Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p ,

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1 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , PORTUGUÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA (PLE): POR UMA REFLEXÃO SOBRE O ENSINO DO PORTUGUÊS NA FRANÇA Márcia Marques-Rambourg RESUMO Os problemas e sucessos pedagógicos no campo do ensino de uma língua estrangeira passam, obrigatoriamente, por questões políticas, ideológicas, sociais e, sobretudo, atitudinais. Como podemos vislumbrar o caso do ensino do Português como língua estrangeira, na França, quanto à pragmática desta língua e quanto às intenções e práticas pedagógicas futuras? PALAVRAS-CHAVE: Português Língua Estrangeira (PLE); ensino público; recepção literária. Introdução Neste artigo, problematizam-se alguns aspectos importantes do ensino do português como língua estrangeira na França. Primeiramente, contemplaremos a situação pedagógica do ensino do PLE (Português Língua Estrangeira) nos níveis fundamental, médio e superior, com base descritiva, em um estabelecimento de ensino médio em Paris, em três escolas de ensinos fundamental e médio em Tours; e, finalmente, na Universidade François Rabelais, na mesma cidade. Observaremos igualmente o aspecto sóciocultural decorrente de uma determinada demanda pedagógica bilíngue que está, paradoxalmente, em vias de desaparecimento no território francês. Finalmente, serão abordadas algumas questões não menos importantes, intimamente ligadas à recepção da literatura brasileira na França, passando pela problematização da disfusão da língua portuguesa e os meandros da informação.

2 80 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França Os aspectos sócio-econômicos do mercado de trabalho, bem como as iniciativas políticas no campo da educação pública são, no ensino do Português na França, os principais matizes para uma possível compreensão da atual gestão linguística do PLE naquele país. Os problemas decorrentes de uma determinada mentalidade política (em sentido largo) são, assim, fatores precípuos para que se possa discutir, amplamente, sobre o futuro das instâncias linguísticas e culturais de língua portuguesa na França. O ensino do português nos níveis fundamental e médio na França. Entre outros casos, o da Touraine Num artigo intitulado Políticas linguísticas no Brasil, O caso do Português Brasileiro 1 o Professor Ataliba T. de Castilho introduz, entre outros temas, uma reflexão acerca da política pedagógica intervencionista 2 da língua portuguesa nas escolas de primeiro e segundo graus no Brasil. Observamos que tal política linguística do Português ensinado no Brasil logo, do Português como língua materna aplica-se às reflexões do ensino desta língua e aos problemas pedagógicos decorrentes dos mesmos. À problemática do ensino brasileiro, adicionamos, assim, a complexa gestão sociolinguística do ensino da língua portuguesa nas escolas de níveis fundamental e médio. Se pensarmos em uma política intervencionista do ensino do Português, na França, observaremos alguns aspectos fundamentais que repousam, essencialmente, na gestão pedagógica do ensino do PLE nas escolas e, sobretudo, na convenção política da difusão do Português no nível nacional. A incessante busca da difusão do ensino do Português na França é, hoje, um assunto crucial. Para pesquisadores portugueses, brasileiros e franceses em PLE, para alunos que fazem sua formação neste ramo e preocupam-se quanto ao seu futuro profissional, para professores que tentam o concurso público do CAPES ou da Agrégation 3 concursos que se tornavam cada vez mais escassos 1 CASTILHO, Ataliba de. Políticas linguísticas no Brasil: o caso do Português Brasileiro. Centre Nationale de la Recherche Scientifique (CNRS), v. 25, n p , No referido artigo, Castilho retoma o adjetivo «intervencionista» à luz da descriação e da avaliação de situações sociolinguísticas que são essenciais para determinar linhas de intervenção na política pedagógica. 3 Os concursos públicos CAPES (Certificat d Aptitude au Professorat de l Enseignement du Second degré) e Agrégation (nível de ensino que abrange somente as classes de ensinos médio e superior) correspondem, grosso modo, ao status de professores públicos concursados, no Brasil.

