Blanchot, Foucault e Deleuze: convergências entre a palavra literária, a experiência do Fora e o impensado. Caçar em vão Armando Freitas Filho

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Blanchot, Foucault e Deleuze: convergências entre a palavra literária, a experiência do Fora e o impensado. Caçar em vão Armando Freitas Filho"

Transcrição

1 Blanchot, Foucault e Deleuze: convergências entre a palavra literária, a experiência do Fora e o impensado. Nara Lúcia Girotto Caçar em vão Armando Freitas Filho Ás vezes escreve-se a cavalo. Arrebentando, com toda a carga. Saltando obstáculos ou não. Atropelando tudo, passando por cima sem puxar o freio a galope no susto, disparado sobre as pedras, fora da margem feito só de patas, sem cabeça Nem tempo de ler no pensamento o que corre ou o que empaca: Sem ter calma e o cálculo de quem colhe e cata feijão. Mallarmé, Kafka, Proust cavalgaram de outro modo seus textos literários, fazendo aparecer uma nova relação entre literatura e a realidade, isto é, o texto literário não representa a realidade, não é cópia do mundo, existindo um hiato, uma inadequação, uma arbitrariedade entre a realidade e o mundo, entre as palavras e as coisas, entre significados e significantes. Para explicar a mudança de estatuto da literatura clássica para a moderna, Banchot assinou o conceito - do Fora - para mostrar como a palavra literária provocava uma experiência não representativa e não significativa da linguagem. A literatura, ao fundar a sua própria realidade, elide sujeito e objeto, mundo e realidade, também prescinde da certeza, da verdade, da representação, do significado, da consciência, do tempo cronológico e, desta forma, errante, móvel, nômade substitui a intimidade do sujeito pelo Fora da linguagem, isto é, o projeto moderno da literatura é colocar-se mais longe de si mesma. Blanchot, de forma inovadora, demarcou a especificidade, o uso próprio, distinto, funcional da literatura e, buscando compreender como se constitui a própria realidade literária, inventa o conceito do Fora, noção forjada nos campos da filosofia e da crítica literária. Então, utilizando esse conceito norteador, desconstrói a idéia de que a literatura é um meio de chegar ao mundo e propõe, contrariamente, que a palavra literária seja

2 instauração de mundos, de eventos plenos de real. Contudo, nesse movimento, a literatura funda sua própria realidade, isto é, cria um outro mundo do mundo. A realidade advinda da literatura possui características particulares e para conhecer a especificidade dessa, precisamos diferenciar as funções das duas linguagens: a dia-a-dia e da ficção. O objetivo da linguagem comum é evocar referência direta com aquilo que designa para que os compartilhamentos de sentidos sejam sempre preservados. Para tal, ela deve remeter-se a um objeto que se encontra no mundo, pois sua função encontra-se a serviço dos fins sociais da ação, da comunicação e da compreensão. O quadro de Magritte ceci n est pas une pipe apresenta a figura de um cachimbo com a frase que nega que a figura seja igual ao nome, a palavra cachimbo não representa o nome cachimbo. O quadro mostra o que faz a linguagem comum, isto é, essa chama a figura do cachimbo, de cachimbo, como se o nome fosse idêntico a figura, como se a palavra fosse idêntica a coisa. O mérito do quadro é não nos deixar esquecer o equívoco, de que o desenho do objeto não é o objeto e que o desenho do objeto sempre será infiel, figurativamente, ao objeto. Do mesmo modo, podemos pensar que a palavra será sempre infiel à coisa, que essa nunca recobre totalmente o que designa. Na literatura, a palavra deixa de ser um instrumento, um meio, um signo vazio que designa as coisas do mundo para apresentar uma outra realidade, diferente da realidade familiar do mundo cotidiano. No lugar do familiar, um outro uso da palavra, uma outra função da linguagem e, conseqüentemente, a fundação de um outro mundo. O aparecimento da linguagem ficcional exige a destruição, a negação da palavra, àquela que estabelece a ligação entre o receptor e o objeto evocado pelo nome (palavra). Um direito à morte, um assassinato diferido, para usar as palavras de Blanchot, que provoca uma transformação radical da palavra, isto é, desaparecimento das suas funções de representar o objeto para as funções de criar, evocar uma realidade constituída a partir da (ir) realidade da coisa à realidade da linguagem. O poema, caçar em vão, colocado no início desta reflexão, torna-se apoio para entender como acontece a passagem da (ir) realidade da coisa à realidade da linguagem. Armando Freitas Filho faz uma analogia entre escrever e cavalgar. No processo de escrever 2

