Diagrama de entidades relacionamentos (abordado anteriormente) Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagrama de entidades relacionamentos (abordado anteriormente) Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)"

Transcrição

1 Diagrama de entidades relacionamentos (abordado anteriormente) Prod_Forn N N 1 Stock 1 1 N Prod_Enc N 1 N 1 Fornecedor Movimento Encomenda Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) Ferramenta de modelação gráfica, da análise estruturada, que permite representar um sistema como uma rede de actividades ligadas por canais e armazéns de dados. É uma das ferramentas mais usadas quando as actividades do sistema a modelar são mais complexas do que os dados que o sistema manipula. dá-nos uma só visão do sistema, a visão orientada por funções ou actividades A modelação funcional de um sistema permite responder a questões que podem ser formuladas de diferentes formas: Que funções têm de ser desempenhadas pelo sistema? Que interacções existem entre essas funções? Que transformações tem de ser efectuadas pelo sistema? Que entradas são transformadas em saídas? Que tipo de trabalho executa o sistema? Onde obtém informação para executar este trabalho? Onde é que a entrega de resultados se processa? Análise Estruturada 4

2 Componentes de um DFD Produção Guia de saída Requisição 1 Verificar e actualizar saídas Stock Movimento Terminadores ou Entidades Externas Categorias lógicas de coisas ou pessoas fora dos limites do sistema considerado, mas que interagem com ele. Representam uma origem ou destino de dados. Tipicamente são indivíduos, grupos de pessoas, departamentos ou divisões da organização, sistemas externos ou organizações externas. Exemplos: Produção (Departamento da organização, mas que não pertence ao sistema, supondo que o sistema a modelar engloba somente, por exemplo, a gestão de stocks) Fornecedor (Um fornecedor interage com o sistema através do envio de guias de remessa e facturas, mas está fora do controlo do sistema) Análise Estruturada 5

3 Depósito de dados Colecções ou elementos de dados que o sistema necessita de armazenar. Cada depósito de dados tem um nome que deve sugerir o respectivo conteúdo. Exemplos: Stock (Dados de stock de produtos a armazenar) Fornecedor (Dados de fornecedores a armazenar) Fluxo de dados Canal por onde circula informação. Representa movimentação de itens de dados de uma parte do sistema para outra, ao contrário dos depósitos de dados que representam dados estáticos. O nome de um fluxo deve permitir associar imediatamente o respectivo conteúdo. Exemplos: Requisição (Conjunto de dados que descrevem um pedido de um ou vários produtos ao armazém) Encomenda (Conjunto de dados que descrevem uma encomenda) Análise Estruturada 6

4 Processos Os processos são centros transformadores de fluxos de entrada em fluxos de saída. Representam actividades ou componentes funcionais do sistema a modelar. Os processos devem ser numerados e devem ter um nome. Os nomes a atribuir aos processos devem sugerir a tarefa que esse processo desempenha. Exemplo: Verificar e actualizar saídas (Processo que transforma o fluxo de entrada Requisição no fluxo de saída Guia_de_saída, através da verificação e actualização das existências em Stock e do registo da saída em Movimento, para cada produto contido no fluxo Requisição.) Note-se que a actualização das existências em Stock e o registo da saída em Movimento só ocorrem se o produto existir no stock. Contudo, este aspecto é um detalhe a descrever na especificação interna do processo. Análise Estruturada 7

5 Exemplo de DFD Sistema de Gestão de stock (simplificado) Guia de saída Produção Fornecedor Diálogo fornecimento 1 Requisição Novo produto 2 Verificar e actualizar saídas Stock Registar produto Fornecedor Movimento Prod_Forn 3 Registar entradas Encomenda Prod_Enc 4 Encomendar produtos Fornecedor Guia de remessa Fornecedor Encomenda Análise Estruturada 8

6 Aspectos importantes relativamente a terminadores A identificação e delimitação do sistema a modelar pressupõe a separação entre os elementos que são parte integrante do sistema e os elementos exteriores ao sistema. Contudo, elementos considerados exteriores comunicam com o sistema, sendo então necessário representar estes elementos, o que é feito através de terminadores. Assim sendo, podemos referir os seguintes aspectos: Os terminadores não pertencem ao sistema a modelar. Fluxos que ligam terminadores a processos representam interface entre o sistema e o ambiente; O analista não pode alterar o conteúdo, a organização ou procedimentos internos associados a terminadores, pois estes estão fora do seu controlo; Relacionamentos existentes entre terminadores não são representados pois não fazem parte do sistema. Se estes relacionamentos são essenciais para sistema a modelar, então os terminadores não são terminadores, mas sim partes integrantes do sistema a modelar; As ligações mais usuais entre os terminadores e o sistema a modelar são fluxos de dados. Contudo, um terminador pode ser outro sistema, com o qual é necessário comunicar, através de um depósito de dados externo. Neste caso, pode utilizar-se uma representação como a exemplificada seguidamente. Exemplo: Modelação de um sistema de gestão da produção. Sistema de gestão comercial: sistema já implementado, com o qual se comunica através do depósito de dados Encomenda Gestão Comercial Encomenda 1 Elaborar plano de produção Análise Estruturada 9

