Brasília Outubro/2013

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1 CUIDADOS ESPECIAIS Dicas sobre cuidados com idosos, crianças e pessoas com deficiência. ANTONIO BULHÕES Deputado Federal - PRB/SP Brasília Outubro/2013 bispoantoniobulhoes.blogsport.com deputadoantoniobulhoes.com.br

2 SUMÁRIO 1. Cuidados especiais com idosos (pág. 05) O que provoca queda aos idosos Como evitar as quedas Dicas importantes 2. Cuidados especiais com crianças (pág. 06) Evitando quedas Evitando envenenamento Cuidados com a eletricidade Evitando queimaduras 3. Respeito à diversidade (pág. 10) Informação Dicas Terminologias 4. Cuidados especiais com pessoas com deficiência (pág. 11) Deficiência física Deficiência visual Deficiência auditiva Deficiência múltipla Deficiência intelectual 5. Prevenção das deficiências (pág. 14) Antes da gravidez Durante a gravidez (Pré Natal) Durante o parto (Perinatal) Após o parto (Pós-Natal) Durante o desenvolvimento Sintomas de atraso no desenvolvimento 6. Legislação e comunicação (pág. 17) Legislação Placas indicativas de acessibilidade Sistema Braile Sistema Libras ANTONIO BULHÕES Deputado Federal deputadoantoniobulhoes.com.br 2

3 APRESENTAÇÃO Prezadas amigas e amigos, Alguns aspectos no campo da superação dos limites impostos às pessoas com deficiência podem fazer a diferença na busca de uma sociedade democrática mais justa, igualitária e participativa. Tudo começa com a conscientização de que é direito de todos participar do seu meio social, com ampla oportunidade de explorar suas potencialidades e plenas condições de acesso a educação e ao trabalho, independente das diferentes deficiências existentes. Ao Estado, por sua vez, cabe o reconhecimento e a implementação de políticas públicas de inclusão social que respeite e valorize a diversidade humana, primando pela qualidade de vida de todos. Aos cidadãos, compete a responsabilidade e a sensibilidade em compreender, saber conviver e respeitar as limitações sem quaisquer barreiras e preconceitos estigmatizantes. Esta publicação tem como objetivo informar a comunidade sobre alguns aspectos temáticos que norteiam a vida das pessoas com deficiência e, assim, poder contribuir para que tenhamos uma sociedade mais humana e responsável. Boa Leitura! Antonio nio Bulhões Deputado Federal CÂMARA DOS DEPUTADOS Outubro / 2013 Praça dos Três Poderes Anexo IV Gab 327 Brasília (DF) CEP: Telefone: (61) Rua Vergueiro, n 981 2º Andar Conj 25 São Paulo (SP) CEP: Telefone: (11) s: / deputadoantoniobulhoes.com.br 3

4 1. CUIDADOS ESPECIAIS COM IDOSOS O que provoca queda aos idosos Como evitar as quedas Dicas importantes 2. CUIDADOS ESPECIAIS COM CRIANÇAS Evitando quedas Evitando envenenamento Cuidados com a eletricidade Evitando queimaduras Deslocamento de cotovelo CÂMARA DOS DEPUTADOS deputadoantoniobulhoes.com.br 4

5 1. CUIDADOS ESPECIAIS COM IDOSOS O QUE PROVOCA QUEDA DOS IDOSOS Ambiente mal iluminado (levantar à noite no escuro); Pisos desnivelados, encerados ou escorregadios (molhados); Escadas sem corrimão e degraus diferentes; Enfraquecimento dos ossos (osteoporose) e dos músculos; Mobiliário inadequado (cadeira, cama, vaso sanitário baixo); Visão alterada pela idade (óculos incorreto, catarata); Desequilíbrio causado por medicamentos, desnutrição, anemia, mal de Parkinson, alteração nas unhas, joanetes, calos, micose; Tapetes, banquinhos, brinquedos, objetos ou animais soltos pelo chão; Tontura ao levantar-se (labirintite, arritmia, queda de pressão arterial) e perda da audição pela idade; Andar de meias, usar chinelo, sapato desamarrado ou com solado escorregadio; Histórico de queda anterior (o fato de cair gera medo de andar e consequente redução de atividades cotidianas). COMO EVITAR A QUEDA A partir dos 65 anos, 30% das pessoas caem pelo menos uma vez ao ano. Aos 80 anos, a probabilidade aumenta para 50%. Nestes grupos 13% caem mais de uma vez por ano. Entre os idosos hospitalizados, em leitos cirúrgicos, 90% são decorrentes de fraturas de quadril. Destes, depois de um ano, 20% morrem, estão hospitalizados ou institucionalizados. Envelhecer com saúde, sem exclusão ou limitação, é uma possibilidade concreta para a qualidade de vida dos idosos. Cuidados simples e básicos permitirão o envelhecimento feliz e confortável. Mantenha boa iluminação em todos os cômodos da casa e, se possível, abajur com interruptor próximo a cama; Não deixe fios elétricos ou telefônicos (extensões) desprotegidos ou soltos (fixe-os na parede); Evite tapetes, objetos e animais soltos pela casa. No quintal evite acúmulo de folhas úmidas e etc.; Sinalize, com cores diferentes, o primeiro e o último degrau da escada e inspecione e os corrimãos; Utilize pisos antiderrapantes em toda a casa; Utilize calçados com solados baixos, emborrachados e fechados (evitar chinelos, etc.); Tenha atenção especial na dosagem dos remédios; Procure instalar barras de apoio próximo ao vaso sanitário e chuveiro; Redobre a atenção ao desligar fornos, microondas e ferro de passar roupas; Bengala, feita sob orientação médica, é excelente acessório de apoio. Inadequada, pode causar sérios danos; Para facilitar o sentar e o levantar, opte por sofás e poltronas confortáveis, mas não excessivamente macios. DICAS IMPORTANTES Com o passar dos anos ocorre o enfraquecimento dos ossos causado pela diminuição da quantidade e qualidade da massa óssea, tornando o osso mais poroso (Ex: osteoporose). Consultar o médico regularmente; Praticar atividade física regularmente; Exercitar a memória e a concentração (leitura, jogos, etc.); Evitar o fumo. Cigarro acelera a perda de massa óssea; Evitar alimentos que contenham cafeína (café, chocolate, etc.), pois, diminuem a absorção de cálcio; Tomar sol regularmente (20 minutos) das 8h às 10h e depois das 16h é importante. Raios ultravioletas ativam a vitamina D, que controla a absorção de cálcio. Sol após o almoço pode provocar câncer de pele. deputadoantoniobulhoes.com.br 5

