Adequação às Diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública pelo Plano de Revitalização da Segurança Pública do Estado do Amazonas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Adequação às Diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública pelo Plano de Revitalização da Segurança Pública do Estado do Amazonas"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DO CIDADÃO Alisson da Silva Henriques Adequação às Diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública pelo Plano de Revitalização da Segurança Pública do Estado do Amazonas Manaus, 2010

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DO CIDADÃO CLASSIFICAÇÃO DE ACESSO A TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOS Considerando a natureza das informações e compromissos assumidos com suas fontes, o acesso aos Trabalhos de Conclusão do Curso de Graduação em SEGURANÇA PÚBLICA E DO CIDADÃO da ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS na UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS, é definido em três graus: - "Grau 1": livre (sem prejuízo das referências ordinárias em citações diretas e indiretas); - "Grau 2": com vedação a cópias, no todo ou em parte, sendo, em conseqüência, restrita a consulta em ambientes de biblioteca com saída controlada; - "Grau 3": apenas com autorização expressa do autor, por escrito, devendo, por isso, o texto, se confiado a bibliotecas que assegurem a restrição, ser mantido em local sob chave ou custódia; A classificação deste Trabalho de Conclusão de Curso se encontra, abaixo, definida por seu autor. Solicita-se aos depositários e usuários sua fiel observância, a fim de que se preservem as condições éticas e operacionais da pesquisa científica na área das Ciências Sociais. Título da Monografia: Adequação às Diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública pelo Plano de Revitalização da Segurança Pública do Estado do Amazonas Nome do Autor: Alisson da Silva Henriques Data da aprovação: Classificação, conforme especificação acima: (X) Grau 1 ( ) Grau 2 ( ) Grau 3 Local e data: Assinatura do autor

3 Alisson da Silva Henriques Adequação às Diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública pelo Plano de Revitalização da Segurança Pública do Estado do Amazonas Orientador: MAJ PM Hildeberto de Barros Santos Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito complementar para obtenção do grau de Bacharel em SEGURANÇA PÚBLICA E DO CIDADÃO, da Escola Superior de Ciências Sociais da Universidade do Estado do Amazonas UEA. Manaus, 2010

4 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DO CIDADÃO ATA DE DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO As horas do dia do mês de do ano de, na sala:, compareceram para defesa pública do Trabalho de Conclusão de Curso de Segurança Pública e do Cidadão, requisito obrigatório para a obtenção do título de Bacharel em Segurança Pública e do Cidadão o aluno (a): ALISSON DA SILVA HENRIQUES, tendo como Título do Trabalho de Conclusão de Curso: ADEQUAÇÃO ÀS DIRETRIZES DO PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA PELO PLANO DE REVITALIZAÇÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO AMAZONAS Constituíram a Banca Examinadora os professores: Professor(a) Orientador(a): Professor(a) Examinador (a) 1: Professor(a) Examinador (a) 2: Após a apresentação e as observações dos membros da banca avaliadora, ficou definido que o trabalho foi considerado com conceito. Eu, (Professor(a) Orientador(a)), lavrei a presente Ata que segue assinada por mim e pelos demais membros da Banca Examinadora. Observações: Assinaturas dos Membros da Banca Examinadora: Orientador(a): Examinador(a) 1: Examinador(a) 2:

5 AGRADECIMENTO A Deus Pai pela vida; aos Professores e Instrutores do Curso pela atenção e paciência; aos meus irmãos, Gigriola, Andréia, e Weydman, pela oportunidade de crescermos juntos; aos meus amigos Cristiano, Irapuan, Eduardo, Fábio, Sampaio e os mata-cachorrianos, Fabrício, Leandro Moreira, Marcos Pires, Nilzomar pelo companheirismo.

6 DEDICATÓRIA À senhora, minha avó, Nair dos Reis Henriques por ser uma grande guerreira e pedra fundamental da nossa família e das nossas vidas. Aos meus pais, Alfredo e Alaíde Henriques, por terem me proporcionado uma infância e juventude, sadias para o meu desenvolvimento. À minha esposa Erikatiane Henriques por agora ser a pedra fundamental na minha vida.

7 EPÍGRAFE O homem que tenta ser bom o tempo todo está fadado à ruína entre inúmeros outros que não são bons. Maquiavel

8 RESUMO Este trabalho busca apresentar o Plano de Revitalização da Segurança Pública do Estado do Amazonas em consonância com o Plano Nacional de Segurança Pública, verificando as realizações efetivadas e o que se deixou a desejar; compreendendo os fundamentos das Ciências Econômicas que perpassam pelo papel do Governo no tocante ao orçamento, investimentos e fundos, planejamento econômico, elaboração de projetos; conhecendo as diferentes nuances do Plano Nacional de Segurança Pública do Governo Fernando Henrique e Governo Lula, e seus impactos para entes federados; descrevendo a evolução para o Sistema Único de Segurança Pública SUSP e o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania PRONASCI. Palavras-chave: Orçamento, Investimentos, Planejamento Econômico, Plano Nacional de Segurança Pública, Plano de Revitalização da Segurança Pública.

9 ABSTRACT This work searchs to present the Plan of Revitalização of the Public Security of the State of Amazon in accord with the National Plan of Public Security, verifying the accomplished accomplishments and what it was left to desire; understanding the beddings of Economic Sciences that perpassam for the paper of the Government in regards to the deep budget, investments and, economic planning, elaboration of projects; knowing different nuances of the National Plan of Public Security of the Government Fernando Henrique and Government Lula, and its impacts for federate states; describing the evolution for the Only System of Public Security - SUSP and the National Program of Public Security with Citizenship - PRONASCI. Word-key: Budget, Investments, Economic Planning, National Plan of Public Security, Plan of Revitalização of the Public Security.

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O PAPEL DO GOVERNO Orçamento Público Investimentos Públicos Fomento Público Planejamento Governamental Planos e Projetos Públicos PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA Governo Fernando Henrique Governo Luiz Inácio Lula da Silva Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) PLANO DE REVITALIZAÇÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA DISCUSSÃO DOS RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 71

11 1 INTRODUÇÃO Fim da primeira metade do século passado, a população era predominantemente rural, os freios sociais funcionavam, a religiosidade do povo reprimia, a figura dos coronéis conduzia os submissos. A violência não recebia destaque pela insipiência dos meios de comunicação. A criminalidade era baixa e dominada pela Polícia. É dessa época a nossa legislação processual penal, a estrutura básica da justiça, Ministério Público, sistema prisional e da Polícia Judiciária, organizadas para atender aquelas necessidades. Com a década de 50 e a ousadia do Presidente Juscelino Kubitschek, tivemos mudanças gigantescas e súbitas, o rádio chegando ao interior, as rodovias facilitaram o trânsito e a migração para as cidades teve início. Os freios sociais afrouxaram e a criminalidade tomou nova feição passando a exigir mais Instituições. Nas duas décadas que seguiram as mudanças sociais aceleram, pois as comunicações se desenvolveram com regime militar, a televisão trouxe enormes conseqüências para a concepção de vida familiar e social. O nascimento da juventude transviada, a liberação sexual e a descoberta de novas experiências causaram um aumento brutal de conflitos individuais e coletivos, gerando crimes mais complexos, entretanto os modelos de segurança pública continuaram os mesmos da segunda metade do século passado. A Constituição de 1988 inovou em todas as áreas, menos na segurança pública, obtivemos os direitos e garantias asseguradas e amplamente difundidas que permitiram que o cidadão tomasse ciência e exigisse o que lhe cabia. A população passou a ser predominantemente urbana em aglomerados sem infra-estrutura de serviço, sem políticas públicas adequadas, gerando uma violência cada vez maior. A reação das autoridades competentes e dos populares voltou-se sobre o aparelho policial que culminou no constante aumento de efetivos e meios, enquanto os demais setores não acompanharam e nem tiveram a mesma cobrança. É bom conhecer o utópico funcionamento do sistema de justiça criminal, polícia, Ministério Público, justiça e presídios que deveriam funcionar harmonicamente da seguinte maneira: a Polícia para investigar de fato, eventual prisão em flagrante, coleta de provas e identificação de todos os sujeitos ativos e seu grau de responsabilidade; o resultado sendo encaminhado para o Ministério Público, na figura do promotor, que poderá ou não requerer a instauração do

