Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO A U LA 0 2 P R O G R A M A Ç Ã O W E B

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1 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO A U LA 0 2 P R O G R A M A Ç Ã O W E B

2 Objetivos da Aula 1.0 A Web; 2.0 Websites estáticos e dinâmicos; 3.0 Modelo Cliente Servidor; 4.0 Protocolo HTTP; 5.0 Métodos (GET e POST); 6.0 Estrutura da URL; 7.0 Tipos de Websites; 8.0 Complexidade de Websites;

3 1.0 A Web A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. A World Wide Web, "a Web" ou "WWW ("rede de abrangência mundial", traduzindo literalmente) é uma rede de computadores na Internet que fornece informação em forma de hipertexto.

4 1.0 A Web

5 1.0 A Web A Web é um dos muitos serviços oferecidos pela Internet; A Web utiliza a Internet como meio de transmissão de hipertextos; Outros serviços: Acesso remoto, transferência de arquivos, correio eletrônico, mensagens instantâneas etc.

6 1.0 A Web A Web surgiu aproximadamente em 1989, em um projeto nuclear; O objetivo original foi estreitar o relacionamento entre os colegas do projeto;

7 1.0 A Web Site ou sítio? R: Os dois. Um site é um conjunto de hipertextos acessíveis pelo protocolo HTTP; O conjunto de todos os sites existentes formam a Web;

8 1.0 A Web Os sites são acessados através dos Browsers (Navegadores); Exemplos! A navegação ocorre através dos links; Alguns chamam o ato de navegar entre os links de surfar; Microsoft Internet Explorer Mozilla Firefox Netscape Navigator (In Memoriam) Opera Safari Google Chrome Midori (linux) Arora (linux) Camino (Mac OS) etc.

9 2.0 Websites estáticos e dinâmicos Websites Estáticos: São web sites que não possuem nenhum tipo de personalização. Toda e qualquer informação está disponível para o público em geral. Exemplos!

10 2.0 Websites estáticos e dinâmicos Websites Dinâmicos: Ao contrário dos websites estáticos, websites dinâmicos trabalham com personalização. As informações e serviços disponíveis no web site serão tratados de forma pessoal, com características que atendam ao visitante. Exemplos!

11 3.0 Modelo Cliente Servidor Modelo Cliente-Servidor;

12 4.0 Protocolo HTTP HTTP significa HyperText Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Hipertexto) e é o protocolo utilizado por clientes e servidores para transferência de dados hipermídia (imagens, sons e textos) na World Wide Web.

13 4.0 Protocolo HTTP Visão Geral

14 4.0 Protocolo HTTP 14 HTTP: hypertext transfer protocol Protocolo da camada de aplicação da Web Modelo cliente/servidor Cliente: navegador que solicita, recebe e apresenta objetos da Web Servidor: envia objetos em resposta a pedidos

15 4.0 Protocolo HTTP 15 Alguns exemplos de códigos vindos na primeira linha da mensagem de resposta servidor cliente. 200 OK Requisição bem-sucedida, objeto requisitado a seguir nesta mensagem 304 Not Modified Objeto requisitado não foi modificado 400 Bad request Mensagem de requisição não compreendida pelo servidor 404 Not Found Documento requisitado não encontrado neste servidor 505 HTTP version not supported O servidor não suporta a versao HTTP solicitada

16 5.0 Métodos Método GET: GET Método que solicita ao servidor o envio de um recurso; é o serviço essencial para o protocolo. Por exemplo: (Exemplo de invasão )

17 5.0 Métodos Método POST: Método que permite que o cliente envie mensagens e conteúdo de formulários para servidores que irão manipular a informação de maneira adequada. Os conteúdos não aparecem na barra de endereços do navegador.

18 6.0 Estrutura da URL O Endereço web: http: => Protocolo; // => raiz do endereço da internet; => domínio ou IP mod4/pw/arq1.pdf => caminho a percorrer

19 7.0 Tipos de Websites Informativo, prestando informações. Funcional, oferecendo serviços. Entretenimento, servindo como diversão para as pessoas.

20 7.0 Tipos de Websites

21 8.0 Complexidade de Websites Qual site é mais complexo de se fazer? Grandes Portais e E-Commerce;

22 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO I N T R O D U Ç Ã O A O F O R M U L Á R I O S

23 Objetivos da Aula 1.0 Estrutura de uma página; 2.0 Tabela Simples; 3.0 Tabela (Dinâmica PHP e JSP); 4.0 Formulários em HTML 5.0 Detalhando os campos do formulário (revisão) 6.0 Formulários em HTML Exemplos 7.0 Exercício

24 1.0 Estrutura de uma Página Uma página HTML tem a seguinte estrutura básica: <html lang="pt-br"> <head> <meta charset="utf-8"> <link rel="stylesheet" type="text/css" href="estilo.css"> <title>título da página</title> </head> <body> <p>este é o primeiro parágrafo do texto.</p> <p>este é o segundo parágrafo.</p> </body> </html>

25 2.0 Tabela simples <table border="1"> <tr> <td>linha 1, célula 1</td> <td>linha 1, célula 2</td> </tr> <tr> <td>linha 2, célula 1</td> <td>linha 2, célula 2</td> </tr> </table>

26 3.0 Tabela (Dinâmica - PHP) <table border="1"> <tr> <td><?php echo Izo ;?></td> <td>linha 1, célula 2</td> </tr> <tr> <td>linha 2, célula 1</td> <td>linha 2, célula 2</td> </tr> </table>

27 3.0 Tabela (Dinâmica - JSP) <table border="1"> <tr> <td><% System.out.println ( Izo )%></td> <td>linha 1, célula 2</td> </tr> <tr> <td>linha 2, célula 1</td> <td>linha 2, célula 2</td> </tr> </table>

28 4.0 Formulários em HTML O formulário é o meio que permite criar mais interatividade entre a programação e o usuário. É por meio dele que recebemos os valores inseridos pelos usuários e podemos armazenar em um banco de dados, testar com estruturas condicionais etc.

29 4.0 Formulários em HTML Uma estrutura de formulário possui vários campos que permitem a entrada de dados. Abaixo, no quadro, colocamos algumas tags utilizadas nos formulários.

30 4.0 Formulários em HTML Tag <Form> Os forms fazem parte do código html, portanto devem ser definidos como as tags desta linguagem. Sempre com uma tag de abertura e outra de fechamento, inserindo o conteúdo do formulário entre estas duas.

31 4.0 Formulários em HTML Tag <Form> Name: Nome do formulário. Não pode existir mais de um formulário com o mesmo valor para o name na mesma página. Action: Todo formulário deve ser enviado para algum local. Sendo assim, o action é o script ou página para onde os dados serão submetidos. Neste script que normalmente os dados são tratados.

