o primeiro apoio são a Direcção Regional das Comunidades, o Instituto de Acção Social, a Arrisca e o Novo Dia. - Direcção Regional das Comunidades (comum a todas ilhas) A Direcção Regional das Comunidades (DRC) é um departamento do Governo Regional dos Açores que desenvolve a sua acção no âmbito da integração e preservação da identidade cultural dos seus públicos emigrantes, imigrantes e emigrantes regressados. No caso dos cidadãos deportados, a DRC integra a Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana e trabalha com outras instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, no sentido de possibilitar a estes cidadãos uma integração plena na sociedade açoriana. É a DRC quem recebe e reúne todas as informações disponibilizadas por outras entidades sobre a chegada de um cidadão alvo de deportação e faz a devida difusão da informação. Na ilha de São Miguel, através do Gabinete de Integração Social, estabelece os contactos necessários com as diversas instituições que trabalham nessa área, com o objectivo de estabelecer um plano de acolhimento ao cidadão deportado. Para saber os contactos da Direcção Regional das Comunidades, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2. - Instituto de Acção Social (comum a todas as ilhas) O Instituto de Acção Social, para além dos apoios técnicos e financeiros estabelecidos para a população em geral, atribuídos de acordo com o cumprimento dos devidos critérios, presta apoio ao cidadão deportado através da Equipa Multidisciplinar Especializada de Exclusão Social Grave, para além de coordenar a Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana.

12 12 Guia Prático para o Regresso aos Açores - ARRISCA (Associação Regional de Reabilitação e Integração Sócio-Cultural dos Açores) A ARRISCA destina-se a cidadãos com idades superiores a doze anos, inclusive, famílias e envolvente comunitária no âmbito da reabilitação e reintegração psicossocial, nas áreas de psiquiatria e saúde mental, alcoologia, toxicodependência, sem-abrigo, criminalidade e outros em mobilidade geográfica que se encontrem em situação de vulnerabilidade social grave. Os técnicos de reabilitação e integração social, bem como, a comunidade em geral, são ainda considerados público-alvo. Para a população deportada recém-chegada, a ARRISCA presta os seguintes serviços: No Serviço de Integração Sócio-Laboral: Recepção no aeroporto (em parceria com a Associação Novo Dia); Apoio na documentação - cartão de cidadão e obtenção de certificados de habilitações e pedidos de equivalência; Avaliação médica (medicina interna e/ou psiquiatria); Apoio na procura do primeiro quarto; Encaminhamento e articulação com outras instituições e recursos comunitários; Apoio na procura do primeiro emprego e na elaboração do Currículum Vitae. No Serviço de Psicologia: Avaliação e acompanhamento psicológico; Programa de prevenção de recaídas; Grupos de auto-ajuda; Encaminhamento para outros recursos (ex: unidade de desintoxicação, comunidades terapêuticas). No Serviço de Animação: Grupos de estudos (ex: para obtenção da carta de condução); Passeios para conhecimento da ilha;

13 Guia Prático para o Regresso aos Açores 13 Comemoração de datas marcantes dos Estados Unidos, Canadá e de Portugal, entre outras. No Serviço de Formação: Programa de Treino de Competências Pessoais e Sociais; Acções/Cursos de Formação (Português escrito e falado, Informática para principiantes, entre outros). O apoio prestado varia de acordo com as necessidades de cada caso, que é contratualizado entre a pessoa e a instituição e envolve Direitos e Deveres. A ARRISCA poderá cessar todos os apoios contratualizados, caso a pessoa assistida não cumpra as regras (ser por exemplo agressivo com outros utentes ou técnicos). Os apoios são ainda limitados no tempo, porque são dirigidos à integração e acolhimento dos recém-chegados aos Açores. O cidadão deportado poderá ser inserido directamente no mercado normal de trabalho, mas a Reabilitação Sócio- Profissional poderá ser feita ainda em regime de Ocupação, em ateliers e, adquiridas as competências de empregabilidade e respeitadas as regras, a pessoa poderá transitar para o mercado normal de trabalho ou para programas ocupacionais regionais (ex: PROSA - Programa Regional de Ocupação de Adultos). Os indivíduos enquanto estão ocupados nos ateliers recebem um subsídio de subsistência e quando ocupados no PROSA recebem um valor equivalente ao salário mínimo regional. Para saber os contactos da Arrisca, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 85 a 86, número 6. - Novo Dia (Associação de Apoio à Mulher e Jovens em Risco) A Associação Novo Dia tem como principais objectivos: - A dignificação, a promoção e a reinserção humana e social de mulheres e jovens vítimas de variadas problemáticas: prostituição; toxicodependência; sem-abrigo; violência; gravidez na adolescência; mães solteiras em contexto de risco social e seropositivas; - Estabelecer processos de diminuição progressiva da exclusão individual e social de mulheres e jovens em diversas situações de risco, promovendo a sua reinserção na sociedade atra-