3 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , e, agora, são inexistentes e, finalmente, para todos aqueles que deslocam seu centro de interesse cultural em direção ao Brasil, a Portugal e aos países da África lusófona. Trata-se aqui de (inúmeras) associações culturais musicais (na maioria das vezes) que apreciam a cultura daqueles países e precisam, indubitavelmente, da língua portuguesa como veículo comunicativo 4. Entretanto, maior do que tal preocupação em difundir o Português, está aquela de manter o ensino desse idioma nas salas de aula na França. A prática pedagógica da língua portuguesa, cada vez mais rara é, nesse país, delimitada por uma determinada política que revela caminhos opacos. Comecemos pelo concurso público do CAPES e da Agrégation em língua portuguesa. Há, ali, dois aspectos principais. Primeiramente, do ponto de vista prático, observamos que as disciplinas científicas, as ciências duras e as matérias de nível técnico-profissionalizante têm, efetivamente, maior envergadura nos ensinos fundamental ( college ) e médio ( licée ) na França, e ganham mais vagas nos concursos públicos de professores do CAPES e da Agrégation. Sem dúvida, tais matérias (ditas mais práticas) encaixam-se, perfeitamente, numa demanda imediata e pragmática da sociedade moderna sobre cujo mercado de trabalho repousa, inexoravelmente não somente na França, mas visivelmente em todas as instâncias sociais e geográficas de qualquer parte liberal do planeta, o peso do mundo moderno: o medo da instabilidade econômica e o consequente declínio dos que não acompanham a vertigionosa velocidade do capitalismo mundial. Não é novidade nenhuma observar a crescente massificação de saberes (i.é., a repetição dos mesmos) em todos os níveis epistemológicos da nossa sociedade [pós-] moderna que, conhecendo a irreversível passagem de um ambiente agrícola a um universo mecanizado, a partir da segunda metade do século XIX, descobriu, pouco a pouco, através de revoluções, crises e duas Guerras Mundiais, as filigranas dos interesses econômicos face daqueles ideológicos e filosóficos do mundo moderno. Enquanto a título de exemplo os Ministérios da Educação francês e italiano preveem, para o ano letivo de 2009/10, uma supressão de, respectivamente, e empregos da função pública, a sonhada harmonia entre os conhecimentos técnico-científicos e humanistas vem cedendo, há cento e quarenta anos, à rígida cisão entre 4 Mais adiante, abordaremos a relação da literatura brasileira na França e a questão da difusão do Português.

4 82 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França o pragmático e o supérfluo a favor de uma imponente política de interesses mercadológicos aos quais não se pode mais fugir nos dias atuais. Assim, a falta de interesse pelo campo filosófico lato sensu e pela busca de uma formação humanista nos ensinos secundário e superior traduz não somente a ausência de conhecimento da legitimidade das disciplinas humanistas, mas o profundo hiato entre o esforço pedagógico dos educadores nas salas de aula e a importância que se lhe dá na verticalidade hierárquica dos Ministérios responsáveis pela educação dos indivíduos. Esse ponto de vista prático que vimos de abordar acima reflete, dentre outras coisas, a crescente preocupação dos educadores concursados (CAPES e Agrégation) de matérias humanistas em colégios e liceus franceses e revela a instabilidade de sua vida profissional. A situação desses professores altamente gabaritados que assistem a tal quadro do ensino das Humanidades encontra-se cada vez mais sensível. E como algumas línguas ditas raras, como o russo, o italiano, o árabe e o português não têm a mesma importância mercadológica como o Inglês ou o Espanhol, por exemplo, a posição dos estudos que resultam da reflexão daqueles idiomas instala-se, gradualmente, na fragilidade de sua subsistência e nos trôpegos passos da economia mundial. Em se tratando do segundo e último aspecto sobre a reflexão acerca dos concursos dos níveis fundamental e médio de professores de língua portuguesa na França, há, finalmente, um outro ponto nevrálgico: o paradoxo da demanda social. Para ficar claro aos leitores, o objetivo do ensino da língua portuguesa, na França, corresponde, grosso modo, à demanda social que decorre da imigração de cidadãos lusófonos, na sua grande maioria, portugueses, a partir essencialmente dos anos 60, entre 1965 e 1970, com cerca de pessoas, variando, entre 1982 e 1985, com pouco mais de 7800 pessoas, e desenvolvendo-se, gradual e historicamente, ao longo dos anos Essa perspectiva sócio-populacional ilustra que esse importante movimento demográfico migratório de cidadãos portugueses na França é um dos matizes da implantação do ensino de língua portuguesa neste país. Quase todo o campo pedagógico operacional do PLE na França resulta da necessidade da continuidade dos estudos dos cidadãos portugueses e de seus descendentes, e repousa, certamente, na relação dialética, 5 Cf. MATOS, Luís de. Les Portugais en France au XVIe siècle: études et documents. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1952.