32 4.0 Formulários em HTML Tag <Form> Method: É o método de envio dos dados. Pode ter dois valores: GET = Passa os valores pela URL, ou seja, podemos ver as variáveis e os seus respectivos valores na URL da página destino, definida no campo action. Tem limitação de 256 bytes. Não é muito aconselhável o uso do método GET, pois ele expõe o nome e valor das variáveis, o que pode ser utilizado por pessoas com intenções maléficas. POST = Passa as variáveis de maneira transparente para o usuário. É o método mais aconselhável, pois não fica visível aos olhos do usuário.

33 4.0 Formulários em HTML Tag <Form> Enctype: é o tipo de empacotamento de envio dos dados do formulário. O valor padrão é o application/x-www-form-urlencoded, no entanto quando desejarmos fazer envio de arquivo pelo formulário (campo input file ) nós devemos definir o enctype como multipart/form-data, pois este irá converter o arquivo para binário e enviá-lo.

34 4.0 Formulários em HTML Tag <label> Essa tag define um rótulo para o campo. Exemplo: Observe que o no exemplo acima, eu combinei o rótulo com o evento de javascript onmouseover(). Assim, ao passar o mouse por cima do rótulo, será exibido um alert() com a mensagem teste ;

35 4.0 Formulários em HTML Tag <input> A tag input serve para efetuar a entrada de dados. Ela possui vários tipos (type) e por isso é muito utilizada. Os principais types são: text, password, file, hidden, checkbox, radio, button, reset, submit e image.

36 4.0 Formulários em HTML Exemplo

37 4.0 Formulários em HTML Tag <input> Vamos destacar alguns atributos da tag input: Size: define o tamanho do campo em caracteres Maxlength: Define a quantidade máxima de caracteres do campo Accesskey: define a tecla de acesso rápido (sem uso do mouse) para o campo. Lembre-se que você deve utilizar a seguinte combinação: SHIFT + ALT + accesskey

38 4.0 Formulários em HTML Tag <input> Vamos destacar alguns atributos da tag input: Tabindex: Define a sequência para que o campo receba o foco do cursor. Ex.: Ao apertar a tecla TAB o primeiro campo será o que tiver o tabindex igual a 1. Ao apertar novamente ele irá para o tabindex 2 e assim sucessivamente.

39 4.0 Formulários em HTML Tag <input> Vamos destacar alguns atributos da tag input: Disabled: Utilizado em todos os campos, esse atributo desabilita o campo. Não é possível nem enviar o valor dele quando o formulário é submetido. Readonly: Torna o campo como somente leitura. Não é possível alterar o valor para do campo.

40 4.0 Formulários em HTML Tag <input> Um parâmetro que pode ser utilizado para informar ao usuário o que deve ser digitado e automaticamente apagar ao ser clicado : onclick= javascript:campo.value= ; placeholder = Digite seu nome...

41 4.0 Formulários em HTML Tag <input> Saída do código:

42 4.0 Formulários em HTML Tag <textarea> O textarea (ou área de texto) é o campo que exibe um campo de texto maior, que permite ao usuário inserir um texto com várias linhas.

43 4.0 Formulários em HTML Tag <textarea> Vamos destacar alguns atributos: Rows: Define o número de linhas do campo. Esse atributo somente limita o tamanho do campo e não a quantidade de valores inseridos nele. Cols: Define o número de colunas do campo (largura).

44 4.0 Formulários em HTML Tag <select> Essa opção de conteúdo é muito utilizada e importante quando necessitamos exibir informações em forma de lista. Essa lista pode ser exibida em forma de listagem ou através de um combo. Veja os dois exemplos:

45 4.0 Formulários em HTML Tag <select> Tipo Combo (você clica na seta e aparecem as opções):

46 4.0 Formulários em HTML Tag <select> Tipo Listagem (as opções já aparecem listadas de acordo com o número de linhas estabelecidas):

47 4.0 Formulários em HTML Tag <select> Multiple: Permite ao usuário escolher mais de uma opção. Para que essa opção funcione, você deve estabelecer o size com um valor maior que 1 (um). Selected: Esse atributo deve ser colocado na tag <option> e faz com o item da lista já apareça selecionado. OBS.: Para selecionar mais de uma opção, utilize o CTRL ou SHIFT.

48 4.0 Formulários em HTML Botão Submit Quando utilizamos um botão do tipo submit, isso indica que todos os valores digitados no formulário serão enviados para a página identificada no atributo action. Já o botão do tipo reset, apaga todos os dados inseridos no formulário.

49 Vamos revisar?

50 5.0 Detalhando os campos Campo Texto Campo para entrada de texto comum. Parâmetros Size O tamanho do elemento em caracteres na página Html (que será exibido na tela). Maxlength É o tamanho máximo do texto que pode ser inserido no elemento. Value É utilizado quando há necessidade de se pré-definir um valor para o elemento. Este valor pode ser normalmente alterado pelo usuário.

51 5.0 Detalhando os campos Parâmetros: Botão Rádio (Radio button) Checked Se for declarado o elemento terá seu estado inicial como selecionado. Value É o valor que será passado à página destino quando o formulário é submetido se este elemento estiver selecionado.

52 5.0 Detalhando os campos Parâmetros: Botão de Checagem (CheckBox) Checked Se for declarado o elemento terá seu estado inicial como marcado. Value É o valor que será passado à página destino quando o formulário é submetido se este elemento estiver marcado.

53 5.0 Detalhando os campos Parâmetros: Botão Submeter (Submit) Value O texto que aparecerá no Botão.

54 5.0 Detalhando os campos Parâmetros: Botão Reset: Value O texto que aparecerá no Botão.

55 5.0 Detalhando os campos Select: Parâmetros: Multiple Se existir, permite que sejam selecionadas múltiplas opções através das teclas Ctrl ou Shift. Size Número de opções exibidas por vez na tela. Se o size estiver setado para 1 que é o default e não existir o parâmetro multiple, o elemento é exibido como um Combo Box. Caso contrário é exibido como um Select List. Option cada subtag option adiciona uma opção ao elemento. Value O value de cada option é o valor passado caso aquela opção seja selecionada. Obs.: O texto da opção deve ser especificado entre as tags <option> e </option>

56 5.0 Detalhando os campos Parâmetros: Área de Texto (textarea): Cols Número e caracteres por linha. Rows Número de linhas do campo. Obs.: não existe o parâmetro value, o texto inicial deve ser definido entre as tags <textarea> e </textarea>.

57 6.0 Formulários em HTML - Exemplos Formulário - Método GET <form name= formulario1" action="respostaformulario.html" method="get"> Usuário: <input type="text" name="usuario"> <input type="submit" value="enviar"> </form>

58 6.0 Formulários em HTML - Exemplos Formulário - Método POST <form name= formulario2" action="respostaformulario.html" method="post"> Usuário: <input type="text" name="usuario"> <input type="submit" value="enviar"> </form> SUBMIT apresenta o botão que causa o envio dos dados de entrada para o servidor _ArquivosAula\ExemploFormulario.html

59 7.0 Exercício Faça a lista01.pdf

60 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO I N T R OD U Ç Ã O A O J A V A S C R I P T P A R T E I

61 Objetivos da Aula 1.0 JavaScript x Java; Javascript; 2.0 Exemplos;

62 1.0 JavaScript x Java Lembre-se: Javascript não tem nada a ver com Java!

