UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ADRIANA HOCHSTEIN EDSON SPERAFICO CARNEIRO LUCIÉLI KRÜGER STAUDT PROCEDIMENTOS PARA DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS ESTUDO DE CASO PONTA GROSSA PR 2005

2 ADRIANA HCHSTEIN EDSON ESPERAFICO CARNEIRO LUCIÉLI KRÜGER STAUDT PROCEDIMENTOS PARA DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS ESTUDO DE CASO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de especialização, à Universidade Estadual de Ponta Grossa na Área de Engenharia de Segurança do Trabalho. Orientador: Prof. Dr. Alceu Gomes de Andrade Filho PONTA GROSSA PR 2005

3 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO PROCEDIMENTOS PARA DESTINAÇÃO FINAL DE MEBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS ESTUDO DE CASO Trabalho de Conclusão de Curso submetido à Universidade Estadual de Ponta Grossa para obtenção do título de Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho Departamento de Engenharia Civil ADRIANA HOCHSTEIN EDSON SPERAFICO CARNEIRO LUCIÉLI KRÜGER STAUDT Prof. Carlos Luciano Sant Ana Vargas, D.Eng. Coordenador do EngSeg2004 BANCA EXAMINADORA: Prof. Alceu Gomes de Andrade Filho,Dr. Orientador Prof. Altair Justino, Dr. Prof. Marcos Rogério Széliga,Dr. Membros Ponta Grossa, agosto de 2005

4 DEDICATÓRIA Dedicamos esse trabalho ao Engº Agrº Gilson Viero, responsável pela ACODEVALI, pelo auxílio e informações concedidas à esse estudo de caso.

5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 1 OBJETIVOS Geral Específicos REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Embalagem vazia de agrotóxico Destinação final de embalagem não lavada Procedimento NBR Definições Unidades de recebimento das embalagens Identificação das embalagens na indústria Proteção e capacitação dos operadores Armazenamento das embalagens na propriedade rural Localização das unidades de recebimento Encaminhamento das embalagens da propriedade rural para uma unidade de recebimento Recebimento das embalagens Inspeção das embalagens Controle da movimentação das embalagens Preparação das embalagens Transporte das embalagens Destinação final das embalagens Embalagens laváveis Procedimentos para preparo e movimentação das embalagens Armazenamento na propriedade rural Transporte da embalagens lavadas da propriedade rural para a unidade de recebimento Responsabilidades dos usuários Lei Federal de 06 de janeiro de Decreto nº de 04 de janeiro de Comentários à NR 6 Equipamentos de proteção individual Comentários à NR 15 Anexo METODOLOGIA... 31

6 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Operações da unidade de recebimento ACODEVALI Local de origem e quantidades recebidas de embalagens em Equipamentos de proteção Insalubridade e grau de risco da atividade PPRA e exames médicos periódicos Estrutura do PPRA Fluxograma do processo Distribuição dos setores Relação de riscos por setor Programa de controle médico de saúde ocupacional (PCMSO) Exames médicos Fichas de segurança Procedimento Plano de ação preventiva e controle de acidentes Locais de reciclagem e incineração das embalagens CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS... 46

7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Logística de transporte das embalagens FIGURA 2 Fluxo logístico do transporte das embalagens FIGURA 3 ACODEVALI São Mateus do Sul/PR FIGURA 4 Embalagens de papelão prensadas FIGURA 5 Funcionário da ACODEVALI com EPIs FIGURA 6 Artigos provenientes da reciclagem... 41

