ILUMINAÇÃO NATURAL RECOMENDAÇÕES PARA PROJETO PAULO SERGIO SCARAZZATO

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1 ILUMINAÇÃO NATURAL RECOMENDAÇÕES PARA PROJETO PAULO SERGIO SCARAZZATO

2 1. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL

3 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 1. PROJETE OS ESPAÇOS INTERIORES PARA RECEBEREM A LUZ NATURAL. 2. MINIMIZE A INCIDÊNCIA DE SOL NAS PROXIMIDADES DE TAREFAS VISUAIS CRÍTICAS. 3. PROJETE OS ESPAÇOS DE MODO A MINIMIZAR O OFUSCAMENTO

4 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 4. ZONEIE A ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL PARA SER ACIONADA EM FUNÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA ILUMINAÇÃO NATURAL NO INTERIOR (SISTEMAS LIGA-DESLIGA) 5. QUANDO UTILIZAR CONTROLES AUTOMATIZADOS PARA A ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL, LEVE EM CONTA A DISTRIBUIÇÃO DA ILUMINAÇÃO NATURAL NO INTERIOR (ILUMINAÇÃO DINÂMICA)

5 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 6. RECOMENDE DESTINAÇÃO DE VERBA PARA MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE CONTROLE AUTOMÁTICO

6 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL SE QUALQUER DOS ITENS CITADOS FOREM NEGLIGENCIADOS, A ECONOMIA NO USO DA ENERGIA ELÉTRICA SERÁ POUCO PROVÁVEL E, SE O MESMO OCORRER COM QUALQUER UM DOS TRÊS PRIMEIROS ITENS, A ILUMINAÇÃO NATURAL PODERÁ TER UMA CONTRIBUIÇÃO NEGATIVA NOS ASPECTOS VISUAIS E TÉRMICOS.

7 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 1. PROJETE OS ESPAÇOS INTERIORES PARA RECEBEREM A LUZ NATURAL

8 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 1. PROJETE OS ESPAÇOS INTERIORES PARA RECEBEREM A LUZ NATURAL

9 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 2. MINIMIZE A INCIDÊNCIA DE SOL NAS PROXIMIDADES DE TAREFAS VISUAIS CRÍTICAS.

10 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 3. PROJETE OS ESPAÇOS DE MODO A MINIMIZAR O OFUSCAMENTO

11 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 4. ZONEIE A ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL PARA SER ACIONADA EM FUNÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA ILUMINAÇÃO NATURAL NO INTERIOR (SISTEMAS LIGA-DESLIGA)

12 RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA COM A UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL 5. QUANDO UTILIZAR CONTROLES AUTOMATIZADOS PARA A ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL, LEVE EM CONTA A DISTRIBUIÇÃO DA ILUMINAÇÃO NATURAL NO INTERIOR (ILUMINAÇÃO DINÂMICA)

13 2. CONSIDERAÇÕES SOBRE FATORES HUMANOS NA ILUMINAÇÃO NATURAL

14 CONSIDERAÇÕES SOBRE FATORES HUMANOS NA ILUMINAÇÃO NATURAL 1. A VISUALIZAÇÃO DO EXTERIOR É UMA FUNÇÃO IMPORTANTE DAS JANELAS. A OUTRA É A PROVISÃO DE LUZ. AS DUAS FUNÇÕES NÃO SÃO NECESSARIAMENTE INTERDEPENDENTES

15 CONSIDERAÇÕES SOBRE FATORES HUMANOS NA ILUMINAÇÃO NATURAL 2. A ILUMINAÇÃO NATURAL INFLUENCIA A PRODUTIVIDADE E A SATISFAÇÃO.