63 1.0 JavaScript x Java Compilador. Para programar em Java necessitamos de um Kit de desenvolvimento e um compilador. Entretanto, Javascript não é uma linguagem que necessite que seus programas se compilem, e sim que estes sejam interpretados pelo navegador quando este lê a página.

64 1.0 JavaScript x Java Orientado a objetos. Java é uma linguagem de programação orientada a objetos. Em Javascript não podemos criar classes, sendo assim, foge de um dos princípios básico da OO. Esse processo é tal qual como se realiza nas linguagens de programação estruturadas como C ou Pascal.

65 1.0 JavaScript x Java Propósito. Java é muito mais potente que Javascript, isto é devido ao fato de que Java é uma linguagem de propósito geral, com a qual podemos fazer aplicações dos mais variados tipos, entretanto, com Javascript somente podemos escrever programas para que se executem em páginas web.

66 1.0 JavaScript x Java Uma característica pertencente ao Javascript é que o mesmo não se conecta ao banco de dados; No HTML 5 já possível se conectar a BD local, como se utilizássemos cookies, porém com a vantagem de fazer pesquisas.

67 1.0 JavaScript x Java Resumindo a comparação: Características Java Javascript Tipo de execução Compilador Interpretador Orientação à Objeto Sim Sim, mas não possui classes. Funcionamento Escopo Navegador Web Abrangente Conecta a BD Sim Não

68 2.0 Javascript O código javascript surgiu pelo navegador Netscape. Seu nome passou por duas mudanças: primeiramente foi chamado de Mocha, logo em seguida virou LiveScript (primeiro nome oficial em 1995) e posteriormente virou o javascript que nós utilizamos até os dias atuais.

69 2.0 Javascript Historicamente há um indício de que o nome javascript foi o escolhido para o lançamento do Netscape 2.0 em 1995 devido à popularização que o Java tinha no momento. Isso soa como uma estratégia de marketing da Netscape.

70 2.0 Javascript As estruturas principais do javascript são: <SCRIPT LANGUAGE="Javascript TYPE= text/javascript >Código em js</script> Ou <SCRIPT LANGUAGE="Javascript" TYPE= text/javascript SRC="arquivo.js"> </SCRIPT>

71 2.0 Javascript Na primeira estrutura o código js é inserido diretamente entre as tags <script>. Já no segundo modelo, o código js é inserido em um arquivo à parte (arquivo.js) e esse arquivo está sendo referenciado (importado) na página. Normalmente esses códigos são colocados entre as tags <HEAD></HEAD> da sua página.

72 2.0 Javascript Exemplo:

73 2.0 Javascript O javascript possui vários objetos. São esses objetos que contribuem para a execução de diversas funcionalidades do js. Para que conheçamos sobre objetos, é extremamente necessário que façamos o estudo do DOM (Document Objetc Model), que nos proporciona modificar desde coisas simples às mais complexas. Portanto, o DOM nos permite alterar tudo (que está no lado cliente) na nossa página WEB.

74 2.0 Javascript A estrutura de uma página web respeita uma hierarquia de objetos, que veremos na figura 12. Repare que o objeto window é o pai de todos os objetos.

75 2.0 Javascript Abaixo do objeto pai, existem os objetos filhos. A hierarquia de objetos é composta por diversos elementos. Para representar melhor essa hierarquia poderíamos fazer uma analogia com a seguinte situação: Imagine que você queira pintar a porta da sala de sua casa na cor branca. Se pudéssemos representar em formato de programação, ficaria assim: casa.sala.porta.cor = branca ;

76 2.0 Javascript Observe que tivemos que acessar casa, depois sala, depois porta e informar que a cor seria branca. O ponto (.) serve para separar os elementos da hierarquia. No javascript funciona da mesma maneira.

77 2.0 Javascript DOM na prática: Imagine que você deseja alterar o título da página web aberta. Para isso você vai pedir que o usuário digite um novo título para a página e pedir que o usuário digite o nome dele. Logo em seguida você vai modificar o título da página para o novo título + o nome do usuário. Veja:

78 2.0 Javascript Exemplo prático:

79 2.0 Javascript Observe que utilizamos na linha 8 os comandos window.alert() e document.title. Assim, o primeiro é uma função interna (Built In) do window que serve para exibir um conteúdo em forma de caixa de texto. Já o segundo serve para recuperar o título da página web. OBS.: No alert usamos o Window. Já no document não utilizamos o window.

80 2.0 Javascript Teste o exemplo anterior e veja o que acontece.

81 2.0 Javascript Veja outros exemplos: Objeto window.alert( texto ); window.location.href= url_aqui ; window.open("pag1.htm", "janela", "height = 300, width = 400"); window.close(); window.print(); window.history.back(); window.history.forward(); window.history.go(valor); Descrição Exibe uma janela de alerta no estilo popup Redireciona a página para a url informada Abre uma nova página no estilo popup. Onde, janela é o nome da janela; height é a altura da janela e width é a largura da janela. Fecha a janela aberta no navegador Abre uma janela de impressão. Volta para a página anterior. Avança para a próxima página. OBS.: Para avançar é preciso ter voltado uma pagina antes. Retorna ou avança para uma determinada página. Onde valor: (-1) retorna uma página; (-2) retorna duas páginas; (1) avança uma página; (2) avança duas páginas; e assim por diante.

82 2.0 Javascript Objeto window.document.write( texto ); window.navigator.appname; window.navigator.appversion; window.navigator. platform; window.document.url; window.confirm( texto ); window.prompt("msg", "texto"); Descrição Escreve um texto na tela. Onde texto é o texto a ser escrito. Mostra o nome do navegador que está sendo utilizado pelo usuário. Ex.: Microsoft Internet Explorer ; Netscape etc. Exibe a versão do navegador. Exibe o tipo de máquina que está sendo utilizada. Ex.: Win32, MacPPC etc. Exibe a URL da página Tela com os botões OK e Cancelar. Onde texto é o texto que vai aparecer na janela da mensagem. Abre uma tela pedindo para o usuário inserir um valor. Onde: msg é a mensagem indicando o que o usuário deve digitar; e texto é o texto que aparece dentro do campo.

83 2.0 Javascript Exemplo simples em java script Exemplos simples em Java Script Veja o código fonte e perceba como foi estruturado o código;

84 2.0 Exemplos À seguir foram selecionados alguns exemplos; Copie os códigos e entenda o que está acontecendo;

85 2.0 Exemplo 1 Imprime um texto em um documento HTML. _ArquivosAula\javascript1.html

86 Exemplo 2 Vamos passar logo para as funções. Elas também não são difíceis de se entender, e são muito mais úteis! As funções ficam melhores quando declaradas entre os tags de <head> da sua página-html. As funções são convocadas por eventos iniciados pelo usuário. Por isso é razoável manter as funções entre os tags de <head>.