3 passamos por vários estados, movimentos: galopar, empacar, saltar, marchar, trotear. O nome, caçar em vão, nos diz que espreitar, procurar, mirar, deslocar-se, esperar a palavra tem sido um trabalho sem retorno e que o movimento do escrever acontece, em alguns casos, só com as patas, sem a cabeça. Para explicar os movimentos de negação e de realização da palavra literária, utilizo o poema do qual desprendemos que escrever é correr com as patas, sem cabeça, sem o cálculo de quem colhe ou cata feijão. Podemos dizer que o poeta fez desaparecer o cavalo real, do mundo e, no lugar, fez surgir um outro cavalo devir animal-escritor - que escreve em vários ritmos parando, andando, galopando, saltando-. Quando Blanchot diz que é preciso negar o real para se construir a ir(realidade) fictícia nos mostra este paradoxo. Ou seja, a palavra literária faz coincidir a sua realização com o seu desaparecimento, por isso o uso de pares opostos como vida e morte, ruína e constituição, ausência e presença para explicar esta ambigüidade. Podemos dizer que a morte do cavalo real do poema desdobrouse no aparecimento do devir animal-escritor. Blanchot resumiu esteticamente este acontecimento, dizendo que a palavra é admiravelmente a vida desta morte. A experiência poética nos retira do mundo e nos coloca novamente nele, porém com outro signo, como desdobramento, como possibilidade de vivenciar uma outra versão do mundo. Para circunscrever o espaço onde acontece à literatura, esse outro mundo, Blanchot utilizou várias designações: exílio, deserto, errância, Fora. Então, podemos dizer que o espaço literário alimenta-se da origem e tende sempre voltar ao vazio de onde veio ou, como diz Blanchot, espaço anterior a designação de gêneros, de palavras, portanto, espaço do rumor, do neutro, do impessoal. Clarice Lispector começou seus livros Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres e A Paixão segundo G.H com uma vírgula e com traços espaçados, respectivamente. Não estaria ela querendo indicar, demarcar este começo original, o começo do desdobramento, da impessoalidade, do colar-se no Fora, na superfície, no artifício, na palavra literária? Clarice Lispector, referindo-se ao processo de escrever, dizia que quando escrevia não pensava nem no leitor e nem nela e que na hora do escrever, no ato, ela era as próprias palavras. 3

4 A realidade literária faz ascender à superfície a materialidade do corpo das palavras, no entanto, um corpo sem interior, sem organização, sem pensamento; um corpo só pele, só de patas, fora das margens, arrebentando com toda carga, saltando e deixando para trás a poeira e o rumor sem fim. Uma das frases mais conhecidas de Foucault refere-se àquela do homem como invenção recente e cujo fim, talvez, esteja próximo. Este diagnóstico mostra o enfraquecimento da noção de Homem nos séculos XIX e XX e seus desdobramentos como a fragmentação da unidade subjetiva, apagamento da essência do eu, desaparecimento do sujeito da enunciação. Foucault apóia-se na exterioridade, na dispersão, na impessoalidade da linguagem da literatura moderna para firmar-se na contracorrente do humanismo, da dialética, do estruturalismo. Foucault capta a força demolidora da literatura moderna, sua operação no campo da alteridade absoluta, no plano assubjetivo e fazendo uso dos atributos dessa propõe a dispersão do sujeito na ordem dos discursos. Desta forma, alguns atributos do homem caem em ruína como, enunciação, alma, interioridade, consciência, reflexão, memória, autor. Nietzsche pergunta: quem fala? É a própria palavra, responde Mallarmé. Esse jogo de pergunta e resposta sintetiza os interesses de Foucault com a literatura, uma vez que esse último explicará em diversas publicações o desaparecimento daquele que fala, a morte do autor. Na esteira do desaparecimento do Homem, Foucault vai explicar o desaparecimento da função autor apoiado na identidade, na individualidade, na biografia, na origem, no eu, daquele que fez a obra. Resolver, por exemplo, o enigma James Joyce é louco não fará sua obra ser mais ou menos compreensível. O apagamento do autor e da obra é feito em proveito da sobrevivência da literatura, pois no lugar destes surge à figura plural da própria palavra, o ser da linguagem. A escritura, a palavra poética aparece no seu esplendor e novidade mantendo-se na exterioridade da subjetividade e, igualmente, Foucault quer manter seu pensamento na exterioridade para escapar dos perigosos jogos de poder, saber. O desaparecimento do ser-homem e, conseqüentemente, o aparecimento do serlinguagem resultam numa contestação do pensamento representativo, uma vez que não 4

