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2 Ficha Técnica Título Guia Práctico para o Regresso aos Açores A Practical Guide for Returning to the Azores Autor Presidência do Governo Regional dos Açores Direcção Regional das Comunidades Edição Presidência do Governo Regional dos Açores Direcção Regional das Comunidades Capa Fotografias cedidas por IRIS, Rita Dias e Telma Silva Revisão Jeanette Rebert Rita Dias Sónia Duque Telma Silva Depósito Legal /08 Tiragem 1500 exemplares Execução Gráfica Coingra, Lda. Mapas Cedidos por Associação de Turismo dos Açores

3 Índice - União Europeia Trabalhar na Europa Portugal Região Autónoma dos Açores Documentação Legal Protecção Social Saúde Educação Emprego/Investimento Valor do Ordenado Mínimo e Estimativas de despesas correntes Habitação Transportes Protecção Civil Algumas questões relativas aos Estados Unidos da América Outras informações úteis Contactos e números de telefone úteis Mapas... 99

4 4 Guia Prático para o Regresso aos Açores Nota Introdutória O presente guia é uma iniciativa da Direcção Regional das Comunidades, cujos destinatários são os cidadãos portugueses, naturais dos Açores, em processo de deportação para a Região Autónoma dos Açores e que se encontram em Centros de Detenção nos Estados Unidos da América e no Canadá. Pretende-se que este guia seja um instrumento útil de resposta a questões e dúvidas várias, muitas vezes levantadas por esses cidadãos que, na sua maioria, desconhecem a realidade da vida na Região Autónoma dos Açores, dado terem emigrado com os pais enquanto crianças e nunca terem visitado o país de origem. Através dos conteúdos do guia o cidadão regressado consegue ter uma noção do enquadramento geográfico e políticoadministrativo da Região Autónoma dos Açores, bem como de todas as organizações e instituições que prestam serviços e apoios aos cidadãos nas mais diversas áreas, nomeadamente, documentação legal, protecção social, saúde, educação, emprego e investimento, habitação, transportes, protecção civil e outras informações úteis relativas ao país de acolhimento e à Região. Este guia foi elaborado com a colaboração das seguintes instituições: ARRISCA, Casa de Saúde de São Miguel, Consulado Americano em Ponta Delgada, Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social, Direcção de Serviços de Cartografia e Informação Geográfica, Instituto de Acção Social e Novo Dia. A todas, a nossa gratidão e o nosso apreço por tornarem possível o trabalho em rede.

5 Guia Prático para o Regresso aos Açores 5 União Europeia A União Europeia foi criada após a Segunda Guerra Mundial com o objectivo de garantir a paz, a estabilidade e a prosperidade na Europa e tem como missão: Assegurar paz, prosperidade e estabilidade às suas populações; Consolidar a reunificação do continente europeu; Garantir a segurança dos cidadãos; Promover um desenvolvimento económico e social equilibrado; Vencer os desafios da globalização e preservar a diversidade dos povos europeus; Fomentar os valores que os europeus partilham, como o desenvolvimento sustentável, a qualidade do ambiente, os direitos humanos e a economia social de mercado. Fonte: Que países constituem actualmente a União Europeia? A União Europeia é constituída actualmente por 27 países, nomeadamente, Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suécia. Que países utilizam o Euro como moeda? São 15 os países que utilizam como moeda o Euro: Alemanha, Áustria, Bélgica, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Chipre e Malta. Posso circular livremente nos paises da União Europeia sem visto? No que respeita à circulação de pessoas e mercadorias, foi assinado um acordo chamado Acordo de Schengen, através do qual