6 2. CUIDADOS ESPECIAIS COM CRIANÇAS Anualmente, no Brasil, aproximadamente, 6 mil crianças morrem e 140 mil são hospitalizadas, vítimas de acidentes que poderiam ser facilmente evitados por cuidados básicos por parte dos adultos. Estatísticas mostram que, para cada criança que morre outras 900 podem sofrer sequelas elas de todo tipo, incluindo invalidez permanente. Segundo Relatório Mundial sobre Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes, lançado em dezembro de 2008 pela OMS e UNICEF, 830 mil crianças morrem vítimas de acidentes, anualmente, em todo o mundo. Crianças estão mais sujeitas aos diversos tipos de acidentes. Este alto número de vidas abreviadas e invalidadas pode ser reduzido a partir da informação e da atenção de pais, educadores e de todos os que zelam pela infância. EVITANDO QUEDAS As quedas podem causar sérias lesões graves, como os traumatismos cranianos, paraplegia e morte. No Brasil, cerca de 80 mil crianças são hospitalizadas em conseqüência das quedas. Crianças devem brincar em locais seguros longe de escadas, sacadas e lajes; Use portão de segurança no topo e no pé das escadas; Se a escada é aberta, instale redes ao longo dela; Andadores podem causar sérias quedas; Instale grades ou redes de proteção em janelas, sacadas e mezaninos; Crianças com menos de 6 anos não devem dormir em beliches. Caso ocorra, coloque grades nas laterais; Mantenha camas, sofás, mesas, armários longe de janelas e verifique se estão bem fixados. Móveis próximos a janela podem ser usados como plataformas para subir e alcançá-las; Uso do capacete ao andar de bicicleta, skate ou patins reduz o risco de lesões na cabeça em até 85%; Cuidado com pisos escorregadios e coloque antiderrapante nos tapetes; No parquinho, observe a criança, verifique as condições dos brinquedos e se são adequadas à sua idade; Na troca de fraldas, segure com uma das mãos o bebê e nunca o deixe sozinho em mesas, camas ou móveis, ainda que por pouco tempo. EVITANDO ENVENENAMENTO Curiosidade é um estágio natural do desenvolvimento da criança, por onde ela começa a aprender e a interagir com o meio em que vive. Nesta fase a criança acaba correndo grande risco, por não ter noção do que é nocivo a saúde. Muitas vezes acaba colando na boca, inalando ou absorvendo via cutânea (tocando em materiais tóxicos). GRAUS DE CURIOSIDADE E RAIOS DE AÇÃO POR FAIXA ETÁRIA: DE 0 A 7 MESES Embora não consigam alcançar produtos tóxicos, podem ser vítimas das ações de irmãos mais velhos, que podem imitar a mãe dando ao bebê mamadeira contendo substâncias como alvejantes e etc.; ACIMA DE 10 MESES Geralmente inquietos, podem confundir recipientes com substâncias tóxicas (detergente, desinfetante, etc.) encontrados em garrafas de refrigerante por apresentar cor e aspecto semelhante ao um suco ou refrigerante; CERCA DE 3 ANOS Chamados de escaladores, possuem curiosidade ilimitada a quase tudo o que está ao seu alcance. Nesta faixa etária ocorre o maior índice de intoxicação ou envenenamento infantil. As substâncias usadas na limpeza da casa, creche e pré-escola devem ser guardadas em locais trancados e nunca em recipientes de alimento reaproveitados (garrafas de refrigerantes, potes de sorvete etc.). deputadoantoniobulhoes.com.br 6

