LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA"

Transcrição

1 LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA VEJA A NOVA LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PARA PCBS RETIRADA DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA: - Portaria Interministerial (MIC/MI/MME) 0019 de 19/01/81: Proíbe, em todo o território nacional, a fabricação, comercialização e uso das PCBs, em estado puro ou mistura, e estabelece prazos para cada aplicação. Estabelece que os transformadores em operação na data da publicação poderão continuar funcionando até que seja necessário seu esvaziamento, quando não poderão ser preenchidos com o mesmo fluido. Somente com outro que não contenha PCBs. Proíbe o descarte em aterros sanitários, cursos e coleções de água, etc. Segundo esta portaria, somente é permitido o armazenamento ou destruição do produto. - Instrução Normativa Sema STC/CRS-001 de 15/06/86: Estabelece os procedimentos para manuseio, primeiros socorros, transporte e armazenamento de materiais contendo PCBs. Trata-se de documento oficial com força legal. - Ratificação da Convenção de Estocolmo: DECRETO LEGISLATIVO nº 204, de 7 de maio de 2004 aprova o texto da convenção DECRETO nº 5.472, de 20 de junho de 2005: Promulga o texto da Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, de 22 de maio de Resoluções relativas às PCBs: A) Eliminação do uso de PCBs até 2025, de acordo com as seguintes prioridades: Identificar, rotular e tirar de uso equipamentos que contenham mais de 10% de PCBs e vol. superiores a 5 litros; Identificar, rotular e tirar de uso equipamentos que contenham mais de 0,05% de PCBs e vol. superiores a 5 litros; Identificar, rotular e tirar de uso equipamentos que contenham mais de 0,005% de PCBs e vol. superiores a 0,05 litros; Ratificação da convenção de Estocolmo Em conformidade com as prioridades, promover medidas para redução de exposição e riscos

2 Utilizar somente em equipamentos intactos e à prova de vazamento e apenas em áreas onde o risco de liberação para o meio ambiente possa ser minimizado e rapidamente remediado; Não utilizar em equipamentos localizados em áreas associadas com a produção ou processamento de alimento ou ração; Quando utilizado em áreas povoadas, incluindo escolas e hospitais, adotar as medidas razoáveis de proteção contra falhas elétricas que possam causar incêndios e inspecionar regularmente o equipamento para verificar a existência de vazamentos; B) Assegurar que não sejam exportados nem importados, exceto para o manejo ambientalmente saudável dos resíduos; C) Não permitir a recuperação para reutilização em outro equipamento de líquidos com mais de 0,005% de PCBs D) Realizar o manejo ambientalmente saudável de líquidos e equipamentos com teor superior a 0,005%; F) Identificar outros artigos que contenham mais de 0,005% de PCBs G) preparar, a cada 5 anos, um relatório de progresso sobre a eliminação de PCBs e submetê-lo à COP. - Estado de São Paulo: LEI Nº , DE 22 DE FEVEREIRO DE Obriga a eliminação de qualquer resíduo PCB até 2020 Define Resíduos PCB como qualquer material que contenha mais do que 50 ppm de PCBs. Dá prazos para eliminação escalonados conforme local de instalação dos equipamentos. Estipula 180 dias para a elaboração de Inventário de resíduos PCB LEGISLAÇÃO - NORMAS TÉCNICAS - Norma ABNT/NBR-8371: Apresenta o mesmo teor da Instrução Normativa SEMA, sendo mais completa quanto à rotulagem, transporte e armazenamento. Neste caso é um guia de adesão voluntária sem força de lei. Contudo suas prescrições são aceitas como boas práticas de engenharia. LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO ESTRANGEIRA - Resumo do CFR 40 parte 761 Classificação Para Transformadores: Os transformadores ou outros equipamentos elétricos serão classificados de acordo com o teor de PCBs em seu meio isolante como a seguir: Menos de 50 ppm/p: Classe Não PCB - Não sujeito à legislação Entre 50 e 500 ppm/p: Classe Contaminado por PCBs Acima de 500 ppm/p: Classe PCB Qualquer transformador cuja natureza ou estado de contaminação do líquido isolante seja desconhecida deve ser considerado como PCB até que a análise química do óleo determine sua real condição.

3 Condições de Utilização para transformadores: Classe Contaminado: Sem restrições de uso ou manutenção. Não poderão ter o nível completado com óleo contendo mais de 500 ppm/p de PCB. Classe PCB: Podem operar até o fim de sua vida útil Requerem inspeção trimestral Devem ser etiquetados e sinalizados Deve-se manter registros na empresa, na USEPA e no Corpo de Bombeiros. Não deve haver combustíveis, alimentos, água e outros líquidos isolantes em locais próximos. Devem ter meio de contenção de vazamentos. Não podem sofrer manutenção que envolva a retirada de bobinas. Podem ser reclassificados para classe Não PCB após ensaio que comprove a redução do teor de PCBs no líquido isolante. Condições de Descarte: Classe Contaminado: Líquido Isolante: Deve ser incinerado em instalação aprovada para esta finalidade, ou caldeira de alta eficiência, ou submetido a processo químico de descontaminação (reação com sódio-naftaleno) desde que em instalações aprovadas pela USEPA. Carcaças de Transformadores: A disposição não é regulada. Classe PCB: Líquido Isolante: Deve ser incinerado em incinerador aprovado pela USEPA para esta finalidade específica. Carcaças de Transformadores: Devem ser incineradas em incinerador aprovado pela USEPA ou submetido a processo de reciclagem dos materiais metálicos por método igualmente aprovado. Os equipamentos, as áreas onde estão instalados e seus acessos, devem ser sinalizados quanto à presença de PCBs. Classificação para Capacitores Os capacitores elétricos são divididos como a seguir: Pequenos Capacitores: São aqueles que contêm, no máximo, 1,36 Kg do líquido isolante PCB. Grandes Capacitores: São aqueles que contêm mais do que 1,36 Kg do líquido isolante PCB. Condições de Utilização e Descarte: Não há restrições à operação de Pequenos capacitores e devem ser substituídos quando da ocorrência de falhas ou no final de sua vida útil. Os grandes capacitores instalados em locais próximos a alimentos devem ser removidos. Quando instalados em áreas de acesso restrito, como subestações ou outras áreas internas, poderão permanecer em operação. Os equipamentos, as áreas onde estão instalados e seus acessos, devem ser sinalizados quanto à presença de PCBs. Os grandes capacitores devem ser incinerados em incinerador aprovado pela USEPA. Caso se comprove que o líquido isolante contém menos de 500ppm/p de PCBs, poderão ser dispostos em aterro químico aprovado pela USEPA.

