O AMBIENTE FÍSICO DA CRECHE INFLUENCIANDO O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA

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1 O AMBIENTE FÍSICO DA CRECHE INFLUENCIANDO O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA NERY, Helloise Barbosa LIMA, Katiane Moisés de RIBEIRO, Maria Neiaria Assef VICTOR, Janaína Fonseca XIMENES, Lorena Barbosa RESUMO: Este estudo teve como objetivo identificar os fatores de risco no ambiente escolar que favorecem os agravos à saúde das crianças. Para tanto, optamos pelo estudo exploratório-descritivo, em uma creche da periferia de Fortaleza-Ce, no período de Novembro a Dezembro/2003, utilizando um roteiro de observação do ambiente escolar, que abordava os fatores de risco para acidentes e doenças. No que diz respeito ao ambiente como potencializador de acidentes, podemos constatar como fatores de risco para quedas (piso de cerâmica liso e molhado, ausência de tapetes antiderrapantes e barras de proteção nas paredes, dentre outros) e para sufocação (brinquedos pequenos e desmontáveis em peças menores e outros pequenos objetos ao alcance das crianças, podendo ser engolidos, causando obstrução das vias aéreas). Com relação fatores de risco para problemas dermatológicos (compartilhamento de utensílios de uso pessoal entre as crianças, ausência de produtos neutros para higiene, dentre outros). Quanto às doenças gastrintestinais identificamos principalmente a não lavagem das mãos nem antes, nem após as refeições e eliminações. E, para as doenças respiratórias constatamos que o ambiente era extremamente aquecido com intensa radiação solar, e que os colchões e cobertores estavam acondicionados em local quente e abafado, dentre outros. Diante destes resultados, podemos concluir que a creche pode funcionar como um ambiente propiciador aos agravos à saúde da criança, sendo que a Enfermagem pode atuar identificando precocemente os fatores de risco para tais agravos junto aos educadores infantis, visando à promoção da saúde da criança. Palavras chave: creche, doenças, acidentes.

2 THE PHYSICAL AMBIENT OF THE DAY-NURSEY INFLUENCING THE ILLNESS-HEALTH PROCESS IN THE FIRST CHILDHOOD ABSTRACT: This study had as objective to identify the risk factors in the school ambient that favor the injury situations to the children's health. For this, we opted for a exploratory study in a day-nursey of periphery of Fortaleza-Ce, in period of November to December/2003, utilizing a observation logbook of school ambient that boarded the risk factors in ambient for accidents and illness. In that said respect to school ambient as a potencialize of accidents, we could to consist as risk factors to downfalls (wet and slippery pottery floor, absence of appropriate carpets and protection bars in the walls, and others) and for suffocation (dismountible and small toys, coulding be swallowed, causing airways obstruction). With relation of risk factors to dermatologicals illness, we verified the share of personal utensils between children for hygiene. About the gastrinterstinals diseases, we identify the antisepsis of hands not before and not after the meals and elimination. And, for respiratory illness, we confirmed that the ambient was extremely heater with intense solar radiation and the mattress and the blankets was packed in hot and sultry place. In front of that results, we could conclude that the day-nursey could be a potential ambient to favor injuries to health of child, being that the Nursing could to actuate identifying precociously the factors united with the educators, aiming the promotion of the health of her. KEYWORDS: school ambient, illness, accidents.

