Apresentação Digimet Plus 5G MIPS Sistemas Ltda.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação Digimet Plus 5G MIPS Sistemas Ltda."

Transcrição

1 Apresentação Digimet Plus 5G MIPS Sistemas Ltda. Rua Ricardo Landmann, 385 Joinville SC - Brasil

2 A Metalografia Quantitativa Digital é hoje uma das mais importantes ferramentas para a análise das microestruturas dos materiais. Metalurgistas do mundo todo dependem não só de conhecimento, mas também precisam de ferramentas para auxiliar no desenvolvimento de suas análises. Digimet Plus 5G foi desenvolvido por Metalurgistas e Pesquisadores brasileiros para uma precisa e eficaz análise de imagem de ligas metálicas, polímeros, cerâmicos e compósitos, destacando sua aplicação nas áreas de Metalografia Quantitativa, Tratamentos Térmicos, Tratamentos de Superfície, Soldagem entre outros. Desenvolvido para atender qualquer plataforma de trabalho de Análise de Imagens e não se restringe apenas a Metalografia Quantitativa, podendo ser usado além de Microscópios, bem como Estereoscópios, Webcams, Câmeras Inteligentes, Câmeras Digitais CMOS, Câmeras Analógicas VGA CCD e todo demais recurso de captura de imagem.

3 Conheça um pouco das Rotinas nativas do Software Medições Lineares (Comprimento, ângulo, Circunferência); Edição de Imagem (Setas, Textos, Linhas, Círculos, etc..); Quantificação de Fase (Perlita, Ferrita, Carbonetos, Silício, etc..) Tamanho de Grão; Detecção de Partículas; Volume de Grafita; Classificação do Tipo de Grafita; Grau de Nodularização; Contagem de Nódulos por mm2; Dureza Vickers; Distribuição do Tamanho de Grafita; Medição de Camada (Cementação, Nitretação, Têmpera Superficial, Cromo, Pintura, etc..); Emissão de Relatório.

4 Tela Principal do Sistema.

5 Módulos Programados O Software possuí uma série de módulos prontos já pré-programadas para execução da Quantificação digital da imagem, porém sempre que o cliente tem necessidades específicas de desenvolvimento de módulos que não estão previstos no Software, a MIPS possuí uma equipe de desenvolvimento pronta para desenvolver novos módulos que se encaixem na necessidade do cliente.

6 Rotinas Auxiliares Selecionando Partículas numa área e obtendo as informações individuais da mesma. A escala pode ser inserida em qualquer tamanho de imagem e poderá ser configurada a partir de sua inserção, caso deseja alterar o padrão da escala, como cor, posição, medida, acesse o botão Configuração. A ferramenta de Zoom externo habilita uma janela que permite ao analista observar um aumento digital na imagem, podendo escolher entre 2x até 16x. O Fator 1:1 serve quando sua imagem capturada for maior do que a resolução do seu monitor, assim você pode alternar entre uma imagem digitalmente reduzida, ou seu tamanho real em tela. Threshold: Ferramenta que possibilita aumentar ou diminuir o preenchimento de cor em fases claras e escuras. Histograma: Conheça qual o ponto de corte e qual a escala de cinza da sua imagem. Limpar Imagem: Remove partículas definidas como sujeira, inclusões e relacionadas. Junta Imagem: Unifica duas imagens, uma sobre a outra. Recortar: Selecione apenas a área que deseje na imagem capturada para ser quantificada/utilizada. Negativo: Inverte as cores da imagem. Preto e Branco: Diminui a saturação da imagem para 0. Brilho: Aumenta o Brilho da imagem capturada.

7 Sistema de Inovação em Volume de Fase Geralmente os softwares que fazem essa função, possuem apenas dois métodos de determinação de fases, fase clara e fase escura, e assim você consegue determinar o volume de fases do seu material, porém o Digimet possuí uma ferramenta exclusiva que lhe permite encontrar até 255 fases dentro do mesmo material, abrindo um leque enorme de possibilidades para função, e isso tudo de acordo com a norma ASTM E 562. Fase Isolada 2 Fases 3 Fases FoFo Nodular, sem ataque FoFo Nodular, sem ataque FoFo Nodular, ataque nital 3,5%

8 Trabalhando com Ferro Fundido O Sistema possuí duas normas integradas que podem ser selecionadas a partir da sua implantação para que sejam utilizados como referência nos resultados dos Ferros Fundidos. ASTM A 247 e ISO 945. Dentro da Rotina Integrada de Análise de Ferro fundido, o analista terá informações completas sobre todo seu material a partir da captura de apenas uma imagem, ou de um conjunto de imagens. * Apenas uma imagem * Grupo de imagens

9 Trabalhando com Ferro Fundido Rotinas de Análise Ex.: % Grafita=15,20 % % Nodularização Área=100 % % Nodularização Contagem=97 % # Nodulares=(73) - 99 % # Intermediários=(1) - 1 % Total de Nódulos Contados=74 Nódulos por mm²=269 Tamanho de Grafita=Faixa % Tam. Graf. 6=(17) - 19,77 % % Tam. Graf. 7=(38) - 44,19 % % Tam. Graf. 8=(19) - 22,09 % Tipo de Grafita=Faixa ASTM A 247 % Tipo I=(73) - 99 % % Tipo IV=(1) - 1 % % Vermicularidade=97,05 % # Nodular=(73) - 99 % # Intermediário=(0) - 0 % # Vermicular=(1) - 1 % * Imagem capturada com câmera VGA, C-mount 0,5x

10 Trabalhando com Ferro Fundido Rotinas de Análise: Tipo de Grafita ASTM A 247 * Imagem capturada com câmera 5 mpx, C-mount 0,5x ASTM A 247

11 Trabalhando com Aços e Ligas Especiais Rotinas de Análise Ex.: 58% Ferrita 42% Perlita ASTM E 562 TG = 6,5 ASTM E 112 * Aço Ferritico Perlítico

12 Trabalhando com Aços e Ligas Especiais Rotinas de Análise Ex.: 71% Ferrita 29% Perlita ASTM E 562 TG = 4,5 ASTM E 112 * Aço Ferritico Perlítico

13 Trabalhando com Aços e Ligas Especiais Rotinas de Análise Ex.: ASTM E 562 Latão bruto de solidificação, apresentando Dendritas de Fase Beta ( ) rica em Zinco em uma Matriz de Fase Alfa ( ). * Não Metálicos Cobre Latão

