Infografia jornalística online: um estudo sobre os objetos de interação na interface gráfica de usuário

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1 Infografia jornalística online: um estudo sobre os objetos de interação na interface gráfica de usuário Online journalistic infographics: a study about the interaction objects in GUI Miranda, Fabiano de; Mestrando; Universidade Federal do Paraná (UFPR) Spinillo, Carla G.; PhD; Universidade Federal do Paraná (UFPR) Resumo Este artigo aborda o emprego de recursos interativos na infografia jornalística online atual. Com base na literatura, foram discutidos aspectos gerais relacionados ao tema e, em seguida, identificados objetos de interação com aplicação nesse tipo de interface gráfica de usuário. Por fim, foi realizado um estudo analítico para verificar a presença desses objetos em uma amostra de 36 infografias jornalísticas online nacionais e internacionais. Os resultados apontam a predominância de formas simples de interação, as quais pouco aproveitam os recursos disponíveis no ambiente digital para apresentar informações ao público. Palavras Chave: infografia digital; objetos de interação; interface gráfica de usuário. Abstract This paper discusses the use of interactive features in online journalistic infographics today. Based on the literature, it were discussed general issues related to the theme and then identified interaction objects with application in this type of GUI. Finally, an analytical study was conducted to verify the presence of these objects in a sample of 36 national and international online journalistic infographics. The results indicate the predominance of simple forms of interaction, which underuse features available in the digital environment to present information to the audience. Keywords: digital infographics; interaction objects; GUI.

2 1 Introdução Em um sentido amplo, infografia jornalística pode ser considerada uma forma peculiar de visualizar de informações em noticiários (e.g. jornais, revistas, websites). Pode ser caracterizada, tanto no meio impresso quanto no digital, pela combinação entre imagens e textos em uma relação unívoca, o que é destacado por inúmeros estudos (e.g. MORAES, 1998; DE PABLOS, 1999; SANCHO, 2001; LIMA, 2009; TEIXEIRA, 2010; FASSINA, 2011). Outro aspecto relevante na apresentação da infografia é a presença de camadas de informação (SANCHO, 2001; FASSINA, 2011). Fassina (2011) coloca: consideramos assim o infográfico como o conjunto completo que transporta a mensagem e não as subpartes e técnicas de representação que o compõem (...) (FASSINA, 2011, p. 47). Nesse sentido, normalmente se espera que a composição da infografia se dê através de elementos básicos de informação integrados de maneira visual e informacional (SANCHO, 2001). Assim, infografia pode ser definida como uma peça gráfica que utiliza simultaneamente a linguagem verbal gráfica, esquemática e pictórica, voltada prioritariamente à explicação de algum fenômeno. (LIMA, 2009, p. 23). Indo além dessa definição, concebida para a infografia impressa tradicional, considera-se aqui que no ambiente digital há a possibilidade do emprego da linguagem auditiva (e.g. música, efeitos sonoros, narração) e de elementos que possibilitam a interação ativa do usuário com a informação. Spence (2007), em seu livro sobre visualização interativa da informação, caracteriza interação ativa como as ações tomadas por um usuário para mover de uma visão dos dados para outra (SPENCE, 2007, p. 14). No contexto do Design da Interação, Golfetto e Gonçalves (2010) consideram que a interação entre o usuário e a interface digital representa uma ação significativa, representativa de mudança de estado da informação presente na tela. (GOLFETTO; GONÇALVES, 2010, p. 3). Portanto, destaca-se a possibilidade de seleção de informações a partir das escolhas do usuário, isto é, a relação de ação e reação entre usuário e sistema se reflete na alteração de estado perceptível da informação presente em tela. Entretanto, sabe-se que nem toda infografia digital possibilita a interação ativa do usuário. A infografia veiculada em noticiários online também pode se apresentar sem recursos interativos, normalmente como simulacro do meio impresso (RODRIGUES, 2009), promovendo apenas a interação passiva com o usuário (SPENCE, 2007). No presente trabalho, porém, é adotada a denominação infografia digital para se referir apenas à infografia jornalística online dotada de recursos interativos 1 na interface gráfica de usuário (i.e. Graphical User Interface, GUI), tendo como exemplo a figura 1 a seguir. Esta trata de uma infografia digital veiculada no portal The New York Times e apresenta uma reportagem sobre alterações fisiológicas durante escalada ao Monte Kilimanjaro, na África.