14 14 Guia Prático para o Regresso aos Açores vés da consciencialização e intervenção nas causas e consequências destas na sociedade; Para a concretização desses objectivos o Novo Dia dispõe das seguintes valências: a) CATE Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência para Homens a) O CATE tem capacidade para 25 pessoas e é dirigido a homens deportados, sem-abrigo e outros indivíduos em situação grave de exclusão. O CATE possibilita: a) - Acolhimento temporário, durante um período razoável de tempo, mediante um projecto de vida e um acordo de inserção; a) - Desenvolvimento pessoal e social dos utentes através da formação, de programas ocupacionais, do acompanhamento social e psicológico e na articulação com diversas entidades parceiras no âmbito da Rede de Apoio Sócio- Cultural à Mobilidade Humana; a) - Apoio na inserção laboral e no processo de autonomização; a) - Consulta e acompanhamento médico (medicina interna e psiquiátrica) b) Centro de Acolhimento Temporário para Mulheres; c) Centro de Emergência (Drop In) para Mulheres; d) Unidade Móvel de Apoio aos Sem-Abrigo (Equipa de Rua); e) CIPA Centro de Informação, Promoção e Acompanhamento de Políticas de Igualdade. Para saber os contactos do Novo Dia, consulte a secção de contactos deste guia na página 86, número 7. Quais são as instituições na Terceira que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram deportados? As instituições que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram alvo de deportação são a Direcção Regional das Comunidades, o Instituto de Acção Social, o Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social e o Abrigo Amigo.

15 Guia Prático para o Regresso aos Açores 15 - Direcção Regional das Comunidades A Direcção Regional das Comunidades (DRC) é um departamento do Governo Regional dos Açores que desenvolve a sua acção no âmbito da integração e preservação da identidade cultural dos seus públicos emigrantes, imigrantes e emigrantes regressados. No caso dos cidadãos deportados, a DRC integra a Equipa Multidisciplinar Especializada de Exclusão Social Grave (uma das equipas de trabalho da Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana) e trabalha com outras instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, no sentido de possibilitar a estes cidadãos uma integração plena na sociedade açoriana. É a DRC quem recebe e reúne todas as informações disponibilizadas por outras entidades sobre a chegada de um cidadão alvo de deportação e faz a devida difusão da informação. Na ilha Terceira, através do Gabinete de Intercâmbio Cultural Comunitário, estabelece os contactos necessários com as diversas instituições que trabalham nesta área, com o objectivo de estabelecer um plano de acolhimento ao cidadão deportado. A DRC na ilha Terceira dá igualmente apoio na obtenção de documentação (cartão de cidadão e obtenção de certificados de habilitações e pedidos de equivalência), avaliação médica (medicina interna e/ou psiquiatria). Para saber os contactos da Direcção Regional das Comunidades, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2. - Instituto de Acção Social O Instituto de Acção Social, para além dos apoios técnicos e financeiros estabelecidos para a população em geral, atribuídos de acordo com o cumprimento dos devidos critérios, também é o responsável pela coordenação da Equipa Multidisciplinar Especializada de Exclusão Social Grave, constituída pelas mais diversas instituições (onde se encontram o Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social e o Abrigo Amigo), que dá apoio e acompanhamento aos cidadãos portugueses alvo de deportação, bem como a outras pessoas em situação de vulnerabilidade social.

16 16 Guia Prático para o Regresso aos Açores - Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social O Centro de Acolhimento Temporário tem capacidade para acolher 6 indivíduos e procura dar respostas à problemática dos cidadãos deportados e promover a re-integração social de indivíduos do sexo masculino, que encerram em si um conjunto de problemáticas de tratamento específico e diferenciado, através de uma metodologia adequada. O Centro de Acolhimento Temporário tem como objectivos específicos acolher indivíduos sem habitação, cuja situação não se enquadre numa outra resposta; proporcionar abrigo, alimentação, higiene e cuidados de saúde; acompanhar o indivíduo, tentando encontrar formas de re-integração social; promover a ocupação criativa de acordo com as motivações e potencialidades individuais; procurar, meios e ou espaços de realização e de qualificação profissional. Para saber os contactos do Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social, consulte a secção de contactos deste guia na página 86, número 8. - Abrigo Amigo O Abrigo Amigo tem capacidade para acolher 25 indivíduos sem abrigo, bem como indivíduos deportados. Tem como objectivos específicos acolher indivíduos sem habitação, cuja situação não se enquadre numa outra resposta; proporcionar abrigo, alimentação, higiene e cuidados de saúde; acompanhar o indivíduo, tentando encontrar formas de re-integração social; promover a ocupação criativa de acordo com as motivações e potencialidades individuais e procurar meios e, ou, espaços de realização e de qualificação profissional. Para saber os contactos do Abrigo Amigo, consulte a secção de contactos deste guia na página 86, número 9. Nas restantes ilhas do Arquipélago quais são as instituições que dão apoio aos cidadãos portugueses que foram deportados? Nas restantes ilhas as instituições que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram alvo de deportação são a