7 Aspectos importantes relativamente a fluxos e depósitos de dados Os Fluxos de dados: têm uma direcção que indica o sentido em que circulam; têm como origens e destinos todos os outros elementos de um DFD; têm um nome, que representa o significado dos dados que circulam, devendo este ser único e sugestivo. Fluxos de diálogo São fluxos especiais com 2 direcções e 2 nomes que permitem representar dois fluxos de dados do tipo pergunta e resposta. (Exemplo: Diálogo fornecimento) Algumas questões a que DFD não responde: Fluxos de entrada num processo representam pedidos de informação a outra parte do sistema, ou pedidos de leitura ao utilizador, ou envio de informação por outra parte do sistema por iniciativa da parte emissora? Fluxos de saída num processo representam pedidos de informação de outra parte do sistema, ou envio de informação para outra parte do sistema por iniciativa do processo? Quantos itens de dados existem em cada fluxo de dados? Em que sequência chegam as entradas? Em que sequência são produzidas as saídas? Quantas ocorrências de cada fluxo de dados de entrada são necessários para produzir uma saída? Estas questões envolvem detalhes a especificar na modelação interna dos processos. Análise Estruturada 10

8 Fluxos de dados ligados a depósitos de dados são interpretadas como operações sobre os dados do depósito. Estas operações podem ser de dois tipos, consoante o sentido dos fluxos: Operação de leitura não destrutiva (leitura ou consulta) Operação de alteração do depósito (alteração, inserção ou remoção) Sendo o significado de um fluxo de dados ligado a um depósitos de dados mais simples de interpretar, em que casos se pode omitir o nome de um fluxo? Existem 2 teorias : Fluxos de dados ligados a depósitos de dados não precisam de nome; Fluxos de dados cujo conteúdo coincide com uma instância completa de um depósitos de dados não necessitam de nome. A partir do sentido de um fluxo de dados ligado a um depósito de dados podemos representar dois tipos de operações. Contudo, considerando uma operação de consulta, os casos possíveis de existência de um fluxo de dados são: Consulta de uma instância completa; Consulta de um conjunto de instâncias completas que obedecem a um critério; Consulta de uma parte de uma instância; Consulta de uma parte de um conjunto de instâncias que obedecem a um critério. Análise Estruturada 11

9 Nem todas as questões têm resposta pela simples observação de um fluxo de dados. para conhecer todos os detalhes relacionados com um fluxo de dados é necessário examinar a especificação interna do processo ao qual o fluxo está ligado. Só existe uma certeza, um depósito de dados é um elemento passivo, logo, os dados não circulam de um depósitos através de um fluxo, a não ser que um processo os requisite. Exemplos de representação de operações sobre depósitos de dados: Operação Representação Inserção ou remoção de um cliente. Cliente Consulta do Nº de telefone de um cliente a partir do seu código. Cliente Nºtelefone Cliente Alteração do Nº de telefone de um cliente a partir do seu código. Cliente Nºtelefone Cliente #Cliente Nºtelefone Cliente Questão: Um depósitos de dados existe devido a requisito especificado por utilizador ou devido a aspecto conveniente de implementação? Um depósito de dados existe devido a desfasamento temporal na necessidade dos dados por dois ou mais processos que ocorrem em instantes diferentes. Análise Estruturada 12

10 Hierarquia ou existência de vários níveis de detalhe em DFD s Os DFD s analisados até ao momento modelam sistemas simples ou foram apresentados parcialmente. Os sistemas reais a modelar são maiores e mais complexos. Questão: Como representar sistemas com muitos processos, sem abdicar da ausência de complexidade num DFD? A solução consiste em organizar um DFD em sucessivos níveis de refinamento, de forma a que cada nível proporcione mais detalhes acerca de uma parte do nível acima. Esta característica é única nos DFD e proporciona um mecanismo muito útil para representar vários níveis de detalhe. Cada processo num DFD pode, ou não, estar expandido num DFD de nível inferior, o que permite distinguir dois tipos de processos: Processos não primitivos Processos cujo detalhe é descrito utilizando um novo DFD de nível inferior. O DFD de nível inferior terá o mesmo número e nome do processo correspondente do nível superior. Processos Primitivos Não originam novos DFD s, sendo objecto de uma descrição utilizando uma linguagem apropriada. Esta descrição especifica a forma de transformação de fluxos de entrada em fluxos de saída e não deve ultrapassar um página. Análise Estruturada 13

11 Diagrama de fluxo de dados com múltiplos níveis Diagrama de contexto Sistema Visão muito geral do sistema: Possui um só processo que representa todo o sistema como uma caixa preta; Mostra interacção entre sistema e terminadores (fluxos e depósitos externos) Diagrama Visão global do sistema: Mostra os principais processos do sistema; Visualiza fluxos e depósitos de dados partilhados por processos; Mostra ainda a interacção entre sistema e terminadores. Diagrama Detalhe do processo 3 do Diagrama 0 (Os terminadores podem ser novamente incluídos nos diagramas de nível inferior, pois, essa redundância conduz a maior clareza na leitura do diagrama) A numeração de cada diagrama sugere assim o respectivo grau de detalhe. Contudo, a numeração não indica qualquer tipo de sequência entre a informação. A numeração é efectuada para identificação e estruturação de níveis. Análise Estruturada 14

