RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO DA FORMAÇÃO POR ALTERNÂNCIA NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO DA FORMAÇÃO POR ALTERNÂNCIA NO BRASIL"

Transcrição

1 RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO DA FORMAÇÃO POR ALTERNÂNCIA NO BRASIL

2 A Alternância no Brasil Tem ganhado visibilidade e despertando interesses no campo educativo, como objeto de investigação e pesquisa. Temos diversas práticas educativas e compreensão da Alternância.

3 Existem diferentes tipos de centros que trabalham com a Pedagogia da Alternância: 1. Centros Familiares de Formação por Alternância - CEFFAs; 2. Centros de Educação em Alternância CEAs; 3 Centros e Cursos que Trabalham com a Pedagogia da Alternância.

4 Outra maneira de situá-los e entende-los é organizá-los em três tipos, de acordo com o nível de escolaridade oferecido: educação básica; educação profissional; educação superior.

5 As primeiras experiências no Brasil surgiram em 1969 no estado do Espírito Santo, com as Escolas Famílias Agrícolas (EFAs). Estas experiências vão se expandindo e hoje temos diversos centros educativos no meio rural que trabalham com Pedagogia da Alternância.

6 Os Centros educativos que trabalham com a Pedagogia da Alternância no Brasil são: CEFFAs Centros Familiares de Formação por Alternância CEAs Centros e Educação em Alternância EFAs Escolas Famílias Agrícolas CFRs Casas Familiares Rurais ECRs Escolas Comunitárias Rurais EAs Escolas de Assentamentos PROJOVEM Programa de Jovens Empresários Rurais ETEs Escolas Técnicas Estaduais CEDEJOR Centro de Desenvolvimento do Jovem Rural

7 Os Centros Familiares de Formação Por Alternância no Brasil Atualmente os CEFFAs reúnem as Escolas Famílias Agrícolas (EFAs), as Casas Familiares Rurais (CFRs) e as Escolas Comunitárias Rurais (ECRs).

8 Escolas Famílias Agrícolas (EFAs) Sob a coordenação do MEPES nasceram as três primeiras EFAs no Estado do Espírito Santo. Depois dessas primeiras experiências, as EFAs se expandiram para todo Brasil, e hoje são 146 Escolas presentes em 17 estados brasileiros, organizadas em redes regionais, filiadas à UNEFAB.

9 Casas Familiares Rurais (CFRs) Outra experiência com a Pedagogia da Alternância surgiu no Brasil, na década de 1980: as CFRs. Nasceram sob a influência da União nacional das Casas Familiares Rurais Francesas, inicialmente no Nordeste e posteriormente no Sul do Brasil; As CFRs priorizam a formação técnica. A formação escolar é feita pelo regime de suplência de 5 a 8 série do ensino fundamental. Algumas CFRs assumiram, recentemente, o ensino médio e o técnico de nível médio; Diferente das EFAs, as CFRs surgem no Brasil a partir de experiências francesas, ligadas diretamente aos órgãos públicos, com prioridade na formação técnica sobre a formação escolar e recebem apoio financeiro como as EFAs de entidades europeias, mas também dos governos estaduais e municipais; Atualmente existem 118 CFRs, presentes em seis estados Brasileiros.

10 Escolas Comunitárias Rurais (ECRs) Nasceram a partir da EFA de Jaguaré no Estado do Espírito Santo, com a participação de vários segmentos: Paróquia, MEPES, prefeitura, EFA e comunidades Rurais, quando a EFA local deixou de ofertar o ensino fundamental de 5 a 8 série. Hoje estão presentes em alguns municípios do norte do Estado do Espírito Santo.

11 Centros de Educação em Alternância (CEAs) Trabalha igualmente a Pedagogia da Alternância, com a finalidade de realizar a formação dos jovens e contribuir para o desenvolvimento do meio. Não tem, no entanto, na sua origem a associação local.

12 A implantação dos CEFFAs também contribuiu ainda para construção de outras experiências em Alternância: As EAs Escolas Técnicas Agrícolas, são coordenadas pelo MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, com a participação direta do poder público; ETEs Escolas Técnicas. No caso das ETEs de São Paulo, a Pedagogia da Alternância foi adotada pelo CEETEPS Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza que havia assumido as ETEs em 1994; As CFRs tiveram influência na formação de outro CEA: o PROJOVEM. Este por sua vez contribuiu na formação do CEDEJOR.

13 Outros Centros, Cursos e Programas Encontramos no Brasil, outros programas, escolas, sejam municipais e estaduais, bem como diversos cursos que trabalham com a Pedagogia da Alternância: - PROJOVEM Campo Saberes da Terra - Nos últimos anos, muitas escolas estaduais e municipais iniciaram o trabalho com a Alternância. Em 2007 estas somavam cerca de 2 dezenas, conforme informações da SECAD/MEC.

14 O PRONERA Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, vinculado ao INCRA Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, apoia diversos cursos de alfabetização, de ensino fundamental, médio e técnico, bem como cursos de graduação e pós-graduação lato sensu nos 27 Estados do Brasil. Estes cursos, na sua maioria, são realizados em alternância. PROCAMPO Programa de Apoio a Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo.