14 Identificando Partículas Selecionando Partículas numa área e obtendo as informações individuais da mesma. * Aço SAE 1020 Inclusão Não Metálica Ao clicar sobre a partícula você obterá as informações sobre a mesma com as seguintes variáveis: Área representada na imagem, Ferret (Maior Tamanho da Partícula), Perímetro e o Roundness (Esferoidissídade da partícula)

15 Agrupamento de Imagens Devido a necessidade de acelerar o processo das análises, a MIPS desenvolveu um método de agrupamento de imagens, ou seja, permite com que você agrupe duas ou mais imagens, e obtenha o resultado de acordo com o módulo selecionado para ambas as imagens, permitindo o acesso ao resultado individual e coletivo com médias e outras referências estatísticas. * Resultado Coletivo

16 Geração de Relatório com Imagens O Software Digimet Plus 5G possuí um padrão de relatório em Microsoft Excel que pode ter seu cabeçalho alterado pelo cliente em caso de necessidade. A partir da geração do Relatório o analista poderá incluir informações pertinentes aos resultados encontrados e sua análise metalográfica no relatório, bem como salva, ou apenas copiar as imagens de acordo com a sua necessidade.

17 Normas de Referência Nosso Software possuí uma série de normas referencias para geração dos resultados da Metalografia quantitativa, caso seu método de trabalho não seja atendido por uma das normas abaixo, basta nos solicitar a inclusão da mesma. Tamanho de Grão (Grain Size) ASTM E 112 Standard Test Methods for Determining Average Grain Size ASTM E 1392 Standard Test Methods for Determining Average Grain Size Using Automatic Image Analysis EN / ISO 643 Steel Micrographic Determination of the Ferritic or Austenitic Grain Size Tamanho de Grafita (Graphite Size) ASTM A 247 Standard Test Method for Evaluating the Microstructure of Graphite in Iron Castings Ensaio de Dureza Vickers (Vickers Measurement) ASTM E 384 Standard Test Method for Microhardness of Materials Mais no próximo Slide.

18 Normas de Referência Ensaio de Dureza Brinell ASTM E 10 - Standard Test Method for Brinell Hardness of Metallic Materials Vermicularidade ISO Compacted (vermicular) graphite cast irons Tipo de Grafita ISO 945 (Ref. Segunda Pagina) ASTM A 247 Grau de Nodularização Porcentagem de Grafita Nodular e Não-Nodular Consiste na medida da quantidade de grafita tipos I à VII ASTM A , considerando a fração volumétrica de cada forma de grafita. Percentual de Fase (Volume Phase Fraction) ASTM E 562 Determining Volume Fraction by Systematic Point Count ASTM E 1245 Determining the Inclusion or Second-Phase Constituent Content of Metals by Automatic Image Analysis

19 Periféricos Conheça nossa linha de câmeras digitais CMOS e acessórios.

20 Conheça alguns clientes MIPS

21

Metalografia Digital Avançada Ed. 2012 / V.1.3 1

Metalografia Digital Avançada Ed. 2012 / V.1.3 1 Metalografia Digital Avançada Ed. 2012 / V.1.3 1 METALAB Análise de Materiais Ltda. Rua Max Colin, Nº 2534 89.216-000 - Bairro Glória - Joinville/SC Fone: (47) 3205-6700 - Fax: 3205-6701 E-mail: suporte@metalab.com.br

Leia mais

Apresentação Institucional MIPS Sistemas Ltda.

Apresentação Institucional MIPS Sistemas Ltda. Apresentação Institucional MIPS Sistemas Ltda. Rua Ricardo Landmann, 385 Joinville SC - Brasil Quem somos? A MIPS Sistemas Ltda. Iniciou suas atividades no dia 01/03/2014, porém já atua no mercado a 9

Leia mais

Apresentação Inspetor de Solda MIPS Sistemas Ltda.

Apresentação Inspetor de Solda MIPS Sistemas Ltda. Apresentação Inspetor de Solda MIPS Sistemas Ltda. Rua Ricardo Landmann, 385 Joinville SC - Brasil O Controle Digital da Geometria dos Cordões de Solda é a mais moderna e eficaz maneira de avaliar a qualidade

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA DE AUTOMATIZAÇÃO DA CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL DE FERRO FUNDIDO NODULAR NUMA FUNDIÇÃO DO INTERIOR DO RIO DE JANEIRO

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA DE AUTOMATIZAÇÃO DA CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL DE FERRO FUNDIDO NODULAR NUMA FUNDIÇÃO DO INTERIOR DO RIO DE JANEIRO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA DE AUTOMATIZAÇÃO DA CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL DE FERRO FUNDIDO NODULAR NUMA FUNDIÇÃO DO INTERIOR DO RIO DE JANEIRO David Alves Lidugerio 1, Rodrigo Silva Oliveira 2,

Leia mais

ÍNDICE CORROSÃO E MEDIDAS DE PROTEÇÃO... 3. ESPECIFICAÇÃO DE AÇOS, LIGAS ESPECIAIS E FERROS FUNDIDOS (Módulo I)... 4 ACABAMENTO DE SUPERFÍCIE...

ÍNDICE CORROSÃO E MEDIDAS DE PROTEÇÃO... 3. ESPECIFICAÇÃO DE AÇOS, LIGAS ESPECIAIS E FERROS FUNDIDOS (Módulo I)... 4 ACABAMENTO DE SUPERFÍCIE... ÍNDICE CORROSÃO E MEDIDAS DE PROTEÇÃO... 3 ESPECIFICAÇÃO DE AÇOS, LIGAS ESPECIAIS E FERROS FUNDIDOS (Módulo I)... 4 ACABAMENTO DE SUPERFÍCIE... 5 FUNDAMENTOS DOS TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS

Leia mais

Software de análises metalográficas MATERIAL PLUS

Software de análises metalográficas MATERIAL PLUS Software de análises metalográficas MATERIAL PLUS Programa desenvolvido de forma simples para o uso sem comprometer a precisão por usuários inexperientes conseguirem fazer análises sem um treinamento mínimo;

Leia mais

Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento

Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento Norma Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento Confidencial, todos os direitos reservados. Proteção de dados conforme ISO 16016. Outubro 2014

Leia mais

ENSAIO DE DUREZA EM-641

ENSAIO DE DUREZA EM-641 ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: O ensaio de dureza consiste na aplicação de uma carga na superfície do material empregando um penetrador padronizado, produzindo uma marca superficial ou impressão. É amplamente

Leia mais

ENSAIO DE DUREZA EM-641

ENSAIO DE DUREZA EM-641 ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: Dureza é a resistência à deformação permanente Aplicação de uma carga na superfície da peça com um penetrador padronizado Características da marca de impressão (área ou profundidade)

Leia mais

AVALIAÇÃO MECÂNICA E METALÚRGICA EM TRILHO FERROVIÁRIO UTILIZADO EM VIA CONTÍNUA

AVALIAÇÃO MECÂNICA E METALÚRGICA EM TRILHO FERROVIÁRIO UTILIZADO EM VIA CONTÍNUA Jornadas SAM CONAMET AAS 2001, Septiember de 2001 519-526 AVALIAÇÃO MECÂNICA E METALÚRGICA EM TRILHO FERROVIÁRIO UTILIZADO EM VIA CONTÍNUA Macedo, M.L.K.; Silva, A. A. M.; Barlavento, M. A. e Reguly, A.