8 RESUMO O presente trabalho tem como objetivo destacar a importância em fazer a destinação final correta para as embalagens vazias dos agrotóxicos, as maneiras corretas de manusear, transportar e armazenar as embalagens, visando a saúde dos empregados e preservação do meio ambiente. Trata-se de um estudo de caso realizado na Associação dos Comerciantes de Defensivos do Vale do Iguaçu (ACODEVALI), localizada à Rua Antonio Macuco, 3090, Bairro Paiol Grande, no município de São Mateus do sul Paraná. Observou-se, os procedimentos para destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos, o número de embalagens devolvidas, o local de origem e de destino desse material, formas de aproveitamento ou descarte das embalagens e os equipamentos de segurança utilizados pelos funcionários na unidade de recebimento. O estudo permitiu realizar constatações do grau de conscientização dos funcionários da associação, a respeito dos equipamentos de segurança e destinação final ambientalmente correta das embalagens utilizadas e se os procedimentos encontram-se de acordo com as normas previstas na legislação. Treinamento contínuo dos funcionários e atividades junto à comunidade em relação ao trabalho desenvolvido pela associação são sugestões para trabalhos futuros. Palavras chaves: Embalagens; Agrotóxicos; Destinação; Segurança.

9 INTRODUÇÃO 8 A destinação final correta para as embalagens vazias dos agrotóxicos é um procedimento complexo que requer a participação efetiva de todos os agentes envolvidos na fabricação, comercialização, utilização, licenciamento, fiscalização e monitoramento das atividades relacionadas com manuseio, transporte, armazenamento e processamento dessas embalagens. Considerando a grande diversificação de embalagens e de formulações de agrotóxicos com características físicas e composições químicas diversas e as exigências estabelecidas pela Lei Federal nº de 06 de junho de 2000 e decreto nº de 04 de janeiro de 2002, foi elaborado este trabalho para esclarecer os procedimentos mínimos e necessários à destinação final segura das embalagens vazias de agrotóxicos, com a preocupação de que os eventuais riscos decorrentes de sua manipulação sejam minimizados a níveis compatíveis com a proteção da saúde humana e do meio ambiente. Nos quatro primeiros meses de 2004, o inpev (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) atingiu a marca de toneladas de embalagens retiradas do meio ambiente, um crescimento de 208,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior (1.723 toneladas). Só em abril, foram recolhidos mais de toneladas. No acumulo de um ano, de abril de 2003 a abril de 2004, já foram devolvidos toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. A evolução está associada ao aumento da malha de recebimento dessas embalagens, que já superou o número de 230 Unidades, distribuídas entre Postos e Centrais (inpev Abril/2004). Foram devolvidas embalagens vazias de defensivos agrícolas nas Unidades de Recebimento do Brasil, nos meses de janeiro e fevereiro de 2005 índice 11,2% superior ao mesmo período de Nos últimos 12 meses (entre fevereiro de 2004 e janeiro de 2005) os volumes alcançaram a marca de toneladas de

10 embalagens corretamente destinadas para reciclagem ou incineração. Responsáveis pelos maiores índices de recolhimento do país, os estados do Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Goiás representam 67,2% do total devolvido no primeiro bimestre de 2005 (inpev Abril/2005). 9 Os agricultores do Paraná devolveram 544 toneladas de embalagens, número que representa 22,1% do recolhido no país, Mato Grosso atingiu a marca de 445 toneladas, ou seja, 18,1% do índice nacional, São Paulo destinou 342 toneladas, o que significa 13,9% do total recolhido. Goiás ficou em quarto lugar, com 323,8 toneladas que expressam 13,1% do total do País (inpev Fevereiro/2005). O estudo foi realizado na Associação dos Comerciantes de Defensivos do Vale do Iguaçu (ACODEVALI), no município de São Mateus do Sul e objetivou verificar se os procedimentos para destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos, bem como os procedimentos relacionados a segurança dos funcionários encontram-se de acordo com as normas previstas pela legislação, visando a saúde dos funcionários e a não contaminação do meio ambiente.

11 1 OBETIVO Geral Observar os procedimentos para destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos e os EPIs utilizados pelos funcionários. 1.2 Específico Verificar através de um estudo de caso realizado na ACODEVALI, Associação dos Comerciantes de Defensivos do Vale do Iguaçu, se os procedimentos para destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos bem como os procedimentos relacionados a segurança dos funcionários encontram-se de acordo com as normas previstas pela legislação, visando a saúde dos funcionários e a não contaminação do meio ambiente.