5 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , diplomática e bilateral que mantêm os dois países. A expressão artística e intelectual brasileira, bem como as relações internacionais entre a França e o Brasil, nos anos de ditatura militar brasileira, ou a grande importância turística deste país corroboram, inegavelmente, o crescente interesse pelo aprendizado da língua portuguesa de norma brasileira na França, visivelmente em Paris. Em discurso proferido, em Francês, na Assembléia Nacional de Paris, em outubro de 2004, o então presidente de Portugal, Jorge Sampaio, ressaltou: a) a importância do ensino da língua portuguesa para os descendentes de imigrantes portugueses; b) a salvaguarda dos valores culturais que resultam da união dos dois países; e, finalmente, c) a importância da compreensão de que o ensino de língua portuguesa é, com efeito, representativo da base históricosocial que reflete as décadas de experiência do povo português na França. Presentes na sala, alunos de PLE do Liceu Montaigne de Paris, professores agrégés portugueses e brasileiros de quatro outros liceus parisienses e o Inspetor Geral do ensino de PLE: todos ouviram, atentamente, as palavras do ex-presidente de Portugal que acentuou, entre outros aspectos, alguns pontos da importância do diálogo entre os dois países. De uma óptica um pouco mais pragmática, quando abordamos o paradoxo da demanda social em relação aos concursos públicos franceses do ensino da língua portuguesa nos níveis fundamental e médio, falamos do fato de que se, por um lado, observamos o interesse de cidadãos francófonos em estudar as culturas lusófonas dos países da CPLP 6, e conhecer efetivamente os territórios que a compõem, ou ainda contamos com inúmeras comunidades lusófonas nos quatro cantos do Hexágono, por outro lado, somos testemunhas do atual declínio da política pedagógica do ensino de línguas raras que determina, irrevogavelmente, a curta vida do aprendizado do Português e de suas disciplinas correlatas na França. Concretamente, para falarmos de números, o concurso público para professores dos ensinos fundamental e médio de Português conheceu uma redução gradual de postos nos últimos dez anos, passando de quatro a cinco vagas em todo o território francês até à quantidade de 1 (uma), duas, no máximo de três vagas por ano ou a cada dois anos, alternando-se entre CAPES e Agrégation. Dessa forma, se o candidato estivesse preparado para o concurso mais 6 Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

6 84 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França elaborado, que é a Agrégation, mas se este último não estivesse aberto, aquele teria de fazer o concurso de professor CAPES, e vice-versa, ora inscrevendose em uma IUFM 7 (unidade de ensino de preparação aos concursos), ora de forma autodidata. Sem falar das vagas deixadas por professores aposentados, que não foram ocupadas por novos professores concursados. A título indicativo, vejamos a situação quantitativa dos concursos públicos de 2004 a 2008 para as vagas de professor agrégé de português nos anos de 2004, 2005, 2007 e 2008, respectivamente. Falamos de uma a três vagas de português para todo o território francês, e, para falar da mesma situação em relação a outras línguas, há entre uma e três vagas para professor de hebreu, polonês, russo ou chinês. Observe-se que, em que pese a sobrevivência de congêneres linguísticos em vias de desaparecimento, para o ano de 2008, as vagas de professor de língua portuguesa não constam em tal edital. O hebreu, entretanto, conta com 1 (uma) vaga e o chinês, com três. 8 No Liceu Montaigne instituição de ensino cujos alunos pertencem, na sua maioria, a classes sociais favorecidas de Paris, o público efetivo dos estudantes de PLE (do ensino fundamental e médio à preparação do BAC 9 ) contava com três professoras agregées e uma assistente, nativa, a cada ano. Duas daquelas professoras, hoje aposentadas, não foram substituídas. O caso da região da Touraine, no centro da França, é exemplar. Para fins descritivos, concentrar-me-ei nas cidades de Tours e de Joué-lès-Tours. No ano letivo de 2005/6, havia, no College La Rabière, na cidade de Jouè-lès-Tours, um grupo heterogêneo de PLE, langue vivante 2 (alunos de sixième e de cinquième juntos, na mesma classe) 10 de, aproximadamente, 15 alunos, e de uma aluna individual. No mesmo ano, em dois outros estabelecimentos escolares, na cidade de Tours, o mesmo quadro: tanto no liceu 7 Institut Universitaire de Formation de Maîtres. 8 Cf. agregation-externe.html. Acesso em: 03/11/08. 9 Baccalauréat. Corresponde, grosso modo, à prova de vestibular no Brasil, com diferenças de base quanto ao processo seletivo, já que os sistemas educativos dos dois países são diferentes. 10 Classes de sixième e de cinquième correspondem, no Brasil, àquelas de quinta e sexta séries, respectivamente. Cf. Em ilustração: EducationFr.svg. Acesso em: 04/11/2008.