3 Figura 1: Exemplo de infografia digital. Fonte: Quanto aos recursos que possibilitam a interação ativa, Moura (2006) coloca que eles podem ser chamados de elementos da interatividade: podemos dizer que os elementos de interatividade constituem um grande conjunto que se estabelece através dos links e hiperlinks e também são muitas vezes elementos de navegação e sempre elementos da interface. (MOURA, 2006, p. 7). Para Spence (2007) esses recursos são denominados controles interativos e estão relacionados às formas de apresentação da informação em tela (e.g. zoom para aproximar detalhes, rolagem da tela para visualizar partes ocultas). Outra denominação é proposta por Cybis et al. (2007), caracterizando tais objetos visíveis e interativos como objetos de interação: Os objetos de interação são definidos como objetos de software com recursos para gerar uma série de imagens e para reagir conforme as ações dos usuários sobre estas imagens. Eles ocupam as telas de um sistema interativo e são tipicamente baseados em metáforas de objetos do mundo não-informatizado, representando janelas, menus, formulários, botões, etc. (CYBIS et al., 2007, p. 58). Reconhecendo que os autores consultados se referem aos mesmos elementos e tentando contornar o emaranhado terminológico, optou-se aqui pela nomenclatura proposta por Cybis et al. (2007), isto é, objetos de interação. Embora a literatura pesquisada indique que em casos específicos a adição desses objetos possa ser benéfica para a percepção, compreensão, aprendizado e fatores emocionais dos usuários (e.g. SCHWAN; RIEMPP, 2004; SPENCE, 2007; SOUZA, 2008; SPINILLO et al., 2010), alguns estudos recomendam cautela. No âmbito das animações interativas, por exemplo, Lowe (2004) aponta que a interação torna a tarefa a ser aprendida mais complexa, demandando maior esforço cognitivo e de processamento do usuário. Cairo (2008b), ao discorrer sobre a infografia jornalística digital, coloca que um excesso de possibilidades de manipulação dos dados pode confundir o leitor e tornar a navegação um suplício (...) (CAIRO, 2008b, p. 6). Em um contexto geral, é possível afirmar que a interação será benéfica enquanto a carga cognitiva demandada do usuário não seja alta (SCHWAN; RIEMPP, 2004).

