TESTES DE VIGOR NA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE TOMATE 1

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1 VIGOR PARA SEMENTES DE TOMATE 23 TESTES DE VIGOR NA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE TOMATE 1 ANGELICA BROD RODO 2, MARIA ÂNGELA ANDRÉ TILLMANN 3 e FRANCISCO AMARAL VILLELA 3 RESUMO- Sementes de tomate (Lycopersicon lycopersicum (L.) Karsten) das cultivares IAC e Kada, cada uma representada por quatro lotes, foram avaliadas com o objetivo de estudar a eficiência de diferentes testes de vigor na avaliação da qualidade fisiológica de sementes desta espécie, através da correlação com a emergência das plântulas em casa de vegetação e com a produção de mudas vigorosas. As avaliações foram realizadas através dos testes de germinação, classificação do vigor das plântulas, frio sem solo, envelhecimento acelerado, deterioração controlada, condutividade elétrica, emergência das plântulas em casa de vegetação e produção de mudas vigorosas. Os resultados obtidos permitiram concluir que a separação de lotes em termos de vigor varia conforme o teste utilizado e a cultivar. Para a cultivar IAC, os testes que indicam uma melhor separação dos lotes em termos de vigor são: frio sem solo e condutividade elétrica; para a cultivar Kada: envelhecimento acelerado, deterioração controlada e condutividade elétrica. Termos para indexação: vigor, sementes, Lycopersicon lycopersicum. VIGOR TESTS ON PHYSIOLOGICAL QUALITY EVALUATION OF TOMATO SEEDS ABSTRACT - Tomato (Lycopersicon lycopersicum (L.) Karsten) seeds of IAC and Kada cultivars, each one represented by four lots, were evaluated with the purpose of studying the efficiency of different vigor tests on physiological quality evaluation of this kind of tomato seeds, through the correlation with seedling emergency in greenhouse and with the vigorous seedlings production. The evaluations were done by germination, seedlings vigor classification, cold without soil, accelerated aging, controlled deterioration, electrical conductivity, seedlings emergency in greenhouse and vigorous seedlings production tests. It was concluded that the separation of the lots in terms of vigor varies according to the test used and cultivars. For cv. IAC, the tests that indicate the best separation of the lots in terms of vigor are: cold without soil and electrical conductivity and for cv. Kada: accelerated aging, controlled deterioration and electrical conductivity. Index terms: vigor, seeds, Lycopersicon lycopersicum. INTRODUÇÃO A avaliação da qualidade fisiológica de sementes para fins de semeadura e comercialização tem sido fundamentalmente baseada no teste de germinação. Ltes com alta homogeneidade, são bem avaliados através do teste de germinação, entretanto, se o grau de heterogeneidade for elevado os testes de vigor irão avaliar melhor o desempenho destes lotes em nível de campo (Spina & Carvalho, 1986). Em recentes levantamentos sobre a qualidade fisiológica de sementes de diferentes espécies de hortaliças, como cenoura, 1 Aceito para publicação em ; parte da dissertação apresentada pela primeira autora à FAEM/UFPel para a obtenção do grau de Mestre em Agronomia, Área de Concentração: Ciência e Tecnologia de Sementes; trabalho apresentado no X Congresso Brasileiro de Sementes, Foz do Iguaçu - PR, Engª Agrª, M.Sc. Agronomia, Depto. de Fitotecnia, FAEM/UFPel. Cx. Postal 354, Pelotas - RS. 3 Eng Agr, Dr., Prof. Adjunto, Depto. de Fitotecnia, FAEM/UFPel. ervilha, beterraba, tomate para indústria e melancia, comercializadas e/ou utilizadas pelos agricultores, observou-se que a germinação destas sementes nem sempre enquadrava-se no padrão mínimo de comercialização exigido para cada espécie (Nascimento, 1994). Desta forma, falhas no estande e baixo vigor das plântulas em nível de campo são freqüentes, havendo a necessidade de