Leia mais

Material para Produção Industrial Ensaio de Dureza

Material para Produção Industrial Ensaio de Dureza Material para Produção Industrial Ensaio de Dureza Prof.: Sidney Melo 8 Período 1 O que é Dureza Dureza é a propriedade de um material que permite a ele resistir à deformação plástica, usualmente por penetração.

Leia mais

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS E ENSAIOS QUÍMICOS:

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS E ENSAIOS QUÍMICOS: COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS E ENSAIOS QUÍMICOS: Áreas de Metalurgia, Produtos Metálicos, Máquinas e Equipamentos Apoio: Programa PEP REDE 1405 Rodada 010/2015 (Instruções aos Participantes,

Leia mais

Importância da Análise de Materiais em Fixadores aplicados na Indústria de Óleo & Gás. METALAB Análise de Materiais Ltda.

Importância da Análise de Materiais em Fixadores aplicados na Indústria de Óleo & Gás. METALAB Análise de Materiais Ltda. LOGO Importância da Análise de Materiais em Fixadores aplicados na Indústria de Óleo & Gás Júlio F. Baumgarten, Mestre Eng. de Materiais & Processos Avançados METALAB Análise de Materiais Ltda. Centro

Leia mais

INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO NA OBTENÇÃO DO FERRO FUNDIDO CINZENTO

INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO NA OBTENÇÃO DO FERRO FUNDIDO CINZENTO 1 FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI NADIR DIAS DE FIGUEIREDO ANDRÉ JOSÉ ALBERTINI INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO NA OBTENÇÃO DO FERRO FUNDIDO CINZENTO OSASCO 2012 2 ANDRÉ JOSÉ ALBERTINI INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO

Leia mais

Coletores de Escape em Nodular SiMo

Coletores de Escape em Nodular SiMo Coletores de Escape em Nodular SiMo Eitan Melleras Tupy Fundições Ltda. Joinville/SC Pedro A. N. Bernardini UFSC Florianópolis/SC Wilson L. Guesser Tupy Fundições Ltda. e UDESC Joinville/SC Resumo O presente

Leia mais

UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr

UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr Tópico 05 ENSAIOS MECÂNICOS - DUREZA Parte A - Dureza Brinell Introdução A dureza de um material é uma propriedade difícil de definir, que tem diversos significados dependendo da experiência da pessoa

Leia mais

MÉTODO PARA O CÁLCULO DA FRAÇÃO VOLUMÉTRICA DE AUSTENITA RETIDA ATRAVÉS DO SOFTWARE DE ANÁLISE DIGITAL DE IMAGENS

MÉTODO PARA O CÁLCULO DA FRAÇÃO VOLUMÉTRICA DE AUSTENITA RETIDA ATRAVÉS DO SOFTWARE DE ANÁLISE DIGITAL DE IMAGENS MÉTODO PARA O CÁLCULO DA FRAÇÃO VOLUMÉTRICA DE AUSTENITA RETIDA ATRAVÉS DO SOFTWARE DE ANÁLISE DIGITAL DE IMAGENS S. Lombardo 1 ; F.H. Costa 1 ; T.M. Hashimoto 1 ; M.S. Pereira 1 ; A.J. Abdalla 1,2 Av.

Leia mais

5 DISCUSSÃO. 5.1 Influência dos resfriadores no fundido. Capítulo 5 77

5 DISCUSSÃO. 5.1 Influência dos resfriadores no fundido. Capítulo 5 77 Capítulo 5 77 5 DISCUSSÃO 5.1 Influência dos resfriadores no fundido. A finalidade do uso dos resfriadores no molde antes da fundição das amostras Y block foi provocar uma maior velocidade de resfriamento

Leia mais

Palavras - chave: Grafita nodular, ferro fundido nodular, tempo e temperatura de vazamento, propriedades mecânicas, analise estrutural.

Palavras - chave: Grafita nodular, ferro fundido nodular, tempo e temperatura de vazamento, propriedades mecânicas, analise estrutural. INFLUÊNCIA DO TEMPO E DA TEMPERATURA DE VAZAMENTO SOBRE A ESTRUTURA DOS NÓDULOS E PROPRIEDADES MECÂNICAS DE UM FERRO FUNDIDO NODULAR NO ESTADO BRUTO DE FUNDIÇÃO Resumo: Douglas F. Vidal¹* (D), Lioudmila

Leia mais

Tecnologia a favor da qualidade

Tecnologia a favor da qualidade Tecnologia a favor da qualidade Sediada em Joinville, Santa Catarina, a Metalab atua na área de controle de qualidade industrial, prestando serviços de análise e inspeção de materiais em metais, polímeros,

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 FRAGILIZAÇÃO DA MARTENSITA REVENIDA EM PARAFUSOS: ANÁLISE DE DOIS CASOS Marcelo A. L.*, Tokimatso R. C., Júnior P. Z.**,

Leia mais

UM ENSAIO DO PROCESSO DE RECOZIMENTO PLENO

UM ENSAIO DO PROCESSO DE RECOZIMENTO PLENO UM ENSAIO DO PROCESSO DE RECOZIMENTO PLENO Anderson Fanchiotti da Silva, Deyvson Martins Fanti, Diego Serra, Everton Moreira Chaves, Fabiano Botassoli, Hedylani N. F. Corsini, Patrik Mantovani de Oliveira,

Leia mais

ANÁLISE METALOGRÁFICA DE UM AÇO TRIP 800, UTILIZANDO PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS

ANÁLISE METALOGRÁFICA DE UM AÇO TRIP 800, UTILIZANDO PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS ANÁLISE METALOGRÁFICA DE UM AÇO TRIP 800, UTILIZANDO PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS Costa, F. H.; Fukugauchi, C.S.; Pereira, M.S. fernando.henriquecosta@yahoo.com.br Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá

Leia mais

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza)

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) Aula Teórica 6 Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) 1 ENSAIO DE TRACÇÃO A partir dos valores da força (F) e do alongamento ( I) do provete obtêm-se

Leia mais

ANÁLISE MICROESTRUTURAL DE UMA JUNTA SOLDADA - MICRODUREZA E FRAÇÃO VOLUMÉTRICA -

ANÁLISE MICROESTRUTURAL DE UMA JUNTA SOLDADA - MICRODUREZA E FRAÇÃO VOLUMÉTRICA - ANÁLISE MICROESTRUTURAL DE UMA JUNTA SOLDADA - MICRODUREZA E FRAÇÃO VOLUMÉTRICA - S. I. Irikura; R. Hirayama; R. C. Tokimatsu.; V. A. Ventrella; J. Gallego.; W.J Yamakami. ilka@dem.feis.unesp.br, rhirayama@aluno.feis.unesp.br,

Leia mais

Análise de Materiais Ltda.