6 6 Guia Prático para o Regresso aos Açores foram eliminados os controlos nas fronteiras internas. No entanto, o Acordo de Schengen só se aplica entre 22 países da União Europeia, que são a Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal, Suécia, Estónia, Hungria, Lituânia, Letónia, Malta, Polónia, Eslovénia, Eslováquia e República Checa. De notar que a Islândia e a Noruega não são membros da União Europeia, mas aderiram ao Acordo de Schengen. Deste modo, no total são 24 países onde vigora o Acordo de Schengen. Fonte: O que é o Espaço Económico Europeu (EEE)? Países como Alemanha, Bulgária, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Suécia, Suiça e Áustria assinaram um acordo, intitulado Espaço Económico Europeu, em que passou a ser possível aos cidadãos de qualquer um desses países trabalhar noutro país do Espaço Económico Europeu. Fonte: Trabalhar na Europa Se eu pretender viver e trabalhar em outro país da Europa o que devo fazer? Nos países que constituem o Espaço Económico Europeu existe livre circulação de trabalhadores, com os mesmos direitos dos cidadãos do país para onde se pretende trabalhar. Para obter todas as informações e esclarecimentos sobre os vários países e tipos de emprego, pode consultar ou contactar a Agência para a Qualificação e Emprego. Para saber os contactos da Agência para a Qualificação e Emprego da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia na página 77, número 1.

7 Guia Prático para o Regresso aos Açores 7 Posso ir trabalhar para a Bermuda com um visto de trabalho? Sim. A Bermuda é uma colónia britânica e o Reino Unido faz parte da Europa e da União Europeia, mas como não assinou o Acordo de Schengen, é necessário um visto para entrar no país. A Bermuda, por ser um território muito pequeno, tem leis e regras restritivas no que respeita à emigração, no entanto, um contrato de trabalho poderá permitir ao trabalhador permanecer na Bermuda por um período máximo de 6 anos, ao fim do qual tem de regressar ao seu país, caso contrário poderá será deportado. É importante ter em conta que, tendo sido repatriado dos Estados Unidos da América ou do Canadá, ao viajar para a Bermuda não deverá fazer voo de ligação por esses países. Em alternativa poderá fazer voo de ligação por Londres ou outra cidade europeia que faça ligações com a Bermuda. Pode obter informações sobre os procedimentos para conseguir um visto de trabalho na Bermuda através Direcção Regional das Comunidades, cujos contactos pode consultar na secção de contactos nas páginas 77 a 78, número 2. Portugal Bandeira de Portugal O território nacional é constituído por Portugal Continental, Arquipélago da Madeira e Arquipélago dos Açores. Portugal Continental fica situado no extremo sudoeste da Europa e faz fronteira com Espanha. O Arquipélago da Madeira fica situado no Oceano Atlântico a oeste da costa africana e o Arquipélago dos Açores fica situado no nordeste do Oceano Atlântico. Lisboa é a

8 8 Guia Prático para o Regresso aos Açores capital de Portugal e é também a sua maior cidade. Na Madeira a principal cidade é o Funchal e nos Açores existem três cidades principais, que são Ponta Delgada (ilha de São Miguel), Angra do Heroísmo (ilha Terceira) e Horta (ilha do Faial). Fonte: Região Autónoma dos Açores Bandeira dos Açores Os Açores são um arquipélago constituído por nove ilhas divididas por três grupos: Grupo Ocidental: Corvo e Flores Grupo Central: Faial, Graciosa, Pico, São Jorge e Terceira Grupo Oriental: Santa Maria e São Miguel O Arquipélago dos Açores conta com uma população estimada em habitantes e foi inicialmente povoado por pessoas originárias de Portugal Continental, Bélgica, Holanda, França e Espanha e, actualmente, ainda é possível encontrar características físicas, culturais e linguísticas destes povos na população local. O Arquipélago dos Açores é uma Região Autónoma desenvolvida, dotada de infra-estruturas modernas, que se apresenta como um ponto estratégico internacional na periferia europeia, inserida no mercado comum da União Europeia, da qual é uma das Regiões com a taxa de desemprego mais baixa. A principal actividade económica dos Açores é a agropecuária, em que os produtos lácteos e a criação de gado representam uma grande percentagem da economia local. Outras activi-