métodos mais adequados e sensíveis para detectar estas diferenças de qualidade das sementes. A avaliação do vigor de sementes tem evoluído à medida que os testes vêm sendo aperfeiçoados, ganhando precisão e reprodutibilidade de seus resultados, o que é de fundamental importância nas decisões que devem ser tomadas nas fases de produção e comercialização dos lotes, evitando o beneficiamento, transporte, comercialização e semeadura de lotes de sementes de qualidade inadequada (Krzyzanowski & França Neto, 1991). Alguns pesquisadores estão se voltando para o estudo do vigor em sementes utilizando-se dos testes disponíveis, com o objetivo de estabelecer metodologias próprias e padronizadas. Portanto, está se dando a preferência ao desenvolvimento de testes

2 24 A.B. RODO et al. de vigor capazes de fornecer resultados com rapidez e precisão, sendo este fator de fundamental importância para a evolução da indústria brasileira de sementes (Dias & Marcos Filho, 1995). Para algumas culturas, já existe um grande número de testes propostos para avaliar o vigor das sementes, como também a constatação da maior eficácia de alguns em relação ao teste de germinação na avaliação da qualidade fisiológica. Entretanto, pouco ou quase nada se sabe a respeito dos mesmos em sementes de hortaliças. Também, as pesquisas direcionadas a comparação da eficiência de testes de vigor em sementes de tomate são escassas, sobretudo em condições brasileiras. Assim, o presente trabalho teve por objetivo estudar a eficiência de diferentes testes de vigor na avaliação da qualidade fisiológica de sementes de tomate, através de correlação com a emergência das plântulas em casa de vegetação e com a produção de mudas vigorosas. MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho foi conduzido no Laboratório Didático de Análise de Sementes (LDAS), no Campo Didático do Departamento de Fitotecnia, da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel e no Laboratório de Fisiologia de Sementes do Departamento de Botânica do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas, durante o período de janeiro a dezembro de Foram utilizadas sementes de tomate (Lycopersicon lycopersicum (L.) Karsten) das cultivares IAC e Kada do grupo Santa Cruz, cada uma representada por quatro lotes, com graus de umidade na faixa de 6,0 a 8,8%. Para avaliar os lotes qualitativamente foram realizadas as seguintes determinações: Teste de germinação - foi conduzido de acordo com Brasil (1992); utilizou-se quatro repetições de 50 sementes; temperatura constante de 25ºC e substrato de papel toalha umedecido com água destilada equivalente a 2,5 vezes o peso do papel. As avaliações foram efetuadas aos sete e 14 dias após a semeadura. Os resultados foram expressos em percentagem. Classificação do vigor das plântulas - utilizou-se as plântulas consideradas normais no teste de germinação. Segundo Nakagawa (1994), as plântulas normais que não apresentaram deficiências ou irregularidades em suas estruturas essenciais (sistema radicular, hipocótilo, cotilédones,...) na primeira avaliação, foram classificadas como plântulas de alto vigor. As demais permaneceram no substrato para uma segunda avaliação. Durante a segunda avaliação, as plântulas normais foram divididas em alto e baixo vigor. O resultado foi expresso em percentagem de plântulas normais de alto vigor. Teste de frio sem solo - foi utilizado o substrato rolo de papel toalha, umedecido com água destilada na razão de 2,5 vezes o peso do papel conforme metodologia proposta pelo Comitê de Vigor da International Seed Testing Association (ISTA, 1995). A seguir, foram semeadas quatro repetições de 50 sementes e os rolos colocados em sacos plásticos, permaneceram em câmara regulada à temperatura constante de 10ºC, por um período de sete dias. Depois, os rolos foram transferidos para um germinador regulado