4 De qualquer modo, o emprego de recursos interativos na infografia jornalística online ainda parece pouco explorado, como revela Cairo (2008b): Hoje, após mais de dez anos após o South Florida Sun-Sentinel começar a experimentar com o Director [software para a elaboração de conteúdos interativos], depois de oito anos de existência das seções de multimídia em jornais como El Mundo e El País, os gráficos jornalísticos online continuam lineares, estáticos (...) (CAIRO, 2008b, p. 3). Nesse âmbito, o levantamento de Rodrigues (2009), contando com 23 infografias jornalísticas online, constatou que a maioria pouco explora a interação. De modo geral, a autora relaciona os resultados encontrados às dificuldades de produção que tornariam esse tipo de infografia inviável (e.g. tempo escasso, necessidade de profissionais especializados), ideia também defendida anteriormente por Cairo (2008a e 2008b). Entretanto, Cairo (2008a e 2008b) também considera que as possibilidades de interação oferecidas tipicamente em jogos de computador, por exemplo, deveriam servir de inspiração para a infografia digital. Segundo o autor, eles normalmente mantêm os usuários imersos na interface e são tidos como ferramentas de aprendizagem muito poderosas (CAIRO, 2008b). Considerando os aspectos acima mencionados, juntamente com o uso crescente da infografia jornalística online (SANCHO, 2008), pode se afirmar que o Design de Interação nestes artefatos permanece aberto à exploração. Nesse sentido, até onde se pode constatar, a discussão integrando infografia digital, GUI e objetos de interação parece negligenciada pela literatura. Os poucos estudos encontrados (e.g. SANCHO, 2001 e 2008; TEIXEIRA, 2007; CAIRO, 2008a e 2008b; RODRIGUES, 2009) se concentram, em sua maioria, em aspectos jornalísticos (e.g. critérios de edição, gêneros jornalísticos, perspectivas de aplicação no jornalismo) e pouco envolvem aspectos do Design de Interação. Considerando isto, o presente artigo busca relacionar estudos sobre interação e infografia, a fim de evidenciar a importância da interação nesta forma contemporânea de comunicação jornalística: a infografia digital. No intuito de introduzir o tema, a seguir são apresentados objetos de interação descritos pela literatura e potencialmente observados na infografia jornalística online atual. Na sequência, explicita-se um estudo analítico realizado a partir de uma amostra de infografias. 2 Objetos de interação na infografia digital atualmente Primeiramente, deve-se deixar claro que esta revisão é baseada em objetos de interação observados correntemente na infografia jornalística online. Com a constante evolução tecnológica, inevitavelmente surgirão recursos interativos não previstos neste estudo, enquanto parte daqueles apresentados se tornará obsoleta. Assim, os objetos aqui listados não devem ser vistos como uma taxonomia rígida e bem definida, mas como um esforço em agrupar algumas das possibilidades de interação observadas atualmente com o auxílio da literatura. Embora alguns desses objetos isoladamente sejam tema de extensas pesquisas no âmbito do Design de Interação (PREECE et al., 2002), o estudo de sua aplicação na infografia ainda é incipiente. Desse modo, a seguir são apresentados os objetos de interação identificados nesta pesquisa.

5 Controles de narrativa linear são compostos basicamente por botões de comando de avanço, retrocesso e escolha de cenas em infografias segmentadas. Segundo Cairo (2008b), a forma mais simples de interação entre um leitor e uma infografia é o uso de botões que controlam uma narrativa linear. (CAIRO, 2008b, p. 4). Um exemplo de controle de narrativa linear pode ser visto na figura 2. Figura 2: Detalhe de infografia com botões de controle de narrativa linear. Fonte: Controles de seleção de conteúdo similares aos controles de narrativa linear, porém não há necessariamente uma sequência a seguir para navegar entre os segmentos da infografia. Também podem ser chamados de barra de menu (CYBIS et al., 2007). Normalmente se apresentam na forma de botões, abas e links/hiperlinks (figura 3). Figura 3: Detalhe de infografia com controles de seleção de conteúdo. Fonte: Controles de andamento são controles de ritmo de vídeos e animações encontrados em players como o Youtube, o Quick Time Player, entre outros (SOUZA, 2008). Também são referidos na literatura como controle de usuário (PLOETZNER; LOWE, 2012). Considera-se aqui que na infografia digital os elementos de sua apresentação normalmente serão botões de play/pause, barra de controle (i.e. tracking), botões de avanço/retrocesso e/ou controles de som (i.e. botão para habilitar/desabilitar e controle de volume). Esses controles usualmente estão integrados a um vídeo ou animação na infografia (figura 4).