Análise de Materiais Ltda. LOGO METALAB Análise de Materiais Ltda. Laboratórios de Ciência e Engenharia de Materiais DESDE 1989 www.metalab.com.br METALAB Análise de Materiais Ltda. Apresentação Em 1989, através da GRAIX Materiais

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL AO LONGO DA ESPESSURA DE CHAPA GROSSA DE AÇO MICROLIGADO PARA TUBOS API 5L-X65 1

CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL AO LONGO DA ESPESSURA DE CHAPA GROSSA DE AÇO MICROLIGADO PARA TUBOS API 5L-X65 1 CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL AO LONGO DA ESESSURA DE CHAA GROSSA DE AÇO MICROLIGADO ARA TUBOS AI 5L-X65 1 aulo Henrique Ogata 2 Helio Goldenstein 3 Antonio Augusto Gorni 4 Fernando José Gomes Landgraf

Leia mais

Metalografia não Destrutiva pelo Método de Réplicas.

Metalografia não Destrutiva pelo Método de Réplicas. Metalografia não Destrutiva pelo Método de Réplicas. 1 Conceito: As propriedades das ligas metálicas e suas transformações estão intimamente ligadas ao seu estado metalúrgico ou microestrutural. O exame

Leia mais

EMENTA DO CURSO INFORMÁTICA BÁSICA

EMENTA DO CURSO INFORMÁTICA BÁSICA EMENTA DO CURSO INFORMÁTICA BÁSICA OBJETIVO A informática está presente em praticamente todos os setores da vida moderna. Atualmente ter o conhecimento básico de como utilizar um computador é fundamental.

Leia mais

1º RELATÓRIO PARCIAL DE 2014 MOD01 rev10

1º RELATÓRIO PARCIAL DE 2014 MOD01 rev10 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA

Leia mais

UNIVERSIDADE SANTA. Objetivo Metodologia Introdução. Método Experimental Resultados Experimentais Conclusão Grupo de Trabalho

UNIVERSIDADE SANTA. Objetivo Metodologia Introdução. Método Experimental Resultados Experimentais Conclusão Grupo de Trabalho UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL Análise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos Calibrados Aço1045 A do Acoplamento de Engrenagem da Mesa Giratória ria do Laminador

Leia mais

EMENTA DO CURSO INFORMÁTICA BÁSICA

EMENTA DO CURSO INFORMÁTICA BÁSICA EMENTA DO CURSO INFORMÁTICA BÁSICA OBJETIVO No curso Informática Básica o participante vai aprender: os recursos básicos do Sistema Operacional Windows XP, a utilizar o editor de texto Word e trabalhar

Leia mais

APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS NA CARACTERIZAÇÃO QUANTITATIVA DE MATERIAIS COMPÓSITOS

APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS NA CARACTERIZAÇÃO QUANTITATIVA DE MATERIAIS COMPÓSITOS APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS NA CARACTERIZAÇÃO QUANTITATIVA DE MATERIAIS COMPÓSITOS Fernando de Azevedo Silva Jean-Jacques Ammann Ana Maria Martinez Nazar Universidade Estadual

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 02

PROVA ESPECÍFICA Cargo 02 18 PROVA ESPECÍFICA Cargo 02 QUESTÃO 41 As afirmativas a seguir tratam das características de alguns dos tratamentos térmicos aplicados aos aços. Verifique quais são verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque

Leia mais

USINABILIDADE DE PERFIS CONTÍNUOS DE FERROS FUNDIDOS NODULARES DAS CLASSES FE-45012 E FE-50007

USINABILIDADE DE PERFIS CONTÍNUOS DE FERROS FUNDIDOS NODULARES DAS CLASSES FE-45012 E FE-50007 USINABILIDADE DE PERFIS CONTÍNUOS DE FERROS FUNDIDOS NODULARES DAS CLASSES FE-4512 E FE-57 Wilson Luiz Guesser; Dilço C. Júnior Fundição Tupy e FEJ/UDESC Rua Albano Schmidt, 34 8926-9 - Joinville - SC

Leia mais

Eduardo de Sousa Moreira. eduardo@eduardomoreira.eng.br

Eduardo de Sousa Moreira. eduardo@eduardomoreira.eng.br O USO DO TESTE DE CUNHA COMO CONTROLE DE NUCLEAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE PEÇAS EM FERRO FUNDIDO CINZENTO Eduardo de Sousa Moreira eduardo@eduardomoreira.eng.br O uso do teste de cunha é fundamental na avaliação

Leia mais

ESTUDO DA MICROESTRUTURA E PROPRIEDADES DO METAL DE SOLDA DEPOSITADO POR ELETRODOS REVESTIDOS IMPERMEÁVEIS DO TIPO BAIXO HIDROGÊNIO 1

ESTUDO DA MICROESTRUTURA E PROPRIEDADES DO METAL DE SOLDA DEPOSITADO POR ELETRODOS REVESTIDOS IMPERMEÁVEIS DO TIPO BAIXO HIDROGÊNIO 1 ESTUDO DA MICROESTRUTURA E PROPRIEDADES DO METAL DE SOLDA DEPOSITADO POR ELETRODOS REVESTIDOS IMPERMEÁVEIS DO TIPO BAIXO HIDROGÊNIO 1 Resumo Cláudio Turani Vaz 2 Ivanilza Felizardo 3 Alexandre Queiroz

Leia mais

TORNEAMENTO DE FERRO FUNDIDO CINZENTO COM FERRAMENTAS CERÂMICAS À BASE DE NITRETO DE SILÍCIO PRODUZIDAS POR SINTERIZAÇÃO NORMAL