12 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Embalagem vazia de agrotóxico Destinação final de embalagem não lavada Procedimento NBR Esta norma estabelece os procedimentos para a correta e segura destinação final das embalagens de agrotóxicos vazias, não laváveis, não lavadas, mal lavadas, contaminadas ou não, rígidas ou flexíveis, que não se enquadrem na NBR Esta norma não se aplica às embalagens que acondicionam formulações contendo organismos vivos Definições Embalagem não lavável: Embalagens vazias que acondicionam formulações de agrotóxicos não miscíveis nem dispersíveis em água, ou não a utilizam como veículo de pulverização, e que não podem, portanto, ser lavadas conforme estabelecido na NBR Incluem-se nesta definição as embalagens flexíveis contaminadas e as embalagens secundárias não contaminadas, rígidas ou flexíveis. Embalagens não lavada: Embalagens vazias de agrotóxicos não laváveis e embalagens que, embora sejam laváveis, por terem contido formulações de agrotóxicos miscíveis ou dispersíveis em água, não foram adequadamente lavadas, conforme estabelecido na NBR Embalagem rígida: Embalagem confeccionada com material rígido compreendendo as embalagens metálicas, plásticas, de vidro, fibrolatas, de fibra aglomerada ou de outro material rígido. Embalagem flexível: Embalagens tais como sacos ou saquinhos plásticos, de papel, metalizadas, mistas ou de outro material flexível; embalagens montáveis compreendendo as caixas de papelão e os de cartolina; embalagens termomoldáveis.

13 Embalagem primária: Embalagens rígidas ou flexíveis que entram em contato direto com as formulações de agrotóxicos e como tal são enquadradas nas legislações e normas específicas para sua destinação. 12 Embalagem secundária: Embalagens rígidas ou flexíveis que acondicionam embalagens primárias, não entram em contato direto com as formulações de agrotóxicos sendo consideradas embalagens não contaminadas e não perigosas. Podendo ser enquadradas nos procedimentos de destinação final de embalagens lavadas, estabelecidos na NBR Unidades de recebimento das embalagens a) Postos de recebimentos: Locais que se restringem ao recebimento, registro, classificação quanto ao tipo de embalagem e armazenamento temporário de embalagens vazias de agrotóxicos e afins, que atendam aos usuários até a transferência das embalagens para uma central vinculada ou não, ou diretamente para a classificação final adequada. b) Centrais de recebimento: Locais de recebimento, registro, classificação quanto ao tipo de embalagem e armazenamento de embalagens vazias de agrotóxicos e afins, que atendam aos usuários e postos de recebimento e possuam equipamentos para redução de volume para acondicionamento, até a retirada das embalagens para a destinação final Identificação das embalagens na indústria As embalagens não laváveis devem conter um pictograma (anexo 1), caracterizando essa condição, no seu rótulo ou na própria embalagem, quando industrialmente viável, excluindo-se as embalagens secundárias, sendo a sua inclusão facultativa na respectiva bula. Na impossibilidade de constar o pictograma no rótulo ou na própria embalagem, deve-se consultar o órgão federal competente Proteção e capacitação dos operadores Para exercer qualquer atividade que impliquem o manuseio de embalagens vazias de agrotóxicos, os operadores devem receber treinamento e capacitação

