PROJETO DE ARQUITETURA II EX_4_Ourém

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1 Desenvolvimento do projecto da Biblioteca Hub de conhecimento da cidade de Ourém para o contexto territorial de articulação entre as Ruas Teófilo Braga/Santa Teresa de Ourém e Dr. Francisco Sá Carneiro. A solução projetual deve explorar e caraterizar:. A relação com os territórios envolventes;. A morfologia, a tipologia e o discurso;. Os ambientes exteriores, híbridos e interiores;. A tridimensionalidade interativa do espaço arquitetónico;. Os diferentes perfis de utilizadores e as suas condições de conforto;. A potenciação de experiências e dinâmicas de uso diversificadas, constituindo-se como um acontecimento estimulante, no seu desempenho urbano e na sua expressão formal. O conjunto edificado deve definir:. Uma área útil não superior a 1500 m 2. Os sistemas estruturais, construtivos e os materiais. As soluções arquitetónicas passivas. Os sistemas tecnologicamente ativos. A complementaridade entre os elementos naturais, modificados e artificiais DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento do projecto em três fases: programa preliminar, estudo prévio e projecto. Fase 1 - Definição e fundamentação do programa funcional. Apresentação do conceito de projecto, estudos volumétricos e proposta de implantação. METODOLOGIA Trabalho individual Apresentações intercalar e final ELEMENTOS A ENTREGAR Fase 1 Programa Preliminar: programa funcional, conceito de projecto e estudos volumétricos. Peças escritas (programa funcional), peças desenhadas livres, maqueta(s) à escala 1:500 Fase 2 Estudo Prévio: peças desenhadas (cortes, plantas e alçados) à escala 1:500 Ficheiro digital (upload no Trello) Fase 3 Projecto: Peças desenhadas (cortes, plantas e alçados) à escala 1:200. Peças desenhadas (plantas e cortes) de uma área a seleccionar na fase 2. Entrega Final 2 Painéis resumo da proposta (Formato A1) + Ficheiro digital (upload no Trello) ENTREGAS Fase 1_30 de março > Programa Preliminar Fase 2 _27 de abril > Estudo Prévio - apresentação intercalar Fase 3_27 de maio > Projeto apresentação final

2 Desenvolvimento do projecto da Biblioteca Hub de conhecimento da cidade de Ourém para o contexto territorial de articulação entre as Ruas Teófilo Braga/Santa Teresa de Ourém e Dr. Francisco Sá Carneiro. O programa funcional apresentado pode ser complementado com novas áreas que desafiem os conceitos e definições actuais de biblioteca e mediateca e/ou que se relacionem com a especificidade do contexto em que se insere, a cidade de Ourém. Deve conter obrigatoriamente as áreas funcionais descritas. ÁREA DE ACOLHIMENTO A área de acolhimento é o primeiro ponto de contacto dos utilizadores com o espaço da biblioteca. A partir deste local são feitas as primeiras leituras do espaço físico. O utilizador deve conseguir ler a estrutura do edifício criando um mapa conceptual da sua lógica organizativa. Deve albergar dois postos de trabalho. Na sua proximidade deverão ficar as zonas de suporte como bengaleiro e instalações sanitárias.

3 COLECÇÕES As áreas de colecções e acervos são o tesouro das bibliotecas. São vários os modelos de interacção e relação entre utilizadores e acervos, desde modelos em que as áreas de colecção não estão directamente acessíveis ao público e modelos de grande liberdade de consulta e manuseamento. A organização temática das colecções e acervos também é variável, de acordo com a especificidade do acervo. Uma separação mínima existe normalmente por tipo de suporte: livro, periódicos, multimédia, etc. O controlo ambiental destas áreas é muito importante para garantir a manutenção das colecções em boas condições.

4 CONSULTA À semelhança do que acontece com a existência de diversos modelos de organização das colecções, as áreas de consulta também são diversificadas, quer para que haja uma adequação entre o espaço de consulta e o material a ser consultado quer para permitir uma diversidade de experiências ao utilizador. As condições ambientais, nomeadamente a qualidade da luz, som e temperatura, são factores fundamentais para a qualidade das experiências dos utilizadores.

5 ARQUIVOS E TRATAMENTO Áreas para arquivo de colecções com consulta reservada, recepção de novos materiais, tratamento e catalogação do acervo. À semelhança da área de arquivo, é necessário um controlo das condições ambientais.

6 ÁREA PARA CRIANÇAS A proposta de áreas específicas para as crianças tem em conta a necessidade de adaptar ergonomicamente estes espaços aos seus utilizadores e garantir o conforto acústico nas restantes áreas de consulta. Para além das áreas de arquivo e consulta, existem áreas de jogo e espaços específicos para a recepção de grupos e desenvolvimento de actividades lúdicas e de workshops.

7 SALA MULTIUSOS A área multiusos destina-se a albergar exposições temporárias e eventos / actividades de carácter cultural, de carácter esporádico ou decorrentes da programação de eventos anuais da biblioteca. Deve permitir o acesso directo a partir do exterior e da zona de acolhimento. Devem estar garantidas boas condições acústicas e a possibilidade de ser transformada num pequeno auditório.

8 CAFETARIA Área de apoio aos utilizadores e funcionários para refeições. Deverão ser consideradas as áreas de suporte à cafetaria, nomeadamente área de cozinhas, armazenamento, lixos, cargas e descargas e instalações sanitárias. Deve servir de apoio também à área multiusos. Deve ser considerada proximidade a instalações sanitárias.

9 GABINETES DE TRABALHO Área para trabalho de apoio administrativo e gestão e área de trabalho técnico de pesquisa e investigação. Deve incluir uma sala de reuniões.

10 CIRCULAÇÕES As áreas de circulação são um factor chave para a qualidade da fruição, utilização e gestão de qualquer edifício. Deverão estar garantidas as condições de acessibilidade a todos os utilizadores. ZONAS TÉCNICAS AVAC QUADROS DE GESTÃO DE ENERGIA ELETRICA SEGURANÇA AQS (Cafetaria) SERVIDORES SISTEMAS DE CAPTAÇÃO LOCAL DE ENERGIA ARRUMOS Áreas de apoio para a manutenção do edifício.

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