VACARIA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA. Deputado Francisco Appio - Agosto Obra de Carlos Rigotti - Foto: O Retrato

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1 VACARIA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA Obra de Carlos Rigotti - Foto: O Retrato Deputado Francisco Appio - Agosto

2 SERÁ VACARIA AÇORIANA? O deputado Francisco Appio provocou ardorosos debates sobre o povoamento de Vacaria, ao abrir 2008 como comemorativo aos 243 anos da chegada dos Açorianos aos Campos de Cima da Serra. O propósito do parlamentar, que ocupa com freqüência a Tribuna do Parlamento Gaúcho, para dar publicidade a autores que se dedicam às pesquisas de nossa antropologia, genealogia e origem das etnias que formam o nosso povo, promove o concurso literário sobre o tema. Aos vencedores, prêmios de bom valor, conforme regulamento publicado no site onde estão obras de grande valor histórico, com livros, pesquisas, reportagens e o Link para Vacaria de Nossa Senhora de Oliveira. Neste mês de agosto, comemorando a posse do Bispo Dom Irineu Gassen, Appio foi à tribuna para registrar nos anais da Assembléia Legislativa a importância da Diocese. Nesta reportagem resgata-se mais uma vez, pelas obras de Manoel Duarte (No Planalto), José Fernandes de Oliveira (Rainha do Planalto) e Fidélis Dalcin Barbosa (Vacaria dos Pinhais e Diocese), a história de Vacaria e da Região, com seus numerosos municípios, todos oriundos de Santo Antônio da Patrulha. No encarte central, os cinco Bispos de Vacaria, entre os quais o 1º Bispo Prelado Dom Cláudio Bampi e o 1º Bispo Diocesano Dom Augusto Petró, que goza de boa saúde aos 90 anos e reside no Lar das Irmãs de Santa Catarina, na cidade de Ivoti. Procuramos apresentar o novo Bispo Dom Irineu à comunidade de Nossa Senhora da Oliveira, ao mesmo tempo em que revelamos ao novo Bispo o resumo do histórico da região e sua Diocese, bem como de sua padroeira. Sem pretensão de escritor, mas como repórter e parlamentar, fazemos da distribuição gratuita desta reportagem, a seqüência de um trabalho que permitiu que mais de 400 mil exemplares de separatas chegassem à população, nos últimos quinze anos. Sem apologias políticas, partidárias ou ideológicas, este trabalho compõe o Projeto Esperança, que promove a Inclusão Digital, treinamento de jovens, projeção de filmes culturais e trocatroca de livros. Reconhecemos e registramos que sob inspiração do saudoso Dom Pedro Sbalchiero Neto, na foto ao lado na aula inaugural do Projeto Esperança na Casa Verde em 2005, procuramos ampliar a atuação parlamentar, para a qual a comunidade nos indicou. (Francisco Appio, 05 de agosto de 2008)

3 BAQUERIA DE LOS PIÑALES O COMEÇO DE TUDO Na obra Vacaria dos Pinhais, de Fidélis Dalcin Barbosa, lemos: Vacaria, em castelhano baqueria, era nome dado a grandes extensões de campos naturais, onde os missionários Jesuítas das Reduções e dos Sete Povos das Missões colocavam seus rebanhos, para se criarem soltos, alçados, formando reservas para as suas estâncias. A Vacaria do Mar, situada entre a Lagoa dos Patos e os rios Jacuí e Negro, havia sido pilhada por espanhóis e portugueses. Para fugir dos conquistadores, o Provincial dos Jesuítas, Pe. Lauro Nunes, em 1702, fundou a Vacaria dos Pinhais Baqueria de los Piñales em região que parecia inacessível a espanhóis e portugueses. Era uma vasta área, cercada por fronteiras naturais: a gigantesca muralha dos Aparados; o caudaloso rio Pelotas; ao Sul o profundo rio das Antas; a imensa floresta do Mato Português e Mato Castelhano. Os jesuítas conheciam a região há cerca de meio século, quando da catequese entre os índios. O Pe. Cristovão de Mendonza, mais tarde assassinado pelos próprios indígenas, na localidade hoje conhecida por Água Azul, em Santa Lúcia do Piaí, município de Caxias do Sul, percorreu a região em Em 1692, os Jesuítas deixaram marcos de pedra com a legenda: S.J Um desses marcos está exposto no museu Municipal de Vacaria(foto acima). Em 1709, os índios das Missões abriam picadas através do Mato Castelhano e Mato Português, penetrando na região do Planalto Nordestino com 80 mil cabeças de gado vacum, com que iniciaram seus domínios pastoris. Em 1718 danosa incursão portuguesa aniquilou os rebanhos, provocando violenta reação missionária. A , pelo mesmo caminho, tiraram milhares de cabeças de gado, cavalo e mulas. Em 1633 o Pe. Francisco Ximenes fundou a Redução de Santa Teresa, junto ao Mato Castelhano, no atual Passo Fundo, confiando-a aos cuidados do Pe. Pedro Mola. No dia 21 de março de 1761, foi construída a primeira capela de Nossa Senhora da Oliveira, conforme pintura ao lado.

4 Os Padres das Missões construíram alguma casa ou capela, nos Campos de Cima da Serra? Emiliano Silveira de Azevedo, neto de Manuel da Silveira de Azevedo, fundador de Bom Jesus, declarou ao escritor Fidélis Dalcin Barbosa, que, num capão das proximidades desta cidade, podem ser observadas ainda hoje as ruínas de uma capela e de uma casa. Para o escritor Manuel Duarte, os mangueirões da região do Silveira São José dos Ausentes - são de autoria dos padres das Missões. Antigos moradores de Três Pinheiros Ibiaçá - garantem que existiu ali uma Redução Jesuítica, cujas ruínas podem ser vistas ainda hoje, nas proximidades do passo velho do rio Forquilha. O nome dessa Redução era Conceição, nome da Capela dos Três Pinheiros. A Redução era de índios Guaianás, ou Caingangues. Entre o rio Forquilha e o rio Passo Ruim existe uma bela e vasta região de campos nativos, cercada de matas, algo parecido com o Campo do Meio, que era o Potreiro Grande da Redução de Santa Teresa. Esta redução é reconhecida pela historiadora Irene Basile Becker em O Índio Kaingáng no RS. A autora cita Francisco Schaden em Índios, caboclos e colonos, páginas de etnologia, sociologia e folclore Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras, da USP. No tocante à pacificação dos Índios Kaingáng do RS, na época colonial, cumpre salientar, como um dos fatos mais importantes, o estabelecimento duma redução jesuíta no alto curso do Uruguai. Ficava no território dos Guandanás e tinha o nome de Conceição! Diz-se existirem ainda, perto do Forquilha, as ruínas desse estabelecimento fundado em 1630, no qual, segundo os cronistas, se teria aldeado um total de índios. Não tivemos possibilidade de verificar a data em que deixou de existir essa grande redução. Segundo declarações do Pe. Olímpio Pagnoncelli, os antigos moradores de Três Pinheiros tinham exato conhecimento desta redução jesuítica, atendida por mais de um padre. Além dos Jesuítas, fizeram-se presentes em Vacaria de outrora, Jesuítas a serviço de Portugal. Em dezembro de 1637, o Pe. Francisco Fernandes de Oliveira, filho do bandeirante André Fernandes, passou por aqui, procedente de São Paulo. Quando seu pai expulsou os Jesuítas espanhóis da Redução de Santa Teresa ( ), o Pe. Francisco tomou conta da aldeia dos índios, permanecendo nela cerca de 40 anos, vindo, provavelmente, a morrer aqui. Esta povoação, chamada Igaí, foi a primeira de origem portuguesa no Rio Grande do Sul. Outro Jesuíta, o Matemático Domingos Capassi, a serviço do Rei de Portugal penetrou no atual município de Bom Jesus, em fins de 1731, junto com Cristóvão Pereira de Abreu, deixou o nome de Matemático ao Passo do rio dasantas. Nome que se estendeu ao povoado.