12 Principais características dos DFD s Não modelam aspectos como o sincronismo e sequenciação Os DFD s são um modo de representação de fluxo de dados e processos assíncronos. Por outro lado, não representam a sequência de chegada de fluxos, nem a sequência em que são produzidas as saídas. Assim, o modelo das actividades fica livre de complexidade extra, tornando-o mais fácil de elaborar e manter. A este nível só interessa identificar processos e dados que circulam entre estes. Não especificam o funcionamento interno dos processos As componentes de um DFD dizem-nos como é um processo sem definir como este funciona. A especificação interna do processo, o suporte textual para as actividades de mais baixo nível, define o que as actividades devem fazer. Não são fluxogramas As decisões são tomadas dentro dos processos e nunca são representadas nos DFD s; Estruturam-se em vários níveis de detalhe Os DFD s dão uma visão do sistema do geral para o particular. A sucessão de vários diagramas sugere essa estruturação. São ferramentas de modelação lógica Os DFD s permitem representar aspectos lógicos, não físicos. A sua elaboração deve ser independente da tecnologia de implementação, devendo ignorar-se aspectos que são dependentes de restrições físicas de implementação. O modelo lógico também se designa por modelo essencial, ou seja, a essência do sistema. Análise Estruturada 15

13 Regras para a estruturação dos DFD s Os DFD s devem respeitar algumas regras, a saber: Número máximo de objectos Um DFD não deve ter mais do que 7 (+/- 2) processos (número de objectos que a mente humana é capaz de abarcar simultaneamente). Este número faz com que cada DFD caiba numa folha com formato A4. Consistência entre os vários níveis de detalhe Cada DFD deve estar equilibrado em relação ao processo que o originou, ou seja, o conjunto de fluxos de entrada e saída desse DFD, deve ser equivalente ao conjunto de fluxos de entrada e saída do processo que lhe deu origem. Consistência entre as várias ferramentas de modelação As várias ferramentas de modelação têm de ser consistentes e compatíveis entre si. A consistência entre DFD s e DER s é assegurada garantindo que cada depósito de dados de um DFD corresponde a uma das entidades do DER. Representação de depósitos de dados acedidos por vários processos Num DFD não é necessário representar depósitos de dados que apenas são relevantes no interior de cada um dos seus processos. Como corolário poderá dizer-se que, se um depósito de dados é utilizado por mais do que um processo do mesmo DFD, então esse depósito deve ser representado. Dimensão máxima da especificação de um processo primitivo A especificação de um processo primitivo não deve ultrapassar uma página. Se a especificação do processo possui uma dimensão superior a uma página, significa que este é complexo e que não é primitivo, e que é necessário detalhar o processo num DFD de nível inferior. Análise Estruturada 16

14 Sugestões para a construção de DFD s Escolher nomes sugestivos para processos, fluxos, depósitos e terminadores. Não usar nomes de pessoas, mas sim a designação do papel que representam; Não usar nomes de mecanismos, dispositivos ou meios físicos usados para transportar dados. Exemplo: Em vez de Telefonema usar Pedido e em vez de Operador de entrada de dados usar Cliente, ou seja a origem; A política utilizada para dar nomes a processos consiste em utilizar um verbo e um objecto, ou seja, a actividade e o objecto associado. Não se deve usar, contudo, nomes ambíguos do tipo: processar dados, tratar entradas e funções variadas. Não desenhar DFD s complexos Desenhar DFD com poucos objectos, para facilitar a sua leitura; Minimizar cruzamentos entre fluxos de dados, da seguinte forma: 1º redesenhar o diagrama distribuindo objectos da forma mais favorável; 2º se necessário, duplicar terminadores (assinalar com traço na diagonal); 3º se necessário, duplicar os depósitos de dados ( ); 4º permitir o cruzamento de fluxos de dados, desde que não exista nenhuma estrutura que reduza as intersecções. Para simplificar diagramas de contexto, cuja elaboração pressupõe a representação de todas as interacções com o exterior, quando estes apresentam uma leitura difícil: consolidar fluxos de dados com terminadores comuns; desenhar diagramas de contexto diferentes para grupos com interesses diferentes, omitindo aspectos não relevantes para cada grupo. Análise Estruturada 17

15 Assegurar alguma consistência entre profundidade dos níveis de detalhe das várias partes do sistema. Se o processo 2 requer 3 níveis de detalhe (por exemplo 2., 2.1. e ) os restantes processos 1, 3, etc. também devem ter 3 níveis de detalhe? Não, mas se, por exemplo, o processo 2 é primitivo e o processo 3 possui 7 níveis de detalhe, podemos concluir que o sistema não foi bem organizado. Redesenhar o DFD as vezes que forem necessárias. A construção de um DFD é um processo iterativo. Assim sendo, um DFD deve ser redesenhado várias vezes, de forma a garantir: a modelação adequada do sistema em estudo; correcção técnica; estética agradável; consistência interna e em relação a outros modelos utilizados, como DER, DTE, DD e especificação de processos. Concentrar a elaboração do DFD na política subjacente que tem de ser levada a cabo e não nos procedimentos usados para sustentar essa política, ou seja, na essência do sistema. Análise Estruturada 18