TORNEAMENTO DE FERRO FUNDIDO CINZENTO COM FERRAMENTAS CERÂMICAS À BASE DE NITRETO DE SILÍCIO PRODUZIDAS POR SINTERIZAÇÃO NORMAL 28 de junho a 1º de julho de 2004 Curitiba-PR 1 TORNEAMENTO DE FERRO FUNDIDO CINZENTO COM FERRAMENTAS CERÂMICAS À BASE DE NITRETO DE SILÍCIO PRODUZIDAS POR SINTERIZAÇÃO NORMAL M. A. Lanna, A. M. Abrão,

Leia mais

Dissertação de Mestrado. Wilson Luiz de Almeida

Dissertação de Mestrado. Wilson Luiz de Almeida 1 Dissertação de Mestrado Wilson Luiz de Almeida Análise do Comportamento Mecânico e dos Aspectos Macro e Microestruturais do Ferro Fundido Nodular Submetido a Ciclos Térmicos de Soldagem Maio de 2014

Leia mais

DIAGRAMA Fe-C. DIAGRAMA Fe-Fe 3 C

DIAGRAMA Fe-C. DIAGRAMA Fe-Fe 3 C 1 DIAGRAMA Fe-C DIAGRAMA Fe-Fe 3 C ALOTROPIA DO FERRO PURO Na temperatura ambiente, o ferro puro apresenta estrutura cristalina cúbica de corpo centrado (CCC), denominada ferrita alfa (α). A estrutura

Leia mais

Os métodos de teste podem ser divididos grosseiramente em dois grupos:

Os métodos de teste podem ser divididos grosseiramente em dois grupos: Informativo Técnico Medição de Dureza soluções portáteis Em períodos de pressão por redução de custos e aumento da qualidade, os equipamentos portáteis de medição de dureza resultam não apenas em uma resposta

Leia mais

As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade dos autores.

As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade dos autores. AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE PRÓTESE TOTAL DE QUADRIL DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO REMOVIDA DE PACIENTE E.H. de S. Cavalcanti (1), S.M.C. de Souza (1), C. de A. Ferreira (1), M.M.Campos (1),

Leia mais

Utilização de aços inoxidáveis em implantes

Utilização de aços inoxidáveis em implantes Utilização de aços inoxidáveis em implantes Buss GAM 1 ; Donath KS 2 ; Vicente MG 1 1 Unidade de Tecnovigilância NUVIG/Anvisa 2 Gerência de Materiais GGTPS/Anvisa Introdução Os requisitos gerais para a

Leia mais

TW103 TW203 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE.

TW103 TW203 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. TW103 TW203 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. BROCAS TW103 E TW203 PROPORCIONAM FUROS COM EXCELENTE QUALIDADE E MÁXIMO DESEMPENHO NO LATÃO E MATERIAIS DE CAVACO QUEBRADIÇO EM GERAL. Conheça suas características:

Leia mais

Influência da Moagem de Alta Energia na porosidade de produtos da metalurgia do pó

Influência da Moagem de Alta Energia na porosidade de produtos da metalurgia do pó Influência da Moagem de Alta Energia na porosidade de produtos da metalurgia do pó Kahl Zilnyk (UEPG) E-mail: 061040724@uepg.com Osvaldo Mitsuyuki Cintho (UEPG) E-mail: omcintho@uepg.com Resumo: Neste

Leia mais

Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel.

Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel. Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel. Lauralice de C. F. Canale 1 George Edward Totten 2 João Carmo Vendramim 3 Leandro Correa dos

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP Tecnologia Mecânica Tratamentos térmicos e termo-químicos Recozimento Normalização Têmpera Revenimento Cementação Nitretação Tratamentos Térmicos

Leia mais

ANÁLISE DE FALHA EM HEAVY-WEIGHT DRILLPIPES DURANTE OPERAÇÃO DE PERFURAÇÃO OFF-SHORE DE POÇO DE PETRÓLEO

ANÁLISE DE FALHA EM HEAVY-WEIGHT DRILLPIPES DURANTE OPERAÇÃO DE PERFURAÇÃO OFF-SHORE DE POÇO DE PETRÓLEO ANÁLISE DE FALHA EM HEAVY-WEIGHT DRILLPIPES DURANTE OPERAÇÃO DE PERFURAÇÃO OFF-SHORE DE POÇO DE PETRÓLEO Abud, I.deC. (1), Souza, S.M.C. (2), Cavalcanti, E.H. de S. (2), Centeno, R.0. (1), Alves,M.R. (3),

Leia mais

3 Material e Procedimento Experimental

3 Material e Procedimento Experimental 3 Material e Procedimento Experimental 3.1 Composição Química e Geometria dos Elos de Amarras O material adotado neste trabalho foi um aço estrutural de alta resistência e baixa liga, especificado pelaapi-2f[1]

Leia mais

Comparação entre Tratamentos Térmicos e Método Vibracional em Alívio de Tensões após Soldagem

Comparação entre Tratamentos Térmicos e Método Vibracional em Alívio de Tensões após Soldagem Universidade Presbiteriana Mackenzie Comparação entre Tratamentos Térmicos e Método Vibracional em Alívio de Tensões após Soldagem Danila Pedrogan Mendonça Orientador: Profº Giovanni S. Crisi Objetivo

Leia mais

2. Detalhes do Griaule Forensic Fingerprint

2. Detalhes do Griaule Forensic Fingerprint Índice 1. Requisitos dos Sistema; a. Sistema Operacional; b. DotNET Framework; c. Processador; d. Memória RAM; 2. Detalhes do Griaule Forensic Fingerprint: a. Sobre; b. Funcionalidades; c. Detecção automática

Leia mais

Rodas Microligadas: Estudo e aplicação nas ferrovias da Vale

Rodas Microligadas: Estudo e aplicação nas ferrovias da Vale ARTIGO Rodas Microligadas: Estudo e aplicação nas ferrovias da Vale Isaias Moreira de Freitas 1, Bruno Teieira Barros 2, Francisco Nascimento Chagas 3 1 Ger. de Engenharia Ferroviária, Av. Dante Micheline,

Leia mais

Windows 7. Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com

Windows 7. Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com Windows 7 Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com Sistema Operacional Windows 7 O Windows 7 é o sistema operacional do Microsoft Windows, um software proprietário produzido pela Microsoft

Leia mais

Aula 7 - Ensaios de Materiais

Aula 7 - Ensaios de Materiais Aula 7 - Ensaios de Materiais Tecnologia dos Materiais II Prof. Lincoln B. L. G. Pinheiro 23 de setembro de 2010 1 Ensaios de Dureza A dureza é uma propriedade mecânica que mede a resistência do material

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS (Perfil 08) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS (Perfil 08) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS (Perfil 08) «21. A grafia incorreta do resultado da medição propicia problemas de legibilidade, informações desnecessárias e sem sentido. Considerando

Leia mais

Previsão da vida em fadiga de aços inoxidáveis dúplex SAF 2205 e SAF 2507.

