BOLETIM DE NOTÍCIAS. Janela de Negócios. Market News. Edital do Leilão de Geração A-1 entra em audiência pública. 5 de outubro de 2015

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1 BOLETIM DE NOTÍCIAS Janela de Negócios Demanda de Energia I5: Períodos de Suprimento Montante em (MW médios) Ideia de preço (NÃO É PROPOSTA) 1º trimestre 2016 Até 5 R$185/MWm Demanda de Energia Convencional: Períodos de Suprimento Montante em (MW médios) Convencional 01/11/2016 a 31/12/ Obs.: É possível SWAP com Energia I5. Market News Edital do Leilão de Geração A-1 entra em audiência pública A Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou ontem (29/9) audiência pública com o objetivo de discutir o Edital do Leilão de Compra de Energia Elétrica proveniente de empreendimentos de geração existentes denominado A-1, de 2015 (Leilão de Geração nº 14/2015). A energia negociada será objeto de Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) na modalidade por disponibilidade, para fonte termelétrica, inclusive biomassa, com início de suprimento em janeiro de 2016 e término de suprimento em 31/12/18 e 31/12/20. A energia elétrica proveniente de outras fontes será objeto de CCEAR na modalidade por quantidade de energia elétrica, com término de suprimento em 31 de dezembro de A previsão é que o leilão seja realizado no dia 19 de novembro deste ano, na sede da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo. As contribuições ao edital podem ser enviadas a partir de hoje (30/9) até 13/10 para o ou por correspondência para o endereço da Agência (SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: ), em Brasília-DF. Os leilões A-1 são realizados com antecedência de um ano para contratação de energia de empreendimentos existentes cujo investimento em construção esteja amortizado. (DB) Fonte: Aneel

2 BOLETIM DE NOTÍCIAS CPFL questiona custo de R$ 2,7 bilhões por trimestre das usinas térmicas A informação faz parte de documento enviado à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) pela CPFL Energia, empresa que atua no ramo da geração e distribuição. Segundo o relatório, a despesa serve para o pagamento das usinas termelétricas, que estão sendo usadas em larga escala desde o fim de Enquanto o governo justifica esse uso como necessário diante da forte seca dos últimos anos, a CPFL Energia diz que não existe nenhuma nota técnica ou resolução de qualquer órgão que explique os critérios utilizados para autorizar essa queima de carvão ou óleo combustível. "Mesmo quando os reservatórios estão mais elevados o despacho [uso] integral [dessas usinas] permanece", diz a empresa. A Aneel vem recebendo uma lista de críticas como contribuições para a regulamentação da medida provisória editada pelo governo Dilma para resolver um rombo de R$ 20 bilhões das hidrelétricas. Elas alegam que não têm que pagar toda a conta, já que são impedidas de gerar energia para poupar água nos reservatórios. A Cesp (Companhia Energética de São Paulo), que também encaminhou carta à agência, diz que a crise hídrica não teria causado danos financeiros tão severos caso tivessem sido preservadas as decisões originais de operação e planejamento do setor. Para a Elektro, riscos e incertezas no setor podem prejudicar os contratos em andamento e os futuros leilões, com possível alta de preço. Período Eleitoral Conforme antecipado pela Folha, até empresas estatais criticaram o comportamento do governo no comando do setor elétrico. Nos documentos enviados à agência reguladora, culpam a gestão Dilma pela crise no sistema. A Eletronorte chega a citar, no relatório, o período eleitoral como fator que impediu medidas indispensáveis. Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia disse nesta quarta (30) que as empresas do sistema Eletrobras não contestam as ações do governo e que a Eletronorte usou trecho de uma sentença judicial ao mencionar o período eleitoral. Disse ainda que o rombo foi causado pela falta de água e não pelas decisões adotadas para enfrentá-la. Para o ministério, a solução em estudo pela Aneel é "engenhosa" e vai evitar que esse rombo seja coberto pelo consumidor ou pelas empresas. O advogado Fernando Vilela, especialista no setor, afirma que as empresas tomaram uma posição conservadora ao criticar os atos do governo. Mas que elas terão que ser pragmáticas na hora de decidir se aceitam ou não a proposta do governo. "Não há solução ótima", disse. Fonte: Folha de S.Paulo PLD da segunda semana de outubro é fixado em R$ 217,18/MWh Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE informa que o Preço de Liquidação das Diferenças PLD para o período de 3 a 9 de outubro foi fixado em R$ 217,18/MWh para todos os submercados, aumento de 5% em relação ao valor da última semana. As afluências esperadas para outubro permanecem em 94% da Média de Longo Termo - MLT. No Sul, houve acréscimo de MWmédios na revisão com afluências esperadas em 126% da média. Também há expectativa de elevação no Norte (67%