12 processo criminal; com o início do processo, através da denúncia do Ministério Público, para o Poder Judiciário assumir a condução do processo e passar a exercer os poderes que lhe são conferidos, até a sentença criminal que decidirá pela absolvição ou condenação dos acusados; após condenação, caberia aos presídios a ressocialização, readaptação para a vida em sociedade. É visível o inchaço das cidades gerado pelo deslocamento da população rural em busca de melhores condições de vida, tentando sobreviver, mais evidente é o despreparo das cidades para receber essa leva de migrantes. A ausência de infraestrutura provoca a formação de guetos onde florescem a criminalidade e a violência. Segurança Pública é tema bastante complexo e apontar suas causas torna a tarefa mais árdua, estereotipar que a criminalidade é filha da miséria não é totalmente verdadeiro, mesmo assim, existe uma visão tolerante que considera o criminoso como uma vítima da ordem estabelecida, das injustiças sociais e do sistema carcerário, dissonantes com os direitos humanos, isto alimenta a infração. A violência é o problema que mais preocupa o brasileiro, depois do desemprego, e para explicá-la as autoridades responsáveis pela segurança pública enumeram a pobreza, má distribuição de renda, desemprego, tráfico de drogas, falta de policiais e de recursos materiais, baixos salários, cadeias superlotadas. Silva (1963) conceitua Segurança Pública como o afastamento, por meio de organizações próprias, de todo perigo ou de todo mal que possa afetar a ordem pública, em prejuízo da vida, da liberdade ou dos direitos de propriedade de cada cidadão. Limita a liberdade individual, estabelece que a liberdade de cada cidadão, mesmo em fazer aquilo que a lei não lhe veda, não pode turbar a liberdade assegurada aos demais, ofendendo-a. Vale ressaltar que com o advento da Constituição de 1988 pouco foi feito no campo da segurança pública, no âmbito da União, permaneceu a indiferença e imobilismo, resignando-se os gestores federais a dar continuidade a práticas tradicionais, adaptando-as ao novo contexto democrático. As autoridades que se sucederam limitaram-se a recepcionar o legado de nossa tradição autoritária, acriticamente, reproduzindo suas características básicas, introduzindo meros ajustes residuais. Ou seja, as polícias e suas práticas deixaram de ser, ostensivamente, voltadas com exclusividade para a segurança do Estado, redirecionando-se para a

13 defesa dos cidadãos e a proteção de seus direitos sobretudo ao nível do discurso oficial e dos procedimentos adotados nas áreas afluentes das cidades. Soares (2007) aponta que a velha brutalidade arbitrária permaneceu como o traço distintivo do relacionamento com as camadas populares, em particular os negros, nas periferias e favelas. O mesmo se passou com o sistema penitenciário e os cárceres, de um modo geral. As instituições da segurança pública preservaram seus formatos com o ciclo de trabalho policial dividido, entre Polícia Militar e Polícia Civil, sua irracionalidade administrativa, sua formação incompatível com a complexidade crescente dos novos desafios, sua antiga rivalidade mútua, seu isolacionismo, sua permeabilidade à corrupção, seu desapreço por seus próprios profissionais, seu desprezo por ciência e tecnologia, e seus orçamentos irrealistas, que empurram os profissionais ao segundo emprego na segurança privada ilegal e em atividades nebulosas. Assim, Políticas de Segurança Pública federais são assuntos recentes, a afirmação é verdadeira e faz-se necessário uma observação nos Governos Fernando Henrique Cardoso. Seus sucessivos ministros da Justiça do segundo governo, com a colaboração de secretários nacionais de segurança gestavam lentamente, um plano nacional de segurança pública, quando um jovem sobrevivente da chacina da Candelária, Sandro, seqüestrou, na Zona Sul carioca, o ônibus 174. O presidente da República determinou que seus auxiliares tirassem da gaveta o papelório, e decidissem, finalmente, qual seria a agenda nacional para a segurança. Em uma semana, a nação conheceria o primeiro plano de segurança pública de sua história democrática recente. Da avaliação destes aspectos salientados, a problemática consiste em responder a seguinte pergunta: O que é o Plano de Revitalização da Segurança Pública e quais impactos o Plano trouxe na estrutura da Segurança Pública e para a sociedade amazonense? Tendo como objetivo geral identificar as medidas implantadas pelo Plano de Revitalização da Segurança Pública Projeto Ame a Vida no Estado do Amazonas consoante o Plano Nacional de Segurança Pública do Instituto Cidadania. Sendo os objetivos específicos, buscados um a um de forma gradual e hierárquica, para assim se ter um conhecimento a nível macro e de diferentes óticas, os seguintes elencados:

14 a) Compreender os fundamentos de Políticas Públicas que perpassam pelo papel do Governo no tocante ao orçamento, planejamento, elaboração de projetos para aumento do bem estar da população; b) Conhecer o surgimento do Plano de Revitalização da Segurança Pública e os motivos que levaram a sua implantação; c) Apontar os tópicos norteadores do Plano de Revitalização da Segurança Pública; d) Constatar os impactos ocasionados na estrutura da Segurança Pública com a implantação do Plano de Revitalização. A questão da segurança é um problema mundial considerando os níveis de criminalidade, pois o planeta passa por uma escalada da violência globalizada e as polícias do nosso país não possuem aparatos tecnológicos e nem recursos para fazer frente ao seu poderio. A inquietação com a ausência de segurança vulnerabiliza as instituições públicas gerando uma sensação aguda de desproteção e impunidade, cenário perigoso para nossa sociedade. Um estudo para conhecer e divulgar o campo de estudo da Segurança Pública é de suma importância no tocante à preservação da ordem pública para o crescimento e desenvolvimento do país, pois a criminalidade é um problema social, político e econômico que afeta a vida dos cidadãos trazendo sensação generalizada de medo e insegurança. Os custos da criminalidade são significativamente altos consumindo grande parcela do PIB, trazendo prejuízos materiais, gastos públicos e privados na sua prevenção e combate, reduz estoque de capital humano, diminui qualidade de vida, traz prejuízos às atividades turísticas, torna-nos menos atrativo para novos investimentos produtivos e ainda expulsa os atuais. O trabalho proposto busca conhecer e relacionar conceitos básicos dos fundamentos de Políticas Públicas que perpassam pelo papel do Governo no tocante ao orçamento, planejamento, elaboração de projetos para aumento do bem estar da população. Conhecer a elaboração de projetos em Segurança Pública, vislumbrando a gestão do Presidente Fernando Henrique Cardoso, a evolução para o Sistema Único de Segurança Pública SUSP, que levaram a elaboração do Plano de Revitalização da Segurança Pública no Estado do Amazonas. A informação desses fundamentos trará à sociedade a compreensão de que tais fatores interferem na segurança e bem-estar da população, a relevância da