87 Exemplo 2 Elas são carregadas antes que o usuário possa fazer alguma ação que chamará a função. Os scripts podem ser colocados entre os campos de comentários internos para assegurar que os antigos browsers não mostrem o próprio script. _ArquivosAula\javascript2.html

88 Exemplo 3 Veremos alguns elementos novos implementados neste script. Neste documento HTML você tem um elemento de formulário onde o usuário pode colocar o seu nome. O 'onblur' no tag de <input> avisa ao Browser que função ele tem que chamar quando você clica fora do formulário.

89 Exemplo 3 A função 'getname(str)' será chamada quando você 'deixa' este elemento de formulário depois de haver colocado alguma coisa. A função pegará a sequência que você colocou através do comando 'getname(this.value)'. 'This.value' significa o valor que você colocou neste elemento de formulário. _ArquivosAula\javascript3.html

90 Exemplo 4 Varrendo todos os campos de um Formulário _ArquivosAula\javascript4.html

91 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO I N T R OD U Ç Ã O A O J A V A S C R I P T P A R T E I I

92 Objetivos da Aula 1.0 Limpando os campos do formulário 2.0 Java Script Expressões Regulares 3.0 Java Script - Exemplo 5; 4.0 Exercícios;

93 1.0 JavaScript Limpando os campos do formulário Uma solução interessante de limpar os campos do formulário é: Formulario.campo.value= Mas, como aplicar isso? Veja o exemplo: _ArquivosAula\javascript05.html E esse: _ArquivosAula\javascript05a.html Analise o exemplo e molde para um formulário maior.

94 1.0 Java Script Expressões Regulares O uso de expressões regulares em JavaScript pode tornar bem compacta, flexível e poderosa a validação cliente (no navegador web) de campos de formulário, algo muito recomendado como préverificação do conteúdo de um formulário antes de submetê-lo ao servidor.

95 1.0 Java Script Expressões Regulares O recurso de expressão regular surgiu no JavaScript 1.2, implementado desde a versão 4 de ambos os principais navegadores: Internet Explorer e Mozilla.

96 1.0 Java Script Expressões Regulares Para cada tipo de conteúdo numérico, data, endereço eletrônico etc. podemos montar uma expressão regular apropriada para sua validação, de acordo com o formato e características desejadas. A validação do conteúdo de um campo através de uma expressão regular para o seu respectivo tipo consiste simplesmente em aplicar o padrão da expressão regular e testá-lo no texto desejado, com o método test( ).

97 1.0 Java Script Expressões Regulares _ArquivosAula\valform.html

98 2.0 Java Script - Exemplo 5 Para organizarmos melhor nosso código, podemos deixar todos os scripts de nosso sistema em apenas um arquivo. Exemplo: scripts.js Quando fazemos isso, precisamos informar em nossa página html ou jsp que iremos utilizar um script que está em um arquivo.js: <head> <script src = "scripts.js" type="text/javascript"></script> </head>

99 2.0 Java Script - Exemplo 5 Página HTML

100 2.0 Java Script - Exemplo 5 Arquivo scripts.js

101 3.0 Exercícios Faça a lista02.pdf

102 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO A U LA 0 6 I N T R O D U Ç Ã O A O J A V A S C R I P T P A R T E I I I

103 Objetivos da Aula 1.0 Imprimindo valores / textos 2.0 Variáveis 3.0 Operadores 4.0 Funções 5.0 Eventos 6.0 Estrutura Condicional

104 1.0 Imprimindo valores / textos Uma maneira de escrever um texto na página web é utilizando o javascript. Basta utilizar o método write : window.document.write( texto );

105 2.0 Variáveis As variáveis são extremamente importantes para os sistemas, independentemente se os sistemas são web ou não. Variáveis são espaços reservados na memória do computador para que possamos guardar algum valor (dado) durante a execução dos nossos scripts (códigos de programação).

106 2.0 Variáveis Assim como na maioria das linguagens de programação, no javascript as variáveis são declaradas utilizando-se a palavra reservada var.

107 2.0 Variáveis Se abrirmos a página com o código da figura anterior, teremos como retorno a seguinte saída: Meu nome é Maria e tenho 17 anos!. Você deve ter percebido que nós não fornecemos o tipo da variável (ex.: integer, char, boolean etc.). Isso se deve ao fato de que as variáveis em javascript não são tipadas, ao contrário de linguagens como Java e Visual Basic.

108 2.0 Variáveis Sendo assim, basta que você insira o valor e a variável automaticamente interpretará o tipo de conteúdo que será armazenado na variável. Para converter valores de String para integer ou float basta utilizar as funções parseint() ou parsefloat(), respectivamente.

109 3.0 Operadores Primeiramente, devemos discutir acerca do que são os operadores. Os operadores são símbolos matemáticos que nos permitem trabalhar com valores. Os operadores são divididos em operadores aritméticos, operadores relacionais (de comparação), operadores de atribuição, operadores lógicos.

110 3.1 Operadores Aritméticos Esses tipos de operadores nos auxiliam na resolução de cálculos envolvendo expressões aritméticas Operadores Matemática Javascript Adição A + B A + B Subtração A B A B Multiplicação A B A * B Divisão A B A / B Módulo (mod) A % B Potenciação A B Math.pow(A,B) ou A ^ B (arredonda) Radiciação B A A ^ (1/B)

111 3.2 Operadores Relacionais Esses tipos de operadores nos auxiliam na resolução de cálculos envolvendo expressões relacionais. Devemos lembrar que os operandos da relação devem ser do mesmo tipo e o resultado sempre será lógico (verdadeiro ou falso).

112 3.2 Operadores Relacionais Operadores Matemática Javascript Igual a A = B A == B Diferente de A B A!= B Maior que A > B A > B Menor que A < B A < B Maior ou igual a A B A >= B Menor ou igual a A B A <= B

113 3.3 Operadores de Atribuição Esses tipos de operadores nos auxiliam na atribuição de valores às variáveis. Operadores Significado Javascript += A = A + B A += B -= A = A B A = B *= A = A * B A *= B /= A = A B A /= B %= A = A % B A %= B ++ A = A + 1 A++ -- A = A 1 A--

114 3.4 Operadores Lógicos Esses tipos de operadores nos auxiliam nos testes lógicos. Operadores Significado Javascript, Onde A=9 e B=4! NÃO (A!= 5) obtém-se true OU (A < 5) OU (B>3) obtém-se true && E (A < 5) E (B>3) obtém-se false

115 4.0 Funções Toda linguagem de programação possui um recurso que é extremamente importante para a organização e reaproveitamento do código: as funções. As funções são partes específicas do código e são chamadas através do seu próprio nome. As funções javascript podem ser chamadas através de botões, de links ou por meio de outras funções.