5 OS PIONEIROS DA REGIÃO O escritor Fidélis Barbosa reconhece que a contribuição dos Jesuítas com a introdução do gado fez com que os Campos de Vacaria fossem cobiçados. Antes mesmo que Silva Paes firmasse o marco de ocupação oficial em nome da coroa de Portugal, Vacaria era a porteira do Rio Grande. Em 1637 passavam pelos Campos de Vacaria os bandeirantes Francisco Bueno e André Fernandes. Em 1638 era a vez de Fernão Dias Pais, o Caçador de Esmeraldas. Mamelucos, predadores de índios, por esse tempo, andavam por aqui escravizando o gentio para levá-lo a São Paulo e ao centro do Brasil. A seguir, foram os caçadores de gado, que dele só aproveitavam o couro e o sebo. Coube ao lagunense Francisco de Sousa e Faria, em 1729, abrir a primeira estrada da serra. Além de abrir a segunda estrada das tropas, Cristóvão Pereira de Abreu, o rei dos tropeiros, abriu também a estrada das tropas para as Missões, atravessando o Mato Português, o Mato Castelhano e os Campos do Passo Fundo. A ocupação definitiva do território da Diocese teve início após a abertura das estradas das tropas. Estes caminhos, procedentes de Laguna e Viamão e das Missões, cruzavam os campos de Bom Jesus, Vacaria e Lagoa Vermelha, atravessando o rio Pelotas no Passo de Santa Vitória e daí para São Paulo. Na década de 1730, devia haver algum morador ao longo desses caminhos, sobretudo junto ao passo de Santa Vitória. Na década de 1740 fixavam-se aqui os primeiros povoadores, já no ciclo do tropeirismo. Foram os tropeiros paulistas que fundaram Vacaria, Lagoa Vermelha, Passo Fundo, Cruz Alta, Palmeira das Missões. Em 1752 foram concedidas sesmarias para Cristóvão Pereira de Abreu, Francisco de Sousa e Faria e Pedro da Silva Chaves. Os pioneiros sofreram terrível hostilidade por parte dos índios Guaianás, mais conhecidos por Coroados. Foi tão agressiva a perseguição aos primeiros colonizadores, que estes viram-se obrigados a abandonar seus campos, migrando para Lages e para a região das Missões. Em conseqüência desta hostilidade indígena, Vacaria ficou despovoada por alguns anos, até que em 1780, nova leva de migrantes, provavelmente açorianos, decididos e bem armados, conseguiu fixar-se, fundando os primeiros estabelecimentos pecuários. Antes disso, há registros da chegada de povoadores de Laguna, entre os quais a família de Teresa Rodrigues de Jesus, seu marido Antonio Borges Vieira, seus irmãos, sobrinhos e sobrinhas.

6 Em 1750 foi encontrada a imagem de Nossa Senhora da Oliveira, que venerada numa ermida e depois numa capela, fez com que fossem construídas as primeiras moradias, dando início à formação do povoado. Um dos primeiros moradores, donatário da sesmaria de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, foi José de Campos Bandemburgo, como vem detalhado no livro Rainha do Planalto do historiador José Fernandes de Oliveira. Sua filha única, Clara Jorge da Silva, casou com o lagunense Manuel Rodrigues de Jesus. Outros pioneiros de numerosa descendência foram: Inácio Fernandes dos Reis, Antônio Manuel Velho, Antônio Borges Vieira e Manuel de Sousa Duarte. Em 1785 havia 24 ocupantes de terras com títulos legais e mais 64 sem nenhum título. Até 1900 o atual território da Diocese era povoado na campanha, ficando inteiramente desabitada a região da mata das serras dos rios das Antas e Pelotas. Muitos fazendeiros, entretanto, tinham suas posses com invernadas na serra, onde, além de abrigar o gado dos rigores do inverno, cultivavam cereais, que transportavam para as fazendas. Embora antes de 1900 já houvesse moradores de origem alemã e italianas nos municípios de Vacaria, Lagoa Vermelha e Bom Jesus, foi só depois desse ano que teve início a migração interna sistemática das velhas colônias italianas para as grandes zonas da mata, sobretudo da serra dos rios Forquilha, Antas e do Pelotas. 50º DO EPISCOPADO Dom Augusto Petró Primeiro Bispo Diocesano tomou posse em 17/08/1958. Permaneceu por seis anos na Diocese, transferindo-se para Uruguaiana, após a nomeação de Dom Henrique Gelain em Aos 90 anos de idade, reside no Lar das Irmãs de Santa Catarina, em Ivoti, graças ao empenho do Bispo Emérito, Dom Angelo Salvador, que o sucedeu em Uruguaiana. No mesmo dia da ordenação de Dom Irineu Gassen em Santa Cruz, o Bispo Emérito Dom Augusto Petró festejou 50 anos da sua ordenação, em No dia seguinte (28/07) foi celebrada missa festiva, comemorativa ao cinqüentenário de seu Episcopado (foto acima). No próximo dia 17/08 comemoraremos os 50 anos de sua posse na Diocese de Vacaria. Na foto a direita, Dom Augusto na Celebração da missa em Ivoti entre o Deputado Francisco Appio e o Bispo DomAngelo Salvador.