15 iniciativa governamental frente às responsabilidades para com o povo, e também, os projetos do governo. Apreciar tais elementos incentivadores da pesquisa possibilitará uma maior cobrança dos nossos governantes e o amparo das necessidades que devem ser priorizados, tornando cada habitante agente ativo da transformação social e interesses superiores da coletividade. Nesta Pesquisa Bibliográfica foram utilizados os seguintes métodos: observacional por ser muito utilizado nas ciências sociais, poder ser usado em combinação com outros métodos procedimentais. Histórico, investigando no passado acontecimentos, processos, instituições, que contribuíram para os dias atuais. Monográfico, a investigação aprofundada de um caso, seja com especificidades particulares, ou coletivas, com a finalidade de obter generalizações, observando e analisando os fatores em todos os seus aspectos. O universo trata-se do Plano Nacional de Segurança Pública, a nível macro, através de sua evolução, como foi pensado, seus fundamentos e metas a serem adotados preponderantemente pelos demais estados membros, para então poder se perceber como amostra desse conjunto, o Plano de Revitalização da Segurança Pública de 04 de maio de 2007, com o slogan AME A VIDA, como subconjunto do plano superior e tema do trabalho a ser realizado como objeto de estudo. Os meios de investigação são bibliográficos, fundamentados nos conhecimentos de biblioteconomia, documentação e bibliografia, sua finalidade é colocar o pesquisador em contato com o que já se produziu a respeito do seu tema de pesquisa; documental, feita por meio de fontes primárias e campo. A coleta de dados foi realizada por meio de: a) pesquisa bibliográfica em livros, dicionários, revistas especializadas, artigos publicados, teses e dissertações com dados pertinentes ao assunto, de forma a se obter as teorias existentes sobre o tema; b) pesquisa documental nos arquivos virtuais do site Segurança com Cidadania, em sites de notícias do Estado do Amazonas e outros; e c) pesquisa de campo, com visitas a sede da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas e as Companhias Interativas Comunitárias, Distritos Integrados de Polícia (1 o,2 o,3 o,4 a,6 o,7 a,9 o,11 o,14 o e,16 a ). Foi empregada a Observação Direta Intensiva, com a técnica da observação, utilizando os sentidos na obtenção de aspectos da realidade do Tema, examinando fatos ou fenômenos que se deseja estudar de maneira sistemática, participante, individual, na Vida Real.

16 O objeto do estudo de caso é a análise profunda de uma unidade de estudo. Segundo Godoy (1995) apud Neves (1996) visa ao exame detalhado de um ambiente, de um sujeito ou de uma situação particular. Amplamente utilizado em estudos diversos, tem se tornado a modalidade preferida dos que procuram saber como e por que certos fenômenos acontecem ou analisar eventos sobre as possibilidades de controle ou quando fenômenos fazem sentido dentro de um contexto específico. Assim, foi realizado no tocante o Trabalho realizado, primeiramente conceituado o tema de Segurança Pública, a responsabilidade do Governo quanto às políticas voltadas para o setor, Planos Nacionais de Segurança Pública até resultar no Plano de Revitalização da Segurança Pública Projeto Ame a Vida, a nível estadual, verificando se os tópicos propostos na esfera federal encontraram amparo, objeto maior da monografia apresentada, com isso pôde-se constatar, analisar o que está em voga e assim saber o que precisa melhorar. A primeira fase da monografia compreendeu a realização de um roteiro de trabalho. Em seguida foi realizada a busca de conceitos via web site capazes de responder aos questionamentos específicos sobre os aspectos investigados. Na segunda fase ocorreu uma visita as sedes das Companhias Interativas Comunitárias, Secretaria Estadual de Segurança Pública para que o estudo fosse realizado tendo em vista a especificidade da atuação dessas organizações no ambiente do trabalho proposto. A terceira fase compreendeu a elaboração do Trabalho de Conclusão em si. Nesta etapa foram considerados os Planos para investigar as adequações, as práticas estabelecidas com o Projeto Ame a Vida. A aplicação foi realizada com os agentes internos considerados aptos a responder os questionamentos formulados. Para a pesquisa teve-se a colaboração dos Policiais atuantes nas Companhias Interativas Comunitárias, nos Distritos Integrados de Polícia e também na Secretaria de Segurança Pública, locais em foram realizados diálogos direcionados ao atendimento do problema. O processo de análise e interpretação foi realizado de maneira predominantemente qualitativa, foi utilizado para a pesquisa o estudo de caso. O estudo de caso, segundo Yin (2005) apud Riquena (2009) é uma das diversas maneiras de se efetuar pesquisa em Ciências Sociais, e trata-se de investigar um fenômeno dentro do seu contexto e deve se basear em várias fontes de evidências e

17 beneficiar-se do desenvolvimento da coleta de dados prévio. O estudo de caso pode ser utilizado como estratégia de pesquisa para contribuir com o conhecimento de fenômenos individuais, organizacionais, sociais, políticos e de grupos. Reitera que a escolha de projeto de estudo de caso depende do plano de pesquisa ao qual o pesquisador tem por princípio investigar. Em se tratando da questão de Plano de Segurança Pública, a estratégia da pesquisa adotada foi de analisar os tópicos presentes no documento. A pesquisa consistiu em uma análise minuciosa das informações, incluindo Planos de diferentes governos federais para construção de um a nível estadual, fatos relevantes noticiados, site das autarquias federais e demais publicações disponíveis tais como periódicos, revistas, jornais e material de divulgação das organizações. Após a leitura e seleção do material, foi realizada uma varredura nas informações de forma a selecionar os tópicos que estavam relacionados a evidências do Trabalho proposto. Assim, foi realizada uma Análise (Explicação) das diretrizes efetivadas pelo Plano de Revitalização Pública. Santos (2007) as enumera da seguinte forma: 1) Subordinação operacional da polícia civil e militar a Secretaria de Segurança Pública; 2) Criação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública; 3) Criação do Instituto Integrado de Ensino de Segurança Pública do Amazonas (IESP); 4) Compatibilização Territoriais das áreas forças policiais, que foram divididas em níveis; 5) Criação de uma Corregedoria Unificada, que apesar de criada, ainda está em fase de estruturação física e de pessoal, sendo ainda existentes as Corregedorias de policia civil e militar das respectivas corporações; 6) Criação de um programa de Assistência Social nos Distritos Integrados de Polícia; 7) Criação de um Grupo Unificado de mediação de conflito; 8) Criação de órgão integrado de informação e inteligência policial; 9) Implantação de policiamento comunitário; 10)Redução dos efetivos em funções administrativas; 11)Mudanças nos regulamentos disciplinares;

18 12)Informatização das unidades de policia com a utilização do geoprocessamento na análise criminal; 13)As delegacias reformadas, estando com uma nova apresentação, de acordo com as prevista no Plano de Nacional de Segurança Pública; 14)A criação de ouvidorias autônomas e independentes; 15)Criação do programa Integrado de saúde mental; As operações que caracterizaram o Plano de Revitalização da Segurança Pública foram estudadas nos níveis de Interpretação, Explicação, Especificação.