16 CONSIDERAÇÕES SOBRE FATORES HUMANOS NA ILUMINAÇÃO NATURAL 3. CONFORTO VISUAL. JANELAS E OUTRAS FENESTRAÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL PODEM SER MAIS OFUSCANTES QUE LUMINÁRIAS

17 CONSIDERAÇÕES SOBRE FATORES HUMANOS NA ILUMINAÇÃO NATURAL 4. CONTROLE DO SOL NO INTERIOR DOS EDIFÍCIOS. CONTROLE DO OFUSCAMENTO PROVENIENTE DE ABERTURAS ZENITAIS

18 CONSIDERAÇÕES SOBRE FATORES HUMANOS NA ILUMINAÇÃO NATURAL 5. CUIDADOS NECESSÁRIOS PARA AMBIENTES COM MICROCOMPUTADORES A LUZ DIFUSA É PREFERÍVEL À RADIAÇÃO DIRETA. ORIENTAÇÃO DAS FENESTRAÇÕES E SEU SOMBREAMENTO SÃO IMPORTANTES

19 3. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

20 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO NA ILUMINAÇÃO NATURAL, A FORMA DOS AMBIENTES E AS FENESTRAÇÕES SÃO ELEMENTOS CRÍTICOS DO PROJETO, RAZÃO PELA QUAL CONSIDERAÇÕES SOBRE SUA UTILIZAÇÃO DESDE AS ETAPAS INICIAIS SÃO FUNDAMENTAIS PARA OBTENÇÃO DE BONS RESULTADOS.

21 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 1. ESTABELEÇA OS OBJETIVOS DA ILUMINAÇÃO NATURAL DESEMPENHO ENERGÉTICO; ILUMINAÇÃO DE TAREFA E AMBIENTAL; FUNÇÃO DE QUALQUER SISTEMA DE ILUMINAÇÃO NATURAL OU INSOLAÇÃO COMO UMA AMENIDADE

22 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 2. DEFINA O PARTIDO DO EDIFÍCIO, SUA MASSA E FENESTRAÇÕES PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS PROPOSTOS.

23 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 3. DETERMINE ONDE O SOL NÃO DEVE SER ADMITIDO E SOLUCIONE QUALQUER PROBLEMA RESULTANTE ATRAVÉS DE MODIFICAÇÕES NAS FENESTRAÇÕES OU MEDIANTE A ADOÇÃO DE QUEBRA-SÓIS FIXOS OU MÓVEIS.

24 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 4. DETERMINE ONDE O OFUSCAMENTO DO CÉU PODE SER UM PROBLEMA E FAÇA AJUSTES PARA CONTROLÁ-LO, OU PROVIDENCIE ELEMENTOS DE CONTROLE (FIXOS OU MÓVEIS).

25 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 5. AVALIE O DESEMPENHO DO SISTEMA, CASO ELE ESTEJA ASSOCIADO À ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL

26 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR AS ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E DE GANHOS TÉRMICOS ESTÃO ENTRE OS PRINCIPAIS OBJETIVOS NOS PROJETOS DOS SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO NATURAL (LATERAL, ZENITAL E ATRAVÉS DE PÁTIOS).

27 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO LATERAL) NESTES SISTEMAS, A PENETRAÇÃO DO SOL VAI OCORRER QUANDO AQUELE ASTRO ESTIVER EM ALTURAS ANGULARES MAIS BAIXAS, RAZÃO PELA QUAL AS FACHADAS LESTE E OESTE DEVEM SER EVITADAS, SEMPRE QUE POSSÍVEL, PARA AMBIENTES PRINCIPAIS.

28 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO LATERAL) O CONTROLE DE OFUSCAMENTO SERÁ MAIS FÁCIL PARA AS FACHADAS NOTE E SUL.

29 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO ZENITAL) SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO ZENITAL SÃO MAIS SUSCEPTÍVEIS À INSOLAÇÃO QUANDO EM LATITUDES MAIS PRÓXIMAS DO EQUADOR, EM FUNÇÃO DAS MAIORES ALTURAS ANGULARES DO SOL AO LONGO DE TODO O ANO.