16 Extensão de DFD s para modelar sistemas em tempo real Sistemas em tempo real Sistemas que controlam o ambiente através da recepção de dados, seu processamento e devolução de resultados em tempo suficientemente curto, de forma a afectar o ambiente no momento. Sistemas em tempo real VS Sistemas on-line Os sistemas em tempo real distinguem-se dos sistemas on-line pela necessidade de um tempo de resposta menor. Por outro lado, ao contrário dos sistemas online que normalmente interagem com pessoas, os sistemas em tempo real também interagem com o ambiente, reagindo e captando dados, e/ou controlando o ambiente. Exemplos: Sistemas de aquisição de dados de alta velocidade, sistemas de controlo de processos, etc. Devido a necessidade de tratar sinais e interrupções do ambiente, bem como, de controlar e sincronizar actividades, para estes sistemas necessitamos de modelar: Fluxos de controlo Processos de controlo Fluxo de controlo Representa um canal que transporta um sinal binário, que é enviado de um processo para outro, ou de um terminador para um processo, com o intuito de activar um processo que se encontra suspenso. Análise Estruturada 19

17 Processo de controlo (supervisor ou executivo) É um processo supervisor cuja única função é coordenar e sincronizar as actividades de outros processos de um DFD. As suas saídas e entradas consistem somente em fluxos de controlo. As saídas são usadas para acordar outros processos. As entradas significam que outro processo terminou a sua tarefa, ou que surgiu uma situação extraordinária que deve ser notificada ao processo. Representação de fluxos e processos de controlo Os fluxos e processos de controlo são representados num DFD a tracejado. Processo normal VS processo de controlo Um processo normal, que possui um fluxo de controlo de entrada, depois de acordado comporta-se como um processo normal. O comportamento de um processo de controlo é diferente, sendo modelado por um diagrama de transição de estados, que mostra os vários estados que o sistema pode ter e as circunstâncias que levam à alteração de estado. Exemplo: Sinal X activar processo 2 1 X P.C. Sinal Y activar processo 3 Y 2 3 Análise Estruturada 20

Processo de análise estruturada - Abordagem clássica

Processo de análise estruturada - Abordagem clássica Processo de análise estruturada - Abordagem clássica Desenvolver modelo físico actual Modelo físico actual Modelos a desenvolver tendo em conta a abordagem clássica Desenvolver modelo lógico actual Modelo

Leia mais

Diagrama de transição de Estados (DTE)

Diagrama de transição de Estados (DTE) Diagrama de transição de Estados (DTE) O DTE é uma ferramenta de modelação poderosa para descrever o comportamento do sistema dependente do tempo. A necessidade de uma ferramenta deste tipo surgiu das

Leia mais

Engenharia de Software. Análise Essencial

Engenharia de Software. Análise Essencial Engenharia de Software Análise Essencial 1 Evolução dos métodos de análise de sistemas Métodos Análise Tradicional Análise Estruturada Abordagens Funcional Funcional Dados Ferramentas Textos fluxuogramas

Leia mais

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos 1 1 2 A gestão do armazém está directamente relacionada com o processo de transferência de produtos para os clientes finais, e têm em conta aspectos como a mão-de-obra, o espaço, as condições do armazém

Leia mais

4.1.3. Diagrama de contexto

4.1.3. Diagrama de contexto 4.1.3. Diagrama de contexto 1 2 Diagrama de contexto O diagrama de contexto deve mostrar as relações estabelecidas entre o sistema e o meio ambiente, apresentando o sistema com um único processo As entradas

Leia mais

Dicionário de Dados (DD)

Dicionário de Dados (DD) Dicionário de Dados (DD) O dicionário de dados consiste numa lista organizada de todos os elementos de dados que são pertinentes para o sistema. Sem o dicionário de dados o modelo não pode ser considerado

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Desenho de Software Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt desenho Desenho (dicionário Priberam on-line) do Lat.! designu s. m., arte de representar

Leia mais

IES-200. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Me. Álvaro d Arce alvaro@darce.com.br

IES-200. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Me. Álvaro d Arce alvaro@darce.com.br IES-200 Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Me. Álvaro d Arce alvaro@darce.com.br Diagrama de Fluxo de Dados 2 Conceitos e regras de um DFD. Diagrama de Fluxo de Dados Análise Essencial:

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

UNIVERSIDADE DE AVEIRO

UNIVERSIDADE DE AVEIRO UNIVERSIDADE DE AVEIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, GESTÃO E ENGENHARIA INDUSTRIAL MESTRADO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: GESTÃO DA INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE RESPOSTA A SOLICITAÇÕES DO EXTERIOR - DIÁLOGO

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

Uma Aplicação de gestão de stocks com data bases hierárquicos, relações lógicas e indexação secundária, e sua exploração em Teleprocessamento.

Uma Aplicação de gestão de stocks com data bases hierárquicos, relações lógicas e indexação secundária, e sua exploração em Teleprocessamento. Uma Aplicação de gestão de stocks com data bases hierárquicos, relações lógicas e indexação secundária, e sua exploração em Teleprocessamento. RESUMO Descrevem-se as estruturas de bases de dados utilizadas

Leia mais

Sistemas Operativos. Sumário. Estruturas de sistemas de computação. ! Operação de um sistema de computação. ! Estruturas de E/S

Sistemas Operativos. Sumário. Estruturas de sistemas de computação. ! Operação de um sistema de computação. ! Estruturas de E/S Estruturas de sistemas de computação Sumário! Operação de um sistema de computação! Estruturas de E/S! Estruturas de armazenamento! Hierarquia de armazenamento 2 1 Arquitectura de um sistema de computação

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados.