Previsão da vida em fadiga de aços inoxidáveis dúplex SAF 2205 e SAF 2507. Projeto de iniciação científica Previsão da vida em fadiga de aços inoxidáveis dúplex SAF 2205 e SAF 2507. Relatório final. Bolsista: Gustavo H. B. Donato e-mail:superguga@uol.com.br Orientador: Prof.

Leia mais

Eletroforese por Scanner - SEA. Análise de eletroforese por scanner. Software dedicado a rotinas de análise eletroforéticas.

Eletroforese por Scanner - SEA. Análise de eletroforese por scanner. Software dedicado a rotinas de análise eletroforéticas. Eletroforese por Scanner - SEA Análise de eletroforese por scanner. Software dedicado a rotinas de análise eletroforéticas. Muito simples de usar e extremamente rápido. Acompanha manual muito bem detalhado

Leia mais

EXPRESSÃO DA INCERTEZA NA MEDIÇÃO DA DUREZA BRINELL

EXPRESSÃO DA INCERTEZA NA MEDIÇÃO DA DUREZA BRINELL EXPRESSÃO A INCERTEZA NA MEIÇÃO A UREZA BRINELL Sueli Fischer Beckert Instituto Superior de Tecnologia IST, Centro de Mecânica de Precisão de Joinville CMPJ sueli@sociesc.com.br Joinville, SC, Brasil Luciana

Leia mais

TW101 TW201 TW301 TW311 TW321 TW421 TW431 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE.

TW101 TW201 TW301 TW311 TW321 TW421 TW431 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. TW101 TW201 TW301 TW311 TW321 TW421 TW431 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. PARA FURAR MATERIAIS DE ALTA RESISTÊNCIA OU EM CONDIÇÕES EXTREMAS, UTILIZE NOSSA GAMA DE SOLUÇÕES. ALTA PERFORMANCE COM MÁXIMA

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS MATERIAIS SOB TENSÃO. Prof. Rubens Caram

COMPORTAMENTO DOS MATERIAIS SOB TENSÃO. Prof. Rubens Caram COMPORTAMENTO DOS MATERIAIS SOB TENSÃO Prof. Rubens Caram 1 TENSÃO X DEFORMAÇÃO O EFEITO DE TENSÕES NA ESTRUTURA DE METAIS PODE SER OBSERVADO NA FORMA DE DEFORMAÇÕES: EM ESTRUTURAS DE ENGENHARIA, ONDE

Leia mais

TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister

TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister Introdução: Propriedades mecânicas indicam o comportamento dos materiais quando sujeitos a esforços de

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DOS MÉTODOS DE QUANTIFICAÇÃO DE PORCENTAGEM VOLUMÉTRICA DE FERRITA EM AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX UNS S31803 (SAF 2205)

ESTUDO COMPARATIVO DOS MÉTODOS DE QUANTIFICAÇÃO DE PORCENTAGEM VOLUMÉTRICA DE FERRITA EM AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX UNS S31803 (SAF 2205) ESTUDO COMPARATIVO DOS MÉTODOS DE QUANTIFICAÇÃO DE PORCENTAGEM VOLUMÉTRICA DE FERRITA EM AÇO INOXIDÁVEL DÚPLEX UNS S31803 (SAF 2205) Evelin Barbosa de Mélo Engenheira Química, Dep. Eng. Mecânica, Centro

Leia mais

Tratamentos térmicos de ferros fundidos

Tratamentos térmicos de ferros fundidos FERROS FUNDIDOS Usados em geral para: Resistência ao desgaste Isolamento de vibrações Componentes de grandes dimensões Peças de geometria complicada Peças onde a deformação plástica é inadmissível FERROS

Leia mais

ANÁLISE MICROESTRUTURAL DE AÇOS INOXIDÁVEIS ALTAMENTE LIGADOS: DA AMOSTRAGEM À INTERPRETAÇÃO

ANÁLISE MICROESTRUTURAL DE AÇOS INOXIDÁVEIS ALTAMENTE LIGADOS: DA AMOSTRAGEM À INTERPRETAÇÃO ANÁLISE MICROESTRUTURAL DE AÇOS INOXIDÁVEIS ALTAMENTE LIGADOS: DA AMOSTRAGEM À INTERPRETAÇÃO Prof. Dr. Marcelo Martins (1) Prof. Dr. Luiz Carlos Casteletti (2) Eng. MSc. Luiz Fernando Bonavina (3) Eng.

Leia mais

ESTUDO DOS FATORES INFLUENTES NAS MÚLTIPLAS RESPOSTAS MECÂNICAS EM ARAMES SAE 9254.

ESTUDO DOS FATORES INFLUENTES NAS MÚLTIPLAS RESPOSTAS MECÂNICAS EM ARAMES SAE 9254. ESTUDO DOS FATORES INFLUENTES NAS MÚLTIPLAS RESPOSTAS MECÂNICAS EM ARAMES SAE 9254. cristie diego pimenta (feg unesp ) pimentadiego@yahoo.com.br Messias Borges Silva (feg unesp ) messias@dequi.eel.usp.br

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE RODA MICROLIGADA COM NIÓBIO PARA TRANSPORTE HEAVY HAUL. Eng. (MSc) Domingos José Minicucci

DESENVOLVIMENTO DE RODA MICROLIGADA COM NIÓBIO PARA TRANSPORTE HEAVY HAUL. Eng. (MSc) Domingos José Minicucci COM NIÓBIO PARA TRANSPORTE HEAVY HAUL Eng. (MSc) Domingos José Minicucci CONTEÚDO: Evolução da carga por eixo na Austrália Contato roda trilho Especificação AAR para rodas classe D microligadas Nióbio

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE SÍNTER DE MINÉRIO DE FERRO POR MICROSCOPIA ÓPTICA DIGITAL

CARACTERIZAÇÃO DE SÍNTER DE MINÉRIO DE FERRO POR MICROSCOPIA ÓPTICA DIGITAL CARACTERIZAÇÃO DE SÍNTER DE MINÉRIO DE FERRO POR MICROSCOPIA ÓPTICA DIGITAL Aluno: Gustavo Schinazi Orientador: Sidnei Paciornik Introdução e Objetivos O presente projeto de iniciação científica é parte

Leia mais

Microsoft PowerPoint

Microsoft PowerPoint Microsoft PowerPoint Microsoft PowerPoint é utilizado para desenvolver apresentações. Os trabalhos desenvolvidos com este aplicativo normalmente são apresentados com o auxílio de um datashow. Apresentações

Leia mais

ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO.

ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO. Nome: Assinatura: P2 de CTM 2012.2 Matrícula: Turma: ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO. NÃO SERÃO ACEITAS RECLAMAÇÕES POSTERIORES..

Leia mais

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O TRATAMENTO TÉRMICO A VÁCUO E O TRATAMENTO TÉRMICO POR BRASAGEM REALIZADO EM AÇO INOXIDÁVEL M340 APLICADO A INSTRUMENTAIS CIRÚRGICOS R. L. Ciuccio 1, V. Pastoukhov 2, M.D.D. NEVES

Leia mais

DISSOLUÇÃO DA FERRITA DELTA EM AÇO INOXIDÁVEL ENDURECIDO POR PRECIPITAÇÃO

DISSOLUÇÃO DA FERRITA DELTA EM AÇO INOXIDÁVEL ENDURECIDO POR PRECIPITAÇÃO 1 FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI NADIR DIAS DE FIGUEIREDO Alexandre Afonso Alves de Moura Marcos Paulo Pereira de Toledo Ricardo Breviglieri Alves Castilho DISSOLUÇÃO DA FERRITA DELTA EM AÇO INOXIDÁVEL

Leia mais

A TECNOLOGIA APLICADA EM TUBOS E PERFIS WWW.STARTECNOLOGIA.COM.BR. FERRITES & IMPEDERS APLICAÇÕES

A TECNOLOGIA APLICADA EM TUBOS E PERFIS WWW.STARTECNOLOGIA.COM.BR. FERRITES & IMPEDERS APLICAÇÕES FERRITES & IMPEDERS APLICAÇÕES 1 FERRITES Os ferrites são produzidos com óxido de ferro, cobalto, níquel, manganês e zinco. Após misturados são prensados de acordo com o perfil desejado. É sinterizado

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3 WORD 2007 E 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 CAPTURAS DE TELA WORD 2010... 3 02 IMAGENS 2007/2010... 5 03 NOTAS DE RODAPÉ... 13 04 NUMERAÇÃO DE PÁGINAS... 15 05 CONTAR PALAVRAS...

Leia mais

Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid

Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid Tensão Propriedades Mecânicas: Tensão e Deformação Deformação Elástica Comportamento tensão-deformação O grau com o qual a estrutura cristalina

Leia mais

1998-2015 Domínio Sistemas Ltda. Todos os direitos reservados.

1998-2015 Domínio Sistemas Ltda. Todos os direitos reservados. Versão 8.1A-13 Saiba que este documento não poderá ser reproduzido, seja por meio eletrônico ou mecânico, sem a permissão expressa por escrito da Domínio Sistemas Ltda. Nesse caso, somente a Domínio Sistemas

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS PROCESSOS DE SOLDAGEM ARAME TUBULAR E ELETRODO REVESTIDO NA SOLDAGEM DO AÇO API 5LX - GRAU 70

ANÁLISE COMPARATIVA DOS PROCESSOS DE SOLDAGEM ARAME TUBULAR E ELETRODO REVESTIDO NA SOLDAGEM DO AÇO API 5LX - GRAU 70 ANÁLISE COMPARATIVA DOS PROCESSOS DE SOLDAGEM ARAME TUBULAR E ELETRODO REVESTIDO NA SOLDAGEM DO AÇO API 5LX - GRAU 70 Vicente Afonso Ventrella Prof. Dr. UNESP / Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira

Leia mais

TRATAMENTO TÉRMICO E TERMOQUÍMICO LIGAS FERRO-CARBONO. (Baseado na norma ABNT - NBR 8653 de Novembro de 1984)

TRATAMENTO TÉRMICO E TERMOQUÍMICO LIGAS FERRO-CARBONO. (Baseado na norma ABNT - NBR 8653 de Novembro de 1984) TRATAMENTO TÉRMICO E TERMOQUÍMICO LIGAS FERRO-CARBONO (Baseado na norma ABNT - NBR 8653 de Novembro de 1984) ALÍVIO DE TENSÕES (STRESS RELIEVING) Recozimento sucrítico visando a eliminação de tensões internas

Leia mais

DURÔMETRO DE BANCADA ROCKWELL CÓDIGO ISH-R150

DURÔMETRO DE BANCADA ROCKWELL CÓDIGO ISH-R150 DURÔMETRO DE BANCADA ROCKWELL CÓDIGO ISH-R150 penetrador Mesa plana Ø60mm uso da mesa Seletor da força de ensaio Mesa plana Ø15Omm Aplicação da força Mesa prismática Escalas de ensaio Rockwell Força de

Leia mais

Torneamento de Discos de Freio: Avaliação da Topografia da Superfície e do Fenômeno Open Grain

Torneamento de Discos de Freio: Avaliação da Topografia da Superfície e do Fenômeno Open Grain 145 Torneamento de Discos de Freio: Avaliação da Topografia da Superfície e do Fenômeno Open Grain Copyright 2002 Society of Automotive Engineers, Inc Ulisses Borges Souto* Wisley Falco Sales* Sandro Cardoso

Leia mais

O Programa. Construir o ambiente. Acesso ao programa

O Programa. Construir o ambiente. Acesso ao programa Manual de Uso 1 O Programa O Tok3D é uma ferramenta para realização de projetos de decoração empregando recursos avançados de modelagem 3D. Desenvolvido na plataforma gráfica Unity um aplicativo baixado

Leia mais

ENSAIOS DOS MATERIAIS EM-641

ENSAIOS DOS MATERIAIS EM-641 Apresentação e Introdução do Curso ENSAIOS DOS MATERIAIS Apresentação e Introdução do Curso Programa Analítico 1) Introdução 2) Ensaio de Tração 3) Ensaio de Compressão 4) Ensaio de Dureza 5) Ensaio de

Leia mais

Dokmee Page Counter. 2011 Office Gemini

Dokmee Page Counter. 2011 Office Gemini 2 Table of Contents Part I 1 Visão geral 2 Realizando uma Contagem Visualizando os resultados 4 Salvando o resultados 4 5 Removendo os Resultados 4 6 Inscrição 4 7 Seleção de Idioma 5 Part II Usando o

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS

GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS 1 NITRAMET TRATAMENTO DE METAIS LTDA PABX: 11 2192 3350 nitramet@nitramet.com.br GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS Austêmpera Tratamento isotérmico composto de aquecimento até a temperatura

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM DURÔMETROS PARA PESQUISA METROLÓGICA

DETERMINAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM DURÔMETROS PARA PESQUISA METROLÓGICA DETERMINAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM DURÔMETROS PARA PESQUISA METROLÓGICA Pires, Fábio de Souza Nascimento, Jôneo Lopes do Cardoso, Tito Lívio Medeiros* INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA INT 1. Introdução

Leia mais

Escola Politécnica de Pernambuco Departamento de Ensino Básico PROGRAMA

Escola Politécnica de Pernambuco Departamento de Ensino Básico PROGRAMA PROGRAMA Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA Código: MECN0039 Carga Horária Semestral: 45 HORAS Número de Créditos: TEÓRICOS: 00; PRÁTICOS: 03; TOTAL: 03 Pré-Requisito: MECN0004 CIÊNCIA DOS MATERIAIS

Leia mais

Sistema irá modular até 32 câmeras: Você pode conectar de 1 até 32 câmeras.