5 existe uma relação causal que garante a representação, a significação entre as coisas e as palavras. A relação arbitrária entre significado e significante não se sustenta, pois a palavra, ao dizer somente a si própria, promove o eterno escoamento do Fora. A obra Ulisses de James Joyce pode ser um exemplo de como a literatura se desenvolve a partir de si mesma, para longe de si mesma, uma vez que o Ulisses de Joyce se desdobra em outra obra, num outro estilo, numa outra assinatura que, ao invés de repetir a obra épica, produz uma diferença. Blanchot encontra-se entre os literatos que introduziram o estudo de Nietzsche na França e com Bataille, Mallarmé, Artaud realizaram uma experiência não representativa e não significativa da linguagem. Foucault encontrou guarida para suas inquietações filosóficas nesse modo de conceber a literatura O filósofo, acompanhando o movimento da literatura moderna, constata que essa faz um estremecimento do cogito, um desmoronamento da unidade do eu, das noções de obra e autor, da dialética, do humanismo. Então, Foucault utiliza o conceito do Fora proposto por Blanchot, dando a esse uma outra assinatura pela maneira como integra o conceito no seu projeto de pesquisa. Assim como Blanchot consegue falar da literatura estando fora desta, Foucault quer fazer filosofia sem estar nela, conseguindo deslizar do pensado para o impensado. O interesse e, posteriormente, o desinteresse de Foucault pela linguagem literária é explicado por Roberto Machado no seu livro Foucault, a filosofia e a literatura. A literatura, por manter-se fora da subjetividade, permitiu Foucault aprimorar sua análise das condições de como o sujeito aparece na ordem dos discursos, porém seu desinteresse progressivo deve-se ao fato que a literatura não consegue manter-se a margem, exterior as engrenagens institucionais de produção cultural, dos discursos e poderes hegemônicos. Nietzsche deixou como legado a possibilidade de pensar de forma indissociável as forças, o Fora e a diferença, o que pode vir a explicar a convergência teórica entre Blanchot, Foucault e Deleuze. Assim, o Fora é o espaço do encontro das forças, essas sempre distribuídas no diagrama, no seu diferencial quantitativo, porém, a diferença, a resistência, permanece no espaço não-estratificado (Fora) de onde provém o diagrama. Para Foucault e Deleuze pensar está no domínio das forças, diz respeito ao espaço do Fora, 5

6 por isso ser necessário à intrusão do Fora, da espera, de uma passagem para a superfície. Entende-se o Fora como categoria imanente, pois a inclusão do Fora no mundo não tem nada a ver com ao além mundo, ele faz parte do mundo sem estar ainda atualizado, sem ser real (formas). O pensar, nesta perspectiva, nasce sob o signo da violência, algo precisa desestabilizar os caminhos perceptivos e cognitivos naturalizados, fazendo aparecer um rompimento, uma fissura, uma novidade. Aparece uma nova maneira de conceber o real em Blanchot e, próximo do pensamento de Levinas, entende a experiência do Fora como se abrir e deixar-se levar pelo Outro, aquele que nunca se tornará idêntico, o diferente, o estrangeiro, o desconhecido. Sua ética poderia ser resumida na seguinte frase: desejar que o outro permaneça sempre o Outro. Também, para Foucault, a experiência do Fora abre novas perspectivas, entendendo o Fora como uma matéria móvel, onde nada ainda aconteceu, campo das Forças, no qual o saber, o poder e a subjetivação são explicados pelo modo como cada um destes estratos, diagramas funcionam hoje e como funcionaram em outras épocas históricas. Resumidamente, o saber acontece nos plano das formas, contudo as dizibilidades e as visibilidades não são produtos do sujeito da enunciação, cada época possui seu arquivo audiovisual - o que pode ser visto e dito depende das condições enunciativas de cada apriori histórico -. Enquanto a topologia do saber dá-se no plano das formas, por um agenciamento prático, o poder é formado por um diagrama de forças. A composição das forças são informes, móveis e invisíveis, contudo uma microfísica diagramática explicita seu exercício, pois sua função e matéria são afetar e ser afetado por outras forças. A subjetivação, por sua vez, consiste na produção de uma interioridade, de um estilo de vida (subjetividade). Ou seja: a característica da força de afetar-se a si mesma, de vergar o lado de Fora permite que possamos construir regras facultativas para o modo de nos conduzir no mundo. Para Foucault, ao embarcarmos numa interioridade exterior singular estaremos resistindo aos jogos de poder e saber hegemônicos. Esta digressão sobre o saber, o poder e a subjetivação em Foucault tinha como finalidade mostrar como o conceito de Fora esteve ligado, sobretudo, ao estremecimento do sujeito, do cogito e, conseqüente, a despersonalização deste, sua dispersão na ordem dos discursos, entendimento do sujeito como resultante dos processos de subjetivação. 6