30 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO ZENITAL) COMO A TRANSMITÂNCIA DO VIDRO É FUNÇÃO DO ÂNGULO DE INCIDÊNCIA, FENESTRAÇÕES ZENITAIS VERTICAIS RECEBEM MENOS RADIAÇÃO DIRETA QUE AS ZENITAIS HORIZONTAIS. ATENÇÃO ESPECIAL DEVE SER DADA À ORIENTAÇÃO DOS ELMENTOS ZENITAIS NÃO HORIZONTAIS, BEM COMO À SUA EVENTUAL PROTEÇÃO SOLAR, SE NECESSÁRIA

31 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO ATRAVÉS DE PÁTIOS E ÁTRIOS) OS PÁTIOS PODEM SER UTILIZADOS PARA ADMITIR A LUZ NATURAL E CRIAR AMENIDADES CLIMÁTICAS CONTROLADAS. AMBIENTES VOLTADOS PARA PÁTIOS NORMALMENTE SÃO MENOS EXPOSTOS AO CÉU COMO FONTE DE LUZ QUANDO COMPARADOS A AMBIENTES VOLTADOS PARA O EXTERIOR DESIMPEDIDO. JANELAS MAIORES PODEM COMPENSAR A MENOR VISÃO DO CÉU, ALÉM DE PODER PROPICIAR BOAS CONDIÇÕES DE VENTILAÇÃO

32 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO ATRAVÉS DE PÁTIOS E ÁTRIOS) OS PÁTIOS SERVEM MUITO BEM AO CONTROLE DE TEMPERATURAS EXTREMAS, REDUZINDO PROBLEMAS TÉRMICOS QUE PODEM ESTAR ASSOCIADOS A AMPLAS JANELAS. JANELAS DOS ANDARES MAIS PRÓXIMOS AO PISO TÉRREO PODEM SER MAIS AMPLAS QUE AS DOS PAVIMENTOS SUPERIORES

33 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO ATRAVÉS DE PÁTIOS E ÁTRIOS) A PENETRAÇÃO DA LUZ NATURAL E A REDUÇÃO DO OFUSCAMENTO PODE SER OBTIDA NOS PÁTIOS E ÁTRIOS MEDIANTE A UTILIZAÇÃO DE CORES CLARAS NAS SUPERFÍCIES INTERIORES E NAS FENESTRAÇÕES. A NECESSIDADE DE INSOLAÇÃO E OS MEIOS PARA SEU CONTROLE TAMBÉM SÃO IMPORTANTES NO PROJETO DE PÁTIOS E ÁTRIOS E DE QUAISQUER AMBIENTES ADJACENTES QUE RECEBAM LUZ POR SEU INTERMÉDIO.

34 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DE OFUSCAMENTO E CALOR (ILUMINAÇÃO ATRAVÉS DE PÁTIOS E ÁTRIOS) A PENETRAÇÃO DA LUZ NATURAL E A REDUÇÃO DO OFUSCAMENTO PODE SER OBTIDA NOS PÁTIOS E ÁTRIOS. JANELAS DOS ANDARES MAIS PRÓXIMOS AO PISO TÉRREO PODEM SER MAIS AMPLAS QUE AS DOS PAVIMENTOS SUPERIORES

35 4. A LUZ NATURAL NAS DIFERENTES ETAPAS DO PROJETO

36 1. PROGRAMA DE NECESSIDADES É ACONSELHÁVEL DEFINIR BEM OS OBJETIVOS DA ILUMINAÇÃO NATURAL NESTA ETAPA. QUAL SUA IMPORTÂNCIA RELATIVA PARA O CONTROLE AMBIENTAL DO EDIFÍCIO (POR EXEMPLO: QUAL A PORCENTAGEM DE ESTAÇÕES DE TRABALHO PODEM SE VALER DA LUZ NATURAL COMO A PRINCIAL FONTE DE LUZ?)