17 Guia Prático para o Regresso aos Açores 17 Direcção Regional das Comunidades e o Instituto de Acção Social. - Direcção Regional das Comunidades A Direcção Regional das Comunidades (DRC) é um departamento do Governo Regional dos Açores que desenvolve a sua acção no âmbito da integração e preservação da identidade cultural dos seus públicos emigrantes, imigrantes e emigrantes regressados. Nas restantes ilhas do arquipélago, a Direcção Regional das Comunidades trabalha em estreita colaboração com o Instituto de Acção Social e com outras instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, no sentido de possibilitar a estes cidadãos uma integração plena na sociedade açoriana. A DRC recebe e reúne todas as informações disponibilizadas por outras entidades sobre a chegada de um cidadão deportado e faz a difusão da informação. Na ilha do Faial, através do Gabinete de Emigração e Regressos, a DRC faz o acolhimento no aeroporto e estabelece os contactos necessários com as instituições que trabalham na área da integração social, com o objectivo de estabelecer um plano de acolhimento ao cidadão deportado. O Gabinete de Emigração e Regressos promove igualmente o acolhimento no aeroporto a cidadãos cujo destino final seja a ilha do Pico, mas que fazem escala na ilha do Faial. Na ilha do Faial a DRC apoia igualmente na obtenção de documentação - cartão de cidadão, obtenção de certificados de habilitações e pedidos de equivalência. Para saber os contactos da Direcção Regional das Comunidades, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2. - Instituto de Acção Social O Instituto de Acção Social, para além dos apoios técnicos e financeiros estabelecidos para a população em geral, atribuídos de acordo com o cumprimento dos devidos critérios, também é o responsável pela coordenação da Equipa Multidisciplinar Especializada de Mobilidade Social e Vulnerabilidade Social,

18 18 Guia Prático para o Regresso aos Açores constituída pelas mais diversas instituições, que faz o acolhimento no aeroporto e dá apoio e acompanhamento aos cidadãos deportados, bem como a outras pessoas em situação de vulnerabilidade social. Quem financia as instituições nos Açores que dão apoio aos cidadãos portugueses que são deportados? O financiamento a estas instituições é, única e exclusivamente, português, através do Governo Regional dos Açores. Quando chegar aos Açores para onde me dirijo? Ao chegar aos Açores, independentemente da ilha (e desde que as entidades Americanas ou Canadianas tenham informado as entidades Portuguesas da sua chegada) estarão técnicos no aeroporto à sua espera que lhe darão todas as informações, encaminhamento e/ou apoio. Se necessitar de apoio jurídico e não o puder custear, existe algum organismo que o faculte gratuitamente? Através da inscrição na Segurança Social é possível solicitar apoio jurídico que poderá ser atribuído, desde que o utente cumpra os requisitos exigidos. Para saber os contactos da Segurança Social da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 82 a 85, número 5. Quando deixar o país de acolhimento deixo alguns assuntos por resolver. Como o posso fazer depois de chegar aos Açores? A forma mais fácil e prática de resolver os seus assuntos na sua ausência é deixar uma procuração, devidamente assinada e autenticada pelo Consulado Português, a alguém da sua confiança para tratar de possíveis assuntos pendentes, como por exemplo, comprovativos de habilitações literárias/académicas, cursos profissionais ou outros, comprovativos de empregos, da carta de condução, do envio de divisas

19 Guia Prático para o Regresso aos Açores 19 em contas bancárias, certidões de nascimento, de casamento, etc. Pode igualmente, depois de chegar aos Açores, contactar o Consulado Americano ou o Consulado Canadiano e a Direcção Regional das Comunidades para obter apoio legal e resolver assuntos relativos ao país de acolhimento. Os contactos da Direcção Regional das Comunidades encontram-se na secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2 e os dos Consulado Americano e Canadiano, nas páginas 86 a 87, número 10. Saúde Na Região Autónoma dos Açores o acesso aos cuidados de saúde é gratuito nos centros de saúde, serviços de atendimento urgente e hospitais. O serviço regional de saúde está organizado em várias instituições e serviços organizados de acordo com o tipo de serviço a prestar e qualquer pessoa tem direito ao seu acesso, que é gratuito desde que seja possuidora de cartão de beneficiário da segurança social. 1. Centro de Saúde O Centro de Saúde é a unidade básica do sistema de saúde para o atendimento e prestação de cuidados de saúde, onde se encontram os médicos de família/clínica geral, médicos de saúde pública e enfermeiros que prestam cuidados de saúde essenciais, preventivos ou curativos. Em alguns Centros de Saúde podem existir igualmente técnicos de serviço social, higienistas orais, nutricionistas e psicólogos. Cada cidadão deverá inscrever-se no Centro de Saúde da sua área de residência e para tal deverá levar consigo documentos de identificação (bilhete de identidade, cartão da segurança social ou em alternativa o Cartão de Cidadão) e um comprovativo do local de residência (que poderão ser facturas de fornecimento de água, de electricidade ou outros serviços). Com a inscrição no Centro de Saúde ser-lhe-á entregue um