4 Os pequenos capacitores podem ser dispostos em aterros controlados. Luvas, roupas, outros equipamentos de proteção individual, e outros sólidos devem ser incinerados ou dispostos em aterro químico. Embalagens vazias de PCBs devem ser incineradas ou dispostas em aterros químicos. Embalagens de itens contaminados por PCBs devem ser dispostas em aterros químicos. Resíduos impermeáveis a PCBs são classificados pelo teor superficial de PCBs. São considerados PCBs todos os materiais impermeáveis que apresentem mais do que 10 g/dm2. Materiais impermeáveis são metais, vidros, porcelanas vitrificadas, superfícies impermeabilizadas, etc Deve-se registrar junto à USEPA um inventário do material existente e atualiza-lo periodicamente quanto a todas as ocorrências observadas. ACOMPANHE A SEGUIR A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA ÍNTEGRA: LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA PRINCÍPIOS GERAIS: - Princípio do Poluidor Pagador (art. 225, parágrafo 3º da Constituição Federal e art.14, parágrafo 1º da Lei n. 6938/81) a responsabilidade pelos resíduos poluentes é do gerador, ou seja, do proprietário original, com relação a quaisquer danos causados à pessoas ou meio-ambiente. - Lei DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 (Lei de Crimes Ambientais): São considerados crimes de poluição (Art. 54 a 61): Produzir, processar, embalar, importar, exportar, comercializar, fornecer, transportar, armazenar, guardar, ter em depósito ou usar produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com as exigências estabelecidas em lei ou nos seus regulamentos. - Princípio da Responsabilidade, uma vez diagnosticada a existência de poluição, antes mesmo que qualquer controle ambiental na área contaminada tenha sido instituído, subsiste para as partes nela envolvidas, sob o âmbito da responsabilidade civil (art. 225, 3.º da CF/88 e art. 14, 1.º da Lei 6.938/81), o dever legal de reparação e / ou indenização pecuniária dos danos causados ao meio ambiente, independentemente das responsabilidades administrativa e penal (Constituição Federal/88, Leis ns /81 e 9.605/98, e Decretos n /99 e /90) subsistentes, já que ditas esferas de responsabilidades são autônomas, independentes e poderão ser aplicadas concomitantemente entre si. LEI DE 02/08/2010: POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS: Plano de gerenciamento de resíduos sólidos Integrado ao plano de gestão da região. Tecnologias de destinação com valorização: Reaproveitamento Reciclagem

5 Co-geração ART. 13. PARA OS EFEITOS DESTA LEI, OS RESÍDUOS SÓLIDOS TÊM A SEGUINTE CLASSIFICAÇÃO: I - quanto à origem: a) Resíduos domiciliares: os originários de atividades domésticas em residências urbanas; b) Resíduos de limpeza urbana: os originários da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana; c) Resíduos sólidos urbanos: os englobados nas alíneas a e b ; d) Resíduos de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços: os gerados nessas atividades, excetuados os referidos nas alíneas b, e, g, h e j ; e) Resíduos dos serviços públicos de saneamento básico: os gerados nessas atividades, excetuados os referidos na alínea c ; f) Resíduos industriais: os gerados nos processos produtivos e instalações industriais; g) Resíduos de serviços de saúde: os gerados nos serviços de saúde, conforme definido em regulamento ou em normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama e do SNVS; h) Resíduos da construção civil: os gerados nas construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civis incluídos, os resultantes da preparação e escavação de terrenos para obras civis; i) Resíduos agrossilvopastoris: os gerados nas atividades agropecuárias e silviculturais, incluídos os relacionados a insumos utilizados nessas atividades; j) Resíduos de serviços de transportes: os originários de portos, aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários e ferroviários e passagens de fronteira; k) Resíduos de mineração: os gerados na atividade de pesquisa, extração ou beneficiamento de minérios; II - quanto à periculosidade: a) Resíduos perigosos: aqueles que, em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo com lei, regulamento ou norma técnica; b) Resíduos não perigosos: aqueles não enquadrados na alínea a. Parágrafo único. Respeitado o disposto no art. 20, os resíduos referidos na alínea d do inciso I do caput, se caracterizados como não perigosos, podem, em razão de sua natureza, composição ou volume, ser equiparados aos resíduos domiciliares pelo poder público municipal. ART. 20. ESTÃO SUJEITOS À ELABORAÇÃO DE PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: I - Os geradores de resíduos sólidos previstos nas alíneas e, f, g e k do inciso I do art. 13; II - Os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços que: a) Gerem resíduos perigosos; b) Gerem resíduos que, mesmo caracterizados como não perigosos, por sua natureza, composição ou volume, não sejam equiparados aos resíduos domiciliares pelo poder público municipal;