à temperatura constante de 25ºC e a avaliação foi realizada após sete dias de permanência no germinador. Os resultados foram expressos em percentagem de plântulas normais. Teste de envelhecimento acelerado - foram utilizadas caixas tipo gerbox, como compartimento individual (mini-câmara), possuindo no interior uma bandeja com tela onde as sementes, após serem pesadas, foram distribuídas de maneira a formarem uma camada uniforme. Dentro de cada gerbox foram adicionados 40ml de água, e as caixas foram colocadas em uma câmara do tipo BOD, regulada à temperatura constante de 41ºC, por um período de 48 horas, estabelecido a partir de testes preliminares. Ao término deste período, as sementes foram submetidas ao teste de germinação, sendo avaliadas após sete dias. Os resultados foram expressos em percentagem de plântulas normais. Teste de deterioração controlada - as sementes foram primeiramente hidratadas, pelo método da adição de água calculada, até atingirem 19% de umidade (ISTA, 1995). Em seguida, foram acondicionadas em sacos aluminizados hermeticamente fechados e mantidos à temperatura constante de 5ºC, por um período de 24 horas, para assegurar uma distribuição uniforme da umidade. Decorrido este período, as amostras foram colocadas em banho maria à temperatura constante de 45ºC por 24 horas e após submetidas ao teste de germinação. A avaliação das plântulas foi feita após sete dias. Os resultados foram expressos em percentagem de plântulas normais. Teste de condutividade elétrica - foi empregado o método de condutividade de massa, realizado de acordo com a metodologia geral proposta pelo Comitê de Vigor da International Seed Testing Association (ISTA, 1995). As sementes foram contadas, pesadas e colocadas em copos plásticos, contendo água deionizada no volume de 50ml para cada tratamento e acondicionadas à temperatura constante de 25ºC. As leituras foram realizadas em condutivímetro, marca Digimed, durante os períodos de quatro e 24 horas de embebição e os resultados expressos em µmhos/cm/g de sementes. Emergência das plântulas em casa de vegetação - foi realizado em duas épocas, sendo a primeira no mês de setembro e a segunda no mês de outubro, ambas recomendadas para o cultivo de tomate das cultivares em estudo. Foram utilizadas quatro repetições de 50 sementes semeadas em bandejas de isopor com células separadas, contendo substrato de solo, esterco e vermiculita, na proporção de 1,5:1,5:1, e em seguida cobertas por casca de arroz carbonizada, a fim de manter a umidade. As avaliações foram realizadas, em ambas as épocas,

3 VIGOR PARA SEMENTES DE TOMATE 25 aos 14 e 21 dias após a semeadura, através da contagem de plântulas com altura igual ou superior a 1,0cm. Produção de mudas vigorosas - o teste de emergência das plântulas em casa de vegetação realizado no mês de outubro, estendeu-se até o 30º dia, quando as mudas estavam em condições de serem transplantadas. As plantas de cada repetição foram retiradas do substrato e as suas raízes lavadas para a seleção de mudas vigorosas. Foram consideradas vigorosas àquelas que apresentaram comprimento total maior ou igual a 23cm, diâmetro maior ou igual que 3mm e número de folhas definitivas maior ou igual a três. O resultado foi expresso em percentagem de mudas vigorosas. O delineamento experimental utilizado para todos os testes foi o inteiramente casualizado. Os dados obtidos em cada teste foram analisados separadamente através da análise de variância, e conjuntamente, mediante correlação simples a 1% de probabilidade. A comparação das médias obtidas nos testes foi através do teste de Tukey a 5% de probabilidade. RESULTADOS E DISCUSSÃO Observando-se os resultados referentes a cultivar IAC, apresentados na Tabela 1, constata-se que no teste de germinação a diferença entre os lotes não foi evidenciada, com exceção do lote 3, o qual mostrou