15 No Estado da Bahia, realizou-se um curso de Licenciatura, nos anos de 2002 a 2004, em ritmo de alternância. Outro curso de graduação foi realizado no Maranhão. No Estado do Espírito Santo foi realizado um curso sequencial de nível superior para os monitores da EFAs de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro.

16 Na pós-graduação lato senso, foram realizados três cursos em parceria com os CEFFAs: No Estado do Espírito Santo entre MEPES e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) na década de 1990; No Estado de Goiás, parceria entre a Associação das Escolas Famílias Agrícolas do Centro-Oeste e Tocantins (AEFACOT) e Universidade Católica de Brasília (UCB), concluído em 2006; No Estado do Paraná, parceria entre Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Associação Regional das Casas Familiares do Sul do Brasil (ARCAFAR SUL), concluído em 2007.

17 Nos anos de 2002 a 2004, foi realizado um curso de mestrado no Brasil, numa parceria entre UNEFAB e duas Universidades europeias (Universidade Nova de Lisboa/Portugal e Universidade François Rebelais de Tour/França. O curso foi certificado por estas duas instituições. A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro oferece um curso de mestrado em Alternância.

18 Em Minas Gerais, a UFMG realizou em parceria com a UNEFAB, Especialização em Pedagogia da Alternância e Educação do Campo, atendendo assessores pedagógicos de vários Estados do Brasil; No Maranhão está em funcionamento através do PROCAMPO, curso de licenciatura realizado pela UFMA, em parceria com UAEFAMA e ARCAFAR.

19 Estudos e Pesquisas sobre a Alternância no Brasil No ano de 2007, um grupo de pesquisadores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná publicou o trabalho Estudos sobre Pedagogia da Alternância no Brasil: Revisão de literatura e perspectivas para a pesquisa o estudo faz uma análise das teses de doutorado e dissertações de mestrado produzidas no Brasil entre 1969 e São analisadas 7 teses de doutorado e 39 dissertações de mestrado, totalizando 46 trabalhos.

20 Na elaboração do trabalho pesquisado, havia o conhecimento de 11 teses de doutorado e 60 dissertações produzidas no Brasil; Além destes ainda a outras produções, algumas publicadas e outras não. Produzidas nos cursos de especialização, nos quais dezenas de monitores elaboraram trabalhos de conclusão, seja como monografia, seja como Projeto de pesquisa e Experimentação Pedagógica (PPEP);

21 Os dois cursos de graduação e um tecnólogo realizados no Brasil produziram dezenas de trabalhos de conclusão de cursos; Os cursos de formação inicial de monitores, realizados pela UNEFAB e pelos regionais de CEFFAs,produziram dezenas de PPEPs. A Rede CEFFAs no Brasil tem a publicação Revista Formação por Alternância, com 11 números publicados;

22 Os CEFFAs e os Marcos Normativos Por muitos anos os CEFFAs funcionaram com autorização dos órgãos educacionais dos Estados, como experiência pedagógica, conforme a legislação em vigor. O reconhecimento da Pedagogia da Alternância, como uma modalidade de organização escolar, é uma conquista mais recentemente:

23 A LDB Lei de Diretrizes Básicas da Educação, artigo 23, fala na Alternância como uma possibilidade de organização da educação básica. Em Minas Gerais, a Pedagogia da Alternância ganha espaço por meio do Parecer Nº 1132/97, que reconhece o tempo na escola e o tempo na família e comunidade como períodos de igual valor letivo.

24 O Parecer N o 01/2006 da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação do MEC, homologado pelo Ministro Fernando Haddad, é um marco normativo considerado relevante para a história dos CEFFAs no Brasil. Ele reconhece tempo na família e comunidade como letivo. No Pará, o Parecer 001/2009 do Conselho Estadual de Educação foi elaborado com base no Parecer 01/2006 do MEC.

25 A Lei Federal nº , de 25 de julho de 2012, reformula a Lei do FUNDEB para viabilizar o direito dos CEFFAs ao financiamento público. No Maranhão o CEE aprovou a Resolução nº 104/2011 que estabelece normas para Educação Básica e a Educação Profissional Técnica de nível Médio nas Escolas do Campo do Sistema Estadual de Ensino do Maranhão, referencias a pratica da Pedagogia da Alternância como sendo das EFAs e CFRs.

Professores no Brasil

Professores no Brasil Professores no Brasil Perfil docente, políticas para o magistério e níveis de formação dos professores brasileiros Maio de 2016 Perfil dos docentes brasileiros Funções docentes da Educação Básica todas

Leia mais

ANEXO IV FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO POR CRITÉRIO. Fator de pontuação

ANEXO IV FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO POR CRITÉRIO. Fator de pontuação RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS RSC I ANEXO IV FORMULÁRIO DE PONTUAÇÃO POR CRITÉRIO Fator de pontuação Unidade Quantidade Máximas de unidades Quantidade de unidades comprovadas obtida I - Experiência

Leia mais

MAIS. São Paulo CLARETIANO. Concurso Público. Curso Preparatório para PRA QUEM QUER MAIS EXPERIÊNCIA. MAIS RECONHECIMENTO. de Diretor da SEE/SP

MAIS. São Paulo CLARETIANO. Concurso Público. Curso Preparatório para PRA QUEM QUER MAIS EXPERIÊNCIA. MAIS RECONHECIMENTO. de Diretor da SEE/SP Curso Preparatório para Concurso Público de Diretor da SEE/SP MAIS EXPERIÊNCIA. MAIS RECONHECIMENTO. CLARETIANO PRA QUEM QUER MAIS São Paulo RUA MARTIM FRANCISCO, 604 SANTA CECÍLIA - PRÓXIMO DO MÊTRO (11)

Leia mais

Currículo do Curso de Pedagogia

Currículo do Curso de Pedagogia Currículo do Curso de Pedagogia Licenciatura ATUAÇÃO Em atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), aprovadas em 2006 pelo Conselho Nacional de (CNE) e homologadas pelo Ministério da (MEC),

Leia mais

Políticas Públicas para Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil

Políticas Públicas para Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil Políticas Públicas para Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil Marcelo Machado Feres Secretário de Educação Profissional e Tecnológica SETEC Ministério da Educação São Paulo, 01 de setembro

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010.

RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010. Cria o Núcleo de Educação à Distância na estrutura organizacional da Pró- Reitoria de Graduação da

Leia mais

O Plano Nacional de Educação. Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal

O Plano Nacional de Educação. Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal O Plano Nacional de Educação Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal Plano Nacional de Educação Diretrizes Superação das desigualdades educacionais

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP TEXTO COMPILADO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as

Leia mais

Assunto: Cursos de Capacitação e Aperfeiçoamento Parceria Instituto Brasil de Estudos, Pesquisas e de Gestão Estratégica de Competência IBRAGEC

Assunto: Cursos de Capacitação e Aperfeiçoamento Parceria Instituto Brasil de Estudos, Pesquisas e de Gestão Estratégica de Competência IBRAGEC Assunto: Cursos de Capacitação e Aperfeiçoamento Parceria Instituto Brasil de Estudos, Pesquisas e de Gestão Estratégica de Competência IBRAGEC Prezado Senhor(a), O Instituto Brasil de Estudos, Pesquisas

Leia mais

PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO

PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO Audiência Pública Câmara dos Deputados Brasília 2014 Extensão: 8,5 milhões km 2 População: 191,5 milhões População

Leia mais

Marco regulatório da Educação a Distância

Marco regulatório da Educação a Distância Marco regulatório da Educação a Distância João Roberto Moreira Alves CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO Marco principal Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes

Leia mais

do Curso de Pós-Graduação em Sociologia, com área de concentração em Estado e Sociedade - Em nível de doutorado. Pe. Antônio Geraldo Amaral Rosa,S.J.

do Curso de Pós-Graduação em Sociologia, com área de concentração em Estado e Sociedade - Em nível de doutorado. Pe. Antônio Geraldo Amaral Rosa,S.J. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Credenciamento do Curso de Pós-Graduação em Sociologia, com área de concentração em Estado e Sociedade - Em nível de doutorado. Pe. Antônio Geraldo Amaral Rosa,S.J. CESu - 2 Grupo

Leia mais

O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e. ABMES, Brasília julho/2010

O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e. ABMES, Brasília julho/2010 O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e Universidades ABMES, Brasília julho/2010 O credenciamento e o recredenciamento de Centros Universitários e Universidades Paulo M. V. B.

Leia mais

ANEXO II. Fichas de Avaliação das Provas Didática e de Títulos FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DA PROVA DIDÁTICA EDITAL N / /2016

ANEXO II. Fichas de Avaliação das Provas Didática e de Títulos FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DA PROVA DIDÁTICA EDITAL N / /2016 Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Rondônia Pró-Reitoria de Graduação Campus Professor Francisco Gonçalves Quiles - Cacoal ANEXO II Fichas de Avaliação das Provas Didática e de Títulos

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS Art. 1º - Este Regulamento visa normatizar as Atividades Complementares do Curso de História. Parágrafo único As Atividades Complementares

Leia mais

ANEXO I Programa de Bolsas de Iniciação Científica da UNILA

ANEXO I Programa de Bolsas de Iniciação Científica da UNILA ANEXO I Programa de Bolsas de Iniciação Científica da UNILA Declaração de produtividade intelectual do pesquisador Wolney Roberto Carvalho Artigos e trabalhos completos publicados Peso Quantidade Subtotal

Leia mais

Acre Previsão por Coeficiente no Estado

Acre Previsão por Coeficiente no Estado Acre 0,6 121.073,55 262.729,59 0,8 161.431,39 350.306,12 1,0 201.789,24 437.882,66 1,2 242.147,09 525.459,19 1,4 - - 1,6 322.862,79 700.612,25 1,8 363.220,64 788.188,78 2,0 - - 2,2 - - 2,4 - - 2,6 524.652,03

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 66/2014 CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de História Segunda

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 66/2014 CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de História Segunda UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 66/2014 CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de História Segunda Licenciatura, oferecido pela UEA por meio do Centro de Estudos

Leia mais

NOME DO CURSO: Acessibilidade na Atividade Física Escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância

NOME DO CURSO: Acessibilidade na Atividade Física Escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância NOME DO CURSO: Acessibilidade na Atividade Física Escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação

Leia mais

A diversidade arquivística brasileira

A diversidade arquivística brasileira A diversidade arquivística brasileira Literatura arquivística Fonte: Costa, Alexandre de Souza. A bibliografia arquivística no Brasil Análise quantitativa e qualitativa. www.arquivistica.net, Rio de janeiro,

Leia mais

CONVITE II ENCONTRO NACIONAL DE JOVENS VIVENDO COM HIV AIDS

CONVITE II ENCONTRO NACIONAL DE JOVENS VIVENDO COM HIV AIDS CONVITE II ENCONTRO NACIONAL DE JOVENS VIVENDO COM HIV AIDS Caros(as) Companheiros(as), É com muita alegria que divulgamos e convidamos para o II Encontro Nacional de Jovens Vivendo com HIV/Aids, organizado

Leia mais

SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO A PESQUISA E EXTENSÃO

SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO A PESQUISA E EXTENSÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO A PESQUISA E EXTENSÃO Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com eberton.marinho@ifrn.edu.br

Leia mais

2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI

2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI 2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI Atividades da Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena 18.11.2014 TERRITÓRIOS ETNOEDUCACIONAIS Pactuação de 02 TEEs TEE

Leia mais

REGULAMENTO ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES. Curso: Pedagogia. Nova Serrana Outubro de 2015

REGULAMENTO ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES. Curso: Pedagogia. Nova Serrana Outubro de 2015 REGULAMENTO ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Curso: Pedagogia Nova Serrana Outubro de 2015 Curso de Pedagogia - Licenciatura: Autorizado conforme Portaria 601 de 29/10/2014 DOU 210 de 30/10/2014 Seção

Leia mais

Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007

Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007 Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007 REGIÃO NORTE 5.951.408 87,35 861.892 12,65 6.813.300 RONDÔNIA 760.521 88,11 102.631 11,89 863.152 ACRE 298.081 85,86 49.094

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA FORMULÁRIO A - CADASTRAMENTO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA FORMULÁRIO A - CADASTRAMENTO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO FORMULÁRIO A - CADASTRAMENTO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO Este formulário refere-se ao art. 3º do Anexo II da Resolução nº 1.073, de 19 de abril de 2016, e deve ser preenchido pela instituição de ensino interessada

Leia mais

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX DISPÕE SOBRE O PLANO MUNICIPAL DE APOIO E INCENTIVO À CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO MUNICÍPIO DE ARACRUZ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA SEETARIA DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA ANEXO I Modelo de Curriculum Vitae (Preenchimento obrigatório neste modelo) 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. 1 Nome: 1. 2 Filiação: Nome do pai Nome da mãe 1. 3 Data de nascimento:

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 Tramitação 1988 Promulgação da Constituição Federal 1988 a 1991 Início de discussão do projeto Jorge Hage na Câmara 1992 Darcy Ribeiro, apoiado por

Leia mais

IMPACTO DO PISO NOS ESTADOS E MUNICÍPIOS SESSÃO ESPECIAL NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA CAMARA DOS DEPUTADOS BRASÍLIA

IMPACTO DO PISO NOS ESTADOS E MUNICÍPIOS SESSÃO ESPECIAL NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA CAMARA DOS DEPUTADOS BRASÍLIA IMPACTO DO PISO NOS ESTADOS E MUNICÍPIOS SESSÃO ESPECIAL NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA CAMARA DOS DEPUTADOS BRASÍLIA - 19.05.2015 MILTON CANUTO DE ALMEIDA Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento

Leia mais

9, R$ , , R$ ,

9, R$ , , R$ , Rondônia 2005 R$ 601.575,17 2005 10.154 2004 1.027.983 2004 108.139 2004 10,52 2006 R$ 609.834,21 2006 10.757 2005 1.025.249 2005 101.539 2005 9,90 2007 R$ 1.229.490,00 2007 9.100 2006 1.047.004 2006 111.068

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 006/2009

NOTA TÉCNICA Nº 006/2009 NOTA TÉCNICA Nº 006/2009 Brasília, 01 de abril de 2009. ÁREA: Educação TÍTULO: Implantação das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 REFERÊNCIA(S): Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003; Lei nº 11.645/08,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PRPDI Orientação Geral O Plano de Desenvolvimento Institucional -PDI, elaborado para um período de 5

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MS/ME Nº 3.019, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2007

PORTARIA INTERMINISTERIAL MS/ME Nº 3.019, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2007 PORTARIA INTERMINISTERIAL MS/ME Nº 3.019, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2007 Dispõe sobre o Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - Pró-Saúde - para os cursos de graduação da área

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADA: IREP Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental UF: SP

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADA: IREP Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental UF: SP PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 1/12/201, Seção 1, Pág. 86. Portaria n 108, publicada no D.O.U. de 1/12/201, Seção 1, Pág. 85. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE

Leia mais

A RESPONSABILIDADE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA FRENTE A LEGISLAÇÃO DO CEE/MT. Aguinaldo Garrido Presidente do CEE/MT março/2013

A RESPONSABILIDADE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA FRENTE A LEGISLAÇÃO DO CEE/MT. Aguinaldo Garrido Presidente do CEE/MT março/2013 A RESPONSABILIDADE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA FRENTE A LEGISLAÇÃO DO CEE/MT Aguinaldo Garrido Presidente do CEE/MT março/2013 CONSTEXTUALIZAÇÃO O Governo de Mato Grosso diante da necessidade de viabilizar

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DOS FUTUROS PEDAGOGOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

A RELEVÂNCIA DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DOS FUTUROS PEDAGOGOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA 1 A RELEVÂNCIA DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DOS FUTUROS PEDAGOGOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Vanessa Ribeiro ANDRETO 1 Andréia Cristiane Silva WIEZZEL 2 RESUMO: O presente projeto de cunho qualitativo,

Leia mais

Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação

Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação Instituto de Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação Especialização: Tecnologias e Metodologias da Programação no Ensino Básico 16 17 Edição Instituto de Educação

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Currículo Configura-se como o conjunto

Leia mais

Educação e Autonomia Processos Educativos no Assentamento Elizabeth Teixeira

Educação e Autonomia Processos Educativos no Assentamento Elizabeth Teixeira Educação e Autonomia Processos Educativos no Assentamento Elizabeth Teixeira RESUMO DO PROJETO O presente projeto tem por finalidade viabilizar financeiramente a continuidade das atividades pedagógicas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB PRIMEIROS RESULTADOS:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB PRIMEIROS RESULTADOS: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB - PRIMEIROS RESULTADOS: Médias de desempenho do SAEB/ em perspectiva comparada Fevereiro de 2007 Presidente

Leia mais

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE TÍTULOS NOME DO CANDIDATO: ÁREA / DISCIPLINA: NÚMERO DE INSCRIÇÃO:

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE TÍTULOS NOME DO CANDIDATO: ÁREA / DISCIPLINA: NÚMERO DE INSCRIÇÃO: CONCURSO PÚBLICO DO INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS EDITAL Nº 29/2013 E EDITAL Nº 04/2014 PROVA DE TÍTULOS PARA OS CARGOS DE PROFESSOR DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR FORMULÁRIO DE CADASTRO

Leia mais

EDITAL CEAD/UFOP N 019/2013

EDITAL CEAD/UFOP N 019/2013 EDITAL CEAD/UFOP N 019/2013 Dispõe sobre o processo de inscrição para o Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica (Pós- Graduação lato sensu) oferecido pelo Centro de Educação Aberta e a Distância

Leia mais

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS E TRABALHOS EM CONCURSOS PÚBLICOS DE PROVAS E TÍTULOS DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS E TRABALHOS EM CONCURSOS PÚBLICOS DE PROVAS E TÍTULOS DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS E TRABALHOS EM CONCURSOS PÚBLICOS DE PROVAS E TÍTULOS

Leia mais

O trabalho Social em perspectiva

O trabalho Social em perspectiva O trabalho Social em perspectiva Trabalho Social Oriundo do trabalho Coletivo; Formação Política a partir do entendimento que estamos numa sociedade em que a luta de classes nunca deixou de existir e ser

Leia mais

Grupos PET criados no Edital 11/2012

Grupos PET criados no Edital 11/2012 Grupos PET criados no Edital 11/2012 Informações reunidas por André Bittencourt Leal, vice-presidente da CENAPET na Gestão 2014-2016 LOTE Proposta de Grupo PET INSTITUIÇÃO ESCOPO CURSOS Relações Internacionais

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA NA CASA FAMILIAR RURAL DE BELTERRA- AMAZÔNIA PARAENSE. 1

A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA NA CASA FAMILIAR RURAL DE BELTERRA- AMAZÔNIA PARAENSE. 1 00135 A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA NA CASA FAMILIAR RURAL DE BELTERRA- AMAZÔNIA PARAENSE. 1 Poliana Fernandes Sena 2 Solange Helena Ximenes-Rocha 3 E-mail: poliana.sena@ufopa.edu.br;

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED RESOLUÇÃO N.º 1.434/2016 GS/SEED Dispõe sobre a pontuação dos eventos de formação e/ou qualificação profissional e produção do professor da Rede Estadual de Educação Básica do Estado do Paraná. O Secretário

Leia mais

REGIMENTO INSTITUCIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGIMENTO INSTITUCIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU REGIMENTO INSTITUCIONAL DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU Bom Jesus do Itabapoana - RJ 2017 Capítulo I Das Disposições Preliminares Art. 1º - Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (Especialização) da FAMESC

Leia mais

I. AVALIAÇÃO DO TRABALHO E DO EVENTO (MÁXIMO 10,0 PONTOS)

I. AVALIAÇÃO DO TRABALHO E DO EVENTO (MÁXIMO 10,0 PONTOS) ANEXO V CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A nota final (NF) será dada pela média aritmética da nota de cada uma das alíneas do 1º, Art. 11 o, conforme os critérios estabelecidos nas tabelas apresentadas neste documento.

Leia mais

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e PORTARIA Nº 01/2011 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2011. Dispõe sobre o processo de matrícula/2012 dos alunos nas Unidades Escolares Municipais - UEM e organização do período letivo de ensino 2012 no município de

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DO NATAL, no uso de suas atribuições legais. Faço saber que a Câmara Municipal de Natal aprovou e eu sanciono a seguinte lei.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DO NATAL, no uso de suas atribuições legais. Faço saber que a Câmara Municipal de Natal aprovou e eu sanciono a seguinte lei. Estado do Rio Grande do Norte Câmara Municipal do Natal Palácio Padre Miguelinho GABINETE DA VEREADORA PROFESSORA ELEIKA BEZERRA GUERREIRO Projeto de Lei Nº 093 /2016 Autoriza a criação do Programa PAZ

Leia mais

Entrevista com a Professora Dra. Juliana Reichert Assunção Tonelli

Entrevista com a Professora Dra. Juliana Reichert Assunção Tonelli Entrevista com a Professora Dra. Juliana Reichert Assunção Tonelli Natália Gasparini A professora Dra. Juliana Reichert Assunção Tonelli, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), coordena um projeto

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E DA SAÚDE - CCENS CURSO DE FARMÁCIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E DA SAÚDE - CCENS CURSO DE FARMÁCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E DA SAÚDE - CCENS CURSO DE FARMÁCIA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 2016 Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA CURSO DE PEDAGOGIA ASSIS CHATEAUBRIAND PR 1 REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA Título I BRINQUEDOTECA Capítulo I Princípios e Diretrizes Art. 1º. A brinquedoteca do curso de Pedagogia

Leia mais

O que o Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) oferece?

O que o Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) oferece? O que o Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) oferece? O que é pós-graduação stricto sensu? O que é pós-graduação lato sensu? Prorrogação de Prazo? O que o Programa de Pós-graduação

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES SOBRAL - CE ÍNDICE PÁG. CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 01 CAPÍTULO II - DA COORDENAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 03 CAPÍTULO III - DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

Resultado Final do Eixo 03 -Currículo e educação infantil, ensino fundamental e Nº TÍTULO CPF

Resultado Final do Eixo 03 -Currículo e educação infantil, ensino fundamental e Nº TÍTULO CPF Resultado Final do Eixo 03 -Currículo e educação infantil, ensino fundamental e Nº TÍTULO CPF 1 2 3 4 5 AS POLÍTICAS CURRICULARES PARA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS

Leia mais

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Audiência pública Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Leia mais

FNPETI FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL. Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014

FNPETI FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL. Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014 Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014 Fonte: IBGE/Pnad. Elaboração própria. Nota: a PNAD até o ano de 2003 não abrangia a área rural da região Norte (exceto o Tocantins). Nos anos de 1994, 2000

Leia mais

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE. Susana Maria Werner Samuel

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE. Susana Maria Werner Samuel NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE Susana Maria Werner Samuel Lei n o 10.861dos SINAES Instituído o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, para assegurar o processo nacional de avaliação

Leia mais

PRATICAS PEDAGÓGICAS DO BIBLIOTECÁRIO: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO DA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA.

PRATICAS PEDAGÓGICAS DO BIBLIOTECÁRIO: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO DA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA. PRATICAS PEDAGÓGICAS DO BIBLIOTECÁRIO: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO DA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA. INTRODUÇÃO Vanessa Oliveira de Macêdo Cavalcanti PPGEP-IFRN

Leia mais

CURSO POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE. Profº Guilherme Soares UFRPE

CURSO POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE. Profº Guilherme Soares UFRPE POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE. Profº Guilherme Soares UFRPE : POLÍTICAS PÚBLICAS NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE: Módulo III O AMBIENTE OPERACIONAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS:

Leia mais

Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho

Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho Avaliação e Monitoramento do PME Professora Marcia Adriana de Carvalho TEMAS 1 Por que avaliar e monitorar o PME 2 Qual a diferença entre avaliar e monitorar 3 4 Como definir plano de ações para o período

Leia mais

EDITAL 14/2016 CAMPUS COLOMBO CHAMADA INTERNA SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO DE BOLSISTA - REDE ETEC BRASIL

EDITAL 14/2016 CAMPUS COLOMBO CHAMADA INTERNA SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO DE BOLSISTA - REDE ETEC BRASIL EDITAL 14/2016 CAMPUS COLOMBO CHAMADA INTERNA SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO DE BOLSISTA - REDE ETEC BRASIL A presente chamada interna visa contratar bolsista para atuar nos cursos técnicos, na modalidade

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES INTRODUÇÃO A Resolução nº 1, de 2 de fevereiro de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, Bacharelado,

Leia mais

PERFIL DO MAGISTÉRIO

PERFIL DO MAGISTÉRIO PERFIL DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA MEC Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Censo do Professor 97 1 Diretoria de Informações e Estatísticas Educacionais João Batista Ferreira Gomes

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I

INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I DA DEFINIÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - A Coordenação do Curso de Licenciatura em Química da UTFPR Campus

Leia mais

REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 1º. A análise e registro das atividades complementares serão realizados pelo Núcleo de Extensão e Apoio à Cultura NEAC,

Leia mais

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS - COPPETEC.

FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS - COPPETEC. FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS, PESQUISAS E ESTUDOS TECNOLÓGICOS - COPPETEC. CHAMADA PÚBLICA PARA CONTRATAÇÃO DE AGENTES DE DESENVOLVIMENTO SOLIDÁRIO DO PROJETO BRASIL LOCAL ETNODESENVOLVIMENTO E ECONOMIA

Leia mais

Políticas Públicas Educacionais 02

Políticas Públicas Educacionais 02 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EDITAL Nº 01/2016 EDITAL DE INSCRIÇÃO E CREDENCIAMENTO DE DOCENTES NO QUADRO

Leia mais

Regulamento. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Capítulo I Da Atribuição e Organização Geral

Regulamento. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Capítulo I Da Atribuição e Organização Geral Capítulo I Da Atribuição e Organização Geral Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Regulamento Art. 1 - O Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica (Geronbio), vinculado ao Instituto

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ENSINO DE CIÊNCIAS MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS Campus Nilópolis Patrícia

Leia mais

BANCO DE TESES E DISSERTAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO EM ASTRONOMIA: IMPLANTAÇÃO, DIFICULDADES E POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES

BANCO DE TESES E DISSERTAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO EM ASTRONOMIA: IMPLANTAÇÃO, DIFICULDADES E POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES I Simpósio Nacional de Educação em Astronomia Rio de Janeiro - 2011 1 BANCO DE TESES E DISSERTAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO EM ASTRONOMIA: IMPLANTAÇÃO, DIFICULDADES E POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES Paulo Sergio Bretones

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO ANEXO I FICHA DE INSCRIÇÃO DADOS PESSOAIS (preenchimento obrigatório) Nome: CPF: Data de nascimento: / / Endereço residencial: RG: Telefone fixo: ( ) Celular: ( ) E-mail pessoal: ENCARGO PLEITEADO: DADOS

Leia mais

Instituto de Educação Universidade de Lisboa

Instituto de Educação Universidade de Lisboa Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação e Tecnologias Digitais 14 15 Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

Leia mais

Horário Atividade Local

Horário Atividade Local 1 ANEXO I A Secretária de Educação de Mariana, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto nesta portaria, torna público que estarão abertas as inscrições para candidatos à designação para exercício

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/PPGEDU, DE JULHO DE 2013.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/PPGEDU, DE JULHO DE 2013. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/PPGEDU, DE JULHO DE 2013. Define as modalidades de Atividades Curriculares Complementares do Programa de Pós-Graduação em Educação. A Comissão de Pós-Graduação, no uso de suas

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO Vivian Cristina Jacomite de Souza 1 Luis Mateus da Silva Souza 2 Universidade do Sagrado Coração - USC

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 49, de 09

Leia mais

Formação de Indígenas em agroecologia: Curso Técnico Agroecologia dos Povos Indígenas do Sudeste Paraense

Formação de Indígenas em agroecologia: Curso Técnico Agroecologia dos Povos Indígenas do Sudeste Paraense Formação de Indígenas em agroecologia: Curso Técnico Agroecologia dos Povos Indígenas do Sudeste Paraense William Bruno Silva Araújo¹, Ribamar Ribeiro Júnior² 1 Docente-pesquisador do IFPA/CRMB, william.bruno@ifpa.edu.br;

Leia mais

Educação Escolar Quilombola

Educação Escolar Quilombola Ministério da Educação Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI Coordenação Geral de Educação para as Relações Étnico-Raciais Educação Escolar Quilombola Diretrizes

Leia mais

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio à Gestão 1 Educacional Objetivo do Pacto do Ensino

Leia mais

O ENSINO DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO: CURRÍCULOS E PRÁTICAS

O ENSINO DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO: CURRÍCULOS E PRÁTICAS Sociedade Brasileira de na Contemporaneidade: desafios e possibilidades O ENSINO DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO: CURRÍCULOS E PRÁTICAS Sérgio do Nascimento Senna

Leia mais

e educação de jovens e adultos

e educação de jovens e adultos Formação de neoleitores e educação de jovens e adultos Tancredo Maia Filho III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias 20 de agosto

Leia mais

I ENCONTRO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA: EM BUSCA DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

I ENCONTRO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA: EM BUSCA DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA: EM BUSCA DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO Palavras-chave: Identidade do Pedagogo. Formação de Professores. Licenciatura em Pedagogia. LDB 9394/96. Introdução Este trabalho

Leia mais

SELEÇÃO DE PROFESSORES /1 Processo seletivo simplificado Edital nº 01/2017

SELEÇÃO DE PROFESSORES /1 Processo seletivo simplificado Edital nº 01/2017 SELEÇÃO DE PROFESSORES - 2017/1 Processo seletivo simplificado Edital nº 01/2017 A Direção Acadêmica de Graduação da FAESA torna pública a abertura de inscrição para seleção de professores de educação

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DELIBERAÇÃO Nº 10/2014 Cria norma para progressão funcional do cargo de professor das categorias Assistente e Adjunto. O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, no uso da competência que lhe

Leia mais

Presidência da República Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas

Presidência da República Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas Consulta nº: 00084000057201511 Solicitante: Anderson Santos de Brito Data de recebimento da consulta: 29/07/2015 Data da resposta: 03/08/2015 1. Introdução A Lei nº 10.639/2003 dispõe sobre a inclusão

Leia mais

QUESTIONÁRIO DO DIRETOR

QUESTIONÁRIO DO DIRETOR QUESTIONÁRIO DO DIRETOR Caro Diretor(a): este questionário faz parte de uma importante pesquisa sobre a educação nosso estado o SPAECE. O objetivo principal é conhecer os Gestores, suas práticas de gestão

Leia mais

DISSERTAÇÃO DEFENDIDA EM FEVEREIRO DE 2014... MAIS EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE MESQUITA - RJ

DISSERTAÇÃO DEFENDIDA EM FEVEREIRO DE 2014... MAIS EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE MESQUITA - RJ DISSERTAÇÃO DEFENDIDA EM FEVEREIRO DE 2014... A FORMAÇÃO CONTINUADA NO ÂMBITO DO PROGRAMA A FORMAÇÃO CONTINUADA NO ÂMBITO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE MESQUITA - RJ As novas propostas de educação

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA PRATICA DE DOCÊNCIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (PPGEd) DA UNOESC CAPÍTULO I

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA PRATICA DE DOCÊNCIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (PPGEd) DA UNOESC CAPÍTULO I MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA PRATICA DE DOCÊNCIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (PPGEd) DA UNOESC CAPÍTULO I DA FINALIDADE E DO OBJETIVO DA PRÁTICA DE DOCÊNCIA Art. 1º A Prática de Docência constitui

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MAUES SECRETARIA DE ADM. H PLANEJAMENTO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MAUES SECRETARIA DE ADM. H PLANEJAMENTO SECRETARIA DE ADM. H PLANEJAMENTO PLENÁfiiQ DA_QáMARA Lide OFÍCIO N" 1074/2008-SEPLAN Maués/AM, 28 de Julho de 2008. Câmara Municipal de Maués RECEBIDO Senhor Presidente, Em: Gabinato cto Pras Cumprimento-vos

Leia mais

A formação do educador de jovens e adultos na perspectiva da escolarização desafios e as possibilidades

A formação do educador de jovens e adultos na perspectiva da escolarização desafios e as possibilidades A formação do educador de jovens e adultos na perspectiva da escolarização desafios e as possibilidades Márcia Pereira Melo Coordenadora Fórum Goiano de EJA FORMAÇÃO PARA ESCOLARIZAÇÃO A formação de educadores

Leia mais

CONTEXTO HISTÓRICO DE CRIAÇÃO DOS IF E DO IFB. Maria Cristina Madeira da Silva

CONTEXTO HISTÓRICO DE CRIAÇÃO DOS IF E DO IFB. Maria Cristina Madeira da Silva CONTEXTO HISTÓRICO DE CRIAÇÃO DOS IF E DO IFB Maria Cristina Madeira da Silva TRAJETÓRIA DA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA 1909 ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES 1937 LICEUS DE ARTES

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2003 (Do Sr. RODOLFO PEREIRA)

PROJETO DE LEI Nº DE 2003 (Do Sr. RODOLFO PEREIRA) PROJETO DE LEI Nº DE 2003 (Do Sr. RODOLFO PEREIRA) Institui o Sistema de Quota para População Indígena nas Instituições de Ensino Superior.. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º As instituições de ensino

Leia mais

Censo da Educação Superior Reunião Ordinária do Conselho Pleno da Andifes

Censo da Educação Superior Reunião Ordinária do Conselho Pleno da Andifes Censo da Educação Superior Reunião Ordinária do Conselho Pleno da Andifes Natal outubro-2013 Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - Brasil - 2012 Categoria

Leia mais

EDITAL DIRGRAD Nº 13/2016 PROGRAMA DE DUPLA DIPLOMAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL - UTFPR CÂMPUS CAMPO MOURÃO E INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA

EDITAL DIRGRAD Nº 13/2016 PROGRAMA DE DUPLA DIPLOMAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL - UTFPR CÂMPUS CAMPO MOURÃO E INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA EDITAL DIRGRAD Nº 13/2016 OGRAMA DE DUPLA DIPLOMAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL - UTF CÂMPUS CAMPO MOURÃO E INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA O Diretor de Graduação e Educação Profissional da Universidade Tecnológica

Leia mais

COOPERAÇÃO EM REDE E PARCERIAS INTERNACIONAIS INOVADORAS EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO E APRENDIZAGEM DE PESSOAS ADULTOS

COOPERAÇÃO EM REDE E PARCERIAS INTERNACIONAIS INOVADORAS EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO E APRENDIZAGEM DE PESSOAS ADULTOS COOPERAÇÃO EM REDE E PARCERIAS INTERNACIONAIS INOVADORAS EM MATÉRIA DE EDUCAÇÃO E APRENDIZAGEM DE PESSOAS ADULTOS Cooperação triangular Canárias, Cabo Verde e Guiné-Bissau, através da Formação a Distância

Leia mais

PROCESSO Nº 926/15 PROTOCOLO Nº PARECER CEE/CEMEP Nº 607/15 APROVADO EM 19/11/15

PROCESSO Nº 926/15 PROTOCOLO Nº PARECER CEE/CEMEP Nº 607/15 APROVADO EM 19/11/15 PROTOCOLO Nº 13.681.891-0 PARECER CEE/CEMEP Nº 607/15 APROVADO EM 19/11/15 CÂMARA DO ENSINO MÉDIO E DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO INTERESSADO: COLÉGIO ESTADUAL TANCREDO NEVES ENSINO FUNDAMENTAL,

Leia mais