116 4.0 Funções

117 4.0 Funções Perceba os seguintes pontos: para começar uma função, nós devemos utilizar a palavra reservada function ; a função deve ser declarada entre as tags <HEAD>; o return foi utilizado porque essa função ao ser executada retorna valor para uma variável. Caso não retornasse valor algum, deveríamos simplesmente não coloca-lo (ideologia de procedimento).

118 4.0 Funções Caso quiséssemos chamar a função através de um link: E caso quiséssemos chamar a função através de um botão de formulário:

119 4.0 Funções Para não bagunçar o seu código, você também pode colocar todas as funções em um único arquivo com extensão.js e chamá-lo através da comando: <script type="text/javascript" src="funcoes.js"></script>

120 4.0 Funções Agora faça o teste e implemente o exemplo anterior utilizando as três formas de chamar uma função.

121 5.0 Eventos Todos os elementos vistos podem ser chamados pelos eventos denominados por nós. Os eventos são recursos que chamam funções ao serem executados. Eles são muito utilizados para facilitar a execução de tarefas pelo usuário. Vejamos alguns eventos:

122 5.0 Eventos Evento Significado Funcionamento OnClick(); Ao clicar sobre Todos os elementos OnChange(); OnBlur(); Ao alterar o valor atual Ao clicar fora do objeto <select>, <input> e <textarea> <a>, <input>, <select>, <textarea> etc. OnLoad(); Ao abrir o site <body> e <frameset> OnUnload(); Ao fechar o site <body> e <frameset> OnMouseOver(); Ao passar o mouse em cima Todos os elementos OnMouseMove(); Move o mouse Todos os elementos

123 5.0 Eventos Evento Significado Funcionamento OnMouseOut(); Ao tirar o mouse de cima Todos os elementos OnFocus(); OnSubmit(); Ao colocar o cursor sobre o objeto Ao submeter (enviar) o formulário <a>, <input>, <select>, <textarea> etc. <form> OnKeyUp(); Ao soltar a tecla <input>, <select>, <textarea> OnKeyDown(); Ao pressionar a tecla <input>, <select>, <textarea> OnKeyPress(); Ao pressionar e soltar a tecla <input>, <select>, <textarea>

124 5.0 Eventos Todos os eventos citados podem ser chamados por links, botões de formulário ou dentro das tags do html. A seguir vamos citar alguns exemplos de eventos sendo chamados:

125 5.0 Eventos <input type="button" value="imprimir" onclick="imprimir();" /> <BODY onload= bemvindo(); > <input type= text name= numero value= onfocus= alerta(); > <a href= principal.html onmouseout= alerta(); >Principal</a> <BODY onunload= alert( Obrigado! ); >

126 5.0 Eventos Você pode acionar um evento para que uma figura seja trocada em tempo de execução. Para isso, basta fazer uma combinação de eventos com o link da imagem. Agora faça o teste e veja como como funciona!

127 6.0 Estrutura Condicional A estrutura condicional está presente na maioria das linguagens de programação. Sua condição deve sempre retornar um valor lógico: sim ou não. Portanto, as condições servem para que um bloco de comando seja executado somente SE a condição for satisfeita.

128 6.0 Estrutura Condicional Veja um exemplo:

129 6.0 Estrutura Condicional No código anterior, recebemos 3 para a variável n1 e 6 para a variável n2. Pedimos para o usuário digitar a opção desejada (+ ou -) e armazenamos na variável opcao. Em seguida, testamos qual das opções o usuário digitou. Se for +, será impressa a soma dos valores; se for -, será impressa a subtração dos valores.

130 6.0 Estrutura Condicional Devemos lembrar que o else (senão) foi útil nos nosso exemplo, pois ele só testará se o usuário digitou - se o teste (opcao == + ) for falso.

131 7.0 Exemplo implementado Teste e veja o que acontece: _ArquivosAula06\formulario_completo.html

132 Exercícios Faça a lista03.pdf

133 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO A U LA 1 0 I N T R O D U Ç Ã O A O P H P P A R T E I

134 Objetivos da Aula 1.0 História do PHP 2.0 Características Gerais 3.0 ASP x PHP 4.0 Client-Side x Server-Side 5.0 Começando no PHP 6.0 Sintaxe PHP

135 Objetivos da Aula 7.0 Tipo de Variáveis 8.0 Exibindo na tela 9.0 Utilizando Arrays 10.0 Array multidimensional 11.0 Exercícios 12.0 Referências

136 1.0 História PHP (Hypertext PreProcessor) é uma linguagem de programação de scripts para manipulação de páginas HTML. Criada por Rasmus Lerdorf em É amplamente utilizada na programação de web sites dinâmicos, especialmente para manipulação de banco de dados.

137 2.0 Características Gerais PHP é gratuito Distribuído sob a licença GPL, possui seu códigofonte (código utilizado para sua criação) aberto, o que facilita a correção de eventuais erros no código, permitindo seu rápido desenvolvimento.

138 2.0 Características Gerais PHP é multiplataforma Inicialmente foi desenvolvido para ser usado em servidores Unix/Linux, ganhando uma versão para Windows e para Macintosh posteriormente. Isso faz do PHP uma linguagem capaz de ser executada independente da plataforma utilizada.

139 2.0 Características Gerais PHP é compatível com a a maioria dos servidores web disponíveis no mercado, tendo suporte nativo para o servidor Apache (atualmente o mais utilizado no mercado).

140 2.0 Características Gerais PHP suporta banco de dados: Possui suporte nativo ao MySQL, porém pode utilizar outros sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBD), dentre eles, Oracle, Sybase, msql, Firebird, PostgreSQL e DB2. Permite também o uso de mais de um banco de dados na mesma aplicação.

141 3.0 ASP x PHP A linguagem ASP foi desenvolvida sob os mesmos objetivos do PHP, porém, por ter sido desenvolvida pela Microsoft, funciona apenas em plataformas Microsoft, exigindo que seu servidor tenha Windows 2003 Server instalado, por exemplo. Além disso, o fato do ASP ter seu código fechado dificulta seu desenvolvimento e a correção de bugs, tornando a linguagem suscetível a erros.

142 4.0 Client-Side x Server-Side Scripts Client-Side são executados no computador cliente, por exemplo, o código HTML ou o Javascript, que são executados direto no navegador. São muito utilizados para o processamento de pequenas tarefas, tirando essa responsabilidade do servidor web, que fica livre para executar os scripts Server-Side, por exemplo os scripts PHP.

143 4.0 Client-Side x Server-Side Quando o usuário clica em um botão de busca, o pedido de busca é enviado ao servidor, que encontra o script responsável pela busca e o processa. O resultado é enviado de volta ao PC do cliente. É recomendado que pequenas verificações e tarefas menores sejam executadas por aplicações Client- Side, deixando as requisições mais importantes (como conferir senhas por exemplo) para o Servidor.