7 VACARIA AÇORIANA Em VACARIA AÇORIANA (dezembro/2007), destinada a abrir as comemorações do Ano Açoriano, selecionamos para ilustrar a Capa do suplemento a foto da pintura em óleo de Carlos Rigotti, que retrata a Pinha e o Pinhão, cenário inconfundível na chegada dos pioneiros aos Campos de Cima da Serra, há 243 anos. Apesar da ação devastadora do homem, o pinheiro sobrevive como símbolo insubstituível da região. A gralha azul, ao armazenar o pinhão no solo, para seu sustento, faz o plantio natural da araucária e sua preservação, o que explica os milhares de pinheiros espalhados pelos campos, porém ausentes nas lavouras e pomares implantados nos últimos trinta anos. Confinados aos pequenos capões, sobrevivem e servem de apoio para pessoas que incorporam à renda familiar, a colheita no solo ou derrubada das pinhas e ao comércio na estrada. PINHEIRO, PINHA E PINHÃO Em Muitos Capões, no Entorno de Vacaria, está a maior concentração de araucárias, destacando-se a Reserva Nacional de Aracurí, um verdadeiro cofre forte do Pinheiro. Naquele município, a cata-colheita começa em abril e a Festa do Pinhão, em maio. Neste ano, a Festa do Pinhão em Muitos Capões destacou ações que objetivam preservar o meio ambiente e a valorização do pinheiro, soberano entre as árvores de grande porte. Com o crescimento da floresta comercial renovável, surgem estudos como os da Embrapa-Colombo PR, que aprofunda as pesquisas do genoma da araucária, para introduzir as principais características do pinheiro, no outro membro da família, o Pinnus, de crescimento rápido, porém sem a envergadura e resistência do primeiro.

8 No suplemento VACARIA AÇORIANA (dezembro 2007), inserimos no encarte a magnifica pesquisa do professor José Fernandes de Oliveira, publicada em seu livro Rainha do Planalto, 1957, com a árvore genealógica do tronco Borges Vieira, um dos pioneiros. Em VACARIA DOS BORGES (abril/2008), publicamos fotos de algumas antigas Fazendas, berço dos primeiros povoadores. Na capa, Carlos Rigotti retrata a óleo antiga fazenda de Benício Borges da Silva, atual sede da AABB, nas cercanias da cidade. Na contra-capa, a atual fachada da Fazenda do Socorro, a primeira das grandes estâncias da região, fundada há mais de 250 anos, por José Campos de Bademburgo, reconhecido como o Pai Adão de Vacaria. Para dar suporte ao concurso literário dos " 243 anos da chegada dos Açorianos aos Campos de Cima da Serra", digitalizamos em nosso site os livros " NO PLANALTO, Manuel Duarte, 1930" - "RAINHA DO PLANALTO, José Fernandes de Oliveira, Editora São Miguel, 1959" - "VACARIA DOS PINHAIS, Fidélis Dalcin Barbosa, 1985." RENOMADO PROFESSOR DE HISTÓRIA FAZ IMPORTANTE REVISÃO, COM ALERTAS E OBSERVAÇÕES Em se tratando de concurso literário que mergulhará na história de nossa região, submetemos nosso suplemento "VACARIA AÇORIANA (DEZEMBRO/2007)" ao exame e revisão de uma das mais importantes autoridades no mundo acadêmico. O Prof.Dr. Artur Henrique Franco Barcelos, do Departamento de História e Geografia do Centro de Ciências Humanas e Comunicação da Universidade de Caxias do Sul, revisou nossas publicações sobre "Os 243 anos da chegada dos açorianos aos Campos de Cima da Serra" e fez importantes observações, críticas, correções, para evitar equívocos históricos, sobre fatos já estabelecidos na historiagrafia gaúcha. No seu parecer, nas próximas paginas, aponta caminhos e fontes aos que pretendem participar do concurso.

9 VACARIA ESPANHOLA - "Segundo algumas fontes, os jesuítas introduziram o gado bovino nos Campos de Cima da Serra, no final do século XVII, retirando rebanhos das estâncias das reduções de guaranis. Tudo indica que os indígenas, que tradicionalmente ocupavam esta região, não foram catequizados pelos jesuítas e nem inseridos no sistema colonial espanhol, permanecendo em seus territórios e enfrentando tanto a presença eventual de guaranis das reduções, como dos luso-brasileiros que passavam a retirar cabeças de gado de Vacaria dos Pinhais. Sendo assim, não é correto afirmar que "coroados ou caigangues eram liderados pelos espanhóis". Sugere a leitura de: DE MASY, Rafael Carbonmell de. (La Génesis de las vaquerias de los pueblos tapes y guaranies de la banda poriental del Uruguay a la luz de documentación inédita, apenas conocida. Anais do VIII Simpósio Nacional de Estudos Missioneiros.Santa Rosa. fac. Dom Bosco, 1989). BARCELOS, Artur H.F. (Espaço e Arqueologia nas Missões Jesuíticas: o caso de São João Batista. P. Alegre, EDPUCRS, 2000) INTRODUÇÃO DO GADO - Não há certeza que o Padre Cristóvão de Mendonza realmente introduziu os rebanhos de gado, trazidos das margens ocidentais do rio Uruguai, na região dos Campos de Cima da Serra ou no vales dos rios das Antas e Caí.O gado trazido para o atual território do Rio Grande do Sul, por volta de 1634, não tem relação alguma com os "7 povos". Estes rebanhos foram trazidos para abastecer as primeiras reduções de guaranis, fundadas entre 1626 e Em 1640, os jesuítas acossados pelas investidas dos Bandeirantres e pela resistência oferecida por lideranças indígenas, decidem retirar-se para as margens ocidentais do rio Uruguai. Em 1682, os missionários reiniciam as fundações na chamada "Banda Oriental", ou seja, em atual território do Rio Grande do Sul. Deste retorno, resultaram as Sete Reduções (São Nicolau, São Borja, São Luiz Gonzaga, São Miguel, São João, São Lourenço e Santo Ângelo), as quais se somaram às outras 23 existentes em territórios dos atuais Paraguai e Argentina, formando um conjunto de 30 reduções de índios guaranis, os 30 Povos. "É importante destacarmos o que foi a Colônia de Sacramento, fortificação portuguesa, instalada na margem norte do Rio de Prata, em 1680 e que Francisco de Sousa e Faria, não era bandeirante, era Sargento Mor de cavalaria, em Laguna, que em 1728 foi enviado para abrir caminho destinado a desviar a rota litorânea do velho "caminho da Praia", buscando uma rota pelo interior. Sua ação não está relacionada com as investidas dos bandeirantes no Rio Grande do Sul, ocorridas no século XVII, entre 1630 e 1640".