9 Guia Prático para o Regresso aos Açores 9 dades económicas igualmente importantes são a pesca e o turismo, que tem registado um crescimento exponencial. Dotada de infra-estruturas e de vias de comunicação modernas, a Região Autónoma dos Açores aposta na juventude e nos seus recursos humanos, com base num desenvolvimento económico sustentado. Os Açores têm um clima subtropical com temperaturas médias de 13º centígrados no Inverno e de 24º centígrados no Verão. A água do mar tem uma temperatura média entre os 17º e os 23º centígrados. O ar é húmido com uma taxa de 75% de humidade relativa média. A escala de medição das temperaturas utilizada na Europa é a de Celsius pelo que, para converter temperaturas da escala de Fahrenheit para a escala Celsius, ou vice- versa, deverá utilizar as seguintes fórmulas: Fahrenheit para Celsius: valor em ºF 32 / 1.8 (exemplo: 75.2 ºF 32 / 1.8 = 24 ºC) Celsius para Fahrenheit: valor em ºC x (exemplo: 24 ºC x = 75.2 ºF) Documentação legal Enquanto cidadão português que documentos legais tenho de possuir para usufruir em pleno dos meus direitos? Enquanto cidadão português devo possuir o Cartão de Cidadão, que reúne num só documento, e vem substituir, os antigos bilhete de identidade, cartão de contribuinte, cartão de beneficiário da segurança social, cartão de eleitor e cartão de utente do Serviço Nacional e Regional de Saúde O Cartão de Cidadão que pode ser solicitado nas Conservatórias de Registo Civil ou nos vários Postos de Atendimento ao Cidadão da Rede Integrada de Apoio ao Cidadão (RIAC). Para saber os contactos das Conservatórias de Registo Civil da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia, nas páginas 78 a 81, com o número 3. Para saber os con-

10 10 Guia Prático para o Regresso aos Açores tactos dos postos da RIAC da sua área de residência consulte a página 82, número 4. Protecção Social Como posso ter acesso à protecção e apoios disponibilizados pela Segurança Social? Existem vários apoios e protecções disponibilizados pela Segurança Social e, para ter acesso aos mesmos, é necessário estar inscrito na Segurança Social e cumprir os requisitos para beneficiar dos mesmos. Para se inscrever na Segurança Social deverá apresentar um documento de identificação, que poderá ser o cartão de cidadão, o bilhete de identidade, a certidão de nascimento, um título de viagem, etc. Para além dos apoios e protecções sociais existentes para qualquer cidadão da Região Autónoma dos Açores, existem várias instituições que apoiam directamente cidadãos com problemáticas mais específicas, como é o caso dos cidadãos portugueses deportados. No entanto, e apesar dos apoios serem idênticos em todo o Arquipélago, estes são prestados por entidades diferentes, consoante a ilha onde o cidadão irá residir. Para saber os contactos da Segurança Social da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 82 a 85, número 5. Quem coordena as instituições que dão apoio directo ao cidadão deportado? No ano de 2005, e por iniciativa da Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social, foi criada a Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana, que tem como seu principal objectivo contribuir para a integração efectiva de públicos em situação de exclusão e em mobilidade. A Rede é constituída por várias instituições, públicas e privadas, que desenvolvem a sua acção no âmbito da integração social, nas quais se encontram as que dão apoio directo aos cidadãos deportados.

11 Guia Prático para o Regresso aos Açores 11 Quais são as instituições em São Miguel que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram deportados? As instituições que dão o primeiro apoio são a Direcção Regional das Comunidades, o Instituto de Acção Social, a Arrisca e o Novo Dia. - Direcção Regional das Comunidades (comum a todas ilhas) A Direcção Regional das Comunidades (DRC) é um departamento do Governo Regional dos Açores que desenvolve a sua acção no âmbito da integração e preservação da identidade cultural dos seus públicos emigrantes, imigrantes e emigrantes regressados. No caso dos cidadãos deportados, a DRC integra a Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana e trabalha com outras instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, no sentido de possibilitar a estes cidadãos uma integração plena na sociedade açoriana. É a DRC quem recebe e reúne todas as informações disponibilizadas por outras entidades sobre a chegada de um cidadão alvo de deportação e faz a devida difusão da informação. Na ilha de São Miguel, através do Gabinete de Integração Social, estabelece os contactos necessários com as diversas instituições que trabalham nessa área, com o objectivo de estabelecer um plano de acolhimento ao cidadão deportado. Para saber os contactos da Direcção Regional das Comunidades, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2. - Instituto de Acção Social (comum a todas as ilhas) O Instituto de Acção Social, para além dos apoios técnicos e financeiros estabelecidos para a população em geral, atribuídos de acordo com o cumprimento dos devidos critérios, presta apoio ao cidadão deportado através da Equipa Multidisciplinar Especializada de Exclusão Social Grave, para além de coordenar a Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana.