14 necessários e utilizar os equipamentos de proteção individual adequados a cada tipo de atividade. O monitoramento biológico dos funcionários das unidades de recebimento deve ser realizado periodicamente Armazenamento das embalagens na propriedade rural a) As embalagens rígidas primárias contaminadas não lavadas e as portadoras do pictograma de embalagem não lavável devem ser armazenadas conforme itens f e g, na propriedade rural, íntegras, tampadas e sem vazamento até a devolução às unidades de recebimento de embalagens. b) As embalagens flexíveis primárias contaminadas devem ser acondicionadas em embalagens padronizadas (como sacos plásticos transparentes, caixas coletivas de papelão ou outras), todas devidamente lacradas e identificadas, que podem ser encontradas nos canais de comercialização de agrotóxicos, armazenadas na propriedade rural, conforme item f e g, até a devolução às unidades de recebimento de embalagens. c) As embalagens secundárias não contaminadas, rígidas ou flexíveis, devem ser armazenadas separadas das embalagens contaminadas no mesmo galpão. d) As caixas coletivas de papelão podem acondicionar as embalagens rígidas primárias originais, lavadas ou não, desde que sejam intactas, completamente esgotadas, adequadamente tampadas e sem sinais visíveis de contaminação externa. e) As embalagens secundárias rígidas ou flexíveis, se contaminadas, deve, seguir os mesmos procedimentos para a destinação das embalagens primárias contaminadas. f) Todas as embalagens contaminadas devem ser armazenadas em local isolado, identificado com placas de advertência, ao abrigo das interpéries, ventilado, fechado e de acesso restrito. g) O armazenamento pode ser feito no próprio depósito das embalagens cheias, desde que devidamente identificadas e separadas das embalagens não contaminadas.

15 2.1.6 Localização das unidades de recebimento As unidades de recebimento podem ser implantadas em municípios de atividade agrícola geradora de massa de embalagens vazias que justifiquem a sua localização. Devem ser instaladas em zona rural ou em zona industrial não urbana. Devem obter, junto à prefeitura municipal, certidão declarando que o local e o tipo de empreendimento ou atividade estão em conformidade com a legislação aplicável ao uso e ocupação do solo. O terreno onde serão construídas deve ser plano: se não for viável, deve ser implantado na área um sistema de controle de águas pluviais e de erosão do solo. A área escolhida para a construção de unidade de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, posto ou central deve: 14 a) estar distante de corpos hídricos, tais como lagos, rios, nascentes, pontos de captação de água etc., de modo a reduzir os riscos de contaminação em casos de eventuais acidentes. b) estar distantes de concentrações residências, abrigos de animais domésticos (estábulos, pocilgas, aviários, galinheiros) e de depósitos de alimentos, de forma que os mesmos não sejam contaminados em casos de eventuais acidentes; c) estar distante num raio no mínimo 500 metros de unidades de preservação ou de áreas de proteção ambiental (Resolução CONOMA 334/2003); d) estar em pontos não sujeitos a inundações; e) ter fácil acesso a qualquer tempo; f) impedir acesso a crianças, animais e pessoas não autorizadas; g) dispor de área suficientemente ampla para movimentação dos veículos transportadores das embalagens.

16 Encaminhamento das embalagens da propriedade rural para uma unidade de recebimento As embalagens rígidas primárias contaminadas não lavadas, as que portarem o pictograma de embalagem não lavável e as embalagens flexíveis primárias contaminadas cuidadosamente acondicionadas em embalagens padronizadas devidamente identificadas e lacradas somente podem ser encaminhadas a uma unidade de recebimento que esteja devidamente autorizada pelo órgão competente e equipada para recebê-la e manuseá-las com segurança. As embalagens secundárias, rígidas, não contaminadas, podem ser encaminhadas aos postos ou centrais de recebimento para seguirem os procedimentos de destinação final Recebimento das embalagens As unidades de recebimento devem receber somente embalagens vazias de agrotóxicos e aquelas que, eventualmente, as acondicionem. Quanto às embalagens contendo sobras de agrotóxicos ou com produtos com prazos de validade vencidos, as unidades de recebimento devem orientar os usuários a seguirem as instruções contidas nos rótulos e bulas, sendo que, para a logística da coleta, transporte e destinação final segura das mesmas, devem ser observadas as normas ou legislações específicas. Quando a entrega for feita pelo proprietário ou pelo preposto do proprietário, este deve assinar um termo de responsabilidade (anexo 2) especificando tipo, condição e quantidade ou peso das embalagens entregues, cujos dados devem constar nos registros de cada unidade de recebimento Inspeção das embalagens As embalagens rígidas devem ser inspecionadas individualmente e separadas de acordo com os seguintes critérios: a) embalagens rígidas contaminadas portadoras do pictograma de embalagem não lavável;