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados. DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) é uma das principais ferramentas utilizadas no projeto de sistemas de informação. O DFD é um diagrama gráfico, baseado apenas em quatro símbolos,

Leia mais

Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010

Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 A Manutenção do Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA consiste numa infra-estrutura de disponibilidade

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Componentes do modelo ambiental

Componentes do modelo ambiental Processo de desenvolvimento de sistema de informação Componentes do modelo ambiental Declaração de Objetivos É uma descrição textual concisa do propósito do sistema Lista de Eventos Especificação das atividades

Leia mais

- A crescente necessidade de sistemas inteligentes e de aquisição de conhecimento levaram à necessidade de implementação de Data Warehouses.

- A crescente necessidade de sistemas inteligentes e de aquisição de conhecimento levaram à necessidade de implementação de Data Warehouses. - A crescente necessidade de sistemas inteligentes e de aquisição de conhecimento levaram à necessidade de implementação de. - O que é uma Data Warehouse? - Colecção de bases de dados orientadas por assunto

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas

Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Prof. M.Sc. Ronaldo C. de Oliveira ronaldooliveira@facom.ufu.br FACOM - 2012 Análise Estruturada de Sistemas Modelo Essencial O Modelo Essencial Indica o que o sistema deve

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Prof. M.Sc. Ronaldo C. de Oliveira ronaldooliveira@facom.ufu.br FACOM - 2011 UML Linguagem Unificada de Modelagem Análise Orientada a Objetos com UML Análise Orientada a Objetos com UML Diagrama de Caso

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA

ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA ALESSANDRO RODRIGO FRANCO FERNANDO MARTINS RAFAEL ALMEIDA DE OLIVEIRA INTRODUÇÃO O projeto de um banco de dados é realizado sob um processo sistemático denominado metodologia de projeto. O processo do

Leia mais

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos.

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. 1. Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. O conceito de base de dados faz hoje parte do nosso

Leia mais

Modelo Entidade-Relacionamento

Modelo Entidade-Relacionamento Modelo Entidade-Relacionamento ome Designação Doc... #Disc... Docente Ensina Disciplina Abordagem proposta por Peter P. Chen (década de 70) para o processo de modelação de dados com ampla aceitação; Trabalho

Leia mais

Um sistema SMS 1 simplificado

Um sistema SMS 1 simplificado 1 Introdução Um sistema SMS 1 simplificado Projecto de Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC IST, Tagus Park 10 de Setembro de 2007 Pretende-se com este projecto que os alunos implementem um sistema

Leia mais

UNIP Ciência da Computação AES Análise Essencial de Sistemas

UNIP Ciência da Computação AES Análise Essencial de Sistemas 1 Análise Essencial UNIP Ciência da Computação A análise essencial pode ser considerada um refinamento da análise estruturada. O problema existente (ou situação que requer a informatização) é estudado,

Leia mais

Portaria n.º 348/98, de 15 de Junho Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários

Portaria n.º 348/98, de 15 de Junho Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários Boas práticas de distribuição de medicamentos de uso humano e medicamentos veterinários O sistema de garantia da qualidade dos medicamentos, quer sejam de uso humano, quer sejam veterinários, abarca não

Leia mais

Data Encomenda, Data Entrega; tem também o código Artigo, Descrição, Quantidade e Preço para cada artigo; bem como o Total Encomenda.

Data Encomenda, Data Entrega; tem também o código Artigo, Descrição, Quantidade e Preço para cada artigo; bem como o Total Encomenda. P S I 3. º A N O F 1 I N F O R M A T I V A M O D E L O C O M P O R T A M E N T A L Módulo 17 OP 3 Metodologias de Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1. Explique se estão ou não correctos os Diagramas

Leia mais

4.1. UML Diagramas de casos de uso

4.1. UML Diagramas de casos de uso Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema

Leia mais

O módulo dmanager permite ao gestor deter um controlo remoto constante sobre a sua empresa, onde quer que se encontre.

O módulo dmanager permite ao gestor deter um controlo remoto constante sobre a sua empresa, onde quer que se encontre. Descritivo completo PHC dmanager A solução ideal para monitorizar via Internet as áreas comercial e financeira da empresa e controlar as suas vendas, clientes e fornecedores, encomendas e stocks. Benefícios

Leia mais

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0 Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia de Viseu Engenharia de Sistemas e Informática Sistemas Operativos - 2005/2006 Trabalho Prático v1.0 Introdução O presente trabalho prático visa

Leia mais

Tarefa Orientada 16 Vistas

Tarefa Orientada 16 Vistas Tarefa Orientada 16 Vistas Objectivos: Vistas só de leitura Vistas de manipulação de dados Uma vista consiste numa instrução de SELECT que é armazenada como um objecto na base de dados. Deste modo, um

Leia mais

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores Trabalhos Práticos Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores 1. Objectivos 2. Calendarização 3. Normas 3.1 Relatório 3.2 Avaliação 4. Propostas Na disciplina de Programação

Leia mais

A solução Business-to-Business que permite aumentar a qualidade e eficiência das suas vendas bem como a satisfação dos seus clientes.