10 Sobre os caminhos de tropas e a ação de Francisco de Souza Faria, sugere: GOULARTE, José A. Tropas e tropeiros na formação do Brasil, RJ Conquista, HAMEISTER, Martha D. O Continente do Rio Grande de São Pedro: os homens, suas relações e suas mercadorias semoventes ( ). Dissertação de Mestrado, RJ: UFF, IFCS, PPGH, SILVA, Adriana Fraga da. Estratégias materiais e espacialidade: uma arqueologia da paisagem do Tropeirismo nos Campos de Cima da Serra/RS. Dissertação de Mestrado, PortoAlegre, PUCRS, PPGH, O roteiro de Souza e Faria está em http/www.liphis.com/bibliovirtual/souzaefaria.pdf RETIRADA DOS INDÍGENAS - Nosso revisor enfatiza a necessidade de deixar claro que "os indígenas, que foram obrigados a se retirar da Banda Oriental para as terras espanholas da margem oposta do rio Uruguai, eram os guaranis das reduções jesuíticas. Recomenda ainda, detalhamento dos motivos que levaram Sepé Tiarajú e seus companheiros a se oporem ao Tratado, causando o conflito conhecido como "Guerra Guaranítica". Indica a leitura de: GOLIN, Tao. Guerra Guaranítica: como os exércitos de Portugal e Espanha, destruiram os 7 povos dos jesuítas e índios guaranis no RS, P. Fundo, EDUPF, PASSO DE SANTA VITÓRIA - O registro de Santa Vitória não recebeu esta denominação durante a Revolução Farroupilha. Na realidade, este posto de arrecadação de tributos foi instalado ainda no século XVIII, em torno de E não foi transferido para Barracão, onde foi instalado um segundo posto, que uma vez aberto, substitutiu parte das funções do santa Vitória, até a desativação deste. Para melhor entendimento do registro de Santa Vitória, recomenda a leitura de: SILVA, Adriana da. ESTRATÉGIAS MATERIAIS E ESPACIALIDADE: UMA ARQUEOLOGIA DA PAISAGEM DO TROPEIRISMO nos Campos de Cima da Serra, em Disssertação de Mestrado, PUCRS, PPGH, 2006, onde a autora faz um estudo pormenorizado da instalação e funcionamento deste posto de tributos. BARROSO, Vera L. Maciel. O Tropeirismo na formação do Brasil. In: BOEIRA, Nelson & GOLIN, Tao (Coords.) História Geral do Rio Grande do Sul. Volume 1, Colônia, Passo Fundo, Ed. Méritos, PP COLONIZAÇÃO AÇORIANA - Para dar suporte ao concurso literário proposto, o historiador recomenda a Professora Vera Maciel Barroso, das Faculdades Porto Alegrenses - FAPA, reconhecida como especialista na presença açoriana no Rio Grande do Sul. Sugere igualmente a leitura do artigo : GRAEBIN, Cleusa Maria G. VIDA COTIDIANA DOS AÇORIANOS PELAS FREGUESIAS E CAMINHOS. IN: BOEIRA, Nelson & GOLIN, Tao (Coords.) História Geral do Rio Grande do Sul. Volume 1, Colônia, P. Fundo, ed. Méritos, PP

11 PATRIARCA - Recomenda pesquisas que vinculem a família pioneira de Antonio Borges Vieira e Teresa Rodrigues de Jesus, às famílias açorianas de Laguna, onde boa parte delas eram procedentes dos Açores. Outra parte era procedente de São Paulo e outras regiões do Brasil. Assim, recomenda-se pesquisarmos o vínculo entre os primeiros moradores da região e famílias açorianas. É fato que Antonio Borges Vieira nasceu em Lisboa. Seu primogênito de igual nome, nasceu em Laguna, do casamento com Teresa Rodrigues de Jesus, cuja ascendência deve-se comprovar, dos Açores. Quanto ao paulista José Campos de Bademburgo, está claro que nasceu em S.Paulo, estabeleceu-se na região, bem antes do Tratado de Madri (1750). Bademburgo é um dos pioneiros da ocupação luso-brasileira nos Campos de Cima da Serra, não resta a menor dúvida. IMPORTANTES OBSERVAÇÕES - Cristóvão Pereira de Abreu não teve nenhuma relação com o Caminho das Missões. Este caminho já era conhecido desde o tempo em que os jesuítas introduziram o gado na região. Em 1750, os jesuítas não tinham o controle da região, apesar da Banda Oriental possuir vastas extensões de terras. A região de Vacaria permanecia como área não assinalada, a nenhuma redução em particular. O historiador adverte que é necessário compreendermos o processo de distribuição das sesmarias pela Coroa Portuguesa, como uma estratégia de ocupação do território por parte das autoridades coloniais portuguesas. As atividades de Bandeirantes e Tropeiros foram, em momentos distintos, separados por quase um século. Também não houve o completo extermínio dos índios. Não é verdade que nada restou dos indígenas dos Campos de Cima da Serra e das antigas missões jesuíticas. O professor Artur chama a atenção para a importância destas publicações, que naturalmente chegam aos educadores das escolas. Portanto, a revisão se impõe, para evitarmos equívocos históricos. Para ele, estas "apostilas" orientam os participantes do concurso literário, e portanto devem ter boa nota, as observações, alterações e revisões que trouxe ao conhecimento geral.

12 Agosto de 2008 Deputado Francisco Appio ESCLARECIMENTO DO AUTOR Trata-se de uma reportagem, sujeita a equívocos, baseada em fontes já publicadas, que também registraram a necessidade do aperfeiçoamento e revisão. Existem poucas leituras, exceto as referidas "Rainha do Planalto, José Fernandes de Oliveira, " Vacaria dos Pinhais ", Fidélis Dalcin Barbosa, " Rainha do Planalto ", Manuel Duarte, 1930 e RELATÓRIOS, Sátiro Dorneles, Ao estimular estas revisões, o professor Artur Barcelos dá extraordinária contribuição para o debate e a pesquisa sobre os primeiros povoadores, indicando fontes importantes para os que pretendem participar de nosso concurso literário "243 anos da chegada dos primeiros açorianos". O autor, angustiado pela falta de informações e literatura de distribuição abrangente e animado com a perspectiva de que possamos abrir as janelas do conhecimento do passado de nossos ancestrais, principalmente os pioneiros da região estimula esse debate através do concurso literário. Açorianos, lusos ou brasileiros deixaram um legado de coragem, heroísmo, perseverança e resistência. Dia virá, que a expressão "Pêlo Duro" deixará de ser pejorativa, para qualificar a imagem do bravo homem de nossa terra, como ocorreu com os "gringos", italianos orgulhosos da saga imigrante e de suas origens. O Parlamentar agradece as revisões, acréscimos e aperfeiçoamentos que ampliam o campo de debate sobre os Pioneiros de Vacaria e Região. O concurso está prorrogado até 10 de outubro, por força da legislação eleitoral, que impede a distribuição de prêmios neste período. O melhor trabalho/dissertação, indicado por uma Comissão da UCS - Campus Vacaria, será premiado uma viagem, com acompanhante, aos Açores e Portugal. Agradecemos ao professor Artur pela contribuição e pela compreensão de que se trata de uma reportagem, destinada a estimular o debate e a pesquisa. A premiação estimulará a participação geral, sem restrições de etnia. Retiramos do artigo do Regulamento (Veja em nosso site a vinculação genealógica com os pioneiros, para dar participação universal e democrática a todos os interessados em nossa história. Obrigado, Professor Artur Barcelos.