7 Alguns cuidados para evitar acidentes de intoxicação ou envenenamento em crianças: Guarde produtos de higiene e limpeza e medicamentos trancados, fora da vista e do alcance das crianças; Mantenha os produtos nas embalagens originais para evitar confusão como algo sem perigo; Produtos de uso domésticos são tóxicos se engolidos em grande quantidade (Ex: enxaguantes bucais); Mantenha embalagens agens com tampa de segurança original. A dificuldade em abrir pode dar tempo para intervir; Pequeno descuido com produtos venenosos, durante o uso, pode acarretar envenenamento em segundos; Não misture produtos de limpeza. Soluções misturadas podem pode ser nocivas às crianças; Siga as instruções de rótulos e bulas para dar remédios às crianças, baseado no peso e idade, e use apenas o medidor que acompanha os medicamentos infantis; Não se refira ao medicamento como doce. A criança vai pensar que não há perigo e que é agradável comê-lo; Evite tomar medicamentos na presença das crianças. Elas tendem a imitar os adultos; Conheça as plantas de sua casa. Remova as venenosas ou deixe-as inacessíveis para as crianças; Ensine as crianças a não colocarem na boca: folhas, caule, casca, nozes ou sementes de qualquer planta; Quando adquirir um brinquedo, verifique a certificação cação (obrigatória para brinquedos até 14 anos), a faixa etária, se não contém componentes tóxicos e peças minúsculas que possam ser engolidas; Jogue fora medicamentos vencidos e venenos potenciais; Mantenha telefones de emergência próximos aos aparelhos de telefone de sua casa; Em caso de intoxicação, ligue imediatamente para o pronto-socorro ou Centro de Controle de Toxologia de sua cidade para receber r orientações adequadas. O leite não deve ser utilizado; O vômito nunca deve ser induzido, pois o veneno (amônia, alvejante líquido ou em pó, detergente, solda líquida, etc.) pode ser corrosivo e prejudicar o esôfago; Leve a criança imediatamente ao médico, com amostra do produto ingerido (e o vômito) para exames; Fique atento para que a criança não introduza nos ouvidos: grãos de feijão, milho, arroz, algodão, miçangas, etc. Se isso acontecer, leve a criança ao médico, para a sua imediata retirada. LOCAIS DA CASA Cozinha Área de Serviço Sala Quarto Banheiro Jardim ALGUNS PRODUTOS POTENCIALMENTE TÓXICOS Desentupidores, desengordurantes de fogão, desinfetantes, sabões, detergentes e saponáceos. Solventes, tintas, alvejantes, inseticidas, raticidas, álcool, gás de cozinha, sabões para máquina de lavar, ceras e fertilizantes. Bebidas alcoólicas e plantas ornamentais. Inseticidas, naftalina, remédios e perfumes. Remédios, perfumes, cosméticos, talco e desodorizantes de ambiente. Plantas ornamentais, aranhas, as, escorpiões, cobras e insetos. CUIDADOS COM A ELETRICIDADE A mesma curiosidade que a criança tem por produtos que ocasionam perigo de intoxicação e envenenamentos, também é canalizada para produtos e materiais eletro-energizados. Verifique o estado das instalações elétricas. Fios devem estar isolados e longe do alcance da mão das crianças; Tomadas devem estar protegidas por tampas apropriadas, esparadrapo ou fita isolante; Fios elétricos devem estar isolados e longe do alcance da mão das crianças; Evite benjamins ou extensões. Muitos aparelhos na mesma tomada ocasionam sobrecarga e curto circuito; Antes de consertos e reformas, desligue a chave geral. Utilize os serviços de um eletricista; Desligue o chuveiro antes de mudar a chave verão/inverno; Não coloque objetos metálicos (facas, garfos, etc.) dentro de equipamentos elétricos; Mantenha a criança longe de alguém que está passando roupa; Oriente seu filho para nunca empinar pipas perto dos fios da rede elétrica, nem retirá-las quando presas. Não use fios metálicos para empinar pipas. A criança deve empinar pipas em campos abertos com boa visibilidade; Oriente a criança para nunca entrar em estações de distribuição, torres de transmissão ou brincarem perto de fios de alta tensão; deputadoantoniobulhoes.com.br 7