144 4.0 Client-Side x Server-Side PHP é uma linguagem Server-Side, ou seja, sempre será o servidor que irá executar. Se sua página contém muitos scripts PHP desnecessários, pode acabar prejudicando o servidor, tornando a conexão mais lenta; Então, se forçarmos o server (PHP) a executar um código que pode ser executado pelo cliente estamos tornando lenta a conexão desnecessariamente.

145 5.0 Começando no PHP Para nossos exemplos iremos utilizar o WAMP Server, por já instalar todo o pacote necessário (PHP + Apache + MySQL + PHP MyAdmin); Também poderiamos utilizar: PHPTriad (Pacote); Wamp (Pacote); IIS, da Microsoft (Instalar separadamente);

146 6.0 Sintaxe PHP Para que se possa utilizar as vantagens da linguagem PHP é necessário informar ao navegador (Browser) primeiro. Sendo assim, toda vez que for utilizar o PHP é necessário digitar a tag de abertura <?php e ao terminar, deve-se digitar a tag de fechamento?>. A seguir veremos um exemplo:

147 6.0 Sintaxe PHP <html lang= pt-br > <head> <title>minha página</title> <meta charset= ISO > </head> ATENÇÃO 1: A cada final de linha é necessário colocar o ; <body> <?php echo Minha primeira página em PHP ; echo <br /> ; echo Estou utilizando o WAMP Server ;?> </body> </html> ATENÇÃO 2: Todo código PHP digitado fora das tags será interpretado como HTML.

148 6.0 Sintaxe PHP Um dos primeiros passos e muito útil é a criação do arquivo info.php (não obrigatoriamente deve-se utilizar esse nome, porém é o padrão utilizado); Abra o editor, digite e salve na pasta c:/wamp/www/info.php <?php?> phpinfo(); AGORA ACESSE: ou

149 6.0 Sintaxe PHP Comentários: <?php // este é um comentário de uma linha # este também é um comentário de uma linha?> <?php /* Este é um exemplo de comentário que ocupa mais de uma linha. Não preciso colocar o delimitador em todas as linhas. O comentário se encerra aqui */?>

150 6.0 Sintaxe PHP Variáveis: Variáveis no PHP são identificadas pelo sinal $ antes de seu nome. Os nomes de variáveis não podem possuir caracteres especiais (espaços, acentos, etc), com exceção do underline ( _ ). Não devem começar com números; <?php $nome; $cidade; $dt_nascimento; ATENÇÃO! PHP é case sensitive!?>

151 7.0 Tipo de Variáveis Números inteiros (int ou integer): Números naturais positivos e negativos. Ex: 25, -7; Números Fracionários (float, double ou real): Números fracionários, também chamados de ponto flutuante ou dupla precisão. Ex: 3,14; Caracteres alfanuméricos (String): Valores literais. Ex: João da Silva. Valores do tipo String devem estar dentro de aspas ou apóstrofos. Mesmo valores numéricos, se informados como strings, serão tratados números;

152 7.0 Tipo de Variáveis Valores booleanos (bool): São do tipo Verdadeiro ou Falso. PHP interpreta Verdadeiro como 1 e Falso como 0. Vetores (array): Cada variável possui um índice, que pode ser numérico ou literal (no caso de array associativo). Ex: $lista. Os colchetes servem para que determinada posição do vetor seja referenciada. Ex: $lista[2]. Vetores no PHP iniciam em 0.

153 7.0 Tipo de Variáveis Para atribuir um valor à uma variável deve-se utilizar o = ; Ex.: $nome = Mateus ; // é um valor do tipo String $salario = ; // é um valor do tipo float $idade = 27; // é um valor do tipo int

154 7.0 Tipo de Variáveis Pode-se ainda forçar uma variável a receber um tipo determinado entre parênteses Ex.: $salario = (string)900.00; // é um valor do tipo string, ou seja, o mesmo que ;

155 8.0 Exibindo na tela Pode-se exibir um valor na tela utilizando-se da palavra reservada echo ; Ex.: $nome = Maria ; echo Meu nome é ; echo $nome; $nome = Maria ; echo Meu nome é $nome ; $nome = Maria ; echo Meu nome é.$nome;

156 9.0 Utilizando Arrays Os arrays são muito úteis. Há várias formas de utilizá-los: $lista[0] = 10; //valor 10 na posição zero; $lista[1] = 11; //valor 11 na posição 1; $lista[] = 12; //valor 12 na posição 2; $lista[5] = 15; //valor 15 colocado na posição 5; $lista = array(10, 11, 12,,, 15);

157 9.0 Utilizando Arrays Os arrays também podem conter strings aos invés de números: $usuario[ nome ] = Maria Assis ; $usuario[ idade ] = 29; $usuario[ ] = ; $usuario = array( nome => Maria Assis, idade => 29, => ); echo O usuário.$usuario['nome']., de.$usuario['idade']. anos tem .$usuario[ ].. ;

158 10.0 Array multidimensional Há ainda os arrays multidimensionais: $tabela[0][0] = Maria ; $tabela[0][1] = 5 ; $tabela[0][2] = 9 ; $tabela[1][0] = Antonio ; $tabela[1][1] = 8 ; $tabela[1][2] = 6 ; Igual a Maria 5 9 Antonio 8 6 $populacao[ ES'][ Cachoeiro'] = ; $ populacao[ ES'][ Vitória'] = ; $ populacao[ BA'][ Salvador'] = ; $ populacao[ MG'][ Juiz de Fora'] = ;

159 11.0 Exercícios Faça a lista 04.

160 Programação WEB PROF. FLÁVIO IZO A U L A 1 1 I N T R O D U Ç Ã O A O P H P P A R T E I I

161 Objetivos da Aula 1.0 Configurações Principais 2.0 Ferramentas de produção Web 3.0 Quanto a Sintaxe 4.0 Variáveis 5.0 Variáveis Locais e Globais 6.0 Constantes

162 Revisão da aula anterior Como reconhecer uma variável no PHP? Qual a expressão utilizada para imprimir um resultado na tela do computador? O que as difere? Como utilizamos um array no PHP? Como utilizamos um array bidimensional no PHP?

163 1.0 Configurações Principais Já vimos que para acessar o servidor PHP devemos digitar o caminho ou no browser. Vimos também que o arquivo que configurações do PHP se chama php.ini Agora, veremos como fazer algumas configurações principais.

164 1.0 Configurações Principais Abra o arquivo php.ini (observe que a linha Loaded Configuration File é onde se encontra o arquivo php.ini). É importante destacar que para habilitar alguma dll (um banco de dados, por exemplo) é necessário retirar o ; (ponto e vírgula) que fica antes do nome da dll.

165 1.0 Configurações Principais Configurações de Limites de recursos CONFIGURAÇÃO *max_execution_time DESCRIÇÃO Integer Define o limite de tempo de execução de um script antes que seja terminado pelo interpretador. Isto ajuda a prevenir que scripts mal escritos serem executados indefinidamente pelo servidor. O padrão é 30. memory_limit Integer Configura a quantidade máxima de memória (bytes) que o script pode alocar. Isso ajuda a prevenir que scripts mal feitos consumam toda a memória disponível em um servidor. Utilize -1 se você não quiser impor um limite de memória.