19 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 O PAPEL DO GOVERNO Viceconti e Neves (2003) enfocam que o papel do governo é estudado pelas finanças públicas tratando de suas receitas e despesas governamentais. Três são os objetivos que o setor público busca alcançar ao elaborar a programação de gastos e receitas contidas em seu orçamento: a) promover ajustes na alocação de recursos (função alocativa); b) promover ajustes na distribuição de rendas (função distributiva); c) manter a estabilização econômica (função estabilizadora). O Estado cumpre suas funções através de recursos obtidos pela arrecadação tributária, que compõem sua receita fiscal. Balleiro (2006) aponta que os governos buscam levantar o montante necessário através de certos artifícios que atravessaram o tempo, tais como: a) extorsões sobre outros povos e/ou recebem doações voluntárias; b) recolhimento das rendas dos bens e empresas do Estado; c) exigem de forma coativa tributos ou penalidades; d) tomam ou forçam empréstimos; e) fabricam dinheiro metálico ou de papel. Os processos de financiamento do Estado perpassam por esses cinco meios mais conhecidos que oferecem méritos desiguais, assumindo maior ou menor importância conforme época e contingências, somente os empréstimos são reputados à noção de receita, visto que essa quantia será devolvida acrescida de seu custo. As quantias recebidas pelos cofres públicos são designadas como entradas ou ingresso, mas nem todos esses ingressos constituem receitas públicas, pois alguns não fazem nenhum incremento ao patrimônio governamental, sendo restituídos posteriormente ou representam recuperação de valores emprestados ou cedidos pelo agente governamental, que podem ser assim exemplificadas: cauções, fianças e depósitos recolhidos ao Tesouro; empréstimos contraídos pelos Estados, ou as amortizações daqueles que o governo acaso concedeu; somas que se escrituram sob reserva de serem restituídas ao pagante ou pagas a terceiro por qualquer razão de direito e as indenizações devidas por danos causados às coisas públicas e liquidadas segundo o Direito Civil. Receita pública é a entrada que, integrando-se no patrimônio público sem quaisquer reservas, condições ou

20 correspondência no passivo, vem acrescer o seu vulto, como elemento novo e positivo. Pode-se conceituar despesa pública de duas maneiras: primeiramente como o conjunto dos dispêndios do Estado, ou outra pessoa de Direito público, para o funcionamento dos serviços públicos, isto é, a despesa é considerada parte do orçamento onde são classificadas todas as autorizações para gastos com as várias atribuições e funções governamentais, o complexo da distribuição e emprego das receitas para custeio dos diferentes setores da administração. Outro conceito nos diz que é a aplicação de certa quantia, em dinheiro, por parte da autoridade ou agente público competente, dentro de uma autorização legislativa, para execução de fim a cargo do governo. Envolve fins de serviço público, regulados pelo Direito Administrativo e realizados segundo a técnica da Ciência da Administração Orçamento Público Giacomoni (1992) compreende que o orçamento público é caracterizado por possuir uma multiplicidade de aspectos, tais como: Político, Jurídico, Contábil, Econômico, Financeiro, Administrativo etc. Balleiro (2006) confirma que o orçamento é um quadro de técnica contábil para coordenar comparativamente despesas e receitas públicas, de modo que o Estado possa imprimir ordem e método na administração. Seus primeiros indícios deram-se na Idade Média, quando as instituições feudais fracionaram o poder real, ou imperial, e confundiram receitas privadas do domínio do príncipe, o maior latifundiário da época. O estudo do orçamento compreende quatro aspectos fundamentais: a) O jurídico, isto é, a natureza do ato orçamentário à luz do Direito, das instituições constitucionais de país, rege os direitos e obrigações dos agentes públicos e dos governados. b) O político, o orçamento revela com transparência em proveito de que grupos sociais e regiões ou para solução de que problemas e necessidades funcionarão especificamente a aparelhagem de serviços públicos. c) O econômico, levando-se em consideração, sobretudo os efeitos recíprocos da política fiscal e da conjuntura econômica.

21 d) O técnico, finalmente, envolve o estabelecimento das regras práticas para realização dos fins indicados para a classificação clara, metódica e racional de receitas e despesas. A história da evolução conceitual do orçamento público é dividida em duas fases: o orçamento tradicional e o orçamento moderno. Orçamento tradicional tem como função principal o controle político. Apesar do orçamento público desde o início ter representado uma importante conquista como instrumento disciplinador das finanças públicas, sua função principal foi a de ter viabilizado aos órgãos de representação um controle político sobre os executivos. O orçamento constituía-se numa fórmula muito eficiente de controle, pois colocava de uma forma bastante clara e precisa os gastos e as receitas do governo. No orçamento tradicional, o aspecto econômico tinha uma posição secundária. As finanças públicas caracterizavam-se por sua neutralidade, o equilíbrio financeiro impunha-se naturalmente e o volume do gasto público não chegava a pesar significativamente em termos econômicos. Orçamento moderno, ainda antes do final do século XIX, o Estado começou rapidamente a abandonar a neutralidade que o caracterizou nas fases do laissezfaire, passando a intervir como corretor de distorções do sistema econômico e como propulsor de programas de desenvolvimento. O orçamento até então em uso, organizado especialmente como mero demonstrativo de autorizações legislativas já não atende as necessidades sentidas pelos executivos governamentais, todos eles envolvidos com encargos crescentes. Função principal do orçamento moderno é agir como um instrumento de administração. A reforma orçamentária na sua essência exigia que os orçamentos públicos deveriam constituir-se em instrumentos de administração, de forma que auxiliassem o executivo nas várias etapas do processo administrativo: programa, execução e controle. Manvel (1944) apud Giacomoni (1992, p.62) afirma que o orçamento é um plano que expressa em termos de dinheiro, para um período de tempo definido, o programa de operações do governo e os meios de financiamento desse programa.

22 O reconhecimento da importância do gasto público no sistema econômico foi bem anterior, mas é a partir da década de 1930, com a doutrina keynesiana que o orçamento público passou a ser sistematicamente utilizado como instrumento da política fiscal do governo, isto é, de sua ação que visava à estabilização ou à ampliação dos níveis da atividade econômica. Para sua implementação, o modelo keynesiano exigiu a organização de sistemas de contabilização das atividades econômicas a nível global. A equação básica do modelo Y=C+I, (Y= renda; C= consumo, I= investimento), implicava ao governo, na condição de responsável por um dos agregados econômicos, alterações nas suas classificações orçamentárias de forma que permitissem a mensuração desejada, intervindo diretamente, repensando o papel do governo na economia, não mais apenas como mero coadjuvante, mas o componente fundamental na execução de políticas públicas Investimentos Públicos A importância dos investimentos é um assunto bastante discutido, Keynes em sua importante obra: Teoria geral do emprego, do juro e do dinheiro (1934) só destacou o importante papel dos investimentos para o crescimento da Renda. Keynes (1964) apud por Saul (1992) afirma que a demanda agregada é composta por gastos em consumo pessoal, demanda por investimentos, gastos governamentais em bens e serviços e exportações líquidas. A definição de investimento, por Keynes é obtida em conjunto com as definições de poupança e renda, resultando nas seguintes relações.: Y=C+I (Y= renda, C= consumo, I= investimento).: S=Y-C (S= poupança, Y= renda, C= consumo).: S=I (S= poupança, I= investimento). Rezende (1992) enfatiza quanto aos investimentos, uma preocupação importante consiste na tentativa de quantificar a relação existente entre a necessidade de acréscimo nos gastos de custeio para um dado aumento nos investimentos em período imediatamente anterior. O estudo dessa relação é de grande importância para a programação dos gastos setoriais, tendo em vista, evitar a ocorrência periódica de capacidade ociosa por insuficiência de fundos para financiar o custeio provocado por um aumento da capacidade instalada. As tentativas de quantificação empírica da relação custeio/investimento deverão partir