7 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , técnico-profissionalizante, Liceu Profissional Victor Laloux, como no liceu generalista, o Liceu Jean-Monnet, o ensino do Português contava com dois grupos heterogêneos de PLE langue vivante 2 ou 3 de, aproximadamente, dez a quinze alunos, cada um. Ora, se considerarmos a demanda históricosocial de cada um desses estabelecimentos de ensino o primeiro, de ensino fundamental, considerado como uma ZEP (Zone d Education Prioritaire) 11 e os dois últimos, de ensino médio com classes sociais distintas entre si,verificaremos, sistematicamente, um hiato entre as necessidades sociolinguísticas de cada uma dessas circunferências geográficas e as condições de ensino disponibilizadas para responder a tais situações. Quando se fala da demanda histórico-social dessa região do Centro da França, trata-se das muitas comunidades lusófonas que se instalaram nas cidades de Tours, La Riche, Joué-lès-Tours, Blois, etc. e que, de maneira inversamente proporcional à grande quantidade de falantes de língua portuguesa nessas cidades, não dispõem de recursos pedagógicos suficientes para suprir as necessidades didáticas do ensino do Português a tais falantes, nem nos níveis fundamental e médio, tampouco, no ensino superior. A desproporção entre a quantidade de cidadãos franco-portugueses estabelecidos nessa região e a importância do ensino da língua portuguesa e sua difusão resulta, primária e tautologicamente, dos dois aspectos (econômico e político) citados nos parágrafos anteriores. Se falamos da difusão do ensino do Português ou do cuidado em não suprimir mais postos dos ensinos públicos fundamental e médio, falamos, igualmente, do prestígio econômico e social que o aprendizado dessa língua pode engendrar. Seja numa óptica interna, como acabamos de constatar, seja no que concerne ao valor da língua portuguesa para a economia mundial. Assim, para o nativo francês, aprender o Português significa, geralmente, descobrir uma cultura normalmente exótica, ou ainda, aprender uma língua que se aproxime de determinadas mentalidades culturais. Há, portanto, na sua escolha pelo aprendizado do Português de norma brasileira, na França, a preferência pela aproximação de determinadas motivações culturais, dentre as quais, o gosto por expressões artístico-musicais do Brasil, a curiosidade turística por muitas das cidades deste país, ou ainda, a opção por uma língua viva 11 Os estabelecimentos de ensino que se encaixam nas ZEP são considerados como socialmente sensíveis.

8 86 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França 3 no seu percurso escolar, por vizinhança linguística com o espanhol (idioma já escolhido como língua viva 2 ) falado pela população sul-americana. Esta última situação resulta, igualmente, do fato de que o MERCOSUL tem exercido um papel fundamental na integração econômica dos países da América do Sul. Por outro lado, nas antípodas daquela curiosidade exotérica, por parte dos franceses, por países como o Brasil, estão os falantes do Português como [segunda] língua materna, ou seja, os descendentes de imigrantes portugueses ou brasileiros nascidos, na sua maioria, na França, que aprendem e apreendem a totalidade da oralidade (expressões, pronúncia, afetividade) da língua portuguesa, sem, entretanto, ter contato com sua alfabetização. Ë, expressamente, o caso do bilinguismo oral da maioria dos descendentes de cidadãos portugueses e brasileiros na França. Tal fenômeno cognitivo reflete as barreiras erigidas na relação da aquisição linguística escrita e oral da língua materna. Ora, se considerarmos que os descendentes lusófonos têm contato, majoritariamente, com o português falado (ou porque partem de férias, frequentemente, aos países de língua portuguesa, ou porque seus interlocutores familiares falam em português) e que este português falado repousa, essencialmente, nas experiências sóciolinguísticas que tais falantes experimentaram durante toda a sua existência, a proficiência desta língua limitar-se-á, categoricamente, ao uso oral de tais falantes. Como introduzir, então, uma política linguística intervencionista do ensino de PLE nas escolas francesas, quando as necessidades básicas do aprendizado desse idioma restringem-se, até então, à sua prática oral ou, numa óptica mais avançada, à simples alfabetização e/ou a revisões ortográficas dos indivíduos falantes do Português? Observamos que não há, por parte da maioria dos falantes de Português desse caso citado, uma maior curiosidade científica e/ou metalinguística do idioma Português. Há, evidentemente, educadores concursados dos ensinos fundamental, médio e superior que, eles mesmos portugueses ou descendentes de portugueses e aqui podemos incluir os pesquisadores brasileiros residentes na França trabalham no campo científico do ensino e da difusão da língua portuguesa e das disciplinas históricas e literárias correlatas. O que procuramos demonstrar nesse artigo não é a situação dos casos individuais (e não-exaustivos), mas o recorte crítico da situação majoritária do ensino do Português como língua estrangeira na França e os fatores sóciolinguísticos resultantes dessa camada cultural.