A solução Business-to-Business que permite aumentar a qualidade e eficiência das suas vendas bem como a satisfação dos seus clientes. Descritivo completo PHC dfront A solução Business-to-Business que permite aumentar a qualidade e eficiência das suas vendas bem como a satisfação dos seus clientes. Benefícios Aumento da qualidade e eficiência

Leia mais

Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas

Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do

Leia mais

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes I Classes... 2 II Relações... 3 II. Associações... 3 II.2 Generalização... 9 III Exemplos de Modelos... III. Tabelas de IRS... III.2 Exames...3 III.3

Leia mais

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Aplicações Informáticas B 12.º Ano de Escolaridade Prova 703/1.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

EXCEL. Listas como Bases de Dados

EXCEL. Listas como Bases de Dados Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL Listas como Bases de Dados (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina

Leia mais

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho).

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho). GESTÃO DE STOCKS STOCKS Almofada do planeamento e programação FORNECEDOR FABRICO CLIENTE stock MP stock TC stock PA Objectivos da criação de stocks 1. Aumentar a segurança, criando defesas contra as variações

Leia mais

Análise estruturada de sistemas

Análise estruturada de sistemas Análise estruturada de sistemas Prof. Marcel O que é Engenharia de software Engenharia de software é uma área do conhecimento da computação voltada para a especificação, desenvolvimento e manutenção de

Leia mais

4.2. UML Diagramas de classes

4.2. UML Diagramas de classes Engenharia de Software 4.2. UML Diagramas de classes Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Um diagrama de classes serve para modelar o vocabulário de um sistema Construído e refinado ao longo

Leia mais

Construir um modelo de dados é: - Identificar, Analisar e Registar a política da organização acerca dos dados

Construir um modelo de dados é: - Identificar, Analisar e Registar a política da organização acerca dos dados 4. Modelo Entidade Associação 4.1. Introdução Modelo de Dados. Visão dos dados em vez de visão das aplicações. Eliminação de redundâncias. Partilha de dados pelas aplicações Construir um modelo de dados

Leia mais

Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP

Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP O objectivo central desta sincronização é a utilização por parte dos clientes das funcionalidades gerais dos seus ERP s, tal como: gestão documental,

Leia mais

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma Índice Bases de Dados Pedro Quaresma Departamento de Matemática Universidade de Coimbra 2010/2011 1. Parte I Componente Teórica 1.1 Introdução 1.2 Modelo ER 1.3 Modelo Relacional 1.4 SQL 1.5 Integridade

Leia mais

Modelo Cascata ou Clássico

Modelo Cascata ou Clássico Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação

Leia mais

Construção de um WebSite. Luís Ceia

Construção de um WebSite. Luís Ceia Construção de um WebSite Para a construção de um WebSite convém ter-se uma planificação cuidada. Para tal podemos considerar seis etapas fundamentais: 1. Planeamento 2. Desenvolvimento de Conteúdos 3.

Leia mais

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 6 Objectivos Identificação das actividades de gestão de materiais; Familiarização do conceito de Gestão em Qualidade Total (TQM); Identificar e descrever uma variedade de filosofias

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

Especificação Técnica ACSS

Especificação Técnica ACSS Especificação Técnica ACSS ET.ACSS.011-2011 Serviço de Registo de Requisições de MCDT Interface para recepção de requisições electrónicas ICS DESCRITORES Sistema de recepção de requisições de meios complementares

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP Financeira Recursos Humanos Operações & Logística Comercial & CRM Analytics & Reporting

Leia mais

S1 Seiri Separar o desnecessário. Resultado esperado Um local de trabalho desimpedido. Definição Remover objectos não essenciais do local de trabalho

S1 Seiri Separar o desnecessário. Resultado esperado Um local de trabalho desimpedido. Definição Remover objectos não essenciais do local de trabalho S1 Seiri Separar o desnecessário Remover objectos não essenciais do local de trabalho 1. Tirar fotografias à área onde se inicia o projecto 5S; 2. Rever os critérios para separar os objectos desnecessários;

Leia mais

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Integração Empresarial Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Luís Costa - 8050120 Abril, 2012 1. Introdução Este documento apresenta detalhadamente o processo de negócio de uma

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

Guia de aprendizagem

Guia de aprendizagem Escola Básica e Secundária de Fajões Curso profissional de Informática de Gestão 10º ano Disciplina: Sistemas de Informação Módulo: Análise de sistemas Guia de aprendizagem Sistemas de Informação Módulo

Leia mais

Ao conjunto total de tabelas, chamamos de Base de Dados.

Ao conjunto total de tabelas, chamamos de Base de Dados. O QUE É O ACCESS? É um sistema gestor de base de dados relacional. É um programa que permite a criação de Sistemas Gestores de Informação sofisticados sem conhecer linguagem de programação. SISTEMA DE

Leia mais

PHC dfront. A solução Business-to-Business que permite aumentar a qualidade e eficiência das suas vendas bem como a satisfação dos seus clientes

PHC dfront. A solução Business-to-Business que permite aumentar a qualidade e eficiência das suas vendas bem como a satisfação dos seus clientes PHC dfront DESCRITIVO O módulo PHC dfront permite, não só a introdução das encomendas directamente no próprio sistema, bem como a consulta, pelo cliente, de toda a informação financeira que lhe diz respeito.

Leia mais

2 Diagrama de Caso de Uso

2 Diagrama de Caso de Uso Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa

Leia mais

Modelo Funcional Essencial

Modelo Funcional Essencial Modelo Funcional Essencial Análise e Projeto - 1 Tem como objetivo definir o que o sistema deve fazer, ou seja, as funções que deve realizar para atender seus usuários. Na análise essencial fazemos essa

Leia mais

2005 José Miquel Cabeças

2005 José Miquel Cabeças Dimensionamento de linhas de produção 1 - INTRODUÇÃO A fabricação de elevado volume de produção é frequentemente caracterizada pela utilização de linhas de montagem e fabricação. O balanceamento de linhas

Leia mais

A solução de mobilidade que lhe permite aceder via Internet à gestão g comercial e facturação ç da sua empresa.

