Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos

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1 Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos Professor: Aparecido Porto da Costa Disciplina: Caprinovinocultura

2 Introdução Importância Produtividade do rebanho => obter sucesso na atividade Assimilar as recomendações técnicas relacionadas com a reprodução Gerenciamento da produção 2

3 Puberdade Início da vida reprodutiva Maturidade sexual que pode ser observada sob dois aspectos Fisiológica => em geral é quando machos e fêmeas atingem a puberdade com 4 a 5 meses de idade (em média de 50% do peso dos animais adultos). Fêmeas ovulam e machos apresentam a exteriorização do pênis podendo realizar coberturas. No entanto há desgastes desses animais e seus produtos são pequenos. 3

4 Zootécnica => nas fêmeas puras ocorre entre 7 a 8 meses de idade e nas fêmeas Sem Padrão Racial Definido (SPRD) em torno de 1 ano de idade. O melhor critério que deve ser adotado é quando as fêmeas atingirem 70% do peso de uma fêmea adulto e os machos com aproximadamente com 1,5 anos de idade. 4

5 Escolha de reprodutores e matrizes A escolha correta dos machos e fêmeas é fundamental para a melhoria dos índices produtivos. Existem alguns aspectos importantes a serem observados no momento de compra ou seleção de animais Reprodutores Apresentar o padrão da raça Características masculinas 5

6 Bolsa escrotal proporcional, testículos soltos, simétricos e com textura macia Boa libido - realizar a corte, cheirar a vulva e realizar o reflexo de Fleming (macho levantar os lábios superiores quando em presença de fêmea no cio) Habilidade em executar a monta Em caprinos, evitar animais mochos Vida útil de um reprodutor => 7 a 8 anos de idade Deve permanecer no rebanho somente de 3 a 4 anos pra evitar consangüinidade 6

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11 Matrizes Apresentar características da raça Vulva limpa e sem corrimento Úbere simétrico, flexível, sem rachaduras e alterações anatômicas Evitar fêmeas com tetas extranuméricas, excessivamente grossas e com duplo esfíncter Descartar fêmeas a partir dos 5 anos de idade, devido a redução na produção de leite 11

12 Fotos - Fábio Ximenes 12

13 Fotos - Fábio Ximenes 13

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15 Idade Dentição Refletem na idade aproximada dos animais (pequenos ruminantes) Possuem duas dentições => uma decídua (de leite ou temporária) e uma definitiva (permanente) O aparecimento dos dentes iniciam nos primeiros dias de vida do animal e serão substituídos gradativamente pelos dentes permanentes à medida em que o animal envelhece 15

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19 Contenção do animal 19

20 Determinação da idade 20

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22 Dentes de leite, definitivos e desgaste x idade do animal Nascimento => sem dentes 3 a 4 dias => pinças e os primeiros médios 10 a 14 dias => segundos médios 25 a 30 dias => os cantos 22

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29 Desgaste dos dentes incisivos (6 a 7 anos de idade) 29

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33 Ciclo estral e detecção do estro Momento em que a fêmea apresenta sinais de receptividade sexual, seguida de ovulação Duração media do cio => aproximadamente 21 dias (intervalo entre dois cios) => ciclo estral O cio dura aproximadamente 32 horas 33

34 Sinais externos do cio Apresentam micção e movimentação da cauda constantes; Redução do consumo de alimentos e da produção de leite; Procura pelo macho; 34

35 Monta as companheiras e permite ser montada; Vulva inchada e avermelhada; Vagina úmida e com presença de muco transparente no início do cio, mais espesso e ligeiramente viscoso, de coloração creme claro durante o cio e, no final do ciclo esbranquiçado e de consistência pegajosa. 35

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37 Poliéstricas estacionais É quando as ovelhas manisfestam o seu cio sob influência da quantidade de luz do dia em determinado período do ano e temperatura, aumenta-se a atividade estral, apresentando maior fertilidade. Geralmente este processo é mais freqüentemente nas regiões de clima temperado (PILAR, 2004) Poliéstricas contínuas A reprodução ocorre durante todo o ano. A variação da luminosidade é pouca. Geralmente isso ocorre em climas de regiões tropicais (BORGES, 2000). 37