9 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , Os alunos lusófonos de português nos colleges e licées da França (abordaremos o caso nas universidades mais adiante e veremos que um é consequência do outro) não estão predispostos, em princípio, à reflexão e ao aprendizado deste idioma como língua materna tal como aprendemos no Brasil, mas como língua de comunicação imediata, prática e afetiva. O aspecto normativo ou mesmo metalinguístico da apreensão do Português como língua materna não se encaixa nas expectativas dos estudantes bilíngues franco-portugueses ou franco-brasileiros na França. Na sua maioria, aprender o idioma de seus pais, avós e bisavós significa apreender uma determinada realidade históricoafetiva que tais falantes querem ou precisam salvaguardar. Assim, a escolha de uma langue vivante 2 no quadro de seus estudos fundamentais e/ou secundários repousa mais no seu interesse pragmático moldado nas necessidades reais de comunicação oriundas de suas exigências sociais e familiares do que na reflexão sobre o uso da língua, por exemplo. Para justificar tal restrição de interesse linguístico pelo ensino do Português na França, há inúmeros fatores sociais e econômicos inesgotáveis como dissemos, nos níveis nacional e mundial que são, efetivamente, importantes na escolha de uma língua estrangeira. Não nos cabe comparar, aqui, a política econômica mundial de países como a China, a Rússia ou Israel, àquela portuguesa ou brasileira, a fim de justificar as razões pelas quais aqueles idiomas sobrevivem em face do português, nos ensinos públicos fundamental e médio das salas de aula francesas. A questão do ensino de uma língua viva estrangeira na França (ou em qualquer outro país que aplique tal pedagogia) repousa em diversos problemas sociais cuja solução depende, quase exclusivamente, do apoio político e, sobretudo, das vantagens mercadológicas que uma determinada língua pode oferecer. Na Touraine, no centro-oeste da França, as soluções parecem cada vez mais distantes. O paradoxo da demanada social citado nos parágrafos anteriores, ou seja, o hiato entre o que se quer aprender e como se pode ensinar é grande. Entre as associações culturais musicais franco-brasileiras, os cidadãos lusófonos brasileiros e portugueses residentes, há décadas, naquela região e o vazio das salas de aula, aprender a língua portuguesa é, ainda, uma opção inócua de inserção no mercado de trabalho. O interesse pelo Português é grande, mas o público é fraco: os falantes lusófonos adotam essa língua somente como identificação sócio-cultural entre os jovens, e os estudos de civilização portuguesa ou

10 88 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França literatura brasileira estão gradativamente desaparencendo dos bancos universitários. Reiterando, o interesse é grande: de todos os alunos presentes às aulas de Português, nas cadeiras dos colégios e liceus franceses da região da Touraine, a grande maioria interessava-se pelo ensino formal e mesmo reflexivo da língua portuguesa. Por onde anda a platônica pedagogia do ensino de língua estrangeira? Apesar das diferentes classes sociais ou da inverossímil heterogeneidade dos poucos grupos de PLE, o que tais alunos buscavam, a cada capítulo abordado, mais do que o reconhecimento cultural que lhes oferecia a língua dos seus pais e avós, era que nós, educadores, lhes oferecêssemos um único sentido àquilo que estudavam; somente um caminho possível na história daqueles que permanecem, inexoravelmente, na beleza de dois mundos. Por que fazer uma Licence em Português? Um breve caso das universidades Sem dúvida, os passos do capitalismo mundial determinam o futuro das carreiras universitárias. Em tempos de crise [em tempos normais, isto já ocorre], as ciências humanas desumanizam-se. Seguir uma carreira filosófica significa tempo perdido em reflexões vazias, e sua inserção no mercado de trabalho reduz-se a algumas poucas vagas aos futuros educadores dos ensinos médio e superior. Zygmunt Bauman, em O mal-estar da pós-modernidade 12, viu claramente o peso do capitalismo na cultura. Segundo o autor, o sistema cultural da sociedade pós-moderna corresponde a uma dinâmica de valores tão hierárquica que as instâncias culturais que subsistem no interior desse sistema formam entre si outros valores culturais e organizam-se em função de uma ordem geral que determinará a aplicação e a atualização de n outros valores sociais. As universidades francesas não fogem a esta regra; ao contrário. O organograma político da república, no que concerne às quotas universitárias, ainda responde às questões econômicas vigentes e à dinâmica do desequilíbrio dos saberes ou dos valores culturais hierárquicos. Não se concebe uma sociedade contemporânea como um espaço mensurado de conhecimentos diversos. Como já vimos no começo desse artigo, as supressões massivas e anuais de vagas do 12 BAUMAN, Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar p