20 20 Guia Prático para o Regresso aos Açores Cartão de Identificação do Utente do Serviço Regional de Saúde, que lhe será solicitado sempre que necessitar de cuidados de saúde, requisitar e ter acesso a consultas, análises, radiografias e outros meios auxiliares de diagnóstico e terapêutica e passagem de receitas e aquisição de medicamentos. Depois de efectuada a inscrição no Centro de Saúde pode solicitar um médico de família que o passará a acompanhar e à sua família. O médico de família está capacitado para emitir relatórios e atestados médicos, receituário e requisições de exames de diagnóstico médico. in: Guia do Utente do Serviço Nacional de Saúde Quais são os serviços prestados nos Centros de Saúde? São vários os serviços prestados pelo Centro de Saúde, no entanto, nem todos os Centros estão preparados para prestar todos os serviços: - consultas de clínica geral/medicina familiar (médico de família, consulta de planeamento familiar, consulta de gravidez e parto, consulta da criança e do jovem, vacinação); - Serviço de saúde pública (delegado de saúde); - Cuidados de enfermagem; - Serviço social; - Vacinas; - Exames auxiliares de diagnóstico; - Unidades de internamento; - Consultas e apoio domiciliário; - Urgências. Nas situações de urgência, em que não existe risco de vida ou de emergência, deve recorrer ao Serviço de Atendimento Urgente (SAU). No caso de existir risco de vida ou de emergência, deve recorrer às urgências do Hospital e para isso, se necessitar de transporte de ambulância deverá ligar para o número de emergência, que é o 112. in: Guia do Utente do Serviço Nacional de Saúde

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS:

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Acesso a cuidados de saúde programados na União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suiça. Procedimentos para a emissão do Documento

Leia mais

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 Esclarecimentos de dúvidas/informações adicionais: Carolina Peralta/Isabel Silva Gabinete de Relações Internacionais - GRI Rua de Santa Marta, 47, 1º Piso sala 112-1169-023

Leia mais

MEMO. Dia Europeu de Direitos dos Doentes: 10 benefícios que a União Europeia confere aos doentes

MEMO. Dia Europeu de Direitos dos Doentes: 10 benefícios que a União Europeia confere aos doentes COMISSÃO EUROPEIA MEMO Bruxelas, 15 Maio 2013 Dia Europeu de Direitos dos Doentes: 10 benefícios que a União Europeia confere aos doentes Um alto nível de proteção da saúde; o direito de beneficiar de

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

http://www.dgs.pt/wwwbase/raiz/mlkimprimir.aspx?codigoms=0

http://www.dgs.pt/wwwbase/raiz/mlkimprimir.aspx?codigoms=0 Página Web 1 de 5 Mobilidade de Doentes imprimir adicionar aos favoritos Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) Aconselhamos vivamente que leve consigo o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)

Leia mais

Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA

Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA Golden Residence Permit Program BES IMÓVEIS AREA GESTÃO IMOBILIÁRIA Em que consiste, razões para a existência do programa e benefício principal Quem pode beneficiar do programa Como beneficiar do programa

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado. Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado. Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem GUIA DE CANDIDATURA PARA MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA ESTÁGIOS ERASMUS+ (SMP)

Leia mais

CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL

CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL abril 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança

Leia mais

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos ESTE ANO VOU CONHECER NOVAS PESSOAS ESTE ANO VOU ALARGAR CONHECIMENTOS ESTE ANO VOU FALAR OUTRA LÍNGUA ESTE ANO VOU ADQUIRIR NOVAS COMPETÊNCIAS ESTE ANO VOU VIAJAR ESTE ANO VOU SER ERASMUS Guia do Estudante

Leia mais

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Apresentação ERASMUS+ - Ensino Superior O Erasmus+ é o novo programa da UE dedicado à educação, formação, juventude e desporto. O programa tem início

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Cartão Europeu de Seguro de Doença Nº: 20/DSPCS DATA: 18/05/04 Para: Todos os serviços dependentes do Ministério da Saúde Contacto

Leia mais

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes Este folheto explica as regras que se aplicam ao Benefício de

Leia mais

GUIA DE CANDIDATURA ESTÁGIO ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMP)

GUIA DE CANDIDATURA ESTÁGIO ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMP) GUIA DE CANDIDATURA ESTÁGIO ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMP) INFORMAÇÃO GERAL 1. O que é um estágio Erasmus? O Estágio Erasmus é uma parte da sua formação académica (curricular ou extracurricular) efectuada

Leia mais

Respostas a algumas perguntas mais frequentes O PLANO DE SEGURO DE GRUPO JUVENTUDE PARA A EUROPA

Respostas a algumas perguntas mais frequentes O PLANO DE SEGURO DE GRUPO JUVENTUDE PARA A EUROPA Respostas a algumas perguntas mais frequentes Página 1/7 Educação e Cultura Juventude Respostas a algumas perguntas mais frequentes O PLANO DE SEGURO DE GRUPO JUVENTUDE PARA A EUROPA Um plano especialmente

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO 7.6.2008 C 141/27 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO Convite à apresentação de propostas de 2008 Programa Cultura (2007-2013) Execução das seguintes acções do programa: projectos plurianuais

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/17 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Fórum novo millenium Nuno Mangas Covilhã, 22 Setembro 2011 Índice 1 Contextualização 2 Os CET em Portugal 3 Considerações Finais 2 Contextualização

Leia mais

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA?