12 12 Guia Prático para o Regresso aos Açores - ARRISCA (Associação Regional de Reabilitação e Integração Sócio-Cultural dos Açores) A ARRISCA destina-se a cidadãos com idades superiores a doze anos, inclusive, famílias e envolvente comunitária no âmbito da reabilitação e reintegração psicossocial, nas áreas de psiquiatria e saúde mental, alcoologia, toxicodependência, sem-abrigo, criminalidade e outros em mobilidade geográfica que se encontrem em situação de vulnerabilidade social grave. Os técnicos de reabilitação e integração social, bem como, a comunidade em geral, são ainda considerados público-alvo. Para a população deportada recém-chegada, a ARRISCA presta os seguintes serviços: No Serviço de Integração Sócio-Laboral: Recepção no aeroporto (em parceria com a Associação Novo Dia); Apoio na documentação - cartão de cidadão e obtenção de certificados de habilitações e pedidos de equivalência; Avaliação médica (medicina interna e/ou psiquiatria); Apoio na procura do primeiro quarto; Encaminhamento e articulação com outras instituições e recursos comunitários; Apoio na procura do primeiro emprego e na elaboração do Currículum Vitae. No Serviço de Psicologia: Avaliação e acompanhamento psicológico; Programa de prevenção de recaídas; Grupos de auto-ajuda; Encaminhamento para outros recursos (ex: unidade de desintoxicação, comunidades terapêuticas). No Serviço de Animação: Grupos de estudos (ex: para obtenção da carta de condução); Passeios para conhecimento da ilha;

13 Guia Prático para o Regresso aos Açores 13 Comemoração de datas marcantes dos Estados Unidos, Canadá e de Portugal, entre outras. No Serviço de Formação: Programa de Treino de Competências Pessoais e Sociais; Acções/Cursos de Formação (Português escrito e falado, Informática para principiantes, entre outros). O apoio prestado varia de acordo com as necessidades de cada caso, que é contratualizado entre a pessoa e a instituição e envolve Direitos e Deveres. A ARRISCA poderá cessar todos os apoios contratualizados, caso a pessoa assistida não cumpra as regras (ser por exemplo agressivo com outros utentes ou técnicos). Os apoios são ainda limitados no tempo, porque são dirigidos à integração e acolhimento dos recém-chegados aos Açores. O cidadão deportado poderá ser inserido directamente no mercado normal de trabalho, mas a Reabilitação Sócio- Profissional poderá ser feita ainda em regime de Ocupação, em ateliers e, adquiridas as competências de empregabilidade e respeitadas as regras, a pessoa poderá transitar para o mercado normal de trabalho ou para programas ocupacionais regionais (ex: PROSA - Programa Regional de Ocupação de Adultos). Os indivíduos enquanto estão ocupados nos ateliers recebem um subsídio de subsistência e quando ocupados no PROSA recebem um valor equivalente ao salário mínimo regional. Para saber os contactos da Arrisca, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 85 a 86, número 6. - Novo Dia (Associação de Apoio à Mulher e Jovens em Risco) A Associação Novo Dia tem como principais objectivos: - A dignificação, a promoção e a reinserção humana e social de mulheres e jovens vítimas de variadas problemáticas: prostituição; toxicodependência; sem-abrigo; violência; gravidez na adolescência; mães solteiras em contexto de risco social e seropositivas; - Estabelecer processos de diminuição progressiva da exclusão individual e social de mulheres e jovens em diversas situações de risco, promovendo a sua reinserção na sociedade atra-