23 da hipótese do que um aumento real das despesas de custeio está relacionado: (a) a uma maior utilização da capacidade instalada no período; (b) a um aumento da capacidade instalada em período (s) anterior (es), e (c) a variações na qualidade do serviço produzido ou na eficiência de produção. O aumento da capacidade instalada seria determinado por um aumento nos investimentos, admitindo-se uma relação capital/produto constante. A questão mais difícil nesse caso refere-se ao prazo a ser considerado como período de maturação dos investimentos. As limitações são geralmente de ordem financeira, tendo em vista, a disponibilidade dos recursos que podem ser anualmente dedicados a obras de ampliação ou de natureza política. Machado Jr e Reis (1999) comenta que na Lei 4.320/64 os investimentos encontram-se discriminados nas despesas de capital e correspondem a: a) Obras e instalações, que são caracterizadas como despesas com estudos e projetos; aquisição de imóveis necessários à realização de obras ( 4 o do artigo 12 da Lei n o 4.320/64); início, prosseguimento e conclusão de obras; pagamento de pessoal temporário não pertencente ao quadro da entidade e necessário a realização das mesmas; pagamento de obras contratadas. Instalações que sejam incorporáveis ou inerentes ao imóvel, tais como elevadores, aparelhagem para ar-condicionado central, etc. b) Equipamentos e materiais permanentes que são despesas com aquisição de aeronaves, automóveis, e outros veículos de tração mecânica; embarcações, locomotivas, automotrizes e vagões; máquinas, motores e aparelhos; tratores, equipamentos rodoviários e agrícolas; animais para trabalho, produção e/ou reprodução; ferramentas e utensílios de oficinas; material artístico e instrumentos de musica; insígnias, flâmulas e bandeiras; equipamentos para esportes, jogos e divertimentos; peças avulsas para coleções de bibliotecas, discotecas, filmotecas etc.; objetos históricos, obras de arte e peças para museu; equipamentos de acampamento, campanha e pára-quedismo; armamento; mobiliários em geral, móveis e utensílios de escritórios, bibliotecas, laboratórios de ensino e de gabinetes técnico-científicos, utensílios de copa, cozinha, dormitórios e enfermarias; equipamentos hospitalares e cirúrgicos; equipamentos para pesquisas, veículos de tração pessoal ou animal, e outros equipamentos e

24 materiais que, em razão da utilização, não percam a identidade física e constituam meio para produção de outros bens ou serviços. c) Investimentos em regime de execução especial que são despesas previstas em programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa e que resultem em investimento. d) Constituição ou aumento do capital de empresas industriais ou agrícolas, na forma do 4 o do artigo 12 da Lei n o 4320, de 17 de março de 1964 que dispõe a classificação classificam-se como investimentos as dotações para (...) constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro. e) Diversos investimentos. f) Sentenças judiciárias, cumprimento do artigo 117 e seus parágrafos da Constituição Federal. g) Despesas de exercícios anteriores, cumprimento do artigo 37 da Lei N o de 17 de março de O setor dos serviços públicos básicos compreende as empresas geradoras e distribuidoras de serviços básicos e que são geralmente controladas pelo setor público, sendo, portanto, empresas públicas e compreendem as seguintes atividades: energia elétrica, telecomunicações, água, saneamento básico, educação, saúde, segurança pública etc. Os investimentos desse setor caracterizam-se como pioneiros e/ou autônomos. Três quartos dessas empresas adotam procedimentos diferenciados na seleção dos projetos de investimentos, e em seus critérios de priorização de projetos, transparecem as características de cunho social, projetos considerados estratégicos, projetos conformes com metas governamentais, prioridades políticas, políticas de desenvolvimento e prioridades sociais. Também foram indicados razões como: projetos com financiamentos assegurados, projetos voltados para segurança física e em função da rentabilidade esperada. Nos investimentos, uma preocupação importante consiste na tentativa de quantificar a relação existente entre a necessidade de acréscimo nos gastos de custeio para um dado aumento nos investimentos em período imediatamente anterior. O estudo dessa relação é de grande importância para a programação dos

25 gastos setoriais, tendo em vista, evitar a ocorrência periódica de capacidade ociosa por insuficiência de fundos para financiar o custeio provocado por um aumento da capacidade instalada. As tentativas de quantificação empírica da relação custeio/investimento deverão partir da hipótese do que um aumento real das despesas de custeio está relacionado: (a) a uma maior utilização da capacidade instalada no período; (b) a um aumento da capacidade instalada em período (s) anterior (es), e (c) a variações na qualidade do serviço produzido e na eficiência de produção. O aumento da capacidade instalada seria determinado por um aumento nos investimentos admitindo-se uma relação capital/produto constante. A questão mais difícil nesse caso refere-se ao prazo a ser considerado como período de maturação dos investimentos. As limitações são geralmente de ordem financeira, tendo em vista, a disponibilidade dos recursos que podem ser anualmente dedicados a obras de ampliação ou de natureza política. É importante notar que o impacto posterior dos investimentos sobre as necessidades de expansão dos gastos de custeio é ainda afetado pela prática freqüente de vinculação de recursos e despesas de capital Fomento Público Moreira Neto (1992) apud Souto (2000) destaca que o fomento é uma das funções da Administração através da qual o Estado busca, por todos os meios ao seu alcance, dispor ao maior número de indivíduos os instrumentos do desenvolvimento econômico e do progresso sociocultural, com medidas capazes de incentivar empreendimentos privados de interesse coletivo nesses campos. Conseqüência natural do planejamento econômico dentro de um regime que privilegia a livre iniciativa. De acordo com Augusto Athayde (1983) apud Souto (2000), as principais intervenções de fomento são classificadas em: Benefícios e incentivos tributários, garantias, subsídio, empréstimos em condições favoráveis, assistência técnica, privilégios especiais, desenvolvimento do mercado de títulos, protecionismo à produção nacional, pólos industriais e comerciais e sociedades de capital de risco. Os incentivos poder ser setoriais ou regionais. Os primeiros destinam-se ao desenvolvimento de atividades selecionadas. Os regionais servem para ajudar o

26 desenvolvimento de zonas que sofrem condições climáticas adversas, criando novos empregos, elevação de renda per capita, para aproveitamento das riquezas regionais em zonas carentes de recursos humanos e financeiros, em detrimento às regiões mais desenvolvidas. A redução das desigualdades regionais é um princípio da Ordem Econômica. Os empréstimos em condições favoráveis são destinados a atividades que mereçam apoio oficial, classificados em três grandes categorias, discriminadas da seguinte maneira: a) Empréstimos realizados diretamente pelo Tesouro Nacional ou pelos Tesouros Estaduais; b) Créditos facultados por fundos especiais, alguns não são mais que meras contas que determinados órgãos da Administração tem a faculdade de movimentar. Outros são constituídos por organizações de serviços mais ou menos complexos, dotados de autonomia administrativa, mas precisando de personalidade jurídica, com a categoria das autarquias, por exemplo, fundos regionais de desenvolvimento ou fundos setoriais; c) Empréstimos concedidos por empresas públicas ou sociedades de economia mista de natureza bancária, tais como, Bancos de Desenvolvimento, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil etc. A valia dos usos de fundos governamentais é nos dada por Alexander (1965) quando referencia que eles têm como tarefa a promoção de desenvolvimento econômico, conduzido através de dois mecanismos básicos, o governo pode estabelecer diretamente a indústria ou serviço que deseja atuante, ou pode prover fundos para execução da tarefa. Devendo melhorar o sistema de transportes, abastecimento de energia, produção agrícola, investem no tipo mais pesado de indústria. Investir em serviços de utilidade pública e em bens e serviços para atender a coletividade, principalmente, nas áreas mais deficitárias, tais como, educação, saúde, saneamento básico, segurança pública, entre outras. Ressalta que a ação positiva de um programa é dada pelo seu planejamento, pois canaliza conscientemente capital, também torna possível o uso dos limitados recursos disponíveis, pressuposto das Ciências Econômicas. O objetivo básico do planejamento é coordenar as decisões racionalmente elaboradas,