7 Deleuze, percorrendo obras de filósofos e literatos, desenvolve seu conceito-chave: o plano de imanência. A arte, para o filósofo, é a realização de um processo que pertence ao âmbito do virtual, do plano de imanência, da vida em sua máxima potência. Para explicar a complexidade do conceito de plano de imanência, busca-se apoio na frase Ele é infeliz. Kafka, segundo Blanchot, nunca falou da sua infelicidade e ao manter-se no impessoal, no neutro da assertiva ele é infeliz fez a linguagem liberar singularidades, diferenças. A infelicidade encontra-se como virtualidade, como imanência, somente estando ausente no leitor que ela poderá ser sentida, atualizada, isto é, justamente por não pertencer ao eu do escritor, pertence a todos. Pensar e escrever surge da privação do eu, do afastamento da subjetividade para a exterioridade, fora da consciência de um sujeito. Então, qual relação entre esse processo involuntário do pensar e do escrever com o plano de imanência? Em tempos em tempos surge, nos campos da literatura, da arte, da política, da filosofia e outros, um intolerável e num processo involuntário, sem um projeto previamente arquitetado são inauguradas mutações irreversíveis. Quando surge inesperadamente um outro mundo do mundo, segundo Deleuze, o homem restabelece seu vínculo com este mundo o nosso mundo -, fazendo-nos acreditar novamente na vida, no mundo. Deleuze utilizou a imagem do caos para explicar o plano de imanência, sendo esse uma fatia do caos que permanece livre em todas as dimensões (planos), constituindo, paradoxalmente, um único e imanente plano. O transcendental, o outro nome do plano de imanência, constitui um campo assubjetivo, isto é, não remete a um objeto e nem pertence a um sujeito. Uma vida, em sua máxima potência, encontra-se neste estado, livre dos qualificativos de subjetividade e de objetividade. Quando a vida encontra-se neste estado, encontra-se grávida de singularidades anônimas, nômades, selvagens, impessoais. Como se trata de composto de forças sem forma, informais por excelência, não ficam retidas no saber e no discurso. São, desta forma, hecceidades livres, singularidades, virtualidades capazes de engendrar acontecimentos. O rompe com o senso-comum, com a verdade, instaurando uma nova sensibilidade, uma outra maneira de lidar com o intolerável, convocando a criação, a resistência e, sobretudo, fazendo a vida acreditar neste mundo, ao produzir outro mundo do mundo. 7

8 Não se escreve e não se pensa quando se quer, mas podemos querer escrever um pouco como os poetas. Por isso, o devir-animal escritor escreve a cavalo, explorando os meios, arrebentando com toda a carga, atropelando, passando a galope, fora da margem, saltando obstáculos, inventando uma língua, sem tempo de ler no pensamento, farejando, atravessando o vivível e o vivido, sem calma, criança, só de patas, sem cabeça (Deleuze, 1997 ; Filho, 2005). Bibliografia: DELEUZE, Gilles. Crítica e Clínica. Coleção TRANS. São Paulo: Editora 34, FILHO, Armando Freitas. Caçar em vão. Em Veneno Antimonotonia: os melhores poemas e canções contra o tédio. FERRAZ, Eucanaã (org). Rio de Janeiro: Objetiva, LEVY, Tatiana Salem. A experiência do Fora: Blanchot, Foucault e Deleuze. Conexões (19). Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003 MACHADO, Roberto. Foucault, a filosofia e a literatura. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora,

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

TÍTULO: REFLEXÕES SOBRE A POESIA E A FUGA AO DIDATISMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: REFLEXÕES SOBRE A POESIA E A FUGA AO DIDATISMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: REFLEXÕES SOBRE A POESIA E A FUGA AO DIDATISMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIÃO DAS FACULDADES DOS GRANDES LAGOS AUTOR(ES): STELA FERNANDES

Leia mais

Desdobramentos: A mulher para além da mãe

Desdobramentos: A mulher para além da mãe Desdobramentos: A mulher para além da mãe Uma mulher que ama como mulher só pode se tornar mais profundamente mulher. Nietzsche Daniela Goulart Pestana Afirmar verdadeiramente eu sou homem ou eu sou mulher,

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

Bordas e dobras da imagem teatral Angela Materno Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Bordas e dobras da imagem teatral Angela Materno Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Bordas e dobras da imagem teatral Angela Materno Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro RESUMO: A autora problematiza a questão da imagem teatral, vista além do pictórico que se inscreve no tempo