14 14 Guia Prático para o Regresso aos Açores vés da consciencialização e intervenção nas causas e consequências destas na sociedade; Para a concretização desses objectivos o Novo Dia dispõe das seguintes valências: a) CATE Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência para Homens a) O CATE tem capacidade para 25 pessoas e é dirigido a homens deportados, sem-abrigo e outros indivíduos em situação grave de exclusão. O CATE possibilita: a) - Acolhimento temporário, durante um período razoável de tempo, mediante um projecto de vida e um acordo de inserção; a) - Desenvolvimento pessoal e social dos utentes através da formação, de programas ocupacionais, do acompanhamento social e psicológico e na articulação com diversas entidades parceiras no âmbito da Rede de Apoio Sócio- Cultural à Mobilidade Humana; a) - Apoio na inserção laboral e no processo de autonomização; a) - Consulta e acompanhamento médico (medicina interna e psiquiátrica) b) Centro de Acolhimento Temporário para Mulheres; c) Centro de Emergência (Drop In) para Mulheres; d) Unidade Móvel de Apoio aos Sem-Abrigo (Equipa de Rua); e) CIPA Centro de Informação, Promoção e Acompanhamento de Políticas de Igualdade. Para saber os contactos do Novo Dia, consulte a secção de contactos deste guia na página 86, número 7. Quais são as instituições na Terceira que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram deportados? As instituições que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram alvo de deportação são a Direcção Regional das Comunidades, o Instituto de Acção Social, o Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social e o Abrigo Amigo.

15 Guia Prático para o Regresso aos Açores 15 - Direcção Regional das Comunidades A Direcção Regional das Comunidades (DRC) é um departamento do Governo Regional dos Açores que desenvolve a sua acção no âmbito da integração e preservação da identidade cultural dos seus públicos emigrantes, imigrantes e emigrantes regressados. No caso dos cidadãos deportados, a DRC integra a Equipa Multidisciplinar Especializada de Exclusão Social Grave (uma das equipas de trabalho da Rede de Suporte Sócio-Cultural à Mobilidade Humana) e trabalha com outras instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, no sentido de possibilitar a estes cidadãos uma integração plena na sociedade açoriana. É a DRC quem recebe e reúne todas as informações disponibilizadas por outras entidades sobre a chegada de um cidadão alvo de deportação e faz a devida difusão da informação. Na ilha Terceira, através do Gabinete de Intercâmbio Cultural Comunitário, estabelece os contactos necessários com as diversas instituições que trabalham nesta área, com o objectivo de estabelecer um plano de acolhimento ao cidadão deportado. A DRC na ilha Terceira dá igualmente apoio na obtenção de documentação (cartão de cidadão e obtenção de certificados de habilitações e pedidos de equivalência), avaliação médica (medicina interna e/ou psiquiatria). Para saber os contactos da Direcção Regional das Comunidades, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2. - Instituto de Acção Social O Instituto de Acção Social, para além dos apoios técnicos e financeiros estabelecidos para a população em geral, atribuídos de acordo com o cumprimento dos devidos critérios, também é o responsável pela coordenação da Equipa Multidisciplinar Especializada de Exclusão Social Grave, constituída pelas mais diversas instituições (onde se encontram o Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social e o Abrigo Amigo), que dá apoio e acompanhamento aos cidadãos portugueses alvo de deportação, bem como a outras pessoas em situação de vulnerabilidade social.

