DIFERENTES PROGRAMAS DE MANEJO DE PRAGAS, DOENÇAS E PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA (Zea mays L.), NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO.

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1 DIFERENTES PROGRAMAS DE MANEJO DE PRAGAS, DOENÇAS E PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA (Zea mays L.), NA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO. Marco Aurélio de Oliveira Fagotti 1, Luiz Francisco Weber 2 1. Introdução A cultura do milho safrinha foi bastante difundida nos últimos anos, tornandose tão importante quanto à safra normal. Dentre os fatores que interferem na produtividade do milho safrinha, o ataque de pragas e doenças, são mais importantes, seguido pela presença de plantas daninhas. A disponibilidade hídrica, fertilidade do solo, população de plantas, sistema de cultivo, potencial produtivo do híbrido e manejo de plantas daninhas, pragas e doenças, são fatores que influenciam o rendimento da cultura do milho (Sandini & Fancelli, 2000; Fancelli & Dourado-Neto, 2003). O objetivo deste trabalho foi estudar o melhor manejo de pragas, doenças e plantas daninhas, através do uso de programas de controle na cultura de milho safrinha na região do Triângulo Mineiro. 1 Agrônomo de Desenvolvimento Técnico-Bayer CropScience, rua Domingos Jorge, 1100, CEP: , São Paulo-SP, 2 Gerente de Desenvolvimento Inseticidas-Bayer CropScience, rua Domingos Jorge, 1100, CEP: , São Paulo-SP, 347

2 2. Material e Métodos O experimento foi conduzido no Município de Uberlândia/MG, na Estação Experimental da Agroteste, que está localizada a 21º12 58 latitude Sul e 45º03 18 longitude Oeste, a 900 metros de altitude, durante no período de 03/03/2009 a 27/07/2009, utilizando-se o híbrido AG 7000, semeado em espaçamento de 0,80 m entre linhas, com 4,8 sementes m -1, objetivando-se uma população final de 60 mil plantas ha -1. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados (DBC) com (5) tratamentos e (5) repetições. Cada parcela foi constituída de (6) linhas de cultivo, espaçadas de 0,8m entre si, com 10,0m de comprimento (4,80 m x 10,0 m), com uma área total de 48 m 2. Como parcela útil, foi considerada 04 linhas centrais por 08 metros de comprimento, em um total 25,6 m 2 (3,2 m x 8 m). Os tratamentos com os inseticidas, herbicidas e fungicidas utilizados no experimento, assim como suas doses comerciais/ha, encontram-se na Tabela 1. O experimento teve início no dia 03/03/2009, com as sementes do híbrido AG 7000 tratadas com os inseticidas (aplicação - A) e semeadas após a secagem das mesmas. As aplicações dos inseticidas foliares foram realizadas nos dias 23/03/09 e 03/04/09 (aplicações B e C), herbicidas no dia 23/03/09 (aplicação - B) e os fungicidas nos dias 28/04/09 e 13/05/09 (aplicações D e E). As aplicações foram utilizadas com pulverizador costal pressurizado com CO 2, com vazão de 200L de calda ha -1. As avaliações realizadas estão inseridas nas tabelas como sendo: a) Tabela 2: emergência aos 10/03/09, 01 dia após emergência (1 DAE) e 16/03/09, 07 dias após emergência (7 DAE), contando-se o número de plantas emergidas em 32 metros lineares; b) Tabela 3: porcentagem de plantas raspadas por lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda L.), realizadas nos dias 21/03/09 (18 DAA), 31/03/09 (8 DAB) e 15/04/09 (12 DAC); c) Tabela 4: porcentagem de controle de plantas daninhas, aos 31/03/09 (8 DAB) e 15/04/09 (23 DAB); d) Tabela 5: porcentagem de infecção de Ferrugem Branca (Physopella zeae), Helmintosporiose (Helminthosporium spp) e Mancha Branca (Phaeosphaeria maydis), avaliados em 15/06/09 (33 DAE); e) Tabela 6: Avaliação de colheita, com peso de grãos e porcentagem relativa sobre o tratamento testemunha, realizada em 27/07/09. Para a análise estatística, os dados originais foram transformados foram transformados em raiz quadrada de (X + 0,5) utilizando-se o Teste F para análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. 348