11 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , ensino público médio, na França, contribuem para a degradação do ensino de línguas estrangeiras ditas raras, como o russo, o chinês, o árabe, o polonês ou o português. Deste modo, se, no ensino médio, a expectativa do aprendizado do PLE já é severamente afetada, um possível público de futuros educadores de Português, nos bancos universitários, é quase inexistente. A questão da difusão da língua portuguesa no ensino superior francês está intimamente ligada não somente à importância do ensino dessa língua nos ensinos anteriores ao universitário, mas às expectativas financeiras que ela pode oferecer no mercado de trabalho. O número de vagas atribuídas aos docentes de Português e das disciplinas literárias de língua portuguesa, no ensino superior francês, corresponde: a) à importância desta língua para a sociedade, em termos estritos e em termos mercadológicos; b) à demanda prática e acadêmica relativa à inscrição dos alunos em licenciatura; e, finalmente, c) à legitimidade, a longo prazo, dos estudos de cultura e literaturas de língua portuguesa no campo das Humanidades. Todos esses fatores são intimamente relacionados entre si. O aluno (francófono ou lusófono) que se interessa pelos estudos ligados à cultura dos países de língua portuguesa vê seu campo profissional restrito. O turismo, ou, num nível mais exigente, a tradução ou o ensino público do PLE são, a princípio, suas únicas escolhas quanto ao mercado de trabalho. Observe-se que, para todas aquelas profissões, exige-se a licenciatura em Português. Por que, então, os alunos franceses, franco-portugueses ou franco-brasileiros fariam seus estudos superiores em PLE quando o Espanhol detém, além da aproximação linguística com o Português, maior prestígio econômico e mercadológico? 13 Há, assim, no caso do ensino do PLE nas universidades francesas, duas expectativas distintas: ou o aluno faz sua licenciatura ( BAC +3, i.é., uma formação acadêmica de três anos) e projeta-se, imediatamente, no mercado de trabalho; ou segue seus estudos de pós-graduação (Mestrado e/ou Doutorado) para especializar-se em uma determinada disciplina a fim de lecionar no ensino superior. Ora, este é o denominador comum em qualquer lugar do mundo para quem deseja concluir seus anos de pesquisa acadêmica. Entretanto, há que se considerar alguns aspectos importantes acerca da formação acadêmica de pós-graduação na França. 13 Não se trata aqui de discutir a enorme herança cultural dos países hispanofônicos, que é evidente, mas tentar problematizar a situação sensível dos estudos lusofônicos nos últimos anos.

