Gerenciamento de resíduos nos canteiros de obras, analisando em foco a cidade de Salvador

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1 1 Gerenciamento de resíduos nos canteiros de obras, analisando em foco a cidade de Salvador Resumo Simone Abadi Rocha Master Arquitetura Instituto de Pós-Graduação - IPOG Salvador, BA, 15 janeiro Este artigo tem como objetivo apresentar como gerenciar um canteiro de obras, para que este esteja apto para receber um processo de reciclagem de resíduos sólidos. Estudos demonstram que 40% a 70% da massa dos resíduos urbanos são gerados em canteiros de obras, conforme observado por alguns pesquisadores como Pinto (1999). O processo de gerenciamento de resíduos ainda não está sendo utilizado da forma correta, tão quanto são todas as construtoras que estão implantando este tipo de reciclagem nos seus canteiros. Desta forma será apresentado como se deve organizar o canteiro, indicativos dos benefícios do gerenciamento dos resíduos e apresentação de projetos que já estão em andamento por grandes empresas públicas para a conscientização da sociedade. O objetivo deste artigo é que quanto mais informativos temos sobre este assunto, mais fácil à disseminação e entendimento do tema por toda a sociedade, independente se construtores ou não. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, baseada em sites, artigos, revistas assim como a experiência profisisonal em obras de construção civil em diversas fases de andamento, onde foi possível reunir as informações necessárias para compor o trabalho. A partir deste estudo foi possível analisar que precisamos conscientizar toda a equipe de trabalho para que o gerenciamento seja feito em todas as partes da empresa, e durante todas as fases da obra. Concluiu-se que se quanto mais informações sobre este assunto for disseminada, mais será o impacto na sociedade sobre este assunto, o objetivo final deste gerenciamento é para que além da redução de custos sociais, finaceiros, seja eviato o principal impacto que é o ambiental. Palavras-chave: Canteiro de obras. Impactos. Resíduos. Sociedade. 1. Introdução Ao longo da história, a humanidade desenvolveu a exploração contínua dos mais variados recursos naturais sem que houvesse a preocução com ameaças dessa atividade ao meio ambiente. Essa exploração veio crescendo cada vez mais devido ao crescimento populacional urbano que impulsionou o aumento da demanda por bens e serviço, bem como a intensa industrialização e o aumento do poder aquisitivo da população em geral. Com toda essa industrialização veio o desperdício dos resíduos de materiais, a indústria mais conhecida como geradora de resíduos e impactos ambientais é a Construção Civil.

2 2 Estudos demonstram que 40% a 70% da massa dos resíduos urbanos são gerados em canteiros de obras, conforme observado por alguns pesquisadores como Pinto (1999). Desse total de resíduos cerca de 50% do entulho são colocados em locais irregulares. A Construção Civil é um setor que cada vez mais está impulsionando o crescimento do país, aquecido pela carência de habitação e pela demanda de novas obras, de reformas e demolições, e, portanto se transformando nos pilares da economia brasileira e o maior gerador de empregos diretos e indiretos do país. Entretanto com esse crescimento surge cada vez mais a quantidade de resíduos solidos gerados, que uma vez gerado e não reaproveitados ou descartados em locais apropriados causam um grande impacto ambiental. Um dos maiores problemas encontrados em todo país é ainda a falta da disseminação de como gerenciar esses redíduos ou, onde descartar o que não pode ser reaproveitado. A escassez de aterros, à distância e a falta de empresas credenciadas para fazer o transporte deste tipo de material, também está prejudicando a indústria da construção civil de pequeno e médio porte. Neste estudo serão avaliados procedimentos de reaproveitamento dos resíduos sólidos da construção, analisando a redução de custo com o manejo e destinação dos mesmos de forma adequada e correta, destacando particularmente os aspectos construtivos dentro do canteiro. 2. Resíduos produzidos na construção civil em Salvador Em 2012, Salvador gerava por dia 2.164t de RCC, ou t/ano, significando 45,03% do RSU (Salvador, 2002). Com esse valor aumentando constantemente, estão sendo tomadas medidas de descarte e conscientização desde 1997, quando a Prefeitura, lançou o Projeto de Gestão Diferenciada de Entulho, para resolver o problema de descarte em locais inadequados do resíduo da construção civil, espalhados por vários pontos da cidade. Neste mesma época foram criados Postos de Descarte de Entulho (PDE), onde o pequeno gerador pode descartar até 2m³ de material. Para os grandes geradores, existem as denomidadas Bases de Descarte de Entulho (BDE) (Salvador, 1997,1999). Na tabela 1 e no gráfico 1 abaixo é possível fazer uma análise geral do que está acontecendo em Salvador e em outras cidades com relação a quantidade que cada tipo resíduo está sendo gerado dentro da construção civil.