27 transformar renda nacional em acumulação de bens de capital para se ter um sistema conjuntural, estrutural cada vez mais sólido, estimando e analisando aspectos de desenvolvimento refletido em todas as camadas da sociedade, na agricultura, na indústria, nos serviços públicos e outros campos Planejamento Governamental Woiler e Mathias (1983) citam que o planejamento é um processo de tomada de decisão interdependentes para conduzir para uma situação futura desejada, devendo existir coerência entre as decisões atuais e as passadas para que haja realimentação entre decisões e resultados. A atividade de planejar deve seguir três diretrizes distintas: Satisfação, centrada no aspecto financeiro enfatizando o orçamento e suas projeções, o processo pode ser realizado em menor tempo, custando menos e exigindo menor capacitação; Otimização, formulação de objetivos em termos quantitativos, reduzidos a uma medida comum e combinados em uma medida geral e ampla de desempenho, tendo como vantagem a automatização do processo decisório; Adaptação deve responder de modo adequado às mudanças externas, pois se refletem como problemas internos, através da estrutura administrativa, principalmente pelos recursos humanos e no processo de aprendizado. Holanda (1983) menciona que é considerável a atenção que tem sido dada às técnicas de planejamento econômico, pois são instrumentos de administração pública e também privada que buscam o aumento da eficiência, racionalidade e segurança das decisões de funcionários públicos e empresários particulares, pela maximização do rendimento social e privado no uso de recursos escassos. O planejamento é a aplicação sistemática do conhecimento humano pra prever, avaliar cursos de ação alternativos priorizando tomadas de decisões adequadas e racionais que sirvam para embasamento da ação futura. Em sentido estrito é o processo de elaboração, execução e controle de um plano determinado, que ampara o envolvimento de objetivos gerais e metas específicas, para elevar níveis de renda e bem-estar da comunidade, bem assim, a ordenação sistemática do conjunto de decisões e medidas necessárias para a consecução dos objetivos, a custos menores em um mínimo intervalo de tempo.

28 Ainda segundo Holanda (1983), todo tipo de planejamento período de guerra, planejamento físico, planejamento urbano, pós-guerra, planejamento anticíclico, planejamento para desenvolvimento etc. apresenta certas características básicas, tais como, estabelecimento de uma relação entre presente, passado e futuro, definir cursos alternativos de ação para os anos vindouros, análise de critérios para uma escolha entre as alternativas disponíveis, antecipação de soluções para problemas previsíveis e especificação das medidas de política econômica para superação de obstáculos limitadores do crescimento da renda e mudança estrutural da economia. A criação e implementação de um processo de planejamento pressupõe a existência de uma série de condições favoráveis, em termos institucionais, administrativos e técnicos. Institucionalmente, planejamento requer apoio político, compreensão, participação popular, fundamentação legal, estabilidade, força e prestigio do Governo. Administrativamente, torna imponderável a criação de uma organização específica com a responsabilidade de formular e coordenar a execução dos planos de desenvolvimento, a permeabilizaçao da máquina administrativa do Estado com uma filosofia de planejamento, que ultrapasse os obstáculos da burocracia tradicional e assegure a junção de esforços para realização dos comuns de desenvolvimento. Visto que sem organização não se possuirá a sistematicidade que é necessária para o projeto. Tecnicamente, o planejamento clama por informação estatística adequada aplicada na quantificação de dados da realidade, sua interpretação e análise, além das relações existentes entre esses dados complexos. Não se pode deixar de mencionar a presença de um corpo técnico que obrigatoriamente deverá ser competente e capaz para então ficarem encarregados de proceder ao desenvolvimento das atividades enfocadas Planos e Projetos Públicos O ponto de partida para a elaboração do Plano é o diagnóstico, uma análise do passado e/ou presente que constitui a base factual, estatística ou histórica do processo de planejamento.

29 O Plano é um prognóstico sobre o comportamento futuro que se fundamenta em uma previsão ou projeção de tendências que visualiza as potencialidades ou possibilidades de crescimento e identifica fatores que limitam ou restringem essas possibilidades. O prognóstico é o resultado de uma revisão das projeções, sob o comando de diretrizes de política econômica que expressam os desejos e aspirações da comunidade. A formulação das diretrizes está estritamente ligada à definição dos objetivos e instrumentos de política econômica do país. Holanda (1983) salienta ainda que os objetivos de um plano possam ser classificados como básicos ou finais e derivados. Os objetivos básicos, finais correspondem a uma síntese da filosofia de planejamento do país, apontando os fins a que deve estar subordinada toda a política do Governo no campo econômico, expresso quase sempre em termos puramente qualitativos. Os objetivos derivados fazem jus à explicitação, em termos quantitativos, pormenorizados e objetivos, das metas específicas que será necessário alcançar para que se atendam os propósitos gerais de política econômica definidos nos objetivos gerais. Para consecução dos objetivos de planejamento, os Governos se utilizam de diversos instrumentos de política econômica diferenciados pelo grau de generalidade ou especificidade ou pela maior ou menor influência sobre a natureza e estrutura do sistema econômico e sobre o funcionamento dos mecanismos de mercado. Podemos considerar os instrumentos que correspondem a incentivos de caráter mais geral, aqueles que não visam determinados projetos específicos, com o objetivo de criar as pré-condições indispensáveis pra surgimentos dos projetos. São incentivos de tipo mais direto, investimentos de infra-estrutura (energia, transporte, comunicações, educação, entre outros) que criem atmosfera favorável à realização de inversões mais diretamente produtivas, por parte do setor privado. A implantação dos serviços básicos fica a cargo do Governo, em função dos seguintes fatores: a) O volume dos capitais exigidos pra sua realização, as características de indivisibilidade e largo prazo de maturação dos investimentos.

30 b) A natureza não diretamente produtivas das inversões, no sentido que seus efeitos indiretos ou economias externas são muito mais importantes do que seus efeitos diretos, pois esses investimentos não apresentam atrativos para o setor privado. c) A prevalência dos interesses sociais e de longo prazo que orientam as ações do Governo, em contraposição às preocupações particulares ou de curto prazo do setor privado. Outro grupo de incentivos que também são identificados como investimentos infra-estruturais, mas voltados a um determinado setor específico agricultura, indústria, mineração etc. Por fim, aqueles incentivos de caráter mais específicos que atendam a um determinado projeto ou empreendedor individual, por exemplo, crédito agrícola, assistência técnica para pequeno industrial, isenção de impostos para indústrias pioneiras. Woiler e Mathias (1983) ressaltam que projeto pode ser considerado como o conjunto de informações internas e/ou externas, coletadas e processadas com o objetivo de analisar uma decisão de investimento, um modelo que incorporando informações qualitativas e quantitativas simulando a decisão de investir e implicações. Um documento auxiliar ao processo de acompanhamento do projeto, podendo continuar a ser modificado durante a fase de implantação. Projeto de financiamento é feito voltado às exigências e quesitos dos órgãos financiadores e/ou que concedem incentivos (a nível federal, regional, estadual e municipal), resulta do preenchimento de formulários padronizados distribuídos pelo organismo competente e enquadramento nas condições pré-definidas por ele. Holanda (1983) salienta que o projeto corresponde ao conjunto de informações, sistemática e racionalmente ordenadas, que permite estimar os custos e benefícios de um determinado investimento, as vantagens e desvantagens de utilizar recursos para a criação de novos meios de produção ou para o aumento da capacidade ou melhoria do rendimento dos meios de produção existentes. O projeto considera os custos e benefícios sociais do uso dos recursos de comunidade na produção de bens e serviços. No setor privado, ele é o instrumento que permite avaliar as vantagens relativas de uso dos seus recursos capital e capacidade empresarial frente a possibilidades alternativas de investimento.

