HIPERPLASIA VAGINAL EM CADELA: RELATO DE CASO. CAPES, Umuarama, PR, Brasil. Autor para correspondência. Brasil.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HIPERPLASIA VAGINAL EM CADELA: RELATO DE CASO. CAPES, Umuarama, PR, Brasil. (t-borges@hotmail.com). Autor para correspondência. Brasil."

Transcrição

1 HIPERPLASIA VAGINAL EM CADELA: RELATO DE CASO Talita Bianchin Borges 1 ; Ana Maria Quessada 2 ; Rallyson Ramon Fernando Barbosa Lopes 3 ; Pollyana Linhares Sala 4 ; Thaise Vitoria Canoff 5. 1 Mestranda em Ciência Animal, Universidade Paranaense (UNIPAR), bolsista CAPES, Umuarama, PR, Brasil. Autor para correspondência. 2 Professora doutora, UNIPAR, Umuarama, PR, Brasil. 3 Médico Veterinário Autônomo, Teresina, PI, Brasil. 4 Mestranda em Ciência Animal, UNIPAR, bolsista PIT, Umuarama, PR, Brasil. 5 Graduanda em Medicina Veterinária, UNIPAR, bolsista PIBIC, Umuarama, PR, Brasil. Recebido em: 31/03/2015 Aprovado em: 15/05/2015 Publicado em: 01/06/2015 RESUMO A hiperplasia vaginal é uma condição observada em algumas cadelas jovens por ação do estrogênio, refletindo em uma resposta exagerada à concentração destes hormônios circulantes. Esta afecção é detectada durante o proestro, em um dos três primeiros cios, ao fim do diestro ou ao parto. Neste relato descreve-se o caso de uma cadela, da raça boxer, que foi atendida em um Hospital Veterinário Universitário. A queixa principal do tutor era a protrusão de uma massa de coloração avermelhada e com secreção sanguinolenta pela vulva. Após a anamnese e exame físico, o diagnóstico foi de hiperplasia vaginal. O animal foi submetido à ovariohisterectomia, mas a massa não regrediu, por isso foi realizada a reintrodução da mucosa vaginal edemaciada e colocação de uma sutura em bolsa de fumo. O animal se recuperou completamente. PALAVRAS-CHAVE: canina, estrógeno, mucosa vaginal, proestro. HYPERPLASIA VAGINAL IN BITCH: A CASE REPORT ABSTRACT Vaginal hyperplasia is a condition observed in some young bitches by action of estrogen, resulting in an exaggerated response to the concentration of these circulating hormones. This condition is detected during proestrus at one of the first three estrus, after diestrus or parturition. This report describes the case of a bitch, the boxer breed, which was attended at the Veterinary Teaching Hospital. The main complaint was protrusion of a reddish mass and bloody discharge from the vulva. After the anamnesis and physical examination the diagnosis was vaginal hyperplasia. The animal underwent ovariohysterectomy, but the mass did not regressed, so it was performed the reintroduction of the swollen vaginal mucosa and placing a pursestring suture. The animal recovered completely. KEYWORDS: canine, estrogen, proestrus, vaginal mucosa. INTRODUÇÃO Nas cadelas, massas vaginais protrundindo pela vulva podem ser: hiperplasia vaginal, prolapso vaginal verdadeiro, neoplasia vaginal e uretral, aumento do clitóris, ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p

2 prolapso uterino ou retroflexão da vesícula urinária devido a hérnia perineal. A hiperplasia vaginal é uma afecção que resulta de uma resposta exagerada da mucosa vaginal ao estrógeno durante o proestro ou início do estro, que é caracterizada por protrusão do tecido vaginal edematoso através da vulva (SONTAS et al., 2010). Tal afecção pode ocorrer nos três primeiros estros, também ao fim do diestro ou após o parto (PINTO FILHO et al., 2002). Embora o termo hiperplasia vaginal esteja consagrado pelo uso, atualmente o termo mais utilizado para denominar esta afecção é prolapso da prega vaginal (SONTAS et al., 2010). A hiperplasia vaginal depende de inúmeros fatores, mas a causa exata ainda é desconhecida. O estrógeno é considerado como o principal componente da patogênese da condição devido aos seguintes fatos: há alta incidência da desordem durante o proestro, estro e final da gestação, ocorre regressão espontânea da condição no diestro e retração com desaparecimento da massa prolapsada após ovariectomia ou ovariohisterectomia (SONTAS et al., 2010). Sob a ação do estrógeno, em cadelas normais, a mucosa vaginal e vestibular tornam-se edemaciadas e espessadas durante o estro. Entretanto, em algumas cadelas, este processo é excessivo e a porção ventral da vagina, cranialmente ao orifício uretral, torna-se extremamente edemaciada e espessada, protrundindo através da vulva (TIVERS & BAINES, 2010). Quando o nível de estrógeno está elevado, há um relaxamento dos ligamentos pélvicos, edema do tecido perivaginal e relaxamento da musculatura perivulvar, vulvar e demais tecidos (MCNAMARA et al., 1997). O estrógeno (estradiol-17b) liberado é responsável pelo edema vulvar e pela secreção vulvar serossanguinolenta (presente na afecção), e por estimular as células do epitélio vaginal a se dividirem (KUSTRITZ, 2012). A afecção é mais comum em cadelas jovens e intactas. Aspectos hereditários da condição são debatidos, mas não foram provados (SONTAS et al., 2010). No entanto, a raça Boxer parece bastante afetada pela desordem (PINTO FILHO et al., 2002; SONTAS et al., 2010). Outras raças que podem ser acometidas com frequência são as raças braquicefálicas como Mastiff (SONTAS et al., 2010; TIVERS & BAINES, 2010). Clinicamente, as cadelas afetadas apresentam uma massa de diversos tamanhos protrundindo através da vulva. A condição é classificada em três tipos de acordo com o grau de protrusão. No grau I, observa-se uma pequena ou moderada eversão do assoalho vaginal, próximo à abertura uretral. Neste caso, a mucosa evertida pode ser detectada por meio de exame vaginal ou pelo vaginoscópio, mas não é visível na fenda vulvar. No tipo II, a prega vaginal fica prolapsada através dos lábios vulvares, tornando-se assim visível externamente. Neste caso, o exame vaginal revela que o assoalho vaginal, cranialmente ao orifício uretral, fica prolapsado. Quando a circunferência toda da vagina protrunde através da vulva, a condição é classificada como grau III, sendo que a abertura uretral pode ser facilmente identificada quando a parte ventral da massa prolapsada é elevada (SONTAS et al., 2010). Nos casos de grau II e III a massa saliente pode ser facilmente danificada por lambedura, fricção ou automutilação, que, se passar despercebida ou não for tratada, resulta em vários graus de dano tecidual (SONTAS et al., 2010). A condição pode interferir na vida reprodutiva da cadela, pois impede a cobertura, estando incluída como uma das causas de infertilidade em cadelas (LANNA et al., 2012). O diagnóstico da hiperplasia vaginal é baseado nos sinais clínicos associados ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p