17 16 b) embalagens rígidas secundárias não contaminadas; c) embalagens rígidas primárias laváveis não lavadas; d) embalagens rígidas primárias laváveis, mal lavadas, apresentando vestígios evidentes de formulações de agrotóxicos. As embalagens rígidas contaminadas portadoras do pictograma de embalagem não lavável (anexo 1)devem ser devidamente preparadas para destinação final. As embalagens rígidas secundárias não contaminadas devem ser preparadas e devem ter seu destino de acordo com os critérios estabelecidos na NBR As embalagens rígidas primárias providas de pictograma de tríplice lavagem que estejam contaminadas e as que não foram adequadamente lavadas também devem ser preparadas para destinação final porém seu(s) proprietário (o) será (ao) responsabilizado (s) por não efetuar (em) a tríplice lavagem conforme a NBR 13968, descumprindo a Lei 9974 e seu Decreto Regulamentador. No caso de cumprimento das exigências estabelecidas para o recebimento das embalagens nas unidades de recebimento, o(s) proprietário (s) das embalagens será(ão) responsabilizados pela omissão ou falsidade na declaração, incorrendo nas penalidades previstas ou a serem previstas em legislação específica. São isentas de inspeção as embalagens flexíveis acondicionadas nas embalagens padronizadas referidas em b. Entretanto, se houver suspeita de que as embalagens padronizadas e lacradas possam conter produtos estranhos às embalagens de agrotóxicos, tais embalagens lacradas poderão ser abertas e inspecionadas Controle da movimentação das embalagens Todas as unidades de recebimento devem dispor de documentos de controle próprios para o registro diário da movimentação entradas e saídas das embalagens vazias.

18 17 No documento de controle destinado ao recebimento das embalagens devem constar todos os dados declarados no Termo de Responsabilidade (anexo 2) assinado pelo proprietário das embalagens ou seu preposto e pelo responsável pela unidade de recebimento. No documento de controle destinado à saída das embalagens deve constar o seguinte: a) nome da transportadora ou os dados do veículo da própria unidade de recebimento; b) para embalagens rígidas, o tipo da embalagem (plástica, metálica, de vidro ou fibrolata), a condição da embalagem (se lavada ou não), se está intacta ou não, se é a granel, se enfardada ou prensada ou moída; c) para embalagens flexíveis contaminadas (reembaladas em sacos plásticos padronizados), o tipo de embalagem (saco plástico, de papel, metalizada ou mista) e o número e peso dos sacos plásticos padronizados; d) para embalagens flexíveis não contaminadas, o tipo de embalagem (caixas de papelão e cartuchos de cartolina) e se enfardadas (número e peso dos fardos); e) quantidade de embalagem (número ou peso) em cada uma das situações acima; f) destino da carga; - para reciclagem: indicar a recicladora; - para coprocessamento em fornos de clínquer; indicar a indústria cimenteira; - para incineração: indicar o(s) incineradores (es); - para queima: indicar a indústria rural autorizada a queimar embalagens não contaminadas; - para outra unidade de recebimento melhor equipada: indicar a unidade; - para outros destinos: indicar o destino;