13 PADRE PACÍFICO, nasceu no dia 31/01/1873, na França. Chegou a Porto Alegre em 02/1899 e em 01/11/1900 foi ordenado sacerdote. Em 1910 foi transferido para Vacaria, assumindo a responsabilidade de pároco e o encaminhamento da instalação da Prelazia. Em 1920 é transferido para a residência dos Capuchinhos em Porto Alegre, foi novamente transferido para Vacaria em 1929, permanecendo lá até Com sua habilidade ajudou a erguer a Catedral Nossa Senhora da Oliveira. Faleceu no dia 24 de fevereiro de 1957, em PortoAlegre. PADRE ÉFREM, de Bellevaux chegou em Vacaria em Foi o arquiteto que apresentou o projeto da Catedral, em estilo gótico, à semelhança da célebre Catedral de Notre Dame de Paris. Ele foi nomeado Vigário de Vacaria no dia , permanecendo até DOM CÂNDIDO BAMPI, natural de São Vigílio da Segunda Légua (localidade de Caxias do Sul), nascido em 25/01/1889, faleceu em 07/07/1978 com 89 anos. Foi o primeiro bispo prelado de Vacaria, nomeado em 03/07/1936. Dirigiu a prelazia de Vacaria por 22 anos até Criou o Seminário Nossa Senhora da Oliveira, o Asilo Divina Providência e o Congresso Eucarístico Diocesano (1947). DOM AUGUSTO PETRÓ, natural de Santo Antônio da Patrulha, onde nasceu em 3/5/1918, foi o primeiro Bispo Diocesano de Vacaria e tomou posse em 17/08/1958. Dirigiu a Diocese por seis anos, até 1964, quando foi nomeado bispo de Uruguaiana.

14 DOM HENRIQUE GELAIN, natural de Nova Pádua, nasceu em 12/06/1910. Tomou posse como segundo Bispo de Vacaria em 12/07/64. Depois de 19 anos à frente da Diocese, foi sucedido pelo Dom Orlando Dotti, seu bispo Auxiliar. DOM ORLANDO DOTTI nasceu em Antônio Prado em 22/06/1930. Tomou posse em Vacaria permanecendo até sua aposentadoria, quando foi sucedido por Dom Pedro Sbalchiero Neto. Dom Orlando voltou à direção da Diocese com a inesperada morte de Dom Pedro. DOM PEDRO nasceu em Sananduva, no dia 14/12/1953. Tomou posse em Vacaria, como 4º Bispo de Vacaria, Diocese que conduziu por curto espaço de tempo, pois uma doença incurável o levou à Curitiba para cirurgias e tratamento, até sua morte. DOM IRINEU GASSEN, nascido em Santa Cruz do Sul, foi sagrado bispo no domingo (27/08) em sua cidade. Tomará posse dia 24 de agosto em Vacaria. Será o quinto bispo da Diocese, consagrada a Nossa Senhora da Oliveira, cuja imagem de origem portuguesa foi descoberta a 258 anos, em 08/09/1750, no mesmo ano que o domínio da região passou da Espanha para Portugal, pelo Tratado de Madrid.

15 NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA 258 ANOS O início de Vacaria deve ser demarcado, segundo alguns historiadores, pela data de 8 de setembro de 1750, quando foi descoberta a imagem de Nossa Senhora da Oliveira (foto ao lado), em meio aos pastos nativos, onde hoje está localizado o Centro de Vacaria. Naquela época, como ainda hoje, ao findar do inverno procede-se à queima do capim estorricado pelas geadas, para que brote com mais vigor na primavera. O professor José Fernandes de Oliveira, que nos legou a preciosa Rainha do Planalto, 1959, relata o que descobriu em suas pesquisas. No dia 8 de setembro de 1750, um fazendeiro, de posse do campo da sesmaria mais tarde cedida a Manuel Rodrigues de Jesus, no lugar compreendido entre os arroios Uruguaizinho e Carazinho, ateou fogo ao campo. O fogo se alastrou, deixando de queimar, num pequeno local, junto a uma pedra. O posseiro, vendo aquelas touceiras de capim por queimar, prende-lhe fogo outra vez. Era ao cair da tarde, à hora do Ângelus. O camponês vê, então, por entre as labaredas, uma imagem sobre uma pedra. Uma imagem pequena, de madeira, que trazia a inscrição N. S. da Oliveira. Surpreendido e feliz com o maravilhoso achado, convidou os familiares para admirar a linda imagem. A família caiu de joelhos e invocou Nossa Senhora da Oliveira. A seguir, devotamente transportou a imagem para o interior de sua casa, entronizando-a na pequena sala de visita. Depois da janta, a família rezou de joelhos diante da imagem o terço do rosário de Nossa Senhora, pedindo, pela primeira vez, que abençoasse aquele lar e aqueles campos. Já em seguida, a família ergueu uma capelinha ao lado de sua casa, no alto da coxilha, uma ermida de barro, coberta de capim. A notícia da aparição daquela imagem espalhou-se. Os vizinhos começaram a visitar a capelinha, em piedosas romarias, que foram aumentando. Orando, os devotos obtinham graça. Cumpriam-se promessas. Sem demora, começaram a construir ranchos de barro ao lado da ermida. Vários ranchos deram inicio ao povoado de Vacaria.