3 ao histórico reprodutivo detalhado da fêmea. O diagnóstico diferencial inclui neoplasias vaginais e uretrais, prolapso uterino, aumento do clitóris e pólipos vaginais (SONTAS et al., 2010). Em relação ao tratamento, casos brandos (grau I) podem regredir no diestro, não necessitando, portanto de abordagem terapêutica (WIKES & OLSON, 2007). No entanto, deve-se informar o proprietário a possibilidade do problema ocorrer no cio subsequente. Geralmente, 100 % das cadelas que apresentam hiperplasia vaginal, são acometidas da patologia no cio posterior (SONTAS et al., 2010). O edema dos tecidos pode ser reduzido com polvilhamento de açúcar, dextrose 50%, água morna ou redução manual. Após a redução, deve-se suturar os lábios vulvares com fios não absorvíveis calibrosos (FRARI & CAMARGO, 2013). Para resolução permanente do problema, indica-se ovariohisterectomia, que suprime a fonte estrogênica. Amputação da massa prolapsada deve ser considerada quando: a massa está injuriada ou necrótica e não responde ao tratamento médico; quando a fêmea é uma reprodutora ou a condição é recidivante e em casos crônicos que não mostram redução após supressão cirúrgica da fonte de estrógeno (SONTAS et al., 2010). RELATO DO CASO Foi atendido em um Hospital Veterinário Universitário um canídeo, fêmea não castrada, da raça Boxer, de presumidos dois anos. Na anamnese o tutor relatou que observou a exposição da mucosa pela vulva e que o animal estava no cio. Ao exame físico e hematológico, não foram observadas outras alterações patológicas. Diante do quadro estabeleceu-se o diagnóstico de hiperplasia vaginal. Foi realizada a limpeza da mucosa hiperplásica com solução fisiológica 0.9%, observando-se que a mucosa estava em boas condições. A cadela foi internada para ser submetida à ovariohisterectomia (OH), com a autorização do tutor. Após jejum de 12 horas, o animal foi submetido à cirurgia. O protocolo anestésico constou de: medicação pré-anestésica com associação de morfina (1mg/kg), midazolan (0,5 mg/kg) e acepromazina (0,05 mg/kg) por via intramuscular (na mesma seringa), indução anestésica com propofol (4 mg/kg) intravenoso e manutenção com Isoflurano pela intubação orotraqueal. A técnica cirúrgica empregada foi a convencional e está descrita na literatura (STONE, 2007). No pós-operatório, a cadela ficou internada, recebendo cefalotina Bid (30m/kg) e tramadol Tid (2mg/kg). Dois dias após a cirurgia, observou-se que a massa não regrediu e apresentava hiperemia e algumas lesões discretas, indicativas de autotrauma (Figura 1). Diante do quadro, foi feita lavagem da massa com solução fisiológica e foi aplicado açúcar para redução. Observando-se discreta redução da massa, o animal foi encaminhado para o centro cirúrgico, onde foi realizada sondagem da uretra. O protocolo anestésico foi o mesmo utilizado anteriormente. A massa foi reposta após lubrificação com óleo mineral e manobras em rotação. Realizou-se uma sutura em bolsa de fumo, que permaneceu durante uma semana. A sonda uretral foi fixada por meio de sutura tipo bailarina (Figura 2). Ao término do procedimento o animal foi internado e recebeu a mesma medicação anterior (cefalotina e tramadol). A sonda foi retirada 48 horas após a cirurgia, quando a cadela recebeu alta. Foi prescrito: cefalotina (20mg/kg Bid; sete dias) e meloxicam 0,1 mg/kg sid; três dias). A sutura em bolsa de fumo foi retirada uma semana depois, sendo que o animal estava completamente recuperado. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p

4 FIGURA 1: Cadela, dois anos, boxer, portadora de hiperplasia vaginal. Observa-se mucosa vaginal edemaciada e hiperêmica Fonte: arquivo pessoal dos autores. FIGURA 2: Cadela, dois anos, boxer, portadora de hiperplasia vaginal. Aspecto da mucosa vaginal após reposição de massa prolapsada. Notar a sonda uretral. Fonte: arquivo pessoal dos autores. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p

5 DISCUSSÃO A cadela objeto deste relato pertence à raça Boxer, a qual é uma das mais afetadas por esta afecção (PINTO FILHO et al., 2002; SONTAS et al., 2010). No caso em questão o tutor informou que a cadela estava no cio, sendo que a hiperplasia vaginal da qual a cadela era portadora pode ocorrer no estro, especialmente no início (SONTAS et al., 2010). A ação estrogênica é fisiológica durante o estro, fazendo com que ocorra edema vaginal (TIVERS & BAINES, 2010). No entanto, em algumas cadelas, este processo é excessivo e a porção ventral da vagina, cranialmente ao orifício uretral, torna-se extremamente edemaciada e espessada, protrundindo através da vulva (TIVERS & BAINES, 2010), como ocorreu na cadela objeto deste relato. Diante do exposto, o diagnóstico foi estabelecido principalmente pelos sinais clínicos e anamnese como informam os autores (PINTO FILHO et al, 2002; SONTAS et al., 2010). Em alguns casos, pode ser necessária a utilização de biópsia e exame histopatológico para diferenciar hiperplasia vaginal de tumores vaginais como o leiomioma (MENDONÇA et al., 2012). Tal exame não foi necessário neste caso, devido aos dados da anamnese, idade da paciente, fase do ciclo estral e aparência macroscópica da massa prolapsada (Figura 1). Pelos sinais macroscópicos observados na cadela, definiu-se a hiperplasia como sendo do grau III, já que a mucosa vaginal estava completamente exposta, com a circunferência toda da vagina protrundindo através da vulva (Figura 1) sendo que a abertura uretral foi facilmente identificada quando a parte ventral da massa prolapsada foi elevada (SONTAS et a al., 2010). Tendo sido classificada como grau III, dificilmente haveria redução espontânea, sendo que isto ocorre quando a hiperplasia é do grau I ou II (WILKES & OLSON, 2007; SONTAS et al., 2010). Desta forma, o tratamento adotado foi a OH, pois neste procedimento cirúrgico seria eliminada a fonte de estrógeno (SONTAS et al., 2010), esperando-se redução da massa após sua realização, como se observa em casos relatados na literatura. No entanto tal fato não ocorreu. Provavelmente a massa prolapsada estava muito grande (Figura 1) e com lesões que impediram sua completa regressão. Este evento pode ocorrer em casos de hiperplasia vaginal principalmente em casos crônicos (SONTAS et al., 2010). O tutor não soube informar se o animal já havia apresentado a condição. O manejo da massa prolapsada com amputação ou reposição deve ser considerada em casos não responsivos à OH e tratamento médico (SONTAS et al., 2010), como foi feito nesta cadela. Em outro caso semelhante foi necessária a amputação da massa (KUMAR et al., 2014). Esta conduta não foi necessária na cadela objeto deste relato porque não havia áreas de necrose na mucosa vaginal, que se apresentava viável (Figura 1). Foi realizada apenas a reposição como foi feita em um caso semelhante no Brasil (FRARI & CAMARGO, 2013), sendo que a manobra foi bem sucedida. CONCLUSÃO A hiperplasia vaginal em cadelas pode não responder à eliminação cirúrgica da fonte estrogênica (ovários), sendo necessária reposição da massa se esta estiver viável (sem áreas de necrose). ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p