19 18 g) data de saída Preparação das embalagens As embalagens recebidas nos postos ou nas centrais de recebimento devem ser inspecionadas, separadas segundo os critérios estabelecidos em e 2.1.9, e devem aguardar por tempo limitado e especificado, as providências a serem tomadas pelo responsável pelo posto ou central de recebimento para a preparação e remoção das referidas embalagens para a sua adequada destinação final. As embalagens rígidas secundárias não contaminadas podem ser prensadas e enfardadas ou picadas em equipamentos específicos, dependendo da destinação a ser dada às mesmas. As embalagens flexíveis primárias contaminadas devidamente acondicionadas em embalagens padronizadas podem ou não ser prensadas e enfardadas, dependendo das condições de preparação, de transporte e da sua adequada destinação final Transporte das embalagens a) Do usuário para uma unidade de recebimento As embalagens não podem ser transportadas juntamente com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, pessoas ou animais domésticos. b) De uma unidade de recebimento para a destinação final As embalagens rígidas e flexíveis, preparadas conforme , devem ser encaminhadas à destinação final ( a e c). As embalagens rígidas contaminadas também podem ser transportadas intactas, mas neste caso deverão estar íntegras, adequadamente tampadas e sem vazamentos. O transporte das embalagens contaminadas, rígidas ou flexíveis, deve ser feito em caminhões fechados ou devidamente cobertos com lona impermeável para

20 19 proteção contra chuva, que devem ser, periodicamente, descontaminados cumprindo todas as exigências estabelecidas na legislação e nas normas técnicas vigentes sobre o transporte. c) Logística de transporte O inpev é responsável pelo transporte adequado das embalagens devolvidas de Postos para Centrais e das Centrais de Recebimento para destino final (Recicladoras ou incineradoras) conforme determinação legal (Lei / 2000 e Decreto / 2002). Para gerir o processo logístico, o inpev utiliza o conceito de logística reversa, que consiste em disponibilizar o caminhão que leva os agrotóxicos (embalagens cheias) para os distribuidores e cooperativas do setor e que voltariam vazio, para trazer as embalagens vazias (a granel ou compactadas) armazenadas nas unidades de recebimento. A figura 01 mostra o uso do mesmo caminhão que transporta embalagens cheias de agrotóxicos da indústria de São Paulo para revenda em Maringá, retorna com embalagens vazias de agrotóxicos da central de recebimento em Maringá para destinação final em São Paulo, otimizando o custo do frete. FIGURA 1 - Logística de transporte das embalagens (Fonte: InpEV 2005).

21 20 A implantação bem sucedida do modelo de Logística Reserva foi viabilizada através de parceria com a empresa líder no transporte de defensivos agrícolas no Brasil, o Grupo Luft. Este conceito está alinhado com os princípios do instituto de preservação do meio ambiente e da saúde humana e apresenta duas grandes vantagens: 1. Segurança para o meio ambiente e saúde humana: uso de transportadora capacitada para realizar este tipo de transporte; 2. Economia: caminhão já teve parte dos custos pagos quando levou produto cheio. A figura 2 mostra o transporte das embalagens vazias de agrotóxicos desde o agricultor até sua destinação final. FIGURA 2 - Fluxo logístico do transporte das embalagens (Fonte: inpev 2005) Destinação final das embalagens a) Incineração em incineradores industriais As embalagens contaminadas de qualquer tipo ou natureza, portadoras ou não do pictograma de embalagem não lavável, podem ser incineradas em

22 21 incineradores industriais devidamente licenciados pelos órgãos ambientais estaduais competentes, conforme os procedimentos estabelecidos na NBR b) Queima em fornalhas de instalações de agroindústrias As embalagens rígidas secundárias não contaminadas, inadequadas para a reciclagem de acordo com os procedimentos da NBR 14719, especificamente fibrolatas de fibra aglomerada e as embalagens flexíveis secundárias não contaminadas, podem ser queimadas em fornalhas de instalações agroindustriais, juntamente com combustíveis alternativos. c) Reciclagem As embalagens rígidas secundárias não contaminadas, adequadas para a reciclagem, especialmente as embalagens de baldes metálicos e plásticos com tampa removível, devem seguir os procedimentos de destinação final estabelecidos na NBR As embalagens plásticas rígidas e flexíveis primárias contaminadas, devidamente preparadas em condições adequadas de enfardamento, moagem ou picagem, podem ser recicladas em indústrias especializadas para a produção de novas embalagens plásticas, de tamanho padronizado, como por exemplo, para o acondicionamento de resíduos perigosos destinados à incineração, ou qualquer outro produto desde que autorizado pelo órgão ambiental e de saúde humana competente. As embalagens metálicas primárias contaminadas devidamente preparadas, podem ser recicladas em indústrias siderúrgicas autorizadas pelos órgão ambientais competentes para o processamento específico de embalagens nessas condições. d) Outras alternativas Quando não houver em uma região específica qualquer possibilidade de utilização de quaisquer das destinações acima referidas, outras eventuais alternativas ambientalmente adequadas, como por exemplo a utilização de aterros sanitários licenciados para a destinação de embalagens não contaminadas, podem