37 1. PROGRAMA DE NECESSIDADES É ACONSELHÁVEL DEFINIR BEM OS OBJETIVOS DA ILUMINAÇÃO NATURAL NESTA ETAPA. QUAIS AS AMENIDADES SÃO ESPERADAS COM A LUZ NATURAL E A INSOLAÇÃO? QUAL A VERBA PARA DESEPSAS COM ENERGIA? QUAL A CONTRIBUIÇÃO POSSÍVEL DA LUZ NATURAL ( POR EXEMPLO, QUANTAS HORAS POR ANO PODE-SE OBTER CONDIÇÕES ADEQUADAS DE ILUMINAÇÃO SÓ COM A LUZ NATURAL?)

38 1. PROGRAMA DE NECESSIDADES É ACONSELHÁVEL DEFINIR BEM OS OBJETIVOS DA ILUMINAÇÃO NATURAL NESTA ETAPA. QUANTO DA VERBA DISPONÍVEL PODE SER ALOCADA PARA OS SISTEMAS DE CONTROLE DE ILUMINAÇÃO NATURAL, MANUAIS E/OU AUTOMÁTICOS? COMO PODEM OS SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO NATURAL ATENDER AOS PADRÕES DE OCUPAÇÃO PREVISTOS?

39 2. PARTIDO É NESTA ETAPA QUE SE DEFINEM AS ALTERNATIVAS BÁSICAS DE ILUMINAÇÃO NATURAL, ATRAVÉS DA CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA EDIFICAÇÃO E DE SUAS FENESTRAÇÕES PROJETOS REFERENCIAS SÃO SEMPRE FONTES DE INSPIRAÇÃO IMPORTANTE ESTUDAR AS TRAJETÓRIAS APARENTES DO SOL, OS EVENTUAIS MASCARAMENTOS DO ENTORNO E A INSOLAÇÃO DAS DIFENTES FACHADAS

40 2. PARTIDO MUITAS DECIÕES CRÍTICAS DEVEM SER TOMADAS NESTA FASE. PROFUNDIDADE DAS PLANTAS ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS ABORDAGENS SOBRE OPÇÕES E CUIDADOS QUANTO AO SOMBREAMENTO EM ISTEMAS DE ILUMINAÇÃO LATERAL, ZENITAL OU ATRAVÉS DE PÁTIOS OU ÁTRIOS

41 2. PARTIDO MUITAS DECIÕES CRÍTICAS DEVEM SER TOMADAS NESTA FASE. CONDIÇÕES SEVERAS DE OFUSCAMENTO EM POTENCIAL DEVEM SER IDENTIFICADAS E CORRIGIDAS (ESTUDOS DE INSOLAÇÃO NO INTERIROR, NO MÍNIMO NOS SOLSTÍCIOS E EQUINÓCIOS) AS ANÁLISES DEVEM SER FEITAS PARA AS CONDIÇÕES CRÍTICAS (QUANDO O SOL PODE ALCANÇAR O INTERIOR)

42 2. PARTIDO AS QUESTÕES A SEREM RESPONDIDAS INCLUEM: O LOTE TEM ADEQUADA ESPOSIÇÃO À LUZ NATURAL? O SOMBREMANTO EXTERNO É ADEQUADO ESTÉTICAMENTE? A VOLUMETRIA E/OU A ORGANIZAÇÃO INTERNA PODE SER MODIFICADA PARA REDUZIR A EXPOSIÇÃO AO SOL? COMBINAÇÕES DE ILUMINAÇÃO LATERAL E ZENITAL SÃO APROPRIADAS?