6 REFERÊNCIAS FRARI, M. G.; CAMARGO, A. S. Prolapso vaginal em cadela relato de caso. Revista Científica de Medicina Veterinária. v. 11, n. 20, KUMAR, S.; PANDEY, A.K. SINGH, G.; ARORA, N.; POTLIYA, S.; KUMAR, K.; AHMAD, S.Q.; KUMAR, S. Management of vaginal hyperplasia in a bitch. Haryana Veterinary. v. 53, n. 1, p , KUSTRITZ, M. V. R. Managing the reproductive cycle in the bitch. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice Survey, v. 42, p , LANNA, L.L.; MASCARENHAS, R.M.; MARQUES JÚNIOR, A. Abordagem clínica da infertilidade na cadela e patologias associadas: revisão. Revista Brasileira de Reprodução Animal. v.36, n.2, p , MCNAMARA, P. S.; HARVEY, H. J.; DYKES, N. Chronic vagino cervical prolapse with visceral incarceration in a dog. Journal of the American Animal Hospital Association, v. 33, n.6, p , MENDONÇA, M.L; SOUZA, R.G.; CARVALHO, V.G.; FREITAS, N.F.; PERIN, R.C.; SILVA, M.A.P. Leiomioma vaginal em cadela SRD. Revista Eletrônica Nutritime, v. 9, n. 4 p , Disponível em: <http://www.nutritime.com.br/arquivos_internos/artigos/171_julho%202012_.pdf>. PINTO FILHO, S.T.L.; HENRIQUES, G.B.; DALMOLIN, F. Hiperplasia e Prolapso Vaginal em Cadela Relato de Caso. Revista da FZVA, Uruguaiana, v.9, n. 1, p , STONE, E.A. Ovário e útero. In: SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Manole, 2007, p v.2, SONTAS, H.B.; EKICI, H.; ROMAGNOLLI, S. Canine vaginal fold prolapse: a comprehensive literature review. The European Journal of Companion Animal Practice. v.20, n.2, p , TIVERS, M.; BAINES, S. Surgical diseases of the female genital tract. 2. Vagina and external genitalia. In Practice. v. 32, p , WYLKES, P. M.; OLSON, P. N. Vagina, vestíbulo e vulva. In: SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. 3.ed. São Paulo: Manole, p CAP 99. v. 2. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.21; p

FIBROLEIOMIOMA EM UMA CADELA DA RAÇA PASTOR ALEMÃO - RELATO DE CASO FIBROLEIOMYOMAS IN ONE BITCH OF GERMAN SHEPHERD BREED CASE REPORT

FIBROLEIOMIOMA EM UMA CADELA DA RAÇA PASTOR ALEMÃO - RELATO DE CASO FIBROLEIOMYOMAS IN ONE BITCH OF GERMAN SHEPHERD BREED CASE REPORT 1 FIBROLEIOMIOMA EM UMA CADELA DA RAÇA PASTOR ALEMÃO - RELATO DE CASO FIBROLEIOMYOMAS IN ONE BITCH OF GERMAN SHEPHERD BREED CASE REPORT ¹JÉSSICA DO ROCIO RIBAS MACHADO, ¹KELLI CRISTINA GRACIANO, ¹CAROLINA

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DOS TUMORES MAMÁRIOS EM CANINOS E FELINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FAMED ENTRE 2003 A 2007.

ESTUDO RETROSPECTIVO DOS TUMORES MAMÁRIOS EM CANINOS E FELINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FAMED ENTRE 2003 A 2007. REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA - ISSN 1679-7353 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DE GARÇA/FAMED ANO IV, NÚMERO, 08, JANEIRO DE 2007. PERIODICIDADE:

Leia mais

PARTIAL PROLAPSE IN THE UTERUS WITH BLADDER RETROFLECTION OF A FEMALE DOG

PARTIAL PROLAPSE IN THE UTERUS WITH BLADDER RETROFLECTION OF A FEMALE DOG PROLAPSO PARCIAL DE ÚTERO COM RETROFLEXÃO DE BEXIGA EM CADELA Tairon Pannunzio Dias e silva 1, Ravy Guerra de Oliveira 1, Francisco Lima Silva 2 1. Graduandos em Medicina Veterinária () - Universidade

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO PROPICIA APRENDIZADO E BEM-ESTAR ANIMAL EM TEMPO DE PARALISAÇÃO ACADÊMICA

PROJETO DE EXTENSÃO PROPICIA APRENDIZADO E BEM-ESTAR ANIMAL EM TEMPO DE PARALISAÇÃO ACADÊMICA 1 PROJETO DE EXTENSÃO PROPICIA APRENDIZADO E BEM-ESTAR ANIMAL EM TEMPO DE PARALISAÇÃO ACADÊMICA NILVA MARIA FRERES MASCARENHAS ¹, CARMEN LÚCIA SCORTECCI HILST ¹, FERNANDO DE BIASI ¹, ANGELITA ZANATA RÉIA