6 III - as empresas de construção civil, nos termos do regulamento ou de normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama; IV - os responsáveis pelos terminais e outras instalações referidas na alínea j do inciso I do art. 13 e, nos termos do regulamento ou de normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama e, se couber, do SNVS, as empresas de transporte; V - os responsáveis por atividades agrossilvopastoris, se exigido pelo órgão competente do Sisnama, do SNVS ou do Suasa. Parágrafo único. Observado o disposto no Capítulo IV deste Título, serão estabelecidas por regulamento exigências específicas relativas ao plano de gerenciamento de resíduos perigosos. LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA: - Portaria Interministerial (MIC/MI/MME) 0019 de 19/01/81: Proíbe, em todo o território nacional, a fabricação, comercialização e uso das PCBs, em estado puro ou mistura, e estabelece prazos para cada aplicação. Estabelece que os transformadores em operação na data da publicação poderão continuar funcionando até que seja necessário seu esvaziamento, quando não poderão ser preenchidos com o mesmo fluido. Somente com outro que não contenha PCBs. Proíbe o descarte em aterros sanitários, cursos e coleções de água, etc. Segundo esta portaria, somente é permitido o armazenamento ou destruição do produto. - Instrução Normativa Sema STC/CRS-001 de 15/06/86: Estabelece os procedimentos para manuseio, primeiros socorros, transporte e armazenamento de materiais contendo PCBs. Trata-se de documento oficial com força legal. - Ratificação da Convenção de Estocolmo: DECRETO LEGISLATIVO nº 204, de 7 de maio de 2004 aprova o texto da convenção DECRETO nº 5.472, de 20 de junho de 2005: Promulga o texto da Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, de 22 de maio de Resoluções relativas às PCBs: A) Eliminação do uso de PCBs até 2025, de acordo com as seguintes prioridades: Identificar, rotular e tirar de uso equipamentos que contenham mais de 10% de PCBs e vol. superiores a 5 litros; Identificar, rotular e tirar de uso equipamentos que contenham mais de 0,05% de PCBs e vol. superiores a 5 litros; Identificar, rotular e tirar de uso equipamentos que contenham mais de 0,005% de PCBs e vol. superiores a 0,05 litros; Ratificação da convenção de Estocolmo Em conformidade com as prioridades, promover medidas para redução de exposição e riscos

7 Utilizar somente em equipamentos intactos e à prova de vazamento e apenas em áreas onde o risco de liberação para o meio ambiente possa ser minimizado e rapidamente remediado; Não utilizar em equipamentos localizados em áreas associadas com a produção ou processamento de alimento ou ração; Quando utilizado em áreas povoadas, incluindo escolas e hospitais, adotar as medidas razoáveis de proteção contra falhas elétricas que possam causar incêndios e inspecionar regularmente o equipamento para verificar a existência de vazamentos; B) Assegurar que não sejam exportados nem importados, exceto para o manejo ambientalmente saudável dos resíduos; C) Não permitir a recuperação para reutilização em outro equipamento de líquidos com mais de 0,005% de PCBs D) Realizar o manejo ambientalmente saudável de líquidos e equipamentos com teor superior a 0,005%; F) Identificar outros artigos que contenham mais de 0,005% de PCBs G) preparar, a cada 5 anos, um relatório de progresso sobre a eliminação de PCBs e submetê-lo à COP. - Estado de São Paulo: LEI Nº , DE 22 DE FEVEREIRO DE Obriga a eliminação de qualquer resíduo PCB até 2020 Define Resíduos PCB como qualquer material que contenha mais do que 50 ppm de PCBs. Dá prazos para eliminação escalonados conforme local de instalação dos equipamentos. Estipula 180 dias para a elaboração de Inventário de resíduos PCB LEGISLAÇÃO - NORMAS TÉCNICAS - Norma ABNT/NBR-8371: Apresenta o mesmo teor da Instrução Normativa SEMA, sendo mais completa quanto à rotulagem, transporte e armazenamento. Neste caso é um guia de adesão voluntária sem força de lei. Contudo suas prescrições são aceitas como boas práticas de engenharia. LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO ESTRANGEIRA - Resumo do CFR 40 parte 761 Classificação Para Transformadores: Os transformadores ou outros equipamentos elétricos serão classificados de acordo com o teor de PCBs em seu meio isolante como a seguir: Menos de 50 ppm/p: Classe Não PCB - Não sujeito à legislação Entre 50 e 500 ppm/p: Classe Contaminado por PCBs Acima de 500 ppm/p: Classe PCB Qualquer transformador cuja natureza ou estado de contaminação do líquido isolante seja desconhecida deve ser considerado como PCB até que a análise química do óleo determine sua real condição.

8 Condições de Utilização para transformadores: Classe Contaminado: Sem restrições de uso ou manutenção. Não poderão ter o nível completado com óleo contendo mais de 500 ppm/p de PCB. Classe PCB: Podem operar até o fim de sua vida útil Requerem inspeção trimestral Devem ser etiquetados e sinalizados Deve-se manter registros na empresa, na USEPA e no Corpo de Bombeiros. Não deve haver combustíveis, alimentos, água e outros líquidos isolantes em locais próximos. Devem ter meio de contenção de vazamentos. Não podem sofrer manutenção que envolva a retirada de bobinas. Podem ser reclassificados para classe Não PCB após ensaio que comprove a redução do teor de PCBs no líquido isolante. Condições de Descarte: Classe Contaminado: Líquido Isolante: Deve ser incinerado em instalação aprovada para esta finalidade, ou caldeira de alta eficiência, ou submetido a processo químico de descontaminação (reação com sódio-naftaleno) desde que em instalações aprovadas pela USEPA. Carcaças de Transformadores: A disposição não é regulada. Classe PCB: Líquido Isolante: Deve ser incinerado em incinerador aprovado pela USEPA para esta finalidade específica. Carcaças de Transformadores: Devem ser incineradas em incinerador aprovado pela USEPA ou submetido a processo de reciclagem dos materiais metálicos por método igualmente aprovado. Os equipamentos, as áreas onde estão instalados e seus acessos, devem ser sinalizados quanto à presença de PCBs. Classificação para Capacitores Os capacitores elétricos são divididos como a seguir: Pequenos Capacitores: São aqueles que contêm, no máximo, 1,36 Kg do líquido isolante PCB. Grandes Capacitores: São aqueles que contêm mais do que 1,36 Kg do líquido isolante PCB. Condições de Utilização e Descarte: Não há restrições à operação de Pequenos capacitores e devem ser substituídos quando da ocorrência de falhas ou no final de sua vida útil. Os grandes capacitores instalados em locais próximos a alimentos devem ser removidos. Quando instalados em áreas de acesso restrito, como subestações ou outras áreas internas, poderão permanecer em operação. Os equipamentos, as áreas onde estão instalados e seus acessos, devem ser sinalizados quanto à presença de PCBs.