Sistema irá modular até 32 câmeras: Você pode conectar de 1 até 32 câmeras. MANUAL DO SISTEMA Introdução Apresentação Requisitos mínimos Instalação do programa Acessando o Secullum DVR Tela Principal Indicador de espaço em disco Disposição de telas Status de Gravação Usuário atual

Leia mais

4.Materiais e métodos

4.Materiais e métodos 4.Materiais e métodos 4.1. Material em estudo O material em estudo, de procedência sueca (Sandvik), foi adquirido como chapa laminada a quente de 3mm de espessura, recebendo posteriormente tratamento térmico

Leia mais

COREL DRAW Material exclusivo do Apostilando.com

COREL DRAW Material exclusivo do Apostilando.com COREL DRAW Material exclusivo do Apostilando.com ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 - REFLEXOS... 4 02 DISCO VOADOR... 10 03 - LUPA... 13 04 RELÓGIO... 18 05 PIÃO... 22 06 BOTÃO MACINTOSH...

Leia mais

SETIS- III Seminário de Tecnologia Inovação e Sustentabilidade 4 e 5 de novembro de 2014.

SETIS- III Seminário de Tecnologia Inovação e Sustentabilidade 4 e 5 de novembro de 2014. Estudo do efeito da adição de cobre sobre a dureza de um pinhão de ferro fundido nodular temperado superficialmente ARTHUR SCHMITZ SAMPAIO arthurschmitz@gmail.com ALFREDO LEONARDO PENZ alfredo.penz@sc.senai.br

Leia mais

INFLUÊNCIA DA GRAFITIZAÇÃO E FADIGA-CORROSÃO NO ROMPIMENTO DE TUBO DE CALDEIRA

INFLUÊNCIA DA GRAFITIZAÇÃO E FADIGA-CORROSÃO NO ROMPIMENTO DE TUBO DE CALDEIRA INFLUÊNCIA DA GRAFITIZAÇÃO E FADIGA-CORROSÃO NO ROMPIMENTO DE TUBO DE CALDEIRA Marcos Margarido Petrobras/Refinaria de Paulínia Flávio Augusto dos Santos Serra Petrobras/Refinaria de Paulínia Trabalho

Leia mais

Manual de instruções da unidade da impressora

Manual de instruções da unidade da impressora Manual de instruções da unidade da impressora Para Windows 7 DS-RX1 Ver.1.01 Em relação aos direitos autorais Os direitos autorais para o Manual de Instruções da Unidade da Impressora DS-RX1, a Unidade

Leia mais

ISOFLAMA Indústria e Comercio de Equipamentos Ltda SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA NITRETAÇÃO. J.C.Vendramim 1

ISOFLAMA Indústria e Comercio de Equipamentos Ltda SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA NITRETAÇÃO. J.C.Vendramim 1 SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA NITRETAÇÃO J.C.Vendramim 1 [1] João Carmo Vendramim Engenheiro metalurgista, mestrado em engenharia de materiais pela universidade de Campinas Unicamp. Introdução A seleção do

Leia mais

UM BREVE ESTUDO SOBRE FERRO FUNDIDO NODULAR

UM BREVE ESTUDO SOBRE FERRO FUNDIDO NODULAR UM BREVE ESTUDO SOBRE FERRO FUNDIDO NODULAR Alexandre Reis Francklin Rio de Janeiro Julho de 2009 Alexandre Reis Francklin Aluno do curso de Tecnologia em Produção Siderúrgica UM BREVE ESTUDO SOBRE FERRO

Leia mais

Plano de Aula - Excel 2010 - cód. 4097 16 Horas/Aula

Plano de Aula - Excel 2010 - cód. 4097 16 Horas/Aula Aula 1 Capítulo 1 - Introdução ao Microsoft Excel 2010 Aula 2 Capítulo 2 - Pastas e Células Aula 3 Capítulo 3 - Planilhas Plano de Aula - Excel 2010 - cód. 4097 16 Horas/Aula 1.1. Novidades do Excel 2010...

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO ESTRUTURAL DE LIGAS REOFUNDIDAS: COMPARAÇAO ENTRE OS MÉTODOS MANUAIS E COMPUTACIONAIS

CARACTERIZAÇÃO ESTRUTURAL DE LIGAS REOFUNDIDAS: COMPARAÇAO ENTRE OS MÉTODOS MANUAIS E COMPUTACIONAIS CARACTERIZAÇÃO ESTRUTURAL DE LIGAS REOFUNDIDAS: COMPARAÇAO ENTRE OS MÉTODOS MANUAIS E COMPUTACIONAIS Wang, S.I. 1 ; Paes, M. 2 ; Robert, M.H. 3, Zoqui, E.J. 4 ; Universidade Estadual de Campinas, Faculdade

Leia mais

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL E AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE UM AÇO COM DIFERENTES MICROESTRUTURAS BIFÁSICAS OBTIDAS A PARTIR DO AÇO LNE 500 A. N. O. Dias, (1); M. R. Baldissera, (1); Rossi,

Leia mais

DESGASTE DE FERROS FUNDIDOS USADOS EM DISCOS DE FREIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES

DESGASTE DE FERROS FUNDIDOS USADOS EM DISCOS DE FREIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES DESGASTE DE FERROS FUNDIDOS USADOS EM DISCOS DE FREIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES Gustavo Cueva e André Paulo Tschiptschin Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Escola Politécnica - Universidade

Leia mais

Pré-requisitos para fazer este curso É necessário possuir conhecimentos em informática básica, internet e muita vontade para aprender.

Pré-requisitos para fazer este curso É necessário possuir conhecimentos em informática básica, internet e muita vontade para aprender. Descrição do curso O curso de Edição Profissional de Imagens com o Photoshop CS6 Extended foi desenvolvido para que o aluno obtenha todas as habilidades necessárias para, ao final do mesmo, ser capaz de

Leia mais