16 INVOCAÇÃO DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA No livro da Diocese de Vacaria (Fidélis Dalcin Barbosa, 1988) são citadas as pesquisas do Frei Melchior em 1935, Coadjutor de Vacaria. Em princípios do século IX, o Conde Hermenegildo Mendes mandou edificar um grande mosteiro para a imagem, que foi enriquecida pelos reis de Leão e Castela. Ao redor deste mosteiro, foi surgindo a cidade de Guimarães. D. João I, de Portugal, costumava visitar o Santuário de Nossa Senhora em Guimarães. Em vésperas da célebre batalha de Aljubarrota ( ), o rei pedira a Santíssima Virgem a sua proteção, solicitando ainda um sinal da vitória. Este sinal foi o milagroso florescimento de uma oliveira seca existente ao lado do mosteiro. Dai por diante, a imagem da Virgem de Guimarães passou a ser invocada como Nossa Senhora da Oliveira. Na Catedral de Oliveira - Minas Gerais - venera-se a imagem de Nossa Senhora da Oliveira como a que se encontra na Catedral de Vacaria, sobre o belíssimo altar de mármore, isto é, Nossa Senhora com o Menino Jesus no colo (foto ao lado), tendo na mão um raminho de oliveira. Esta linda e grande imagem foi doação de D. Virginia Rodrigues, filha do CeI. Libório Antônio Rodrigues. Ela reproduz Nossa Senhora da Oliveira de origem palestina, como outra imagem que se venera na França. Como se observa, a pequena imagem, cerca de 50 centímetros de altura, encontrada em Vacaria, no local onde está a rua Dr. Flores, é autêntica reprodução da Imagem de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, portanto de origem portuguesa. Neste local, ergueu-se o Santuário de Nossa Senhora da Oliveira, iniciativa da comunidade, liderada pelo Padre Olívio Dembogurski, no ano de 2002, inaugurado em 8 de setembro daquele ano, onde desponta a Via Sacra, de Carlos Rigotti. Vários autores especulam sobre de que maneira esta imagem veio parar nos Campos da Vacaria. A imagem certamente foi deixada por inspiração divina ou providencial esquecimento por alguma caravana de bandeirantes, que ingressavam através do Passo de Santa Vitória e seguiam para as Missões passando por onde está a cidade de Vacaria. Em 1637 passou a Bandeira do capitão André Fernandes, com o filho Pe. Francisco Fernandes de Oliveira, que, após a exclusão dos jesuítas espanhóis da Redução de Santa Teresa, ocupou o lugar. Outra caravana portuguesa que poderia ter deixado a imagem, poderia ter sido a de Cristóvão Pereira de Abreu, que em 1738 abriu a estrada das tropas para a região das Missões. Esta hipótese é a mais provável, por referir-se a fato mais próximo da época em que a imagem foi encontrada, por volta de 1750.

17 LENDA PARA SER CONTADA AOS NOSSOS FILHOS É do escritor vacariano Manuel Duarte, a publicação de antiga lenda sobre a imagem de Nossa Senhora da Oliveira, que merece ser registrada. A linda imagem, aparecida no campo onde surgiu a cidade de Vacaria, depois de entronizada numa modesta ermida, foi levada por um sacerdote, talvez de Viamão, o qual desejava guardá-ia em lugar mais digno, até que aqui fosse construída uma capela melhor. Surdo aos protestos dos familiares e dos vizinhos do posseiro do campo onde se erguia a ermida, o sacerdote agarra a imagem e a vai levando, a cavalo rumo ao litoral, serra abaixo. Na manhã seguinte, os devotos de Nossa Senhora, ao abrirem a ermida, tiveram uma agradável surpresa. A milagrosa imagem, que o padre havia levado, encontrava-se ali, no humilde trono, na ermida. De tarde, o sacerdote retorna e queixa-se que no primeiro pouso do caminho lhe haviam furtado a imagem. E, sem respeitar as reclamações dos moradores, resgata a imagem, para levá-ia de novo, agora bem guardada dentro de uma canastra, fechada à chave. Vai senão quando, ao transpor a mesma serra do rio dasantas, roda o seu cavalo e o cavaleiro, na queda, fratura uma perna. Ao mesmo tempo, nota que a imagem desaparecera outra vez. Mais tarde, já restabelecido, aquele sacerdote retoma à aldeia da serra, onde, como esperava, encontra a imagem da Virgem em seu humilde trono dentro da pequena ermida. Então, convencido de que a repetida e milagrosa ocorrência representava a vontade do Senhor, exigindo que a imagem lá permanecesse para sempre, a proteger o povo vacariano, o ministro de Deus intercede junto à autoridade eclesiástica em favor da ereção de uma capela curada.

18 PROF. MS. MARIA NELI FERREIRA BORGES A pedido do deputado Francisco Appio, a renomada professora e pesquisadora da UCS Campus de Vacaria, Maria Neli Ferreira Borges, nos apresenta sua visão sobre a Catedral Nossa Senhora da Oliveira, sobre Vacaria, sobre a lenda e a realidade. Maria Neli possui dois livros publicados sobre História de Vacaria e região, com participação em diversos congressos nacionais e internacionais, entre eles em Sevilha, na Espanha. Atualmente com trabalho sobre o tropeirismo aprovado para ser apresentado em Santiago, Chile. VACARIA ENTRE A LENDA E A HISTÓRIA É comum os povos transformarem lendas em base para sua história, poderíamos ficar aqui discutindo sobre diversos mitos e lendas em nível mundial, que na linguagem popular transformaram-se em história das comunidades. Quando pensamos na questão religiosa, esse assunto aprofunda-se mais e torna-se polêmico, pois estamos lidando com a fé das pessoas. É inquestionável hoje e sempre, que a padroeira da cidade de Vacaria é Nossa Senhora da Oliveira, motivo de orgulho para os vacarianos e a população regional, já que a Catedral de Nossa Senhora da Oliveira de Vacaria, em estilo neogótico, só possui uma similar no Brasil, que é a Catedral da cidade de Cuiabá. Apesar de tudo, Vacaria debate-se entre a lenda e a história real, pois segundo alguns historiadores, entre eles José Fernandes de Oliveira, a referência ao encontro da Imagem que originou a Catedral e o culto a Nossa Senhora da Oliveira é assim explicado: diz a lenda que em ano impreciso, no dia 8 de setembro, após uma queima de campo realizada dentro do atual sítio urbano de Vacaria, foi encontrado a imagem da Santa que se tornou a padroeira de Vacaria. Lenda não é história, pois não há comprovação científica da mesma. O mais interessante é que fazendo parte do quadrante missioneiro como reserva de gado através da Baqueria de Los Piñales, a região de Vacaria foi freqüentemente visitada por índios missioneiros.