9 Os grandes capacitores devem ser incinerados em incinerador aprovado pela USEPA. Caso se comprove que o líquido isolante contém menos de 500ppm/p de PCBs, poderão ser dispostos em aterro químico aprovado pela USEPA. Os pequenos capacitores podem ser dispostos em aterros controlados. Luvas, roupas, outros equipamentos de proteção individual, e outros sólidos devem ser incinerados ou dispostos em aterro químico. Embalagens vazias de PCBs devem ser incineradas ou dispostas em aterros químicos. Embalagens de itens contaminados por PCBs devem ser dispostas em aterros químicos. Resíduos impermeáveis a PCBs são classificados pelo teor superficial de PCBs. São considerados PCBs todos os materiais impermeáveis que apresentem mais do que 10 g/dm2. Materiais impermeáveis são metais, vidros, porcelanas vitrificadas, superfícies impermeabilizadas, etc Deve-se registrar junto à USEPA um inventário do material existente e atualiza-lo periodicamente quanto a todas as ocorrências observadas. PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ENTRE EM CONTATO CONOSCO: / (11) /

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo"

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo 24 e 25 de outubro de 2013 Campo Grande-MS Universidade Federal do Mato Grosso do Sul RESUMO EXPANDIDO O CAMPO NACIONAL DE PESQUISAS SOBRE GERENCIAMENTO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL (RCD)

Leia mais

Diário Oficial da União Seção 01 DOU 03 de agosto de 2010 Página [3-7]

Diário Oficial da União Seção 01 DOU 03 de agosto de 2010 Página [3-7] Diário Oficial da União Seção 01 DOU 03 de agosto de 2010 Página [3-7] LEI N 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010 Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010 I RESUMO EXECUTIVO O que muda com a Lei 12.305/2010? Lixões a céu aberto e aterros controlados ficam proibidos. A Lei, determina que todas as administrações

Leia mais

política nacional de resíduos sólidos conceitos e informações gerais

política nacional de resíduos sólidos conceitos e informações gerais política nacional de resíduos sólidos conceitos e informações gerais 1 Índice PALAVRA DO PRESIDENTE 03. Palavra do Presidente 04. Introdução 06. Resíduos Sólidos 07. Classificação dos Resíduos Sólidos

Leia mais

RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO.

RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO. RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 DECRETO Nº 7.404/2010 O QUE MUDA COM A LEI 12.305/2010? Lixões a céu aberto e aterros

Leia mais

MATRIZ DE COMPETÊNCIAS PARA RESÍDUOS SÓLIDOS

MATRIZ DE COMPETÊNCIAS PARA RESÍDUOS SÓLIDOS MATRIZ DE COMPETÊNCIAS PARA RESÍDUOS SÓLIDOS MATRIZ DE COMPETÊNCIAS PARA RESÍDUOS SÓLIDOS No dia 2 de agosto de 2010, a Lei 12.305 instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus

Leia mais

1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES E ABREVIAÇÕES GESTÃO DE RESÍDUOS

1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES E ABREVIAÇÕES GESTÃO DE RESÍDUOS Versão: 03 Página 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes para a segregação, coleta e transporte interno, armazenamento temporário, transporte e destinação dos resíduos sólidos gerados, de acordo

Leia mais

PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO)

PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO) PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para gestão e aproveitamento dos resíduos da construção civil e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Legislação. Câmara dos Deputados. Política Nacional de. Resíduos Sólidos

Legislação. Câmara dos Deputados. Política Nacional de. Resíduos Sólidos Legislação Câmara dos Deputados Política Nacional de Resíduos Sólidos Brasília 2010 Legislação Política Nacional de Resíduos Sólidos Apresentação São crescentes o interesse da sociedade brasileira pela

Leia mais

LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS. NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos

LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS. NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS NBR 10004/04 - Resíduos Sólidos - Classificação NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos NBR 10006/04 -

Leia mais

Perguntas frequentes Resíduos Sólidos. 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais?

Perguntas frequentes Resíduos Sólidos. 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais? Perguntas frequentes Resíduos Sólidos 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais? Resíduos industriais: gerados nos processos produtivos e instalações industriais.

Leia mais

PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PROJETO BRA /08/G32

PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PROJETO BRA /08/G32 PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PROJETO BRA /08/G32 ESTABELECIMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DE BIFENILAS POLICLORADAS - PCB E SISTEMAS DE DISPOSIÇÃO Adriana Tinoco Vieira Fixel WORKSHOP

Leia mais

4º CONGRESSO SIMEPETRO

4º CONGRESSO SIMEPETRO 4º CONGRESSO SIMEPETRO POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS E LOGÍSTICA REVERSA Walter Françolin SINDIRREFINO - Agosto 2011 LEI nº 12.305 de 02 de Agosto de 2.010. institui a Política Nacional de Resíduos

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos e Logística Reversa

Política Nacional de Resíduos Sólidos e Logística Reversa Política Nacional de Resíduos Sólidos e Logística Reversa Cristina R. Wolter Sabino de Freitas Departamento Ambiental O mundo será obrigado a se desenvolver de forma sustentável, ou seja, que preserve

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008.

RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008. RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008. O Conselho Nacional do Meio Ambiente - Conama, no uso das atribuições e competências que lhe são conferidas

Leia mais

Município de Capanema - PR

Município de Capanema - PR LEI Nº. 1.557, DE 20 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre a política municipal de resíduos sólidos do Município de Capanema e dá outras providências. A Câmara Municipal de Capanema, Estado do Paraná, aprovou

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART 225 - Todos tem o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder

Leia mais

Curitiba, em 03 de dezembro de 2002, 181º da Independência e 114º da República. REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO nº 6674/2002

Curitiba, em 03 de dezembro de 2002, 181º da Independência e 114º da República. REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO nº 6674/2002 DECRETO Nº 6674-03/12/2002 Publicado no Diário Oficial Nº 6371 de 04/12/2002 Aprova o Regulamento da Lei n0 12.493, de 1999, que dispõe sobre princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à

Leia mais

Considerando a necessidade de minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado de pilhas e baterias;

Considerando a necessidade de minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado de pilhas e baterias; NOVA RESOLUÇÃO DE PILHAS E BATERIAS Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas em território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento

Leia mais

SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE

SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO SMA N. 33, DE 16.11.2005 Dispõe sobre procedimentos para o gerenciamento e licenciamento ambiental de sistemas de tratamento e disposição final de resíduos de serviços

Leia mais

Inventário de PCB. Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria

Inventário de PCB. Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria Inventário de PCB Brasília, 28 de novembro de 2014. Legalmente amparado Convenção

Leia mais

DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS

DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS 1 Gina Copola (junho de 2.012) 1. Breve introdução A elaboração dos planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos constitui obrigação

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Política Nacional de Resíduos Sólidos Política Nacional de Resíduos Sólidos Princípios, objetivos e instrumentos, Diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos Responsabilidades dos

Leia mais

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações.

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. INTRODUÇÃO SUSTENTABILIDADE,

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI O CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso de suas atribuições e competências que lhe foram concedidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentadas

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Nome do produto: DUPLIPLATE CLEANER 1212

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Nome do produto: DUPLIPLATE CLEANER 1212 Página 1 de 12 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - DUPLIPLATE CLEANER - Código interno: 1212 - - Nome do fabricante: Eurostar Produtos Graficos e Comunicação Visual Ltda - Endereço: Estrada Jaguari, nº.621 -

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 BASE LEGAL Lei nº 12.305/2010 - Decreto No. 7.404/2010 Lei nº 11.445/2007 - Política Federal

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS

CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO 081/2010 CEMA Publicado em Diário Oficial nº 8326 do dia 19/10/2010 Dispõe sobre Critérios e Padrões de ecotoxicidade para o Controle de Efluentes Líquidos lançados em águas superficiais no Estado

Leia mais

O SEGURO AMBIENTAL COMO REQUISITO PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL

O SEGURO AMBIENTAL COMO REQUISITO PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL O SEGURO AMBIENTAL COMO REQUISITO PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL PNRS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI N 13.577/2009 PROTEÇÃO DA QUALIDADE DO SOLO E GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS (SP) O

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 1.075, DE 2011 Dispõe sobre a eliminação controlada das Bifenilas Policloradas - PCBs e dos seus resíduos, a descontaminação

Leia mais

Os resíduos sólidos podem ser classificados de acordo com a origem, tipo de resíduo, composição química e periculosidade conforme abaixo:

Os resíduos sólidos podem ser classificados de acordo com a origem, tipo de resíduo, composição química e periculosidade conforme abaixo: TIPOS DE RESIDUOS Os resíduos sólidos podem ser classificados de acordo com a origem, tipo de resíduo, composição química e periculosidade conforme abaixo: Resíduo Hospitalar ou de Serviços de Saúde :

Leia mais

CONTROLE SANITÁRIO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL (maio/2008) Fernando Tabet

CONTROLE SANITÁRIO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL (maio/2008) Fernando Tabet CONTROLE SANITÁRIO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL (maio/2008) Fernando Tabet I Premissas Básicas Preceitos Constitucionais - o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado como um bem essencial à sadia

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO AMBIENTAL. PROJETO DE LEI n, de 2008 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO AMBIENTAL. PROJETO DE LEI n, de 2008 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE LEI n, de 2008 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Dispõe sobre a destinação ambientalmente adequada das embalagens pós-consumo, e dá outras providências. Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições

Leia mais

CAPÍTULO IX DO TRANSPORTE DE PRODUTOS E/OU RESÍDUOS PERIGOSOS

CAPÍTULO IX DO TRANSPORTE DE PRODUTOS E/OU RESÍDUOS PERIGOSOS CAPÍTULO IX DO TRANSPORTE DE PRODUTOS E/OU RESÍDUOS PERIGOSOS Art. 69 O transporte de produtos e/ou resíduos perigosos no Município obedecerá ao disposto na legislação federal, do e ao disposto neste Código.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Diretoria de Licenciamento Ambiental Coordenação Geral de Transporte, Mineração

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGIRS 1 JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGIRS. 2 OBJETIVO O objetivo do PGIRS

Leia mais

1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Página1 1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Diversos autores vêm utilizando metodologias próprias de classificação de resíduos sólidos, tendo como referência a fonte de geração, o local de produção, os aspectos

Leia mais

O F I C I N A ESCLARECIMENTO - DMA - FIESP. LOGÍSTICA REVERSA Disposições Transitórias e Finais.

O F I C I N A ESCLARECIMENTO - DMA - FIESP. LOGÍSTICA REVERSA Disposições Transitórias e Finais. O F I C I N A D E ESCLARECIMENTO - DMA - FIESP LOGÍSTICA REVERSA Disposições Transitórias e Finais. Walter Françolin DMA FIESP Agosto 2010 ou outra destinação final ambientalmente adequada; Art. 3º - XII

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Data de emissão: Revisão: 2 Revisado em: 14/05/12 Pagina de 1 a 5

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Data de emissão: Revisão: 2 Revisado em: 14/05/12 Pagina de 1 a 5 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: POLIFIX ACR FABRICANTE: POLIPISO DO BRASIL ENDEREÇO: AVENIDA GERALDO ANTÔNIO TRALDI. Nº. 400 DISTRITO INDUSTRIAL COSMO FUZARO DESCALVADO SP CEP:

Leia mais

RESOLUÇÃO TÉCNICA Nº XXX

RESOLUÇÃO TÉCNICA Nº XXX RESOLUÇÃO TÉCNICA Nº XXX Estabelece as condições gerais de prestação dos serviços de saneamento para abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A DIRETORIA EXECUTIVA da Agência Reguladora

Leia mais

Considerando que o descarte de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo para o solo ou cursos de água gera graves danos ambientais;

Considerando que o descarte de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo para o solo ou cursos de água gera graves danos ambientais; RESOLUÇÃO N 037/2009 - SEMA Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos

Leia mais

1 - Abastecimento de água 1. O estabelecimento utiliza água da rede pública?