3 3 Tabela 1: Geração de RCC em algumas cidades brasileiras. Fonte: CABRAL (2011). 1% 29% 63% 7% Argamassa e concreto Tijolos e blocos Organicos Outros Gráfico 1: Constituição geral media dos resíduos da construção civil. Fonte: LIMA (2000).

4 4 A partir dessa análise serão apresentados a seguir quais as diretrizes que devem ser seguidas para que cada resíduo gerado seja reaproveitado dentro ou fora do canteiro, e quais as formas de descarte e como devem ser feitas os materiais que não podem ser reciclados. 3. Resíduos de construção civil e demolição (RCD) A reciclagem de RCD como material de construção civil, iniciada na Europa após a segunda guerra mundial, encontra-se no Brasil muito atrasada, apesar da escassez de agregados e área de aterros nas grandes regiões metropolitanas, especialmente se comparada com países europeus, onde a fração reciclada pode atingir cerca de 90%, recentemente como é o caso da Holanda (ZWAN, 1997). No Brasil o órgão que define todas as diretrizes relacionadas aos resíduos da construção civil é o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Este por sua vez é um órgão consultivo e deliberativo e tem a finalidade de assessorar, estudar e propor ao Conselho do Governo, diretrizes políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais e deliberar, no âmbito de sua competência, sobre norma e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial a qualidade de vida. Em 2002, foi aprovada a Resolução 307, que dispõe sobre o gerenciamento de resíduos sólidos oriundos da industria da construção, criando responsabilidades para a cadeia gerador/ transportador/ receptor/ municípios. 3.1 Definição e Princípios A Resolução CONAMA no 307/2002 define resíduo da seguinte forma, no art.2o, inciso I: Resíduos da construção civil: são os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, cálica ou metralha. (CONAMA n 307, de 5 de julho de 2002) Com essa definição, os princípios seguem a diretriz de sustentabilidade: priorizar a não geração de resíduos e proibir a disposição final em locais inadequados, como aterros sanitários, em bota-foras, lotes vagos, encostas e áreas protegidas por lei. 3.2 Classificação e Disposição Classe A - são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como: a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem; b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações: materiais cerâmicos (tijolos, azulejos, blocos, telhas, placas de revestimento e outros) argamassa e concreto.

5 5 c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças pré moldadas em concreto (blocos, tubos, meios-fios etc.) produzidos nos canteiros de obras. Disposição final em aterros licenciados. Classe B - são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel, papelão, metais, vidros, madeiras e outros; Disposição final: reciclagem, reutilização ou armazenamento temporários. Classe C - são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais como os produtos oriundos do gesso; Disposição final: conforme norma técnica (NBR) especifica. Classe D - são os resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como: tintas, solventes, óleos e outros, ou aqueles contaminados oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros. Disposição final: conforme norma técnica (NBR) especifica. 3.3 Geração de RCD Entende-se como resíduos de construção e demolição, o conjunto de resíduos gerados, proveniente de uma construção, seja no início da construção, na demolição ou até mesmo de reforma. (JOHN, 2006). A geração de RCD no país vem aumentando ao passar do tempo já tendo chegado a valores de t/dia. Este valor corresponde a 50% da geração de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) no país (ABRELPE, 2009). A tabela 2, mostra a quantidade estimada de resíduos coletados nas regiões do Brasil, em volume por dia e do índice por habitante e a tabela 3 apresenta quais são os resíduos produzidos durante a obra. Tabela 2 Quantidade de RCD coletado em regiões do Brasil em 2009 Fonte: Abrelpe (2009).

6 6 Tabela 3 Quantidade de resíduos produzidos durante a obra. Fonte: Programa Entulho Limpo. P.12 (2012). A tabela 4, representa a estimativa do volume produzido de resíduo sólido urbano (RSU) e resíduo construção civil e demolição (RCD), gerado pela construção civil na cidade do Salvador, onde os RCD representam em média 42% dos resíduos gerados.