A solução de mobilidade que lhe permite aceder via Internet à gestão g comercial e facturação ç da sua empresa. Descritivo completo dnegócio 3 A solução de mobilidade que lhe permite aceder via Internet à gestão g comercial e facturação ç da sua empresa. Benefícios Consultar, alterar ou introduzir novos clientes;

Leia mais

EXCEL TABELAS DINÂMICAS

EXCEL TABELAS DINÂMICAS Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL TABELAS DINÂMICAS (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina Wanzeller

Leia mais

PHC dmanager. O módulo PHC dmanager permite ao gestor deter um controlo remoto constante sobre a sua empresa, onde quer que se encontre.

PHC dmanager. O módulo PHC dmanager permite ao gestor deter um controlo remoto constante sobre a sua empresa, onde quer que se encontre. PHC dmanager DESCRITIVO O módulo PHC dmanager permite ao gestor deter um controlo remoto constante sobre a sua empresa, onde quer que se encontre. PHC dmanager A solução ideal para monitorizar via Internet

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19)

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Portaria n.º 701-E/2008 de 29 de Julho O Código dos Contratos Públicos consagra a obrigação das entidades adjudicantes de contratos

Leia mais

PHC Logística BENEFÍCIOS. _Redução de custos operacionais. _Inventariação mais correcta

PHC Logística BENEFÍCIOS. _Redução de custos operacionais. _Inventariação mais correcta PHCLogística DESCRITIVO O módulo PHC Logística permite fazer o tracking total de uma mercadoria: desde a sua recepção, passando pelo seu armazenamento, até à expedição. PHC Logística A solução para diminuir

Leia mais

Engenharia Informática

Engenharia Informática Escola Superior de Ciência e Tecnologia Engenharia Informática Análise de Sistemas Informáticos 3º ano Exame 12 de Julho de 2006 Docentes: José Correia e João Paulo Rodrigues Duração: 90 m; Tolerância:

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I Roteiro Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto luizhenrique@iceb.ufop.br www.decom.ufop.br/luiz

Leia mais

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses

Leia mais

Aumente o potencial da força de vendas da empresa ao fornecer-lhe o acesso em local remoto à informação comercial necessária á à sua actividade.

Aumente o potencial da força de vendas da empresa ao fornecer-lhe o acesso em local remoto à informação comercial necessária á à sua actividade. Descritivo completo PHC dcrm Aumente o potencial da força de vendas da empresa ao fornecer-lhe o acesso em local remoto à informação comercial necessária á à sua actividade. Benefícios Acesso aos contactos

Leia mais

Manual de Convenções. BPMN Business Process Modelling Notation. 2009 GFI Portugal

Manual de Convenções. BPMN Business Process Modelling Notation. 2009 GFI Portugal Manual de Convenções BPMN Business Process Modelling Notation 2009 GFI Portugal O que é o BPMN? O BPMN é uma notação gráfica para a definição de processos de negócio É o standard internacional para modelação

Leia mais

Segurança em Sistemas Informáticos

Segurança em Sistemas Informáticos Segurança em Sistemas Informáticos Politicas de Segurança Quando é que se torna necessário uma política de segurança? Quando existe um Bem Num espaço partilhado Uma politica de segurança procura garantir

Leia mais

Plataforma de Compras Electrónicas. Sessão de Apresentação do Projecto

Plataforma de Compras Electrónicas. Sessão de Apresentação do Projecto Plataforma de Compras Electrónicas Sessão de Apresentação do Projecto 16 de Abril de 2007 Dr.ª Rosário Fernandes Estatísticas do Projecto (Fevereiro e Março de 2007) Utilizadores Orgânicas Fornecedores

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2009 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Artefatos de projeto Modelo de Projeto: Use-Case Realization-projeto

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Transmissão de dados Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Abril de 2006 Códigos de caracteres A informação é manuseada em blocos de 8 bits (bytes

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Logística integrada e sistemas de distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Sistemas integrados de logística e distribuição necessidade de integrar as

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

Gestão de Armazéns Gestão de Fabrico Gestão de Bobines Registo de Chegadas Sistema para Agentes

Gestão de Armazéns Gestão de Fabrico Gestão de Bobines Registo de Chegadas Sistema para Agentes Laserdata, Lda. Especificidades Para além dos módulos tradicionais num sistema de gestão (Facturação, Stocks, Contas a Receber e Contas a Pagar, Gestão de Encomendas, Orçamentos, etc.), o Lasernet 2000

Leia mais

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010 Oficina de Multimédia B ESEQ 12º i 2009/2010 Conceitos gerais Multimédia Hipertexto Hipermédia Texto Tipografia Vídeo Áudio Animação Interface Interacção Multimédia: É uma tecnologia digital de comunicação,

Leia mais

PHC Logística CS. ππ Redução de custos operacionais ππ Inventariação mais correcta e fiável ππ Optimização do tempo

PHC Logística CS. ππ Redução de custos operacionais ππ Inventariação mais correcta e fiável ππ Optimização do tempo PHCLogística CS DESCRITIVO O módulo PHC Logística permite fazer o tracking total de uma mercadoria: desde a sua recepção, passando pelo seu armazenamento, até à expedição. PHC Logística CS A solução para

Leia mais

Diagrama de Classes. Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes.