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA? 1 NOTA INFORMATIVA 1. O que é a SEPA? Para harmonização dos sistemas de pagamento no espaço europeu no sentido de impulsionar o mercado único, foi criada uma Área Única de Pagamentos em Euro (denominada

Leia mais

Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL

Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL Changing lives. Opening minds. Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL ERASMUS + Uma porta aberta para a Europa : O novo programa

Leia mais

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit A solução para os seus problemas na Europa ec.europa.eu/solvit CONHEÇA OS SEUS DIREITOS Viver, trabalhar ou viajar em qualquer país da UE é um direito fundamental dos cidadãos europeus. As empresas também

Leia mais

Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Noruega, Suécia, Reino Unido

Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Noruega, Suécia, Reino Unido PROGRAMA ERASMUS+ AÇÃO 1 MOBILIDADE INDIVIDUAL PARA FINS DE APRENDIZAGEM ENSINO SUPERIOR 2015 TABELA DE BOLSAS DE MOBILIDADE ESTUDANTES PARA ESTUDOS E ESTÁGIOS TABELA 1 De Portugal Continental para: Valor

Leia mais

Nacionalidade Portuguesa Folheto Informativo

Nacionalidade Portuguesa Folheto Informativo Nacionalidade Portuguesa Folheto Informativo Lei da Nacionalidade Portuguesa Lei nº 37/81, de 3 de Outubro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 25/94, 19 de Agosto Regulamento da Nacionalidade Portuguesa

Leia mais

GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL

GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL Portugal já está a atribuir os Golden Residence Permit a cidadãos não- Europeus no caso de realização de determinados

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação Banco BPI, Sociedade

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente. Nome Completo B.I./ Cartão Cidadão Nº Contribuinte Código Repartição Finanças Morada de residência

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente. Nome Completo B.I./ Cartão Cidadão Nº Contribuinte Código Repartição Finanças Morada de residência 1 Proposta de Adesão de Crédito - Particulares Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ Identificação do titular Nome Completo B.I./ Cidadão Nº Contribuinte

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático -Subsídio para Assistência a Filho

Leia mais

3. Substituiçã o de cartão. 4. Inibição do cartão. 2. Emissão do Cartão. Isento Isento -- -- 25,00 (4) Ver Nota (2).

3. Substituiçã o de cartão. 4. Inibição do cartão. 2. Emissão do Cartão. Isento Isento -- -- 25,00 (4) Ver Nota (2). 3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (CLIENTES PARTICULARES) - FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Entrada em vigor: 04-agosto-2015 3.1. Cartões de Crédito Designação do cartão Redes onde o cartão é aceite Barclays

Leia mais

HOPE PORTUGAL. Regulamento do Programa de Intercâmbio

HOPE PORTUGAL. Regulamento do Programa de Intercâmbio HOPE PORTUGAL Regulamento do Programa de Intercâmbio Disposições aplicáveis 1- Os procedimentos e normas que regem o programa acima referido e abaixo denominado Intercâmbio, constam do presente documento,

Leia mais

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente

Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente 1 Proposta de Adesão Particulares Cartão de Crédito Miles & More Gold da Caixa (para residentes no estrangeiro) Agência Nº Conta de Depósitos à Ordem Nº Cliente _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Leia mais

PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL

PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL 1) Se eu pretender realizar mobilidade apenas no 2º semestre do próximo ano académico, quando é que devo apresentar a candidatura? 2) Quando é que devo efectuar o

Leia mais

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV DOCUMENTO 3 DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS TITULARES DOS CARTÕES EUROPEUS DE SEGURO DE DOENÇA OU DE DOCUMENTOS EQUIVALENTES NA SEQUÊNCIA DAS ALTERAÇÕES DO PONTO I DA ALÍNEA A)

Leia mais

SEPA - Single Euro Payments Area

SEPA - Single Euro Payments Area SEPA - Single Euro Payments Area Área Única de Pagamentos em euros APOIO PRINCIPAL: APOIO PRINCIPAL: Contexto O que é? Um espaço em que consumidores, empresas e outros agentes económicos poderão efectuar

Leia mais

DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E COESÃO SOCIAL SETOR SERVIÇOS EDUCATIVOS

DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E COESÃO SOCIAL SETOR SERVIÇOS EDUCATIVOS DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E COESÃO SOCIAL SETOR SERVIÇOS EDUCATIVOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ANO LETIVO 2015/2016 I APRESENTAÇÃO A educação pré-escolar contribui de forma significativa para o desenvolvimento

Leia mais

Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 27-Abr-2015

Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 27-Abr-2015 Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS O Preçário completo da Agência de Câmbios Central, Lda., contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR CRIANÇAS E JOVENS

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR CRIANÇAS E JOVENS Manual de GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Acolhimento Familiar Crianças