7 7 Tabela 4 Coleta de RSU e RCD em Salvador, 2007 Fonte: Limpurb (2007). Para compreendermos o mecanismo da geração de resíduos, é necessário analisarmos o processo construtivo de edificações, que pode-se dividir nas seguintes fases: Análise da viabilidade do empreendimento; Planejamento; Projeto; Construção e Utilização (que implica na utilização da edificação e na realização de reformas). Portanto, para que cada fase de uma construção seja executada como planejado, cada participante envolvido terá a responsabilidade de prevenir e reduzir a geração de resíduos. 4. Medidas para redução na geração de resíduos nos canteiros de obra A questão do gerenciamento de resíduos esta intimamente associada ao problema de desperdício de materiais e mão de obra na execução dos empreendimento. Para isso, boas praticas no canteiro são de extrema importância para a redução de resíduos produzidos na obra. Algumas das iniciativas básicas que devem ser tomadas para organização do canteiro devem ser planejadas e utilizadas durante todo o período da obra. Com isso, podemos listar algumas praticas importantes para esse processo: a) Acondicionamento dos materiais É de extrema importância a correta estocagem dos diversos materiais, ver exemplos de imagens abaixo. Figura 1 e 2 Armazenagem em almoxarifados.

8 8 Fonte: Google Imagens (2014). b) A organização do canteiro A boa organização faz com que sejam evitados sistemáticos desperdícios na utilização e na aquisição dos materiais para substituição. A criação de baias para descarte de materiais reutilizáveis, a separação do lixo, informativos, placas e outros, ajudam a todos da equipe a criar um canteiro sustentável. Figura 3.4 e 5 Organização do canteiro, baias, lixeiras. Fonte: Google Imagens (2014). Dispositivos Descrição Acessórios utilizados Bombonas Recipiente plástico, com capacidade para 50 litros, normalmente produzido para conter substâncias líquidas. Depois de corretamente lavado e extraída sua parte superior, pode ser utilizado como dispositivo para coleta. 1-Sacos de ráfia 2-Sacos de lixo simples (quando forem dispostos resíduos orgânicos ou outros passíveis de coleta pública) 3-Adesivos de sinalização

9 9 Baias Geralmente construída em madeira, com dimensões diversas, adapta-se às necessidades de armazenamento do resíduo e ao espaço disponível em obra. 1-Adesivos de sinalização 2-Plaquetas para fixação dos adesivos de sinalização (em alguns casos) Caçambas estacionárias Recipiente metálico com capacidade volumétrica de 3, 4 e 5 m 3 Recomendável o uso de dispositivo de cobertura, quando disposta em via pública. Tabela 4 Dispositivos para gestão dos resíduos da construção civil. Fonte: PINTO (2012). 5. Iniciativas de Sustentabilidade Gestão de Resíduos No conjunto de iniciativas necessárias para o avanço da construção sustentável no país, a gestão de resíduos é, provavelmente a que mais rápido pode oferecer resultados significativos. Atualmente, dispomos de um arcabouço legislativo e de marcos regulatórios por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos, da Resolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e da Política Nacional de Saneamento Básico que tem todos os suportes para que a construção civil de todo o país se torne cada vez mais sustentável. Com isso, empresas públicas e privadas estão cada vez mais se juntando para criar programas que possam de alguma incentivar os setores da construção civil a incorporar no dia a dia do canteiro de obras a gestão de resíduos. A seguir serão apresentados alguns dos maiores programas de incentivo a gestão de resíduos e as suas propostas. 5.1 Programa Desenvolvimento com Sustentabilidade CBIC A Câmara Brasileira da Industria da Construção (CBIC), é a principal incentivadora da construção sustentável, para tanto, lançou um dos programas que está em destaque, o Programa Construção Sustentável da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), intitulado Desenvolvimento com Sustentabilidade. Para o presidente da CBIC Paulo Safady Simão, o desafio da sustentabilidade assumiu um papel de destaque na agenda do setor. A construção pode dar uma contribuição decisiva para o crescimento sustentável, afirma, salientando que o trabalho é resultado de dois anos de debates entre representantes da sociedade civil, setor acadêmico, poder público, movimentos sindicais e setor empresarial. (CBIC, 2012) Propostas