8 EVITANDO QUEIMADURAS A queimadura se caracteriza pelo contato com substâncias que aumentam a temperatura e provocam a destruição das camadas que compõem a pele. A queimadura tem vários níveis, identificados conforme o tipo de lesão. QUEIMADURA DE PRIMEIRO GRAU É superficial, com lesão apenas da epiderme. É comum durante o verão, quando a pele fica vermelha e com sensação de ardência. QUEIMADURA DE SEGUNDO GRAU É uma lesão mais dolorosa e com bolhas que destroem camadas mais profundas da pele. Pode ocorrer orrer por ação do sol e em pessoas que utilizam bronzeadores caseiros, como o óleo das folhas de figo, o urucum e o óleo de avião. Estas substâncias podem provocar até mesmo intoxicação. Mães devem ficar atentas ao preparo do banho dos bebês água quente na bacia pode provocar queimaduras. QUEIMADURA DE TERCEIRO GRAU A lesão é profunda e séria. Suas vítimas precisam ser submetidas à cirurgia para a retirada das partes necrosadas e a realização de um enxerto. O uso de produtos químicos sobre a pele, sem orientação médica e sob ação dos raios solares, pode ocasioná-la. Cuidados para evitar acidentes de queimaduras em crianças: Não utilize bronzeador na criança, apenas protetor e bloqueador solar. Mesmo com o protetor, observe o período de exposição ao sol (até 10h e após 16h). Para quem acaba de chegar à praia ou não está acostumado com o sol utilizar protetor com fator 15 ou 20. Pessoas de pele clara devem usar fator 30 ; Raios ultravioletas são fortes e penetrantes. Sua ação provoca alterações na célula levando ao câncer de pele; Mantenha crianças longe da cozinha e do fogão, principalmente durante o preparo das refeições. Prefira cozinhar nos difusores de trás do fogão e sempre com os cabos das panelas virados para trás para evitar que as crianças alcancem e entornem os conteúdos sobre elas; Não carregue criança no colo enquanto manipula panelas no fogão ou líquidos quentes. Um simples cafezinho pode provocar graves queimaduras na pele de um bebê; Evite usar toalhas de mesa com bordas salientes. A criança pode puxar e derrubar sobre si a comida quente; Teste a água do banho antes de colocar o bebê na banheira, de preferência com o cotovelo; Guarde fósforo, velas, álcool, produtos inflamáveis, químicos e de limpeza longe do alcance das crianças; Álcool deve ser mantido em lugar de difícil acesso e trancado. Não use para aquecer ambientes, principalmente em banheiros e nunca jogue sobre chamas ou brasas (risco de explosão e queimaduras graves e fatais; Em queimaduras de primeiro e segundo grau utilize apenas água fria. Remédios caseiros como: pasta de dente, clara de ovo, borra de café, gelo, manteiga e óleo, podem irritar mais e piorar a situação. DESLOCAMENTO DE COTOVELO Nem toda brincadeira é saudável. Jamais brinque com a criança, puxando-a pelo braço. Poderá haver o deslocamento do cotovelo e romper ligamentos. Isso vale especialmente para os bebês. deputadoantoniobulhoes.com.br 8

9 3. RESPEITO À DIVERSIDADE Informação Dicas Terminologias 4. CUIDADOS ESPECIAIS COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Deficiência física Deficiência visual Deficiência auditiva Deficiência múltipla Deficiência intelectual 5. PREVENÇÃO DAS DEFICIÊNCIAS Antes da gravidez Durante a gravidez (Pré Natal) Durante o parto (Perinatal) Após o parto (Pós-Natal) No desenvolvimento Sintomas de atraso no desenvolvimento CÂMARA DOS DEPUTADOS deputadoantoniobulhoes.com.br 9

10 3. RESPEITO À DIVERSIDADEE INFORMAÇÃO O conhecimento é a ferramenta fundamental para vencer o preconceito, a discriminação e estabelecer o respeito à diversidade humana. Respeitar as pessoas como elas são é a base da construção de uma sociedade inclusiva. É importante ter uma noção geral sobre os tipos de deficiência, as terminologias atualmente aplicadas e o que há de mito e verdade sobre o tema. TERMINOLOGIAS DICAS Algumas formas de abordagem podem facilitar a compreensão e a comunicação com as pessoas com deficiência: Ao oferecer ajuda, pergunte qual a melhor maneira de proceder; Não se ofenda se a oferta for recusada, pois ela pode ser desnecessária; Use sempre o bom senso e a naturalidade. Trate a pessoa com deficiência conforme a sua idade. Se for criança, trate-a como criança; se for adulto, como um adulto; Pessoa com deficiência não é uma pessoa doente. A deficiência apenas exige adaptações em casos específicos. Pessoas com deficiência falam por si mesmas. É comum acontecer que os outros falem por elas colocando-as na situação de objeto da ação e não de sujeitos; Nunca apresentar ou referir a pessoas com deficiência como incapazes, dependentes ou em estado lastimoso. PORTADOR (?) Termos como portador de deficiência, pessoa portadora de deficiência ou portador de necessidades especiais estão em completo desuso. A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa. Ela não porta uma deficiência, ela tem uma deficiência. Portar uma deficiência é ilógico. Não se portam condições inatas. Por exemplo, não dizemos que uma pessoa é portadora de olhos azuis, dizemos que ela tem olhos azuis. PESSOA COM DEFICIÊNCIA (!) Atualmente este termo faz parte do texto aprovado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiência aprovado pela Assembléia Geral da ONU, em 2006 e ratificada no Brasil em Termos anteriormente utilizados se constituem, hoje, em formas discriminatórias de tratamento: PESSOA NORMAL Referindo-se a pessoa sem deficiência, denota completa ignorância e preconceito; ALEIJADO, DEFEITUOSO, INCAPACITADO, RETARDADO OU INVÁLIDO Termos utilizados normalmente até a década de 80. Hoje, completamente inconvenientes; DEFICIENTE Há uma associação negativa com a palavra deficiente. Ela denota uma incapacidade, ou inadequação à sociedade. A pessoa não é um deficiente, ela tem uma deficiência ; EXCEPCIONAL OU ESPECIAL Na década de 90, os termos foram substituídos por pessoa com inteligência lógica-matemática abaixo da média (com deficiência mental) e a pessoa com inteligência múltipla acima da média (pessoa superdotada ou com altas habilidades e gênio) respectivamente; DOENTE MENTAL OU DEFICIENTE MENTAL O correto é utilizar pessoa com doença mental, pessoa com transtorno mental ou paciente psiquiátrico. deputadoantoniobulhoes.com.br 10