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 PT CONSILIUM Schengen A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO 1 LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS 2 COOPERAÇÃO POLICIAL E ADUANEIRA 2 Fronteiras internas 2 Fronteiras

Leia mais

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS E ADULTAS COM DEFICIÊNCIA

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS E ADULTAS COM DEFICIÊNCIA Manual de GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS E ADULTAS COM DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/8 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Acolhimento

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010 de 30 de Junho de 2010

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010 de 30 de Junho de 2010 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010 de 30 de Junho de 2010 Pela Portaria n.º16/2007 de 29 de Março, foi aprovado o regulamento

Leia mais

Reembolso em espécie das prestações acumuladas na Previdência Profissional ao deixar definitivamente a Suíça a partir de 1 de Junho de 2007

Reembolso em espécie das prestações acumuladas na Previdência Profissional ao deixar definitivamente a Suíça a partir de 1 de Junho de 2007 Sicherheitsfonds BVG Geschäftsstelle Postfach 1023 3000 Bern 14 Tel. +41 31 380 79 71 Fax +41 31 380 79 76 Fonds de garantie LPP Organe de direction Case postale 1023 3000 Berne 14 Tél. +41 31 380 79 71

Leia mais

2º e 3º Ciclos Ensino Profissional

2º e 3º Ciclos Ensino Profissional 2º e 3º Ciclos Ensino Profissional Índice 1. A União Europeia O caminho da UE 2. Os Anos Europeus 3. 2010 Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social (AECPES) 4. 2010 AECPES. Pobreza e Exclusão

Leia mais

GUIA DE CANDIDATURA PARA. ESTÁGIOS ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp)

GUIA DE CANDIDATURA PARA. ESTÁGIOS ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp) GUIA DE CANDIDATURA PARA ESTÁGIOS ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp) INTRODUÇÃO 1. O que é um estágio Erasmus? O Estágio Erasmus é uma parte da sua formação académica (curricular ou extra-curricular) efectuada

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N 39 - v4.14) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

1. 2. 3. 4. PASSO A PASSO. Links para saber mais. A União Europeia. Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012?

1. 2. 3. 4. PASSO A PASSO. Links para saber mais. A União Europeia. Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012? junho 2012 PASSO A PASSO 1. 2. 3. 4. A União Europeia Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012? Ano Europeu 2012: curiosidades iniciativas quiz Links para saber mais 1. A União Europeia 27 Estados-Membros

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA Artigo 1º Âmbito 1. Este regulamento aplica-se à resposta social Equipa de Intervenção Directa (EID) resposta social dirigida à população toxicodependente, da Unidade de Apoio a Toxicodependentes e Seropositivos

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N39 - v4.07) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

ANEXOS. Decisão de Execução da Comissão

ANEXOS. Decisão de Execução da Comissão COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.9.2014 C(2014) 6141 final ANNEXES 1 to 4 ANEXOS da Decisão de Execução da Comissão que estabelece a lista de documentos comprovativos a apresentar pelos requerentes de visto

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA INSTITUTO DA DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Subsídio

Leia mais

FICHA DE PRODUTO NOVAS SOLUÇÕES

FICHA DE PRODUTO NOVAS SOLUÇÕES FICHA DE PRODUTO SEGURO DE VIAGEM Ao planear uma viagem, seja de lazer ou de negócio, devemos incluir a necessidade de efectuar um seguro de viagem. Não podemos evitar apertos e dificuldades que podem

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS Introdução O presente documento pretende apresentar uma visão geral das principais conclusões e recomendações do estudo da European Agency

Leia mais

Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13

Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Adoção (32 V4.07) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social,

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N 39 - v4.12) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 SEGURANÇA SOCIAL Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores por conta de outrem Trabalhadores independentes Seguro social voluntário: Trabalhadores

Leia mais

GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS

GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS Manual de GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apadrinhamento Civil Crianças

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44 Quadro Número de empresas de seguros a operar em Portugal 24 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 2 46 2 78 Empresas de seguros de direito português 5 23 6 44 Empresas de seguros 5 2

Leia mais

SERVIÇOS CONSULARES: GUIA DOS VISTOS. Nasceu nos Estados Unidos ou algum dos seus progenitores tinha cidadania americana à data do seu nascimento?

SERVIÇOS CONSULARES: GUIA DOS VISTOS. Nasceu nos Estados Unidos ou algum dos seus progenitores tinha cidadania americana à data do seu nascimento? Nasceu nos Estados Unidos ou algum dos seus progenitores tinha cidadania americana à data do seu nascimento? SIM ou NÃO Se nasceu nos Estados Unidos ou se algum dos seus progenitores tinha a cidadania

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

Pedi asilo na UE Que país vai processar o meu pedido?