poder germinativo inferior aos demais. Entretanto, determinados testes de vigor, de uma maneira geral, diferenciaram melhor os lotes quanto a qualidade. O teste de germinação apresentou para todos os lotes maior percentagem de plântulas normais que o teste de emergência em casa de vegetação realizado na primeira época. Nesta mesma época, observa-se que aos 14 dias após a semeadura, o teste de emergência das plântulas detectou diferença significativa entre os lotes, sendo o 1 e o 2 os de melhor qualidade, e o 3 e o 4 os de qualidade inferior, o que não é observado através do teste de germinação (Tabela 1). Na segunda época em que foi realizado o teste de emergência, observa-se que não houve diferenças significativas entre as médias dos lotes e as do teste de germinação. Aos 21 dias após a semeadura, as médias do teste de emergência foram semelhantes as do teste de germinação, provavelmente, por este período apresentar condições de temperatura e umidade extremamente favoráveis à emergência das plântulas de tomate desta cultivar. Os testes de classificação do vigor das plântulas, frio, e condutividade elétrica (Tabela 1), mostraram maior sensibilidade ao indicar diferenças na qualidade dos lotes, observando-se a partir destes que os lotes 1 e 2 apresentam maior desempenho que os lotes 3 e 4. Através do teste de classificação do vigor das plântulas observa-se maior tendência em diferenciar o vigor entre os lotes que no teste de germinação (Tabela 1), embora estes tenham apresentado correlação significativa entre si (r = 0,769**) (Tabela 2), provavelmente por serem ambos realizados sob as mesmas condições. O teste de classificação do vigor das plântulas também correlacionou-se significativamente com o teste de emergência das plântulas realizado aos 14 dias da segunda época (r = 0,574**). O teste de frio mostrou-se capaz de diferenciar a qualidade dos lotes, devido a sua alta correlação com o teste de emergência das plântulas realizado aos 14 dias da primeira época (r = 0,716**) (Tabela 2). Resultados semelhantes foram observados por Fonsêca & Rodo (1996) em sementes de tomate, e Piana et al., (1995) em sementes de cebola. Este teste também apresentou a mesma tendência que o teste de mudas vigorosas ao separar os lotes de alto e baixo vigor, embora o coeficiente de correlação entre eles não tenha se mostrado significativo (Tabela 2). Em correlação com os testes de condutividade elétrica e envelhecimento acelerado, o teste de frio apresentou coeficientes altamente significativos (r = -0,673** / CE4, -0,670** / CE24 e 0,564**/ EA) (Tabela 2). Outro teste que permitiu observar diferenças na qualidade dos lotes foi o envelhecimento acelerado (Tabela 1), o qual demonstrou ser o lote 4 de mais baixa qualidade, o que não foi observado no teste de germinação. Para este teste tem sido reco- TABELA 1. Comparação de médias de germinação (G-%), classificação do vigor das plântulas (CVP-%), teste de frio (TF-%), envelhecimento acelerado (EA-%), deterioração controlada (DC-%), condutividade elétrica em quatro horas de embebição (CE 4 -µmhos/cm/g), condutividade elétrica em 24 horas de embebição (CE 24 -µmhos/cm/g), emergência aos 14 dias da primeira época (E 1 14-%), emergência aos 21 dias da primeira época (E 1 21-%), emergência aos 14 dias da segunda época (E 2 14-%), emergência aos 21 dias da segunda época (E 2 21-%) e mudas vigorosas (MV-%) de sementes de tomate para os efeitos de lote dentro da cultivar IAC. Lote G CVP TF EA DC CE 4 CE 24 E 114 E 121 E 214 E 221 MV 1 89a* 87ab 87a 70a 67a 6,4a 18,1a 83a 85a 88a 91a 49a 2 90a 89a 85ab 67a 67a 6,6a 14,9a 79ab 79a 90a 90a 38ab 3 83 b 80 b 80ab 65a 69a 48,0 c 55,8 c 70 bc 81a 84a 89a 34ab 4 88a 81 b 79 b 52 b 68a 20,9 b 35,5 b 61 c 87a 80a 92a 19 b * As médias seguidas por uma mesma letra, nas colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%.