3 TABELA 1., dosagens, concentrações, formulações e época de aplicações dos produtos usados no experimento. Uberlândia-MG, Inseticidas TS: L,Kg Conc. ml - g L -1 Form. 1. Testemunha CropStar 0,3 600 FS A 3. Thiametoxam 0, FS A 4. Fipronil 0, FS A 5. Carbofuran 0, TS A Inseticidas: 1. Testemunha Certero + Larvin 0,08+0, SC-WG BC 3. Lufenuron + Profenofos 0,3 550 CE BC 4. Teflubenzuron 0, SC B Aplc (2) 4.Alfacipermetrina +Teflubenzuron 0, SC C 5. Novaluron+Cipermetrina 0,15+0, CE-CE BC Herbicidas: 1. Testemunha Soberan+Atrazina+Aureo 0,24+2,0+1, SC- SC-CE B 3. Mesotrione+Atrazina 0,125+2, SC-SC B 4. Nicosulfuron+Atrazina 0,4+3, SC-SC B 5. Nicosulfuron + Atrazine 0,4+3, SC-SC B Fungicidas: 1. Testemunha Nativo + Áureo 0,6+0, SC-CE DE 3.Cyproconazole+Azoxixtrobin+O M 4.Epoxiconazole+ Pyraclostrobin+OM 0,3+0, SC-CE DE 0,75+0, SE-XL DE 5. Propiconazole 0, CE DE (1) Dose do produto comercial; (2) Datas das aplicações: A - (03-Mar), B - (23-Mar), C - (03-Abr), D - (28-Abr) e E (13-Mai) 349

4 TABELA 2. Número de plântulas de milho (estande) em 32 metros lineares, submetidas ao tratamento de sementes com inseticidas. Uberlândia, MG, L.p.c Avaliação feita aos: 1 DAE (2) 7 DAE (2) Média Média 1. Testemunha c 143 b 2. CropStar 0,3 119 d 144 a 3. Thiametoxam 0, a 143 b 4. Fipronil 0, b 140 c 5. Carbofuran 0, c 138 d CV (%) (3) -- 0,05 (1) Mililitros de produto comercial para 60 mil sementes/ha; (2) Dias após a emergência das plântulas; (3) Coeficiente de variação. TABELA 3. Porcentagem de plantas raspadas por danos de lagarta do cartucho do milho (S. frugiperda), submetidas ao tratamento de sementes, seguido de pulverizações com inseticidas. Uberlândia, MG, L,kg.p.c 18 DAA (2) Avaliação feita aos: 8 DAB (3) 12 DAC (4) Média Média Média Testemunha ,0 a 60,3 a 34,5 a CropStar 0,3 Certero + Larvin 0, ,0 c 8,5 d 13,8 b Thiametoxam 0,12 Lufenuron + Profenofos 0,3 79,8 b 22,0 c 16,3 b 0,05 0,15 87,8 ab 22,8 c 25,8 ab 0,18 Fipronil Teflubenzuron Alfacipermetrina+Teflubenzuron Carbofuran Novaluron+Cipermetrina 0,45 0,15+0,06 93,0 ab 39,5 b 22,8 ab CV (%) (5) 8,56 13,19 23,86 (1) Mililitros de produto comercial L, kg/ha; (2) Dias após a aplicação A; (3) Dias após a aplicação B ; (4) Dias após a aplicação C; (5) Coeficiente de variação. 350

5 TABELA 4. Porcentagem de controle de Brachiaria ruziziensis, Bidens pilosa e Leonurus sibiricus, com o uso dos herbicidas. Uberlândia, MG, L,kg.p.c Avaliação feita aos: B. ruziziensis B. pilosa l. sibiricus DAB 2) 23 DAB 2) DAB (2) DAB (2) DAB 2) DAB 2) Soberan + Atrazina + Áureo 0,24+2,0+1,0 98,3 a 100 a 100 a 100 a 100 a 100 a Mesotrione + Atrazina 0,125+2,0 90,0 b 85,8 b 100 a 100 a 100 a 100 a Nicosulfuron + Atrazina 0,4+3,0 86,5 c 88,3 b 98,8 a 98,5 b 98,5 b 98,5 b Nicosulfuron + Atrazina 0,4+3,0 85,0 c 90,0 b 99,0 a 97,8 b 98,0 b 99,0 ab CV (%) (3) 2,82 3,2 1,66 1,05 1,61 0,78 (1) Mililitros de produto comercial L/ha; (2) Dias após a aplicação B; (3) Coeficiente de variação. 351