10 10 a) Promoção de parceiras publico-privadas para a efetivação de metas relativas à implementação das áreas de manejo de resíduos, de forma gradativa, das capitais aos menores municípios. (Desenvolvimento com Sustentabilidade, 2012) b) Promover a participação de toda a cadeia produtiva da construção na elaboração de legislações complementares estaduais e municipais no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com esse objetivo, implementar uma Coordenação Nacional continua do setor para acompanhamento do tema nos três níveis do legislativo. Participar da revisão da Resolução 307 do Conama para adequação da Política Nacional de Resíduos. (Desenvolvimento com Sustentabilidade, 2012) c) Mapeamento de dificuldades e entraves ao processo de licenciamento para as áreas de transbordo e triagem (ATT`s), atividades de reciclagem e instalação de aterros em todo o território nacional. A partir desse levantamento, elaborar manuais de orientação e atuação junto as administrações municipais para simplificação do processo de implantação das politicas municipais de gestão de resíduos. Administrações municipais e empresas terceirizadas e sem sistema de qualidade devem ser qualificadas, a partir da legislação até 2014, nas capitais brasileiras; até 2018, nas cidades com população acima de 300 mil habitantes e, até 2022 nas cidades com população acima de 100 mil habitantes. Nesse contexto é necessário dar enfâse a divulgação da Norma de Aterro da Construção Civil (NBR 8419/92 / ABNT). (Desenvolvimento com Sustentabilidade, 2012) d) Implementação de sistema informatizado de gestão de resíduos que contemple toda a cadeia geradora, transportadora e as áreas de tratamento e destinação ate 2014, nas capitais brasileiras; até 2018, nas cidades com população acima de 300 mil habitantes e, até 2022 nas cidades com população acima de 100 mil habitantes. Utilizar a disseminação nacional dessa ferramenta online para difundir boas praticas. (Desenvolvimento com Sustentabilidade, 2012) e) Atuar para que os acordos setoriais previstos na Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleçam, efetivamente, a logística reversa entre os fornecedores do setor, para todos os resíduos da construção, com enfâse nos mais presentes em obras, notadamente os resíduos classificados de acordo com a resolução Conama 307/2002 como Classe B (sacarias, gesso) e D (tintas, óleos, solventes, impermeabilizantes, baterias e outros); respeitando os acordos sectoriais específicos para cada grupo de produtos. (Desenvolvimento com Sustentabilidade, 2012) 5.2 Guia CBIC de Boas Práticas em Sustentabilidade na Industria da Construção CBIC A CBIC, além de criar o programa apresentado anteriormente, criou também um guia didático com todo o embasamento necessário para qualquer pessoa que queira conhecer e implementar as práticas de sustentabilidade possa com esse material conhecer todos os métodos, leis e formas para de fazer uma construção pequeno, medio ou grande porte, ser sustentável. O Guia CBIC de Boas Praticas em Sustentabilidade, está disponível no site

11 11 Figura 1 Capa do Guia de Boas Praticas em Sustentabilidade na Industria da Construção Fonte: (2014) 6. Conclusão A geração de resíduos é inerente ao processo construtivo de edificações e, como outras partes deste processo, merece atenção por parte das construtoras, para que sejam utilizadas todas as formas de reciclagem e para que os resíduos gerados sejam destinados adequadamente. O crescimento da quantidades de resíduos da construção civil e dos impactos causados por meio destes, mostram a importância do gerenciamento desses para reduzir, reutilizar e reciclar esses resíduos, e dessa forma ajudar na preservação do meio ambiente e verificar uma melhora na economia de todos os setores envolvidos. Além de todos os aspectos positivos quanto a reciclagem, meio ambiente e economia, percebemos que com essas atitudes temos canteiros de obras mais limpos e organizados, o que pode refletir de forma positiva na qualidade dos serviços e na motivação da equipe para redução de perdas e acidentes na obra. Referências Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15112: resíduos da construção civil e resíduos volumosos : áreas de transbordo e triagem : diretrizes para projeto, implantação e operação. Disponível em: < Acesso em 20 de setembro de Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15113: resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes: aterros: diretrizes para projeto, implantação e operação. Disponível em:

12 12 < Acesso em 20 de setembro de Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15114: resíduos sólidos da construção civil: áreas de reciclagem: diretrizes para projeto, implantação e operação. Disponível em: < Acesso em 20 de setembro de Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15115: agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil: Execução de camadas de pavimentação: procedimentos. Disponível em: < Acesso em 20 de setembro de Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15116: agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil: utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrtutural. Disponível em: < Acesso em 20 de setembro de CABRAL, Antonio Eduardo Bezerra. Manual sobre os Resíduos Sólidos da Construção Civil. Ceará CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Resolução nº 307, de 05 de Julho de Brasília, LIMA, José Dantas. Gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. João Pessoa PINTO, Tarcisio de Paula. Gestão ambiental de resíduos da construção civil A experiência do Sinduscon-SP. Disponível em: < ->. Acesso em 13 de outubro de PINTO, T. P. Metodologia para a gestão diferenciada de resíduos sólidos da construção urbana f. Tese (Doutorado em Engenharia). Departamento de Engenharia de Construção Civil Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo. SINDUSCON-MG, Comissão de meio ambiente. Gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil. 2ª ed. Disponível em: < pdf >. Acesso em 28 de outubro de ZORDAN, Sergio Eduardo. Entulho da Indústria da construção civil. Disponível em: < Acesso em 15 de setembro de 2013.

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