11 3. CUIDADOS ESPECIAIS ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Deficiência ou mobilidade reduzida é a alteração completa ou parcial, temporária ou permanente, de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando comprometimento de função física, psicológica, fisiológica e anatômica. A deficiência física abrange limitações motoras como: paraplegia, tetraplegia, traplegia, paralisia cerebral e amputação. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Deficiência intelectual é resultado, quase sempre, da alteração no desempenho cerebral, provocada por fatores cromossômicos e genéticos, desordem no desenvolvimento embrionário, distúrbios estruturais na gestação, problemas durante e após o parto. Pessoas com deficiência intelectual têm funcionamento mental significativamente abaixo da média (QI) e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades: comunicação, cuidado pessoal, convívio sociais, saúde, estudos, lazer e trabalho. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Atraso no desenvolvimento da pessoa caracterizado pela dificuldade em aprender e realizar tarefas do dia a dia e interagir com o meio em que vive. É chamado de comprometimento cognitivo, que acontece antes dos 18 anos, e que prejudica suas habilidades adaptativas. DOENÇA MENTAL Reúne uma série de fatores que causam alteração na mente da pessoa, prejudicando sua percepção da realidade. Afeta o estado de humor e de comportamento atingindo seu desempenho na sociedade. É uma doença psiquiátrica e deve ser tratada por especialista e com medicamentos específicos para cada situação. Síndrome de Down Síndrome do X-Frágil Síndrome de Prader-Willi Síndrome de Angelman Síndrome Williams Erros Inatos de Metabolismo (Fenilcetonúria, Hipotireoidismo congênito etc.) DICAS: PRINCIPAIS TIPOS DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Alteração genética na formação do bebê (início da gravidez). O grau de deficiência intelectual é variável: linguagem comprometida, visão relativamente preservada, interações sociais que podem se desenvolver bem e distúrbios como hiperatividade, depressão e etc.. Alteração genética que provoca atraso mental. A criança apresenta face alongada, orelhas grandes ou salientes, comprometimento ocular e comportamento social atípico (Ex: timidez). O quadro clínico varia de paciente a paciente, conforme a idade. No período neonatal, apresenta severa hipotonia muscular, baixo peso e pequena estatura. Em geral apresenta problemas de aprendizagem e dificuldade para pensamentos e conceitos abstratos. Distúrbio neurológico que causa comprometimento ou ausência de fala, epilepsia, atraso psicomotor, andar desequilibrado, com as pernas afastadas e esticadas, sono entrecortado e difícil, alterações no comportamento e etc.. Alteração genética que causa deficiência intelectual leve ou moderada. Apresenta comprometimento visual e espacial em contraste com bom desenvolvimento da linguagem e na música. Alterações metabólicas (enzimáticas), que em geral não apresentam sinais ou sintomas. Quando detectadas no Teste do Pezinho, e tratadas, podem prevenir o aparecimento da deficiência. Achados clínicos ou laboratoriais sugerem distúrbios metabólicos: crescimento inadequado, doenças recorrentes e inexplicáveis, convulsões, atoxia, perda de habilidade psicomotora, hipotonia, sonolência anormal, coma, anormalidade ocular, sexual, de pelos e cabelos, surdez inexplicada, acidose láctea e/ou metabólica, distúrbios de colesterol e etc.. Não subestime a pessoa com deficiência intelectual. Dê-lhe atenção e cumprimente-a normalmente; Ajude somente quando houver necessidade ou quando for solicitado; Pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender e compreender determinadas tarefas; Procure re dar instruções objetivas e claras, tenha paciência e explique quantas vezes forem necessárias para que ela possa entender o que está sendo pedido. Nem todos são sociáveis e sorridentes. Não confunda deficiência intelectual com doença mental. A pessoa com deficiência intelectual compreende normalmente a sua realidade, ela tem uma deficiência, não uma doença; As pessoas com deficiência intelectual têm personalidade própria que independe de sua deficiência; deputadoantoniobulhoes.com.br 11