3 O AMBIENTE FÍSICO DA CRECHE INFLUENCIANDO O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA INTRODUÇÃO NERY, Helloise Barbosa LIMA, Katiane Moisés de RIBEIRO, Maria Neiaria Assef VICTOR, Janaína Fonseca XIMENES, Lorena Barbosa O ambiente físico, tanto familiar como escolar, é um potencial determinante das condições de vida e saúde da criança, sendo que ambos os ambientes podem oferecer condições favoráveis ao surgimento de doenças e acidentes, bem como a prevenção dos mesmos. Segundo Yamamoto (1999: 87), a criança, indivíduo em permanente modificação biopsiquíca devido aos fenômenos do crescimento e desenvolvimento, mantém-se exposta a presença de fatores ambientais dentro e fora de sua casa. Especialmente, em nosso meio, as doenças do aparelho respiratório, do trato digestivo e as doenças dermatológicas são exemplos freqüentes de alterações da saúde infantil decorrentes da hostilidade do ambiente de vida. As crianças, na primeira infância, fase compreendida entre o primeiro e sexto ano de vida, necessitam de maior cuidado e atenção, no intuito de alcançarem um crescimento e desenvolvimento favorável. Entretanto, o fato de se encontrarem em fase de maturação dos sistemas orgânicos, bem como adquirindo habilidades locomotoras e manuais, são consideradas mais propensas a adquirirem doenças dentre as quais podemos citar a diarréia e as infecções respiratórias agudas, que são as principais causas de morbi-mortalidade infantil em países em desenvolvimento. Nesta fase, são comuns, também, outros tipos de afecções, tais como: dermatoses, otites, distúrbios nutricionais e acidentes (1/3 das causas de mortalidade infantil, em ascensão, em todo o mundo, segundo a OMS) (WHALEY; WONG, 1999; SCHMITZ, 1989; DELGADO et al, 1995, KAWAMOTO, 1995, SIGAUD;

4 VERÍSSIMO, 1996; GIKAS; SCHVARTSMAN; FONTANA, 1999; BRASIL, 2001, COLLET; OLIVEIRA, 2002). Vários estudos realizados, a fim de predefinir uma epidemiologia dos acidentes às crianças, constataram que a maior prevalência se dá em crianças do sexo masculino, na faixa etária de um a cinco anos de idade, tendo como principais grupos de acidentes, quedas, envenenamentos, atropelamentos e queimaduras (SOUZA; BARROSO, 1995; SOUZA, 1997, GIKAS; SCHVARTSMAN; FONTANA, 1999; CARVALHO, 2003), sendo este fato justificado pela grande altivez e curiosidade da criança e pela mesma permanecer mais tempo em casa ou na escola. Para Araújo e Vieira (2002:86):...o acidente coloca a família, dirigentes escolares e os responsáveis por crianças acidentadas, em contato com situações difíceis de entender, muitas vezes, com graves repercussões e, não raro, frente às ocorrências irreversíveis como o êxito letal. Os fatores de risco presentes no ambiente escolar podem comprometer o desenvolvimento da criança contribuindo para desencadear diversos tipos de acidentes. Ao ser inserida no ambiente escolar (a creche), a criança precisa ter um lugar que possa promover o seu desenvolvimento, proporcionando-lhe um ambiente físico, afetivo e social satisfatório. Contudo, Rezende e Silva (2002:74) referem que de um modo geral, as creches/pré-escolas em nosso país vêm sendo nada mais do que locais de guarda da criança enquanto sua mãe trabalha, ou na melhor das hipóteses, locais nos quais a criança pode se alimentar e entrar em contato com algumas atividades pedagógicas. Além disso, a creche muitas vezes pode favorecer a aquisição de novas afecções para a criança, pois o contato com novas situações que podem modificar o seu estado de saúde como o convívio social com outras crianças, a exposição a patógenos, condições hidrosanitárias do ambiente e estrutura física, são fatores contribuintes para o processo saúde-doença da mesma (WHALEY; WONG, 1999). Diante disso, há que se observar aspectos determinantes no processo saúdedoença da criança, como estrutura física da creche, higiene, rede de abastecimento e tratamento da água utilizada, alimentação consumida, acessibilidade a produtos químicos abrasivos, de limpeza e o mais importante de todos, a atenção