19 E quem visita São Miguel das Missões, ou qualquer outra igreja ou museu originário das missões espanholas, encontra imagens de Nossa Senhora da Conceição, talhada em madeira pelos índios missioneiros, que seguiam a orientação dos jesuítas espanhóis. A imagem encontrada pelo sesmeiro em Vacaria nos leva as imagens talhadas pelos índios dos Sete Povos das Missões. Aqui é que surge a polêmica em relação à imagem, o culto a Nossa Senhora da Oliveira tinha como centro em Portugal, a região do Minho ao norte, que durante muito tempo ficou em litígio entre o domínio espanhol e português. Portanto, a padroeira da cidade de Vacaria, que emoldura o altar principal da Catedral, tem assim seu culto originado na cidade de Guimarães, norte de Portugal. Esta cidade é considerada o berço da nação portuguesa, pois Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, a escolheu como capital. Em 1383, a linha descendente direta masculina de Portugal terminou com a morte de Fernando I. Dom João, filho ilegítimo de Fernando, foi proclamado rei, mas ele se deparou com João de Castela, que queria dominar a região. A 14 de agosto de 1385 ambos vão lutar na batalha de Alijubarrota. A vitória portuguesa foi atribuída à promessa que D. João I fez a Nossa Senhora da Oliveira, que era homenageada em Guimarães através do Largo da Oliveira, localizado em frente a um antigo mosteiro, no centro da cidade. O mosteiro foi fundado por Dom Afonso Henriques e restaurado por D. João I, em homenagem a Nossa Senhora da Oliveira pela vitória. Hoje continua sendo o símbolo da soberania portuguesa e do poder da casa deavis. A Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães também está rodeada por outra lenda, pois uma oliveira teria sido trazida para o local, para fornecer o óleo às luminárias do altar do mosteiro, mas não resistiu. Em 1342, Pedro Esteves, um comerciante do local, colocou uma cruz sobre a árvore, e ela floresceu. Assim, Portugal para garantir a posse da região de Vacaria teria transformado a antiga imagem de Nossa Senhora da Conceição encontrada, em Nossa Senhora da Oliveira. Isto é apenas uma teoria sobre a diferença das duas imagens que se encontram na Catedral Nossa Senhora da Oliveira de Vacaria, olhando-se as mesmas, lendo-se sobre as lendas e sobre a história de Portugal e da Companhia de Jesus. Volto a ressaltar que é incontestável hoje considerar Nossa Senhora da Oliveira padroeira de Vacaria, mas sempre é bom fazer diferença entre o que é lenda e o que é história. Professora Maria Neli Ferreira Borges

20 A DIOCESE DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA Obra de Carlos Rigotti A Diocese, com sede em Vacaria possui 28 Paróquias, abrangendo 25 municípios, num total de habitantes. Os municípios são os seguintes: André da Rocha (1.206), Barracão (5.306), Bom Jesus (11.843), Cacique Doble (4.824), Campestre da Serra (3.205), Capão Bonito do Sul (1.837), Caseiros (2.989), Esmeralda (3.234), Ibiaçá (4.681), Ibiraiaras (7.094), Ipê (5.875), Lagoa Vermelha (27.434), Machadinho (5.503), Maximiliano de Almeida (5.059), Monte Alegre dos Campos (3.122), Muitos Capões (2.969), Paim Filho (4.480), Pinhal da Serra (2.058), Sananduva (14.714), Santo Expedito do Sul (2.614), São João da Urtiga (4.946), São José do Ouro (6.973), São José dos Ausentes (3.180), Tupanci do Sul (1.723) e Vacaria (59.938). Atualmente estão na Diocese de Vacaria 33 padres Diocesanos e 14 Freis Religiosos que trabalham nas paróquias, além dos 12 Missionários Capuchinhos que trabalham nas Missões em todo o Brasil. Além deles, há 139 Irmãs Religiosas em diversas Congregações, sendo que dessas 42 trabalham nas pastorais da Diocese.(FONTE DE Nº DE HABITANTES: O memorial da Diocese está sendo elaborado com documentos históricos entre os quais um dos diários (foto ao lado) do Professor Zezinho, do acervo da Escola Estadual José Fernandes de Oliveira.

21 PARÓQUIAS DA DIOCESE * Os municípios de Capão Bonito do Sul, Monte Alegre dos Campos e Pinhal da Serra não possuem paróquias. Fonte: Mitra Diocesana - Agosto de 2008.

22 DOM CÂNDIDO BAMPI Nascimento: 25/01/1889 São Vigílio da Segunda Légua (localidade de Caxias do Sul) Falecimento: 07/07/1978 Caxias do Sul Pai: Maximino Bampi Mãe: Giácoma Cemin Bampi Nomeação Presbítero: 10/08/1914 Roma Nomeação Prelado de Vacaria: 03/07/1936 Bispo-Auxiliar de Caxias do Sul: 27/04/1957 * BISPO PRELADO DE VACARIA( ) ESTUDOS: Primeiros Estudos: Escola de São Vigílio; Seminário da Ordem em Conde d'eu Garibaldi (1900); Alfredo Chaves Veranópolis (1904); Noviciado Nova Trento. Estudos Secundários: Nova Trento Flores da Cunha Filosofia: Nova Trento Flores da Cunha - Teologia: Garibaldi (1914) Direito Canônico: Universidade Gregoriana Roma ATIVIDADES ANTERIORES: Dioceses de Ivrea eaosta - Roma ( ); Professor de Teologia Dogmática e de Direito Canônico no Convento S. Francisco de Garibaldi; Carlos Barbosa; Diretor dos Estudantes, superior da comunidade e capelão das Irmãs de São José; Superior da Ordem dos Capuchinhos no Rio Grande do Sul ( ); Bispo Titular de Tlos, antiga Diocese da Ásia Menor, destruída pelos muçulmanos. ATIVIDADES DE BISPO PRELADO: Bispo Prelado de Vacaria ( ) - fundador do Seminário Nossa Senhora da Oliveira, o Asilo Divina Providência e o Congresso Eucarístico Diocesano (1947); Bispo Auxiliar de Caxias do Sul, * Primeiro Bispo - Prelado de Vacaria

23 DOM AUGUSTO PETRÓ Nascimento: 03/05/1918 Santo Antônio da Patrulha Pai: José Petró Mãe: Maria Monticelli Petró Profissão Religiosa:16/04/1944 Ordenação Sacerdotal: 30/11/ P. Alegre Ordenação Episcopal: 27/07/ P. Alegre Nomeação: 16/05/1958 Posse: 17/08/1958 em Vacaria *BISPO DE VACARIA ( ) ESTUDOS: 1º Grau: Santo Antônio da Patrulha, ( ) - 2º Grau: Seminário Imaculada Conceição, São Leopoldo, ( ). Filosofia: Seminário em São Leopoldo-RS ( ). Teologia: Seminário em São Leopoldo-RS ( ). Pós-Graduação em Direito Canônico pela PUC de Porto Alegre-RS. ATIVIDADES ANTERIORES: Cooperador Paróquia da Sagradra Família; Pároco em N. Sra. Medianeira; Pároco na Sagrada Família, todas em Porto Algre-RS; Diretor do Novo Lar de Menores, em Viamão- RS; Pró-Vigário Geral e Vice-Ecônomo da Arquidiocese e Assistente dos Aspirantes e Benjaminas da Ação Católica, em Porto Alegre, RS. ATIVIDADES DE BISPO: Bispo de Vacaria-RS ( ); Membro da CEP do Regional Sul 3; Bispo de Uruguaiana-RS ( ). * Primeiro Bispo Diocesano de Vacaria