31 Marrama (1963) apud Holanda (1983) mostra que em uma estrutura de planejamento, o projeto é a menor unidade de investimento tomada em consideração no decurso da programação; um mínimo de obras capaz de vida autônoma que, por motivos de complementaridade técnica, representa um todo que não pode ser destituído de suas partes sem que as outras fiquem comprometidas. A elaboração de projetos tem grande importância como instrumental técnico-administrativo e de avaliação econômica, tanto do ponto de vista privado como do ponto de vista social. Para o setor privado, o projeto representa o procedimento lógico e racional que substitui o comportamento intuitivo e empírico utilizado nas decisões de investimento e o mecanismo de avaliação dos efeitos diretos das decisões, em termos de rentabilidade ou eficiência da aplicação de recursos financeiros. Para o setor público, não se restringe a calcular os efeitos diretos do projeto, cumpre a avaliar as repercussões indiretas sobre o sistema econômico, aquelas que por imperfeições de mercado e fatores institucionais, não se expressam em custos e benefícios monetários. As instituições governamentais, bancos e órgãos de desenvolvimento que administram programas de incentivos cambiais, fiscais e financeiros exigem o projeto como condição para o recebimento das vantagens, tornando-o instrumento permissivo da distribuição dos benefícios referidos de acordo com a política econômica. A elaboração de projetos busca dinamizar o processo pelo qual as poupanças monetárias se transformam em investimentos efetivos, favorecer a elevação geral das poupanças da comunidade de forma racional e convincente, oportunidades de investimento rentável. Dentro de uma estrutura de planejamento, o processo de elaboração de projetos que assegura ou viabiliza o alcance das metas ou diretrizes colocadas no plano de desenvolvimento. Marrama (1963) apud Holanda (1983) ainda destaca que o planejamento e a execução de qualquer investimento público ou privado podem ser realizados à base de projetos e classificam-se da seguinte forma: a) Agrícolas (inclusive pecuários) b) Industriais (indústrias extrativas e manufatureiras)

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS Atualizado em 14/10/2015 CLASSIFICAÇÕES DA DESPESA ESFERA ORÇAMENTÁRIA A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

Francisco Paulo Pimenta Maria Tereza de Araújo Serra

Francisco Paulo Pimenta Maria Tereza de Araújo Serra TEXTO: FINANCIAMENTO (MECANISMOS E INSTRUMENTOS) Diretrizes Orçamentárias, Plano Integrado e Orçamento Público da União, Estados, Distrito Federal e Municípios: conhecer para exigir, exigir para incluir,

Leia mais

Gestão de Finanças Públicas

Gestão de Finanças Públicas APRESENTAÇÃO Desde a primeira edição deste livro mencionamos como os avanços no arcabouço institucional e instrumental de gestão financeira foram relevantes para que o governo brasileiro, efetivamente,

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 5 Decreto nº 6.260, de 20 de novembro de 2007 DOU de 20.11.2007 Dispõe sobre a exclusão do lucro líquido, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública Contabilidade Pública Aula 3 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Definição de Receita Pública Um conjunto de ingressos financeiros com fonte e fatos geradores próprios e permanentes, oriundos da ação

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Legislação Tributária ARRECADAÇÃO. Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014

Legislação Tributária ARRECADAÇÃO. Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014 Legislação Tributária ARRECADAÇÃO Ato: Lei Número/Complemento Assinatura Publicação Pág. D.O. Início da Vigência Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014 Ementa: Cria

Leia mais

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF PLANEJAMENTO FISCAL 2015 CAPITULO I APRESENTAÇÃO O Planejamento Fiscal do DM/SMF - Departamento de Impostos Mobiliários da Secretaria Municipal de Fazenda materializa-se

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

REQUERIMENTO N o, DE 2015

REQUERIMENTO N o, DE 2015 REQUERIMENTO N o, DE 2015 (Da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio) Requer a criação e constituição de Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei Complementar

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU O Papel dos Tributos Imobiliários para o Fortalecimento dos Municípios Eduardo de Lima Caldas Instituto Pólis Marco

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei nº 7.915, de 08 de janeiro de 2001. Altera o texto da Lei nº 7.893, de 19 de dezembro de 2000 e seus anexos, que estima a receita e fixa a despesa do Estado do Rio Grande do Norte para o exercício

Leia mais

1 de 9 ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

1 de 9 ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META S AO PLN0002 / 2006 - LDO Página: 2355 de 2392 1 de 9 ESPELHO DE S DE AUTOR DA 27 Valorizar a diversidade das expressões culturais nacionais e regionais 1141 Cultura, Educação e Cidadania 5104 Instalação

Leia mais

Execução Orçamentária e Financeira

Execução Orçamentária e Financeira Execução Orçamentária e Financeira Introdutório aos cursos dos Sistemas de Contabilidade e Gastos Públicos Setembro / 2008 Administração Pública Classifica-se, conforme a CF/88 em: Administração Direta

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011.

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011. Aprova a instituição e o funcionamento da equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais do IPEA.

Leia mais

I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO

I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO 1 I - O DIREITO TRIBUTÁRIO E O DIREITO FINANCEIRO 1- A atividade financeira do Estado 2- O Direito Financeiro e o Direito Tributário 3- A autonomia do Direito

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.593, DE 18 DE JANEIRO DE 2012. Mensagem de veto Institui o Plano Plurianual da União para o período de 2012 a 2015. A PRESIDENTA

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC

Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC Programa de Capacitação - Gerente Municipal de Convênios e Contratos 1 Gerente Municipal de Convênios e Contratos OBJETIVOS GERAIS:

Leia mais

CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS A DISTÂNCIA- EAD PARA SERVIDORES DO TCE E JURISDICIONADOS

CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS A DISTÂNCIA- EAD PARA SERVIDORES DO TCE E JURISDICIONADOS CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS - EAD PARA SERVIDORES DO TCE E CURSOS OBJETIVO PÚBLICO-ALVO CARGA HORÁRIA N. DE VAGAS MODALIDADE 1. As Novas Normas de Contabilidade Aplicada

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública.