12 TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO 01. AUTISMO É uma disfunção que altera a capacidade de comunicação do indivíduo, sua socialização e comportamento. Esta desordem faz parte do grupo de síndromes chamado Transtorno Global do desenvolvimento (TGD) ou Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (TID). Atualmente, usa-se o termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para englobar o Autismo, a Síndrome de Asperger e o outro sem especificação. Hoje em dia já existe a possibilidade de detectar a síndrome antes dos 2 anos de idade em muitos casos. Algumas crianças autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam problemas no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a rígidos e restritos padrões de comportamento. CARACTERÍSTICAS DO AUTISTA Dificuldade de relacionamento; riso inapropriado; pouco ou nenhum contato visual (não olha nos olhos); aparente insensibilidade à dor (não responde adequadamente a uma situação de dor); preferência pela solidão; modos arredios (busca isolamento e não procura crianças); rotação de objetos (brinca de forma inadequada ou bizarra com objetos); inapropriada fixação em objetos; hiperatividade ou extrema inatividade/passividade (problemas de sono); ausência de resposta aos métodos normais de ensino (precisam de material adaptado); insistência na repetição de assuntos; resistência à mudança de rotina; sem real medo do perigo; procedimento com poses bizarras (fixa objeto ficando de cócoras; coloca-se de pé numa perna só; impede a passagem por uma porta, somente liberando-a a após tocar de uma determinada maneira os batentes); ecolalia (repete palavras e frases em lugar da linguagem normal); recusa colo ou afagos (bebês preferem ficar no chão); age como surdo; não responde pelo nome; dificuldade em expressar necessidades (sem ou limitada linguagem oral e gestos); acessos de raiva (demonstra extrema aflição sem razão aparente); irregularidade motora; desorganização sensorial (hipo ou hipersensibilidade, por exemplo, auditiva); não faz referência social (entra em lugar desconhecido sem olhar para o adulto, pai/mãe, para saber se é seguro). 02. SÍNDROME DE ASPERGER A SA é um transtorno do espectro autista diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo. A Síndrome de Asperger é mais comum no sexo masculino. Quando adultos, muitos podem viver de forma comum, como qualquer outra pessoa, entretanto, além de suas qualidades, sempre enfrentarão certas dificuldades peculiares à sua condição. Há indivíduos com Asperger que se tornaram professores universitários. CARACTERÍSTICAS DOS ASPERGERS As peculiaridades dos aspergers podem ser conciliadas com um desenvolvimento cognitivo normal ou alto. Eles têm interesse específico e restrito por um tema em detrimento de outras atividades; possuem rituais; comportamentos repetitivos; dificuldades em processar e expressar emoções (problema que leva as pessoas se afastarem por pensarem que eles não sentem empatia); interpretação muito literal da linguagem; dificuldade com mudanças de rotina, pessoas desconhecidas, ou que não vêem há muito tempo; comportamentos estereotipados; transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados; dificuldades de interação social e comportamento emocionalmente impróprio (às vezes parecem rudes, frios no comportamento, mas é sua maneira de tentar reagir ou entender ações); problemas com comunicação (não há comprometimento da linguagem, estritamente falando e sim peculiaridades na fala e na linguagem); padrões de pensamento lógico/técnico extensivo; habilidade em desenhar para compensar a dificuldade de se expressar verbalmente; possuem frequentemente um Q.I. verbal significativamente mais elevado que o não-verbal. Nem sempre pessoas com SA são compreendidas, por isso devem ser tratadas com mais calma. deputadoantoniobulhoes.com.br 12

13 DEFICIÊNCIA AUDITIVA Pessoas com redução ou ausência da capacidade de ouvir determinados sons em diferentes graus de intensidade. Procure falar pausadamente, mantendo contato visual. Se você dispensar o olhar, ele poderá entender que a conversa acabou; Não grite, fale com tom de voz normal, a não ser que lhe peçam para levantar a voz; Se tiver dificuldade para entender, não tenha receio de pedir que repita. Se necessário, comunique-se por meio de escrita; Para iniciar uma conversa com uma pessoa surda, acene ou toque levemente no seu braço; Quando o surdo estiver acompanhado de intérprete, fale diretamente com ele, não com o intérprete; Não é correta a utilização do termo surdo-mudo. A pessoa surda fala em língua própria, (língua de sinais). A terapia fonoaudiológica pode colaborar para o desenvolvimento da possibilidade de fala oral. DEFICIÊNCIA VISUAL A deficiência visual se caracteriza pela redução ou ausência total da visão, podendo ser classificada em baixa visão ou cegueira. Utilize naturalmente termos como cego, ver e olhar. Os cegos também os utilizam; Ao conversar com uma pessoa cega, não é necessário falar mais alto, a menos que ela tenha, também, deficiência auditiva; Ao conduzir uma pessoa cega, ofereça o braço (cotovelo) para que ela segure. Não agarre, nem puxe pelo braço ou bengala; Ao explicar a direção para um cego, indique distância e pontos de referência com clareza: tantos metros à direita, à esquerda. Evite termos como: por aqui e por ali ; Informe sobre os obstáculos existentes como degraus, desníveis e outros; quando houver a necessidade de passar por lugares estreitos, a exemplo de portas ou corredores, posicione seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa seguí-lo; Sempre que se ausentar de uma sala, informe a pessoa, caso contrário ela ficará falando sozinha. DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA E SURDOCEGUEIRA DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA é a associação de duas ou mais deficiências (mental, visual, auditiva, física) com comprometimentos que acarretam conseqüências no seu desenvolvimento global e na sua capacidade adaptativa. Ex: deficiência intelectual associada à deficiência física. Para lidar com uma pessoa que tenha deficiência múltipla, observe-a ou pergunte a quem a acompanha. O relacionamento se estabelece de acordo com as orientações já elencadas nos itens anteriores. SURDOCEGUEIRA é uma deficiência única, que apresenta a perda da visão e da audição concomitantemente e em diferentes graus. Pergunte como deve se comunicar com o surdocego ao seu guia-intérprete intérprete ou acompanhante. Ao chegar perto de uma pessoa surdocega, toque-a levemente nas mãos para sinalizar que está ao seu lado. Alguns surdocegos comunicam-se colocando a mão em seu maxilar para sentir a vibração do som que você está emitindo. deputadoantoniobulhoes.com.br 13

14 4. PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS A responsabilidade em trazer à luz uma criança deve ser tratada com atenção. A prevenção de deficiências é o conjunto de ações que podem impedir a ocorrência de limitações físicas, intelectuais, psíquicas ou sensoriais na criança. Esses cuidados simples, observados nas fases a seguir, podem reduzir as chances de risco ou, pelo menos, evitá-las ao máximo. ANTES DA GRAVIDEZ Existem alguns cuidados fundamentais e de simples verificação que trará ao casal um futuro sem problemas: Consulte um médico para verificar as condições do seu organismo; Evitar gravidez em idades extremas (antes de 16 anos e depois dos 35); Evitar gravidez em um intervalo inferior a 2 anos entre e uma gestação a outra; Dentre os exames laboratoriais, inclua o de toxoplasmose, sífilis, HIV, rubéola, etc.; Tome vacina contra rubéola (rubéola afeta o bebê na gravidez ocasionando deficiência visual, auditiva e etc.); Em casos de constatar deficiência na família, procure aconselhamento genético; Evite casamento entre parentes. DURANTE O PARTO (perinatal) DURANTE A GRAVIDEZ (pré natal) Outros cuidados essenciais são importantes para a saúde do bebê: Acompanhamento médico mensal; Boa alimentação; Evitar radiografias (exposição ao raio X); Evitar ambientes com alto nível de ruído; Não tomar qualquer remédio sem prescrição médica; Evitar contato com pessoas com doenças infectocontagiosas; Evitar contato com animais domésticos (gatos são transmissores de toxoplasmose); Abster-se se de qualquer quantidade, ainda que mínima, de álcool, fumo, drogas, calmantes e etc.; Ficar sob alerta aos riscos da hipertensão, diabetes, meningite, rubéola, intoxicação e traumatismo. No momento do parto, condições e cuidados próprios são necessários para o sucesso do nascimento do bebê: Ter o bebê em hospital especializado (maternidade); Exigir sempre a presença de médico obstetra e médico pediatra; Exigir o teste APGAR (avaliação que o bebê recebe entre e o primeiro e o quinto minuto de vida); Ficar alerta aos perigos na hora do parto como: infecção hospitalar, anoxia ou asfixia, traumas cranianos, fórceps, lesões nervosas, dificuldade de adequação do pulmão ao nascer passando do meio aquático ao aéreo, medicamentos, oxigenoterapia (não controlada), prematuridade, erros metabólicos, dificuldade respiratória, icterícia. deputadoantoniobulhoes.com.br 14

15 Exigir exames neonatais do bebê (teste do pezinho); Não deixar o bebê sozinho por muito tempo; Nunca dar remédios sem orientação médica; Acompanhar o crescimento e o desenvolvimento do bebê mensalmente com médico pediatra; A amamentação é fundamental para fornecer os nutrientes que o bebê necessita (leite fraco é mito); Acompanhar religiosamente a vacinação (Ex: contra tuberculose (BCG), paralisia infantil (SABIN), difteriatétano-coqueluche (TRIPLICE); Mantenha o bebê longe de medicamentos, produtos de limpeza, fogo, facas, tesouras, agulhas, tomadas, objetos miúdos como brincos e outros. Fatores que podem incidir do início do trabalho de parto até o 30º dia de vida do bebê: Hipóxia ou anoxia (oxigenação cerebral insuficiente); Prematuridade e baixo peso: Pequeno para Idade Gestacional (PIG); Icterícia grave do recém-nascido (kernicterus). DURANTE O DESENVOLVIMENTO Observar as repostas da criança aos estímulos é importante para detectar qualquer problema: Estimule sempre a criança, conversando e brincado com ela; Eduque a criança, mas nunca use de violência; Ao perder a carteira de vacinação, volte ao órgão de saúde (que possui registros atualizados) e peça uma segunda via; Qualquer sintoma de atraso no desenvolvimento da criança procure o médico ou serviço especializado; O choro constante indicar dores. Procure o médico para diagnosticar o motivo. Fatores que incidem do 30º dia de vida do bebê até o final da adolescência: Desnutrição, desidratação grave, carência de estimulação global. Infecções: meningites, sarampo. Intoxicações: envenenamentos por remédios, inseticidas, produtos químicos como chumbo, mercúrio etc. Acidentes: trânsito, afogamento, choque elétrico, asfixia, quedas etc. SINTOMAS DE ATRASO NO DESENVOLVIMENTO Alguns sinais que poderão o ocasionar problemas no desenvolvimento da criança podem ser facilmente detectados: Bebê muito duro ou molinho ; Movimentos muito rápidos, descontrolados e sem parar; Bebê muito quieto; Bebê que não fixa os olhos em nada e nem acompanha pessoas ou objetos em movimento; Criança que não brinca e não pega em brinquedos; Sono perturbado ou agitado; APÓS O PARTO (pós-natal) Depois de nascido outras providências deverão ser tomadas para a saúde integral do bebê: Criança que não emite sons e não fala; Dificuldade para mastigar ou engolir; Falta de atenção ou com períodos curtos de concentração; Criança hiperativa/ansiosa (não para quieta em nenhum lugar); Criança que não reage a barulhos como batidas de porta, gritos, música alta e etc. Na constatação de qualquer problema relacionado ou outras dificuldades, procure orientação com médico pediatra. deputadoantoniobulhoes.com.br 15