4 26 A.B. RODO et al. TABELA 2. Coeficientes de correlação simples (r) entre os dados obtidos através de diversos testes na avaliação da qualidade fisiológica de sementes de tomate da cultivar IAC. Testes G CVP TF EA DC CE24 CE4 MV E 2 21 E 2 14 E 1 21 E ,110 ns 0,465 ns 0,716** 0,541 ns -0,048 ns -0,560** -0,496 ns 0,789** -0,217 ns 0,482 ns 0,138 ns E ,167 ns -0,197 ns -0,182 ns -0,287 ns -0,049 ns -0,081 ns -0,101 ns 0,272 ns 0,048 ns -0,119 ns E ,174 ns 0,574** 0,429 ns 0,496 ns -0,037 ns -0,424 ns -0,401 ns 0,430 ns 0,423 ns E ,096 ns -0,010 ns 0,016 ns 0,217 ns -0,316 ns -0,147 ns -0,177 ns -0,157 ns MV -0,062 ns 0,352 ns 0,471 ns 0,377 ns 0,046 ns -0,287 ns -0,258 ns CE4-0,618** -0,625** -0,673** -0,174 ns 0,205 ns 0,983** CE24-0,637** -0,685** -0,670** -0,264 ns 0,249 ns DC -0,005 ns -0,096 ns -0,157 ns -0,444 ns EP -0,068 ns 0,341 ns 0,564** TF 0,230 ns 0,493 ns CVP 0,769** ** indica significância a 1%; ns indica ausência de significância. G: Germinação; CVP: Classificação do vigor de plântulas; TF: Teste de frio; EA: Envelhecimento acelerado; DC: Deterioração controlada; MV: Mudas vigorosas; E 1 14: Emergência aos 14 dias da 1ª época; E 1 21: Emergência aos 21 dias da 1ª época; E 2 14: Emergência aos 14 dias da 2ª época; E 2 21: Emergência aos 21 dias da 2ª época; CE4: Condutividade elétrica em quatro horas de embebição; CE24: Condutividade elétrica em 24 horas de embebição. mendado o período de 72 horas de permanência na câmara de envelhecimento (Nascimento et al., 1993 e ISTA, 1995). No entanto, observou-se através de testes preliminares, que este período reduziu drasticamente a germinação, sendo o teste conduzido em 48 horas. Já o teste de deterioração controlada não mostrou sensibilidade em separar os lotes quanto a qualidade para a cultivar IAC. O teste de condutividade elétrica também mostrou-se eficiente na separação dos lotes em diferentes níveis de qualidade, demonstrando, da mesma maneira que os testes de classificação do vigor das plântulas, frio e emergência das plântulas aos 14 dias da primeira época, que os lotes 1 e 2 apresentam melhor desempenho que os lotes 3 e 4. Na Tabela 2, observa-se que o teste de condutividade elétrica avaliado no período de 24 horas de embebição, se correlacionou de forma negativa mas significativa com a emergência das plântulas em casa de vegetação avaliada aos 14 dias da primeira época (r = -0,560**). Isto indica que quanto maior é o conteúdo de exsudatos lixiviados pelas sementes, maior é o grau de deterioração de suas membranas, e consequentemente menor será a percentagem de emergência das plântulas. Também observa-se que o teste de condutividade elétrica se correlacionou de forma negativa mas altamente significativa com os resultados dos testes de germinação (r = -0,618**/CE4 e -0,637**/ CE24), classificação do vigor das plântulas (r = -0,625**/ CE4 e -0,685**/ CE24) e frio (r = -0,673**/CE4 e -0,670**/CE24). Segundo Marcos Filho et al. (1987) o uso do teste de correlação para a avaliação da eficiência dos testes de vigor pode provocar a obtenção de informações incompletas ou incorretas, ressaltando que a correlação significativa indica uma tendência de variação semelhante entre dois parâmetros, não significando, porém, que há uma correspondente precisão de estimativa da qualidade fisiológica do lote. Da mesma forma, Lima (1993), trabalhando com sementes de cebola, concluiu que a técnica de correlação simples não deve ser usada isoladamente para estimar