Leia mais

Clínica psicanalítica com crianças

Clínica psicanalítica com crianças Clínica psicanalítica com crianças Ana Marta Meira* A reflexão sobre a clínica psicanalítica com crianças aponta para múltiplos eixos que se encontram em jogo no tratamento, entre estes, questões referentes

Leia mais

Construindo Derrida. Por Carla Rodrigues Para o Valor, 31.5.2013

Construindo Derrida. Por Carla Rodrigues Para o Valor, 31.5.2013 Construindo Derrida Por Carla Rodrigues Para o Valor, 31.5.2013 Em biografia recém- lançada, Benoît Peeters situa a obra do filósofo Jacques Derrida como parte de um tempo rico do pensamento francês Judeu

Leia mais

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE Terezinha Losada Resumo: A obra Fonte de Marcel Duchamp é normalmente apontada pela crítica de arte como a síntese e a expressão mais radical da ruptura com a tradição

Leia mais

Aprender é inventar-se e inventar o mundo, ensinar também.

Aprender é inventar-se e inventar o mundo, ensinar também. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Unidade de Montenegro Curso de Graduação em Teatro: Licenciatura Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência PIBID Bolsista: Gleniana da Silva Peixoto

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

MARKETING E A NATUREZA HUMANA

MARKETING E A NATUREZA HUMANA MARKETING E A NATUREZA HUMANA Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.Sc. Slide 07 Introdução O que é preciso para que algo faça sucesso? Dito de outra forma: o que é preciso para que algo (uma idéia, uma

Leia mais

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas outubro/novembro de 2012 A leitura mediada na formação do leitor. Professora Marta Maria Pinto Ferraz martampf@uol.com.br A leitura deve

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita;

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita; MÉTODO CIENTÍFICO CONCEITO: palavra de origem grega, significa o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente na investigação da verdade; IMPORTÃNCIA DO MÉTODO: pode validar ou invalidar

Leia mais

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro Olimpíada de LP Escrevendo o futuro QUATRO GÊNEROS EM CARTAZ: OS CAMINHOS DA ESCRITA Cristiane Cagnoto Mori 19/03/2012 Referências bibliográficas RANGEL, Egon de Oliveira. Caminhos da escrita: O que precisariam

Leia mais

Abertura do I Colóquio sobre Psicanálise e Educação Clínica d ISS

Abertura do I Colóquio sobre Psicanálise e Educação Clínica d ISS Abertura do I Colóquio sobre Psicanálise e Educação Clínica d ISS Samyra Assad Abrir o Iº Colóquio sobre Psicanálise e Educação é, dar início não somente aos trabalhos que a partir de agora se seguirão,

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

Modelo, cópia e simulacro: Uma perspectiva deleuziana ao problema platônico

Modelo, cópia e simulacro: Uma perspectiva deleuziana ao problema platônico Modelo, cópia e simulacro: Uma perspectiva deleuziana ao problema platônico Elemar Kleber Favreto RESUMO Este artigo tem por objetivo esclarecer alguns aspectos mais gerais da crítica que Deleuze faz à

Leia mais

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO. Palavras-chave: resolução de problemas; jogo; problematizações.

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO. Palavras-chave: resolução de problemas; jogo; problematizações. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE A PARTIR DO JOGO TRAVESSIA DO RIO Cidinéia da Costa Luvison SME Bragança Paulista/SP; SEE - Morungaba/SP E-mail: cidineiadacosta.luvison@gmail.com Cleane Aparecida dos Santos

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE

A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE Autores: Gleici Kelly de LIMA, Mário Ferreira RESENDE. Identificação autores: Bolsista IN-IFC; Orientador IFC-Videira. Introdução Qual seria

Leia mais

IV PARTE FILOSOFIA DA

IV PARTE FILOSOFIA DA IV PARTE FILOSOFIA DA 119 P á g i n a O que é? Como surgiu? E qual o seu objetivo? É o que veremos ao longo desta narrativa sobre a abertura do trabalho. Irmos em busca das estrelas, no espaço exterior,

Leia mais

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a

Leia mais

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado A pesquisa e o tema da subjetividade em educação Fernando Luis González Rey 1 A subjetividade representa um macroconceito orientado à compreensão da psique

Leia mais

A mobilização de conhecimentos matemáticos no ensino de Física

A mobilização de conhecimentos matemáticos no ensino de Física Cintia Ap. Bento dos Santos Universidade Cruzeiro do Sul Brasil cintiabento@ig.com.br Edda Curi Universidade Cruzeiro do Sul Brasil edda.curi@cruzeirodosul.edu.br Resumo Este artigo apresenta um recorte