6 Figura 4: Detalhe de infografia com animação e controles de andamento. Fonte: Barra de rolagem um objeto de interação que muitas vezes não é considerado na literatura devido à sua ubiquidade, especialmente na internet (SOUZA, 2008). A ação proporcionada pela barra de rolagem é um tipo de interação em tela na qual o usuário é capaz de controlar o ritmo de apresentação de instruções movendo toda a página vertical ou horizontalmente. (SOUZA, 2008, p. 42). Alguns experts consideram a barra de rolagem ineficaz, pois em excesso pode desorientar o usuário, além de fazê-lo ter que recordar do conteúdo que já passou pela tela (SOUZA, 2008). Em sintonia com essa ideia, Spence (2007, p. 98) coloca que o principal problema com a rolagem é que a maior parte do conteúdo está oculto da visão. Figura 5: Detalhe de infografia com barra de rolagem. Fonte:

7 Controles de zoom são utilizados para ampliar ou reduzir a visualização de detalhes da representação (SPENCE, 2007). Esses controles, quando presentes na infografia, são comumente representados na forma de botões de + e -; botões com o desenho de lupas de aumento; e/ou barra de controle (figura 6). Figura 6: Algumas representações gráficas de controles de zoom encontradas na infografia digital. Objetos sensíveis (hot spot) variada gama de representações caracterizadas pela área de um objeto gráfico, ou uma seção de texto, que ativa uma função quando selecionada. (WEBOPEDIA, 2012). No geral, todos os objetos de interação listados anteriormente podem ser considerados objetos sensíveis. Entretanto, no caso da infografia digital, este agrupamento procura descrever demais objetos não contemplados até o momento. Assim, para os fins deste estudo, os objetos sensíveis foram considerados da seguinte maneira: a. Objetos sensíveis ao passar do mouse (mouse hover) são objetos gráficos que emitem mudança perceptível na informação apresentada com o posicionamento do cursor do mouse sobre eles. Exemplo: uma caixa de texto que surge na tela ao posicionar o cursor do mouse exatamente sobre uma área designada da infografia; b. Objetos clicáveis (mouse click) proporcionam mudanças perceptíveis na informação apresentada pela infografia a partir de um clique do mouse. Exemplo: ao clicar diretamente em um estado do Brasil em um mapa, uma caixa de texto surge na tela informando dados da população; c. Objetos manipuláveis (mouse drag) a ação do mouse possibilita a alteração perceptível de atributos dos objetos gráficos na interface como, por exemplo, posição ou tamanho. A manipulação direta de objetos gráficos em interfaces é abordada em vários estudos (e.g. PREECE et al., 2002; CYBIS et al., 2007; CAIRO, 2008a; SOUZA, 2008). Exemplo: rotacionar um objeto gráfico em uma infografia através da ação direta do cursor do mouse, permitindo que o usuário visualize diferentes pontos de vista desse objeto. A partir dos objetos de interação identificados nesta revisão de literatura foi realizado um estudo analítico descritivo, de caráter exploratório, para verificar a sua presença na infografia digital atualmente.

8 3 Estudo analítico de objetos de interação na infografia digital Inicialmente, neste estudo analítico foi realizada uma pesquisa documental para selecionar uma amostra, descrita a seguir. Nesta foi verificada a ocorrência dos objetos de interação em cada infografia digital, com análise qualitativa dos dados. Assim, por meio da observação e descrição da amostra, foram obtidas informações a respeito dos objetos de interação empregados. Os dados numéricos registrados visaram apenas identificar tendências do corpus analisado. Amostra A amostra foi constituída por 36 infografias jornalísticas online publicadas entre novembro de 2010 e maio de e coletadas em um universo de pesquisa delimitado pelas seções de infográficos ou similares (e.g. interactives, no NYTimes.com) em portais da imprensa online nacional e internacional. Os portais consultados, escolhidos de forma nãoprobabilística e intencional, foram: NYTimes.com (EUA), LaInformación.com (Espanha), G1.com.br (Brasil), Estadao.com.br (Brasil) e ig.com.br (Brasil). A seleção da amostra de infografias, também não-probabilística e intencional, baseou-se nos seguintes aspectos de inclusão propostos pelos pesquisadores: Ser veiculada em site de notícias e ter livre acesso; Apresentar ao menos um objeto de interação em sua interface gráfica; Apresentar ao menos uma animação 3 ; Apresentar simultaneamente objetos gráficos pictóricos/esquemáticos e verbais (LIMA, 2009); Conter mais de uma camada de informação formando uma representação visual única a fim de explicar algum fenômeno (SANCHO, 2001; FASSINA, 2011); Não ser inteiramente baseada em mapas. Chamada de infomapa (DE PABLOS, 1999), esse tipo de infografia demandaria estudos que vão além desta pesquisa. Mapas foram considerados apenas enquanto elemento gráfico em composições mais complexas. Cabe ressaltar que os aspectos estabelecidos para a seleção da amostra não devem ser tomados como critérios rígidos, pois se reconhece que tanto as situações quanto os objetos de uma observação sistemática podem ser muito variados (MARCONI; LAKATOS, 2003) e, no caso da infografia, de fronteiras não muito precisas (CAIRO, 2011). 4 Resultados e discussão Os números apontam a prevalência de controles de narrativa (N=22), controles de conteúdo (N=21) e objetos sensíveis (N=20) sobre os demais objetos de interação na amostra analisada. Por outro lado, controles de andamento (N=6) e controles de zoom (N=2) quase não são utilizados. A presença da barra de rolagem como recurso interativo não foi verificada. O Quadro 1 demonstra a incidência dos objetos de interação nas 36 infografias digitais da

