ECOALDEIA, UM CONCEITO NECESSÁRIO NO PANORAMA DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

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1 ECOALDEIA, UM CONCEITO NECESSÁRIO NO PANORAMA DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS R. T. Costa * Departamento de Ambiente e Ordenamento, Universidade de Aveiro, Aveiro 3810, Portugal. tel.: (+351) SUMÁRIO As Alterações Climáticas tornam-se cada vez mais evidentes à medida que a difusão de informação e investigação acerca do assunto aumenta. Igualmente, a percepção torna-se crescente quando presenciamos diferentes manifestações anómalas no clima. As Alterações Climáticas têm diferentes implicações, nomeadamente na ocorrência de catástrofes naturais e no aumento consequente da pobreza. Parece impensável e mesmo imoral para países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento, evitarem assumir responsabilidades pelos seus actos que, indirectamente condicionam o sistema climático global, factor decisivo no desenvolvimento humano para o século XXI e seguinte. É incomportável continuar a viver marginalmente aos eventos, enquanto países mais vulneráveis reflectem uma crescente exposição a riscos associados. Presentemente, como raça Humana, temos pela frente o desafio de aprender a viver com menos e aprender continuamente a acabar com as extravagâncias que deterioram o planeta. Viver sustentadamente implica entre outras metas, reduzir os gases de efeito estufa em 30 % até 2030 e 80 % até 2050, de modo a limitar o aumento da temperatura média global, que pode atingir uma variação máxima de 2 ºC, acima dos níveis pré-industriais (UNDP, 2007). Devemos, portanto, colocar os imperativos ecológicos no centro da economia global. O processo tem de começar aqui mesmo, no dito mundo desenvolvido. O papel da cooperação internacional tem também um papel fulcral neste cenário, compreendendo e descobrindo novas soluções globais tanto para as presentes, como futuras gerações. Este artigo, trata exactamente de uma das propostas referenciadas pela primeira vez na Cimeira da Terra em 1992, no Rio de Janeiro, Brasil. O conceito de ecoaldeia, já é aplicado na prática com 385 casos registados, tendo o primeiro sido possivelmente iniciado em 1968, Auroville, Índia e actualmente dotado do estatuto de património da humanidade (UNESCO). Apropriadamente descritos como laboratórios vivos, as ecoaldeias podem ser hoje encontradas desde o Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá, Austrália, Índia, Japão, Europa e América do Sul, tal como é descrito na base de dados online da Global Ecovillage Network. O presente artigo, serve para explicitar a potencial contribuição do desenvolvimento de sistemas comunitários sustentáveis alternativos, utilizados tanto para consciencialização crucial da população e aumento de qualidade de vida, como para redução das diferentes pressões associadas às Alterações Climáticas. É definido, de modo geral, o conceito de ecoaldeia e são dados exemplos de práticas aplicáveis bem sucedidas na redução de gases de efeito estufa como também de outros impactos ambientais. PALAVRAS-CHAVE: Alterações Climáticas; Ecoaldeia; Sustentabilidade INTRODUÇÃO Quando o primeiro quarto século passar, mais de um bilião e meio de pessoas nas cidades do mundo irão enfrentar ambientes nocivos à vida e à saúde, a não ser que consigamos criar uma revolução na resolução dos problemas urbanos. conferência promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU): Habitat II, Istambul, Turquia, Os impactos das Alterações Climáticas (AC) na sociedade e nos recursos naturais, ocorrem actualmente a nível global e prevê-se que se venham a pronunciar. As AC, associadas essencialmente ao consumo de energia e resultantes emissões de gases de efeito estufa, implicam diferentes consequências, nomeadamente a ocorrência de catástrofes