12 90 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França Em primeiro lugar, o número de alunos inscritos em licenciatura é, de maneira geral, inferior ao número de jovens pesquisadores inscritos em Mestrado e Doutorado. Isto deve-se ao fato de que estes últimos são, na sua maioria, pesquisadores estrangeiros que se estabelecem na França para seguirem uma formação acadêmica de pós-graduação em uma das universidades francesas: Mestrado, Doutorado pleno ou Doutorado sanduíche. Em segundo lugar, o fato de haver mais alunos inscritos em pós-graduação do que em graduação resulta, certamente, do grande interesse e da dinâmica de pesquisa científica bilateral entre o país de origem e o país que acolhe. Mas, esta proporção representa, sobretudo, um sensível déficit de interesses (e, consequentemente, de vagas) entre o nível da licenciatura e aquele das pesquisas acadêmicas. Finalmente, como resultado desse recorte quantitativo, o ensino de licenciatura em Português conhece, como no caso do ensino médio, uma gradual supressão de postos em determindas universidades, até à total supressão da opção PLE em outras, deixando lugar somente para os estudos de língua como opção de língua viva 2 ou como complemento de formação acadêmica hispanofônica. O diagnóstico das experiências acerca do ensino do PLE nas universidades francesas demonstra que, se por um lado, há, com efeito, uma grande predisposição em erigir alicerces mais sólidos para o futuro dos estudos relacionados às culturas dos países lusófonos por parte dos pesquisadores e educadores, por outro lado, a expectativa de trabalho nesse campo é escassa. A difusão da língua portuguesa, na França, sofre, assim, uma importante fase transitória. Português, língua rara. O caso da recepção literária brasileira na França Em se tratando da recepção e da difusão da literatura brasileira na França, há dois pontos principais que devemos abordar: o problema da difusão do Português e a posição da literatura brasileira no horizon d attente 14 do leitor francês. Primeiramente, o aspecto linguístico é essencial para compreendermos a amplitude da expressão artística brasileira nas artes plásticas e na Música, certa- 14 Termo desenvolvido por H. R. Jauss para definir a experiência estética da recepção literária. Cf. JAUSS, Hans Robert, Pour une esthétique de la réception. Prefácio de Jean Starobinski, Gallimard, 1972.

13 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , mente, mas sobretudo na Literatura. Com efeito, a expressão musical brasileira é, na França, reconhecida como um veículo artístico que reflete, indubitavelmente, o caráter exótico da cultura brasilera. A música popular brasilera é, a justo título, amplamente difundida e reflete o mosaico poético e pluricultural brasileiro. O samba, o pagode, a bossa-nova e mesmo Villa Lobos têm, efetivamente, um grande peso cultural na recepção artística brasileira na França. À música e às artes picturais, reservamos a plasticidade do trabalho universal de interpretação semiótica (ou intersemiótica) sem dúvida, complexo. Entretanto, no caso da literatura, a atualização e a recepção artísticas fazem-se através do signo linguístico. Como vimos nos primeiros parágrafos desse artigo, a literatura de língua portuguesa e seu veículo formal estão intimamente ligados. A problemática da recepção literária brasileira no exterior parece repousar, numa primeira análise, na difusão do Português ou ainda no seu reconhecimento linguístico-cultural diante de outras línguas estrangeiras, como o Inglês ou o Espanhol, por exemplo. Assim, quando um leitor opta por um livro de literatura estrangeira, ele o faz normalmente porque no seu conhecimento enciclopédico de uma determinada cultura, repousa, entre outras coisas, no conhecimento linguístico que ele tem, teve ou poderá ter de um país. Certas referências culturais, políticas, e mesmo contextos específicos passam, naturalmente, pela capacidade de intertextualidade e de associação linguística de que o leitor faz prova quando está diante de um texto literário de língua estrangeira. A formação de mundos possíveis a partir da leitura de uma obra que provém, por sua vez, do exercício da mímesis ativa 15 contém, portanto, além do trabalho de re-criação de uma obra literária, a curiosidade da leitura do texto de base em sua língua original. Nesta lógica, a Profa. Dra. Jacqueline Penjon da Universidade de Paris III 16 observou com clareza, ao analisar a recepção da obra de Machado de Assis na França, a problemática da recepção literária diante do prestígio linguístico. Com efeito, se analisarmos a popularidade de grandes autores brasileiros, na França, veremos que se a língua portuguesa 15 O conceito de mímesis ativa é ligado à atividade interpretativa do leitor na criação de outras realidades a partir do arquitexto. Cf. GEFEN, Alexandre. La mimèsis. Flammarion, p Conferência «La réception de Machado de Assis en France» : Colóquio Machado de Assis, Maison du Brésil, Paris, outubro de 2008.