16 16 Guia Prático para o Regresso aos Açores - Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social O Centro de Acolhimento Temporário tem capacidade para acolher 6 indivíduos e procura dar respostas à problemática dos cidadãos deportados e promover a re-integração social de indivíduos do sexo masculino, que encerram em si um conjunto de problemáticas de tratamento específico e diferenciado, através de uma metodologia adequada. O Centro de Acolhimento Temporário tem como objectivos específicos acolher indivíduos sem habitação, cuja situação não se enquadre numa outra resposta; proporcionar abrigo, alimentação, higiene e cuidados de saúde; acompanhar o indivíduo, tentando encontrar formas de re-integração social; promover a ocupação criativa de acordo com as motivações e potencialidades individuais; procurar, meios e ou espaços de realização e de qualificação profissional. Para saber os contactos do Centro de Acolhimento Temporário e de Emergência Social, consulte a secção de contactos deste guia na página 86, número 8. - Abrigo Amigo O Abrigo Amigo tem capacidade para acolher 25 indivíduos sem abrigo, bem como indivíduos deportados. Tem como objectivos específicos acolher indivíduos sem habitação, cuja situação não se enquadre numa outra resposta; proporcionar abrigo, alimentação, higiene e cuidados de saúde; acompanhar o indivíduo, tentando encontrar formas de re-integração social; promover a ocupação criativa de acordo com as motivações e potencialidades individuais e procurar meios e, ou, espaços de realização e de qualificação profissional. Para saber os contactos do Abrigo Amigo, consulte a secção de contactos deste guia na página 86, número 9. Nas restantes ilhas do Arquipélago quais são as instituições que dão apoio aos cidadãos portugueses que foram deportados? Nas restantes ilhas as instituições que dão o primeiro apoio aos cidadãos portugueses que foram alvo de deportação são a

17 Guia Prático para o Regresso aos Açores 17 Direcção Regional das Comunidades e o Instituto de Acção Social. - Direcção Regional das Comunidades A Direcção Regional das Comunidades (DRC) é um departamento do Governo Regional dos Açores que desenvolve a sua acção no âmbito da integração e preservação da identidade cultural dos seus públicos emigrantes, imigrantes e emigrantes regressados. Nas restantes ilhas do arquipélago, a Direcção Regional das Comunidades trabalha em estreita colaboração com o Instituto de Acção Social e com outras instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, no sentido de possibilitar a estes cidadãos uma integração plena na sociedade açoriana. A DRC recebe e reúne todas as informações disponibilizadas por outras entidades sobre a chegada de um cidadão deportado e faz a difusão da informação. Na ilha do Faial, através do Gabinete de Emigração e Regressos, a DRC faz o acolhimento no aeroporto e estabelece os contactos necessários com as instituições que trabalham na área da integração social, com o objectivo de estabelecer um plano de acolhimento ao cidadão deportado. O Gabinete de Emigração e Regressos promove igualmente o acolhimento no aeroporto a cidadãos cujo destino final seja a ilha do Pico, mas que fazem escala na ilha do Faial. Na ilha do Faial a DRC apoia igualmente na obtenção de documentação - cartão de cidadão, obtenção de certificados de habilitações e pedidos de equivalência. Para saber os contactos da Direcção Regional das Comunidades, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2. - Instituto de Acção Social O Instituto de Acção Social, para além dos apoios técnicos e financeiros estabelecidos para a população em geral, atribuídos de acordo com o cumprimento dos devidos critérios, também é o responsável pela coordenação da Equipa Multidisciplinar Especializada de Mobilidade Social e Vulnerabilidade Social,

18 18 Guia Prático para o Regresso aos Açores constituída pelas mais diversas instituições, que faz o acolhimento no aeroporto e dá apoio e acompanhamento aos cidadãos deportados, bem como a outras pessoas em situação de vulnerabilidade social. Quem financia as instituições nos Açores que dão apoio aos cidadãos portugueses que são deportados? O financiamento a estas instituições é, única e exclusivamente, português, através do Governo Regional dos Açores. Quando chegar aos Açores para onde me dirijo? Ao chegar aos Açores, independentemente da ilha (e desde que as entidades Americanas ou Canadianas tenham informado as entidades Portuguesas da sua chegada) estarão técnicos no aeroporto à sua espera que lhe darão todas as informações, encaminhamento e/ou apoio. Se necessitar de apoio jurídico e não o puder custear, existe algum organismo que o faculte gratuitamente? Através da inscrição na Segurança Social é possível solicitar apoio jurídico que poderá ser atribuído, desde que o utente cumpra os requisitos exigidos. Para saber os contactos da Segurança Social da sua área de residência, consulte a secção de contactos deste guia nas páginas 82 a 85, número 5. Quando deixar o país de acolhimento deixo alguns assuntos por resolver. Como o posso fazer depois de chegar aos Açores? A forma mais fácil e prática de resolver os seus assuntos na sua ausência é deixar uma procuração, devidamente assinada e autenticada pelo Consulado Português, a alguém da sua confiança para tratar de possíveis assuntos pendentes, como por exemplo, comprovativos de habilitações literárias/académicas, cursos profissionais ou outros, comprovativos de empregos, da carta de condução, do envio de divisas