naturais e aumento da pobreza. Elas reflectem alterações a nível da temperatura média global, nível do mar, degelo e desaparecimento de glaciares, precipitação, extremos de temperatura e precipitação, recursos hídricos e depleção da camada de ozono, que se interliga através de interacções relativas às emissões de compostos e mudanças físico-químicas da atmosfera. O aumento da temperatura média global, é invulgar tanto em termos de magnitude, como na variação. Por década, a temperatura média global aumentou 0.08 ºC nos últimos 100 anos, 0.13 ºC nos últimos 50 anos e 0.23 ºC na última década (EEA, 2008). Segundo o Painel Intergovernamental Para as AC (IPCC, 2007), num dos seus

2 estudos, prevê que as temperaturas médias globais tenderão a aumentar 1.8 ºC a 4.0 ºC durante este século. Outro exemplo, é o aumento do nível do mar e degelo que tem vindo a acelerar. O nível do mar, aumentou mais de 1.7 mm/ano durante o século XX e o IPCC (2007), prevê que durante o século XXI tenhamos um aumento de 0.18 m a 0.59 m. Quanto à precipitação média anual, e generalizando, ela tende a aumentar na Europa do Norte e a diminuir a Sul. Também os extremos de temperatura e precipitação prevêem-se que sejam cada vez mais intensos. Tudo isto, terá consequências graves para a agricultura, solos, sistemas naturais e biodiversidade e infra-estruturas (EEA, 2008). Parte do aquecimento global é derivado de emissões antropogénicas de gases de efeito estufa. A média global de concentrações destes gases chegaram a níveis nunca antes registados, continuando a aumentar. Actualmente os países desenvolvidos, são responsáveis por 75 % da acumulação na atmosfera de gases industriais com efeito de estufa. Destaca-se o dióxido de carbono, CO 2, como o maior contribuidor para o efeito estufa com cerca de 80 % de todas as emissões (EEA, 2008) As emissões per capita, variam significativamente a nível regional e entre países europeus. Em 2005, Portugal apresentou um potencial de aquecimento global de 8.1 toneladas em equivalente de CO 2 per capita, situando-se a cerca de 10 % acima do alvo de 2012, preestabelecido e rectificado no protocolo de Kyoto para as emissões de gases de efeito estufa (Eurostat, 2007). A União Europeia (UNDP, 2007), recomenda: Aumento da eficiência energética em 20 % até 2020; Aumento para 20 % da quota das energias renováveis até 2020; Reforço da aplicação de medidas no âmbito da política agrícola comum e do plano de acção para as florestas, com vista à redução das emissões da agricultura e à promoção do sequestro biológico; Promoção do desenvolvimento de tecnologias ecológicas nos sectores da energia e dos transportes, tecnologias ambientais e eco-inovações para utilização logo que possível, bem como, incentivos a reforçar os conhecimentos nos domínio das AC e dos seus impactos, através da assistência financeira, ao abrigo de fundos estruturais do fundo de coesão; A cooperação internacional, no domínio da investigação, deverá também promover a quantificação dos impactos regionais e locais das AC, bem como, o desenvolvimento de estratégias adequadas de adaptação e minimização. Em mais nenhum sítio do planeta, é tão urgente e necessário o entendimento da sustentabilidade do que nas cidades, onde a actividade humana é mais intensa. As cidades, ocupam cerca de 2 % da superfície terrestre e usam cerca de 75 % dos recursos mundiais, que são descarregados em iguais quantidades na forma de resíduos. Devemos, portanto, colocar os imperativos ecológicos no centro da economia global, transformando-a numa economia de baixo carbono e colocar os mesmos imperativos na agenda internacional. O processo tem que começar aqui mesmo, no dito mundo desenvolvido. ECOALDEIA Os prefixos são parte integrante da palavra, colocam-se à esquerda de uma base e definem-se como formas que não ocorrem isoladamente na língua. Antepõem-se