Espaçamento alternado e controle de crescimento do feijoeiro com aplicação do fungicida propiconazol

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1 Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 9., 2012, Belo Horizonte Espaçamento alternado e controle de crescimento do feijoeiro com aplicação do fungicida propiconazol Júnio Oliveira Ferreira (1), Cícero Monti Teixeira (2), Messias José Bastos de Andrade (3) (1) Bolsista PIBIC FAPEMIG/EPAMIG, Uberaba, (2) Pesquisador/Bolsista BIP FAPEMIG/EPAMIG - Uberaba, (3) Professor Associado III/Bolsista CNPq/UFLA - Lavras, INTRODUÇÃO Tem sido divulgada uma tecnologia de controle de crescimento do feijoeiro utilizando o fungicida propiconazol, aplicado na fase inicial. A hipótese baseia-se em efeito fitotóxico, que reduz crescimento apical, aumenta a ramificação e, consequentemente, o número de vagens por planta, com aumento no rendimento de grãos. Outra opção é o espaçamento alternado, com linhas de 0,40/0,60 m, que resultam no mesmo número de metros lineares por hectare do convencional (0,50 m). Tal espaçamento possibilitaria uma maior intensidade de luz nas folhas mais baixas, proporcionando aumento na fotossíntese líquida e, consequentemente, no enchimento de grãos. Tais técnicas poderiam resultar em maior demanda pelo controle de plantas daninhas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a cobertura do solo pela cultura, a infestação por plantas daninhas, o número de hastes por planta, os componentes de produção e o rendimento de grãos, sob diferentes espaçamentos, épocas de aplicação e doses de propiconazol. MATERIAL E MÉTODO O experimento foi conduzido no município de Ibiá, MG, na Fazenda São José, em área de produção irrigada sob pivô central. A análise química do solo amostrado de 0 a 20 cm resultou em ph de 6,0; 0,0 cmol c /dm 3 de Al; 24,8 mg/dm 3 de P; 119 mg/dm 3 de K; 2,8 cmol c /dm 3 de Ca; 0,9 cmol c /dm 3 de Mg; 3,1 cmol c /dm 3 de H + Al; e 3,0 dag/kg de matéria orgânica (MO). Após a dessecação com a aplicação do herbicida glifosato (1,44 kg/ha do ingrediente

2 EPAMIG. Resumos expandidos 2 ativo) foi realizada semeadura da cultivar BRS Pérola, com duas semeadoras adubadoras de plantio direto (reguladas a 0,50 e 0,40/0,60 m), no dia 3 de maio de Foram utilizados 450 kg/ha do fertilizante NPK O controle de pragas, doenças e plantas daninhas foi realizado de acordo com o sistema adotado pelo produtor. Realizaram-se duas adubações foliares, aos 25 e 35 dias após a emergência (DAE), totalizando 120 g/ha de Mo, 12 g/ha de Co, 350 g/ha de Mn, 240 g/ha de B, 600 g/ha de Ca e 140 g/ha de Mg. As adubações de cobertura foram feitas aos 15 DAE, aplicando-se 33 kg/ha de N (fonte nitrato de amônio) e 29 kg/ha de K 2 O (fonte cloreto de potássio). O delineamento experimental foi de blocos casualizados, com três repetições, em esquema de parcelas subdivididas. As parcelas foram constituídas pelos espaçamentos (0,50 e 0,40/0,60 m). As subparcelas foram constituídas por um fatorial (2 x 3) + 1, representado por duas épocas de aplicação de propiconazol (4 e 6 trifólios); três doses do produto (200, 400 e 600 ml/ha, correspondendo a 50, 100 e 150 g/ha do ingrediente ativo); mais um tratamento adicional (testemunha sem aplicação). As aplicações foram realizadas com pulverizador costal pressurizado a CO 2, com volume de calda equivalente a 250 L/ha. As subparcelas constaram de quatro linhas de 6,0 m de comprimento, sendo a área útil constituída pelas duas linhas centrais, eliminando-se 1,0 m em cada extremidade (4 m 2 ). No florescimento, determinou-se a cobertura do solo pela cultura, utilizando escala de notas de 1 a 5, com base nas parcelas menos e mais cobertas do ensaio, respectivamente; e a infestação de plantas daninhas, utilizando escala de notas de 1 a 9, com base na parcela sem plantas daninhas e a mais infestada, respectivamente. Na colheita, determinou-se o estande final, contando-se as plantas da área útil e transformando para plantas por hectare; o número médio de hastes e de vagens por planta e de grãos por vagem de dez plantas, coletadas ao acaso; a massa de cem grãos, pesando 300 grãos divididos por três; e o rendimento de grãos, transformando a produção da parcela para quilo por hectare. Nas duas últimas variáveis foi determinada a umidade, corrigindo os valores para 13%. Os dados de cobertura do solo e de infestação por plantas daninhas foram transformados para raiz quadrada de X + 1. Os efeitos dos