24 DOM HENRIQUE GELAIN Nascimento: 12/06/1910 Nova Pádua Falecimento: 31/12/1993 Pai: Luís Gelain Mãe: Rosa Pilatti Gelain Ordenação Sacerdotal: 28/10/ Porto Alegre Ordenação Episcopal:10/12/1944 Nomeação: 29/07//44 (Cajazeiras Paraíba do Norte) Posse: 12/07/1964 em Vacaria BISPO DE VACARIA( ) ESTUDOS: Ginasial, filosófico, teológico de Direito Canônico: Seminário Central de São Leopoldo. ATIVIDADES ANTERIORES: Iniciou seu ministério pastoral em Bento Gonçalves e, a seguir, em Vista Alegre, município de Nova Prata. Foi Pároco de Antônio Prado ( ). ATIVIDADES DE BISPO: Bispo de Cajazeiras ( ); Bispo de Lins ( ); Criou mais de 20 paróquias, promoveu a criação da Diocese de Marília; Participou do Concílio Vaticano II, Bispo de Vacaria ( ).

25 DOM ORLANDO DOTTI Nascimento: 22/06/ Antônio Prado Pai: José Domingos Dotti Mãe: Mathilde Miotto Dotti Profissão Religiosa: 06/01/1950 Ordenação Sacerdotal: 08/04/ P. Alegre Ordenação Episcopal: 25/05/1969 Ijuí Nomeação: 12/03/1969 Renúncia: 12/11/2003 BISPO DE VACARIA( ) ESTUDOS: 1º Grau: Seminário Seráfico, Veranópolis, RS ( ) 2º Grau: Seminário dos Capuchinhos, Ipê, RS ( ). Filosofia: Seminário Maior, Marau-RS ( ). Teologia: Seminário Maior, Garibaldi e Porto Alegre-RS ( ). Especialização: Revalidação de Filosofia e Orientação Educacional, UNIJUÍ, Ijuí-RS e Especialização em Educação, Universidade Católica de Washington, DC / USA. ATIVIDADES ANTERIORES: Professor do Seminário dos Capuchinhos, em Ipê, RJ ( ); Diretor do 2º Grau do Seminário dos Capuchinhos, em Marau, RJ ( ); Professor de Filosofia e Educação, em Ijuí, RJ ( ); Diretor e Superior do Seminário de Filosofia, em Ijuí, RJ ( ). ATIVIDADES DE BISPO: Bispo de Caçador-SC ( ); Bispo de Barra-BA ( ); Fundador e Diretor dos Cursos Superiores da FEARPE, em Caçador; Membro do Conselho Estadual de Educação- SC; Membro da CEP da CNBB ( ); Membro do Departamento de Ação Social do CELAM ( ); Presidente da CPT ( ); Membro da Pax Christi Internacional ( ); Membro do Conselho de Justiça e Segurança-RS (2001); Bispo de Vacaria-RS ( ); Administrador Apostólico de Vacaria (2007 e 2008).

26 DOM PEDRO SBALCHIERO Nascimento: 14/12/ Sananduva Falecimento: 03 de julho de 2007 Pai: Valentim Sbalchiero Mãe: Maria Miola Sbalchiero Ordenação sacerdotal: 04/02/1984 Marcelino Ramos Ordenação Episcopal: 05/04/2003 Nomeação Episcopal: 08/01/2003 Posse Episcopal: 18/04/2003 BISPO DE VACARIA( ) ESTUDOS: Seminário Nossa Senhora da Salette Marcelino Ramos. 2º Grau: Curitiba. Filosofia: Faculdade de Filosofia na PUC Curitiba. Teologia: Faculdade de Teologia Nsa. Sra. da Assunção São Paulo ATIVIDADES ANTERIORES: Vigário paroquial de Nossa Senhora da Glória, Diocese de Palmas-Francisco Beltrão-PR ( ); Encarregado da divulgação da Revista Salette (1987);Promotor vocacional em Marcelino Ramos ( );Pároco da paróquia Nossa Senhora da Salette, em Curitiba-PR ( ); Pároco da paróquia Nossa Senhora da Salette, em São Paulo-SP ( ); Pároco da paróquia Nossa Senhora da Salette, em Catumbi-RJ (2002); Eleito Coordenador Provincial dos Saletinos no Brasil (2002). ATIVIDADES DE BISPO: Bispo de Vacaria ( )

27 DOM IRINEU GASSEN Nascimento: 24/11/42 Formosa (Santa Cruz) Pai: Arnoldo Gassen Mãe: Erna Maria Finkler Gassen Ordenação Sacerdotal: 27/07/1968 Em Santa Cruz do Sul Nomeação: 28/05/08 pelo Papa Bento XVI Ordenação Episcopal: 27/07/08 Em Santa Cruz do Sul POSSE: 24/08/08 EM VACARIA ESTUDOS: 2º Grau: Seminário Seráfico S. Francisco de Assis, Taquari. Filosofia: Seminário Seráfico S. Francisco de Assis,Taquari ( ). Teologia: Convento Santo Antônio em Divinópolis-MG (1965); Seminário N. Sra. da Imaculada Conceição em Viamão ( ). Especialização: Espiritualidade Franciscana, no Ateneo Antoniano, em Roma ( ). ATIVIDADES ANTERIORES: Professor e Formador no Seminário Menor, em Taquari-RS; Mestre dos frades, estudantes de Filosofia, em Porto Alegre-RS (1972); Vice-Mestre dos Noviços, Professor e Formador no Seminário Menor, em Daltro Filho, Imigrante-RS ( ; ); Pároco na Paróquia S. Francisco de Assis, em Porto Alegre-RS (1981); Secretário da Família Franciscana do Brasil, no Rio de Janeiro (1982); Superior da Comunidade e Reitor do Seminário de Curso Médio, em Taquari-RS (1983); Vice-Mestre de Noviços e Reitor dos Seminário Menor, em Daltro Filho, Imigrante-RS ( ); Superior Regional e Reitor do Seminário Menor de Nível Médio, em Agudos-RS ( ); Vice-Mestre de noviços e Pároco da Paróquia S. João Batista, em Daltro Filho, Imigrante-RS ( ); Superior Regional e Pároco da Paróquia Cristo Rei, em Não-Me-Toque-RS ( ); Superior Regional e Pároco na Paróquia S. Bonifácio, em Agudo-RS ( ); Superior Provincial dos Franciscanos em Porto Alegre-RS ( ); Pároco da Paróquia S. João Batista, em Daltro Filho, Imigrante-RS (2008).

28 Nossa Senhora da Oliveira 08/09/ /09/ ANOS DA FUNDAÇÃO DE VACARIA Homenagem na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul Discurso do Deputado Francisco Appio em 05/08/2008

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