VIGILÂNCIA DE TABAGISMO EM UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE

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1 VIGILÂNCIA DE TABAGISMO EM UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE Resultado da pesquisa realizada nas cidades do Rio de Janeiro, João Pessoa, Campo Grande e Florianópolis Divisão de Epidemiologia Coordenação de Prevenção e Vigilância Instituto Nacional de Câncer 29 de agosto de 2007

2 Vigilância de tabagismo em universitários (GHPSS - Global Health Professional Students Survey OMS/CDC) - Objetivo do programa - Coletar informações de estudantes do terceiro ano dos cursos de medicina, enfermagem, odontologia e farmácia sobre o uso do tabaco, políticas das universidades e programas de ensino Periodicidade 4 em 4 anos Instrumento questionário com perguntas de múltipla escolha, não identificado.

3 Temas do questionário Uso do tabaco Conhecimento e atitudes Exposição ambiental à fumaça do tabaco Cessação Currículo escolar e treinamento

4 Alguns resultados da pesquisa

5 Cidades onde a pesquisa já foi realizada e cursos pesquisados Região Sudeste (2006) Rio de Janeiro (medicina e enfermagem) Região Centro-Oeste (2006) Campo Grande (medicina, enfermagem, odontologia e farmácia) Região Nordeste (2006) João Pessoa (medicina, enfermagem, odontologia e farmácia) Região Sul (2007) Florianópolis (medicina, enfermagem, odontologia e farmácia)

6 GHPSS I

7 Proporção de estudantes que fumou pelo menos um dia nos últimos 30 dias Prevalência de fumantes - Pelo menos 1 dia nos últimos 30 dias 100 Entre as cidades ,7 14,4 11,8 0 Campo Grande Joao Pessoa Rio de Janeiro Florianopolis Entre os cursos: Menor prevalência: Estudantes de Odontologia de Florianópolis 4,1% Maior prevalência: Estudantes de Odontologia em Campo Grande 21,2% Critério de fumante entre jovens: Ter fumado pelo menos um dia nos últimos 30 dias

8 Proporção de estudantes que fumou cigarros dentro do prédio da universidade durante o último ano Fumou cigarros dentro do prédio da universidade durante o último ano 100 Entre as cidades % ,4 7,3 16,4 3,9 0 Campo Grande Joao Pessoa Rio de Janeiro Florianopolis Entre os cursos: Menor proporção: Estudantes de Farmácia de Florianópolis: 0% Maior proporção: Enfermagem de Campo Grande: 27% Portaria interministerial 1498 (2002): Recomenda às instituições de saúde e de ensino a implantarem programas de ambientes livres da exposição tabagística ambiental

9 Proporção de estudantes que referiu ter sido exposta à fumaça de cigarro no local onde mora pelo menos um dia nos últimos sete dias Exposição à fumaça do cigarro no local onde mora nos últimos 7 dias 10 0 Entre as cidades ,5 22,2 28,3 20,5 0 Campo Grande Joao Pessoa Rio de Janeiro Florianopolis Entre os cursos: Menor proporção: Estudantes de Medicina em João Pessoa: 16,1% Maior proporção: Estudantes de Enfermagem do Rio de Janeiro 38,2%

10 Proporção de estudantes que usou outros produtos que contêm tabaco* em pelo menos um dia nos últimos 30 dias Menor proporção: 0 entre estudantes de medicina e odontologia de João Pessoa Maior proporção: 36,4% entre estudantes de Farmácia em João Pessoa * Outros produtos: cigarro de Bali, cigarro indiano, fumo de mascar, rapé, pasta, charutos, cigarrilhas, charutos pequenos, cachimbo, narguilé (cachimbo de água utilizado para fumar)

11 No Brasil não é proibido fumar em transportes públicos coletivos (como ônibus, trem, metrô, barca, aerobarco, avião): verdadeiro ou falso? Proporção de estudantes que considera não ser proibido fumar em transportes públicos entre fumantes e não fumantes TP - Não fumantes TP -fumantes , ,1 41,7 38,8 37,8 41, Campo Grande Joao Pessoa Rio de Janeiro Florianopolis Lei (22/12/2000): Altera a lei 9294/96 proibindo o uso de produtos fumígenos derivados do tabaco em aeronaves e demais veículos de transporte público.

12 No Brasil não é proibido fumar em discotecas e casas de show: verdadeiro ou falso? Proporção de estudantes que considera não ser proibido fumar em discotecas e casas de show 100 Não fumantes Fumantes , ,6 54,7 64,7 57,6 72,6 74, Campo Grande Joao Pessoa Rio de Janeiro Florianopolis Lei 9294/96: Proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, ou de qualquer outro produto fumígeno derivado do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, tais como repartições públicas, hospitais, salas de aula, bibliotecas, ambientes de trabalho, teatros e cinemas, exceto em fumódromos. Decreto 2018 (1996): Regulamenta a lei 9294/96 definindo os conceitos de recinto coletivo e área devidamente isolada e destinada exclusivamente ao tabagismo

13 A sua universidade possui uma norma oficial que proíbe fumar nos prédios e clínicas? Responderam afirmativamente: 100,0 90,0 80,0 84,4 90,0 70,0 67,0 % 60,0 50,0 40,0 52,3 48,2 40,2 52,6 53,6 30,0 20,0 10,0 0,0 Medicina Enfermagem Cursos Campo Grande João Pessoa Florianópolis Rio de Janeiro

14 A sua universidade possui uma norma oficial que proíbe fumar nos prédios e clínicas? Resposta afirmativa entre aqueles que responderam que existe a norma 100,0 96,3 90,0 80,0 70,0 60,0 69,8 58,3 63,4 73,9 76,9 % 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 Odontologia Farmácia Cursos Campo Grande João Pessoa Florianópolis

15 As normas oficiais de sua universidade sobre o uso de tabaco nos prédios, clínicas e hospital universitário são cumpridas?* Responderam afirmativamente: 100,0 90,0 90,9 80,0 70,0 60,0 65,4 61,5 65,2 % 50,0 40,0 42,1 43,5 35,9 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 Medicina Enfermagem Cursos Campo Grande João Pessoa Florianópolis Rio de Janeiro *Entre aqueles que responderam que existe uma norma oficial

16 As normas oficiais de sua universidade sobre o uso de tabaco nos prédios, clínicas e hospital universitário são cumpridas?* Responderam afirmativamente: 100,0 90,0 88,0 80,0 75,0 70,0 66,7 % 60,0 50,0 40,0 50,0 40,0 60,0 30,0 20,0 10,0 0,0 Odontologia Farmácia Cursos Campo Grande João Pessoa Florianópolis

17 Panorama mundial: Dados do Rio de Janeiro comparados com dados de outros países KH TH IN IQ TN NP MM BD SY SS AM SK LT AL LB CZ SP BA RU MX XX GH UG LK KH EG ID TN VN IN SA MM BR SY IQ AM CZ NP PE LB BD LT SK SP MX SS AR HR RU BO AL BA YY UG GH LK TH KR KH BR SY IQ BO LB TN SK CZ BA PE SS LT AL ZZ GH TH MM KH IQ SY LB AM PH SP BA SS PE SK RU AL % of third year students who were current smokers D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M M N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N P P P P P P P P P P P P P P P P Dados do Rio de Janeiro para os cursos de medicina e enfermagem

18 Conclusões Os universitários da área da saúde são futuros formadores de opinião junto à população, em especial no momento da assistência aos pacientes Entre eles observou-se uma prevalência elevada de fumantes, especialmente em determinados cursos. É uma prática de uma parcela dos universitários fumantes usarem produtos fumígenos dentro dos prédios da universidade. O maior percentual observado entre estudantes de enfermagem de Campo Grande (27%) e do Rio de Janeiro (20,4%). Em Florianópolis, nenhum estudante fumante de Farmácia usou produtos fumígenos dentro dos prédios da universidade. Em todas as capitais a exposição ambiental dos universitários em seus lares foi relativamente alta. A variação percentual se deu por curso.

19 Mais de 40% dos universitários da área de saúde referiram que suas universidades possuem uma norma oficial que proíbe fumar nos prédios e clínicas e que as mesmas são cumpridas. Com relação a legislação brasileira, observou-se um desconhecimento relativo dos universitários da área de saúde com relação a Lei 9294/96 que proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público.

20 Recomendações Reforço. na implementação da Portaria interministerial 1498 (2002) que recomenda às instituições de saúde e de ensino a implantarem programas de ambientes livres da exposição tabagística ambiental Implementação de estratégias de promoção da saúde no ambiente universitário

21 Obrigada! Liz Maria de Almeida

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