9 amostra. Dos 36 itens analisados, alguns continham mais de um tipo de objeto de interação, totalizando 71 objetos verificados. Quadro 1 Objetos de interação Incidência na amostra Controles de narrativa 22 Controles de conteúdo 21 Objetos sensíveis 20 Controles de andamento 6 Controles de zoom 2 Barra de rolagem 0 Total 71 Dentre os objetos de interação identificados, é possível observar algumas particularidades. Quanto aos itens de maior incidência, são destacados aqui os objetos sensíveis (N=20). Conforme colocado anteriormente, esse tipo de objeto de interação engloba variadas formas, não sendo possível apontar uma tendência quanto à sua representação gráfica. Todavia, constatou-se que, em sua maioria, consistem em objetos sensíveis ao passar do mouse (N=18), seguidos por objetos clicáveis (N=11). De fato, quase todos os objetos clicáveis também desempenhavam a função de objetos sensíveis ao passar do mouse simultaneamente (N=9). Por sua vez, a manipulação de objetos gráficos na interface de usuário foi um recurso pouco empregado. Os objetos manipuláveis foram observados em apenas cinco (N=5) itens da amostra, sendo que em três deles (N=3) tais objetos consistiam em barras de controle de andamento (i.e. tracking), como demonstra a figura 7. Figura 7: Emprego da barra de tracking como objeto manipulável na interface. Fonte: Quanto aos itens de menor incidência na amostra, entre os controles de andamento (N=6) quase todos (N=4) estavam vinculados a algum vídeo/animação ilustrativos inseridos na composição da infografia (e.g. figura 4, demonstrada anteriormente). Apenas em duas amostras esse tipo de controle foi empregado junto a animações que demonstravam o fenômeno em si, isto é, consistiam na informação principal representada. Com relação ao