1 - Abastecimento de água 1. O estabelecimento utiliza água da rede pública? QUESTIONÁRIO PARA DIAGNÓSTICO DE ASPECTOS AMBIENTAIS E MANEJO DE RESÍDUO DAS UNIDADE DE SAÚDE. A) Aspectos Ambientais Avaliação da estrutura Responda os itens abaixo com a seguinte legenda: Sim = S Não

Leia mais

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005)

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050 Dispõe sobre o Rerrefino de Óleo Lubrificante (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI)

Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI) Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI) Página 1 / 4 O que é CADRI? O CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental) e também conhecido como certificado

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA DOS LABORATÓRIOS DO CURSO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS UNIFEI CAMPUS ITABIRA

NORMAS DE SEGURANÇA DOS LABORATÓRIOS DO CURSO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS UNIFEI CAMPUS ITABIRA NORMAS DE SEGURANÇA DOS LABORATÓRIOS DO CURSO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS UNIFEI CAMPUS ITABIRA Normas de Segurança dos laboratórios do curso de engenharia de materiais UNIFEI Campus Itabira, que determinam

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos nas Indústrias Madeireiras

Gerenciamento de Resíduos nas Indústrias Madeireiras Gerenciamento de Resíduos nas Indústrias Madeireiras Profa. Dra. Adriana Maria Nolasco Laboratório de Movelaria e Resíduos Florestais LCF/ESALQ/USP amnolasc@usp.br Telefone: 19 3402-2166 Home page: www.anpm.org.br

Leia mais

DECRETO Nº 728, DE 14 DE MARÇO DE 2016

DECRETO Nº 728, DE 14 DE MARÇO DE 2016 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 728, DE 14 DE MARÇO DE 2016 Regulamenta a Lei nº 9.498, de 19 de novembro de 2014, que dispõe sobre a cobrança de preço público decorrente da prestação de serviços de

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS PGIRS Diretrizes para Implementação

PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS PGIRS Diretrizes para Implementação AUDIÊNCIA PÚBLICA - PGIRS Engenheira Sanitarista Kátia Cristina de Souza Assessoria Técnica da Preifeitura de Cuiabá Cuiabá, 24 de Novembro de 2014 PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Leia mais

ASPECTOS JURÍDICOS E TÉCNICOS DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

ASPECTOS JURÍDICOS E TÉCNICOS DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Conselho Regional de Química - IV Região COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE ASPECTOS JURÍDICOS E TÉCNICOS DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Conselho Regional de Química - IV Região COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE

Leia mais

DMA DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS)

DMA DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) DMA DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) JUNHO 2012 A gestão dos resíduos sólidos é uma questão complexa e de grande importância para a

Leia mais

Ficha de Segurança 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES

Ficha de Segurança 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial: Código Interno: KNO6X000 Nome da Empresa: Agfa Gevaert do Brasil Ltda Endereço: Av. Jorge Bey Maluf, 2100 - Suzano - SP Telefone da Empresa: 55

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS 1 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. Adequação às Normas e Legislações Vigentes... 3 3. Definições de Obrigações e Responsabilidades... 3 4. Diretrizes Mínimas Exigidas...

Leia mais

Regulação dos Serviços Públicos de Saneamento Básico e os Resíduos da Construção Civil

Regulação dos Serviços Públicos de Saneamento Básico e os Resíduos da Construção Civil Regulação dos Serviços Públicos de Saneamento Básico e os Resíduos da Construção Civil Lei n 4.285 de 26 de dezembro de 2008 Art. 5º São áreas de competência da ADASA: I recursos hídricos, compreendidos

Leia mais

LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ARTIGO 13 -ORIGEM RSU(domiciliares e de limpeza pública) Comerciais e Prestadores de Serviços Serviços Públicos de Saneamento Básico Industriais

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS FORMULÁRIO DESCRITIVO DA NORMA INTERNACIONAL Norma Internacional: Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes Assunto: Esta convenção estabelece medidas visando eliminar gradativamente

Leia mais

FISPQ FITA SILVER FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ FITA SILVER FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: FITA SILVER Categoria: Borracha e resinas sintéticas Nome da empresa: ATB Ind. e Com. de Adesivos S/A Endereço: Rua Marcelino Pinto Teixeira, 1268

Leia mais

Prof. Carlos E. Matos. Maio - 2013

Prof. Carlos E. Matos. Maio - 2013 Elaboração de Ficha com Dados de Segurança de Resíduos químicos (FDSR) e rotulagem (ABNT-NBR 16725) Resíduos perigosos: classificação (ABNT- NBR 10004 e transporte) Prof. Carlos E. Matos Maio - 2013 FISPQ

Leia mais

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: CLASSIFICAÇÃO, NORMAS E RECICLAGEM

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: CLASSIFICAÇÃO, NORMAS E RECICLAGEM RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: CLASSIFICAÇÃO, NORMAS E RECICLAGEM 1 Régis Budke, 1 Jackson Rainério Cardoso & 2 Silvio Bispo do Vale 1 Graduandos em Engenharia de Minas e Meio Ambiente - UFPA. 2 Prof. da

Leia mais

ESTA FISPQ FOI PREPARADA PELO FABRICANTE. AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA UTILIZAÇÃO SEGURA DO MATERIAL NO LOCAL DE TRABALHO.

ESTA FISPQ FOI PREPARADA PELO FABRICANTE. AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA UTILIZAÇÃO SEGURA DO MATERIAL NO LOCAL DE TRABALHO. ESTA FISPQ FOI PREPARADA PELO FABRICANTE. AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA UTILIZAÇÃO SEGURA DO MATERIAL NO LOCAL DE TRABALHO. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO...

