Ações ABESCO e ANEEL para Fortalecimento do Mercado de Eficiência Energética. Reive Barros dos Santos Diretor

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1 Ações ABESCO e ANEEL para Fortalecimento do Mercado de Eficiência Energética Reive Barros dos Santos Diretor São Paulo - SP 26 de agosto de 2015

2 Missão Proporcionar condições favoráveis para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade 2

3 Princípios de Gestão Simplificações de Processos Foco nos Resultados Inovação Tecnológica Gestão proativa e colaborativa Diálogo com agentes Transparência nos processos

4 Fórum de Debate sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída Realizado em 28 de maio de 2015 Sede da Aneel Participantes

5 Painel 1 Governo Necessidade de efetiva implantação do PNEf, publicado em Compatibilização entre EE e GD com a expansão da oferta é fundamental. Necessidade de articulação entre as instituições para cumprir as metas definidas no PNEf. Benefícios do Selo Procel para Edificações e necessidade de sua articulação com outros programas. Desafio: Convergência de interesses na regulação de EE e GD. Insuficiência dos recursos de EE (Lei nº 9.991/2010) Sustentabilidade das ações depende de outros recursos.

6 Painel 2 - Associações e Agências de Cooperação Potencial de economia de energia com ações de EE. Necessidade de: implantação do PNEf; melhor alocação dos recursos de EE, desacoplamento tarifário dos recursos destinados à EE, linhas de financiamento e garantias, redução de carga tributária e estímulo à GD. Forma de valoração da energia com origem em GD. Impacto da redução de mercado decorrente de EE sobre a receita das distribuidoras. Casos da Alemanha: transição energética nuclear renováveis; experiência da tariif-in no mercado Alemão. Desacoplamento tarifário; Criação de prêmios e penas para o atingimento de metas de EE; Necessidade de linhas de financiamento com garantias pelos usuários / distribuidoras.

7 Painel 3 - Financiamento Financiamentos para EE ainda são pouco expressivos. Prioridade de financiamento subsidiado é dada para setores produtivos estratégicos - Importância de estender o conceito de setor estratégico às ações de EE. Experiência no uso de tecnologias eficientes em projetos financiados, como por exemplo, a instalação de aquecimento solar no programa minha casa minha vida. EE na Alemanha é política prioritária de governo, tendo havido subsídios na fase de amadurecimento do mercado. EE na Alemanha 400 mil postos de trabalho Simplicidade nos projetos, comunicação e marketing ajudam na disseminação da cultura da EE nos diversos segmentos.

8 Painel 4 Projetos implantados Necessidade de agilizar certificação de lâmpadas LED pelo Inmetro e conscientizar o consumidor a não olhar só o preço. Projetos de EE realizado: Centro Administrativo do GDF Selo A do Procel Edificações. Projetos de EE realizados: Arena Pituaçu, Arena Pernambuco, USF Noronha I - retornos energético, financeiro (cerca de R$ 1 milhão/ano) e de capacitação tecnológica. Necessário avaliar o desempenho de políticas associadas à EE e de ações visando tornar o mercado de EE sustentável. Recursos atuais devem ser mantidos, porém é pertinente rever alocação de 60% do PEE/ANEEL para baixa renda. EE precisa desenvolver tecnologias nacionais de equipamentos e insumos. Capacitação será o grande diferencial para o salto tecnológico na indústria de EE.

9 PDE 2023: Modelo de projeção da demanda de energia

10 PDE 2023: Projeção da conservação de energia elétrica por setor Industrial (inclui setor energético) Transporte Serviços Residencial (urbano e rural) Agropecuário * Valores em GWh

11 PDE 2023: Evolução da Energia Conservada x Energia Consumida ,72% ,28% 3,89% Consumo potencial, sem conservação: GWh ,11% 6,50% PDE prevê cerca de 900% de aumento no percentual de energia conservada! Consumo potencial, sem conservação: GWh 93,50% Consumo potencial, sem conservação: GWh

12 Propostas Painel 1: Governo Implementação do Plano Nacional de Eficiência Energética. Desenvolvimento de mecanismos de leilões de EE. Concepção de modelo/estrutura para certificação de projetos de EE. Manutenção e reformulação do Procel / Eletrobrás PL nº 3.672/2012.

13 Propostas Painel 1: Governo Revisão da Resolução Normativa nº 482/2012, relativa à GD. Realização de Chamada de Projeto Prioritário de EE voltado à inserção de fontes incentivadas. Alterações no Decreto nº 5.163/2004, para incentivar a contratação de GD pelas distribuidoras. Redução da incidência de impostos sobre os equipamentos utilizados nas ações de EE e GD.

14 Propostas Painel 2: Associações e agências de cooperação Tarifação horária: Análise do impacto da aplicação da Tarifa Branca. Desacoplamento das tarifas: Estudo de impactos e viabilidade. Garantias de empréstimos: Avaliar uso de recebíveis das distribuidoras envolvidas.

15 Propostas Painel 2: Associações e agências de cooperação Micro e minigeração distribuída: considerar o custo real da energia, sem encargos e custos de transmissão e distribuição. Criação de metas de conservação de energia para as distribuidoras. Avaliação sobre o uso da fatura de energia para o pagamento de empréstimos relativos à equipamentos de EE e GD.

16 Propostas Painel 3: Investimentos Incentivo Regulatório à GD revisão do cálculo de indicadores de qualidade e formas de compensação da energia gerada. Acelerar certificação de novas tecnologias de EE e GD para reduzir custos. Campanhas de incentivo e conscientização para EE e GD. Criação de linhas de financiamento especiais para equipamentos de EE e GD.

17 Propostas Painel 4: Projetos Implantados Inovar em ações de aplicação da EE, indo além de sistemas de iluminação e ar-condicionado. Gerenciamento do consumo e uso racional da eletricidade. Consideração dos impactos da inserção de veículos elétricos e sua contribuição para EE.

18 Agenda 2015/2016 Fórum Eficiência Energética e Geração Distribuída Plano de Ação Participantes 18

19 Reive Barros dos Santos Diretor SGAN Quadra 603 Módulo I e J Brasília DF Telefone: Ouvidoria Setorial - 167

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