3 Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 9., 2012, Belo Horizonte 3 espaçamentos e das épocas de aplicação foram estudados pelo teste de F, a 5% de probabilidade. Os tratamentos adicionais foram comparados com tratamentos do fatorial, por meio de contrastes ortogonais, visando verificar efeitos da aplicação de propiconazol, em cada espaçamento. RESULTADOS E DISCUSSÃO As análises de variância revelaram efeito significativo de época de aplicação para o número de hastes por planta e de blocos para número de grãos por vagem. A aplicação de propiconazol com quatro trifólios proporcionou maior número de hastes por planta, comparado à aplicação com seis trifólios (Tabela 1), o que pode estar associado à redução do crescimento apical. Os contrastes de médias entre os tratamentos adicionais, sem aplicação de propiconazol, em cada espaçamento, com os respectivos espaçamentos em diferentes doses e épocas de aplicação, revelaram diferenças significativas no espaçamento simples (0,50 m) apenas para estande final, na dose de 400 ml/ha, aplicada com seis trifólios; no espaçamento alternado (0,40/0,60 m), para incidência de plantas daninhas, na dose de 200 ml/ha, aplicada com quatro trifólios; para cobertura do solo pela cultura e incidência de plantas daninhas, na dose de 400 ml/ha, aplicada com seis trifólios; e para vagens por planta, na dose de 200 ml/ha, aplicada com quatro trifólios. A cobertura do solo pela cultura foi reduzida com aplicação de 400 ml/ha de propiconazol, com seis trifólios, no espaçamento alternado (0,40/0,60 m), comparado à testemunha. Tal resultado confirma a possibilidade de maior incidência de luz nas partes baixas das plantas, associando-se aplicação de propiconazol e espaçamento alternado (Tabela 2). No mesmo contraste também foi observada redução na incidência de plantas daninhas (Tabela 2), o que pode estar associado ao fato de a aplicação de propiconazol com seis trifólios ter sido realizada oito dias após a última aplicação de herbicida, possibilitando associar a redução na incidência à toxidez do fungicida em plântulas recém-emergidas. O mesmo foi observado contrastando-se a testemunha com a aplicação de 200 ml/ha de propiconazol, com quatro trifólios (Tabela 3).

4 EPAMIG. Resumos expandidos 4 O estande final foi menor com aplicação de propiconazol, na dose de 400 ml/ha, com seis trifólios, comparado à testemunha, com redução de mais de 20 mil plantas por hectare (Tabela 3). A aplicação de propiconazol com quatro trifólios, na dose de 200 ml/ha, no espaçamento alternado (0,60/0,40 m), proporcionou aumento no número de vagens por planta de, aproximadamente, 33%, passando de pouco mais de 18, sem aplicação, para mais de 24 vagens por planta (Tabela 4). Porém, tal incremento não culminou com aumento de produtividade, conforme puderam observar Lima et al. (2011), em Brasília, DF, onde a aplicação com quatro trifólios de 400 ml/ha de propiconazol proporcionou incremento de 31% no rendimento de grãos, passando de kg/ha, sem aplicação, para kg/ha. No entanto, estes autores não observaram diferença significativa em ensaio realizado em Santo Antônio de Goiás, GO, sendo ambos no cultivo de inverno. CONCLUSÃO A aplicação de propiconazol com quatro trifólios proporcionou número de hastes por planta superior à aplicação com seis trifólios. A dose de propiconazol de 200 ml/ha, aplicada com quatro trifólios, reduziu a incidência de plantas daninhas e aumentou o número de vagens por planta. A dose de 400 ml/ha de propiconazol, aplicada com seis trifólios reduziu a cobertura do solo pela cultura, a incidência de plantas daninhas e o estande final. AGRADECIMENTO À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), pelas bolsas concedidas. REFERÊNCIA LIMA, D.A.P. et al. Manejo de nitrogênio associado ao uso de redutor de crescimento vegetativo no feijoeiro. In: CONGRESSO NACIONAL DE PESQUISA DE FEIJÃO, 10., 2011, Goiânia. Anais... Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, CD-ROM.

5 Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 9., 2012, Belo Horizonte 5 Tabela 1 - Número de hastes por planta do feijoeiro, cultivar BRS Pérola, com aplicação de propiconazol com quatro e seis trifólios - Ibiá, MG, 2011 Época de aplicação Hastes por planta 4 trifólios 4,04 a 6 trifólios 3,54 b NOTA: Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si pelo teste de F, a 5% de probabilidade. Tabela 2 - Efeito da aplicação de propiconazol na cobertura do solo e na incidência de plantas daninhas em diferentes épocas no feijoeiro, cultivar BRS Pérola - Ibiá, MG, 2011 Cobertura do solo Incidência de plantas daninhas Testemunha (s/ aplicação) 4,0 a 6,8 a Dose trifólios 3,9 a 3,3 b Dose trifólios 2,8 b 3,8 b NOTA: Médias seguidas de mesma letra, dentro de cada contraste, não diferem entre si pelo teste de F, a 5% de significância. Espaçamento alterado (0,40/0,60 m); Cobertura do solo (escala 1 a 5); Incidência de plantas daninhas (escala de 1 a 9). Tabela 3 - Efeito da aplicação de propiconazol no estande final no feijoeiro, cultivar BRS Pérola - Ibiá, MG, 2011 Testemunha (s/ aplicação) Dose 400 (ml/ha) 6 trifólios Estande final (planta/ha) a b NOTA: Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si pelo teste de F, a 5% de significância; Espaçamento convencional (0,50 m). Tabela 4 - Efeito da aplicação de propiconazol no número de vagens por planta no feijoeiro, cultivar BRS Pérola - Ibiá, MG, 2011 Dose 200 (ml/ha) 4 trifólios Testemunha (s/aplicação) Vagens/planta (n o ) 24,6 a 18,1 b NOTA: Médias seguidas de mesma letra, não diferem entre si pelo teste de F, a 5% de significância; Espaçamento alternado (0,40/0,60 m).

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