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do produto: Aplicação: Desmoldante à base de água para aplicação em caminhões betoneiras e equipamentos em contato com concreto e outros produtos que podem aderir a lataria, vidros

Leia mais

A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10

A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10 A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10 ALEXANDRA FACCIOLLI MARTINS Promotora de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente - GAEMA PCJ-Piracicaba MP/SP DESAFIOS

Leia mais

1. RESÍDUOS 1.1. Caracterização geral

1. RESÍDUOS 1.1. Caracterização geral 1. RESÍDUOS 1.1. Caracterização geral 1.2. Classificações CAP 3 SANEAMENTO BÁSICO: GENERALIDADES Resíduos são restos ou sobras de materiai, provenientes de atividades humanas ou naturais, que em geral

Leia mais

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR CONFERÊNCIA WASTE TO ENERGY 2014 MARILIA TISSOT DIRETORA EXECUTIVA VIABILIDADE

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - FISPQ PRODUTO: LUXX ESFOLIANTE Página 1 de 6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: LUXX ESFOLIANTE Código interno de identificação: 001173 Tipo de produto e emprego: Remove arranhões e restaura

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO MANTA PARA LAMINAÇÃO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO MANTA PARA LAMINAÇÃO FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO MANTA PARA LAMINAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Manta para Laminação Fabricante: Brasolv Indústria Química Ltda Endereço:

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE APUCARANA

CÂMARA MUNICIPAL DE APUCARANA www.apucarana.pr.leg.br - Centro Cívico José de Oliveira Rosa, ~5A - 86800-235 - Fone (43) 3420-7000 ESTADO DO PARANA SÚMULA - Institui o Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil

Leia mais

Controle de Qualidade R-CQ 06 Rev. 05 Registro Nº 012/15 Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico TERMIFIN MULTI-INSETOS

Controle de Qualidade R-CQ 06 Rev. 05 Registro Nº 012/15 Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico TERMIFIN MULTI-INSETOS Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do Produto: TERMIFIN MULTI-INSETOS Nome da Empresa: DEXTER LATINA IND. E C O M. P R O D U T O S QUÍMICOS LTDA Endereço: Rua Leozir Ferreira dos Santos, 428 Campo Largo

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo)

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo) MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo) Comarca de xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxx / 2013 1. IDENTIFICAÇÃO DO

Leia mais

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012.

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL DE COLETA, RECICLAGEM DE ÓLEOS E GORDURAS USADAS DE ORIGEM VEGETAL E ANIMAL, NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. - Instrumento da PNRS -

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. - Instrumento da PNRS - Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - Instrumento da PNRS - VISÃO para os Planos : 1 - conjunto de ações voltadas para a busca de soluções 2 - considerar as dimensões política, econômica, ambiental,

Leia mais

PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS

PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE DEPÓSITOS DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS Serviço Agro-Silvo-Pastoril SEASP/DECONT OUTUBRO/2003 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Objetivo

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ ADESIVO PISOFIX - OBRAFIX

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ ADESIVO PISOFIX - OBRAFIX Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ ADESIVO PISOFIX - OBRAFIX 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Pisofix ou Obrafix Nome da empresa: Indústria e Comércio

Leia mais

SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20

SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20 Produto: SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20 Última Revisão: 26/11/2014 Pág.: 1 de 6 01 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Principais usos recomendados para a substância ou mistura Nome

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ De acordo com a NBR 14725-4:2014

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ De acordo com a NBR 14725-4:2014 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ Data da revisão 03.12.2015 Versão 1.6 SEÇÃO 1. Identificação do produto e da empresa 1.1 Identificador do produto Número de registro REACH

Leia mais

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Ministério do Planejamento

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Ministério do Planejamento Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento CPSUSTENTÁVEIS Definição O que é? Criação de uma política de Contratações Públicas que leve em consideração critérios de sustentabilidade,

Leia mais

Editorial. Prof. Antonio de Pinho Marques Junior Editor-Chefe do Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (ABMVZ) - CRMV-MG nº 0918

Editorial. Prof. Antonio de Pinho Marques Junior Editor-Chefe do Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (ABMVZ) - CRMV-MG nº 0918 Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Veterinária Fundação de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia - FEPMVZ Editora Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas

Leia mais

Gerenciamento e tratamento de resíduos sólidos urbanos e industriais. Prof. Denize Dias de Carvalho

Gerenciamento e tratamento de resíduos sólidos urbanos e industriais. Prof. Denize Dias de Carvalho RESÍDUOS SÓLIDOS A questão dos resíduos sólidos é atualmente, um dos temas centrais para aqueles que se preocupam com ambiente na perspectiva de garantir a existência das gerações futuras. DEFINIÇÕES Primeiramente,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Alta Floresta - MT

Prefeitura Municipal de Alta Floresta - MT PROJETO DE LEI 1.717/2014 SÚMULA: DISPÕE SOBRE A COLETA SELETIVA DE LIXO, COM O REAPROVEITAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS, RECICLÁVEIS OU REUTILIZÁVEIS, GERADOS NO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA/MT, E DÁ OUTRAS

Leia mais

GERAÇÃO DO RCC COM CNPJ (CONSTRUTORAS FORMAIS) => 25% SEM CNPJ (MERCADO INFORMAL) => 25% COM CPF (AUTÔNOMOS) => 15% SEM CPF (LIMPEZA PÚBLICA) => 35%

GERAÇÃO DO RCC COM CNPJ (CONSTRUTORAS FORMAIS) => 25% SEM CNPJ (MERCADO INFORMAL) => 25% COM CPF (AUTÔNOMOS) => 15% SEM CPF (LIMPEZA PÚBLICA) => 35% GERAÇÃO DO RCC COM CNPJ (CONSTRUTORAS FORMAIS) => 25% SEM CNPJ (MERCADO INFORMAL) => 25% COM CPF (AUTÔNOMOS) => 15% SEM CPF (LIMPEZA PÚBLICA) => 35% LEGISLAÇÃO PERTINENTE - Resolução CONAMA n 307/2002