a um radical e têm como função, modificar o sentido da palavra adjacente. Têm um sentido mais ou menos preciso, com função nitidamente semântica, de exprimir um número praticamente ilimitado de ideias e conceitos, comuns e gerais, atribuindo às bases, uma ideia acessória e recorrente. O prefixo eco- deriva de ecológico. Etimologicamente, a palavra ecológico vem do grego, oikos significando casa, ambiente e logos que significa estudo, tratado. O conceito de ecoaldeia, é relativamente recente. Ele foi difundido internacionalmente pela primeira vez em 1991, por Gilman, D. e Gilman, R., editores da revista sobre cultura sustentável In Context, através dum relatório para a Gaia Trust intitulado Ecoaldeias e Comunidades Sustentáveis. Em 1995, o conceito foi sistematizado e popularizado, num encontro de comunidades sustentáveis em Findhorn Foundation, Escócia. Foi criada a Rede Global de Ecoaldeias (GEN), que hoje desempenha um papel preponderante, na ligação entre ecoaldeias e projectos associados. Este conceito, foi incorporado pelas Nações Unidas no programa para o desenvolvimento comunitário sustentável (SCDP) e em 1998, as ecoaldeias foram nomeadas oficialmente na lista da ONU, como uma das 100 melhores práticas para o desenvolvimento sustentável e como modelos excelentes de vida sustentável. Comunidades intencionais, é o termo inclusivo para as comunidades que visam atingir uma meta comum. Elas, formam-se quando um determinado número de indivíduos decide viver suficientemente perto, de modo a levarem um estilo de vida partilhado, dentro de uma cultura partilhada e com um propósito comum. É o caso das

3 ecoaldeias, comunidades intencionais que modelam e demonstram, um estilo de vida ecologicamente sustentável. São assentamentos à escala humana em todos os domínios, onde as suas actividades, estão integradas sem prejuízo no mundo natural, de tal modo que suportem um desenvolvimento humano saudável e que este possa ser continuado indefinidamente. São apropriadamente descritos, como laboratórios vivos, de acordo com as características locais. As ecoaldeias, podem ser estabelecidas, em meios urbanos, semi-urbanos ou rurais. Nelas, distinguem-se a acção no domínio social, ecológico, cultural e espiritual. Uma comunidade, é uma ecoaldeia, se especificar os valores referidos na sua missão e visão e se fizer progressos nesse sentido. Estima-se que, existam actualmente no mundo, mais de comunidades sustentáveis, entre essas, cerca de 1500 são ecoaldeias e 385 estão registadas, algumas nomeadas mesmo como património da humanidade, pela UNESCO. PRÁTICAS COMUNS Entre outras, destacam-se: Boas práticas ambientais; Permacultura Serviços ambientais (p. Ex.: conservação, monitorização e manutenção de florestas, banco de sementes, offset de carbono, etc.); Restauração ecológica (p. Ex.: reflorestação, recuperação de aquíferos, restauração de solos, etc.); Fundos de conservação; Aplicação de tecnologias ambientais sustentáveis (p. Ex.: bomba de aríete, biodigestores, compostagem, sistemas de energia renováveis, etc.); Bio-arquitectura e arquitectura sustentável; Reabilitação de infra-estruturas; Eco-design; Eco-negócios; Publicidade e marketing sustentável; Ecoturismo e turismo rural; Conservação e restauro de culturas locais, tradicionais e conhecimento indígena; Educação formal, e não formal, transdisciplinar, ambiental e para o desenvolvimento; Campos de férias, actividades de tempos livres e workshops; Pesquisa e investigação; Rede de partilha de informação, conhecimento e serviços; Cooperação (p. Ex.: agências governamentais, universidades, escolas, organizações não governamentais, etc.); Apoio social e familiar; Diversidade cultural e espiritual; DISCUSSÃO As ecoaldeias, são comunidades intencionais. Elas surgem, como possíveis modelos e opções no contexto do novo paradigma emergente da insustentabilidade (social, ambiental, politica e económica) das sociedades ocidentais, reflectindo uma resposta possível, à construção de uma modernidade ética. Providenciando soluções reais, que trazem esperança a gerações presentes e futuras. O conceito de ecoaldeia vai além da actual dicotomia, rural e urbano. Representa um modelo amplamente aplicável no planeamento e reorganização dos assentamentos humanos no séc. XXI, chamando à atenção pelas respostas concretas que tem realizado, no sentido de criar assentamentos compatíveis com o bem-estar comunitário e o meio envolvente. As ecoaldeias representam sistemas socioeconómicos, suportados regionalmente, que promovem a erradicação da pobreza, estimulando o desenvolvimento comunitário plural e pessoal. Têm uma definição abrangente, constituindo soluções locais mas podendo ter impactos globais, especialmente no que diz respeito às AC, por terem inerente a preservação do ecossistema terra e qualidade da vida humana. Procuram a auto-suficiência, sustentabilidade e o baixo impacto ambiental, pressupondo estruturas físicas e tecnológicas comprometidas com a capacidade de suporte e de resiliência dos ecossistemas, com o uso não

4 excessivo de recursos, dentro de uma permanente visão de reciclagem e respeito à biodiversidade. No entanto, não existe uma ecoaldeia totalmente cumpridora das dimensões de actuação. A implementação de uma ecoaldeia, envolve um elevado esforço de base, por recorrer a padrões de vida distintos do modelo ocidental, que fazem parte de uma nova revolução do pensamento (convivência social e ambiental). Tem carácter inovador e viável, tanto pela disponibilidade de tecnologia na actualidade, como pelas construções ou reconstruções de baixo custo, possíveis do ponto de vista técnico e com possibilidade de candidatura a diferentes programas de financiamento. O conceito de ecoaldeia, serve essencialmente para encorajar pessoas a viverem sustentadamente, mas nunca para as julgar. CONCLUSÃO Uma aldeia ecológica enquadra-se perfeitamente na visão estratégica da União Europeia para o desenvolvimento sustentável, estabelecida pelo Conselho Europeu em Göteborg 2001 e renovada em 2006 (EU SDS, 2006). O desenvolvimento sustentável é apenas possível, se o consumo e a população estiverem ajustados tanto à capacidade do ecossistema, como à justiça e equidade social, fazendo com que o conceito seja, ao mesmo tempo, consistente com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, adoptados pelas Nações Unidas na Cimeira do Milénio em Nova York (2000). Dependendo, claro está, da especificidade do projecto desenvolvido, pois cada ecoaldeia, deve ser abordada de modo particular em termos de aplicação e práticas. As oportunidades geradas na implementação de uma ecoaldeia, encontram-se em concordância com as oportunidades geradas na implementação da agenda 21 local, conceito inserido no programa global para o desenvolvimento sustentável assinado na Cimeira do Rio (1992). Distinguem-se: Liderança Aumento de consciência pública Implementação Envolvimento activo Gestão sustentável local Parcerias Impulsos europeus Pesquisa e actuação Mecanismos de suporte Erradicação da pobreza Relativamente à mitigação das AC, distingue-se toda a amplitude de conceitos inerentes e fundamentais à definição de ecoaldeia, pela sua actuação directa e indirecta, desde a escala local à escala global. O conceito faz parte de uma solução viável e promissora, por promover entre outros pontos: Combinação de um ambiente sociocultural com um estilo de vida de baixo impacto ambiental; Politicas de desenvolvimento social e ambiental, únicas e responsáveis; Protecção ambiental (biodiversidade e ecossistemas) como parte integrante do processo de desenvolvimento, nas mesmas proporções, satisfazendo tanto gerações presentes como futuras; Fortalecimento endógeno na construção de