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

Sobre a intimidade na clínica contemporânea

Sobre a intimidade na clínica contemporânea Sobre a intimidade na clínica contemporânea Flávia R. B. M. Bertão * Francisco Hashimoto** Faculdade de Ciências e Letras de Assis, UNESP. Doutorado Psicologia frbmbertao@ibest.com.br Resumo: Buscou-se

Leia mais

Revista Linguasagem 15 Edição / www.letras.ufscar.br/linguasagem

Revista Linguasagem 15 Edição / www.letras.ufscar.br/linguasagem Revista Linguasagem 15 Edição / www.letras.ufscar.br/linguasagem A FRAGMENTAÇÃO E O REDUCIONISMO DO SABER: A DESESTRUTURAÇÃO DO CIENTISTA CRÍTICO E REFLEXIVO Lafity dos Santos Silva 1 Como definirmos o

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

CORPO E SEXUALIDADE MASCULINA EM DEVIR. Palavras-chave: corpo masculino, sexualidade masculina, Filosofia da Diferença.

CORPO E SEXUALIDADE MASCULINA EM DEVIR. Palavras-chave: corpo masculino, sexualidade masculina, Filosofia da Diferença. CORPO E SEXUALIDADE MASCULINA EM DEVIR Marcelo Valente de Souza (UFPA) RESUMO: O tema da sexualidade masculina toma foco neste estudo por entendermos que ela pouco aparece na literatura. O texto aborda,

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

Fraturas e dissonâncias das imagens no regime estético das artes

Fraturas e dissonâncias das imagens no regime estético das artes Fraturas e dissonâncias das imagens no regime estético das artes Raquel do Monte 1 RESENHA RANCIÈRE, Jacques. O destino das imagens. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012. 1. Doutoranda em Comunicação, PPGCOM-UFPE.

Leia mais

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 Jurandir Goulart Soares 2 Salvador Leandro Barbosa 3 Resumo: O presente trabalho pretende apontar a partir da contribuição dos filósofos franceses

Leia mais

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO.

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. Ac. Denise Carla de Deus (PIBIC/CNPq/UFSJ 2000-2002) Orientadora: Prof. Dra. Marilúze Ferreira Andrade e Silva

Leia mais

EDUCAÇÃO COMO OPORTUNIDADE AO ÊXITO: outros tempos, outros desafios Mario Sergio Cortella *

EDUCAÇÃO COMO OPORTUNIDADE AO ÊXITO: outros tempos, outros desafios Mario Sergio Cortella * EDUCAÇÃO COMO OPORTUNIDADE AO ÊXITO: outros tempos, outros desafios Mario Sergio Cortella * 1. Antes de mais nada é preciso lembrar: a educação precisa ser contínua, isto é, é necessário que tenha perenidade

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO Bernardo Goytacazes de Araújo Professor Docente de Filosofia da Universidade Castelo Branco Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea

Leia mais

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes Manual do Voluntário O Projeto Correspondentes A ação proposta pelo projeto Correspondentes é a troca regular de correspondências entre voluntários e crianças ou adolescentes que residem em abrigos ou

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico.

CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico. CIÊNCIA E PROGRESSO: notas a partir do texto de Pierre Auger denominado Os métodos e limites do conhecimento científico. Rafael Augusto De Conti 1. Pensar no progresso da ciência, nos conduz, necessariamente,

Leia mais

Como a educação integral vem sendo pensada nas escolas? Como ela está sendo feita? Por que é tão difícil consolidá-la no contexto da prática escolar?

Como a educação integral vem sendo pensada nas escolas? Como ela está sendo feita? Por que é tão difícil consolidá-la no contexto da prática escolar? ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E AS DIFERENÇAS NA ESCOLA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL Rosângela Machado Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis A palestra intitulada Organização Curricular e as

Leia mais

1 Como seu Cérebro Funciona?

1 Como seu Cérebro Funciona? 1 Como seu Cérebro Funciona? UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) O cérebro humano é capaz de processar as informações recebidas pelos cinco sentidos, analisá-las com base em uma vida inteira de experiências,

Leia mais

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações.

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Família e Escola construindo valores. Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Autor: Fábio Henrique Marques Instituição: Colégio Metodista de Ribeirão Preto

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Nosso objetivo é inaugurar um espaço virtual para o encontro, o diálogo e a troca de experiências. Em seis encontros, vamos discutir sobre arte, o ensino da

Leia mais

KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS

KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS Gustavo Leal - Toledo 1 RESUMO Pretende-se mostrar, neste trabalho, que a Exposição Metafísica não depende da Exposição Transcendental nem da geometria euclidiana.