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade Ambiental. Fernanda Helena Ferreira Leite Coordenadora do GMP da Res. CONAMA 362 de 2005

Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade Ambiental. Fernanda Helena Ferreira Leite Coordenadora do GMP da Res. CONAMA 362 de 2005 Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade Ambiental Fernanda Helena Ferreira Leite Coordenadora do GMP da Res. CONAMA 362 de 2005 Resolução CONAMA 362 de 2005 OLUC ÓLEO LUBRIFICANTE USADO E/OU

Leia mais

SUMÁRIO. Daniel Bortolin02/02/2015 ÍNDICE: ÁREA. Número 80 Título. Aprovação comunicada para Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS; Fernando Cianci/BRA/VERITAS

SUMÁRIO. Daniel Bortolin02/02/2015 ÍNDICE: ÁREA. Número 80 Título. Aprovação comunicada para Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS; Fernando Cianci/BRA/VERITAS Aprovado ' Elaborado por Daniel Bortolin/BRA/VERITAS em 02/02/2015 Verificado por Cintia Kikuchi em 02/02/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 02/02/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil: Situação e Perspectivas. Odair Luiz Segantini ABRELPE

Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil: Situação e Perspectivas. Odair Luiz Segantini ABRELPE Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil: Situação e Perspectivas Odair Luiz Segantini ABRELPE Introdução A ABRELPE ABRELPE Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, fundada

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS Página 1 de 6 Data: 03/2014 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. Principal Uso: Desmoldante para fôrmas de moldagem de concreto. INFORMAÇÕES DA EMPRESA: Empresa: CONCRELAGOS CONCRETO LTDA. Endereço:

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Raticida Nitrosin

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Raticida Nitrosin 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto Raticida Nitrosin Fabricante/Registrante De Sangosse Agroquímica Ltda Endereço Rua Raymundo Ramos Ferreira nº 136 CIC Curitiba/PR CEP: 81.530-040

Leia mais

1 - IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA OU MISTURA E DO FORNECEDOR

1 - IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA OU MISTURA E DO FORNECEDOR FISPQ Nº. 44/BR REVISÃO: 00 Página 1 de 7 1 - IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA OU MISTURA E DO FORNECEDOR Nome do produto: Código interno de identificação do produto: Nome da empresa: Endereço: DIÓXIDO DE TITÂNIO

Leia mais

PROCEDIMENTO Página 1 / 38. Elaboração de Projetos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS. Histórico

PROCEDIMENTO Página 1 / 38. Elaboração de Projetos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS. Histórico PROCEDIMENTO Página 1 / 38 Histórico Data Revisão Modificação 05/10/05 0 Emissão inicial 03/08/06 1 Inclusão do item 5.10 31/01/08 2 Revisão geral. 08/09/2010 3 22/03/2011 4 02/05/11 5 Alteração da Identificação

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso A Importância do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde

Trabalho de Conclusão de Curso A Importância do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde Trabalho de Conclusão de Curso A Importância do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde Cirlene Meireles da Silva Curso de Ciências Biológicas Belo Horizonte MG 2010 Cirlene Meireles da

Leia mais

BASF. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico

BASF. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Página 1 de 6 Código 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 22 M 26 PRETO PROFUN Empresa S.A. Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3600 - Itaim Bibi São Paulo/SP - Cep 04538-132 Tel.: 55 11 3043-2273 Fax:

Leia mais

Página, artigo, inciso Texto original Araraquara Rio Claro Há diversas palavras juntas, sem ---

Página, artigo, inciso Texto original Araraquara Rio Claro Há diversas palavras juntas, sem --- Página, artigo, inciso Texto original Araraquara Rio Claro Há diversas palavras juntas, sem --- espaço. Pág. 9, Art. 2º, XV b) resíduos sólidos recicláveis: os originários de atividades domésticas em imóveis,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos administrativos para concessão da Certificação de

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA

LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Departamento de Controle FEPAM LEI FEDERAL 6938/81 DECRETO FEDERAL 99274/90 BASE PARA GESTÃO AMBIENTAL obrigatoriedade

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA TIRA MANCHAS DE TECIDOS Nome do produto: Nome da empresa: ALLCHEM QUÍMICA INDÚSTRIA E COMERCIO

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA Procedência: 45ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 30/09 e 1/10/2008 Processo n 02000.000611/2004-15 Assunto: Revisão

Leia mais

MODELO DE ANÁLISE DE RISCOS APLICADA NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS

MODELO DE ANÁLISE DE RISCOS APLICADA NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS ISSN 1984-9354 MODELO DE ANÁLISE DE RISCOS APLICADA NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Leonardo Dias Pinto (Latec/UFF) Osvaldo Luiz Gonçalves Quelhas (Latec/UFF) Resumo Os resíduos sólidos provenientes

Leia mais

CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EDITAL Nº 02/2013

CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EDITAL Nº 02/2013 CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EDITAL Nº 02/2013 O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, tendo em vista o disposto na Lei nº

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 DOU de 15/08/2013 [Página 50] Dispõe sobre os procedimentos administrativos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002)

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Correlações: Alterada pela Resolução nº 469/15

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 06 Padrão de Condutividade 30/05/2015 Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa Nome Padrão de Condutividade Nº: 000053 PC Códigos / PC100 / PC100M / PC100MILI / PC111300 / PC111M / PC12.852

Leia mais

Resíduos Químicos. Manejo de. Comissão de Gerenciamento de Resíduos Faculdade de Farmácia. Elaboração:

Resíduos Químicos. Manejo de. Comissão de Gerenciamento de Resíduos Faculdade de Farmácia. Elaboração: + Re d Comissão de Gerenciamento de Resíduos Faculdade de Farmácia Elaboração: Elviscley de Oliveira Silva Email: elviscley@hotmail.com Mariângela Fontes Santiago Email: mariangelafs@gmail.com Bruna Carneiro

Leia mais