10 controle de zoom, considera-se que a exclusão dos infomapas da amostra tenha sido determinante para o baixo número de ocorrências (N=2). Tal objeto de interação pode ser observado especialmente nesse tipo de infografia, ainda que seu uso não esteja restrito a ela. Nesse âmbito, o zoom também poderia ser empregado em outras visualizações para auxiliar na percepção e compreensão de detalhes por parte do usuário, como atesta Spence (2007). O uso da barra de rolagem, por sua vez, não foi observado na amostra. Em geral, isto pode ser considerado positivo, uma vez que a literatura já citada neste artigo (i.e. SPENCE, 2007; SOUZA, 2008) aponta críticas quanto a utilização desse objeto de interação. O Quadro 2 a seguir demonstra a quantidade de tipos de objetos de interação empregados simultaneamente nas infografias da amostra. A maioria (N=26) utiliza apenas um ou dois tipos de objetos de interação de maneira concomitante. As dez infografias restantes utilizam três (N=8) ou quatro (N=2) tipos de objetos de interação e nenhuma utiliza cinco ou seis desses objetos. Quadro 2 Tipos de objetos de interação por infografia Nº de infografias Um 13 Dois 13 Três 8 Quatro 2 Cinco 0 Seis 0 Total 36 Em geral, os resultados demonstram que o emprego de objetos de interação é pouco explorado na infografia digital analisada. Por um lado, isto pode ser considerado positivo, uma vez que objetos de interação em demasia podem demandar um grande esforço cognitivo e de processamento do usuário, conforme atestam estudos citados anteriormente (e.g. LOWE, 2004; SCHWAN; RIEMPP, 2004; CAIRO, 2008b). Além disso, a interação pode ser facilitada pela suposta intimidade do usuário com recursos interativos comuns como, por exemplo, controles de narrativa linear. Porém, os números encontrados também podem denotar que os itens da amostra apresentam formas não tão sofisticadas de interação e, desse modo, pouco aproveitam recursos disponíveis para apresentar informações. Apesar da evolução tecnológica da última década, a interação empregada na infografia atualmente ainda se parece com aquela utilizada em portais de notícias do final dos anos 1990 (CAIRO, 2008a; RODRIGUES, 2009), isto é, predominantemente sequencial e com navegação através de botões. Mesmo quando emprega objetos sensíveis, por exemplo, verificou-se que a maioria da amostra apresenta formas de interação mais simples (i.e. objetos sensíveis ao passar do mouse e objetos clicáveis) em detrimento às supostamente mais complexas (i.e. objetos manipuláveis). É possível que o lapso na utilização desses recursos não influencie efetivamente na percepção e compreensão da infografia jornalística online, mas certamente revela limitações com relação ao emprego das possibilidades oferecidas pela tecnologia atualmente. Por fim, indo além do que foi comentado nos parágrafos anteriores, considera-se aqui que as decisões quanto ao emprego de objetos de interação na infografia digital não devem se

11 basear apenas no repertório, habilidade e gosto do designer, tampouco em tendências correntes do Design de Interfaces e do Jornalismo. Devem, por outro lado, considerar a otimização informacional dos recursos utilizados, a fim de garantir a eficácia da mensagem pretendida frente ao seu público final. 5 Conclusão e algumas considerações A partir dos resultados deste estudo é possível concluir que a infografia digital se caracteriza atualmente por sua simplicidade e economia quanto aos objetos de interação empregados na interface gráfica de usuário. Verificou-se, por exemplo, que a maioria das interfaces analisadas utiliza controles de narrativa linear, enquanto formas mais complexas de interação, como a manipulação direta, foram pouco observadas. Também se constatou que são utilizados poucos tipos de objetos de interação por infografia, isto é, normalmente um ou dois. Isto pode ser considerado positivo, uma vez que, em geral, o excesso de recursos pode acarretar na sobrecarga cognitiva e de processamento do usuário. Deve-se considerar, todavia, as limitações deste estudo para realizar maiores inferências sobre os efeitos dos diferentes tipos de objetos de interação frente ao usuário. Nesse âmbito, os impactos comunicacionais desses recursos carecem de pesquisas empíricas a fim de contribuir para a sua melhor utilização. Finalmente, espera-se que este artigo contribua para as incipientes investigações sobre a interação na infografia digital através da identificação de recursos comumente utilizados nesse tipo de interface gráfica. O emprego de objetos de interação nesse contexto ainda se mostra aberto à exploração. Agradecimento Os autores agradecem à CAPES pelo apoio a esta investigação através da bolsa de pesquisa concedida. Notas 1 Não foram considerados recursos de compartilhamento de informações entre usuários como, por exemplo, o envio comentários ao sistema. Para maiores detalhes sobre esse tipo de interação, em um contexto geral, ver em Nassar (2012). 2 Exceto o NYTimes.com, sendo utilizada a amostra coletada e analisada por Cairo (2008a) entre setembro de 2007 e abril de Aspecto considerado para os fins da pesquisa de mestrado da qual o presente artigo é derivado. Referências CAIRO, A. Infografía 2.0 visualización interactiva de información en prensa. Madri: Alamut, 2008 (a). 125 p.