5 direcionada à criança, já que, a mesma permanece o tempo integral na creche, podendo apresentar situações que possam trazer agravos à saúde da criança. Dentre as doenças mais comuns nas crianças de creche estão as diarréias (infecciosa ou parasitária). O Estado do Ceará lidera as estatísticas quanto à mortalidade por doença diarréica, doenças respiratórias (segunda maior causa de internação nos hospitais no Nordeste), problemas de pele (escabiose e pediculose), assim como as doenças infecciosas típicas da infância (catapora, sarampo, caxumba) e outras como hepatite (BRASIL, 2001; KOGANEZAWA, 2001; PAIXÃO, 2003). Tais doenças são processos mórbidos que desencadeiam outros tipos de doenças podendo levar até a morte. Reconhecendo que a Enfermagem é parte atuante no processo de promoção da saúde da criança e sua família, e que o ambiente escolar (creche) pode ser considerado como elemento importante para o cuidado e a educação da criança, este estudo foi de grande relevância, pois conhecendo os fatores intrínsecos e extrínsecos que podem interferir diretamente no processo saúde-doença da mesma, é que a Enfermagem poderá encontrar um caminho para chegar a creche, de modo a identificar possibilidades que visem diminuir o impacto que tal ambiente poderá repercutir no atendimento às suas necessidades humanas básicas. OBJETIVO Identificar as condições ambientais da creche que favorecem os agravos à saúde das crianças. METODOLOGIA Para a realização desta pesquisa, utilizamos estudo do tipo exploratório, sendo que seguimos as normas da ABNT para a apresentação do mesmo. De acordo com Triviños (1987), este tipo de estudo permite que o pesquisador encontre elementos que lhe permitem um contato maior com a realidade aumentando sua experiência em torno de determinado problema.

6 Para tanto, a pesquisa foi desenvolvida em uma creche da periferia da cidade de Fortaleza-Ce, que atende crianças de dois a seis anos de idade residentes no bairro, no período de Novembro a Dezembro de Para a coleta de dados, realizamos observação do ambiente escolar, seguindo dois roteiros: o primeiro para identificação dos fatores de risco para a aquisição de acidentes no ambiente escolar que consideramos mais relevantes como quedas, cortes, queimaduras, intoxicação, envenenamento e sufocação, e o segundo roteiro, para identificação os fatores de risco para a ocorrência de doenças prevalentes na infância nas classes dermatológicas, gastrintestinais e respiratórias. Sendo que estas dados serão apresentados nas categorias: o ambiente escolar (creche) x fatores de risco para acidentes e o ambiente escolar (creche) x fator de risco para doença. Ressaltamos que em todo o momento da coleta, foram feitos registros dos dados em diário de campo. Para tanto, enviamos solicitação por escrito ao diretor da escola-creche, esclarecendo os objetivos da pesquisa, e ainda o projeto deste estudo teve o deferimento do Comitê de Ética e Pesquisa e do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará, seguindo as normas instituídas pelo Conselho Nacional de Saúde para pesquisa envolvendo direta ou indiretamente seres humanos. Logo, foi assegurando o sigilo, o anonimato, o livre acesso às informações, bem como, liberdade para desligar a instituição da pesquisa em qualquer momento. Vale ressaltar que todos os resultados da pesquisas foram utilizados exclusivamente para fins científicos. RESULTADOS DESCRIÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR

7 O quadro de funcionários da creche é composto por 01 diretora, 01 coordenadora, afastada por licença-maternidade, 04 professores, 04 professores auxiliares, 01 merendeira e 01 auxiliar de serviços gerais. São 80 crianças matriculadas, entre um ano e seis meses a quatro anos e seis meses. A creche oferece assistência em período integral, das 07 às 17 horas. São realizadas atividades pedagógicas de acordo com a idade da criança, acompanhamento quinzenal do peso e estatura da criança pela enfermeira do posto de saúde, refeições diárias (04 por dia e cardápio sugerido por nutricionista), higiene corporal (02 banhos ao dia; escovação 02 vezes por semana) e reunião mensal com os pais ou responsável. A creche situa-se em um espaço no qual as salas de aula são separadas por divisórias de PVC, sem ter uma estrutura única para cada sala de aula. Estas divisórias são em formato de casa, e suas colunas são de baixa altura. As portas das salas são sem cadeados e de fácil abertura. Não possuem lousas, nem material pedagógico, apenas cadeiras e mesas de acordo com a estatura da criança. Ao todo são 04 salas de aula, sendo que as crianças ficam separadas pela idade. O piso é de placas de cimento liso com revestimento de cerâmica. Possui um pátio, uma cantina, uma despensa para alimentos, uma coordenação, dois banheiros para funcionários e um banheiro paras as crianças. O banheiro das crianças é revestido com azulejos e o piso com cerâmica, possui 04 vasos sanitários compatíveis com a altura das crianças, 04 chuveiros, 01 lavabo, armário para acondicionamento de produtos de higiene pessoal. Ao redor da creche, há uma rampa íngreme e sem proteção, calçadas altas sem proteção, terreno argiloso e uma bomba d água ao alcance das crianças. De acordo com os resultados encontrados na creche, serão apresentadas duas categorias para a discussão e apresentação dos dados: o ambiente escolar (creche) x fatores de risco para acidentes e o ambiente escolar (creche) x fator de risco para doença. O AMBIENTE ESCOLAR (CRECHE) X FATORES DE RISCO PARA ACIDENTES