38 Uso de rufiões para detectar o cio Para melhor identificação das fêmeas em cio, aconselha-se o uso de rufiões. Rufião é um macho inteiro com a libido comprovada, impossibilitado, por meio de processo cirúrgico, de fecundar as fêmeas. 38

39 Indução e sincronização do estro Existem diversos métodos para induzir o cio nas fêmeas, sendo mais eficientes os protocolos hormonais. No entanto a campo os mais fáceis de serem utilizados são o efeito macho e o programa de luz 39

40 Efeito macho Manter os reprodutores afastados das fêmeas por um intervalo de tempo de 60 dias sem que as fêmeas não tenham nenhum tipo de contatos (visão, olfativo, auditivo) com machos. Após esse intervalo de tempo os reprodutores são colocados juntos às fêmeas. A partir do quinto dia, as fêmeas começam a apresentar sinais de cio 40

41 Programa de luz Aumentar a quantidade de horas luz/dia com luz artificial completando 16 a 18 horas diárias. As lâmpadas são colocadas a uma altura de 2 m em relação as cabeças dos animais por um período de 60 dias. Após esse período faz-se a retirada das lâmpadas. As fêmeas que foram submetidas a esse programa de luz começam a manifestar o cio de maneira sincronizada. 41

42 Monta a campo Sistemas de acasalamento Consiste em manter os machos e fêmeas juntos, obedecendo uma relação de 25 fêmeas para um macho. Monta controlada As fêmeas são mantidas separadas dos machos. Quando as fêmeas apresentam cios são levadas até o macho. Cada fêmea é coberta duas com intervalo de 8 a 12 horas, aumentando as probabilidades de concepção. A relação ideal de 1 macho para 35 fêmeas, mas essa relação pode ser superior, pois o desgaste é menor. 42

43 Estação de monta Consiste em manter machos e fêmeas por intervalo de tempo determinado. Desse modo a estação de monta permite que os partos fiquem concentrados em um mesmo período, produção de lotes uniformes, produção de acordo com melhor época de demanda e de preços e concentração dos partos em períodos do ano em que tenha abundância de alimentos 43

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45 Antes da estação de monta Verificar as condições dos reprodutores Realizar o diagnóstico de prenhez nas fêmeas => manter as fêmeas separadas dos machos e após esse período coloca-se os rufiões e as fêmeas que não apresentarem o cio estão prenhes. Realizar o descartes das fêmeas de acordo com o critério de seleção Estabelecer o escore da condição corporal => separar em lotes para o devido manejo 45

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47 Duração da estação de monta 1ª estação de monta Caprinos => 63 dias Ovinos => 51 a 54 dias Apartir da 2ª estação de monta Caprinos => 49 dias Ovinos => 42 dias 47

48 Depois de confirmada a prenhez, recomenda-se alguns cuidados especiais, que irão contribuir para a ocorrência de maior número de crias vivas: separar as fêmeas prenhes e mantê-las em local seco e bem arejado; evitar estresse e transportes rodoviários; mantê-las em boas condições nutricionais e sanitárias; Deve-se transferir as fêmeas para uma baia ou piquete maternidade 48 quando se aproximar a época do parto Gestão O período gestacional das cabras e ovelhas é de aproxidamente 150 ± 6 dias

49 Parto Principais Sinais de Parto A fêmea apresenta-se inquieta, deita-se e levanta-se com frequencia; Apresenta vulva inchada, corrimento opaco e ligeiramente amarelo; Úbere fica duro e avermelhado; Deita-se e olha para trás com frequência; Respiração acelerada, diminuição do apetite; e Rompimento da bolsa amniótica e expulsão do 49 feto.

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53 Pós-Parto ou Puerpério É o período compreendido entre o parto e a involução completa do útero e a reativação cíclica do ovário. Em média, a involução uterina total ocorre entre 40 a 50 dias após o parto. No entanto esse poderá aumentar por retenção da placenta ou endometrite (infecção da parede do útero). Após esse período a fêmea poderá ser coberta novamente. 53

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