3 BOLETIM DE NOTÍCIAS para 73%), o que representa 100 MWmédios a mais no sistema. O Sudeste foi o único submercado com redução ( MWmédios) na afluência esperada para o período, revista de 98% para 85% da MLT. O Nordeste permanece com 42% da média esperada. Os limites de intercâmbio de energia entre os submercados não foram atingidos, resultando na equalização dos preços entre eles, assim como ocorrido nas semanas anteriores. Já os níveis de armazenamento nos reservatórios do SIN ficaram cerca de MWmédios mais altos que o esperado com índices positivos no Sudeste ( MWmédios), em razão do recebimento de energia, e no Sul (+640 MWmédios) provocados pelo aumento das afluências na região. Nordeste (-210 MWmédios) e Norte (-190 MWmédios) registraram quedas nos níveis. A carga de energia do SIN prevista para a próxima semana sofreu redução de 350 MWmédios frente à última revisão. Houve queda de 450 MWmédios na carga para a região Sul, impactado pela entrada das frentes frias, e elevação de 100 MWmédios para a região Norte. A carga prevista para Sudeste e Nordeste não sofreu alterações. Houve revisão de 93,3% para 93,7% no fator de ajuste do MRE previsto para outubro com ESS estimado para o período de R$ 604 milhões, sendo R$ 513 milhões referentes à segurança energética. A análise detalhada do comportamento do PLD pode ser encontrada no boletim InfoPLD, divulgado semanalmente no site da CCEE. Fonte:CCEE Eduardo Braga, ao participar da abertura de um seminário sobre desenvolvimento sustentável do Brasil e a expansão do setor elétrico nacional. Ele explicou que a meta, com o fortalecimento do mercado livre, é permitir que consumidores comprem energia diretamente dos geradores ou comercializadores, por meio de contratos bilaterais com condições livremente negociadas. O seminário foi realizado na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. O ministro disse que o fortalecimento do mercado livre de energia se baseia na Medida Provisória (MP) 688/2015, que repactua risco hidrológico de geração de energia elétrica entre geradores e distribuidores e institui a bonificação pela outorga. Segundo Eduardo Braga, o governo pretende leiloar 30% da energia em disponibilidade por meio da realização de leilões de usinas hidrelétricas já existentes e que não tiveram seus contratos prorrogados. Esse leilão está previsto para ocorrer em novembro, com arrecadação prevista de R$ 17 bilhões. Fonte:Portal Brasil Governo quer fortalecer mercado livre de energia O governo tem o compromisso de fortalecer o mercado livre do setor elétrico, destacou, nesta quinta-feira (1º), o ministro de Minas e Energia,

4 RESUMO DA OPERAÇÃO SEMANAL DO SISTEMA INTERLIGADO Hidrologia e Meteorologia O avanço de duas frentes frias pelas regiões Sul e Sudeste, uma no início da semana e outra no final, ocasiona chuva fraca a moderada nas bacias dos rios Jacuí, Uruguai, Iguaçu, Paranapanema, Tietê e Paraíba do Sul, e precipitação de intensidade fraca nas bacias dos rios Grande, Paranaíba e Alto São Francisco. A bacia do rio Tocantins apresenta pancadas de chuva durante a semana. Em comparação com os valores estimados para a semana em curso, prevê-se para a próxima semana operativa recessão nas afluências à todas as regiões, com exceção da região Norte, cujas afluências devem permanecer estáveis. A previsão revista para as afluências médias mensais do mês de outubro indica a ocorrência de afluências significativamente inferiores à média histórica em todas as regiões, a exceção da região Sul. Custo Marginal de Operação: Análise de Sensibilidade A tabela a seguir apresenta o CMO, por subsistema e patamar de carga, na semana operativa de 03/10/2015 a 09/10/2015. Fonte:ONS A Tabela abaixo apresenta os resultados da previsão de ENAs para a próxima semana e para o mês de outubro. Fonte: ONS

5 PREÇOS DE ENERGIA PLD PREÇOS VÁLIDOS PARA SEMANA VIGENTE PLD(R$/MWh) SE/CO S NE N Pesada 227,13 227,13 227,13 227,13 Média 222,92 222,92 222,92 222,92 Leve 205,88 205,88 205,88 205,88 Semana do dia 03/10/2015 a 09/10/2015 PREÇOS MÉDIOS MENSAIS - 6 MESES PLD(R$/MWh) SE/CO S NE N out/15 215,05 215,05 215,05 215,05 set/15 227,04 227,04 227,04 227,04 ago/15 145,09 145,09 145,09 145,09 jul/15 240,08 205,97 243,74 241,24 jun/15 372,73 372,73 372,73 372,73 mai/15 387,24 387,24 387,24 137,14 abr/15 388,48 388,48 388,48 127,36 Média apurada até o dia 05/10/2015 PREÇOS MÉDIOS ANUAIS PLD(R$/MWh) SE/CO S NE N 2015* 320,90 317,15 321,3 260, ,00 661,63 669,53 592, ,54 253,79 263,42 262, ,64 166,89 161,13 161, ,46 27,91 29,12 28, ,99 69,78 84,49 84, ,74 40,15 32,04 24,42 *Média apurada até o dia 05/10/2015

6 PREÇOS DE ENERGIA - BRIX Curva de Preços Futuros BRIX Boletim Preço de Energia Elétrica Spot

7 PREÇOS DE ENERGIA - BRIX

8 CONTATO Marcelo Andrade / Global Best/ Ecoflex Trading Av. João Cabral de Melo Neto, 850 Bloco 3 East - sala CEO Corporate Barra da Tijuca RJ - Tel: (21) / Cel: (21)

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