A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL

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1 A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL Ederson da Paixão (Especialista em Educação Especial: Atendimento às Necessidades Especiais Integrante do Projeto de Pesquisa Os Primeiros Dramas Elisabetanos GP A Arte Teatral: Conceituação, História e Reflexões UENP/CLCA Jac.) Marcela Cristina Mario Coser (Especialista em: Pedagogia Escolar: Orientação e Supervisão; Psicopedagogia Institucional e Clínica) O PERÍODO JESUÍTICO A Companhia de Jesus foi fundada na França no ano de O processo de fundação ocorreu durante a Contrarreforma, já que foi uma das medidas que a Igreja Católica encontrou para conter o avanço do Protestantismo. O fundador desta companhia foi Inácio de Loyola juntamente com um grupo de estudantes. De acordo com Maria Raquel Apolinário (2007, p. 20), um dos instrumentos fundamentais de pregação da companhia jesuítica foi a educação. Vários colégios foram criados tanto no continente europeu quanto no americano no intuito de cristianizar os povos e formá los de acordo com os ideais católicos. Representada pelos padres jesuítas, a Igreja Católica lutou, de certa forma, para impedir a escravização dos índios pelos colonos. Mas a partir do momento que a catequese destruiu grande parte da cultura indígena, contribuiu também para o aniquilamento do próprio índio. Segundo Raymundo Carlos Bandeira Campos (1985, p. 43), os padres ensinavam principalmente às crianças indígenas que seus pais seguiam crenças erradas, que os pajés eram mentirosos, que somente o Deus dos cristãos era verdadeiro, e que a poligamia e a nudez eram pecado. A violência gerada pelos colonizadores fez com que os índios lutassem bravamente. Nesta luta acabaram sendo derrotados por dois motivos: a desunião das tribos indígenas e a superioridade dos homens brancos. 29

2 OS JESUÍTAS NA AMÉRICA PORTUGUESA O modelo para os Colégios Jesuítas estabelecidos em Portugal e para o seu vasto império foi o Real Colégio das Artes de Coimbra. Na América Portuguesa os primeiros núcleos dos jesuítas estabeleceram se na Bahia, em São Vicente e, mais tarde, no Rio de Janeiro. Mesmo sendo apoiados pelos recursos oferecidos pela Coroa, os padres jesuítas encontraram imensas dificuldades para manter seus colégios nas colônias (APOLINÁRIO, 2007, p.21). Os colégios jesuítas criados na América Portuguesa ensinavam diversas disciplinas, tais como retórica, gramáticas grega e latina, além de outras disciplinas relacionadas à humanidade. Os padres ainda aprenderam a língua tupi, fato que resultou em na sistematização de uma gramática da própria língua tupi. De acordo com os estudos de Maria Raquel Apolinário (2007, p. 33), (...) o ensino nos colégios jesuítas procurava estabelecer ao mesmo padrão das escolas de Portugal. Os padres priorizavam a formação humanista, que abrangia conhecimentos na área da gramática e retórica. Também eram oferecidos estudos de ciências. Os padres jesuítas ensinavam cerca de dez horas por dia. Cinco horas seriam estabelecidas no período da manhã, e as outras cinco ficavam para o período vespertino. As atividades eram transmitidas, na maioria das vezes, em latim e aos sábados eram aplicadas avaliações de conhecimento, chamadas de sabatinas (APOLINÁRIO, 2007, p.32). A Companhia de Jesus foi expulsa dos territórios portugueses em Neste período ela contava com aproximadamente 670 membros, e cerca de 24 mil espalhados pelo mundo todo. Todas as instituições de ensino dos jesuítas foram, portanto, eliminadas do território. Quem assumiu a responsabilidade pelo processo educativo foi o governo português. Todas as mudanças ocasionadas geraram problemas graves, já que o governo não tinha nenhum projeto educacional que pudesse substituir o utilizado pelos padres. A educação fica, assim, sem rumo. Com problemas na substituição dos professores jesuítas, o estado teve que recorrer a padres de outras ordens religiosas, e até mesmo muitas pessoas formadas pelas escolas da Companhia de Jesus. A ordem somente retornou ao Brasil em 1843, e dois anos depois houve a fundação de um colégio em Florianópolis. 30