a eficiência dos testes que visam avaliar a qualidade fisiológica de sementes. Na Tabela 3 observa-se os resultados referentes a cultivar Kada, onde os testes de vigor foram mais sensíveis para distinguir diferenças na qualidade fisiológica entre os lotes, o que não ocorreu em relação ao teste de germinação, o qual mostrou qualidade inferior somente para o lote1. O teste de germinação apresentou para todos os lotes maior percentagem de plântulas normais que o teste de emergência das plântulas em casa de vegetação, com exceção dos lotes 1 e 2 no teste realizado aos 21 dias da segunda época. Estes dados concordam com os de Popinigis (1985), quando afirma que a germinação obtida em laboratório é sempre superior a do teste de emergência das plântulas. Também pode-se observar na Tabela 3 que somente a emergência das plântulas realizada aos 14 dias da segunda época permitiu a separação dos lotes. Provavelmente, os demais períodos em que se realizou o teste apresentaram condições de temperatura e umidade mais favoráveis à emergência das plântulas de tomate desta cultivar. Nos resultados do teste de correlação apresentados na Tabela 4, observa-se que os testes de emergência das plântulas

5 VIGOR PARA SEMENTES DE TOMATE 27 TABELA 3. Comparação de médias de germinação (G-%), classificação do vigor das plântulas (CVP-%), teste de frio (TF-%), envelhecimento acelerado (EA-%), deterioração controlada (DC-%), condutividade elétrica em quatro horas de embebição (CE 4 -µmhos/cm/g), condutividade elétrica em 24 horas de embebição (CE 24 -µmhos/cm/g), emergência aos 14 dias da primeira época (E 1 14-%), emergência aos 21 dias da primeira época (E 1 21-%), emergência aos 14 dias da segunda época (E 2 14-%), emergência aos 21 dias da segunda época (E 2 21-%) e mudas vigorosas (MV-%) de sementes de tomate para os efeitos de lote dentro da cultivar Kada. Lote G CVP TF EA DC CE4 CE24 E 1 14 E 1 21 E 2 14 E 2 21 MV 1 75 b* 69 b 67 bc 19 c 11 c 4,4a 13,3a 50a 71a 70ab 87a 37a 2 88a 85a 77ab 46a 55a 51,3 b 77,3 b 56a 78a 84a 91a 36a 3 88a 83a 79a 34 b 47a 92,1 c 100,4 c 59a 74a 62 b 86a 35a 4 90a 86a 63 c 38ab 30 b 100,8 c 105,0 c 49a 72a 74ab 85a 18a * As médias seguidas por uma mesma letra, nas colunas, não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. TABELA 4. Coeficientes de correlação simples (r) entre os dados obtidos através de diversos testes na avaliação da qualidade fisiológica de sementes de tomate da cultivar KADA. Testes G CVP TF EA DC CE24 CE4 MV E 221 E 214 E 121 E 114 0,199 ns 0,146 ns 0,535 ns 0,120 ns 0,399 ns 0,131 ns 0,128 ns 0,227 ns 0,070 ns -0,024 ns 0,744** E ,229 ns 0,139 ns 0,195 ns 0,201 ns 0,258 ns 0,149 ns 0,062 ns 0,183 ns 0,279 ns 0,277 ns E 214 0,140 ns 0,069 ns -0,022 ns 0,266 ns 0,272 ns -0,165 ns -0,157 ns 0,394 ns 0,704** E 221 0,037 ns -0,079 ns 0,090 ns 0,118 ns 0,176 ns -0,218 ns -0,158 ns 0,424 ns MV -0,187 ns -0,158 ns 0,392 ns -0,154 ns 0,185 ns -0,432 ns -0,322 ns CE4 0,870** 0,811** 0,048 ns 0,598** 0,534 ns 0,909** CE24 0,878** 0,773** 0,016 ns 0,725** 0,576** DC 0,776** 0,751** 0,531 ns 0,779** EP 0,865** 0,826** 0,256 ns TF 0,195 ns 0,190 ns CVP 0,935** ** indica significância a 1%; ns indica ausência de significância G: Germinação; CVP: Classificação do vigor de plântulas; TF: Teste de frio; EA: Envelhecimento acelerado; DC: Deterioração controlada; MV: Mudas vigorosas; CE4: Condutividade elétrica em quatro horas de embebição; CE24: Condutividade elétrica em 24 horas de