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública. Contabilidade Pública Aula 1 Apresentação Prof. Adilson Lombardo Aula 1 Conceitos e definições Bases legais Contabilidade Pública Orçamento Público Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas 16 Normas

Leia mais

A Importância do Gestor Público no Processo Decisório. Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Secretaria do Tesouro Nacional

A Importância do Gestor Público no Processo Decisório. Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Secretaria do Tesouro Nacional A Importância do Gestor Público no Processo Decisório Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Secretaria do Tesouro Nacional Contexto A administração pública brasileira sofreu transformações

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 Autor(es) LEONARDO GARCIA PAIS DE ARRUDA Orientador(es) ELAINE

Leia mais

Curso: Administração Disciplina: Administração Pública Prof: Carlos Henrique CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL -PROGRAMÁTICA

Curso: Administração Disciplina: Administração Pública Prof: Carlos Henrique CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL -PROGRAMÁTICA 1 Curso: Administração Disciplina: Administração Pública 6º Semestre Prof: Carlos Henrique CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL -PROGRAMÁTICA Na verdade, o que existe é a junção de duas classificações distintas: a

Leia mais

A importância das atividades de protocolo e arquivo para a modernização e transparência públicas

A importância das atividades de protocolo e arquivo para a modernização e transparência públicas A importância das atividades de protocolo e arquivo para a modernização e transparência públicas Jaime Antunes da Silva Diretor-Geral do Arquivo Nacional Presidente do Conselho Nacional de Arquivos CONARQ

Leia mais

Bovespa Supervisão de Mercados - BSM

Bovespa Supervisão de Mercados - BSM 1. C ontexto operacional A Bovespa Supervisão de Mercados BSM (BSM) criada em 16 de agosto de 2007 como uma associação civil sem finalidade lucrativa, em cumprimento ao disposto na regulamentação pertinente

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS:

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS: Contabilidade de Custos e Gerencial CIC 816 Carga Horária: 60 Créditos: 04 Coordenador: Prof. Poueri do Carmo Mário Teoria de Custos (abordagem econômica e contábil). Métodos

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Curso de Prefeitos Eleitos 2013 a 2016 ARDOCE Missão Ser um banco competitivo e rentável, promover o desenvolvimento sustentável do Brasil e cumprir sua função pública

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.346, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SISAN com vistas em assegurar

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno INFORMAÇÃO UCCI N 048/2005 UNIDADE DESTINO: Secretaria de Administração

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes

Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF. Selene Peres Peres Nunes Sistema de Gestão de Custos: Cumprindo a LRF Selene Peres Peres Nunes 03/8/2015 Por que avaliação de custos no setor público? possível realocação orçamentária (uso no orçamento) onde podem ser realizados

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 10. PLANEJAMENTO RIO DE JANEIRO,

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO SOCIAL NA ÁREA DA INFÂNCIA

POLÍTICA DE INVESTIMENTO SOCIAL NA ÁREA DA INFÂNCIA POLÍTICA DE INVESTIMENTO SOCIAL NA ÁREA DA INFÂNCIA NOVOS PARÂMETROS DO CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CONANDA) Carlos Nicodemos DOUTRINA DA INDIFERENÇA Até 1899: Ausência

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela Planejamento Estratégico de Estrela 2015 2035 O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

Conceito de Contabilidade

Conceito de Contabilidade !" $%&!" #$ "!%!!&$$!!' %$ $(%& )* &%""$!+,%!%!& $+,&$ $(%'!%!-'"&!%%.+,&(+&$ /&$/+0!!$ & "!%!!&$$!!' % $ $(% &!)#$ %1$%, $! "# # #$ &&$ &$ 0&$ 01% & $ #$ % & #$&&$&$&* % %"!+,$%2 %"!31$%"%1%%+3!' #$ "

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DO ARRAIAL PROJETO DE LEI MUNICIPAL N.º. /2007, DE 26 DE NOVEMBRODE 2007.

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DO ARRAIAL PROJETO DE LEI MUNICIPAL N.º. /2007, DE 26 DE NOVEMBRODE 2007. PROJETO DE LEI MUNICIPAL N.º. /2007, DE 26 DE NOVEMBRODE 2007. Cria o Fundo Municipal de Microcrédito e Apoio à Economia Solidaria-FUMAES e Institui o Conselho Gestor do FUMAES e da outras providências.

Leia mais

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas: 11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal.

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NO SETOR PÚBLICO Adriana Oliveira Nogueira Universidade de Fortaleza (UNIFOR-CE) adriana@secon.ce.gov.br Manuel Salgueiro Rodrigues Júnior Universidade

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.054, DE 29 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 29.10.2015 N. 3.763 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno Semef,

Leia mais

Nota Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário.

Nota Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário. Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Assunto: Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário. 1 Trata-se de orientação acerca do reconhecimento contábil de obrigações sem suporte orçamentário

Leia mais

Crack, é possível vencer

Crack, é possível vencer Crack, é possível vencer Prevenção Educação, Informação e Capacitação Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Leia mais

Ciências Contábeis. O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos:

Ciências Contábeis. O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: Ciências Contábeis Padrão de Resposta O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: A A ideia de que desenvolvimento sustentável pode ser entendido como proposta ou processo

Leia mais

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL a) formulação, implantação e avaliação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sócio-econômico e

Leia mais

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública

Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo. Princípios e diretrizes de Segurança Pública Propostas dos GTs da Conferência Municipal de São Paulo Princípios e diretrizes de Segurança Pública Eixo 1 1. Fortalecimento do pacto federativo; 2. Municipalização da Segurança Pública; 3. Estabelecer

Leia mais

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ.

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. ENCERRAMENTO DE MANDATO Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. No ano em curso de 2008, dois fatos ocuparão as nossas atenções: O encerramento dos mandatos dos atuais prefeitos,

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO)

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) Publicação: DODF nº 192 de 5/10/2000 PÁG.01 e 02. Regulamentada pelo Decreto nº 21.933, de 31/01/2001 DODF nº 23,

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS Renata Lívia Silva F. M. de Medeiros (UFPB) Zirleide Carlos Felix (UFPB) Mariana de Medeiros Nóbrega (UFPB) E-mail: renaliviamoreira@hotmail.com

Leia mais

Esfera Fiscal. Subfunção Administração Geral

Esfera Fiscal. Subfunção Administração Geral Governo do do Amazonas Secretaria de de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN Sistema de Planejamento, Orçamento e Gestão do do Amazonas SPLAM Pág. 3 de 2001 - da 25000 - Secretaria de de Infraestrutura

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 962/03

RESOLUÇÃO CFC Nº 962/03 RESOLUÇÃO CFC Nº 962/03 Aprova a NBC T 11 - IT - 09 - Estimativas Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que as Normas Brasileiras

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

PREFEITURA DE XINGUARA

PREFEITURA DE XINGUARA 50/000-20 Anexo IV - Programas, Metas e Ações - (PPA Inicial) Página de 5 Programa: 000 AÇÃO LEGISLATIVA Manutenção da CMX através do apoio financeiro às atividades legislativas, custeio de despesas administrativas,

Leia mais

CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER

CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER (Anexo à Portaria nº 067, de 14 de setembro de 2005) CAPES DAV REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MESTRADO INTERINSTITUCIONAL MINTER 1. Caracterização do Projeto Minter 1.1. Caracteriza-se como Projeto

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Modernização da Gestão

Modernização da Gestão Modernização da Gestão Administrativa do MPF Lei de Responsabilidade Fiscal, Finanças Públicas e o Aprimoramento da Transparência Francisco Vignoli Novembro-Dezembro/2010 MPF - I Seminário de Planejamento

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 21/12/2015

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 21/12/2015 MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 21/12/2015 DISCURSO DO MINISTRO NELSON BARBOSA POR OCASIÃO DA SOLENIDADE DE TRANSMISSÃO DE CARGO Senhoras e Senhores, Em primeiro

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Orçamento Empresarial Definição Instrumento que traz a definição quantitativa dos objetivos e o detalhamento dos fatores necessários para atingi -los, assim como o controle do desempenho. Permite acompanhar

Leia mais

Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica)

Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica) Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica) No decorrer da execução do Projeto, e tão logo sejam definidos os perfis dos consultores necessários para a consecução dos produtos

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais