BIBLIOGRAPHIE. JP VAN DE VOORT, De Westindische plantages van 1720 tot 1795: financiën en handel, Eindhoven, De Witte, 1973.

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1 Evelyne OLIEL-GRAUSZ BIBLIOGRAPHIE Ruud BEELDSNIJDER, «Om werk van jullie te hebben»: plantageslaven in Suriname, , Utrecht, Vakgroep culturele antropologie, Herbert I. BLOOM, The Economic Activities of the Jews of Amsterdam in the Seventeenth and Eighteenth Centuries. Williamsport, Penn.: Bayard Press, Robert COHEN, Jews in another environment: Surinam in the second half of the eighteenth century, Leyde, Brill, 1991 ; «Health and mortality among the Jews of Surinam in the eighteenth century», Papers in Jewish Demography, 1985 (1989) p ; Cohen R, éd., The Jewish nation in Surinam: historical essays, Amsterdam, S. Emmering, JP VAN DE VOORT, De Westindische plantages van 1720 tot 1795: financiën en handel, Eindhoven, De Witte, Jan DE VRIES, «Dutch Atlantic Economies», The Atlantic Economy During the Seventeenth and Eighteenth Centuries: Organization, Operation, Practice, and Personnel, Peter COCLANIS, ed., Univ of South Carolina Press, 2005, p Toby L. DITZ, Formative Ventures: Eighteenth-Century Commercial Letters and the Articulation of Experience. In Epistolary Selves: Letters and Letter-Writers, , ed. Rebecca Earle. Aldershot, U.K.: Ashgate, 1999, p Isaac S. EMMANUEL, Suzanne A. EMMANUEL, History of the Jews of the Netherlands Antilles, Cincinnati: American Jewish Archives, Cornelis Christiaan GOSLINGA, A short history of the Netherlands Antilles and Surinam, M. Nijhoff, Jonathan I. ISRAEL, Diasporas Within a Diaspora: Jews, Crypto-Jews and the World Maritime Empires, , Leiden, Brill, Joost JONKER, Keetie E SLUYTERMAN, At Home on the World Markets: Dutch International Trading Companies from the 16th Century Until the Present, McGill-Queen s Press, MQUP, Richard L. KAGAN, Philip D. MORGAN, eds., Atlantic Diasporas: Jews, Conversos, and Crypto-Jews in the Age of Mercantilism, , Baltimore, The Johns Hopkins University Press, 2009 Christiaan Karel KESSLER, «Amsterdam Bankers and the West in the 18th Century», Dutch authors on West Indian history: a historiographical selection, Marie-Antoinette MEILINK- ROELOFSZ ed., Leyde, Brill, 1982, p

2 Wim KLOOSTER, «Networks of colonial entrepreneurs : the founders of the Jewish settlements in Dutch America, 1650s and 1660s», Atlantic Diasporas, Atlantic Diasporas: Jews, Conversos, and Crypto-Jews in the Age of Mercantilism, Baltimore, Johns Hopkins University Press, p.50-74, 2009, p ; «The Jews in Suriname and Curaçao», in The Jews and the Expansion of Europe to the West, , P. BERNARDINI ed., 2001, p Xabier LAMIKIZ, Trade and Trust in the Eighteenth-Century Atlantic World: Spanish Merchants and their Overseas Networks, The Boydell Press and The Royal Historical Society, Woodbridge, Suffolk, Luis LISANTI, Negocios Coloniais: Uma Correspondencia Comercial Do Seculo XVIII. (vol 5) : Cartas expedidas de Lisboa para o Brasil, Angola, Macau, Europa e Portugal, , Sao Paulo: Visao Ed., Silvia MARZAGALLI, Atlantic Trade and Sephardim Merchants in Eighteenth-Century France. The Case of Bordeaux, in The Jews and the Expansion of Europe to the West, , Paolo BERNARDINI, Norman FIERING ed., New York, Berghahn Books, 2001, p David de Isaac Cohen NASSY, Essai historique sur la colonie de Surinam, sa fondation, ses révolutions, ses progrès: depuis son origine jusqu à nos jours... avec l histoire de la nation juive portugaise & allemande y établie..., Amsterdam : S. Emmering, Evelyne OLIEL-GRAUSZ, «Communication, marchandise et religion : les négociants séfarades au XVIIIe siècle», in Commerce, voyage et expérience religieuse, XVIe-XVIIIe siècles, Albrecht Burkardt ed., Presses universitaires de Rennes, 2007, pp Johannes POSTMA, V. ENTHOVEN, Riches from Atlantic commerce: Dutch transatlantic trade and shipping, , Brill, Johannes POSTMA, The Dutch in the Atlantic Slave Trade, , Cambridge University Press, Jean-Pierre RICARD, Le négoce d Amsterdam, contenant tout ce que doivent savoir les marchands et banquiers, tant ceux qui sont établis à Amsterdam que ceux des pays étrangers..., Amsterdam: N. E. Lucas, 1722 Ana Crespo SOLANA ed., Comunidades transnacionales. Colonias de mercaderes extranjeros en el Mundo Atlántico ( ), Madrid, Holly SNYDER, English markets, Jewish merchants, and Atlantic endeavors : Jews and the making of British transatlantic commercial culture, , Atlantic Diasporas, Atlantic Diasporas: Jews, Conversos, and Crypto-Jews in the Age of Mercantilism, Baltimore, Johns Hopkins University Press, p.50-74, Daniel M. SWETCHINSKI, Reluctant Cosmopolitans, London, Littman, 2000.