19 Guia Prático para o Regresso aos Açores 19 em contas bancárias, certidões de nascimento, de casamento, etc. Pode igualmente, depois de chegar aos Açores, contactar o Consulado Americano ou o Consulado Canadiano e a Direcção Regional das Comunidades para obter apoio legal e resolver assuntos relativos ao país de acolhimento. Os contactos da Direcção Regional das Comunidades encontram-se na secção de contactos deste guia nas páginas 77 a 78, número 2 e os dos Consulado Americano e Canadiano, nas páginas 86 a 87, número 10. Saúde Na Região Autónoma dos Açores o acesso aos cuidados de saúde é gratuito nos centros de saúde, serviços de atendimento urgente e hospitais. O serviço regional de saúde está organizado em várias instituições e serviços organizados de acordo com o tipo de serviço a prestar e qualquer pessoa tem direito ao seu acesso, que é gratuito desde que seja possuidora de cartão de beneficiário da segurança social. 1. Centro de Saúde O Centro de Saúde é a unidade básica do sistema de saúde para o atendimento e prestação de cuidados de saúde, onde se encontram os médicos de família/clínica geral, médicos de saúde pública e enfermeiros que prestam cuidados de saúde essenciais, preventivos ou curativos. Em alguns Centros de Saúde podem existir igualmente técnicos de serviço social, higienistas orais, nutricionistas e psicólogos. Cada cidadão deverá inscrever-se no Centro de Saúde da sua área de residência e para tal deverá levar consigo documentos de identificação (bilhete de identidade, cartão da segurança social ou em alternativa o Cartão de Cidadão) e um comprovativo do local de residência (que poderão ser facturas de fornecimento de água, de electricidade ou outros serviços). Com a inscrição no Centro de Saúde ser-lhe-á entregue um

20 20 Guia Prático para o Regresso aos Açores Cartão de Identificação do Utente do Serviço Regional de Saúde, que lhe será solicitado sempre que necessitar de cuidados de saúde, requisitar e ter acesso a consultas, análises, radiografias e outros meios auxiliares de diagnóstico e terapêutica e passagem de receitas e aquisição de medicamentos. Depois de efectuada a inscrição no Centro de Saúde pode solicitar um médico de família que o passará a acompanhar e à sua família. O médico de família está capacitado para emitir relatórios e atestados médicos, receituário e requisições de exames de diagnóstico médico. in: Guia do Utente do Serviço Nacional de Saúde Quais são os serviços prestados nos Centros de Saúde? São vários os serviços prestados pelo Centro de Saúde, no entanto, nem todos os Centros estão preparados para prestar todos os serviços: - consultas de clínica geral/medicina familiar (médico de família, consulta de planeamento familiar, consulta de gravidez e parto, consulta da criança e do jovem, vacinação); - Serviço de saúde pública (delegado de saúde); - Cuidados de enfermagem; - Serviço social; - Vacinas; - Exames auxiliares de diagnóstico; - Unidades de internamento; - Consultas e apoio domiciliário; - Urgências. Nas situações de urgência, em que não existe risco de vida ou de emergência, deve recorrer ao Serviço de Atendimento Urgente (SAU). No caso de existir risco de vida ou de emergência, deve recorrer às urgências do Hospital e para isso, se necessitar de transporte de ambulância deverá ligar para o número de emergência, que é o 112. in: Guia do Utente do Serviço Nacional de Saúde

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