8 O ambiente escolar (creche) tem um relevante papel para promoção da saúde e prevenção de doenças na criança. Contudo, o contexto escolar pode repercutir de forma diferenciada, podendo trazer alguns danos à saúde da criança. Os acidentes são uma das principais causas de morbi-mortalidade infantil e estes são condicionados por vários fatores, que podem estar inseridos na própria estrutura física do ambiente, bem como, o próprio comportamento das crianças, que muitas vezes pode predispor as mesmas a vivenciarem situações de risco, podendo levá-las a acidentes no contexto escolar (creche). Bessa e Vieira (2001), em estudo sobre danos de crianças do pré-escolar e escolar, verificaram que todos os educadores tinham presenciado na escola situações de acidentes nos pré-escolares e escolares. Barros et al (2002) identificaram como principais fatores de risco para acidentes entre crianças de 04 a 05 anos de idade, dentre outros: crianças do sexo masculino, presença de irmãos menores, freqüência em creche e/ou escola e residência na periferia urbana. No caso deste estudo, investigamos alguns fatores de risco condicionantes a quedas, queimaduras, cortes, sufocação e envenenamento no ambiente escolar. Contudo, constatamos que o ambiente apresenta um número mais significativo de fatores de risco que podem propiciar a quedas e sufocação. No que diz respeito a quedas foi constatado a presença de alguns fatores de risco para tal acidente. Dentre estes, podemos citar principalmente o banheiro das crianças. No momento do banho, são reunidas por volta de 10 crianças e apenas duas professoras auxiliares. Uma dá o banho nas crianças e a outra as enxuga, impedindo de que as mesmas consigam dar toda atenção as demais crianças que se encontram no banheiro. Além de que, o piso é de cerâmica e não há tapetes antiderrapantes e nem barras de proteção nas paredes, as quais são revestidas com azulejos, o que pode favorecer a quedas. E ainda há um outro agravante, que é o próprio comportamento das crianças durante o momento do banho, que ficam empurrando e batendo umas nas outras. É oportuno salientar que muitas crianças durante o período de 01 a 03 anos encontram-se em fase de aquisição e aprimoramento da locomoção, refinando

9 sua coordenação motora e equilíbrio postural (SIGAUD; VERÍSSIMO, 1996), o que pode implicar diretamente em desequilíbrio durante o banho, pois não tem apoio nas paredes, e o próprio piso é deslizante. Outro fator que podemos destacar é que, em sala de aula, algumas crianças fazem suas necessidades fisiológicas na roupa durante o dia, e o piso fica molhado, levando-as a brincarem muitas vezes com os dejetos, principalmente a urina, podendo escorregar, e causar traumas, fraturas, dentre outros. Este tipo de comportamento é natural, pois, segundo Whaley e Wong (1999), são durante os 18 a 24 meses de idade que a criança irá apresentar condições para controlar os esfíncteres anal e vesical, estabelecendo primeiramente o controle das evacuações, devido sua regularidade e pelo fato de serem previsíveis com sensações mais fortes, e posteriormente conseguem controlar as suas micções. As divisórias de sala de aula apresentam uma estatura baixa, possibilitando que as crianças subam e pulem para a outra sala, podendo perder o equilíbrio e caírem. Segundo Araújo e Vieira (2002:85), as quedas registram números elevados de atendimentos ocasionando, desde escoriações superficiais, fraturas de membros até culminar com o inevitável óbito, decorrente de traumas cranianos severos. Em pesquisa realizada por Pedreira et al (2002), foi constatado que dos atendimentos em uma instituição, 942 (9,72%) estavam relacionados como causa os acidentes, e que a maioria destes foi ocasionado por queda (46,9%). Com relação à sufocação, os fatores de risco observados foram os brinquedos pequenos e desmontáveis em peças menores e outros pequenos objetos ao alcance das crianças. Durante o período na creche, as crianças quando estão brincando, levam, muitas vezes, os brinquedos à boca, e muitos destes são pequenos, o que pode resultar na aspiração dos mesmos, causando obstrução das vias respiratórias por corpos estranhos. Apesar das professoras estarem presentes no ambiente em sala de aula, existe um número significativo de crianças, em média 15 a 20 crianças para uma professora, facilitando, de sobremodo, este tipo de acidente, pois se torna impossível uma adequada supervisão das crianças em sala de aula.