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4 Source : Stadsarchief Amsterdam, Copiador da Costa, f 40 Muy Magnificos SS res do Mahamad oss res Jacob Henriques de Barrios, Ab m da Costa, emosseh de Britto Amsterdam a 31 março 1723 que coresponde as 6 de adar seny 5483 Achamonos favoresidos com a muy estimada de vms de 11 de 8 bro passado, pela qual vemos haverem VMs rezolvido nossa corespondencia, para esse K.K. o que aseytamos com muyto zello y gusto, em tudo que foor [for] De seu agrado, Em virtude de sua ordem de vms nos ocupamos com todo cuidado y zello em companhia dos r nosso Haham Aylon y Hazan David Abenatar, para procurar hum moço para server nesse Santo Kahal de Ruby y ajudante Hazan, y depois de se nos haverem prezentado diferentes moços, fizemos eleisão da pessoa de Mordohay mendes Quiros, moço de idade de 26 annos solteiro desobrigado, virtuoso y de boa familha, y de prezente excertitava o cargo de Hazan em Narde como tambem o excercitou ditto cargo 6 annos em Bajona, lugar de seu nasimento, y tambem achamos ser moço muy pasifico y cortes y asim por ultimo lhe asiguramos avms, lhe acompanhão todas as dignidades que deve de ter hum moço de bem y asim esperamos seija esta eleisão a contentamento de vms y de todo este Santo Kahal.

5 Nos ajustamos com ditto Quiros, que lhe darão vms de salario f.750 dinheyro corrente dessa colonia, y mais lhe demos en conta do f.250 de prezente para sua matalotage y frette de transporte para essa e mais f.300 para d o depach (sic) a descontar de seo salario, tudo asima, em virtude de sua ordem de vms; y pr ser moço de toda virtude esperamos ficarão vms satisfeitos de sua pessoa y da nossa eleisão que fizemos, como escrevemos a vms em 2 jerays firmadas por os r nosso H.H. e Hazan abenatar e nos outros. Com esta vay incluzo o contracto, que firmamos com d o Mordohay Mendes Quiros como Ruby y ajudante Hazan para server nesse K.K. aoqual cargamos dittos f.550 como consta por ditto contracto havelos ressebido d o Quiros, o qual leva hua segunda via de ditto contracto, seo despacho hasido com toda brevidade para não perder ocaziao, y asim se enbarcou ditto Mendes Quiros no navio o Serenamse Coopman Cap o Jan Neyman, o qual parte em compahia de outros 3 ou 4 navios vay bem recomendado a d o Capitão para que lhe fassa bom passage, y o frette vay pago y asim suplicamos a vms favoresao a d o Capitão em seo despacho com algum frette de asucar. No demais nos refirimos a ditas cartas jerays sendo quanto se nos ofrese e ficharemos rogando a Deos G de y prospere a vms como dezeijao estes seu Muy servidores de vms SMB