Diagrama de Classes. Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes. 1 Diagrama de Classes Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes. Um dos objetivos do diagrama de classes é definir a base para

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão Profissional Certificado

Sistema Integrado de Gestão Profissional Certificado elabora Gestão é um sistema integrado de gestão por incluir no mesmo programa controlo de contas correntes de clientes, fornecedores, controlo de stocks e armazéns. Aplicação 32 Bits para ambiente Windows

Leia mais

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BPstat manual do utilizador Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BANCO DE PORTUGAL Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estatística

Leia mais

Modelo Lógico e Físico da Base de Dados

Modelo Lógico e Físico da Base de Dados Modelo Lógico e Físico da Base de Dados Second.UA Settlers Primeiro Modelo Lógico e Físico Modelos Lógicos e Físicos Finais Alterações na Base de Dados Descrição e justificação Após uma análise mais aprofundada

Leia mais

Analise Estruturada. Diagrama de Fluxo de Dados. Tecnologia em Processamento de Dados Analise de Sistemas

Analise Estruturada. Diagrama de Fluxo de Dados. Tecnologia em Processamento de Dados Analise de Sistemas Analise Estruturada Diagrama de Fluxo de Dados Tecnologia em Processamento de Dados Analise de Sistemas 2 Índice: 1. Introdução, pagina 4 2. Uma Ferramenta Eficaz, pagina 5 3. Analise Estruturada, Benefícios

Leia mais

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 14

Planeamento Industrial Aula 14 Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2012 Ap. 413 4760-056 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2012 Ap. 413 4760-056 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Windows 8 Colecção: Software

Leia mais

Segurança em Sistemas Informáticos

Segurança em Sistemas Informáticos Segurança em Sistemas Informáticos Politicas de Segurança Quando é que se torna necessário uma política de segurança? Quando existe um Bem Num espaço partilhado Uma politica de segurança procura garantir

Leia mais

IBM SmartCloud para Social Business. Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections

IBM SmartCloud para Social Business. Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections IBM SmartCloud para Social Business Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections IBM SmartCloud para Social Business Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud

Leia mais

Benefícios Aumento de produtividade; Sincronização directa e sem problemas; Muito fácil de utilizar.

Benefícios Aumento de produtividade; Sincronização directa e sem problemas; Muito fácil de utilizar. Pocket Encomendas Descritivo completo A solução ideal para os vendedores que precisam de enviar as encomendas por telefone. Evita perdas de tempo e erros, com o PDA acede à informação dos clientes, introduz

Leia mais

Banco de Dados 1 Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Banco de Dados 1 Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante Banco de Dados 1 Programação sucinta do curso:. Conceitos fundamentais de Banco de Dados.. Arquitetura dos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD ou DBMS).. Características típicas de um SGBD..

Leia mais

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento Com o ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc Reduza os custos

Leia mais

Consultas (Queries) ou Interrogações

Consultas (Queries) ou Interrogações Consultas (Queries) ou Interrogações Principal finalidade das interrogações: Extracção, manipulação (inserção, alteração e remoção) e definição de dados. As interrogações mais comuns destinam-se a pesquisar

Leia mais

Análise da Aplicação Informática: SIFARMA. (Documento adaptado de trabalho realizado por Pedro Ivo Mota, Março 2004)

Análise da Aplicação Informática: SIFARMA. (Documento adaptado de trabalho realizado por Pedro Ivo Mota, Março 2004) Análise da Aplicação Informática: SIFARMA (Documento adaptado de trabalho realizado por Pedro Ivo Mota, Março 2004) Índice 1. Identificação da Aplicação Escolhida... 2 2. Descrição do Contexto de Utilização...

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Custos na distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Custos da distribuição necessidade de conhecimento dos custos básicos da distribuição para o planeamento

Leia mais

ANÁLISE ESSENCIAL CESAR BEZERRA TEIXEIRA

ANÁLISE ESSENCIAL CESAR BEZERRA TEIXEIRA ANÁLISE ESSENCIAL CESAR BEZERRA TEIXEIRA 2 SUMÁRIO PARTE I - INTRODUÇÃO PARTE II - FERRAMENTAS PARTE III - O PROCESSO DE ANÁLISE PARTE IV - PROBLEMAS DE CONTINUIDADE 3 SUMÁRIO PARTE I - INTRODUÇÃO PARTE

Leia mais

UML Diagramas. UML Diagramas. UML Diagrama Diagrama de Classes. UML Diagrama Diagrama de Classes

UML Diagramas. UML Diagramas. UML Diagrama Diagrama de Classes. UML Diagrama Diagrama de Classes Diagramas Diagrama é uma representação gráfica de uma coleção de elementos de um modelo São desenhados para permitir a visualização de um sistema sob diferentes perspectivas Um mesmo item pode aparecer

Leia mais

Projecto eb.pos em Java

Projecto eb.pos em Java Projecto eb.pos em Java Introdução O presente documento apresenta de forma sucinta os principais processos de negócio e funcionalidades permitidos pelo sistema eb.pos da Eugénio Branco. Ao descrever o

Leia mais