10 Segundo Bittencourt e Camargos (2002: 09): Fatores anatômicos e cognitivos estão intimamente ligados à maior ocorrência desses acidentes nas crianças pequenas. Entretanto, a oferta deliberada ou o consumo de certos alimentos como amendoim, castanhas, milho, pipoca e frutas com sementes, entre outros, nessa faixa etária, podem ocasionar aspiração pela inexistência ainda de uma dentição adequada para triturá-los, dentição esta que se completa apenas aos 4 anos... A aspiração de produtos nãoalimentares é menos freqüente e requer diferentes medidas preventivas, pois envolvem também crianças maiores. Devese ter, inicialmente, o cuidado com o ambiente onde a criança mais permanece, evitando-se pequenos objetos jogados pelo chão ou em outros lugares ao alcance da mesma, tais como pregos, parafusos, tampas de canetas e similares. Deve-se selecionar os brinquedos segundo a idade; para crianças mais novas, por exemplo, aqueles que não contenham partes pequenas removíveis. Sendo assim, as crianças que se encontram na primeira infância, podem ser consideradas como um dos grupos mais vulneráveis para acidentes, devido às limitações que apresentam com relação aos aspectos físicos, sensoriais, psicomotores e cognitivos, os quais serão desenvolvidos com o tempo. Logo, os comportamentos que foram evidenciados pelas crianças da creche ocorreram devido à própria fase de desenvolvimento, caracterizada pela experimentação ativa, curiosidade, a falta de noção de perigo, e o seu pensamento mágico, de que é o todo poderoso, e por tanto, nada poderá acontecer consigo mesma, o quê só vem a intensificar neste período da primeira infância a riscos de acidentes, repercutindo diretamente na saúde física, mental, social e emocional das crianças. O AMBIENTE ESCOLAR (CRECHE) X FATOR DE RISCO PARA DOENÇAS.

11 Nesta categoria, podemos constatar que a creche apresentou alguns fatores de risco que podem causar agravos externos à saúde das crianças que permanecem em tempo integral, podendo levá-las a apresentar problemas dermatológicos, respiratórios e gastrointestinais. que, segundo Whaley e Wong (1999), são as afecções que mais acometem as crianças inseridas no contexto escolar. No que diz respeito aos problemas dermatológicos, observamos que muitas das crianças apresentavam algumas destas afecções, desde piodermites, escabiose, pediculose, larva migrans e molusco contagioso, verificando a presença não só de fatores de risco para estes tipos de doenças, mas também, constatando atitudes principalmente dos educadores para uma maior aquisição destes problemas entre as crianças. Nesta creche, podemos observar o compartilhamento dos utensílios de higiene pessoal, como toalhas, sabonetes, pentes, escovas de cabelos, entre todas as crianças. Apesar de no início do ano letivo, ser solicitado como item de material escolar um kit para higiene pessoal, as professoras não utilizam o utensílio individual para cada criança, pelo contrário, fazem o uso do mesmo em todas as crianças, repondo à medida que vai acabando, o que facilita a proliferação dos microorganismos entre as crianças, intensificando os problemas dermatológicos nas mesmas. De acordo com Collet e Oliveira (2002:75) as doenças da pele: Geralmente, originam-se de contato com agentes nocivos, tais como microorganismos infecciosos, compostos químicos tóxicos e traumas físicos, fatores hereditários, doenças sistêmicas cujas lesões sejam manifestações cutâneas. As dermatites, os eczemas e as infecções bacterianas de pele são os problemas dermatológicos mais comuns na infância. Vale salientar que quando é constatado que as crianças estão acometidas por algum tipo de doença dermatológica, ocorre a separação dos utensílios destas crianças. Mas isto, não impede que a transmissão dos patógenos já tenha acontecido, pois tal atitude só é feita quando se constata a presença de sinais mais evidentes pelas professoras.