166 1.0 Configurações Principais Configurações de Manuseio de dados CONFIGURAÇÃO default_charset DESCRIÇÃO String Tipo de codificação de caracteres no cabeçalho Content-type: Para desabilitar o envio de um conjunto de caracteres, simplesmente deixe essa diretiva vazia.(retire o ; para habilitá-la) default_mimetype String Tipo de conteúdo no cabeçalho Content-type:. *post_max_size Integer Informa o máximo de tamanho permitido no método POST. Esta configuração afeta também o upload de arquivos.

167 1.0 Configurações Principais Configurações de Caminhos e diretórios CONFIGURAÇÃO *extension_dir DESCRIÇÃO String Local onde estão armazenadas as bibliotecas (dll) que devem ser carregadas.

168 1.0 Configurações Principais Configurações de Envio de Arquivos CONFIGURAÇÃO *file_uploads DESCRIÇÃO Boolean Se deve ou não permitir envio de arquivos via HTTP. *upload_tmp_dir String O diretório temporário usado para guardar arquivos quando arquivos forem enviados. O usuário do PHP deve ter permissão de escrita nesse diretório. Se não for especificado, o PHP usará o padrão do sistema. *upload_max_filesize Integer O tamanho máximo de um arquivo enviado.

169 1.0 Configurações Principais Configurações de Opções Gerais de SQL CONFIGURAÇÃO sql.safe_mode DESCRIÇÃO Boolean Se ativada, funções de conexão com banco de dados que especificam valores padrão usarão esses valores ao invés dos argumentos fornecidos.

170 1.0 Configurações Principais Configurações de Extensões dinâmicas CONFIGURAÇÃO *php_gd2.dll php_mbstring.dll *php_mysql.dll php_mssql.dll *php_pgsql.dll DESCRIÇÃO Quando habilitada esta biblioteca permite a execução de funções gráficas no PHP. Quando habilitada esta biblioteca permite o uso de caracteres multibyte. Muito utilizada em logins de acesso. Quando habilitada esta biblioteca permite a conexão com o banco de dados MySQL. Quando habilitada esta biblioteca permite a conexão com o banco de dados SQL Server. Quando habilitada esta biblioteca permite a conexão com o banco de dados PostgreSQL. OBS.: É necessário ainda copiar a dll libpq.dll da pasta do PHP para a pasta BIN do Apache.

171 1.0 Configurações Principais Configurações de Configurações de Módulo CONFIGURAÇÃO DESCRIÇÃO String Altera a região onde será puxado a data e hora. Veja mais em *date.time_zone OBS.: Caso queria pegar o horário de uma outra região, opcionalmente podemos utilizar o código abaixo no nosso script: setlocale (LC_ALL, 'pt_br', 'ptb', 'portuguese-brazil', 'bra', 'brazil'); echo strftime ( %H:%M );

172 1.0 Configurações Principais Configurações de Funções de CONFIGURAÇÃO *SMTP DESCRIÇÃO String Especifica o seu servidor de . Ex.: SMTP = smtp.flavioizo.com *SMTP_PORT Integer Especifica a porta pela qual utilizas o servidor de e- mail. *sendmail_from ou sendmail_path String Especifica o seu ( de saída). O sendmail_from é para quem utiliza Windows e sendmail_path para que utiliza o Linux.

173 1.0 Configurações Principais Configurações de Configurações - MySQL CONFIGURAÇÃO *mysql.default_host *mysql.default_user *mysql.default_password DESCRIÇÃO String Define o host padrão para a função mysql_connect() String Define o usuário padrão para a função mysql_connect() String Define a senha padrão para a função mysqli_connect() OBS.: Não é recomendado definir a senha, a não ser para testes, pois qualquer um pode ter acesso ao arquivo php.ini e ver qual a senha do BD. Ou ainda pode ser feito um echo get_cfg_var("mysql.default_password"); e a senha será impressa.

174 1.0 Configurações Principais Configurações de Configurações de Sessão CONFIGURAÇÃO *session.save_path session.name *session.auto_start DESCRIÇÃO String Define o local onde os arquivos serão criados. String Especifica o nome da sessão. Integer Define se o módulo da sessão inicia automaticamente em todas as páginas. O padrão é 0 (desabilitado), sendo assim, deve-se utilizar a função session_start() nas páginas em que se deseja iniciar o módulo de sessão.

175 1.0 Configurações Principais Configurações de Configurações de Sessão CONFIGURAÇÃO session.gc_maxlifetime DESCRIÇÃO Integer Especifíca o número de segundos após os dados terem sido considerados como lixo ( garbage ) para serem limpos. *session.cache_expire Integer Define o número de minutos para sessão expirar. O valor padrão é 180. *session.hash_function Integer Define o tipo de hash: 0 para MD5 128 bits e 1 para SHA bits. Disponível à partir do PHP 5

176 1.0 Configurações Principais Uma situação muito comum é efetuar as alterações no php.ini e estas não serem devidamente aplicadas. Sendo assim, não esqueça que após fazer as alterações no arquivo php.ini é necessário salvá-lo e reiniciar o servidor WEB.

177 2.0 Ferramentas de produção Web Ferramenta Adobe Dreamweaver Adobe Photoshop Adobe Flash Notepad++ NuSphere PHPEd Descrição Possibilita a criação e o gerenciamento de páginas Web. Software Proprietário Possibilita a criação de conteúdos gráficos. Software Proprietário Possibilita a criação de conteúdo interativo. Software Proprietário Editor de texto e códigos fonte que suporta as mais variadas linguagens de programação. Recurso mais avançado que o bloco de notas (notepad). Software Gratuito Editor de conteúdos PHP Software Proprietário

178 2.0 Ferramentas de produção Web Ferramenta PHP Editor PHP Designer NetBeans Editor de conteúdos PHP Descrição Software Gratuito Editor de conteúdos PHP Software Proprietário Editor para desenvolvimento desktop, mobile e para aplicação Web. Suporta Java, PHP, C/C++ entre outros. Software Gratuito Zend Studio Editor para desenvolvimento de aplicações Web baseadas em PHP. Software Proprietário

179 2.0 Ferramentas de produção Web Essas são apenas algumas ferramentas, existem outras que você também poderá utilizar para desenvolver seu código PHP. No entanto, é importante frisar que até com um editor bem simples como o notepad é possível criar um site completo. O que as ferramentas, citadas acima, possuem é um diferencial para facilitar o nosso trabalho.

180 2.0 Ferramentas de produção Web Lembre-se também que a ferramenta sozinha não irá valer de nada se você não souber manipulá-la e nem entender da linguagem pela qual vai desenvolver. As ferramentas só auxiliam nossos afazeres.