6 TABELA 5. Porcentagem de infecção de Ferrugem Branca (Physopella zeae), Helmintosporiose (Helminthosporium spp) e Mancha Branca (Phaeosphaeria maydis) na cultura do milho safrinha.uberlândia, MG, L, p.c Avaliações 33 DAE (1) P. zeae H. spp P. maydis Testemunha 29,5 a 24,3 a 19,0 a Nativo + Aureo 0,6+0,6 2,8 b 2,0 b 9,0 bc Azoxystrobin+ Cyproconazole + OM 0,3+0,6 3,3 b 5,3 b 7,5 bc Epoxiconazole+ Pyraclostrobin + OM 0,75+0,5 2,8 b 2,0 b 7,3 c 5. Propiconazole 0,75 3,5 b 5,3 b 12,3 b CV (%) (3) 38,7 27,4 19,93 (1) Mililitros de produto comercial L/ha; (2) Dias após a aplicação E (13/05/09); (3) Coeficiente de variação. TABELA 6. Dados referentes a peso de grãos e porcentagem relativa sobre o tratamento testemunha na cultura do milho safrinha.uberlândia, MG, Portifólio Kg/ha (%) relativa Testemunha ,5 b 100 Programa Bayer CS Inset., Herb. e Fung 6482,0 a 165,9 Programa Empresa A Inset., Herb. e Fung 5739,7 ab 146,9 Programa Empresa B Inset., Herb. e Fung 6324,5 a 161,9 Programa Empresa C Inset., Herb. e Fung 6045,2 a 154,7 CV (%) (1) 14,81 -- (1) Coeficiente de variação. 352

7 3. Resultados e Discussão Os resultados apresentados mostram que os tratamentos não interferiram na emergência da cultura (Tabela 2). Na avaliação aos 18 DAA, para porcentagem de plantas raspadas por lagarta do cartucho (S. frugiperda), apenas CropStar houve redução do ataque da praga na fase inicial, que se estendeu até as próximas avaliações aos 08 DAB e 12 DAC, após a complementação dos inseticidas em pulverizações (Tabela 3). Para avaliação de plantas daninhas realizadas aos 08 e 23 DAB, o tratamento com Soberan + Atrazina + Aureo, foi o que melhor controlou a B. ruziziensis, e para as demais plantas daninhas de folhas largas, (B. pilosa e l. sibiricus), todos os tratamentos tiveram um excelente controle, com destaque para os tratamentos 1 e 2 com 100% de eficácia (Tabela 4). Para o controle de doenças, Ferrugem Branca (Physopella zeae), Helmintosporiose (Helminthosporium spp) e Mancha Branca (Phaeosphaeria maydis), todos os tratamentos reduziram a incidência das doenças, com destaque para os tratamentos 4 e 2, que tiveram melhor controle para o complexo de doenças avaliadas (Tabela 5). Para avaliação de rendimento de grãos (Tabela 6), todos os tratamentos tiveram um incremento na produção, variando de 46,9 a 65,9% em relação à testemunha. 4. Conclusões Diante dos resultados obtidos, conclui-se que todos os programas de controle com inseticidas, fungicidas e herbicidas, tiveram um excelente controle de pragas, doenças e plantas daninhas, respectivamente, promovendo um aumento na produção da cultura de milho safrinha, viabilizando assim o uso de um programa de controle que venha proteger todas as fases do ciclo da cultura. 5. Referências bibliográficas SANDINI, I.E. & FANCELLI, A.L. Milho: estratégias de manejo para a região sul. Guarapuava: Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária p. FANCELLI, A.L. & DOURADO-NETO, D. Milho: estratégias de manejo para alta produtividade. Piracicaba. ESALQ/USP p. 353

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