Leia mais

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de 1 Nesta aula você aprenderá a diferenciar um desenhista de um ilustrador e ainda iniciará com os primeiros exercícios de desenho. (Mateus Machado) O DESENHISTA E O ILUSTRADOR Ainda que não sejam profissionais

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico 1 A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico Samyra Assad Foi a oportunidade de falar sobre o tema da ética na pesquisa em seres humanos, que me fez extrair algumas reflexões

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

NOTAS ACERCA DO VIRTUAL. Celso Candido

NOTAS ACERCA DO VIRTUAL. Celso Candido NOTAS ACERCA DO VIRTUAL Celso Candido A fim de tornar mais claro o conceito de virtual, pressuposto neste trabalho, vai-se abordar este problema a partir de uma leitura de Pierre Lévy e Gilles Deleuze.

Leia mais

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim 1 Reflexão A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação Aluna: Ana Isabel Araújo Olim As escolas, ao longo do ano letivo, trabalham várias temáticas sociais. O infantário Donamina, para

Leia mais

Barroco Simbolismo Cruz e Souza Modernismo 2ª fase Cecília Meireles Drummond

Barroco Simbolismo Cruz e Souza Modernismo 2ª fase Cecília Meireles Drummond O CÓDIGO DAS ÁGUAS Lindolf Bell, Timbó, 1938 Gênero: Poesia lírica 34 poemas, divididos em cinco partes: Poemas, Desterro, Minifúndio, Poema do Andarilho, Poemas Finais Publicação 1984 Literatura Catarinense

Leia mais

DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA PULSIONAL FREUDIANA PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE AMOR E ÓDIO. Ligia Maria Durski

DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA PULSIONAL FREUDIANA PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE AMOR E ÓDIO. Ligia Maria Durski DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA PULSIONAL FREUDIANA PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE AMOR E ÓDIO. Ligia Maria Durski Iniciemos este texto fazendo uma breve retomada de alguns momentos importantes da

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

UM JEITO DE AMAR A VIDA

UM JEITO DE AMAR A VIDA UM JEITO DE AMAR A VIDA Maria do Carmo Chaves CONSCIÊNCIA DO MUNDO FICHA TÉCNICA EDIÇÃO: Vírgula (Chancela Sítio do Livro) TÍTULO: Um jeito de amar a vida AUTORA: Maria do Carmo Chaves (escreve de acordo

Leia mais

Pedro Carrano e Thiago Hoshino Brasil de Fato (Curitiba (PR)

Pedro Carrano e Thiago Hoshino Brasil de Fato (Curitiba (PR) Nosso déficit não é de casas, é de cidade Raquel Rolnik defende que atualmente não há políticas para moradia, apenas políticas focadas no setor imobiliário e financeiro 22/10/2012 Pedro Carrano e Thiago

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO AULA 2.2 - A SIGNIFICAÇÃO NA ARTE TEXTO DE APOIO 1. A especificidade da informação estética Teixeira Coelho Netto, ao discutir a informação estética, comparando-a à semântica, levanta aspectos muito interessantes.

Leia mais

A relação entre a fala e a escrita

A relação entre a fala e a escrita A relação entre a fala e a escrita Karen Alves da Silva Proposta e objetivo: Partindo de um episódio de escrita, podemos refletir sobre: de que maneira está posta a relação entre escrita e oralidade; como

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

CONTROL+EU. Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r

CONTROL+EU. Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r CONTROL+EU Marcelo Ferrari 1 f i c i n a 1ª edição - 1 de agosto de 2015 w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r CONTROL+EU Você não sofre porque tem uma programação mental, você sofre porque sua programação

Leia mais

REVALORIZAR AS COMPETÊNCIAS CONVERSACIONAIS

REVALORIZAR AS COMPETÊNCIAS CONVERSACIONAIS Rafael Echeverría REVALORIZAR AS COMPETÊNCIAS CONVERSACIONAIS São chaves para as pessoas e as organizações, porque são as únicas que apoiam as grandes transformações pelas quais a sociedade e o mundo estão

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CENTRO CULTURAL DE BELÉM 3 DE DEZEMBRO DE 2009 MARIA GUIDA DE FREITAS FARIA 1 AGRADEÇO

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Filosofia Questão 01... a filosofia não é a revelação feita ao ignorante por quem sabe tudo, mas o diálogo entre iguais que se fazem cúmplices

Leia mais

ESCOLA DA FÉ Paróquia Santo Antonio do Pari Aula 15 Creio em Deus Pai - 2.