181 3.0 Quanto a Sintaxe Em se tratando de sintaxe, o PHP é muito parecido com C e C++. Imprimindo na tela: lang= pt-br > charset= iso />

182 3.0 Quanto a Sintaxe É importante observar que ao final de cada comando devemos colocar um ponto e vírgula (;). O código PHP fica embutido no código HTML. Sendo assim, quando efetuamos a solicitação de interpretação de uma linguagem, o servidor WEB devolve somente códigos HTML, imagens etc., ou seja, o código Server-Side é interpretado e transformado em HTML e devolvido.

183 3.0 Quanto a Sintaxe Isso fica claro se ao executar o código citado anteriormente, pedirmos para visualizar o código fonte. Olha o que teremos de retorno: lang= pt-br > charset= iso />

184 3.0 Quanto a Sintaxe Veja que a sintaxe PHP não aparece. Somente visualizamos a interpretação que o servidor Web fez do código PHP. Esse procedimento evita que o usuário copie seu código PHP, visualize suas senhas de conexão com o banco de dados etc.

185 4.0 Variáveis Em PHP, não é necessário declarar as variáveis, bastando que o programador atribua um valor á variável e esta já estará guardada na memória. Para criar variáveis em PHP é necessário seguir duas regras: As variáveis em PHP obrigatoriamente devem começar com o caractere especial cifrão ($); As variáveis são case sensitive, ou seja, diferem letras maiúsculas de minúsculas.

186 4.0 Variáveis lang= pt-br > charset= iso />

187 4.0 Variáveis Observe que as variáveis não foram declaradas. Vejam também que tanto a linha 11 quanto a linha 13 imprimem o mesmo resultado. Na linha 13, especificamente, eu utilizei um recurso denominado concatenação.

188 4.0 Variáveis Conforme pode perceber, além de não declarar, também não informamos o tipo de dados das variáveis, pois isso não é necessário no PHP. Já quando utilizamos variáveis do tipo Array, a situação muda um pouco. Esse tipo de variável pode ser montado de diversas formas.

189 4.0 Variáveis Forma 01: $lista = array(10,29,34,6,25); Esse array pode ser chamado assim: echo $lista[3]; // vai imprimir o valor 6 echo $lista[1]; // vai imprimir o valor 29 OBS.: O array começa na posição 0 (zero).

190 4.0 Variáveis Forma 02: $lista[0] = 10; //valor 10 na posição zero; $lista[1] = 11; //valor 11 na posição 1; $lista[] = 12; //valor 12 na posição 2; $lista[5] = 15; //valor 15 colocado na posição 5; Esse código vai gerar um array da seguinte forma: $lista = array(10, 11, 12,,, 15);

191 4.0 Variáveis Forma 03: $usuario[ nome ] = João das Couves ; $usuario[ idade ] = 29; $usuario[ ] = ; Esse array é o mesmo que nós fizéssemos assim: $usuario = array( nome => Flávio Izo, idade => 29, => ); Agora podemos efetuar a impressão dos valores: echo O usuário.$usuario['nome']., de.$usuario['idade']. anos tem .$usuario[ ].. ;

192 4.0 Variáveis Forma 04: Há ainda as matrizes bidimensionais: $populacao[ ES'][ Cachoeiro'] = ; $populacao[ ES'][ Vitória'] = ; $populacao[ BA'][ Salvador'] = ; $populacao[ MG'][ Juiz de Fora'] = ;

193 5.0 Variáveis Locais e Globais Toda variável possui um escopo, podendo este ser global ou local. O escopo é o bloco de comandos em que a variável pode ser utilizada. Na maioria das vezes uma variável é global, ou seja, pode ser utilizada em qualquer parte do código. Já a local, só é utilizada dentro do seu bloco de criação.

194 5.0 Variáveis Locais e Globais Quando elaboramos um script que contenha funções, só podemos utilizar as variáveis declaradas dentro da própria função. Uma variável global não pode ser utilizada dentro de uma função sem que seja declarada como global.

195 5.0 Variáveis Locais e Globais Se executarmos esse código, o que vamos obter? Teste: lang= pt-br > charset= iso />

196 5.0 Variáveis Locais e Globais Como resolver isso? Veja: lang= pt-br > charset= iso />

197 5.0 Variáveis Locais e Globais Existe ainda outra forma de acessar variáveis globais. Veja o exemplo anterior, porém utilizando o array superglobal $GLOBALS: lang= pt-br > charset= iso />

198 5.0 Variáveis Locais e Globais Então, sempre que necessitar, utilize uma das duas formas para recuperar uma variável global.

199 6.0 Constantes As constantes (identificadores que ao receber um valor, não pode mais ser alterado até o fim da execução do script) são estabelecidas utilizando-se a função define( nome_da_constante,valor). E para recuperar um valor de uma constante, você deve utilizar os mesmos procedimentos que utiliza para chamar uma variável, porém sem o $ (cifrão). Outra alterativa para chamar uma constante é utilizar a função constant( nome_da_constante ).

200 6.0 Constantes Veja o exemplo: lang= pt-br > charset= iso />

201 6.0 Constantes Veja que na figura 35, nas linhas 8 e 9 eu defini duas CONSTANTES (x e y). Na linha 10 eu recuperei esses valores utilizando a função contant(). Já na linha 11 eu recuperei os valores das constantes x e y chamando diretamente por x e y (sem o uso da função constant()).

202 6.0 Constantes É importante observar ainda, que esse código possui um erro no escopo de montagem. Você é capaz de descobrir em qual linha está o erro? Execute e veja! Se você respondeu que está na linha 12, você acertou! A constante não pode ter seu valor alterado durante a execução do script. Se eu executar essa página, olha o que vai acontecer:

203 6.0 Constantes Nós recebemos uma mensagem (notice) informando que uma constante x já foi definida! O PHP possui algumas constantes que já vem prédefinidas. Essas constantes nos auxiliam para que recebamos algumas informações úteis. Relacionei algumas:

204 6.0 Constantes Constante PHP_VERSION PHP_MAJOR_VERSION Mostra a versão do PHP. Descrição Mostra a versão principal do PHP. PHP_MINOR_VERSION PHP_OS PHP_EXTENSION_DIR Mostra a versão secundária do PHP. Mostra o sistema operacional onde está instalado o PHP. Mostra o diretório onde ficam as extensões. Para visualizar todas as constantes existentes na sua versão PHP, utilize o código abaixo:

205 6.0 Constantes A função get_defined_constants() retorna um array com todas as constantes que estão atualmente disponíveis, inclusive as que foram definidas por você. Já a função print_r() imprime todo o conteúdo do array. Vale lembrar que, a tag <pre> formata o texto conforme foi escrito.

206 6.0 Constantes Utilize a função defined( nome_da_constante ) para descobrir se uma constante existe (foi declarada). Quando executada, esta função retornará 1 (ou true) para verdadeiro ou 0 (ou false) para falso. Exemplo:

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