12 . Interactividad: la nueva frontera de la visualización de información en prensa. In: PEREZ, A; GIL, A. (eds.). 15º Premios Internacionales de Infografía Malofiej. Pamplona: SND-E/Universidad de Navarra, 2008 (b).. El Arte Funcional Infografía y visualización de información. Madri: Alamut, CYBIS, W.; BERTIOL, A. H.; FAUST, R. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. São Paulo: Novatec Editora, DE PABLOS, J. M. Infoperiodismo: el Periodista como Creador de Infografia. Madri: Síntesis, FASSINA, U. A infografia como recurso comunicacional no processo de aquisição de informação e compreensão de tipografia. Dissertação (Mestrado em Comunicação) Universidade Estadual de Londrina, Centro de Educação, Comunicação e Artes, Londrina, GOLFETTO, I. F.; GONÇALVES, B. S. Interatividade nas edições digitais de revistas. In: Anais do 9 Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design, São Paulo: LIMA, R. C. Análise da infografia jornalística. Dissertação (Mestrado em Design) Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Escola Superior de Desenho Industrial, Rio de Janeiro, LOWE, R. Interrogation of a dynamic visualization during learning. In: Learning and Instruction. Vol. 3(14) p MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos da Metodologia Científica. 5ª ed. São Paulo: Atlas, MORAES, A. Infografia O design da notícia. Dissertação (Mestrado em Design) PUC- RJ, Departamento de Artes, Rio de Janeiro, MOURA, M. A Interatividade no Design de Hipermídia. In: Anais do 7 Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design, Curitiba: NASSAR, V. Influência da interatividade na percepção da imagem da empresa em websites institucionais. Dissertação (Mestrado em Design) Universidade Federal do Paraná, Departamento de Design, Curitiba, 2012.

13 PLOETZNER, R.; LOWE, R. A systematic characterisation of expository animations. In: Computers in Human Behavior. Elsevier, PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. Interaction design: beyond human-computer interaction. Nova York: John Wiley & Sons, RODRIGUES, A. A. Infografia interativa em base de dados no jornalismo digital. Dissertação (Mestrado em Comunicação) Universidade Federal da Bahia, Salvador, SANCHO, J. L. V. La Infografia: Técnicas, Análisis y Usos Periodísticos. Barcelona: Universitat Autònoma de Barcelona, La Infografia digital en el ciberperiodismo. In: Revista Latina de Comunicación Social. Vol. 11, nº 63. Espanha, Disponível em: <http://goo.gl/e9g5p>. Acesso em: jul SCHWAN, S.; RIEMPP, R. The cognitive benefits of interactive videos: Learning to tie nautical knots. In: Learning and Instruction. Vol. 14(3) p SOUZA, J. M. B. Towards the optimization of software instructional demonstrations The effects of visual representations of operational information and interaction on users performance and judgments. Tese (PhD) Department of Typography & Graphic Communication, University of Reading, SPENCE, R. Information Visualization Design for Interaction. 2ª Edição. Harlow: Pearson Education, SPINILLO, C. G. et al. Design da Informação em instruções visuais animadas Relatório do Projeto. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, TEIXEIRA, T. Metodologias de Pesquisa sobre Inforafia no Jornalismo Digital uma análise preliminar. In: 5º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo. Universidade Federal de Sergipe, 15 a 17 de novembro de Infografia e Jornalismo conceitos, análises e perspectivas. Salvador: EDUFBA, WEBOPEDIA an online dictionary for technology phrases, abbreviations and slangs. Disponível em: <http://www.webopedia.com/>. Acesso em: jun

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