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 RAPHAEL CARDOSO CLIMACO¹, MAIRA SANTOS SEVERO CLIMACO 2, CAMILA CAROLINE CARLINI 3, WEMERSON DE SANTANA NERES 3, MORGANA OLIVEIRA EUGÊNIO 3 ¹Médico Veterinário, Centro Médico Veterinário Mr. Zoo, Aracaju,

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Neoplasias de glândulas perianais em cães

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Neoplasias de glândulas perianais em cães PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Neoplasias de glândulas perianais em cães Ciro José Sousa de Carvalho 1, Sâmmya Roberta Barbosa 2, Francisco Assis Lima Costa 3, Silvana Maria Medeiros

Leia mais

TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO

TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO 1 TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO LYS DE BARROS FOGAGNOLI 1, MILTON MIKIO MORISHIN FILHO 2. 1- Graduanda Medicina Veterinária Universidade

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Tratamento endodôntico em Gato Doméstico (Felis Catus): Relato de caso Jaime Sardá Aramburú Junior 1, Cristiano Gomes 2, Ney Luis Pippi 3, Paulo

Leia mais

[CICLO ESTRAL (CIO) NAS CADELAS]

[CICLO ESTRAL (CIO) NAS CADELAS] [CICLO ESTRAL (CIO) NAS CADELAS] Somente as cadelas possuem ciclo estral e os machos sentem se atraídos pelas que estão no cio; 2 Ciclo estral (cio) nas cadelas O início dos cios nas cadelas sadias ocorre

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 HIPERPLASIA MAMÁRIA FELINA: CASOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DE UBERABA DE 2005 A 1015 DEBORAH VIEIRA DE SOUSA ROSIM 1, ENDRIGO GABELLINI LEONEL ALVES 1, IAN MARTIN 1 ; LARYSSA COSTA REZENDE 1

Leia mais

HÉRNIA INGUINAL DIRETA EM CÃO MACHO NÃO CASTRADO. RELATO DE CASO

HÉRNIA INGUINAL DIRETA EM CÃO MACHO NÃO CASTRADO. RELATO DE CASO HÉRNIA INGUINAL DIRETA EM CÃO MACHO NÃO CASTRADO. RELATO DE CASO Talita Bianchin Borges 1 ; Ana Maria Quessada 2 ; Rallyson Ramon Fernando Barbosa Lopes 3 ; João Moreira da Costa Neto 4 ; Pedro Henrique

Leia mais

PIOMETRA: TÉCNICAS CIRÚRGICAS E CLÍNICAS PARA O TRATAMENTO.

PIOMETRA: TÉCNICAS CIRÚRGICAS E CLÍNICAS PARA O TRATAMENTO. PIOMETRA: TÉCNICAS CIRÚRGICAS E CLÍNICAS PARA O TRATAMENTO. BOCARDO, Marcelo HAMZÈ, Abdul L. Discentes de Medicina Veterinária FAMED- GARÇA ZAPPA, Vanessa Doscente de Medicina Veterinária FAMED- GARÇA.

Leia mais

Prolapsos Cloacais e Outros mais

Prolapsos Cloacais e Outros mais Prolapsos Cloacais e Outros mais Cloaca Câmara onde termina o intestino, oviductos, ureteres e ductos deferentes nos répteis Constituída por 3 partes: Coprodeum porção mais cranial onde termina o recto

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS CANINAS DIAGNOSTICADAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO PERÍODO DE 2009 A 2010

ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS CANINAS DIAGNOSTICADAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO PERÍODO DE 2009 A 2010 1 ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS CANINAS DIAGNOSTICADAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO PERÍODO DE 2009 A 2010 CAIO FERNANDO GIMENEZ 1, TATIANE MORENO FERRARIAS 1, EDUARDO FERNANDES BONDAN 1 1 Universidade

Leia mais

INCIDÊNCIA DE NEOPLASIA MAMÁRIA EM FÊMEAS CANINAS ATENDIDAS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - CURITIBA

INCIDÊNCIA DE NEOPLASIA MAMÁRIA EM FÊMEAS CANINAS ATENDIDAS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - CURITIBA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 INCIDÊNCIA DE NEOPLASIA MAMÁRIA EM FÊMEAS CANINAS ATENDIDAS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE

Leia mais

CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS EM PREPUCIO DE EQUINO RELATO DE CASO SQUAMOUS CELL CARCINOMA IN EQUINE FORESKINS CASE REPORT

CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS EM PREPUCIO DE EQUINO RELATO DE CASO SQUAMOUS CELL CARCINOMA IN EQUINE FORESKINS CASE REPORT CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS EM PREPUCIO DE EQUINO RELATO DE CASO SQUAMOUS CELL CARCINOMA IN EQUINE FORESKINS CASE REPORT BATAIER, Miguel Neto ALVES, Rafael Massei ZANATTA, Julio Cesar BORALLI, Igor

Leia mais

HIPERFLEXÃO DO CARPO EM CÃO ADULTO RELATO DE CASO

HIPERFLEXÃO DO CARPO EM CÃO ADULTO RELATO DE CASO 1 HIPERFLEXÃO DO CARPO EM CÃO ADULTO RELATO DE CASO JULIANO MORELLI MARANGONI¹, RICARDO LIMA SALOMAO 2, ELZYLENE LÉGA PALAZZO 3, PAULA FERREIRA DA COSTA 3, PATRICIA NADJA DE OLIVEIRA REY 4, MARINA LAUDARES

Leia mais

HIPERPLASIA E PROLAPSO VAGINAL EM CADELA- RELATO DE CASO VAGINAL HIPERPLASIA AND PROLAPSE IN BITCH- CASE REPORT RESUMO

HIPERPLASIA E PROLAPSO VAGINAL EM CADELA- RELATO DE CASO VAGINAL HIPERPLASIA AND PROLAPSE IN BITCH- CASE REPORT RESUMO HIPERPLASIA E PROLAPSO VAGINAL EM CADELA- RELATO DE CASO VAGINAL HIPERPLASIA AND PROLAPSE IN BITCH- CASE REPORT Saulo Tadeu Lemos Pinto Filho 1 ; Graciela Braccini Henriques 2 ; Fabíola Dalmolin 3 RESUMO

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Curso Inicial & Integração Novos Representantes

ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Curso Inicial & Integração Novos Representantes ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Curso Inicial & Integração Novos Representantes 1 SISTEMA REPRODUTOR FEMININO O conjunto de órgãos do sistema reprodutor feminino tem como função principal

Leia mais

Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu

Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu Controle Hormonal da Gametogênese Feminina Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu Ovários Formato

Leia mais

Monitorização do ciclo éstrico da cadela para inseminação artificial ou cruzamento 1

Monitorização do ciclo éstrico da cadela para inseminação artificial ou cruzamento 1 Animais de Companhia Monitorização do ciclo éstrico da cadela para inseminação artificial ou cruzamento 1 Alves, I., Mateus, M., Lopes da Costa, L. Serviço de Reprodução, CIISA/Faculdade de Medicina Veterinária,

Leia mais

Profa. Juliana Normando Pinheiro UNIC -Universidade de Cuiabá SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

Profa. Juliana Normando Pinheiro UNIC -Universidade de Cuiabá SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Profa. Juliana Normando Pinheiro UNIC -Universidade de Cuiabá SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Funções Produz gametas: óvulos Produz hormônios da reprodução Recebe as células reprodutivas do macho Fornece local

Leia mais

1.1 Revisão de tópicos da morfologia e fisiologia do sistema genital feminino, sob o aspecto clínico nas diferentes espécies domésticas.

1.1 Revisão de tópicos da morfologia e fisiologia do sistema genital feminino, sob o aspecto clínico nas diferentes espécies domésticas. PROGRAMA PARA O CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DAS VAGAS PARA O CARGO DE PROFESSOR ADJUNTO, EDITAL Nº 764, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2015, NA ÁREA DE REPRODUÇÃO ANIMAL 1) FÊMEA - PARTE TEÓRICA: 1.1 Revisão

Leia mais

3. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE FÊMEAS BOVINAS

3. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE FÊMEAS BOVINAS 3. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE FÊMEAS BOVINAS 3.1. Introdução Simone Cristina Méo Niciura I A aplicação de biotécnicas da reprodução animal, como a IA, requer o conhecimento da anatomia e da

Leia mais

SUINOCULTURA DINÂMICA Ano II N o 11 Janeiro/1993 Periódico técnico-informativo elaborado pela EMBRAPA CNPSA

SUINOCULTURA DINÂMICA Ano II N o 11 Janeiro/1993 Periódico técnico-informativo elaborado pela EMBRAPA CNPSA SUINOCULTURA DINÂMICA Ano II N o 11 Janeiro/1993 Periódico técnico-informativo elaborado pela EMBRAPA CNPSA Diagnóstico do cio e manejo da cobertura: Tarefas importantes na criação Isabel R. Scheid 1 Ivo

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Metástase de tumor venéreo transmissivo disseminado na pele de um cão: Relato de caso

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Metástase de tumor venéreo transmissivo disseminado na pele de um cão: Relato de caso PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Metástase de tumor venéreo transmissivo disseminado na pele de um cão: Relato de caso Catarina Rafaela Alves da Silva 1 ; Francisco Lima Silva 2

Leia mais

CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO

CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente,

Leia mais

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo

CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de

Leia mais

Prolapso uretral em um Bulldogue Inglês

Prolapso uretral em um Bulldogue Inglês Acta Scientiae Veterinariae. 35(1): 109-113, 2007. HOSPITAL FORUM Pub. 715 ISSN 1678-0345 (Print) ISSN 1679-9216 (Online) Prolapso uretral em um Bulldogue Inglês Urethral prolapse in English Bulldog Liziane

Leia mais

III EGEPUB/COPPE/UFRJ

III EGEPUB/COPPE/UFRJ Luiz Otávio Zahar III EGEPUB/COPPE/UFRJ 27/11/2014 O que é a próstata? A próstata é uma glândula pequena que fica abaixo da bexiga e envolve o tubo (chamado uretra) pelo qual passam a urina e o sêmen.

Leia mais

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano X Número 19 Julho de 2012 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano X Número 19 Julho de 2012 Periódicos Semestral MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS NA OVARIOISTERECTOMIA EM CADELAS : ÚTERO UNICÓRNIO RELATO DE CASO CONGENITAL MALFORMATIONS IN THE OVARIOHYSTERECTOMY IN BITCHES: UNICORN UTERUS - CASE REPORT PAGLIUCA, Thais Cristina

Leia mais

SISTEMA GENITAL MASCULINO. Testículos

SISTEMA GENITAL MASCULINO. Testículos SISTEMA GENITAL MASCULINO Testículos - São as gônadas ou glândulas sexuais masculinas. Estes encontram-se alojados numa bolsa de pele, o escroto (saco escrotal); - Na fase embrionária estão dentro da cavidade

Leia mais

HERNIA INGUINAL INDIRETA EM FELINO ASSOCIADA À INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO RELATO DE CASO

HERNIA INGUINAL INDIRETA EM FELINO ASSOCIADA À INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO RELATO DE CASO HERNIA INGUINAL INDIRETA EM FELINO ASSOCIADA À INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO RELATO DE CASO THAÍS GUIMARÃES MORATO ABREU 1, GABRIELA RODRIGUES SAMPAIO 2, PAULA BAÊTA DA SILVA RIOS 3, LÍVIA DE PAULA COELHO

Leia mais

TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL EM CÃES

TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL EM CÃES TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL EM CÃES RIBEIRO, Izabella Discente do Curso de Medicina Veterinária da FAMED Garça ZAPPA, Vanessa Docente da Associação Cultural e Educacional da FAMED Garça RESUMO O Tumor

Leia mais

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO HOFFMANN, Martina L. 1 ; MARTINS, Danieli B. 2 ; FETT, Rochana R. 3 Palavras-chave: Carcinoma. Felino. Quimioterápico. Introdução O tumor

Leia mais

HIPERPLASIA DA GLÂNDULA DA CAUDA FELINA Relato de Caso

HIPERPLASIA DA GLÂNDULA DA CAUDA FELINA Relato de Caso ANAIS DA III SEPAVET SEMANA DE PATOLOGIA VETERINÁRIA E DO II SIMPÓSIO DE PATOLOGIA VETERINÁRIA DO CENTRO OESTE PAULISTA FAMED FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DA FAEF ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Indução e sincronização de cio em caprinos

Indução e sincronização de cio em caprinos Indução e sincronização de cio em caprinos Plínio de Oliveira FASSIO 1 ; Larissa de Oliveira FASSIO 2 ; Angélica Campos MARTINS 3 ; Claudiane de Assis SOUZA 3 ; Vanessa Daniela Lázara de ASSIS 3 ; André

Leia mais

PROGRAMA DE CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS

PROGRAMA DE CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS PROGRAMA DE CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS O crescimento populacional de cães e gatos tem representado um problema de saúde pública, devido à possibilidade de transmissão de doenças entre animais

Leia mais

Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos

Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos Professor: Aparecido Porto da Costa Disciplina: Caprinovinocultura E-mail: aparecidoport@hotmail.com Introdução Importância Produtividade do rebanho => obter sucesso

Leia mais

ALIZIN: UMA REVOLUCIONÁRIA ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DA PIOMETRA EM CADELAS

ALIZIN: UMA REVOLUCIONÁRIA ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DA PIOMETRA EM CADELAS ALIZIN: UMA REVOLUCIONÁRIA ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DA PIOMETRA EM CADELAS Estudos Clínicos revelam a eficácia de Alizin na Terapia Medicamentosa de Piometra em Cadelas A piometra nas cadelas e nas

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA Práticas do Técnico de Enfermagem no Atendimento ao Paciente Oncológico Tratamento Cirúrgico - Ginecologia Téc. de Enfermagem Juliana

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 SISTEMA ANTILUTEOLÍTICO E MORTE EMBRIONÁRIA EM FÊMEAS BOVINAS JEAN CAIO FIGUEIREDO DE ALMEIDA¹, ANA KELLY MENDES DA SILVA¹, GESSIANE PEREIRA DA SILVA¹, BRENDA JULIANE SILVA DOS SANTOS¹, CAMILA DE ALMEIDA

Leia mais

Relato de caso: Hiperestrogenismo em cão decorrente de sertolioma

Relato de caso: Hiperestrogenismo em cão decorrente de sertolioma PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Relato de caso: Hiperestrogenismo em cão decorrente de sertolioma Amanda Furjan Rial 1 ; Scharla Walesca 1 ; Vanessa Satie Yamanaka 1 ; Lilian Helena

Leia mais

RESOLUÇÃO CRMV-PA Nº008, de 11 de março de 2015

RESOLUÇÃO CRMV-PA Nº008, de 11 de março de 2015 RESOLUÇÃO CRMV-PA Nº008, de 11 de março de 2015 Normatiza os Procedimentos de Contracepção de Animais de companhia (Cães e Gatos, machos e fêmeas) em Programas de Educação em Saúde, Guarda Responsável

Leia mais

SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Professor: João Paulo

SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Professor: João Paulo SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Professor: João Paulo SISTEMA REPRODUTOR FEMININO É constituído por: uma vulva (genitália externa), uma vagina, um útero, duas tubas uterinas (ovidutos ou trompas de Falópio),

Leia mais

CAMPANHA DE CASTRAÇÃO DOS ANIMAIS DO CANIL DA PREFEITURA MUNICIPAL

CAMPANHA DE CASTRAÇÃO DOS ANIMAIS DO CANIL DA PREFEITURA MUNICIPAL CAMPANHA DE CASTRAÇÃO DOS ANIMAIS DO CANIL DA PREFEITURA MUNICIPAL Liane Ziliotto (UNICENTRO) lianeziliotto@yahoo.com.br, Marcos Vinicius Tranquilim (UNICENTRO) - tranquiveter@hotmail.com, Helcya Mime

Leia mais

Relação do exame citológico com a utilização de hormônios

Relação do exame citológico com a utilização de hormônios 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X) SAÚDE

Leia mais

OVÁRIOS. Fonte de gametas e hormônios

OVÁRIOS. Fonte de gametas e hormônios OVÁRIOS Fonte de gametas e hormônios OVOGÊNESE No feto células germinativas multiplicamse ovogônias Cresce meiose I para na prófase I ovócito I nascimento milhares de ovócitos primários. Ovócito primário

Leia mais

NECROSE FOCAL EM PAVILHÃO AURICULAR APÓS CORREÇÃO DE OTOHEMATOMA COM O USO DE BOTÕES EM CÃO RELATO DE CASO.

NECROSE FOCAL EM PAVILHÃO AURICULAR APÓS CORREÇÃO DE OTOHEMATOMA COM O USO DE BOTÕES EM CÃO RELATO DE CASO. NECROSE FOCAL EM PAVILHÃO AURICULAR APÓS CORREÇÃO DE OTOHEMATOMA COM O USO DE BOTÕES EM CÃO RELATO DE CASO. FOCAL NECROSIS IN PINNA AFTER CORRECTION OF AURAL HEMATOMA USING BUTTONS ON DOG - CASE REPORT

Leia mais

Estadiamento dos cancros ginecológicos: FIGO 2009

Estadiamento dos cancros ginecológicos: FIGO 2009 A Estadiamento dos cancros ginecológicos: FGO 2009 Sofia Raposo e Carlos Freire de Oliveira O estadiamento dos cancros é preconizado com o intuito de permitir uma comparação válida dos resultados entre

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS DADOS DOS ATENDIMENTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DO SERVIÇO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DO HV/EVZ/UFG

LEVANTAMENTO DOS DADOS DOS ATENDIMENTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DO SERVIÇO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DO HV/EVZ/UFG LEVANTAMENTO DOS DADOS DOS ATENDIMENTOS ULTRASSONOGRÁFICOS DO SERVIÇO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DO HV/EVZ/UFG BRAGATO, Nathália. 1 ; PÁDUA, Fernanda Maria Ozelim de 1 ; COSTA, Ana Paula Araújo.; SILVA,

Leia mais

FERTILIDADE DE CAPRINOS MOCHOS. Prof. Adelmo Ferreira de Santana Caprinocultura e Ovinocultura

FERTILIDADE DE CAPRINOS MOCHOS. Prof. Adelmo Ferreira de Santana Caprinocultura e Ovinocultura FERTILIDADE DE CAPRINOS MOCHOS Prof. Adelmo Ferreira de Santana Caprinocultura e Ovinocultura E-mail afs@ufba.br Departamento de Produção Animal Escola de Medicina Veterinária Universidade Federal da Bahia

Leia mais

Histologia e Embriologia do Sistema Genital Feminino

Histologia e Embriologia do Sistema Genital Feminino Universidade Federal do Pampa Campus Uruguaiana - Curso de Medicina Veterinária Disciplina de Histologia e Embriologia Animal II Histologia e Embriologia do Sistema Genital Feminino Daniela dos Santos

Leia mais

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA.

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA. Como proporcionar atenção contínua às mulheres Mulheres diagnosticadas com infecção dos órgãos reprodutores devem receber prontamente tratamento segundo as diretrizes da OMS. Embora seja preferível poder

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 PARECER CTSAB Nº 02/2013 Porto Alegre, 08 de julho de 2013. Aplicação de nitrogênio líquido em lesões genitais a partir de prescrição médica por profissional enfermeiro. I - Relatório Trata-se de um Parecer

Leia mais

Enfermagem 7º Semestre. Saúde da Mulher. Prof.ª Ludmila Balancieri.

Enfermagem 7º Semestre. Saúde da Mulher. Prof.ª Ludmila Balancieri. Enfermagem 7º Semestre. Saúde da Mulher. Prof.ª Ludmila Balancieri. Menstruação. É a perda periódica que se origina na mucosa uterina, caracterizada por sangramento uterino, que ocorre na mulher desde

Leia mais

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite 3267-4303 Orientações para Colheita e Remessa de Material para Exames Laboratoriais VOLUME 1 Histopatologia Citologia Necropsia www.petimagem.com PET IMAGEM - Diagnósticos Veterinários foi criado em abril

Leia mais

Colposcopia na Gravidez

Colposcopia na Gravidez Colposcopia na Gravidez José Eleutério Junior A colposcopia é um método de excelência, associado ao Papanicolaou, no rastreio de lesões intra-epiteliais escamosas e neoplásicas, sendo usada para identificar

Leia mais

Gestação, parto e puerpério. Ginecologia Veterinária UFSM 24/03/2011 Prof. MRubin

Gestação, parto e puerpério. Ginecologia Veterinária UFSM 24/03/2011 Prof. MRubin Gestação, parto e puerpério Ginecologia Veterinária UFSM 24/03/2011 Prof. MRubin Gestação Aspectos fisiológicos Duração da gestação da vaca (280-285) Reconhecimento materno da gestação Produção hormonal

Leia mais

Tumores mamários em cadelas

Tumores mamários em cadelas Novos Exames Estamos colocando a disposição de todos o Teste de Estimulação ao ACTH que é usado para identificar e acompanhar o tratamento do hipoadenocorticismo e hiperadrenocorticismo em cães e gatos.

Leia mais

PENECTOMIA PARCIAL EM CÃO SRD DEVIDO A ESTENOSE URETRAL: RELATO DE CASO

PENECTOMIA PARCIAL EM CÃO SRD DEVIDO A ESTENOSE URETRAL: RELATO DE CASO 1 PENECTOMIA PARCIAL EM CÃO SRD DEVIDO A ESTENOSE URETRAL: RELATO DE CASO LETÍCIA MELO OLIVEIRA 1, THAMIZA CARLA COSTA DOS SANTOS 1, IAGO MARTINS OLIVEIRA 1, LÉO LINDSAY SOUSA GALVÃO 1, THAYANNE CAROLINA

Leia mais

Anatomia e fisiologia dos Órgãos Reprodutores Femininos. # Divididos em dois grupos: órgãos internos e genitália externa

Anatomia e fisiologia dos Órgãos Reprodutores Femininos. # Divididos em dois grupos: órgãos internos e genitália externa 1 Anatomia e fisiologia dos Órgãos Reprodutores Femininos # Divididos em dois grupos: órgãos internos e genitália externa Órgãos Reprodutores Externos (fig.01) - Monte de Vênus (monte pubiano): Constituído

Leia mais

Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo.

Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 1 INSTRUÇÕES Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 2 Este Caderno contém 05 casos clínicos e respectivas

Leia mais

TRATAMENTO DE MELANOMA ORAL COM VISCUM ALBUM E SOLUÇÃO AQUOSA DE LÁTEX DE JANAÚBA (HIMATANTHUS DRASTICUS): RELATO DE CASO

TRATAMENTO DE MELANOMA ORAL COM VISCUM ALBUM E SOLUÇÃO AQUOSA DE LÁTEX DE JANAÚBA (HIMATANTHUS DRASTICUS): RELATO DE CASO 1 TRATAMENTO DE MELANOMA ORAL COM VISCUM ALBUM E SOLUÇÃO AQUOSA DE LÁTEX DE JANAÚBA (HIMATANTHUS DRASTICUS): RELATO DE CASO MARIA APARECIDA DE ALCÂNTARA¹, IOLANDA MARIA SARTORI OFENBOCK NASCIMENTO²; THIERRY

Leia mais

RESPOSTAS REPRODUTIVAS DE OVELHAS SUBMETIDAS A PROTOCOLOS DE INDUÇÃO DE ESTRO DE CURTA E LONGA DURAÇÃO

RESPOSTAS REPRODUTIVAS DE OVELHAS SUBMETIDAS A PROTOCOLOS DE INDUÇÃO DE ESTRO DE CURTA E LONGA DURAÇÃO RESPOSTAS REPRODUTIVAS DE OVELHAS SUBMETIDAS A PROTOCOLOS DE INDUÇÃO DE ESTRO DE CURTA E LONGA DURAÇÃO Josilaine Aparecida da Costa Lima 1 ; Aya Sasa 2 1 Acadêmica do curso de Zootecnia da UEMS, Unidade

Leia mais

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015 01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode

Leia mais

Gabriel Mantelato Rogatto Graduando 3º ano Zootecnia

Gabriel Mantelato Rogatto Graduando 3º ano Zootecnia Gabriel Mantelato Rogatto Graduando 3º ano Zootecnia Introdução Brasil -> Nordeste Maior Produtor II)Canindé - Leite I)Boer - Carne III)Saanen - Leite Retirado de: www.caprilproduction.com Manejo Reprodutivo

Leia mais

M.V. Nathalia Angelo Avilla Especializada em Medicina Felina Email: animalvet@terra.com.br

M.V. Nathalia Angelo Avilla Especializada em Medicina Felina Email: animalvet@terra.com.br M.V. Nathalia Angelo Avilla Especializada em Medicina Felina Email: animalvet@terra.com.br Os Felinos domésticos no geral tem sua domesticação recente quando comparada ao cão; Os gatos de raça pura para

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 CURATIVO BIOCOMPATÍVEL COM GELATINA COMESTÍVEL PARA PREENCHIMENTO DE CAVIDADE ANOFTÁLMICA APÓS EXENTERAÇÃO DE BULBO OCULAR EM UM PUMA (Puma concolor) RELATO DE CASO BIOCOMPATIBLE DRESSING WITH EDIBLE

Leia mais

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae.

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Chamado de HPV, aparece na forma de doenças como condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo. -Há mais de 200 subtipos do

Leia mais

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR ADRIANA DE SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)² RESUMO Este

Leia mais

CONSEQÜÊNCIAS DA HISTERECTOMIA LEIOMIOMA UTERINO - METÁSTESE MÓRBIDA

CONSEQÜÊNCIAS DA HISTERECTOMIA LEIOMIOMA UTERINO - METÁSTESE MÓRBIDA CONSEQÜÊNCIAS DA HISTERECTOMIA LEIOMIOMA UTERINO - METÁSTESE MÓRBIDA Protocolo de Pesquisa Joselma Lira Alves Maisa Homem de Mello Romeu Carillo Jr Clínica de Homeopatia do HSPM-SP LEIOMIOMA UTERINO Sinonímia

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA JULIANY G. QUITZAN¹, NATÁLIA LEONEL FERREIRA¹, EMERSON GONÇALVES MARTINS SIQUEIRA¹, ISADORA

Leia mais

INCIDÊNCIA DE METÁSTASE PULMONAR EM CADELAS DIAGNOSTICADAS COM TUMORES DE GLÂNDULA MAMÁRIA

INCIDÊNCIA DE METÁSTASE PULMONAR EM CADELAS DIAGNOSTICADAS COM TUMORES DE GLÂNDULA MAMÁRIA V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INCIDÊNCIA DE METÁSTASE PULMONAR EM CADELAS DIAGNOSTICADAS COM TUMORES DE GLÂNDULA MAMÁRIA Marcela Nunes Liberati

Leia mais

REPRODUÇÃO GERAL NOS MAMÍFEROS DOMÉSTICOS Ismar Araújo de Moraes Fisiologia Veterinária PARTE I

REPRODUÇÃO GERAL NOS MAMÍFEROS DOMÉSTICOS Ismar Araújo de Moraes Fisiologia Veterinária PARTE I REPRODUÇÃO GERAL NOS MAMÍFEROS DOMÉSTICOS Ismar Araújo de Moraes Fisiologia Veterinária PARTE I CICLO ESTRAL CICLO ESTRAL DEFINIÇÃO É o período compreendido entre dois estros, de duração variável, porem

Leia mais

Revista Eletrônica Nutritime, Artigo 171. v.9, n 04 p Julho/Agosto 2012 LEIOMIOMA VAGINAL EM CADELA SRD

Revista Eletrônica Nutritime, Artigo 171. v.9, n 04 p Julho/Agosto 2012 LEIOMIOMA VAGINAL EM CADELA SRD Revista Eletrônica Nutritime, Artigo 171 v.9, n 04 p.1875-1878 Julho/Agosto 2012 LEIOMIOMA VAGINAL EM CADELA SRD 1875 Artigo Número 171 LEIOMIOMA VAGINAL EM CADELA SRD Maynna Lima Mendonça, Rodolfo Gomes

Leia mais

LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO RELATO DE CASO

LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO RELATO DE CASO LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO RELATO DE CASO LUCIANE CAMILA HISCHING 1, FABIOLA DALMOLIN 2, JOELMA LUCIOLI 3, THIAGO NEVES BATISTA 3, JOSÉ EDUARDO BASILIO DE OLIVEIRA GNEIDING 3. 1 Discente Medicina

Leia mais

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges RADIOGRAFIA ABDOMINAL Profª Drª Naida Cristina Borges Produção de Radiografias Diagnósticas Preparo adequado jejum/enema Pausa da inspiração evita o agrupamento das vísceras Indicações para a Radiologia

Leia mais

LACERAÇÃO PERINEAL E FÍSTULA RETO-VESTIBULAR NA ÉGUA: UMA REVISÃO PERINEAL LACERATION AND RETOVESTIBULAR FISTULAE IN THE MARE: A REVISION RESUMO

LACERAÇÃO PERINEAL E FÍSTULA RETO-VESTIBULAR NA ÉGUA: UMA REVISÃO PERINEAL LACERATION AND RETOVESTIBULAR FISTULAE IN THE MARE: A REVISION RESUMO LACERAÇÃO PERINEAL E FÍSTULA RETO-VESTIBULAR NA ÉGUA: UMA REVISÃO PERINEAL LACERATION AND RETOVESTIBULAR FISTULAE IN THE MARE: A REVISION Daniel Roulim Stainki 1 & Valentim Arabicano Gheller 2 RESUMO Os

Leia mais

Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS. Anestesia: É o ato anestésico reversível que produz:

Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS. Anestesia: É o ato anestésico reversível que produz: Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS Conceitos Básicos Anestesia: É o ato anestésico reversível que produz: - perda da consciência (narcose), - supressão da percepção dolorosa (analgesia)

Leia mais

Transmissão da Vida... Fisiologia do aparelho reprodutor Ciclos Sexuais Gravidez e Parto

Transmissão da Vida... Fisiologia do aparelho reprodutor Ciclos Sexuais Gravidez e Parto Transmissão da Vida... Fisiologia do aparelho reprodutor Ciclos Sexuais Gravidez e Parto Transmissão da Vida... - Morfologia do Aparelho Reprodutor Feminino Útero Trompa de Falópio Colo do útero Vagina

Leia mais

PROLAPSO DA MUCOSA URETRAL EM CÃO: ESTUDO DE CASOx

PROLAPSO DA MUCOSA URETRAL EM CÃO: ESTUDO DE CASOx PROLAPSO DA MUCOSA URETRAL EM CÃO: ESTUDO DE CASOx Laura Melgaço Faria¹, Duvaldo Eurides², Francisco Cláudio Dantas Mota² Thales regadioli¹, Mariana Veloni¹ 1 Médico Veterinário. Residente. Hospital Veterinário.

Leia mais

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário CIRURGIAS DO OSS SISTEMA URINÁRIO Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas Escola de Medicina Vetrinária -UFBA Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES Traumatismos Urolitíase

Leia mais

Maria da Conceição M. Ribeiro

Maria da Conceição M. Ribeiro Maria da Conceição M. Ribeiro Segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam

Leia mais

INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO EM CÃES RELATO DE CASO FOREIGN BODY INGESTION IN DOGS CASE REPORT

INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO EM CÃES RELATO DE CASO FOREIGN BODY INGESTION IN DOGS CASE REPORT INGESTÃO DE CORPO ESTRANHO EM CÃES RELATO DE CASO FOREIGN BODY INGESTION IN DOGS CASE REPORT PARRA, Thaís Carvalho better_than you @hotmail.com BERNO, Matheus D. B. matheus-berno@hotmail.com GUIMARÃES,

Leia mais

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO Universidade Federal do Ceará INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO Doutorando: MV Msc Rodrigo Vasconcelos de Oliveira Introdução Bovinocultura=> + eficiência reprodutiva Limitações: Anestro pós-parto longo

Leia mais

ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL

ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL Ronaldo Casimiro da Costa, MV, MSc, PhD Diplomado ACVIM Neurologia College of Veterinary Medicine The Ohio State University,

Leia mais