12 Outro fator de risco que consideramos no ambiente da creche, é que as crianças sempre dormem juntas e compartilham o mesmo lençol. Além disso, permanecem durante todo o dia descalças e vestidas apenas com roupa íntima, e quando realizam suas necessidades fisiológicas em suas próprias roupas, as professoras não conseguem limpá-las imediatamente, o que pode ocasionar contaminação por patógenos presentes nas eliminações ou dermatoses de contato com os agentes irritantes presentes nas fezes e/ou na urina. Com relação aos problemas gastrintestinais, percebemos que os fatores de risco estão intrinsecamente relacionados com as atitudes das crianças e dos próprios educadores que precisam enfatizar comportamentos preventivos e, conseqüentemente saudável para prevenção destas doenças no âmbito local. Podemos constatar na creche que a maioria das crianças não lavava as mãos nem antes, nem após refeições e/ou eliminações; as unhas encontravam-se sujas e crescidas, e, além disso, a capacidade de levar a mão à boca só contribuía para disseminar os microorganismos para si própria e demais colegas de sala, tornando-se muito susceptíveis a vários tipos de doenças gastrintestinais, como verminoses, diarréias, vômitos e infecções intestinais, dentre outras. De acordo Ribeiro (1996) vários fatores podem levar à criança a apresentar doenças gastrintestinais, dentre estes, podemos citar: a idade, pois as crianças menores são mais susceptíveis, por causa da imunodeficiência de anticorpos, principalmente a Ig A, a constituição anatômica e fisiológica da criança, a desnutrição, clima quente, falta de água potável, falta de higiene e falta de recursos adequados no preparo de alimentos e desinformação. Vale salientar que muitos dos problemas gastrintestinais podem levar à criança a apresentar diarréia, e conseqüentemente condicionando-a muitas vezes à desidratação e desnutrição, por isso, o mais importante é desenvolver uma atitude crítica e reflexiva dos cuidados que devem ser dispensados à criança para que possa aprender a desenvolver comportamentos que promovam sua saúde. No ambiente estudado, também foram observados alguns fatores de risco que podem acarretar problemas respiratórios. A creche possui uma estrutura voltada totalmente para o poente, o que propicia que um dos lados da creche durante

13 o dia receba diretamente intensa radiação solar, o que promove um ambiente extremamente aquecido. Além disso, as crianças brincam nas calçadas da creche, após tomarem o banho, havendo uma mudança brusca de temperatura que pode causar um simples resfriado, podendo evoluir para uma pneumonia severa. Após o almoço, há o momento do descanso quando as crianças dormem em colchonetes colocados no chão com lençóis. Os colchonetes e lençóis são acondicionados em caixas de papelão em um quarto quente e abafado, que são lavados quinzenalmente, não havendo um cobertor/colchonete individual para cada criança. É importante ressaltar que ambientes fechados e sem ventilação, são propensos à proliferação de ácaros e agentes alérgenos que podem causar infecções respiratórias quando o indivíduo entra em exposição com estes. Segundo Collet e Oliveira (2002:95): Os fatores predisponentes ao surgimento de distúrbios respiratórios podem ser ambientais (frio, umidade, mudanças bruscas de temperatura, natureza do agente infeccioso), ou orgânicos (anemia, fadiga, alergias, problemas cardíacos, desnutrição, suscetibilidade individual ou exposição contínua a substâncias que diminuem as defesas imunológicas, estadia em creches e escolas). Com os fatores de risco observados no ambiente escolar (creche), as crianças menores podem ser mais susceptíveis a apresentarem problemas no trato respiratório, devido à diferença anatômica que apresentam diminuição do volume do trato respiratório e das estruturas, sendo assim, mais vulneráveis aos microorganismos e propagação dos mesmos. O comportamento das crianças também é outro fator condicionante para a aquisição tanto de doenças como acidentes, pois como se encontra em fase de inserção no ambiente escolar, ela ainda é imatura em perceber quais as condições do ambiente que podem favorecer o surgimento de processos mórbidos em seu crescimento e desenvolvimento.