23 22 ser discutidas com os órgãos ambientais competentes e implementadas, desde que aprovadas pelos referidos órgãos. 2.2 Embalagens laváveis São aquelas embalagens rígidas (plásticas, metálicas e de vidro) que acondicionam formulações líquidas de agrotóxicos para serem diluídas em água (de acordo com a norma técnica NBR ) Procedimentos para preparo e movimentação das embalagens a) Lavagem das embalagens Procedimento de lavagem das embalagens rígidas (plásticas, metálicas e de vidro) Tríplice Lavagem: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador destinada à pulverização; - Faça esta operação 3 vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; - Repetir três vezes. Procedimento de lavagem das embalagens rígidas (plásticas, metálicas e de vidro) Sob pressão: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;

24 - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o interior do tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo Armazenamento na propriedade rural As embalagens lavadas deverão ser armazenadas com as suas respectivas tampas e rótulos e, preferencialmente, acondicionadas na caixa de papelão original, em local coberto, ao abrigo de chuva, ventilado ou no próprio depósito das embalagens cheias; 23 - Não armazenar as embalagens dentro de residências ou de alojamentos de pessoas ou animais; - Não armazenar as embalagens junto com alimentos ou rações; - Certificar-se de que as embalagens estejam adequadamente lavadas e com o fundo perfurado, evitando assim a sua reutilização Transporte das embalagens lavadas da propriedade rural para a unidade de recebimento Os usuários/agricultores devem tentar acumular (observando sempre o prazo máximo de um ano da data da compra para a devolução ou de seis meses após o vencimento) uma quantidade de embalagens que justifique seu transporte (carga de 01 veículo) à unidade de recebimento, verificando antes o período/calendário de funcionamento daquela unidade. Em caso de dúvida, entre em contato com seu distribuidor. - Nunca transportar as embalagens junto com pessoas, animais, alimentos, medicamentos ou ração animal; - Nunca transportar embalagens dentro das cabines dos veículos automotores.

25 Responsabilidades dos usuários a) Preparar as embalagens vazias para devolvê-las nas unidades de recebimento: Embalagens rígidas laváveis: efetuar a lavagem das embalagens (Tríplici Lavagem ou Lavagem sob Pressão) Embalagens rígidas não laváveis: mantê-las intactas, adequadamente tampadas e sem vazamento; Embalagens flexíveis: acondicioná-la em sacos plásticos padronizados. b) Armazenar na propriedade, em local apropriado, as embalagens vazias até sua devolução; c) Transportar e devolver as embalagens vazias, com suas respectivas tampas e rótulos, para a unidade de recebimento indicada na Nota Fiscal pelo canal de distribuição, no prazo de até um ano, contado da data de sua compra. Se, após esse prazo, remanescer produto na embalagem, é facultada sua devolução em até 6 meses após o término do prazo de validade. d) Manter em seu poder, para fins de fiscalização, os comprovantes de entrega das embalagens por um ano (anexo 2), a receita agronômica (dois anos) e a nota fiscal de compra do produto. 2.4 Lei Federal de 06 de junho de 2000 Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Art. 2º. Para os efeitos desta Lei, consideram-se: I agrotóxicos e afins: a) os produtos e os agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja

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