43 2. PARTIDO AS QUESTÕES A SEREM RESPONDIDAS INCLUEM: ARRANJOS ESPECIAIS DE FENESTRAÇÕES PODEM AJUDAR NA UTILIZAÇÃO DA LUZ NATURAL? (EX.: CLERESTÓRIOS COM PRATELEIRAS DE LUZ OU OUTRO OUTRO ELEMENTO SOMNBREADOR?) UMACOMBINAÇÃO ADEQUADA DE ELEMENTOS SOMBREADORES INTERNOS E/OU EXTERNOS GARANTES ADEQUADA PROTEÇÃO CONTRA A INSOLAÇÃO

44 3. ESTUDO PRELIMINAR ETAPA QUE REFINA O PARTIDO, COM A DEFINIÇÃO DIMENSIONAL BÁSICA - PLANTAS, CORTES E ELEVAÇÕES AS FENESTRAÇÕES PROPOSTAS PERMITIRÃO ALCANÇAR OS OBJETIVOS DA ILUMINAÇÃO NATURAL? AS IDÉIAS CONCEITUAIS RELATIVAS ÀS PROTEÇÕES SOLARES SÃO EXEQÜÍVEIS? OS ASPECTOS DIMENSIONAIS E DE PROETÇÃO SOLAR DAS FENESTRAÇÕES SÃO COMPATÍVEIS COM CONTROLE DE GANHO TÉRMICO E COM A ILUMINAÇÃO NATURAL?

45 3. ANTEPROJETO E PROJETO EXECUTIVO ETAPA NA QUAL TODOS OS DESENHOS DE PLANTAS, CORTES E ELEVAÇÕES SÃO DESENVOLVIDOS E DETALHADOS NO GERAL, OS SISTEMAS DE SOMBREAMENTO NÃO DEVEM NEUTRALIZAR A ILUMINAÇÃO, MAS TÃO SOMENTE CONTROLAR A INSOLAÇÃO. OS CIRCUITOS DAS LUMINÁRIAS DEVEM SER PROJETADOS DE SORTE A PERMITR USO COMPATÍVEL COM A DISTRIBUIÇÃO DA LUZ NATURAL NO INTERIOR.

46 3. ANTEPROJETO E PROJETO EXECUTIVO ETAPA NA QUAL TODOS OS DESENHOS DE PLANTAS, CORTES E ELEVAÇÕES SÃO DESENVOLVIDOS E DETALHADOS OS ACABAMENTOS DOS INTERIORES DEVEM SER ADEQUADOS. ONDE A ESCOLHA FOR FOSSÍVEL (POR EXEMPLO, NOS SISTEMAS ZENITAIS) A ORIENTAÇÃO DAS FENESTRAÇÕES DEVE SER A MAIS FAVORÁVEL POSSÍVEL.

47 3. ANTEPROJETO E PROJETO EXECUTIVO ETAPA NA QUAL TODOS OS DESENHOS DE PLANTAS, CORTES E ELEVAÇÕES SÃO DESENVOLVIDOS E DETALHADOS TODAS AS FENESTRAÇÕES PROPOSTAS DEVEM SER ADEQUADAS DO PONTO DE VISTA DA ILUMINAÇÃO E DE GANHOS TÉRMICOS. NOS CASOS DE SISTEMAS DE CONTROLE DA ILUMINAÇÃO NATURAL POR ELEMENTOS FOTOSSENSÍVEIS, OS MESMOS DEVEM TER SEU POSICIONAMENTO CUIDADOSAMENTE PROJETADO.

48 4. FERRAMENTAS AUXILIARES MÉTODOS MANUAIS, COMPUTACIONAIS E DE MODELAGEM FÍSICA MÉTOS MANUAIS SÃO SIMPLES, BARATOS MAS BASTANTE LIMITADOS. MÉTODOS COMPUTACIONAIS ESTÃO EM BOM ESTÁGIO DE DESENVOLVIMENTO E HÁ PRODUTOS DE DIFERENTES GRUAS DE COMPLEXIDADE E DE CONFIABILIDADE. MODELOS FÍSICOS EM ESCALA REDUZIDA EXCELENTES E DE RELATIVA FACILIDADE DE CONSTRUÇÃO PARA AVALIAÇÕES QUALITATIVAS, MAS DE GRANDE COMPLEXIDADE PARA AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS.

49 5. SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO NATURAL

50 ILUMINAÇÃO LATERAL

51 ILUMINAÇÃO ZENITAL

52 ILUMINAÇÃO ZENITAL

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