6 Source : Stadsarchief Amsterdam, Copiador da Costa, f F 181 Amsterdam a 28 Março 1725 S r Jacob Henriquez de Barrios Ressebemos 2 muy estimadas de vm. De 4 dezembro passado com os Cap m Jan Blom e Simon Quaboer pelas quays vemos haverem ressebido as nossas de 24 de Julio e 1 de agosto passado. Vemos apontar vm. não poder aprovar o aluguer de pacus das fazendas que lhe remeteremos paresendolhe ser novidade inventada por nos outros e Abrabanel, ao que lhe respondemos a vm. : que esta muy abuzado pois he estilo mercantil, eos que nao ocaregão sigurese vm. ocargarão em gastos de levar a bordo, ou de sobrecargar nas fazendas que remetem e tocante aoque vm. dis que as fazendas e provizoems que remetemos não nessesitão ressebelas em Pacus fala vm. contra seo interese, por quanto seos vendedores das fazendas e provizoems que remetemos cada qual mandar o que vende a bordo cargara no jeneros q. entregar, o salio que paga ao barqueiro, e gasto de hum despacho p a cada partida, eomontara m te mais do que monto oaluguer de hum mez de pacus ademais ser imposivel mandar algum jeneros a bordo : como por exemplo a Cael vem em enbarcasoems do rim, a qual semide (?) no mercado onde chega ditta enbarcasão e dahi p a opacus por nao haver navio a carga p a Serinaem ; a manteiga vem de Leide em barcos da sirga os quais descaregão dentro da cidade ; as carnes como somos Judeus se mandão salgar em pacus propio com hum guardeão Judeó a par para casserar salgar e enpacar. O sal compram s p r partida grande por avansar 25 p.c to no presso, porquanto quando se compra por miudo custa de 5 athe f. 6 por OHH, easim muitos jeneros mays pelo conseguinte, que não referim s p r não nos alargar na escritura e asim servimos a vm. A seo beneficio com zello e consiensia, eos correspondentes framengos que vm. aponta uzão bem ao contrario, pois se nao cargar aluguer de pacus caregara interese a 4 ea 6 p. c to por anno

7 do dinheiro que estão em desembolso, e sobrecaregão en algums jeneros, oque nos outros não fazemos, pezame havenos alargado tanto neste ponto de tão pouco valor e enfadar a vm. Com nossa dilatada escritura, easim avizara vm.. Para oadiante sequer pagar o aluguer de pacus que he couza muy tenua ou siquer milhor pagar os gastos de cada jenero ao barqueiro por levalos abordo que montarao muito mais os gastos, como temos ditto em volta. F 182 Tocante ao presso do pão letro fica enpatado p r não haver ocasião de vendelo com reputasão algums afogados que não que não [sic] querem estar em desenbolso por suas correspondentes e venderao a f3.15 por 100 (?) o que não acham s convinhente fazer, pois não vindo dessa em 2 frettas mais pão letro sertam te bolvera a subir, isto fazemos a beneficio de vm. ahinda que estamos en desenbolso. Em virtude de sua ordem de vm.. Fizemos siguro de 10 OHH de asucar a f.50 por OHH o premio a 4 p. c to no navio o Gekroon de lam Cap-o Jurian Schonevelt como tambem siguramos em d o navio 12 OHH por ordem do s r Ab m da Costa a f.50 e guardaremos o pão letro athe ficarem de 41/2 a f.5 por 100 liquido rendim to como vm.. Nos ordena, e bolvemos a pedir a vm. não nos mande mais pão letro. Precuraremos resseber e vender 2 OHH de asucar que vm.. Remete com Jan Blom de sua conta particular. Mandamos fazer de pão letro hum glaze Kas, huma enprensa, hum espelho, 12 pes de meza torneados, tudo como vm.. Nos aponta, porem os 8 pedasos lizos que vm.. Nos manda pedir a saber 4 pedasos de 28 pes de longo e 4 pedasos de 18 pes de longo, jamais vimos nem ressebemos pedasos de pão letro tão longos, e asim considramos sera abuzo de pluma de que espero reposta de vm. Nos informamos quanto custara de feitio huma duzia de cadeiras e huma de encosto e nos pidirão f.8 a f. 16 o dando o pão letro [rajout au dessus de la ligne]- que sirva de governo. Em 8 deste escrevemos a vm. com o Cap o Vet haver dado a Costa o navio o Conde Carlo Boromeo Cap o Jacob de Jongh, e por se achar o navio incapas de proseguir seo viagem se transportarão todas as fazendas no navio o Maria Theresa Gerret Cocq como podra vm. Ver pelo incluzo conhesim to e com d o Cocq vao as cartas de Jacob de Jongh como tambem as contas do custo das provizoems e miudezas que remetemos ass ras Abigail e Simha de Castro e asim ficados anulados os conhesim tos de d o Jacob de Jongh. F 183 Com esta vão incluzas duas contas correntes huma de sua conta particular de vm. naqual nos fica devendo f e outra de conta de Comp a na qual lhe fica devendo f.170.9, cuyas duas sommas cargamos e abonamos [ces deux derniers mots en rajout au dessus de la ligne] em contas novas e achando as vm. ao dever nos dara avizo sendo quanto se nos ofrese ficando como sempre muy pronto as ordems de vm. A quem Deus guarde muitos annos. Muy amigos e servidores de vm. Com o navio o Maria Theresa Cap o Gerrit Cocq

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