Pedi asilo na UE Que país vai processar o meu pedido? PT Pedi asilo na UE Que país vai processar o meu pedido? A Informações sobre o Regulamento de Dublim destinadas aos requerentes de proteção internacional, em conformidade com o artigo 4.º do Regulamento

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO. Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO. Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional em matéria de política de saúde, foi definido, pelo Decreto Lei n.º

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR As modalidades de acção social escolar de que beneficiam os alunos da Região Autónoma dos Açores

Leia mais

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 106 QUARTA-FEIRA, 30 DE JUNHO DE 2010

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 106 QUARTA-FEIRA, 30 DE JUNHO DE 2010 I SÉRIE NÚMERO 106 QUARTA-FEIRA, 30 DE JUNHO DE 2010 ÍNDICE: VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO E SECRETARIAS REGIONAIS DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA SAÚDE Portaria n.º 66/2010: Aprova o regulamento

Leia mais

CENTRO EUROPEU DO CONSUMIDOR - PORTUGAL EUROPEAN CONSUMER CENTRE

CENTRO EUROPEU DO CONSUMIDOR - PORTUGAL EUROPEAN CONSUMER CENTRE ECC-Net: Travel App Uma nova aplicação para telemóveis destinada aos consumidores europeus que se deslocam ao estrangeiro. Um projeto conjunto da Rede de Centros Europeus do Consumidor Nome da app: ECC-Net:

Leia mais

REGIME LEGAL DE ENTRADA E PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS EM ANGOLA

REGIME LEGAL DE ENTRADA E PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS EM ANGOLA REGIME LEGAL DE ENTRADA E PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS EM ANGOLA Edição Online e Coordenação Técnica: Icep Portugal/Unidade Conhecimento de Mercado Elaboração: Delegação do Icep Portugal em Luanda Data:

Leia mais

A formação da União Europeia

A formação da União Europeia A formação da União Europeia A EUROPA DOS 28 Como tudo começou? 1926: 1º congresso da União Pan- Europeia em Viena (Áustria) 24 países aprovaram um manifesto para uma organização federativa na Europa O

Leia mais

Documentação PASSAPORTE

Documentação PASSAPORTE Documentação PASSAPORTE Para emissão de passaporte é necessário entrar no site da Polícia Federal, www.dpf.gov.br e seguir as instruções abaixo: Verifique a documentação necessária. Atenção: Não há renovação

Leia mais

É UM CIDADÃO EUROPEU A RESIDIR NA BÉLGICA? Então venha votar no dia 25 de Maio de 2014 para o Parlamento Europeu!

É UM CIDADÃO EUROPEU A RESIDIR NA BÉLGICA? Então venha votar no dia 25 de Maio de 2014 para o Parlamento Europeu! F É UM CIDADÃO EUROPEU A RESIDIR NA BÉLGICA? Então venha votar no dia 25 de Maio de 2014 para o Parlamento Europeu! 1 QUEM PODE VOTAR A 25 DE MAIO DE 2014? Para poder participar nesta eleição na qualidade

Leia mais

GUIA DE CANDIDATURA PARA A ACTIVIDADE DE MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp)

GUIA DE CANDIDATURA PARA A ACTIVIDADE DE MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp) GUIA DE CANDIDATURA PARA A ACTIVIDADE DE MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp) I INFORMAÇÃO GERAL LLP/ERASMUS Placements A Universidade de

Leia mais

PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA DOS FAMILIARES

PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA DOS FAMILIARES A COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A SEGURANÇA SOCIAL DOS TRABALHADORES MIGRANTES Ver «Instruções» na página 4 E 411 ( 1 ) PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA

Leia mais

Regulamento para atribuição do Cartão Municipal do Idoso na área do Município de Lagoa Açores

Regulamento para atribuição do Cartão Municipal do Idoso na área do Município de Lagoa Açores Regulamento para atribuição do Cartão Municipal do Idoso na área do Município de Lagoa Açores Preâmbulo Aos Municípios incumbem, em geral, prosseguir os interesses próprios, comuns e específicos das populações

Leia mais

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA.

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA. 1. Medida 3.4: Apoio ao desenvolvimento do Emprego e da Formação Profissional 2. Descrição: A Medida Apoio ao desenvolvimento do Emprego e Formação Profissional do PRODESA visa criar as condições para

Leia mais

Notas sobre o formulário Acto de Oposição

Notas sobre o formulário Acto de Oposição INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (IHMI) Marcas, Desenhos e Modelos Notas sobre o formulário Acto de Oposição 1. Observações gerais 1.1 Utilização do formulário O formulário pode ser obtido

Leia mais

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º).

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). 3. EDUCAÇÃO Quadro legal O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de

Leia mais

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) ( ÍNDICE)

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) ( ÍNDICE) 3.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é 5. Comissão pela recuperação de valores em dívida 6. Não pagamento até à data limite Cartão Classic Estrangeiro: Rede 28,85 28,85 19,23 19,23 Isenção

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA

REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA APROVADO EM REUNIÃO DE CÂMARA DE 12 DE JUNHO DE 2013 ÍNDICE Preâmbulo Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Objetivo Artigo 3.º - Condições

Leia mais

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE)

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE) 11.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é 3. Substituição de 4. Inibição do 5. Comissão pela recuperação de valores em dívida 6. Não pagamento até à data limite Cartão Business 43,27 43,27

Leia mais

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE)

11. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (OUTROS CLIENTES) ( ÍNDICE) 11.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é 3. Substituição de 4. Inibição do 5. Comissão pela recuperação de valores em dívida 6. Não pagamento até à data limite Cartão Business Estrangeiro:

Leia mais

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)

3. CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO (PARTICULARES) (ÍNDICE) 3.1. Cartões de crédito Comissões (Euros) Redes onde o cartão é aceite 1. Anuidades 1 1.º Titular Outros Titulares 2. Emissão de cartão 1 3. Substituição de cartão 2 4. Inibição do cartão 5. Pagamentos

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional em matéria de política de saúde, foi definido, pelo Decreto Lei n.º

Leia mais

2. Emissão de. Outros Titulares. seguintes. 1.º ano. Anos. cartão. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44

2. Emissão de. Outros Titulares. seguintes. 1.º ano. Anos. cartão. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44. Grátis 28,85 -- -- -- 19,23 26,44 11.1. Cartões de crédito Designação do Redes onde o é aceite 1.º Titular Outros Titulares de (5) (1) 5. Recuperação de valores em divida (6) Millennium bcp Business Silver 28,85 19,23 26,44 Millennium

Leia mais

2012 Guia do Imigrante

2012 Guia do Imigrante 2012 Guia do Imigrante FICHA TÉCNICA AUTOR: PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA DIRECÇÃO REGIONAL DAS COMUNIDADES EDIÇÃO: DIRECÇÃO REGIONAL DAS COMUNIDADES COORDENADOR

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 15/2015 de 23 de Janeiro de 2015 Considerando que o Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U dirigido a jovens recém-licenciados, mestres

Leia mais

Câmara Municipal de Cuba

Câmara Municipal de Cuba Câmara Municipal de Cuba Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo para Cursos do Ensino Superior CAPITULO 1 Artigo 1 Âmbito 1. O presente Regulamento tem como lei habilitante a Lei n 169/99,

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR ADOÇÃO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR ADOÇÃO GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/16 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio por Adoção (3011 v1.15) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P.

Leia mais

Fusões e cisões transfronteiras

Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Consulta organizada pela Comissão Europeia (DG MARKT) INTRODUÇÃO Observações preliminares O presente questionário tem por objetivo recolher

Leia mais

ÍNDICE. Artigo 8.º - Apoio ao pagamento de renda ou prestações relacionadas com a aquisição de habitação própria

ÍNDICE. Artigo 8.º - Apoio ao pagamento de renda ou prestações relacionadas com a aquisição de habitação própria REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA ÍNDICE Preâmbulo Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Objetivo Artigo 3.º - Condições de atribuição Artigo 4.º - Destinatários Artigo 5.º

Leia mais

FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL

FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL Sexo FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL 1/9 FORMULÁRIO DE CANDIDATURA (nº SM ) Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra 1. Identificação (nome completo), Nascido em (data:) / /, estado civil: género:

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA DIRETORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS E INTERINSTITUCIONAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA DIRETORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS E INTERINSTITUCIONAIS Visto para estudante na Suíça Para os estudantes aceitos em uma instituição de ensino ou curso, por um período de estudos superior a 90 dias. Formulário de visto preenchido e assinado em três vias originais.

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia. Ministério da Economia

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia. Ministério da Economia I SÉRIE Terça-feira, 1 de abril de 2014 Número 64 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministérios das Finanças, da Administração Interna e da Economia Portaria n.º 77-B/2014: Fixa o valor das taxas de segurança a cobrar

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho 07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho Estágios Profissionais A matéria relativa aos estágios profissionais encontra-se regulada pelo Decreto-Lei n.º 66/2011, de 1 de Junho («Estágios Profissionais»)

Leia mais

SEGURO DE SAÚDE ASSP/MULTICARE

SEGURO DE SAÚDE ASSP/MULTICARE SEGURO DE SAÚDE ASSP/MULTICARE Para além da informação geral já indicada (Características e Vantagens, Condições de Adesão, Limites de Idade e Serviço de Apoio ao Cliente), apresenta-se agora informação

Leia mais

Geografia 03 Tabata Sato

Geografia 03 Tabata Sato Geografia 03 Tabata Sato IDH Varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1 maior o IDH de um país. Blocos Econômicos Economia Globalizada Processo de Regionalização Tendência à formação de blocos econômicos

Leia mais

Regulamento. Sorriso Solidário

Regulamento. Sorriso Solidário Regulamento Sorriso Solidário 0 Introdução A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, tem desenvolvido ao longo dos tempos, diversas iniciativas no sentido de criar condições que favoreçam o bem-estar

Leia mais

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC Seminário 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Casa própria ou arrendamento perfil da ocupação residencial emportugal Bárbara Veloso INE 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Sumário Aumentaram

Leia mais

Conta Satélite da Saúde 2010-2012Pe

Conta Satélite da Saúde 2010-2012Pe Conta Satélite da Saúde 21-212Pe 21 de junho de 213 Em 212 a despesa corrente em saúde voltou a diminuir Em 212, a despesa corrente em saúde voltou a diminuir significativamente (-5,5), após ter registado

Leia mais