14 92 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França alcançasse maior envergadura, talvez Machado de Assis (já reconhecido nos Estados Unidos), Guimarães Rosa, Clarice Lispector ou João Cabral de Melo Neto tornar-se-iam ainda mais populares e apreciados em maior escala no lugar de outros autores brasileiros cujos objetivos mercadológicos de venda substituem, deliberadamente, a beleza estética da literariedade. Finalmente, quanto ao horizon d attente do leitor francês ou à expectativa da recepção literária brasileira na França, consideraremos, brevemente, duas perspectivas de análise: o da autarquia brasileira diante do bloco cultural latino-americano, e o caráter exótico da ficção brasileira como simulacro mitológico. Em Vira e mexe nacionalismo. Paradoxos do nacionalismo literário 17, Leila Perrone-Moisés adverte quanto ao nacionalismo exacerbado ou ao populismo da mentalidade cultural provenientes do discurso da unificação latino-americana. Se por um lado, os países latino-americanos são unidos em torno de metas políticas e econômicas semelhantes e funcionais, por outro lado, as diferenças culturais que existem entre os países hegemônicos não se podem confundir. Decerto, nenhuma cultura é definitivamente autóctone e estanque e o dito multiculturalismo das culturas vizinhas é enriquecedor, mas às semelhanças histórico-sociais não se ligam as características distintas culturais de cada país. No entanto, no caso da literatura brasileira na França, o escopo da latinoamericanidade é outro. Conhecem-se Borges e García Márquez, observa-se uma razoável quantidade de obras literárias latino-americanas nas livrarias comerciais das principais cidades do país, e organizam-se, em regra geral, as obras latino-americanas ao lado das obras brasileiras, em amálgamas inexistentes. Ora, se na América Latina, os debates de aproximação e/ou reivindicação de unidade cultural entre os países vizinhos são de grande interesse aos intelectuais e universitários, na França, ao contrário, o conceito de brasileiro distingue-se daquele latino-americano em toda sua autarquia cultural. Se por vezes hesita-se entre o espanhol ou o brasileiro como idioma oficial do Brasil, observa-se que a questão do prestígio da língua espanhola em face da portuguesa é ainda, para a recepção literária francesa, um dos apectos principais quanto à condição de isolamento da cultura brasileira diante da América Latina e à consequente difusão da literatura latino-americana em relação à brasileira. 17 PERRONE-MOISËS, Leyla. Vira e mexe nacionalismo. Paradoxos do nacionalismo literário. São Paulo: Cia das Letras p

15 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , Finalmente, quanto ao horizonte de expectativa dos leitores franceses em relação às obras brasileiras, a questão do Outro é essencial. Na dinâmica da alteridade do ato da leitura, o (re)conhecimento ou o estranhamento das instâncias narrativas produzem o efeito da criação ou recriação textual a partir da interpretação. No caso da recepção literária brasileira na França, os pontos eufóricos do discurso narrativo são, em regra geral, aqueles ligados à alteridade cultural: quanto mais exótica for a ficção, mais próxima ela será da Realidade do Brasil. Jorge Amado é um dos ícones da busca da excentricidade ficcional na literatura brasileira. Há, evidentemente, além da busca do imitatio da realidade extralinguística do Brasil, leituras de outros grandes escritores brasileiros, mas a difusão ou a manutenção desta literatura na França encontra-se face a um gênero de escritura esotérica amplamente traduzida. A boa difusão do Português como língua estrangeira exerce, assim, um papel crucial na mudança do quadro socio-cultural do conjunto de países de língua portuguesa no exterior. CONCLUSÃO Este artigo propôs uma reflexão sobre a situação da difusão do Português na França, tentando amalgamar as diferentes filigranas decorrentes dos diversos aspectos linguísticos da pragmática da língua portuguesa como idioma estrangeiro. Não há conclusão precisa quanto ao ensino ou ao uso do Português no exterior. Há, sim, um importante questionamento acerca das políticas intervencionistas da difusão daquela língua. As comunidades lusófonas existem e mantêm o interesse cutural e pragmático pela sua língua materna, apesar das inóspitas circunstâncias sócio-econômicas; a cultura dos países lusófonos é ainda investigada e estudada nas universidades francesas; o interesse por países como o Brasil cresce à proporção da sua importância cultural e do seu desenvolvimento econômico, e cidadãos portugueses ocupam postos diplomáticos europeus. Entretanto, a manutenção do Português como língua estrangeira testemunha importantes hiatos entre a prática e a teoria. Se a riqueza da língua portuguesa traduz a complexidade das diversas comunidades estendidas da Europa até ao Timor Leste, há que se vislumbrar uma maior coerência na difusão daquela língua que reflete, efetivamente, a complexidade cultural que cada país lusófono oferece ao mundo.

16 94 Rambourg, Márcia Marques. Português língua estrangeira (PLE): Por uma reflexão sobre o ensino do português na França ABSTRACT When it comes to the problems and success we may have in the field of every foreign language s learning, we must consider multiple aspects, such as political, ideological, social and comportamental issues. In all these cases, how can the learning of Portuguese as a foreign language be regarded from a social, pragmatic and future diagnosis in France? KEY-WORDS: Portuguese as a Foreign Language; public education; literary reception. Recebido em 10/05/2009 Aprovado em 24/08/2009

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