ESCOLA DA FÉ Paróquia Santo Antonio do Pari Aula 15 Creio em Deus Pai - 2. ESCOLA DA FÉ Paróquia Santo Antonio do Pari Aula 15 Creio em Deus Pai - 2. Frei Hipólito Martendal, OFM. São Paulo-SP, 20 de setembro de 2012. revisão da aula anterior. 2.1- Deus Todo Poderoso. Dei uma

Leia mais

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS A principal preocupação de Descartes, diante de uma tradição escolástica em que as espécies eram concebidas como entidades semimateriais, semi-espirituais, é separar com

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 Débora Rana Introdução Participar da seleção do Prêmio Victor Civita, pela segunda vez, é uma experiência bastante interessante, pois permite estabelecer relações entre

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: performatividade, corpo, animal, subjetivação, descolonização

PALAVRAS-CHAVE: performatividade, corpo, animal, subjetivação, descolonização ABRIR O CORPO AO ANIMAL, AO MINERAL, ÀS PLANTAS, AO COSMOS Angela A. Donini 1 RESUMO As questões que me mobilizam estão relacionadas ao pensar acerca dos processos de produção, recepção e circulação de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 A MATERIALIZAÇÃO

Leia mais

Credibilidade da Empresa: a Importância da Padronização de Documentos e Dúvidas Gerais sobre o uso da Língua Portuguesa

Credibilidade da Empresa: a Importância da Padronização de Documentos e Dúvidas Gerais sobre o uso da Língua Portuguesa Resumo de Conteúdo da Palestra Credibilidade da Empresa: a Importância da Padronização de Documentos e Dúvidas Gerais sobre o uso da Língua Portuguesa A palestra foi realizada na Junta Comercial do Estado

Leia mais

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro sumário 9 prefácio. A lição aristotélica de Poe [Pedro Süssekind] 17 A filosofia da composição

Leia mais

O TEMPO NO ABRIGO: PRESERVAÇÃO DA HISTÓRIA, GARANTIA DE SINGULARIDADE

O TEMPO NO ABRIGO: PRESERVAÇÃO DA HISTÓRIA, GARANTIA DE SINGULARIDADE Cuidando de quem cuida Instituto de Capacitação e Intervenção Psicossocial pelos Direitos da Criança e Adolescente em Situação de Risco O TEMPO NO ABRIGO: PRESERVAÇÃO DA HISTÓRIA, GARANTIA DE SINGULARIDADE

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

Professor de Harvard diz que, por falta de intimidade com as novas mídias, responsáveis deixam de preparar as crianças para o mundo digital

Professor de Harvard diz que, por falta de intimidade com as novas mídias, responsáveis deixam de preparar as crianças para o mundo digital Professor de Harvard diz que, por falta de intimidade com as novas mídias, responsáveis deixam de preparar as crianças para o mundo digital MARCO AURÉLIO CANÔNICO DO RIO Atordoados com um desenvolvimento

Leia mais

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica PRAXIS A palavra práxis é comumente utilizada como sinônimo ou equivalente ao termo prático. Todavia, se recorrermos à acepção marxista de práxis, observaremos que práxis e prática são conceitos diferentes.

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

[T] Léo Peruzzo Júnior [a], Valdir Borges [b]

[T] Léo Peruzzo Júnior [a], Valdir Borges [b] DOI: 10.7213/aurora.26.038.RS.01 ISSN 0104-4443 Licenciado sob uma Licença Creative Commons [T] GEBAUER, Gunter. O pensamento antropológico de Wittgenstein. São Paulo: Loyola, 2013. Léo Peruzzo Júnior

Leia mais

Índice. NOTA BIOGRÁFICA... 4 Prefácio... 11 Introdução... 15

Índice. NOTA BIOGRÁFICA... 4 Prefácio... 11 Introdução... 15 Índice NOTA BIOGRÁFICA... 4 Prefácio... 11 Introdução... 15 1 Já não são crianças, ainda não são adultos... 17 1. Desenvolvimento cognitivo... 18 2. Desenvolvimento psicossocial... 20 2 Ajudar a crescer

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Autor: Rabbi Yehuda Ashlag

Autor: Rabbi Yehuda Ashlag Autor: Rabbi Yehuda Ashlag A Kabbalah ensina a correlação entre causa e efeito de nossas fontes espirituais. Estas fontes se interligam de acordo com regras perenes e absolutas objetivando gols maiores

Leia mais