14 CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir deste estudo, podemos constatar, com a avaliação das condições ambientais da escola (creche), que estas podem favorecer o surgimento de alguns agravos à saúde das crianças, por isso é importante que se identifique os principais fatores de risco que pode vir a acometê-las nesta fase da primeira infância no cotidiano escolar. Podemos perceber, então, que o ambiente escolar pode ser um local que traz, em sua estrutura, fatores de risco que possam ocasionar tanto acidentes como doenças dermatológicas, gastrintestinais e respiratórias. Na creche estudada, foram observados fatores de risco para quedas (piso de cerâmica liso e molhado, ausência de tapetes antiderrapantes e barras de proteção nas paredes, número insuficientes de professores auxiliares no momento do banho, crianças no banho empurrando umas as outras, limpeza inadequada das salas de aula e divisórias baixas entre as salas de aula) e sufocação (brinquedos pequenos e desmontáveis em peças menores e outros pequenos objetos ao alcance das crianças, podendo ser engolidos, causando obstrução das vias aéreas). Para as doenças dermatológicas pudemos observar como fatores de risco no ambiente o compartilhamento de utensílios de uso pessoal entre as crianças, ausência de produtos neutros para higiene, crianças dormindo juntas no mesmo colchonete, crianças despidas usando apenas a roupa íntima/fralda, os cobertores não são lavados diariamente, dentre outros. Com relação às doenças gastrintestinais, foi identificado principalmente a não lavagem das mãos nem antes, nem após as refeições e eliminações. E, por fim, as doenças respiratórias tiveram como fatores de risco identificados o ambiente extremamente aquecido com intensa radiação solar, brincadeira entre as crianças logo após o banho, e descalças, e acondicionamento dos colchões e cobertores em local quente e abafado. Nesse sentido, a creche pode ser um meio propiciador de agravos à saúde da criança, porém a Enfermagem juntamente com os educadores infantis e as famílias da criança podem atuar criando estratégias eficazes de educação em saúde,

15 minimizando, assim, as situações de risco à saúde das crianças durante a primeira infância. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, K. L.; VIEIRA, L.J E. de S. A criança e os fatores de risco no ambiente domiciliar e escolar: um ensaio reflexivo. Texto Contexto Enfermagem. v.11, n.3, p.83-87, set./dez., BARROS, F. et al. Fatores de risco para injúrias acidentais em pré-escolares. Jornal de Pediatria.v.78, n.2, p , BESSA, A.G.; VIEIRA, L.J.E. de S. Acidentes em crianças no contexto escolar; uma visão do educador.rev. Cient. Ciências e saúde. v.14, p.15-20, dez., BRASIL. Ministério da Saúde. Anuário Estatístico de Saúde do Brasil, 2001 SIL. Dados da educação infantil nos censos. Disponível em: Mortalidade. Disponível em: portal.saúde.gov.br/saúde/aplicações/anuário2001/index.cfm. Acesso em: 28/03/2003. CARVALHO, S. D. Principais acidentes na infância. Disponível em: Acesso em: 28/03/2003. COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G. Enfermagem pediátrica. Goiânia: AB, 2002,185p. COLLET, N.; OLIVEIRA, B. R. G. Doenças de pele e mucosas Cap. 6. Enfermagem pediátrica. Goiânia: AB, 2002,185p. p

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