embebição; E 1 14:Emergência aos 14 dias da 1ª época; E 1 21: Emergência aos 21 dias da 1ª época; E 2 14: Emergência aos 14 dias da 2ª época; E 2 21: Emergência aos 21 dias da 2ª épocas. avaliados aos 14 e 21 dias da primeira época (r = 0,744**), bem como os avaliados aos 14 e 21 dias da segunda época (r = 0,0,704**), apresentaram um coeficiente de correlação altamente significativo entre si, provavelmente por estes serem realizados na mesma época. Os resultados dos testes de vigor mostraram diferenças de qualidade mais marcantes, devido estes simularem condições adversas de campo. O teste de envelhecimento acelerado (Tabela 3), mostrou que os lotes 1 e 3 tiveram desempenho inferior ao lote 2, que não diferiu do lote 4. No teste de deterioração controlada verificou-se que os lotes 2 e 3 apresentaram comportamentos similares e superiores aos lotes 1 e 4 sendo o lote 1 de qualidade inferior aos demais. Apesar destes resultados, na Tabela 4 observa-se que estes testes se correlacionaram de forma altamente significativa com o teste de germinação (r = 0,865**/ EA e 0,776**/ DC). O teste de classificação do vigor das plântulas não permitiu a separação dos lotes em níveis de vigor, mostrando a mesma tendência do teste de germinação. Estes apresentaram correlação altamente significativa entre si (r = 0,935**) (Tabela 4), e também evidenciaram que o lote 1 é o de mais baixa qualidade. O teste de frio permitiu uma maior separação dos lotes quanto à qualidade. Grabe (1976), citado por Piana et al. (1995), relata que lotes de alta qualidade devem apresentar, germinação mínima, entre 70 a 85%, como resultado do teste de frio. Segundo este autor pode-se dizer que os lotes 2 e 3 são de alta qualidade em relação aos lotes 1 e 4 (Tabela 3), corroborando a separação verificada no teste de deterioração controlada. O teste de mudas vigorosas não apresentou diferenças significativas para esta cultivar, além de não se correlacionar significativamente com nenhum outro teste, não sendo um teste eficiente.

6 28 A.B. RODO et al. A partir dos resultados obtidos com o teste de condutividade elétrica, observa-se que ao contrário do teste de germinação, classificação do vigor das plântulas, envelhecimento acelerado e deterioração controlada, o lote 1 apresenta maior qualidade. Este fato pode ser atribuído a um possível caso de dormência das sementes deste lote, a qual provavelmente não se manifestou através do teste de condutividade elétrica, o que não ocorreu com os outros testes. Em relação aos outros lotes, observase através do teste de condutividade elétrica, envelhecimento acelerado, deterioração controlada e emergência aos 14 dias da segunda época, que o lote 2 apresenta maior qualidade que os lotes 3 e 4. Observa-se também que a partir de quatro horas de embebição, da mesma maneira que em 24 horas, o teste de condutividade elétrica permitiu a separação dos lotes, sendo suficiente este período para a avaliação da qualidade das sementes, proporcionando a informação mais rápida dos resultados. Na Tabela 4, observa-se que o teste de correlação entre o teste de condutividade elétrica e os testes de germinação (r = 0,870**/ CE4 e 0,878**/ CE24), classificação do vigor das plântulas (r = 0,811**/ CE4 e 0,773**/ CE24), envelhecimento acelerado (r = 0,598**/CE4 e 0,725**/ CE24) e deterioração controlada (r = 0,534**/ CE4 e 0,576**/ CE24) foi altamente significativo, embora positivo, provavelmente devido ao caso de dormência do lote 1. As associações