capacidades para o desenvolvimento sustentável, através da melhoria e troca de conhecimentos e tecnologias; Cooperação global para conservar, proteger e restaurar a saúde e integridade do ecossistema terra Aumento de sumidouros de gases efeito estufa (p. Ex.: através de reflorestação, etc.); Redução do consumo de energia, especialmente de fontes não renováveis e poluentes (p. Ex.: no domínio dos transportes, agricultura, aplicações domésticas, etc.); Suporte de indústrias verdes, gerando emprego (p. Ex.: energias renováveis); Eliminação de padrões insustentáveis de produção e consumo; Exploração sem prejuízo ambiental, minimizando o uso da terra e recursos naturais, respeitando os ciclos de regeneração; Redução, reutilização e reciclagem de resíduos; Descentralização de pressões ambientais: Políticas demográficas apropriadas; Possibilidade de redução da pegada ecológica até à escala global;

5 Participação de cidadãos a nível relevante; A ecoaldeia é uma representação física de uma tentativa de moldar o mundo, segundo uma expressão concreta de crenças, conhecimentos, atitudes, valores e sentimentos agregados. Aparenta ser de aplicação relativamente fácil, pela crescente disponibilidade de soluções tecnológicas. Por outro lado, aparenta ser uma tarefa árdua, do ponto de vista da criação e estabelecimento de uma comunidade, que demonstre e experimente um estilo de vida social sustentável. Num futuro próximo, sugere-se mais investimento neste tipo de iniciativas e em todo o seu domínio, justificado pelo impacto positivo que têm causado nas diferentes áreas de actuação e confirmado pelos diferentes casos práticos. Por sua vez, o carácter inovador da ecoaldeia, torna o conceito aliciante do ponto de vista da investigação e do desenvolvimento. Assim, sugere-se também que se potencie curiosidade nesta área, de forma a dar continuidade a estes assentamentos alternativos e que, por sua vez, se desenvolvam melhores práticas e visões mais integradas dos mesmos. Uma viragem do estilo de vida actual parece já ter começado. AGRADECIMENTOS Quero agradecer à minha família, ONG Engenharia para o Desenvolvimento e Assistência Humanitária, da qual faço parte, e a todas as pessoas que me apoiaram e incentivaram à realização deste artigo, um sincero obrigado. REFERÊNCIAS BISSOLOTTI1, P. M. A.; OLIVEIRA, R.; SANTIAGO, A. G. (2006) - Sustainability Evaluation in Ecovillages; COMMUNICATION FROM THE COMMISSION TO THE COUNCIL, THE EUROPEAN PARLIAMENT, THE EUROPEAN ECONOMIC AND SOCIAL COMMITTEE AND THE COMMITTEE OF THE REGIONS. (2007) - Limiting Global Climate Change to 2 degrees Celsius The way ahead for 2020 and beyond; COUNCIL OF THE EUROPEAN UNION, GENERAL SECRETARIAT. (2006) - Review of the EU Sustainable Development Strategy (EU SDS): Renewed Strategy; EUROPEAN COMMISSION, EUROSTAT. (2007) - Energy, transport and environment indicators; EUROPEAN ENVIRONMENT AGENCY, EEA. (2007) - Europe's environment: the fourth assessment; EUROPEAN ENVIRONMENT AGENCY, EEA. FINDHORN FOUNDATION. GLOBAL ECOVILLAGE NETWORK, GEN. GAIA TRUST. HILDSUR, J.; KAREN, S. (2002) - Ecovillage Living: Restoring the Earth and Her People; INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE, IPCC (2007) - Climate Change 2007: Summary for Policymakers; REES, W.; TESTEMALE, E. P.; WACKERNAGEL, M. (1996) - Our Ecological Footprint: Reducing Human Impact on Earth; UNITED NATIONS DEVELOPMENT PROGRAM, UNDP (2007) - Human Development Report 2007/2008, Fighting Climate Change: Human solidarity in a divided world; UNITED NATIONS FRAMEWORK CONVENTION ON CLIMATE CHANGE, UNFCCC. UNITED NATIONS EDUCATIONAL, SCIENTIFIC AND CULTURAL ORGANIZATION, UNESCO. WORLD BANK. (2007) - World Development Indicators 2007; WORLDWATCH INSTITUTE. (2008) - State Of The World 2008: Innovations for a Sustainable Economy;

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