3 Segundo os pensamentos de Raymundo Carlos Bandeira Campos (1985, p. 43), a partir da década de 1930, as universidades brasileiras passaram a ser vistas com maior importância, e dentro das mesmas foram desenvolvidos cursos de antropologia, ciência que estudo os povos primitivos. Vários cientistas desta área estão entre os mais eficientes defensores da população indígena. Nos dias atuais a Companhia de Jesus possui mais de membros. Conta com 56 universidades e escolas politécnicas, em um total de dezenove países, contanto com cerca de 400 mil alunos. Para se comunicarem com os nativos, os jesuítas criaram uma fusão de suas várias línguas, a qual recebeu o nome de nheengatu, língua boa ou língua geral (CARDOSO, 2008, p. 147). Os jesuítas traduziram para este novo idioma algumas passagens bíblicas. Alguns deles, tais como Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, acreditavam que existia uma verdadeira guerra contra o demônio na colônia. Este fato se deu já que muitos dos portugueses que aqui desembarcaram, abandonaram valores e costumes cristãos, preferindo levar a vida de acordo com as comunidades indígenas. Um exemplo comum entre eles era o envolvimento com as jovens nativas sem o matrimônio. Outro fator era o envolvimento dos mesmos nas práticas e rituais mágicos dos nativos. A luta dos padres jesuítas foi, então, travada sob dois pilares: convencendo os nativos a adotar a cultura imposta pelos portugueses, e por outro lado, lutando para impedir os portugueses de assimilar a cultura dos índios. (CARDOSO, 2008, p. 147) Padre José de Anchieta ( ) Nascido nas Ilhas Canárias, chegou ao Brasil justamente com o Padre Manuel da Nóbrega, e fundaram um colégio, o qual se tornou o núcleo da futura cidade de São Paulo. Todos os seus textos eram de caráter pedagógico. Influenciado pelos modelos literários da Idade Média, escreveu poemas, canções, peças teatrais, uma gramática na Língua Tupi, sermões e cartas que informavam como estava andando a catequese no Brasil. Padre Antônio Vieira ( ) Nascido em Lisboa, veio ainda criança para o Brasil. No ano de1640 retorna para Portugal e regressará novamente ao Brasil apenas no ano de Mesmo sendo português, a maioria de suas obras foram escritas aqui no Brasil. 31

4 Uma de suas atitudes no Brasil foi lutar contra a escravidão dos índios e, por esta razão, acabou expulso do Maranhão. O Padre Antônio Vieira acabou condenado à prisão domiciliar pela Inquisição, e o seu direito de pregar acabou sendo cassado. A anulação de tal processo se deu graças à intervenção do rei. A sua obra constitui em: Sermões: Um discurso religioso que tinha o objetivo de discutir dogmas religiosos no intuito de comover,, persuadir e ensinar os ouvintes. A sua obra está dividida em 15 volumes, os quais compreendem mais de 200 sermões. Dentre os principais destacam se: Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra as de Holanda (1640), Sermão de Santo Antônio ou Sermão aos peixes (1654), Sermão da Sexagésima (1655). Cartas: Em suas cartas, o Padre Antônio Vieira relata sobre questões políticas do momento vivido, as quais constituem documentos históricos importantes. Trata-se de aproximadamente 500 cartas publicadas em três volumes. Dentre elas merecem destaque as obras profítico-messiânicas que constam de três obras: História do Futuro, Esperanças de Portugal, Clavis Prophetarum. A LITERATURA INFORMATIVA O marco para a Literatura Brasileira foi o descobrimento do Brasil no ano de O que tivemos não constituiu em uma literatura nacional, e sim várias manifestações literárias. O objetivo da literatura informativa foi, como o próprio nome já sugere, informar Portugal sobre o primeiro contato com a nova terra e com os habitantes que aqui viviam. Por este fato, o maior valor literário é meramente descritivo. Dentre os grandes nomes, convém destacar Pero Vaz de Caminha que informava tudo ao rei através de suas cartas. A LITERATURA CATEQUÉTICA Muito mais que uma literatura de informação, tivemos ainda uma literatura voltada para a catequização dos índios. A principal preocupação era o trabalho de catequese, determinando toda a produção literária, tanto na poesia quanto no teatro. Mesmo se tratando de uma forma literária voltada para a catequese e um teatro pedagógico, trata-se da melhor produção do Quinhentismo no Brasil. 32

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS O marco para a Literatura Brasileira foi o descobrimento do Brasil no ano de O que tivemos não constituiu em uma literatura nacional, e sim várias manifestações literárias. Muito mais que uma literatura de informação, tivemos ainda uma literatura voltada para a catequização dos índios. A luta dos padres jesuítas foi travada sob dois pilares: convencendo os nativos a adotar a cultura imposta pelos portugueses, e por outro lado, lutando para impedir os portugueses de assimilar a cultura dos índios (CARDOSO, 2008, p. 147). Dentre os principais nomes podemos destacar o Padre José de Anchieta e o Padre Antônio Vieira. De acordo com o que foi constatado nesta breve pesquisa, o período jesuítico foi fundamental para o surgimento da primeira literatura nacional brasileira, graças à contribuição de religiosos que tinham o intuito de catequizar os nativos que aqui habitavam. Tal processo destaca-se por ser positivo, no que diz respeito ao início da educação brasileira, e ao mesmo tempo negativo, pelo fato de se perder os hábitos e tradições indígenas. O presente estudo não pretende esmiuçar os dados aqui apresentados. O presente estudo não se esgota, portanto, nesta breve abordagem. REFERÊNCIAS APOLINÁRIO, Maria Raquel. Projeto Araribá: História. 2. ed. São Paulo: Moderna, CAMPOS, Raymundo Carlos Bandeira. História do Brasil: 1º Grau. São Paulo, CARDOSO, Oldimar Pontes. História hoje. São Paulo: Ática: DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo, Cortez Editora, Autores Associados,

6 Para citar este artigo: PAIXÃO, Éderson da. A dominação jesuítica e início da literatura nacional. In: VIII SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA SÓLETRAS - Estudos Linguísticos e Literários Anais... UENP Universidade Estadual do Norte do Paraná Centro de Letras, Comunicação e Artes. Jacarezinho, ISSN p

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