significativas analisadas indicam que alguns testes são mais promissores que outros, em função do grau de correlação existente entre eles e/ou indicam que alguns podem ser usados de forma alternativa. Entretanto, a correlação não significativa é prova insuficiente para se afirmar que não há associação entre as variáveis. Desta maneira, observa-se que o uso exclusivo da análise de correlação para comparar resultados obtidos entre os testes de germinação, vigor e emergência das plântulas pode levar a conclusões incorretas (Marcos Filho et al., 1987). A partir dos resultados obtidos, pode-se dizer que para ambas as cultivares de tomate em estudo, os testes de vigor que demonstraram ser os mais promissores para a avaliação da qualidade fisiológica das sementes foram o teste de frio, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica. Estes, são considerados pela AOSA (1983) e ISTA (1995), como os mais importantes em termos de padronização. CONCLUSÕES Com base nos resultados obtidos conclui-se que: - a separação dos lotes em termos de vigor varia conforme o teste de vigor utilizado e a cultivar; - para a cultivar IAC os testes de frio sem solo e condutividade elétrica indicam uma melhor separação dos lotes em termos de vigor; - para a cultivar Kada os testes que indicam uma melhor separação dos lotes em termos de vigor são o envelhecimento acelerado, deterioração controlada e condutividade elétrica. REFERÊNCIAS AOSA - ASSOCIATION OF OFFICIAL SEED ANALYSTS. Seed vigour testing handbook. Lincoln, p. (Handbook on seed testing. Contribution, 32). BRASIL. Ministério da Agricultura e da Reforma Agrária. Regras para análise de sementes. Brasília: SNDA/DNDV/CLAV, p. DIAS, D.C.F.S. & MARCOS FILHO, J. Testes de vigor baseados na permeabilidade das membranas celulares: I. Condutividade elétrica. Informativo ABRATES, Londrina. v.5, n.1, p FONSÊCA, M.G. & RODO, A.B. Avaliação de testes de vigor em sementes de tomate (Lycopersicon lycopersicum (L.) Karsten). In: SEMINÁRIO PANAMERICANO DE SEMILLAS, 15, Gramado, Anais... Gramado: CESM/RS - ABRATES, p.44. ISTA - INTERNATIONAL SEED TESTING ASSOCIATION. Handbook of vigour test methods. 3.ed. Zürich, p. KRZYZANOWSKI, F.C. & FRANÇA NETO, J.B. Testes de vigor em sementes. In: ENCONTRO SOBRE AVANÇOS EM TECNOLOGIA DE SEMENTES, 1991, Pelotas. Anais... Pelotas: FAEM-UFPel, p LIMA, D. de. Avaliação da viabilidade e vigor de sementes de cebola (Allium cepa L.). Pelotas: FAEM/UFPel, p. (Dissertação Mestrado). MARCOS FILHO, J.; CÍCERO, S.M. & SILVA, W.R. Avaliação da qualidade das sementes. Piracicaba: FEALQ, p. NAKAGAWA, J. Testes de vigor baseados na avaliação de plântulas. In: VIEIRA, R.D. & CARVALHO, N.M. de. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal: FUNEP, p NASCIMENTO, W.M.; BARROS, B.C. & PESSOA, H.B. Teste de envelhecimento acelerado em sementes de tomate. Revista Brasileira de Sementes, Brasília. v.15, n.2, p NASCIMENTO, W.M. A importância da qualidade de sementes olerícolas. A Lavoura, Rio de Janeiro. p PIANA, Z.; TILLMANN, M.A.A. & MINAMI, K. Avaliação da qualidade fisiológica de sementes de cebola e sua relação com a produção de mudas vigorosas. Revista Brasileira de Sementes, Brasília. v.17, n.2, p POPINIGIS, F. Fisiologia da semente. Brasília: AGIPLAN, p. SPINA, A.A.T. & CARVALHO, N.M. Testes de vigor para selecionar lotes de amendoim antes do beneficiamento. Ciência Agronômica, Jaboticabal. v.1, n.1, p

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