16 6. LEGISLAÇÃO E COMUNICAÇÃO Legislação Placas indicativas de acessibilidade Sistema Braile Sistema Libras CÂMARA DOS DEPUTADOS deputadoantoniobulhoes.com.br 16

17 LEGISLAÇÃO E COMUNICAÇÃO LEGISLAÇÃO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Lei nº 8.069, de 13 de julho de ESTATUTO DO IDOSO Lei n o , de 1º de outubro de ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei nº 7.853, de 24 de outubro de LEI DE PROTEÇÃO DA PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA Lei nº , de 27 de dezembro de SÍMBOLOS DA ACESSIBILIDADE Como em todos os segmentos da população em geral, as pessoas com deficiência tem se utilizado também de signos, emblemas, símbolos, logotipos, logomarcas e sinais a fim de comunicar - de maneira visual, sucinta e inequívoca - certas idéias para o público. SÍMBOLO DA SURDEZ Utilizado em local que possibilite acesso, circulação ou que disponibilize serviços para pessoas com deficiência auditiva. SÍMBOLO DE LINGUAGEM DE SINAIS Indica os eventos ou programas oferecidos na Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, ou por tradução e interpretação. SÍMBOLO DA ACESSIBILIDADE Indica acessibilidade em edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos para pessoas com mobilidade reduzida/limitada. SÍMBOLO DA CEGUEIRA Indica a existência de equipamentos, mobiliários e serviços para pessoas com deficiência visual. SÍMBOLO DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Indica a existência de equipamentos, mobiliário e serviços para pessoas com deficiência intelectual. SÍMBOLO DA PRIORIDADE PARA IDOSOS Identificação visual que indica atendimento prioritário - vagas, filas e assentos preferenciais - aos idosos. deputadoantoniobulhoes.com.br 17

18 SISTEMA BRAILE Braille ou braile é um sistema de leitura com o tato para cegos, desenvolvido por Louis Braille (Paris) em O Braile é um alfabeto convencional cujos caracteres se indicam por pontos em alto relevo distinguidos pelo tato. A partir de seis pontos, é possível fazer 63 combinações que representam letras simples e acentuadas, pontuações, números, sinais matemáticos e notas musicais. Hoje, o método simples e engenhoso elaborado por Braille torna a palavra escrita disponível a milhões de deficientes visuais há quase 200 anos. SISTEMA LIBRAS LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais, é a língua gestual usada pela maioria dos surdos nos centros urbanos brasileiros e reconhecida por lei. Não é a simples gestualização da língua portuquesa, mas uma língua à parte. Como todas as línguas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Para comunicar em Libras, não basta apenas conhecer sinais, é necessário conhecer a sua gramática para combinar as frases. Os sinais surgem da combinação de configurações de mão, movimentos e de pontos de articulação. Além disso, é preciso estar atento as diferenças regionais encontradas em cada unidade da federação que refletem na linguagem de Libras. deputadoantoniobulhoes.com.br 18

19 SOBRE O DEPUTADO. Bacharel em Direito, pós-graduado em direito constitucional, teólogo e palestrante, Antonio Bulhões foi, durante 9 anos, apresentador do programa Fala que eu te escuto pela Rede Record de Televisão. O Programa abre espaço para reflexão e esclarecimento à sociedade sobre temas relevantes como: violência, criminalidade, injustiça, desagregação familiar, prostituição, pedofilia, suicídio, aborto, discriminação racial, drogas e corrupçãoo entre outros. Em 2009/2010 o Deputado foi, também, apresentador do programa "Retrato de Família", pela Record News, levando aos telespectadores como equacionar conflitos interiores e de relacionamentos, uma vez que a desagregação familiar é a maior razão dos problemas sociais. Com a missão de representar,, na Câmara Federal, os anseios da população de São Paulo, Antonio Bulhões foi eleito Deputado Federal em 2006 e reeleito em 2010 com e votos respectivamente. Autor de vários projetos em tramitação na Câmara Federal, e atuante em várias comissões, o Deputado está atento às leis e às reformas que propiciarão as mudanças sociais que o Brasil necessita. Ele acredita que a qualidade de vida é resultado da qualidade da política que predomina no país, sendo impossível usufruí-la sem uma administração pública transparente e a correta aplicação dos recursos arrecadados. É possssí íível ll rreduzzi iirr ass di iifferrençass de oporrttuni iidadess que dessarrmoni iizzam a ssoci iiedade brrassi iil llei iirra ra,, a parrtti iirr da parrtti iici iipação effetti iiva de ttodoss no exxerrcí ííci iio da ci iidadani iia Anttoni io Bul lhõess www. www. deputadoantoniobulhoes.com.br 19

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